Doria sobe o tom e chama Governo Federal de negacionista e extremista

Coronavac é testada em São Paulo

O governador de São Paulo, João Doria (PSDB), voltou a subir o tom contra o governo federal, que chamou de negacionista e extremista, em mais um episódio da disputa com o presidente Jair Bolsonaro pelo capital político da vacinação contra a Covid-19.

Nesta segunda-feira (14), para mostrar o respaldo nacional pela vacinação, Doria colocou no palanque no palácio dos Bandeirantes, sede do governo paulista, o secretário de saúde do Maranhão e presidente do Conass (Conselho Nacional de Secretários de Saúde), Carlos Lula. “Não é razoável que se aceite qualquer atraso injustificado para não se iniciar de pronto a imunização do país”, disse Lula, que trabalha no governo Flávio Dino (PC do B).

No domingo (13), o Ministério da Saúde divulgou um vídeo em seu canal institucional no YouTube em que faz críticas duras ao governador João Doria, e afirma que é “mais um devaneio” e que ele está “sonhando acordado” ao anunciar que começará a vacinação da população a partir de 25 de janeiro.

Nesta segunda, Doria rebateu o ataque. “Temos assistido nos últimos dias novos exemplos do negacionismo do governo federal e de extremistas também. Infelizmente, aqueles que até pouco tempo menosprezavam o vírus, classificando como ‘gripezinha’, ‘resfriadozinho’, agora passaram a criticar o esforço para a vacinação dos brasileiros”, disse o governador, se referindo a termos usados por Bolsonaro para diminuir a gravidade da pandemia.

“São os mesmos que imaginavam que iam resolver essa gravíssima crise de saúde no país com a cloroquina [medicamento sem eficácia comprovada defendido pelo presidente]”, continuou.

São Paulo fez parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac para produzir, por meio do Instituto Butantan, uma vacina contra a Covid-19, apelidada de Coronavac. Embora já tenha feito importação, esteja fabricando e tenha até anunciado data para começar a imunização (25 de janeiro), tudo de forma independente do governo federal, o governo paulista ainda não apresentou os dados da eficácia do imunizante e nem pediu autorização de uso emergencial.

Isso estava previsto para ocorrer nesta terça-feira (15), mas o governo mudou a estratégia, conforme anunciou nesta segunda. Resolveu adiar a divulgação da última fase do ensaio clínico para a semana que vem e, em vez de pedir autorização emergencial, vai apresentar no próximo dia 23 o estudo completo do fármaco para pedir seu registro definitivo à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária).

Além disso, em acerto com o fabricante chinês Sinovac, a vacina terá o registro pedido ao mesmo tempo na NMPA (Administração Nacional de Produtos Médicos), a Anvisa do país asiático.

A expectativa no governo estadual é de que a China conceda o registro definitivo da Coronavac em cerca de três dias.

Carlos Lula, presidente do Conass, defendeu nesta segunda-feira que o governo federal inclua a Coronavac e “todas as vacinas consideradas eficazes e seguras” no Programa Nacional de Imunização.

“A gente precisa entender que é preciso ter velocidade. Cada dia que a gente perde, são vidas que perdemos”, disse ele, que defendeu que haja uma coordenação nacional no enfrentamento à Covid e que a imunização comece não em março, como disse na última semana o ministro Eduardo Pazuello, mas em janeiro, como quer o governo paulista.

Lula afirmou que “o Conass se coloca como mediador para qualquer tipo de rusga que haja entre o governo de São Paulo e o ministério da Saúde” e disse que “o objetivo é um só: garantir a imunização de toda a sociedade brasileira ainda em 2021. Menos que isso não é aceitável”, afirmou.

O Ministério da Saúde ainda não apresentou à população um plano de vacinação, embora a imunização já tenha começado no Reino Unido e esteja prestes a iniciar nos Estados Unidos.

Em resposta a ações que tramitam no Supremo Tribunal Federal cobrando um plano federal, Pazuello encaminhou um documento à corte que não prevê data e estima vacinar apenas um terço do necessário.

Os dados apresentados pelo governo estadual mostram que o número de casos, mortes e internações pela Covid vem crescendo em São Paulo.

A taxa de ocupação das unidades de terapia intensiva saltaram de 40% em 7 de novembro para 60%; na região metropolitana chega a 65,5%. O número de novas mortes também cresceu 9% em relação a semana anterior, e agora o estado já acumula mais de 44 mil vítimas da doença.

Pesquisa Datafolha mostrou que 73% dos brasileiros disseram querer tomar a vacina contra a Covid-19, número que caiu em relação à pesquisa anterior, de agosto, quando 89% disseram querer a imunização. A maioria do país (56%) também afirmou querer que a vacinação seja obrigatória.

