Secretário Vagner Araújo conduz formação sobre Planejamento Estratégico

Secretário Vagner Araújo conduz formação sobre Planejamento Estratégico

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Vagner Araújo, ministrou curso sobre Planejamento Estratégico para o secretariado e demais servi

O secretário de Desenvolvimento Econômico e Turismo, Vagner Araújo, ministrou curso sobre Planejamento Estratégico para o secretariado e demais servidores da Prefeitura de São Gonçalo do Amarante. O objetivo foi mostrar aos presentes a importância das metas e objetivos para que a gestão obtenha sucesso e esteja alinhada em todas as suas esferas. Planejar para evitar retrabalhos, seguir ritos a fim de evitar o caos, necessidade de detalhar os processos e a importância da comunicação, foram alguns dos temas tratados.

“Ter metas, projetos e gestão desses projetos, é o que define o sucesso e o insucesso de uma gestão”, destacou Vagner Araújo ao citar que é importante ter um governo inovador, com visão de futuro e capaz de garantir obras que sejam relevantes e que impactem positivamente a vida da população.

A formação acontece após a criação, na última semana, do comitê de planejamento estratégico, pelo prefeito Eraldo, com o intuito de definir e acompanhar as principais metas da gestão, fazendo com que elas sejam executadas da melhor maneira possível. As metas serão acompanhadas por meio de plataformas de planejamento por todas as secretarias. Além disso, também foi criado um banco de projetos, que visa levantar todas as necessidades do município, nas mais diversas áreas, a fim de que os recursos necessários para materialização desses projetos sejam buscados de forma mais objetiva.

Bolsonaro aumenta salário mínimo a partir de 1º de janeiro

Bolsonaro aumenta salário mínimo a partir de 1º de janeiro
Medida publicada em edição extra do DOU nesta segunda-feira (12) aumenta o valor em R$ 90 já no início do próximo ano

O presidente Jair Bolsonaro assinou uma Medida Provisória que aumenta o valor do salário mínimo para R$ 1.302 a partir do dia 1º de janeiro de 2023. Isso representa um aumento de R$ 90 reais sobre o valor atual.

A norma está publicada em edição extra do Diário Oficial da União desta segunda-feira (12) e será encaminhada para o Congresso Nacional.

O valor se refere a uma correção sobre o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC), com variação estimada de 5,81% entre janeiro e dezembro de 2022, mais um ganho real de cerca de 1,5%. A jornada diária será de R$ 43,40, enquanto o valor a ser pago por hora será de R$5,92. 

Fonte: o antagonista

Milan é o campeão da série B 2022

Milan é o campeão da série B 2022

A equipe do Milan F.C se consagrou a grande campeã da segunda divisão do campeonato municipal de futebol de São Gonçalo do Amarante 2022. O time venceu por 3 a 1 a final disputada contra a equipe do Bom Sucesso.

O jogo aconteceu no Campo de Bela Vista. O Milan, além do título e do acesso à primeira divisão da competição, faturou R$ 6 mil, o vice-campeão ganhou R$ 3 mil. Ao todo, na série B, são R$ 9.500 em premiação financeira, incluindo os valores pagos ao melhor goleiro e ao artilheiro.

O campeonato é realizado e financiado pela Prefeitura Municipal, através da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer (Semjel). A decisão contou com a presença do prefeito Eraldo, secretários municipais e o público que prestigiou os atletas.

Fonte: prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Carlos Bolsonaro e filho de Lula trocam farpas nas redes sociais

Luis Claudio Lula da Silva e Carlos Bolsonaro reproduziram a rivalidade de seus pais e protagonizaram uma troca de farpas nas redes sociais neste sábado (10). O filho do atual chefe do Executivo questionou as escolhas de Lula para os comandos da Polícia Federal (PF) e da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), sendo imediatamente rebatido pelo filho do petista.

Em uma mesma publicação, Carlos compartilhou duas reportagens, uma sobre a escolha do delegado Andrei Rodrigues, chefe de segurança de Lula, para o comando da PF, e outra sobre o filho de Lula voltar a movimentar empresa que foi alvo da PF.

– Que meigo! Será que teremos o berreiro da tal interferência e todo aquele circo criado em passado recente? Acho que não! Estamos falando de fatos expostos pela própria imprensa e não de canalhice de determinados! – ironizou Carlos Bolsonaro.

