Empresário Caio Honório da Solaris desmente secretário Giovani Jr e diz que ficou surpreso com o vídeo do homem forte da administração de Taveira

O problema político criado pelo secretário Giovani Jr chegou ao ponto de deixar a administração em uma famosa sinuca de bico. Ao impedir que as pessoas ligadas politicamente aos vereadores Rogério Santiago, Paulo Júnior, Thiago Cartaxo, além da vice-prefeita, que segundo fontes da prefeitura, giram em torno de 114 nomes, que permaneceram em seus empregos, mesmo estando na oposição. O super secretário Giovani Jr, que no passado sempre foi ligado ao grupo político da vice prefeita, até hoje ainda mantém relacionamento pessoal com a família Cartaxo e junto com o ex-braço direito de Agnelo Jorge Cunha, mantinham interesses políticos visando poder assumir o comando da Prefeitura através do voto Popular, em eleição de Elienai Cartaxo ou do próprio Giovani. Essa atitude, aparentemente desastrosa, não passou de uma estratégia de Giovani Jr para manter os cargos dos amigos que optaram pela oposição a Taveira. Tanto é verdade que o empresário Caio Honório, dono da empresa Solaris, ficou surpreso com o vídeo de Giovani usando o nome do prefeito falando em demissão. Agora a atitude de Giovani deixou Taveira politicamente engessado, pois se demitir hoje os adversários que estão na administração, irá dá um discurso à oposição e ainda gerar uma comoção social enorme nas redes sociais por ter demitido mãe e pais de família parnamirinenses, principalmente, no momento difícil da Covid-19. Até então a oposição não tinha ,mas passará a ter com as demissões um grupo de ex-servidores com o seguro desemprego na mão e com ódio no coração trabalhando para derrotar o coronel. O secretário Giovani Júnior de bobo não tem nada, atirou no que viu e acertou no que não viu. Acompanhe o áudio do empresário Caio Honório, que revelou a real intenção do super secretário,Giovani Júnior.

Música, café, pão e leite quente. Agora, o cardápio de Paulão Jr muda todo dia

O cardápio do articulador de Elienai Cartaxo, o vereador Paulo Jr, muda toda hora. Dessa vez, ele foi filar a boia na casa da vereadora Rhalessa de Clênio. O filho de Paulão levou Vinicuis, filho de Batista, ambos disseram que o assunto era só café, leite e pão. Mas, um morador do condomínio passeava com sua cachorra próximo à casa da vereadora e ouviu uma música tocando bem alto, isso para ninguém entender a conversa. A vereadora Rhalessa e Paulão Jr perceberam a presença indesejada e disseram que ele poderia fotografar, pois o lanche quem pagou não foi o prefeito. Um detalhe chamou atenção, o CD que estava tocando era o de Pablo, resta saber qual era a música.

Fábricas de São José do Seridó estão prontas para abastecer o mercado com equipamento de proteção individual-EPI

O coronavírus assusta o mundo, causando pânico em toda população. Os profissionais da área de saúde estão na linha de frente desta guerra, diariamente eles têm que enfrentar o inimigo invisível e salvar vidas, em algumas situações colocando sua vida em risco, por exemplo, quando há falta de equipamento de proteção individual, o famoso EPI. Em tempos de pandemia, o uso desses equipamentos é essencial, mas em função do consumo elevado, eles estão sendo disputados por grandes potências no mercado mundial e vendidos como ouro em pó, tornando sua aquisição cada vez mais difícil. Diante desse cenário crítico, as oficinas de costuras do programa pró-sertão passaram a produzir todos os equipamentos para proteção individual. Assim, a solução para suprir essa demanda não veio da China e sim de São José do Seridó, no interior do Rio Grande do Norte. As oficinas de costura do programa pró-sertão abastecerão o mercado local e até Nacional com esse EPI, inclusive já estão esperando pedidos. Vejamos o vídeo dos profissionais potiguares, mostrando a produção aqui no RN.

