Extremoz ganha resort de luxo, com previsão de inauguração para novembro

A praia de Pitangui, localizada no município de Extremoz, litoral do Rio Grande do Norte vai ganhar no próximo mês de novembro o Wyndham Lagoa de Pitangui Beach Resort. Um hotel de luxo, com 150 apartamentos em mais de 15 mil metros quadrados.

A nova opção para passar as férias e feriados no Nordeste é resultado da parceria entre a rede Wyndham Hotel & Resorts, grande empresa hoteleira americana, e o GR Group, um dos maiores grupos de incorporação imobiliária para o turismo no Brasil.

Localizado à beira-mar, no litoral norte potiguar, o novo resort terá estruturas esportivas, como quadras de beach tennis e vôlei, piscinas com raia e borda infinita, spa, bar molhado, restaurantes, entre outras atrações. Para aproveitar o pôr do sol, os hóspedes contarão com o Lounge Sunset.

A prefeita de Extremoz, Jussara Sales, realizou uma visita ao Pitangui Resort, empreendimento em construção no município que administra. Com investimento de R$ 50 milhões, o resort já gera cerca de 80 empregos na fase de obras e deverá criar mais de 100 empregos diretos e 300 de indiretos após a conclusão, o que impacta positivamente na economia da cidade.

A visita da gestora contou com a presença do empresário Paulo de Paula, de diretores da GRGroup, além de secretários municipais e vereadores da Câmara Municipal de Extremoz.

“Esse investimento reforça o potencial turístico de Extremoz e abre novas oportunidades de trabalho e renda para a nossa população. Nosso papel é apoiar e criar as condições para que projetos como este prosperem em nossa cidade”, destacou a prefeita.

O presidente do GR Group, Gustavo Resende, avalia o impacto da obra. “Estamos muito felizes em contribuir para melhorar ainda mais o turismo desse litoral maravilhoso do Rio Grande do Norte. Há muitos anos não havia a chegada de um investimento desse porte na região, e temos a certeza de que este empreendimento será um marco para o litoral norte”.

Turista de Minas Gerais morre afogado em praia do litoral sul potiguar

Foto: reprodução

Um turista de Minas Gerais morreu na tarde desta quinta-feira (18) vítima de afogamento na praia de Tabatinga, em Nísia Floresta, no litoral sul do Rio Grande do Norte. A equipe do Centro Integrado de Operações Aéreas (Ciopaer), a bordo do helicóptero Potiguar 02, foi acionada para realizar o transporte aeromédico do banhista. Apesar dos esforços de salvamento, ele não resistiu.

Segundo o comandante da Ciopaer, coronel Eduardo Franco, o homem foi retirado do mar após passar cerca de 10 minutos submerso, sendo resgatado por militares do Corpo de Bombeiros presentes na praia. Após serem acionados para a ocorrência, a aeronave Potiguar 02 decolou de imediato mantendo contato com a unidade de suporte avançado do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), que estava em Cajupiranga, em Parnamirim.

A equipe pousou inicialmente em Tabatinga com os equipamentos necessários, mas precisou levantar voo novamente até Cajupiranga, para buscar uma médica que estava a caminho da praia em uma ambulância. “Fizemos um pouso em área restrita em Cajupiranga, pegamos a médica — já com adrenalina e desfibrilador dentro da aeronave — e decolamos. Em quatro minutos, já havíamos chegado a Tabatinga”, declarou Franco.

A médica realizou tentativas de reanimação durante 20 minutos mas, apesar dos esforços, o banhista não resistiu e foi confirmado o óbito.

Segundo o coronel, o mineiro aparentava ter cerca de 35 anos e estava acompanhado de sua família para um período de férias nas praias do RN. Franco reforçou que a equipe fez o necessário para tentar salvar a vida do turista. “Estamos todos muito abalados. Todo mundo trabalhou com dedicação para que desse certo”, lamentou o comandante.

Tribuna do Norte

Do protagonismo ao equilíbrio: o desafio do STF no pós-crise

Do protagonismo ao equilíbrio: o desafio do STF no pós-crise - Foto: Antônio Cruz - Agência Brasil

Em tempos de incêndio institucional, ninguém questiona o bombeiro que arromba a porta, quebra o telhado e ainda molha o sofá novo da sala. O Supremo Tribunal Federal fez exatamente isso: avançou, ocupou espaço, julgou, condenou e, gostemos ou não, foi decisivo para que a democracia brasileira não virasse cinzas. Foi duro, foi barulhento, mas absolutamente necessário. Até a imprensa internacional — sempre cética com relação ao nosso carnaval político — reconheceu que era legítimo e louvável o STF agir com firmeza contra uma tentativa de golpe e condenar um ex-presidente. Ponto para o Supremo.

O problema é o dia seguinte. Porque, convenhamos, quem gosta de abrir mão de poder? Nem síndico de prédio quer deixar o cargo, imagine ministros da mais alta corte, aplaudidos como guardiões da República e figuras centrais na proteção da Constituição. É aí que mora o perigo: a transição da excepcionalidade para a normalidade. Se no auge da crise era aceitável que Alexandre de Moraes virasse quase um personagem de HQ — meio juiz, meio super-herói — agora o país precisa que ele e seus colegas tirem a capa, guardem os poderes extraordinários e voltem a atuar como magistrados, não como protagonistas ou árbitros de qualquer controvérsia nacional.