 

Luis Claudio, por sua vez, rebateu o vereador dizendo que a interferência na PF foi uma ação do presidente Jair Bolsonaro (PL).

– Quem interferiu foi seu pai… Você e seus irmãos são imundos… Quando falam dos imóveis, das rachadinhas e o cacete a quatro vocês falam mal da imprensa… Agora que o papai perdeu a eleição, você está chorando e abraçando qualquer coisa… Desespero… Chorão – respondeu.

 

Na sexta (9), Flávio Dino, futuro ministro da Justiça de Lula, confirmou a indicação de Andrei Rodrigues no comando da PF. O policial cuidou da segurança de Lula na eleição e integra o grupo de inteligência da transição.

O petista já fez várias declarações sobre o que espera da instituição em seu governo, dizendo que Dino terá como missão “consertar a PF”.

– Nós não queremos que policiais fiquem dando shows nas investigações antes de investigar. Queremos que primeiro trate com seriedade as investigações, nós sabemos que quanta gente se meteu na política de forma desnecessária – afirmou o presidente eleito.

Brasil tem média de 102 mortes diárias por Covid, diz consórcio

Brasil tem média de 102 mortes diárias por Covid, diz consórcio
O número é 33% maior que cálculo de duas semanas atrás

O consórcio de veículos de imprensa que acompanha os dados da Covid junto às secretarias estaduais de Saúde registrou 40 mortes em razão da doença no Brasil nas últimas 24 horas.

A média móvel de mortes (números dos últimos sete dias, divididos por sete) fechou em 102 por dia. O número registrado é 33% maior que cálculo de duas semanas atrás.

Segundo o “pool” da imprensa, o total de mortos por Covid no Brasil desde o início da pandemia chegou a 690.946. 

O país registrou hoje 12.369 casos da doença. Já o total de infectados subiu para 35.615.590.

fonte: o antagonista

Flávio Dino propõe desarmamento da população e fala em ‘estímulos econômicos’ para quem entregar de armas

Futuro ministro da Justiça do governo Lula, Flávio Dino afirmou nesta sexta-feira (9) que buscará promover o desarmamento da sociedade. Segundo disse, o novo governo deverá adotar medidas para estimular a entrega de armas por parte da população.

“Haverá estímulos à entrega voluntária [de armas], inclusive vamos procurar estruturar estímulos econômicos. E vamos encurtar o registro. Se a pessoa diz que tem uma arma, é preciso que apresente se a arma existe mesmo e onde ela está. E haverá, com efeitos futuros, vedação a certas aquisições como essas de fuzis, metralhadoras e assim sucessivamente. É absolutamente descabido”, disse.

Dino tem defendido que o governo de Lula promova um “revogaço” de decretos sobre posse e porte de armas editados por Jair Bolsonaro.

Fonte: O Antagonista

Câmara de Parnamirim: Sessão Solene entrega comenda do Mérito Científico e Tecnológico


Em Sessão Solene, realizada na tarde desta quinta-feira, 8, a Câmara Municipal de Parnamirim entregou a comenda do Mérito Científico e Tecnológico a profissionais do Centro de Lançamento da Barreira do Inferno (CLBI). A solenidade foi proposta pelo vereador Prof. Italo e homenageou o Coronel Aviador Erivanaldo Pereira Souza e o engenheiro Múcio Padilha de Freitas.

Em seu discurso, o vereador prof. Italo agradeceu a presença de todos e ressaltou a criação de dois projetos de lei, de sua autoria, que abordam essa temática. O primeiro é o PL que cria a Semana Histórica de Tecnológica, visando valorizar a tecnologia do município, e o segundo versa sobre a valorização das startups, que busca fomentar o interesse dos jovens na tecnologia que é desenvolvida na Barreira do Inferno. “Muita gente vem de outras regiões justamente para conhecer esse trabalho que é feito lá, então, nada mais justo do que a gente criar a comenda e estreitar as relações com o CLBI que também é um importante ponto turístico de Parnamirim”, explicou.

Na ocasião, participaram da mesa de abertura as seguintes autoridades, além do vereador propositor: Brigadeiro Cláudio Alves da Silva, Coronel Aviador Erivando Pereira Souza, consultor jurídico Antonio Lopes Muniz, Tenente Coronel Aviador Wancley Lima de Oliveira, representando o comando geral da BANT, Capitão PM Moisés, representando o comando geral da Polícia Militar do RN.

