“SINCERIDA” OU “JOGOU PARA A PLATEIA”? Bolsonaro diz que gostaria de dar emprego à população de presente de Natal

O presidente Jair Bolsonaro disse nessa quarta-feira que o maior presente que gostaria de dar à população no Natal é emprego, e garantiu que a economia brasileira não está mais ladeira abaixo e começa a reagir.

“Emprego, o maior programa social que a gente tem é esse. É esperança, confiança, emprego”, disse Bolsonaro a jornalistas, ao ser questionado sobre o presente que gostaria dar à população no Natal.

“O Brasil, graças a Deus, não está mais ladeira abaixo, está vencendo aí o grande problema que encontramos, a crise ética, moral e econômica”, acrescentou.

Após forte crise atravessada pelo país nos últimos anos, o desemprego tem sido um dos indicadores econômicos com maior resistência a cair durante o governo Bolsonaro. A taxa de desemprego, segundo o IBGE, está em 11,6 por cento — 12,367 milhões de pessoas.

(Exame)

Assessor de Bolsonaro diz que querem criminalizar com expressão “gabinete do ódio” aqueles que defendem o presidente: “trata-se de um fenômeno real”

Em entrevista ao Pânico, da Jovem Pan, Filipe Martins, assessor de Jair Bolsonaro para assuntos internacionais, negou a existência de um “gabinete do ódio” no governo e acusou os críticos de tentarem criminalizar aqueles que defendem o presidente.

“A impressão que fica é que as pessoas querem criminalizar a defesa do governo, como se qualquer coisa que se diga a favor do governo é por um grupo de milhões de robôs”, afirmou. “É não entender como funciona a internet, os fluxos da informação, que é uma coisa totalmente incontrolável.”

Martins criticou o que chamou de “show” em que teria se transformado a CPI das Fake News no Congresso.

“[Trata-se de] Um fenômeno real que as pessoas estão tentando criminalizar, com a expressão ‘gabinete do ódio’ e todo aquele show que estamos vendo na CPI”, disse.

(O Antagonista, com Jovem Pan)