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Seca deve fazer conta de luz subir a partir de setembro, com bandeira amarela

Energia elétrica, luz, interruptor
Foto: Fernando Frazão / Agência Brasil

Governo vê ainda problema estrutural pela demanda do acionamento de usinas térmicas nos horários de pico de demanda, diante da instabilidade da energia sola e eólica.

A conta de luz dos brasileiros deve ficar mais cara a partir de setembro. O governo já está ciente de que a bandeira amarela na conta de luz deve ser acionada no mês que vem devido à queda no nível dos reservatórios com a seca em todo o país.

Além do problema de curto prazo, deve começar a pesar mais para os consumidores os gastos com o acionamento de usinas térmicas para dar conta da demanda no horário de pico. E esta é uma segunda fatura, que será acertada no reajuste anual das distribuidoras de energia.

Em relação à bandeira amarela, uma taxa extra na conta de luz, a definição será feita pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) na próxima sexta-feira. A expectativa é que seja acionada em setembro, mas que não dure muito se as chuvas prometidas para o início do período úmido, em outubro, se confirmarem. O custo adicional da bandeira amarela é de R$ 1,88 a cada 100 quilowatt-hora (kWh) de energia usados. Em agosto, a bandeira é verde, sem custo extra na tarifa.

Mas há outro movimento mais permanente que aumenta o custo de geração de energia no segundo semestre de cada ano, principalmente devido à mudança da matriz energética do país, com alta da participação da solar e eólica, que já responde por 31,4% da geração. Esse problema vem sendo enfrentado por outros países, mas tem ficado mais evidente no Brasil desde o ano passado e deve pesar no reajuste anual das distribuidoras em 2025.

Fontes intermitentes

As duas fontes de energia renovável, embora mais sustentáveis do ponto de vista ambiental, são intermitentes, ou seja, têm grande variação de oferta, porque são dependentes da luz do sol e do vento. No caso da solar, há uma queda brusca da geração de energia no início da noite — e nem sempre a eólica está disponível neste momento.

Por isso, em um período curto de tempo, outras fontes precisam compensar a geração solar e atender a demanda maior. Tipicamente, dada às características do Brasil, as hidrelétricas cumprem este papel, principalmente as do Norte, como Belo Monte, Jirau e Santo Antônio. Mas, na avaliação do governo, a ajuda que pode ser dada pela geração hidráulica já está no limite, principalmente nos períodos de seca, como o atual, em que os reservatórios ficam mais baixos e dificultam o funcionamento das hidrelétricas.

Dados do Operador Nacional do Sistema (ONS, que faz a gestão do sistema elétrico no país, que é quase totalmente interligado) mostram que entre 11h e pouco depois de meio-dia da última terça-feira, a geração solar colocou quase 30 mil megawatts (MW) no sistema. Pouco depois das 18h, essa geração estava abaixo de 100 MW — a média do consumo diário fica em 80 mil MW. O pico da demanda, acima de 91.000 MW, ocorre entre 18h e 19h, horário do tombo na geração solar.

A preocupação mais urgente é com a capacidade de geração de energia nos horários de pico em outubro, quando já está mais quente, o que aumenta o uso de ventiladores e ar-condicionado, mas as chuvas ainda não se consolidaram.

Prevenção a apagão

Para evitar o risco de “apagão” nos horários de pico, o ONS pediu ajuda ao governo para que todos os instrumentos estejam disponíveis, entre eles as térmicas, que são mais caras. Uma das propostas é a antecipação da operação da térmica da Neoenergia em Pernambuco, inicialmente prevista para 2026.

— Hoje, o ONS tem todos os recursos na mão. Pode ser que venham picos de preço, porque o ONS usa esse recurso para atender os consumidores. Tudo que eu não quero é chegar em casa e estar sem luz — diz o presidente da consultoria Thymos, João Carlos Mello.

Ao contrário da última crise, em 2021, as usinas só são ligadas por cerca de seis horas em dias específicos, quando as hidrelétricas e as eólicas não conseguem compensar a queda brusca da geração solar no fim do dia. Há três anos, foram acionadas por seis meses ininterruptamente, já que a água dos reservatórios baixou para níveis mínimos.

— Não há um risco de faltar energia como em 2021 ou como no racionamento de 2001. Tem uma preocupação pontual para atender a demanda por energia nessas horas críticas — explica Diogo Lisboa, do Centro de Estudos em Regulação e Infraestrutura da FGV.

O governo também tem avaliado outras medidas. Uma delas é o incentivo ao programa de resposta de demanda, quando o operador pede para grandes empresas consumidoras desligarem sua produção em determinado momento do dia para evitar estresse no sistema. Na avaliação de integrantes do Ministério de Minas e Energia, é preciso atuar nas duas pontas para conseguir administrar a situação, com a disponibilidade das térmicas e de grandes consumidores, como as indústrias.