Fonte: blog do pássaro

Mais de direito e arte

Já tratei algumas vezes da mistura da arte – e, aqui, falo sobretudo da arte decorativa, pintura, escultura, utensílios decorativos etc. – com o direito. Recordo-me bem dos textos Decorativas e descritivas” e “Direito no Louvre”, nos quais registrei a “desproporção” da presença do direito nas artes decorativas, em prejuízo destas, comparada com a presença nasartes descritivas, o romance e o teatro, em especial. Tornou-se clássica assertiva de Enrico Ferri (em “Os criminosos na arte e na literatura”, Ricardo Lenz Editor, 2001), passando sobretudo em revista o mundo artístico dos “tipos criminosos”: “é sua maior frequência nas artes descritivas – literatura ou drama – do que nas artes decorativas – pintura e escultura”. A assertiva de Ferri é corroborada por Christos Markogiannakis (em Scénes de crime au Louvre, Éditions Le Passage, 2017), que replica: “nas artes narrativas, nove em cada dez obras, drama, romance ou comédia, contêm um ou mais crimes; nas artes visuais, a proporção é inversa: uma em cada dez pinturas – menos ainda nas esculturas – representa um crime, como tema principal ou secundário”.

Concordo com os autores acima citados. A desproporção existe, sim. Mas isso não impede que eu faça uma propaganda em prol do estudo do direito por meio das artes decorativas. E o faço citando mais três livros que são do balacobaco (para usar de uma expressão fora de moda).

O primeiro é “O espelho infiel: uma história humana da arte e do direito” (Nova Fronteira, 2020), de José Roberto de Castro Neves. Talvez vocês já conheçam o autor por “Medida por Medida – O Direito em Shakespeare”, “A Invenção do Direito”, “Como os Advogados Salvaram o Mundo”, entre outros livros. Em “O espelho infiel” consta já na contracapa: “Arte e direito. No imaginário popular, duas esferas que parecem extremamente distantes. De uma se dirá que é lúdica, criativa, sentimental. Da outra, que é séria, inflexível e árida. O espelho infiel, porém, veio para derrubar essa visão. Nestas páginas ricamente ilustradas, o advogado e escritor José Roberto de Castro Neves revela que existe muito mais em comum entre arte e direito do que poderíamos pensar: ambos são expressões da nossa humanidade que, ao longo da História, se aproximaram de maneira instigante, rendendo anedotas e controvérsias memoráveis. Com uma linguagem simples e direta que nos conduz pelas mais diferentes épocas, muitos desses episódios são aqui relatados e acabam por ampliar os horizontes intelectuais e estéticos do leitor, a fim de que conheça melhor a magnanimidade (e também a pequenez!) do espírito humano”. É isso mesmo. Tamojunto!

O segundo é “Semiótica, Direito & Arte: entre teoria da justiça e teoria do direito” (Almedina, 2020), de Eduardo Carlos Bianca Bittar. Originalmente publicado em inglês (também em 2020), é um livro diferente do anterior. É mais acadêmico, especializado e profundo, posso dizer. O livro procura “recobrir um importante campo de investigação dentro da Semiótica do Direito, especialmente este direcionado aos temas da Justiça. E esse exercício se completa através da mais completa conexão entre Direito & Arte”. Fazendo uso das ferramentas da semiótica, o livro “significa” o direito na arte, na pintura, no teatro, na arquitetura, na cultura e por aí vai. E o livro também é “o registro da disciplina intitulada Semiótica, Justiça & Arte, que foi criada em 2020 de forma pioneira no âmbito do Programa de Pós-Graduação da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo. Assim, do ponto de vista local, para a literatura brasileira sobre o tema, o livro tem um papel inovador, e, do ponto de vista global, para a literatura mundial sobre o tema, o livro se soma a uma série de estudos e esforços que vêm se multiplicando no sentido do fortalecimento da Visual Jurisprudence”.

Por fim, cito Law: a Treasury of Art and Literature” (de 1990, editado por Sara Robbins para a Beaux Arts Edictions). É um livro enorme, daqueles que usamos para decorar mesas. Com texto e muitíssimas imagens. Cerca de duzentas. Belíssimas. Nunca esqueci onde e quando comprei o dito cujo: na Casa dos EUA, no Epcot Center, no Walt Disney World, há muitos anos. Foi uma luta para trazê-lo na mão, com temporários arrependimentos dos meus pais e meu. Mas costumo dizer que ele é o livro mais bonito que possuo. É, em si, uma obra de arte. Maravilha.

