Suplentes ganham presente do “Papai Noel” Taveira e o vereador Gustavo Negócio é quem paga a conta

O Prefeito Rosano Taveira iniciou sua reforma administrativa antes do Ano Novo, dando um presente ao grupo chamado de suplentes. Visando o seu projeto de reeleição, os famosos suplentes estão em alta com o executivo. O que se observa na Cidade Trampolim da Vitória é uma grande movimentação política e administrativa, nos bairros, repercutindo principalmente no diário oficial do município. Os cargos anteriormente pertencente aos vereadores estão sendo oferecidos aos suplentes como forma de consolidar a tese de renovação na câmara e também criando uma independência de Taveira no jogo político com alguns vereadores. Essa movimentação de entrada e saída de cargos comissionados na prefeitura vem causando um estrago na base do vereador Gustavo Negócio que no momento, foi atingido no litoral. Comenta-se nos bastidores que um dos grandes beneficiados foi o jovem líder político Eder Queiroz que será contemplado com cargos, distribuídos nas empresas terceirizadas e em comissionados na Prefeitura. Nessa movimentação, o vereador Gustavo Negócio perde o líder comunitário Wagney Maiotti, conhecido carinhosamente como “fofo”. Uma Outra movimentação chamou a atenção, principalmente dos políticos com assento na câmara, foi a do parque industrial, o suplente do vereador Afrânio Bezerra conseguiu trazer para sua base de sustentação política o atual diretor da unidade básica de saúde Rodrigo Lamec, que era ligado também a base do vereador Gustavo Negócio. As perguntas que todos os suplentes e vereadores fazem ao prefeito Taveira são: se todos os suplentes, receberão o mesmo tratamento de Eder e Afrânio? Ou se esse privilégio faz parte de um projeto político para agregar mais suplentes, fortalecendo para equilibrar as forças e em seguida juntar vereadores e suplentes no mesmo partido, no mesmo palanque? Com isso, consolidando o projeto de reeleição do coronel e obrigando suplentes e vereadores a se unirem para poder pensar em sentar nas cadeiras do legislativo de Parnamirim. Recado do blog ao prefeito: tome cuidado com esse negócio de ficar cantando a música caneta azul, azul caneta na base dos vereadores. Pois muitos, não querem dançar ouvindo essa canção.

 

Licitação no STF tenta driblar vinhos nacionais com exigência de prêmios

Tem uma razão não declarada a exigência de vinhos com premiações internacionais, de safras posteriores a 2010, na licitação do Supremo Tribunal Federal (STF) para aquisição de comes & bebes. É a saída que o STF encontrou para revogar antiga prática, dos tempos de regime militar, de servir vinhos nacionais em recepções oficiais. Alguns intragáveis, esses vinhos constrangiam anfitriões pelas dores de cabeça causadas em dignitários estrangeiros em visita oficial ao Brasil. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Os espumantes brasileiros se enquadram nas exigências do STF. São produtos de elevada qualidade, que colecionam prêmios no exterior.

 

A área de licitações do STF poupou o presidente Dias Toffoli, grande conhecedor de vinhos nacionais que certamente ele não aprecia.

 

(Diário do poder) 

Líder do ‘centrão’, Arthur Lira comanda vitórias e derrotas do governo na Câmara

Rodrigo Maia que nada, “o cara” na Câmara dos Deputados é cada vez mais Arthur Lira (AL), líder do PP e do “centrão”. Ele está presente nas vitórias e sobretudo nas derrotas do governo Bolsonaro, como quando liderou a exclusão do Pacote Anticrime da autorização para que polícia fizesse escutas telefônicas sem autorização judicial. Foi dele também a decisão de excluir Estados e Municípios da Reforma da Previdência. Até o Fundão Eleitoral de R$3,8 bilhões é obra do bloco liderado pelo deputado. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O governo não conta com Arhur Lira também na MP que desobriga grande empresas de publicar editais e balanço em jornais impressos.

O líder do centrão garante que tem dado mais vitórias do que derrotas ao governo, como a Reforma da Previdência e a cessão onerosa.

Cheio de moral, há dias Lira “pediu” ao presidente do Congresso, Davi Alcolumbre, para encerrar a sessão e evitar novas derrotas do governo.

Arthur Lira também cita sua oposição a iniciativas, na Câmara, para perseguir Luciano Bivar, presidente do PSL: “Não vamos permitir”.

(Diário do poder)