Resposta da demanda

De acordo com a equipe do ministro Alexandre Silveira, o cenário “não é confortável”, porém não causa riscos ao sistema. É preciso fazer gestão de recursos, disse uma autoridade envolvida nos estudos. Levantamento do ONS em posse do governo demonstra uma coincidência de carga elevada e baixa geração nas usinas eólicas no fim da tarde e início da noite. Outra medida em estudo é a importação de energia da Argentina e do Uruguai.

Presidente da Frente Nacional dos Consumidores de Energia e ex-diretor geral do ONS, Luiz Barata defende que o Brasil precisa avançar no programa de resposta da demanda, para não ficar tão dependente das térmicas, mais caras. Ele lembra que o deslocamento da produção de grandes consumidores de energia, como as indústrias, não é obrigatório, mas que tende a ser considerado vantajoso para não pagar mais pela energia.

— Precisamos buscar alternativas para aquelas pessoas que disputam se pagam a conta ou se compram comida. E os grandes consumidores só vão concordar em reduzir o consumo se não afetar o negócio.

Segundo Lisboa, da FGV, o Brasil está bem posicionado para o desafio atual, mas precisa garantir a disponibilidade de energia a um preço competitivo e não uma “disponibilidade a qualquer preço”.

A cota extra em setembro está na conta de vários analistas de inflação, mas a expectativa é de que o ano se encerre com bandeira verde, contando com bom volume de chuva a partir de outubro ou novembro. Se as chuvas não vierem, o nível dos reservatórios do Sudeste e do Centro-Oeste podem começar a preocupar.

Para Desirée Brandt, sócia-executiva e meteorologista da Nottus, as chuvas devem se consolidar em outubro, o que deve dar conforto para o setor elétrico. O economista-chefe do Banco BMG, Flávio Serrano, vê risco de 25% de que o ano termine com bandeira amarela, com impacto de 0,09 ponto percentual no IPCA. Ele projeta 4,20% para o índice deste ano, abaixo do teto da meta, de 4,5%.

Exame

Motorista embriagado abandona carro, tenta fugir a pé e é preso por policias da operação Lei Seca em Mossoró

Operação Lei Seca prendeu homem após resultado do teste do bafômetro — Foto: Divulgação
Foto: Divulgação

Caso aconteceu na madrugada deste domingo (25) na cidade do Oeste potiguar. Outro motorista também foi preso na blitz.

Um motorista embriagado parou o carro que dirigia, ao se deparar uma blitz da Operação Lei Seca, e correu para tentar fugir dos policiais, na madrugada deste domingo (25). O caso aconteceu em Mossoró, na região Oeste do Rio Grande do Norte.

Segundo a Polícia Rodoviária Estadual, o homem de 49 anos acabou preso por embriaguez ao volante, após ser capturado pelos policiais e submetido ao teste do bafômetro.

O primeiro teste apontou 0,69 mg/L, o que já é considerado crime de trânsito. Minutos depois, no entanto, um novo teste revelou um aumento para 0,76 mg/L. O infrator foi preso por embriaguez ao volante e conduzido à Delegacia de Plantão.

O homem recebeu voz de prisão e foi conduzido para a delegacia de plantão.

Ainda de acordo com a polícia, na mesma operação, outro homem de 47 anos foi preso por dirigir sob efeito de álcool, com um teste indicando 0,97 mg/L, três vezes o limite considerado crime de trânsito.

Além das prisões, a equipe abordou 416 condutores. Ao todo, 21 foram autuados administrativamente por alcoolemia.

“Durante o fim de semana, as operações da Seção Lei Seca em Mossoró resultaram na abordagem de 1088 condutores, com dois presos em flagrante por crimes de trânsito e 46 autuados por alcoolemia. Foram registradas mais 31 infrações diversas e 9 veículos foram removidos ao pátio do Detran”, informou o CPRE.

G1 RN

Viatura da PM capota na Zona Sul de Natal

Foto: Micarla de Sousa/TV Ponta Negra

Uma viatura do 5º Batalhão da Polícia Militar do RN capotou no final da manhã deste domingo (25) no prolongamento da Avenida Prudente de Morais, na Zona Sul de Natal.

A equipe seguia para atender uma ocorrência de um arrastão a uma clínica de estética localizada no Parque das Colinas. Ao passar o cruzamento, a viatura colidiu com um veículo de passeio e acabou capotando na via. Ninguém se feriu.

Ponta Negra News

Uma cidade brasileira terá eleição pela primeira vez em 2024; saiba qual é

Com decisão do STF, Distrito de Boa Esperança passa ser Munic...
Foto: Arquivo/Prefeitura de Sorriso

Município foi criado em 2023 após decisão do Supremo Tribunal Federal.

A cidade de Boa Esperança do Norte, em Mato Grosso, irá realizar eleições pela primeira vez em 2024.

O município, criado após uma decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) em 2023, elegerá seus primeiros vereadores e prefeito no dia 6 de outubro. Até o momento, foram registrados dois candidatos na disputa pela prefeitura.

Calebe Francio (MDB), com o apoio de PSB, União Brasil e PL, disputará o cargo de prefeito contra Demétro (DC), apoiado pelo Republicanos.