Prefeito manda Secretário emite nota e dá marcha ré nas demissões

O Prefeito Taveira e alguns dos seus auxiliares não gostaram da forma irresponsável que o secretário Giovani Jr informou aos colegas secretários das possíveis decisões que poderão ser tomadas pelo executivo. Alguns secretários estão pedido que ele se retrate com a população. Num primeiro momento, Giovani resistiu e queria que a retratação fosse feita pela Prefeitura de Parnamirim, ou seja, jogando no colo do prefeito a responsabilidade da sua insensibilidade ao proferir o recado aos seus colegas secretários. O próprio prefeito não achou interessante, um assessor se dirigir aos pais de família, especialmente neste momento de crise, em que o poder público é chamado a fazer sua parte, garantindo os empregos, viabilizando meios de provimento da população, como a bolsa auxílio, a distribuição das cestas básicas. Giovani tentou se retratar com a população, após o desgaste da sua imagem. Ele emitiu uma nota oficial, mas como uma flecha lançada e uma palavra dita não há retorno, assim foi o erro do super secretário trapalhão. Agora, é inegável que a oposição ganhou mais um discurso. Esperamos que o super secretário tire a lição desse erro e não tenha a brilhante ideia de gravar outro vídeo, pois o anterior já foi um desastre. Vejamos a resposta do super secretário, Giovani Rodrigues. NOTA. A Secretaria de Planejamento e Finanças da Prefeitura de Parnamirim informa que não está havendo demissão de terceirizados, apenas adequação de jornada, para alinhamento à MP 936 do Governo Federal de manutenção do emprego e renda, com previsão inicial de normalização até julho.

Com a força da mão de pilão, a lua e o sol entram nos lares dos terceirizados

O correio eletrônico da má notícia veio através do secretário de Planejamento, Finanças, Turismo e Desenvolvimento Econômico de Parnamirim (SEPLAF), Giovani Rodrigues Júnior, o secretário segue na contramão do posicionamento dos prefeitos e governadores do país e contraria a vontade de Taveira quando decide demitir servidores terceirizados da prefeitura de Parnamirim. Ele já praticou a mesma ação na sua empresa, o restaurante paçoca de pilão. Em recado virtual para os secretários de Parnamirim, Giovani Rodrigues aparece sorridente, apreciando a lua, em sua bela casa de praia de Pirangi, um home office super agradável, cuja pauta é o corte das despesas e o enfrentamento da crise. Ele destaca que já conversou com o empresário Caio Honório, responsável pela empresa solaris, sobre as medidas para atravessar a crise. Em sua fala, o secretário primeiro trata das perdas na arrecadação, realidade vivenciada em todo o país, logo em seguida, ele enfatiza que diante da pandemia, o governo Bolsonaro irá custear parte da folha de pagamento dos servidores terceirizados para que não haja demissões. Entretanto, Giovani esquece de falar na lei que está em tramitação no congresso nacional, inclusive já foi aprovada na câmara dos deputados, de socorro financeiro aos estados e municípios, repondo as perdas de até 30% do ICMS e ISS. Embora existam outras soluções, o homem do pilão parece só enxergar as demissões como uma solução eficaz para esse problema. Neste momento de crise mundial, Giovani Rodrigues precisa lembrar que ao escolher as demissões, ele vai colocar muitos pais de família na rua, contribuindo com a desigualdade social tão cruel em nosso país. Enquanto a solaris prepara a lista dos demitidos, o homem do pilão, em sua mansão em Pirangi do Norte, continuará apreciando o brilho da lua, os servidores terceirizados demitidos vão amargar o sol e a solaris é só sombra, lucro e água fresca. Veja o vídeo com o recado para os secretários…

“Senhor, a quem iremos?”

