O presidente do 14 avalia a coligação com o 10 e hoje a nota é quase zero

Getúlio Batista, presidente estadual do PTB, ainda não consegui digerir a última conversa com o prefeito Taveira, líder da coligação do 10. O coronel autorizou sua vereadora Rhalessa de Clênio a abrir seu coração para conversar sobre política com todos os pré-candidatos a prefeito em Parnamirim. Segundo informações do próprio presidente do clube 14, é remota ou quase ZERO a possibilidade do time dos trabalhistas apoiar a reeleição do atual prefeito Taveira. Vale lembrar que o time do 14 está muito organizado, é um partido forte, está entre as cinco melhores legendas em Parnamirim, com uma nominata para vereador capaz de surpreender em 2020. Detalhe, Getúlio e o ex-prefeito Maurício Marques andaram conversando essa semana sobre política. Os dois saíram felizes e uma fonte que participou da conversa afirmou que o 11 e o 14 combinaram uma dobradinha na majoritária desse ano.

NOTA DE ESCLARECIMENTO DO MOVIMENTO MUNICIPALISTA À POPULAÇÃO BRASILEIRA

21012020 nota cnmA Confederação Nacional de Municípios (CNM), as entidades estaduais e microrregionais de Municípios, bem como os prefeitos e as prefeitas de todo o Brasil reconhecem o esforço do Congresso Nacional, liderado pelos presidentes da Câmara e do Senado, deputado Rodrigo Maia e senador Davi Alcolumbre, que possibilitou a apreciação e a votação célere do PLP 39/2020, o qual estabelece o Programa Federativo de Enfrentamento ao Coronavírus, alcançando – dentre outras medidas – o imprescindível apoio financeiro emergencial a Estados e Municípios.
Faz-se fundamental, neste momento, esclarecer a toda a população brasileira que a proposta aprovada recompõe apenas parte das perdas que os Municípios estão sofrendo com a queda na arrecadação de tributos em decorrência da pandemia da Covid-19.

Considerando esse quadro absolutamente difícil, é imprescindível deixar claro que os prefeitos e as prefeitas continuarão enfrentando enormes dificuldades para vencer os desafios diários de atendimento às necessidades dos cidadãos; e, por isso, estarão obrigados a aprofundar ainda mais as medidas de contenção de despesas que poderão exigir uma cota maior de sacrifícios em suas estruturas e na sustentabilidade das ações e dos serviços públicos locais.

É bom salientar que os Municípios detêm a menor fatia do bolo tributário nacional, e as principais fontes de suas receitas são de transferências constitucionais, realizadas pela União e pelos Estados, e de receitas próprias que são os impostos diretos. Recursos financeiros que sofrerão grandes impactos com a pandemia e com a redução da atividade econômica; portanto, esse auxílio representará uma reposição financeira bem menor do que as despesas que serão efetivamente realizadas.

As estimativas indicam perdas impactantes para todos os Municípios brasileiros. Entre as transferências, o FPM, o ICMS e o Fundeb serão bastante atingidos. O ICMS, tributo que representa uma parcela significativa das receitas municipais, em abril, já sofreu redução média de 24%, a qual, nos próximos meses, deve ser ainda mais aguda, com uma redução de R$ 22,2 bilhões. O Fundeb, que financia a educação básica, deve ter uma redução importante próxima a 30%, o que representa uma perda de R$ 16,3 bilhões. Por fim, o FPM – receita de grande dependência dos Municípios – terá, conforme compromisso do governo federal, uma reposição ao mesmo patamar de 2019, durante os quatro meses, de março a junho deste ano. Além disso, acontecerão perdas, relativas ao período de julho a dezembro, em torno de R$ 5,89 bilhões; assim como a redução de arrecadação nos impostos próprios (IPTU, ISS e ITBI). O ISS terá uma queda estimada de R$ 20 bilhões; enquanto o IPTU e o ITBI, uma queda média de 25%, o que configura perda superior a R$ 10,1 bilhões. Ao todo, ao somar essas perdas, o impacto será no montante de R$ 74,49 bilhões.

Os signatários da presente entendem a importância do apoio emergencial aprovado; porém, têm plena ciência de que ele não conseguirá repor as perdas ocorridas de R$ 74,4 bilhões para os Municípios, sendo que o socorro alcançado no PLP 39/2020 é de R$ 23 bilhões, ou seja, a recomposição será de 30% sobre a perda de arrecadação dos impostos.

Por tudo isso, espera-se que o Poder Executivo federal sancione com a máxima urgência a proposta aprovada no Congresso e que sejam agilizados os repasses pertinentes para que os gestores municipais – com os meios disponíveis – continuem comprometidos e atuantes no sentido de amenizar o sofrimento da população brasileira.

(CMN)

João Peres diz que é preciso lutar na câmara por uma Parnamirim mais bela

O servidor público municipal, líder comunitário, João Peres é bastante conhecido pela população parnamirinense e recebe o carinho do povo. Esse reconhecimento vem de suas lutas em defesa da população da cidade, principalmente dos moradores do bairro Bela Parnamirim. Com sua experiência de vida e de caminhada política, duas campanhas eleitorais para o Legislativo municipal, o atuante defensor dos mais humildes encontrou no PSC uma oportunidade de unir a política e fé. João diz que nessas eleições municipais vem mais preparado, pois conseguiu expandir seu nome através dos amigos para todos os bairros de Parnamirim. Esse servidor público é atuante e tem histórico de luta em defesa da população, com destaque para o plebiscito realizado no bairro de Bela Vista, hoje Bela Parnamirim, para legalização fundiária de todas as terras da região entre os municípios de Parnamirim e Macaíba, favorecendo a Cidade Trampolim da Vitória. João Peres é mais um candidato forte rumo à Câmara Municipal de Parnamirim, ele conhece a realidade do povo, sabe das dificuldades dos mais humildes, tem cheiro de povo e alma de guerreiro.