Pensando bem, vou dar uma xeretada em Law: a Treasury of Art and Literature. Agora que não temos mais diariamente o“jogo bonito” da Copa do Mundo, ando “meio assim sei lá”. Depressão pós-copa antecipada? Bom, quem não tem futebolarte caça com direitoarte mesmo.        

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República

Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL

Lula anuncia Haddad, Rui Costa, José Múcio e Flavio Dino como ministros

O presidente eleito Lula (PT) anunciou na manhã desta sexta-feira (9) os nomes de cinco ministros do futuro governo. Foram anunciados:

  • Fazenda: Fernando Haddad, ex-prefeito de São Paulo e ex-ministro da Educação;
  • Casa Civil: Rui Costa, governador da Bahia;
  • Defesa: José Múcio Monteiro, ex-deputado e ex-ministro do Tribunal de Contas da União;
  • Justiça e Segurança Pública: Flávio Dino, ex-governador do Maranhão e senador eleito;
  • Relações Exteriores: Mauro Vieira, diplomata e ex-chanceler.

O anúncio aconteceu no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em Brasília, onde atua a equipe de transição de governo.

Antes da entrevista de Lula, o vice-presidente eleito Geraldo Alckmin, coordenador da transição, fez uma espécie de balanço, informando como atuaram os grupos de transição durante as últimas semanas.

Segundo Alckmin, os relatórios finais dos grupos temáticos serão apresentados na próxima semana.

“O relatório final terá um diagnóstico de cada área, alertas para os primeiros meses de governo, […] as emergências orçamentárias, sugestões de revogações em cada área, propostas de estrutura para cada área e ações prioritárias”, declarou Alckmin.

Ao comentar o assunto, Lula disse ter sido a transição “mais democrática” da história das transições de governo no país.

Fonte: G1

Lula de volta, sem medo de ser feliz


Alguns têm na vida um grande sonho e faltam a esse sonho. Outros não têm na vida nenhum sonho, e faltam a esse também.

Em janeiro de 2002, depois de ter perdido 3 eleições para presidente da República, o então candidato à Presidência Luiz Inácio Lula da Silvadisse, em Búzios (RJ), a um pequeno grupo de amigos que o escutava atento e esperançoso, que estava botando o pé na estrada para outra campanha e que, daquela vez, era para ganhar. Ninguém ali acreditou muito, salvo, talvez, o nosso Sigmaringa, que sempre foi um grande visionário e profundo conhecedor da alma humana.

O então candidato me falou que se ganhasse queria comemorar a diplomação no Piantella, o melhor e mais charmoso restaurante politizado do mundo. Passada a campanha, Lula encantou o país e se elegeu presidente da República.

Em 13 de dezembro de 2002, recebo um convite para ir no dia seguinte, um sábado, ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a cerimônia de diplomação do presidente e do vice-presidente da República. Avesso às solenidades, quase não fui, mas a curiosidade foi maior. Na fila de cumprimentos, depois de ouvir Lula discursar e dizer que o 1º diploma dele era o de presidente da República, dado pelo povo brasileiro, o que levou todos os presentes às lágrimas, o então diplomado lembrou-me que havíamos combinado de comemorar no Piantella.

Eu havia me esquecido, mas dono de restaurante não passa aperto e com um telefonema estava tudo pronto para uns 20 convidados. Reunimo-nos na mesa reservada ao dr. Ulysses Guimarães, na parte superior do salão. O clima era de muita esperança e enorme expectativa. Havia no ar uma certa ansiedade para ver o que aquele fantástico líder operário iria fazer na Presidência. Um homem com uma história que emocionava a todos e que tinha um jeito único de fazer política. Lembrando-nos sempre do velho Pessoa:

É fácil trocar as palavras, difícil é interpretar os silêncios! É fácil caminhar lado a lado, difícil é saber como se encontrar”.