Metade dos brasileiros, porém, disseram que não tomariam um imunizante desenvolvido pela China, como é o caso da Coronavac, aposta do governador paulista.

Folhapress

Marcelo Veiga, ex-técnico do América, morre vítima da Covid-19 e o Time Potiguar emite Nota de Pesar

 

Técnico que ficou marcado pelas sete passagens no Bragantino, Marcelo Veiga morreu nesta segunda-feira (14) aos 56 anos, por complicações causadas pela Covid-19.

Ele estava internado desde 20 de novembro na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) da Santa Casa de Bragança Paulista (80 km de São Paulo).

Veiga havia sido contratado pelo São Bernardo para o estadual de 2021 e neste ano disputava a Copa Paulista.

Lateral esquerdo com passagem pelo Santos no início da década de 1990, ele foi o treinador que mais dirigiu o Bragantino na história. Foram 516 partidas. Em 2007, chegou à semifinal do Paulista e empatou os dois jogos contra o clube de Vila Belmiro. No segundo, acertou uma bola na trave nos acréscimos que poderia ter levado o time à decisão.

Veiga comandou 18 times diferentes na carreira, mas nunca recebeu oportunidade em um grande, algo que ele considerava injusto.

“Sempre trabalhei com menos recursos, tendo de descobrir jogadores ignorados por outros clubes”, reclamou.

Para achar novos talentos, percorria o interior para assistir partidas e tinha uma rede de informantes espalhada por São Paulo.

“Eu não consigo ser apenas o treinador. Especialmente em clubes pequenos, você precisa agregar outras funções para que tudo funcione bem. Se alguma coisa dá errada, fica muito fácil para você descobrir onde está o problema e resolver”, completou, em entrevista à Folha, em 2018.

Veiga também ficava descontente quando ouvia que suas equipes jogavam preferencialmente na retranca. Para tentar acabar com as críticas, em 2017 foi fazer um período de estágio em clubes espanhóis. A partir de então, sempre fazia questão de ressaltar que o período na Europa o fez mudar de postura e atuar mais no toque de bola. Ele mesmo, à beira do campo, disse ter deixado de falar palavrões.

Sua morte aconteceu na cidade em que viveu a maior parte da sua vida como técnico e onde reconhecia estar identificado.

“Quando não estou no Bragantino as pessoas me encontram na rua e perguntam: ‘e aí? Já voltou?’, relembra.

Seu último trabalho no clube aconteceu no Paulista do ano passado. Marcelo Veiga deixou a agremiação não por causa de maus resultados. O presidente da agremiação, Maquinhos Chedid, fez parceria com o Red Bull, que levou seus próprios jogadores e treinador.

Folhapress

TIM, Telefônica e Claro vencem leilão por ativos móveis da Oi com oferta de R$16,5 bilhões

Logo da Oi

Foto: Paulo Whitaker/Reuters

A TIM, a Telefônica Brasil e a Claro, da América Móvil, venceram o leilão para comprar as operações de redes móveis da Oi por R$ 16,5 bilhões nesta segunda-feira (14).

As três companhias planejam dividir os ativos da Oi e obter aprovação antitruste. A Oi está vendendo uma série de ativos para levantar fundos e pagar seus credores.

No dia 26 de novembro, a empresa vendeu suas torres de telefonia móvel e data centers em leilão que atraiu poucos interessados e que arrecadou cerca de R$ 1,4 bilhão.A Highline do Brasil, do grupo norte-americano de private equity Digital Colony, comprou a unidade de torres por R$ 1,067 bilhão.

A empresa apresentou a única oferta do leilão deste ativo.Já a Titan Venture Capital ficou com a unidade de data centers, com uma oferta de R$ 325 milhões, também única apresentada no leilão.

De acordo com dados da consultoria Teleco de maio, a Oi é a quarta colocada no mercado de telefonia móvel no país, com participação 16,28%. A primeira é a Vivo, com 33,01%, seguida pela Claro/Nextel, com 25,97%, e pela TIM, com 23,20%.

A Oi pediu recuperação judicial em 2016 com uma dívida, à época, de R$ 65 bilhões. A empresa quer usar o dinheiro da venda de sua unidade móvel para financiar o crescimento da sua banda larga de fibra ótica e pagar dívidas, tentando escapar da proteção de insolvência. ​

Segundo balanço do primeiro trimestre, o total da dívida financeira da Oi era de R$ 24 bilhões. A dívida que está na recuperação judicial é ainda maior, porque inclui outros créditos, como aqueles obtidos com a Anatel.