E não será simples. O ego institucional não é pequeno. A tentação de continuar decidindo tudo — das redes sociais ao destino de ex-presidentes, passando por medidas que impactam diretamente a vida política do país — é forte. Mas a verdadeira demonstração de responsabilidade democrática não está apenas no julgamento histórico que protegeu a Constituição, e sim na capacidade de recuar depois. O pós-julgamento é, em muitos aspectos, tão ou mais importante do que o próprio veredito. É no silêncio, na moderação e na prudência, e não no ruído e na pressa, que o STF poderá consolidar sua legitimidade e sua imagem de corte imparcial.

A imprensa internacional já nos deu a pista: aplaudiu a firmeza contra o golpismo, mas levantou a sobrancelha diante do excesso de poder. Quem poderá conter a Corte se ela decidir não se conter? O Congresso? A sociedade civil? A história mostra que, sem equilíbrio e responsabilidade, nenhum poder resiste incólume por muito tempo.

O Brasil precisa, mais do que nunca, de pacificação entre seus poderes. O STF cumpriu seu papel ao defender a democracia. Agora, a institucionalidade se medirá na capacidade de devolver espaço ao Legislativo e ao Executivo. Se souber fazer essa transição, o Supremo deixará de ser apenas o bombeiro da emergência para se consolidar como o guardião sereno da democracia. E, cá entre nós, seria ótimo que nossos juízes descobrissem que há vida — e prestígio — também fora dos holofotes, além da adrenalina das crises.

www.agorarn.com.br

Ônibus da Mamografia de Parnamirim leva atendimento preventivo em Pium nesta semana

Foto: Caroline Torres

Unidade móvel estará na Capela Santa Luzia, de quinta (18) a sexta (19), das 8h às 16h, com atendimento gratuito para mulheres acima de 40 anos.

A Prefeitura de Parnamirim reforça o compromisso com a saúde da mulher ao disponibilizar o serviço de mamografia por meio da unidade móvel na Capela Santa Luzia, localizada em Pium, próxima à pracinha, de quinta (18) a sexta (19), das 8h às 16h. A iniciativa visa ampliar e facilitar o acesso ao exame preventivo contra o câncer de mama para mulheres a partir dos 40 anos.

Serão realizados mais de 80 atendimentos diários, possibilitando que as pacientes realizem o exame e promovam o diagnóstico precoce da doença. Segundo especialistas, a detecção antecipada possibilita tratamentos menos invasivos e melhora significativamente a qualidade de vida das pacientes.

Essa ação integra as políticas públicas da gestão municipal voltadas para a saúde pública acessível e de excelência, buscando oferecer cuidados completos que envolvem prevenção, diagnóstico e acompanhamento das mulheres.

Documentação necessária para o atendimento:

    • CPF;
    • Cartão do SUS;
    • Comprovante de residência (cópia);
    • Guia de solicitação e autorização médica.

Serviço – Caminhão da Mamografia

Datas: 18 e 19 de setembro
Horário: 8h às 16h
Local: Capela de Santa Luzia (próximo à pracinha), Pium – Parnamirim

O Poti News

Câmara aprova urgência para projeto de anistia a golpistas

Câmara aprova urgência para projeto de anistia a golpistas
Foto: Bruno Spada/Câmara dos Deputados

Com decisão, relator será nomeado para definir alcance do texto.

O plenário da Câmara dos Deputados aprovou, na noite desta quarta-feira (17), um requerimento de urgência em favor do Projeto de Lei (PL) 2162/2023, que concede anistia aos envolvidos nos atos golpistas de 8 de janeiro de 2023.

Foram 311 votos favoráveis, 163 contrários e 7 abstenções.

O resultado foi bastante comemorado por deputados a favor do projeto. Antes do encerramento da votação, parlamentares contrários à proposta gritaram palavras como “sem anistia”.

A decisão de pautar a votação foi tomada pelo presidente da Câmara, Hugo Motta (Republicanos-PB), após reunião com líderes partidários ocorrida mais cedo. 

Há dois anos e meio, golpistas apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro depredaram as sedes dos Três Poderes por não aceitarem a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva.

O requerimento de urgência acelera a tramitação da matéria, dispensando e reduzindo formalidades regimentais e prazos. Com isso, o texto poderá ser votado diretamente em plenário em qualquer momento sem precisar passar pelas comissões.

Após anunciar o resultado, Motta afirmou que o país precisa ser pacificado.

“O Brasil precisa de pacificação. Não se trata de apagar o passado, mas de permitir que o presente seja reconciliado e o futuro construído em bases de diálogo e respeito. Há temas urgentes a frente e o país precisa andar”, disse. 

Motta informou que designará um relator para o projeto nesta quinta-feira (18), para que ele articule um texto substitutivo “que encontre o apoio da maioria ampla da Casa”.

Anistia

De autoria do deputado Marcelo Crivella (Republicanos-RJ), o projeto concede anistia “aos participantes das manifestações reivindicatórias de motivação política ocorridas entre o dia 30 de outubro de 2022 e a data de entrada em vigor da lei”. 

Aliados de Bolsonaro defendem que a anistia alcance também o ex-presidente, condenado pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a mais de 27 anos de prisão, em julgamento concluído na semana passada. 

Agência Brasil