Exatos 20 anos depois, recebo outro convite para ir em 12 de dezembro ao TSE (Tribunal Superior Eleitoral) para a diplomação, pela 3ª vez, de Lula como presidente da República. Impossível não se emocionar ao olhar tudo o que ocorreu nesse tempo. Um operário que se tornou o maior líder político mundial, que tirou o povo brasileiro do mapa da fome, que nos deu dignidade e orgulho e que promoveu uma verdadeira revolução ao fazer, nos seus governos, quase 40 milhões de brasileiros ascenderem de classe social. Um político que conversou de igual para igual com todos os líderes mundiais das grandes nações e que fez o Brasil ser um país onde era um orgulho viver. Um homem que passou fome na infância e fez do combate à fome e à desigualdade sua razão de existir.

Foram 20 anos que parecem ter sido 200. A ascensão do povo brasileiro mais simples a uma posição de dignidade e de respeito fez a nossa elite podre mexer as bases para patrocinar o maior processo de lawfare da história. Armou-se contra o Lula uma estrutura golpista nunca vista. Um pacto diabólico e perverso afastou do poder o maior líder político gestado pela força incontrolável do povo brasileiro. Para muitos, não era possível conviver com um povo que se descobria digno e senhor dos seus direitos.

Não satisfeitos, o levaram até mesmo a uma injusta prisão por 580 dias. E enquanto os golpistas saqueavam o país, a fome voltou a assolar 33 milhões de brasileiros. Para essa elite cruel, a fome é só um detalhe, são números sem nenhuma relevância na vida real. Assim como os quase 700 mil mortos pela desídia bolsonariana no enfrentamento da covid nada mais são do que uma fria estatística.

Não é possível saber qual desafio é maior: governar o Brasil de 2002 ou esse país desestruturado de 2022. Há 20 anos, pesava contra Lula a inexperiência e o medo do desconhecido. Hoje, pesa o fato de o país estar dividido pelo ódio e pela violência, com um governo fascista que rompeu e destruiu todas as conquistas humanitárias e corroeu as bases do Estado Democrático de Direito. Mas, hoje, o mundo inteiro sabe quem é Lula. O simples fato de ele ter ganhado as eleições já recoloca o Brasil em um patamar de respeitabilidade e confiança.

A frase repetida à exaustão por Lula na campanha, afirmando que ele governará para todos os brasileiros, mas com prioridade absoluta aos mais necessitados, é o que assusta a mesma elite arcaica que o perseguiu e, por outro lado, é o que alimenta nossa esperança. Fazer o povo brasileiro humilde sentar-se à mesma mesa e voltar a tirar o país do mapa da fome da ONU é um desafio que sensibiliza e nos comove. Só Lula tem essa dimensão política que pode resgatar o Brasil e acolher a angústia de uma nação que merece ser tratada com igualdade e oportunidade.

Vinte anos depois, quando Lula estiver sendo diplomado na 2ª feira (12.dez.2022), no fundo, no fundo, nós teremos de volta a certeza e a convicção de que valeu a pena resistir a tanto desgoverno, a tanta maldade e ignorância desumana, pois quem está sendo diplomado é o povo brasileiro, que volta a acreditar que é possível viver num país mais justo e solidário. Sem medo de ser feliz.

Como nos ensinou Cecília Meireles, “aprendi com as primaveras a deixar-me cortar e a voltar sempre inteira”.

Fonte: poder 360

Atenção! Milhares de famílias podem receber R$ 10 mil após falhas no Auxílio Brasil; Entenda porquê

Imagem: Reprodução/Google

 

A Defensoria Pública federal (DPU) entrou com uma ação na Justiça exigindo que o Ministério dos Direitos Civis pague indenização aos beneficiários do auxílio brasileiro. Esse processo poderia resultar no repasse de R$10.000 para milhares de famílias de baixa renda.

 

A reclamação está vinculada a erros que podem ocorrer no pagamento de benefícios. As autoridades alegam que se recusaram a entregar o governo aos cidadãos que tiveram que entrar no tribunal para receber ajuda de emergência criada durante a pandemia do coronavírus.

Entenda o caso

 

Alguns indivíduos em situação de vulnerabilidade tentaram receber auxílio emergencial, mas foram negados os benefícios. Na época, eles recebiam o Bolsa Família porque o governo retirou a liberação do valor máximo do auxílio (entre R$ 300 e R$ 1,2 mil).

 

Descobriu-se que alguns desses brasileiros entraram na Justiça e acabaram recebendo auxílio emergencial cumulativamente, mas não foi permitido, então o governo mais tarde decidiu recusar a ajuda brasileira. No entanto, esse erro se deveu à pasta da Cidadania que não suspendeu temporariamente o Bolsa Família.