Folhapress

FenaSaúde descarta vacinação contra covid-19 no setor privado

A aplicação da vacina contra a covid-19 é uma ação relacionada ao plano de imunização do Ministério da Saúde e, pelo menos, durante o processo de vacinação em massa, não deve ser realizada pelo setor privado, disse hoje (14) o presidente da Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), João Alceu Amoroso Lima. Para ele, não deve seguir adiante a proposta do Ministério Público Federal (MPF) de inclusão da vacina no rol de serviços dos planos de saúde.

Alceu destacou que a medida não deve passar porque o Brasil já é reconhecido mundialmente pelo seu plano nacional de imunização, que tem sido uma ação de governo e deve continuar assim.

Ele lembrou que já foram divulgadas várias manifestações, tanto do Poder Executivo quanto do Legislativo, e também no âmbito da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), de que não haverá venda de vacinas para laboratórios e entidades privadas, pelo menos inicialmente, quando a vacinação em massa requerida deverá ser coordenada. No futuro, o serviço poderá ser prestado nas unidades privadas, acrescentou. “Será como é hoje com o H1N1, quando se pode ir a um laboratório e tomar essa e outras vacinas, que no passado foram objeto de políticas públicas.”

O presidente da FenaSaúde disse imaginar que, no futuro, será possível tomar nos laboratórios vacina contra covid-19, covid-22, ou seja, contra as variações que possam vir a existir. “E, possivelmente, vai ser discutida a inclusão [esta vacina] no rol [de serviços dos planos de saúde]”, afirmou, durante a entrevista coletiva virtual em que a Confederação Nacional das Seguradoras apresentou o balanço de 2020 do setor segurador.

Desigualdade

De acordo com Alceu, a venda na rede privada, no início da imunização, causaria aumento da desigualdade no país. “No momento, isso não faz nenhum sentido e pode criar um enorme desequilíbrio e aumentar a desigualdade no acesso à vacina. Isso [vacinação] deve ser, sim, uma tarefa do Ministério da Saúde, coordenada com os estados e com todas as instâncias do SUS [Sistema Único de Saúde], como sempre foram as outras campanhas bem-sucedidas de vacinação”, afirmou.

Alceu disse que, como todo cidadão brasileiro, está ansioso, à espera de um plano nacional de vacinação do governo. Ele ressaltou que a maioria das vacinas anunciadas até agora precisa ser aplicada em duas doses e que, por isso, a vacinação em massa deverá se estender até 2022 para alcançar toda a população brasileira.

“O país vai demorar para atender os 200 milhões de brasileiros: com certeza vai varar 2021 e vamos entrar em 2022. A prudência diz que devemos continuar muito alertas porque o sistema está absolutamente estressado no momento e porque as festas de final de ano geralmente resultam em aglomeração”, acrescentou.

Seguradoras

Apesar da pandemia, o setor segurador registrou, nos 12 meses móveis até setembro deste ano, crescimento de 3,4%, com arrecadação de R$ 271,3 bilhões, sem incluir os relacionados à saúde e ao Dpvat, que é o seguro obrigatório de danos pessoais causados por veículos automotores de via terrestre.

Os destaques do ano foram danos e responsabilidades e seguros de vida, que registraram crescimento de 4,6%. A saúde suplementar teve alta de 8,7%, com dados de três trimestres até o segundo de 2020. Em 2019 tinham sido arrecadados R$ 487,0 bilhões, incluindo saúde, mas sem Dpvat, e de R$ 270,2 bilhões sem os dois, o que representou variação de 12,1% sobre 2018.

O presidente da CNSeg, Márcio Coriolano, destacou que o setor sofreu um choque muito forte a partir de março, não apenas pela pandemia, mas ainda com a taxa de juros mais baixa, que afeta a rentabilidade do setor, a redução da massa salarial, que, segundo ele, é um grande combustível do setor, e a volatilidade de ativos. “O choque foi notado a partir de março. Em janeiro e fevereiro, tivemos desempenho semelhante ao do ano passado, e alcançando todos os ramos”, informou.

De acordo com Coriolano, ainda assim, foi possível melhorar o cenário, porque funcionaram os planos de contingência como o teletrabalho e as plataformas digitais. O esforço operacional começou a dar resultado na recuperação a partir de maio.

Ele disse que as perspectivas para 2021 dependem dos cenários econômico e político. “No período de 11 meses, até agora, não tivemos um comprometimento maior de nossos fundamentos, não apenas de atendimento do consumidor, como também aos atendimentos a toda sorte de indenizações.”