Padre João Medeiros Filho
Há aproximadamente cinco anos, a Editora Vozes publicou a “Sociedade do Cansaço”. Seu autor é um filósofo sul-coreano, Byung-Chul Han, radicado na Alemanha e estudioso da obra de Martin Heidegger. Hoje, o mundo depara-se com situações de estresse físico e mental, resultantes de uma civilização da pós-modernidade tecnologicamente acelerada e hiperativa. Reinam a ausência de tranquilidade e o abandono da contemplação, ocasionando violência, depressão, transtorno do déficit de atenção e escravidão moderna. O aprisionamento e dependência das tecnologias – acrescidos de mais consciência das injustiças e do desrespeito ao ser humano – têm agravado o quadro.
Como contraponto a esse tipo de vida social, Cristo oferece serenidade e paz, apresentando-se como remédio e resposta: “Vinde a mim, vós que estais cansados e sobrecarregados, e eu vos aliviarei… pois, o meu fardo é leve e meu jugo é suave” (Mt 11, 28). O avanço e o progresso puseram nos ombros do homem uma sobrecarga. No tempo de Jesus, era a canga da multiplicidade de normas e leis colocada sobre o pescoço das pessoas. Hoje, os cristãos deverão refletir, a partir de uma teologia da calma e da fortaleza. Na verdade, há que se debruçar sobre a pressa hodierna e a dependência da tecnologia que vitimam tantos. Vale lembrar o conselho de Jesus a seus discípulos e ouvintes: “O que adianta a alguém ganhar o mundo inteiro, e arruinar a sua vida”? (Mc 8, 36).
Para que haja vida é preciso quietude. O Filho de Deus nasceu no silêncio da noite e ressuscitou na tranquilidade da madrugada. “Ele manifesta-se numa brisa suave” (1Rs 19, 11). Não raro, o Mestre parava tudo e recolhia-se à prece. “Ao anoitecer, Jesus subiu sozinho ao monte para orar” (Mt 14, 22). Há uma sociedade estressada, deprimida e doente. A humanidade não sabe mais parar para pensar, contemplar e rezar. A pletora de informações despejada pela mídia tem causado indigestão mental, levando à indisposição e ansiedade. A partir daí, têm-se egos irritados, inflados e feridos. Isso ocasiona um mal-estar que paralisa toda tentativa de reflexão e prece. Na sua época, o apóstolo Paulo já advertia os filipenses: “Não andeis ansiosos, em toda e qualquer circunstância, apresentai os vossos pedidos a Deus” (Fl 4, 6).
Nesta civilização da fadiga, buscam-se saídas. Dentre elas, o mercado de palestras e livros de autoajuda estão cada vez mais procurados. A sociedade do cansaço resulta também do barulho. Até nas igrejas, a suavidade do canto gregoriano, que acalma e recolhe, foi substituída pelo som das baterias e guitarras eletrônicas. Não se balbuciam preces, como outrora. A carência de paz interior brota igualmente da agitação. Disso se originam discursos carregados de impaciência e ódio, conduzindo o homem ao desencontro de si mesmo e à inversão de valores. Assim, o poder passa a valer mais que o serviço. O dinheiro na balança da vida pesa mais que o caráter. E isto traz revolta aos cidadãos, tornando-os carrascos uns dos outros. Numa época em que se poderia trabalhar menos, graças ao desenvolvimento tecnológico, fica-se mais tenso e exausto. Perdem-se os objetivos e aumenta a concorrência – quase uma guerra – econômica, política, ideológica e religiosa. Os indivíduos tendem a se digladiar. Essa onda tem gerado um aumento significativo de doenças, como depressão, transtornos de personalidade, síndrome de “burnout” etc.
O Brasil vem se tornando uma sociedade de céticos e insatisfeitos. Ninguém suporta mais políticos, governantes oportunistas e manipuladores. O Covid-19 tem comprovado esta situação. Há os que querem aparecer a qualquer preço e fazem do povo um joguete, a serviço de seus partidos e ideologias. Nossa pátria está exaurida pelos escândalos, abusos e afrontas aos cidadãos. A população não aguenta mais ser lesada e aviltada. O Brasil saturado e extenuado poderá explodir. Exigem-se julgamentos sem iniquidade e subterfúgios políticos. Desejam-se igrejas que falem vivamente de Deus, despojadas de discursos ideológicos. É preciso valorizar a teologia da esperança, solidariedade e partilha, anunciando um Cristo que olhou para a multidão e “teve compaixão dela, pois estava cansada e abatida, como ovelhas sem pastor” (Mt 6, 30-34).