“O recebimento de ambos os benefícios ocorreu apenas por meio dos erros da administração, o que obrigou os cidadãos elegíveis para auxílio emergencial para auxiliar o Judiciário.

No entanto, se o pagamento de recursos pelos cidadãos for atrasado, os meios judiciais não podem trazer penalidades para os afortunados”, completa o órgão.

A ação lista apenas 35 casos, mas a DPU diz que “milhares” de brasileiros foram afetados.

Retomada da Indenização e Pagamento

A DPU insta o sindicato a parar de negar ajuda ao Brasil, alegando que a família recebeu Bolsa Família e auxílio emergencial cumulativo. Além disso, as autoridades multaram R$ 10 mil por processo por descumprimento após decisão judicial.

A defesa também pediu ao governo que pague indenização por danos morais coletivos por reter indevidamente uma parte da ajuda brasileira.

Fonte: finanças Brasil

Iniciamos a 2ª etapa da vacinação contra a Febre Aftosa em nosso município

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, em parceria com a Emater e o Idiarn, iniciou a 2ª etapa da vacinação contra a Febre Aftosa no município.

Ao todo, foram adquiridas 675 doses de vacinas que vão beneficiar pequenos criadores. Até o dia 15 de dezembro, técnicos da Semada vão percorrer todas as localidades com criação de bovinos para imunizar rebanhos com até 30 animais, de 0 a 2 anos.

Os criadores de pequeno, médio e grande porte, que fizeram aquisição da vacina por conta própria, podem emitir a declaração de vacinação do rebanho até o dia 24 de dezembro, na secretaria de Agropecuária.

Fonte: prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Ex-presidente do Peru é levado para base policial em Lima

O presidente deposto do Peru, Pedro Castillo, é escoltado ao ser transferido para uma base da polícia

O ex-presidente Pedro Castillo foi levado para uma base policial localizada no leste de Lima, onde permanecia detido, após ser destituído por tentativa de dissolver o parlamento, informou a imprensa na noite desta quarta-feira (7)

Castillo foi transportado de helicóptero até a base da Diretoria de Operações Especiais da polícia, no distrito de Ate, onde deve peremanecer por até 15 dias, sob investigação.

Presidente do Peru se entrega para polícia após tentar dissolver o Congresso

Presidente do Peru se entrega para polícia após tentar dissolver o Congresso

Pedro Castillo foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país. A decisão, votada nesta quarta, ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país.

 

O ex-presidente do Peru Pedro Castillo (C) dentro de um carro da polícia ao deixar a prefeitura de Lima, onde estava detido — Foto: Renato Pajuelo / AFP Photo

Entenda a seguir a crise que resultou na prisão de Pedro Castillo:

  • O líder peruano foi eleito em 2021após uma eleição extremamente polarizada. Pedro Castillo surpreendeu e venceu Keiko Fujimori, que é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, por uma margem pequena de votos;
  • A candidata derrotada foi à Justiça Eleitoral para questionar o resultado das eleições, o que causou uma série de manifestações feitas por apoiadores de Castillo e Fujimori;
  • Keiko Fujimori só aceitou os resultados das urnas mais de um mês após o segundo turno das eleições;
  • Antes mesmo de assumir o cargo, ainda na campanha, Castillo já havia dado declarações polêmicas, ameaçando fechar o Congresso se os parlamentares não aceitassem os planos dele;
  • Com o parlamento dominado pela oposição, a primeira crise do governo aconteceu dois meses depois da posse, quando o primeiro-ministro do país e todo o gabinete ministerial renunciaram aos cargos;
  • Em dezembro de 2021, Castillo sofreu o primeiro pedido de impeachment, que acabou sendo derrubado. Outros dois foram abertos, sendo que o último resultou no afastamento do presidente, nesta quarta;
  • Pedro Castillo já foi acusado de “incapacidade moral” para seguir no poder e “falta de rumo”;
  • Nesta quarta-feira, o presidente fez uma transmissão pública para anunciar a dissolução do Congresso e convocar novas eleições, em resposta ao último pedido de impeachment que sofreu;
  • Durante o anúncio de dissolução do Congresso, Castillo afirmou que iria instituir um governo de exceção, declarando estado de emergência;
  • A manobra de Castillo não funcionou. O Parlamento ignorou a dissolução e se reuniu para aprovar o pedido de impeachment do presidente;
  • As Forças Armadas também não apoiaram o presidente e afirmaram que o Castillo só poderia dissolver o Congresso se os parlamentares tivessem derrubado todos os ministros do governo, o que não aconteceu;
  • A Suprema Corte do Peru classificou a atitude de Castillo como golpe de Estado e determinou que a vice, Dina Boluarte, assuma a Presidência;
  • O Congresso também convocou Dina Boluarte para ser empossada como presidente, ainda nesta quarta. Em uma rede social, ela escreveu que Pedro Castillo rompeu a ordem constitucional;
  • Castillo foi preso momentos depois, enquanto se preparava para deixar o Palácio do Governo.