Reajustes e indenizações

Para João Alceu, a suspensão dos reajustes dos planos de saúde por causa da pandemia não deve provocar impacto nos balanços porque as empresas estão provisionando conforme práticas contábeis recomendadas pelos auditores e pela própria Agência Nacional de Saúde (ANS). “Daí, portanto, a importância da recomposição desses valores ao longo do próximo ano, para que novamente os balanços fiquem menos montanha russa” enfatizou.

O presidente da Federação Nacional de Previdência Privada e Vida (FenaPrevi), Jorge Pohlmann Nasser, informou que, do início do ano até o fim de setembro, foram pagos R$ 3,4 bilhões de indenizações em vida. “Isso é um valor, sem dúvida, fantástico, 26% maior do que no ano passado. O setor mostrou resiliência em provisionamento para garantir a solvência de suas empresas, com uma cobertura que não era  prevista nos contratos e, mais do que isso, atendendo a tempo e a hora os nossos participantes.”

Segundo Nasser, o comportamento do brasileiro também sofreu influência do momento. “O brasileiro está mais sensível à aquisição de seguros. Isso é notório. Infelizmente, aprendemos na dor a importância do seguro, que, sem dúvida, cumpriu o seu papel neste momento.”

Agência Brasil

Resolução que zerou imposto de importação de revólveres é suspensa

Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Edson Fachin suspendeu hoje (14) os efeitos da resolução do Comitê Executivo de Gestão da Câmara de Comércio Exterior (Camex) que zerou a alíquota do Imposto sobre Importação de revólveres e pistolas. Fachin atendeu a pedido liminar feito pelo PSB. A resolução entraria em vigor em 1º de janeiro. 

O partido alegou, no pedido, que a medida da Camex “facilitaria o acesso da população a armas de fogo”, além de representar renúncia fiscal em tempos de pandemia.

Na decisão, o ministro entendeu que a resolução se “apresenta como contrária à Constituição da República”.

“Conclui-se pela verossimilhança da alegação de que a redução a zero da alíquota do Imposto de importação sobre pistolas e revólveres, por contradizer o direito à vida e o direito à segurança, viola o ordenamento constitucional brasileiro”, entendeu o ministro.

A decisão de Fachin entra em vigor imediatamente, mas deverá ser submetida ao referendo do plenário da Corte. Cabe recurso contra a decisão.

Agência Brasil

Alta de preços recente não afeta inflação futura, diz ministério

A alta recente dos índices de preços, decorrente principalmente do encarecimento dos alimentos, não afetou a inflação futura. A conclusão consta de relatório divulgado hoje (14) pela Secretaria de Política Econômica (SPE) do Ministério da Economia.

Intitulado Consolidação Fiscal e Inflação Esperada, o documento comparou o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que ultrapassou o centro da meta de 4% nos 12 meses terminados em novembro, com as taxas dos títulos públicos de dois, cinco e de dez anos, chamada de inflação implícita. A SPE constatou que a piora recente na inflação de curto prazo não se transmitiu para as taxas de longo prazo.

Na avaliação da SPE, o fato de as taxas de longo prazo não terem subido indica que os investidores estão confiantes de que o impacto dos preços dos alimentos sobre a inflação representa um fenômeno temporário. Para o órgão, isso indica que a confiança em relação à gestão da economia não se deteriorou nos últimos meses.

“As séries apresentadas sinalizam que a inflação observada no segundo semestre deste ano é pontual e limitada temporalmente. Pois, apesar da piora das expectativas da inflação de curto prazo, não há repasse da deterioração ocorrida neste ano para os preços dos ativos e expectativas de médio prazo”, ressaltou o relatório.

O estudo também comparou o comportamento do IPCA e dos juros reais (juros nominal menos a inflação) na última década. Segundo a análise, a diferença entre os dois indicadores elevou-se nos últimos meses, mas ainda está inferior a momentos de volatilidade na economia, como em 2015 e 2016.

Segundo a SPE, a continuidade da política fiscal, com reformas estruturais e manutenção do teto de gastos, é essencial para manter as taxas dos títulos de médio prazo sob controle e segurar os juros em níveis baixos. “A maior confiança de que a dívida pública é sustentável dá suporte ao regime de metas de inflação, tornando a política monetária crível. Dessa forma, a consolidação fiscal aumenta a convicção nos objetivos de longo prazo”, ressaltou o documento.

Para a SPE, o processo de consolidação fiscal iniciado em 2016, com a instituição do teto federal de gastos, que limita o crescimento das despesas públicas à inflação, foi essencial para reduzir a inflação implícita, expressa nas taxas de médio prazo, e baixar os juros ao mesmo tempo.

Agência Brasil

Autorização para vacina poderá ser dada em até 10 dias, diz Anvisa

Foto: Agência Brasil

No início do mês, a Anvisa divulgou o guia de critérios e procedimentos para a aprovação de autorizações emergenciais para vacinas em caráter experimental contra a covid-19.

