
Essa seria a grande união que teria condições de vencer Taveira, mas na eleição de 2016. Hoje, se os dois, resolverem sair dessa forma, morreriam abraçados, pois o poder da prefeitura esmagaria esse sonho da oposição que teve início em 2008, quando apoiaram Gilson Moura. O jovem Carlos Augusto Maia com sua coragem, na época, sem ter ainda assumido nenhum cargo político e o então vereador Ricardo Gurgel, com ousadia enfrentaram a força de Agnelo Alves, com uma aceitação superior a 90 por cento. Hoje, para ser vitorioso, esse grupo precisaria unir todas as candidaturas existentes, bem como trazer a vice da base governista para desfalcar a situação, mostrando um equilíbrio de forças no jogo do poder. Com isso, impediria as candidaturas laranjas, que foram criadas em 2016 para impedir a união de Ricardo Gurgel e Carlos Maia. Mas se for enfrentar Taveira apenas com esse grupo, será perda de tempo. Carlos não é mais deputado estadual, Ricardo não é mais presidente da câmara. Os dois estão enfraquecidos, sem mandatos e sem prestígio no governo estadual, ambos dependem do homem que lhes derrotou no passado, Maurício Marques, que é a pessoa de confiança da governadora Fátima Bezerra. O que restante agora é curtir o carnaval, tirar fotos juntinhos e tomar uísque para mostrar a fantasia e o sonho dos dois políticos.