 

Imagem da Polícia do Peru mostra Pedro Castillo detido; foto foi divulgada com uma tarja — Foto: Reprodução/@PoliciaPeru

Impeachment e prisão

 

Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade moral”.

A moção de vacância foi apresentada com o apoio de 67 votos e admitida em debate com 101 votos a favor. Seis parlamentares votaram contra, e houve 10 abstenções.

O Congresso convocou Dina Boluarte, vice-presidente de Castillo, para assumir a presidência. Ela deve ser empossada às 15h de Lima (17h de Brasília).

“Repudio a decisão de Pedro Castillo de praticar a quebra da ordem constitucional com o fechamento do Congresso. Trata-se de um golpe de Estado, que agrava a crise política e institucional que a sociedade peruana terá que superar com apego estrito à lei”, escreveu Boluarte no Twitter.

A TV peruana mostrou Castillo e sua família deixando o palácio de governo. Além dele, estavam a mulher, Lilia Paredes, os filhos e a cunhada.

Ministério Público vai tomar ações contra Castillo

 

O Ministério Público do Peru anunciou que vai tomar ações legais após os decretos do presidente do Peru, que mandou fechar o Congresso.

Em um vídeo, os procuradores Patricia Benavides, Zoraida Ávalos, Pablo Sánchez e Juan Carlos Villena afirmaram que o presidente tentou dar um golpe de Estado e que nenhuma autoridade pode se colocar acima da Constituição.

“O Ministério Público adotará as ações legais correspondentes frente à quebra da ordem constitucional”, disse Benavides.

O que diz a lei peruana?

 

O ato de Pedro Castillo é permitido pela Constituição do país, mas possui critérios. O artigo 134 diz que o “Presidente da República tem o poder de dissolver o Congresso se este tiver censurado ou negado sua confiança a dois gabinetes”.

Ou seja, Castillo se valeu dos outros dois processos de impeachment anteriores para tomar a decisão de dissolver o Congresso.

Em resposta, as Forças Armadas e a polícia do Peru afirmaram que o presidente só teria direito de dissolver o Congresso se os deputados tivessem derrubado dois gabinetes (ou seja, todos os ministros de governo), mas este não é o caso.

A Constituição do Peru diz ainda que o presidente é obrigado a convocar novas eleições em até quatro meses após a dissolução do Congresso, sem fazer qualquer tipo de alteração no processo eleitoral.

Em 2019, Martín Vizcarra, que era presidente do Peru, também dissolveu o Congresso e convocou novas eleições. Em 1992, o mesmo ocorreu durante a gestão de Alberto Fujimori, que posteriormente incluiu esse artigo na Constituição.

Fonte: G1

Anitta descobre problemas no pulmão, estômago e pâncreas

Anitta descobre problemas no pulmão, estômago e pâncreas
A cantora revelou que está bem, mas segue internada para exames e tratamentos

A cantora Anitta revelou aos seus seguidores que ela descobriu alguns problemas de saúde há alguns meses enquanto se preparava para escalar o Everest.

A artista fez uma live nesta quarta-feira (7) para poder justificar sua ausência na Farofa da GKay, evento que ela não pode participar por estar internada.

Anitta comentou que durante alguns exames, a médica lhe informou uma questão grave de saúde. A princípio, ela não deu ouvidos, pois se sentia bem, mas depois da viagem ela começou a passar mal.

“Eu estava com um nódulo no meu pulmão, muitas coisas acontecendo, com meu estômago, pâncreas, muitas coisas. Eu não estava conseguindo subir um lance de escadas. Não estava conseguindo ir pro segundo andar da minha casa – relatou.