A permissão especial poderá ser fornecida para vacinas que estejam em estudo no Brasil na chamada Fase 3, em que a eficácia e a segurança são analisadas. Nesse caso, as vacinas serão destinadas a programas de governo, não podendo ser comercializadas pelas empresas que obtiveram a permissão.

Apenas as empresas que estão desenvolvendo as vacinas poderão solicitar a autorização na Anvisa. Deve ser comprovada a capacidade de fabricar ou de importar a substância. As companhias interessadas em tal alternativa deverão fazer antes uma reunião com a equipe da Anvisa, que é chamada de “pré-submissão”. Será preciso também já ter aprovado na Anvisa um dossiê de desenvolvimento clínico.

Autorização por outros países

Em comunicado sobre o novo prazo de até 10 dias, a Anvisa abordou também o procedimento de autorização emergencial a partir da aprovação do uso do imunizante por órgãos reguladores de outros países. O mecanismo está previsto em lei.

O texto menciona a permissão da agência de saúde dos Estados Unidos (Food and Drug Administration, FDA) à vacina da Pfizer, argumentando que ainda que o processo em curso nos Estados Unidos seja semelhante, ainda seria necessário ter uma avaliação própria da agência brasileira.

“Ainda assim, parte dos dados, bem como compromissos e planos de monitoramento que precisam compor o pedido de uso emergencial [em outro país a outro órgão regulador], referem-se exclusivamente a realidades nacionais e, por isso, a importância da análise da vacina a ser usada no Brasil ser realizada pela Anvisa”, diz a nota.

Entre os aspectos que deverão ser considerados na avaliação que a agência – que deve ser realizada em até 10 dias – estão:

» Se a vacina que será disponibilizada para a população brasileira é a mesma avaliada nos estudos clínicos;
» Se a população-alvo a ser vacinada no Brasil é a mesma que será imunizada no país da autorização original;
» Quais as estratégias de monitoramento da aplicação das vacinas e de eventuais efeitos adversos nos indivíduos.

O comunicado da Anvisa pondera a replicação da autorização pela autoridade reguladora chinesa da CoronaVac, vacina desenvolvida pela farmacêutica chinesa SinoVac em parceria com o Instituto Butantan.

A nota afirma que os critérios empregados no país para a autorização “não são transparentes” e não há ”informações disponíveis” sobre eles. “Caso venha a ser autorizada a replicação automática da autorização de uso emergencial estrangeira no Brasil, sem a devida submissão de dados à Anvisa, são esperados o enfraquecimento e a retardação na condução do estudo clínico no Brasil, além de se expor a população brasileira a riscos que não serão monitorados pela empresa desenvolvedora da vacina”, informa o documento.

A nota da Anvisa pode ser lida na íntegra no site da agência.

Agência Brasil

RN atrai a construção de mais um parque eólico

A subsidiária brasileira de energia renovável do Grupo Enel, Enel Green Power Brasil Participações Ltda. (“EGPB”), iniciou a construção, no Rio Grande do Norte, de um novo empreendimento — o Parque Eólico de Cumaru (206 MW), localizado no município de São Miguel do Gostoso. Sua construção demandará um investimento de 184 milhões de dólares.

“Nosso Governo tem uma política de estado focada para o desenvolvimento de energias renováveis, e estamos conseguindo desenvolver um ambiente favorável para atração de investimentos do setor elétrico em nosso Estado”, disse a governadora Fátima Bezerra.

No Nordeste, serão ao todo quatro parques eólicos e um solar, que somam 1,3 GW de nova capacidade. No Piauí, está sendo construído o parque eólico Lagoa dos Ventos III (396 MW) e o parque solar São Gonçalo III (256 MW). Outros dois projetos eólicos – Morro do Chapéu Sul II (353 MW), na Bahia, e Fontes dos Ventos II (99 MW), em Pernambuco, também estão em andamento, além do Cumaru (206 MW), no Rio Grande do Norte.

“Aqui no estado temos ainda muito potencial a ser explorado. Em termos de capacitação profissional, o Rio Grande do Norte é o maior formador de mão de obra para o setor eólico e solar do Brasil; no campo das novas tecnologias estamos incentivando, através de parcerias com empresas e instituições, o desenvolvimento de uma cadeia produtiva para indústria eólica offshore. E estamos elaborando um “Atlas Eólico e Solar”, que ao final das medições e certificações, disponibilizaremos para as empresas e sociedade um banco de dados dinâmico com todas as informações em tempo real”, afirmou a governadora.

Os novos parques serão apoiados principalmente por contratos de fornecimento de energia negociados com clientes corporativos no mercado livre de energia brasileiro e deverão começar a operar em 2021. Quando estiverem em plena operação, os cinco novos parques serão capazes de gerar mais de 5,5 TWh de energia por ano, evitando a emissão de aproximadamente 3 milhões de toneladas de CO2 na atmosfera anualmente.

“Esses novos projetos fortalecem ainda mais nosso compromisso com o desenvolvimento do setor brasileiro de energia renovável, a fim de diversificar a matriz energética do país, bem como contribuir para o desenvolvimento econômico e social das comunidades em que estamos presentes”, comenta Salvatore Bernabei, CEO da Enel Green Power.

Dentro do Grupo Enel, a Enel Green Power é dedicada ao desenvolvimento e operação de energias renováveis em todo o mundo, com presença na Europa, Américas, Ásia, África e Oceania. A companhia é líder global no setor de energia limpa, com capacidade gerenciada de cerca de 47 GW, distribuídas em um mix de geração que inclui eólica, solar, geotérmica e hidrelétrica, e está à frente na integração de tecnologias inovadoras em usinas renováveis.

No Brasil, o Grupo Enel, por meio de suas subsidiárias EGPB e Enel Brasil, tem uma capacidade total instalada renovável de cerca de 3,4 GW, dos quais 1.210 MW são de fonte eólica, 979 MW de solar e 1.269 MW de hidro.

Durante a construção dos empreendimentos, rigorosos protocolos de segurança estão sendo implementados, diante da pandemia em curso e em linha com as indicações das autoridades sanitárias, com o objetivo de garantir a necessária proteção aos trabalhadores envolvidos na construção bem como a comunidades onde os parques estão sendo instalados.

Foram estabelecidas diretrizes rígidas para viagens, que incluem quarentena preventiva quando o trabalhador se desloca para cidades fora da região da obra, intensificou a sanitização de suas instalações, veículos e dos ambientes nos canteiros de obra e implementou medidas para garantir práticas de trabalho seguras. No canteiro de obras dos parques, a rotina das equipes e as operações foram estruturadas para manter o distanciamento social. Além de realizar, quinzenalmente, campanhas massivas de testagem que envolvem todos os colaboradores que trabalham nos canteiros das obras.

Assecom RN

Sesad Parnamirim discute elaboração de plano de imunização contra a Covid-19

A Secretária municipal de saúde de Parnamirim, Terezinha Rêgo, se reuniu, na tarde desta segunda-feira (14) com representantes do setor de atenção primária e vigilância em saúde do município para começar a discutir a elaboração do plano de imunização contra a Covid-19.

De acordo com a secretária, esta primeira reunião discutiu a estrutura das salas de vacina do município, que por recomendação do Ministério da Saúde, precisam estar equipadas com internet e demais equipamentos atendendo a critérios técnicos.

Na próxima semana, outra reunião será realizada, entre representantes do município e do estado para traçar um plano de logística de distribuição das vacinas, quando estiverem prontas e aprovadas.

Ainda nesta reunião serão discutidos os critérios que definirão os grupos prioritários para a imunização. Além disso, estado e município vão discutir os critérios para compras e armazenamento de insumos.

A titular da pasta de saúde municipal esclarece que ainda não há nenhuma vacina aprovada no Brasil e que seguirá a recomendação do Ministério da Saúde quando um dos imunizantes em testes for aprovado.

Secom Parnamirim

Airene Paiva, um homem de missões

Fiel ao seu partido, PCdoB, leal ao amigo vice governador, Antenor Roberto, Airene Paiva foi para um verdadeiro sacrifício político.

O jovem tabelião sabia que aquela disputa teria um resultado eleitoralmente fraco, mas ele manteve firme a sua palavra, ficou ao lado do seus companheiros que lutavam para eleger o ex-prefeito Maurício Marques em 2020.

Esse movimento foi idealizado pelo grupo de sustentação política da governadora Fátima Bezerra, teve as bençãos do padre Murílo que acreditava em uma reviravolta política na cidade.

O resultado prático dessa engenharia foi a derrota de Maurício para prefeito e o gesto de lealdade de Airene, pois mesmo sabendo que perderia a eleição, continuou fiel ao lado dos camaradas e companheiros, principalmente quando o registro da candidatura de Maurício foi cassado pela segunda vez, Airene se manteve ao lado do companheiro de chapa, dizendo a seguinte frase: “para ganhar ou para perder, eu não lhe abandonarei.

Nesse pleito de 2020, não quero assumir a condição de prefeito, vou continuar sendo o seu vice independente das circunstâncias” políticas e jurídicas.