Sobre a internação, Anitta disse que cometeu excessos após receber um exame que indicava melhoras e no final ela passou mal, precisando ir ao hospital.

– Eu não estou mal, não estou morrendo. Está tudo sob controle – disse ela esclarecendo que os tratamentos feitos no hospital e os exames vão garantir se o que ela sentiu tem relação com não respeitar o tempo de voltar ao trabalho.

Fonte: Pleno News

Acerto de contas

O Brasil precisa urgentemente encontrar-se consigo mesmo. A supremacia fascista, que se instalou no governo nos últimos anos, corroeu as estruturas democráticas e humanitárias em todas as áreas da sociedade. Um regime de terra arrasada no qual a afirmação se deu através da mediocridade, da vulgaridade e da mentira. Um nivelamento pela obtusidade, pela disseminação do ódio e da violência como identidade. Uma lástima. Uma tragédia.

O país errou quando da redemocratização, bem como não teve a dignidade e a coragem de enfrentar e espantar os fantasmas dos torturadores e dos assassinos. Em nome de um hipotético brasileiro cordial, não fizemos o enfrentamento necessário com o submundo do terror e da barbárie. E, agora, essas sombras nos rondam e nos amedrontam.

Para seguir em harmonia, o Brasil não pode deixar esse assombro do passado assombrando o presente. Quando o então deputado Bolsonaro votou pelo impeachment da presidente Dilma, evocou, no Plenário da Câmara dos Deputados, o torturador Ustra, que se notabilizou por infligir pessoalmente as maiores barbáries em vítimas indefesas.

Covarde, vil e canalha. E o país ouviu calado, pois não havia enfrentado e punido aqueles torturadores no período da redemocratização. Certamente, esse é um dos motivos que levou um apologista da tortura, do ódio e da violência a ascender à Presidência da República. Um tipo que representa, com rara definição, tudo de obscurantismo e atraso humanitário.

O Brasil presenciou, devastado, toda a estratégia escatológica de destruição das conquistas humanistas com uma clara definição de um governo teratológico. E esse governo das trevas dividiu o país e instalou o ódio como motivação para alimentar uma verdadeira seita que não usa absolutamente nenhuma racionalização para o debate político.

Tenho escrito e dito, à exaustão, que o governo Bolsonaro é filho legítimo do Sérgio Moro, comandante da fatídica Operação Lava Jato. No mais claro e acadêmico caso de lawfare, a República de Curitiba, representada pelo ex-magistrado e seus procuradores de estimação, instrumentalizou o Poder Judiciário e o Ministério Público colocando de pé um projeto de poder que acabou legando ao país o Bolsonaro na Presidência. Ao prenderem Lula e criminalizarem a política, com o uso estratégico da parcialidade judicial e o apoio descarado da grande mídia, esse grupo, no dizer do Supremo Tribunal Federal, corrompeu o Sistema de Justiça.

Com a assunção do Bolsonaro à Presidência, Moro assumiu o Ministério da Justiça como recompensa pelos serviços prestados. Só romperam depois por uma disputa de hegemonia na quadrilha. Bolsonaro governou por quatro anos com uma política de terra arrasada, destruindo os valores humanitários e saqueando o país.

Com o debacle da Operação Lava Jato e a derrota do bolsonarismo nas urnas, urge que não repitamos o erro de não enfrentarmos nossos fantasmas. A Lava Jato só terá um fim com a responsabilização criminal do ex-juiz e seu grupo de procuradores. Da mesma maneira, o Brasil e o mundo civilizado esperam que o Presidente Bolsonaro e seu séquito respondam pelos inúmeros crimes cometidos durante o governo que ora agoniza.

A pacificação do Brasil passa pela aplicação da lei e da Constituição. O Direito Penal não deve e não pode ser usado para balizar a paz social. Não deve ser o instrumento de política. O desprezo aos direitos e às garantias constitucionais também não pode ser a regra de um Estado que pretenda ser democrático. Vamos garantir a esses usurpadores todos os direitos individuais que eles negaram na essência, mas vamos mostrar que, numa sociedade civilizada, há que se responsabilizar quem age criminalmente como serial killer.

O brasileiro precisa desse acerto de contas. Lembrando-nos do grande Pablo Neruda, “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.”

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Fonte: CNN