A lição que Airene deixou é que não importa o resultado, a lealdade e a fidelidade devem sempre estar em primeiro lugar, mesmo sendo o último nas urnas, como foi Maurício.

Em síntese, valores ficam, caráter poucos têm, campanhas existirão de dois em dois anos e cada eleição é uma história, refletindo diferentes momentos na vida de cada um.

Café com política faz sua confraternização e reúne políticos e jornalistas

Um grupo de amigos, de diversas correntes políticas, que tradicionalmente toma café em seu Moacir, um local simples que abre suas portas para receber os trabalhadores nas primeiras horas da manhã, teve o seu dia de festa e como faz tradicionalmente, realizou sua confraternização natalina.

Além dos atuais frequentadores do estabelecimento comercial estavam presentes os vereadores eleitos Diego Américo, Fativan Moura, Diogo e o futuro presidente da câmara, Wolney França, que foi bastante prestigiado pelo colegas. O vereador Abidene Salustiano, cliente assíduo, Roberto Radiola, Marquinhos da Climep, Amintas, Fofão,
Vieira, Orlando, Obedis, Jarbas, Holanda e Abidene Filho, também marcaram presença.

O evento foi bastante prestigiado teve hino de agradecimento a Deus, discurso e claro, a famosa fofoca que é o tempero dos políticos que lá frequentam.
A manhã começou alegre, todos saíram felizes, menos eu que não consegui tomar café, pois Neném, o rapaz que faz os sanduíches finge não escutar meu pedido, deixando-me por último e como o tempo é ouro, especialmente nesta vida moderna, saí às pressas e fiquei sem o saboroso cafezinho de todas as manhãs.

Esses contratempos, também, fazem parte do ambiente que é sempre acolhedor.

Viva o café com política e vida longa ao seu Moacir.

Rogério Santiago assumirá a secretaria de habitação e regularização fundiária

O prefeito Taveira já vem desenhando a nova equipe, que irá assumir em janeiro de 2021, o destino do município nos próximos 4 anos.

Alguns nome já estão confirmados para continuar no comando das atuais secretarias.

O prefeito já deixou claro que irá recriar a secretaria de habitação e regularização fundiária, o novo secretário será o vereador Rogério Santiago que rompeu com a oposição e seguiu com o coronel no projeto de reeleição.

Rogério desistiu de ser candidato a vereador e apoiou o colega Ítalo Siqueira que foi reeleito também.

Agora, Rogério Santiago ficará responsável para legalizar fundiariamente a cidade, pois os números são altíssimos de residências que não têm escritura pública.

Em todas as entrevista, que concedeu durante a campanha, o prefeito Taveira deixou claro sua preocupação com essa área e prometeu fazer uma verdadeira revolução nos setores habitacional e no campo da legalização fundiária.

A missão foi dada a Rogério Santiago. Por enquanto, nem tudo está definido nesse bloco do secretariado, ainda vem aí outras novidades, tem até gente que vai dançar, mesmo se achando o bonzão.

Fux retira do plenário virtual do STF ações sobre obrigatoriedade de vacina

O presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Luiz Fux, marcou para 16 de dezembro, no plenário físico, o debate sobre duas ações referentes à obrigatoriedade da vacinação contra a covid-19.

Os casos começariam a ser analisados nesta 5ª feira (11.dez) no plenário virtual. Nesse ambiente, os ministros apenas depositam seus votos no sistema no prazo de uma semana. Não há debate em tempo real.

Acompanhe aqui e aqui o andamento das ações.

 

Em um dos casos, o PDT pede que caiba aos governos estaduais e municipais decidir se a vacina deve ser obrigatória ou não. No outro, o PTB pede a suspensão de um trecho de lei que possibilita a determinação de vacinação compulsória. O relator é o ministro Ricardo Lewandowski.

O ministro também é relator de outros 2 casos sobre vacinação na Corte, com julgamento marcado para 6ª feira (4.dez). As ações questionam o planejamento da imunização contra a covid-19 por parte do governo federal.

Em 1º de dezembro, o Ministério da Saúde sinalizou que o programa só ficará pronto quando houver uma vacina for aprovada pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária). Também indicou que uma versão preliminar do plano pode ser divulgada ainda nesta semana.

Poder 360.

37% dos que conhecem Alcolumbre desaprovam trabalho do senador

 

Pesquisa do PoderData mostrou que 37% dos brasileiros que dizem conhecer Davi Alcolumbre (DEM-AP) consideram o trabalho dele “ruim” ou “péssimo”.

O presidente do Senado é conhecido por 81% da população. O estrato dos que dizem conhecê-lo de “ouvir falar” aumentou 12 pontos percentuais em relação ao último levantamento, feito no final de setembro. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.

Dos que sabem quem é o congressista, 31% afirmam “conhecer bem” seu trabalho, e 50% “conhecer de ouvir falar”.

O levantamento considerou a avaliação do trabalho do congressista apenas por quem disse “conhecê-lo bem” ou “conhecê-lo de ouvir falar”. A avaliação de “ruim” ou “péssimo” aumentou 5 pontos percentuais em relação à última pesquisa.

Outros 40% afirmam que seu trabalho é “regular” e 12% classificam como “ótimo” ou “bom”.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 7 a 9 de dezembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 505 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS

PoderData destaca os recortes sociais para as respostas à pergunta sobre a avaliação dos brasileiros em relação ao presidente do Senado.

Quem mais aprova o seu trabalho são os moradores da região Sul e as pessoas com 60 anos ou mais (ambos com 18%).

Os que mais rejeitam são: os que recebem entre 2 e 5 salários mínimos (61%) e os moradores da região Norte (60%).

BOLSONARISTAS REJEITAM MAIS

São 48% os que aprovam o presidente e consideram Davi Alcolumbre “ruim” ou “péssimo”, proporção de rejeição superior aos grupos que avaliam Bolsonaro como “regular” e “ótimo” ou “bom”. 

Poder 360.

Paulo Guedes é mais bem avaliado que Maia e Alcolumbre, mostra PoderData

Pesquisa PoderData realizada de 7 a 9 de dezembro de 2020 mostra que o ministro Paulo Guedes (Economia) é mais bem avaliado do que os presidentes Rodrigo Maia (Câmara) e Davi Alcolumbre (Senado). O economista também tem a menor rejeição entre os 3.

Dos que conhecem Guedes, seja “bem” ou “apenas de ouvir falar”, 33% o avaliaram como “ótimo” ou “bom”. Já Maia tem 21% de avaliação positiva, e Alcolumbre fica na último, com 12%.

O mais rejeitado entre eles é o presidente do Senado, que tem 37% de “ruim” ou “péssimo”. Rodrigo Maia aparece com 32%, e o ministro da Economia, 23%.

PoderData mediu as avaliações das autoridades no fim de setembro. De lá até aqui, pouca coisa mudou nas taxas. O presidente do Senado perdeu 5 pontos percentuais dos que o achavam “regular”, e ganhou a mesma porcentagem de “ruim” e “péssimo“.

Já Guedes e Maia tiveram leves variações positivas, mas todas dentro da margem de erro do estudo.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 7 a 9 de dezembro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 505 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Antes de perguntar a avaliação das autoridades, o levantamento mediu o nível de conhecimento dos 3, se 1) conhecem bem; 2) conhecem apenas de ouvir falar; 3) não conhecem.

Os dados mostram que o presidente da Câmara e o ministro da Economia são amplamente conhecidos pelos brasileiros (mais de 90% da população). Alcolumbre fica por último: 81% dizem saber quem é o chefe do Senado.

Leia os percentuais:

  • Rodrigo Maia: 95% conhecem (45% “bem” e 50% de “ouvir falar”);
  • Paulo Guedes: 91% conhecem (50% “bem” e 41% de “ouvir falar”);
  • Davi Alcolumbre: 81% conhecem (31% “bem” e 50% de “ouvir falar”).

PoderData só faz a pergunta sobre a avaliação do trabalho de cada personalidade a quem diz conhecer o alvo do questionamento.

 

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

BOLSONARISTAS FIÉIS

PoderData mostra que taxas de avaliação do ministro Paulo Guedes são próximas às de seu chefe, Jair Bolsonaro, que tem 37% de “ótimo” ou “bom”.

Os apoiadores do presidente, em grande maioria, se mantêm fiéis ao ministro da Economia. Do grupo que aprova Bolsonaro, 61% avaliam positivamente Guedes, e 35% o consideram regular. Só 1% desse grupo afirmou que o economista é “ruim” ou “péssimo”.

Quando considera-se apenas os que rejeitam o presidente, mais da metade (53%) diz que o trabalho do ministro é “ruim” ou “péssimo“.

O ministro da Economia e o presidente da Câmara já travaram embates públicos. Em outubro, ensaiaram uma trégua, com um breve período de paz.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DE GUEDES

O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho do ministro da Economia.

Os homens, os moradores da região Norte e os que ganham mais de 10 salários mínimos são os grupos que mais avaliam Guedes positivamente.

Já os mais jovens, de 16 a 24 anos, os moradores da região Sudeste e os que recebem até 2 salários mínimos são os que mais rejeitam.

Leia os percentuais completos, por sexo, idade, região, nível de instrução e renda:

Poder 360.