Também há 49 candidatos para a Câmara Municipal – desses, nove serão eleitos. Na disputa pela vereança, DC, MDB, e União lideram em nome lançados, com 10 concorrentes cada.

A cidade, localizada a cerca de 450 quilômetros de Cuiabá, já havia sido criada brevemente no ano de 2000. Uma ação do Tribunal de Justiça do Mato Grosso, no entanto, suspendeu a lei que determinava a oficialização.

Por que houve a criação do município?

No STF, após o partido MDB entrar com uma Arguição de Descumprimento de Preceito Fundamental (ADPF) contra a ação, prevaleceu o entendimento do ministro Gilmar Mendes, de que a lei estadual 7.264/2000 cumpria todos os requisitos necessários pela legislação vigente à época.

Com a decisão, Boa Esperança do Norte tornou-se o 142º município do estado de Mato Grosso.

A qual cidade pertencia o território anteriormente?

Seu território é composto por partes das cidades de Nova Ubiratã e Sorriso. No local, vivem cerca de 7 mil pessoas, cuja atividade econômica é voltada principalmente ao agronegócio.

“A partir de agora, Sorriso passa a deixar de nutrir uma relação de mãe e filha com Boa Esperança, e passa a vivenciar uma relação de cidades irmãs, que seguem se apoiando mutuamente e crescendo em bloco, junto aos outros municípios da região”, afirmou o prefeito de Sorriso, Ari Lafin, quando a decisão da Corte foi emitida.

CNN Brasil

A arquitetura jurídica (II)

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Como já disse aqui, os edifícios do Poder Judiciário são cheios de significados para a nossa compreensão do direito e da justiça. A própria ideia de edificar é um ato de poder. Significa o poder estatal e a relevância específica da atividade judicante. Ela visa tanto relembrar, rememorar, evocar e enaltecer como também instruir e inspirar. Ela busca conferir solenidade, dignidade, respeito e prestígio aos atos e às decisões ali proferidas. É um lugar sagrado onde se faz justiça, na medida em que o seu oposto, o espaço externo, seria, nas palavras de Eduardo C. B. Bittar, em “Semiótica, Direito & Arte: entre teoria de justiça e teoria do direito” (Almedina, 2020), “o reino da violência, da barbárie e da desordem”.

Mas essa é uma arquitetura – a dos palácios ou fóruns de justiça – que também constrange. Muitos dos edifícios são grandiosos, às vezes suntuosos, feitos especialmente para impressionar, admoestar, intimidar e até mesmo amedrontar. A grandiosidade e simbologia da arquitetura jurídica atua para além do nível racional. Afeta inconscientemente os nossos sentidos: o tato, a audição e, sobretudo, a visão.

Como anota Eduardo C. B. Bittar, “ao ser mergulhado na experiência de uma Court House, mensagens explícitas e mensagens subliminares são constituídas no universo dos destinatários das mensagens. E as reações são várias: admiração; reverência; espanto; medo; constrangimento; pequenez; temor; respeito; imposição”. E essa enorme carga simbólica atinge tanto seu frequentador recorrente (juízes, promotores, advogados, serventuários, policiais etc.), como o seu frequentador ocasional, o cidadão ou jurisdicionado.

Tomemos como exemplo dessa grandiosidade opressiva o Palais de Justice de Paris, o maior “templo jurídico” da França, onde, como anota François Christian Semur, em “Palais de justice de France: des anciens parlements aux cités judiciaries moderndes” (L’àpart éditions, 2012), “centenas de profissionais do direito e litigantes vão todos os dias e são circundados por prestigiosos vestígios de mais de 1000 anos de história”.

Sobre o Palais de Justice, para deixar a coisa mais lúdica, leiamos o “depoimento” do Comissário Maigret, o detetive imaginado por Georges Simenon (1903-1989). Em “Maigret no tribunal” (L&PM, 2013), ele nos confessa que a sala de audiência do Palais, embora fisicamente próxima do seu ambiente de trabalho, é outro mundo, no qual as palavras não têm o mesmo sentido que nas ruas, “um universo abstrato, alegórico, ao mesmo tempo solene e impertinente”. Acredito que aqueles que “fazem” a Justiça (juízes, promotores, advogados) já devem ter sentido essa asfixia anacrônica poeticamente descrita por Maigret/Simenon. Eu já senti. Imaginem a sensação daqueles que vão aos “palácios de justiça” ocasionalmente (partes, vítimas e testemunhas), não acostumados àquele ambiente opressor. Para eles, quanto mais rápido aquela “tortura” acabar, melhor.

E vou mais longe nessa mistura da “arquitetura jurídica” com a literatura aludindo a Kafka (1883-1924) e ao seu célebre romance “O processo”, de 1925. Na conhecida narrativa “Diante da Lei”, tem-se um camponês que pede admissão ao porteiro que está na entrada à “lei”. O porteiro recusa e responde evasivamente que o camponês poderá entrar mais tarde. Quando o humilde homem, do portão, olha para o interior da “lei”, o porteiro adverte-o de que é inútil tentar entrar sem permissão. Anos se passam. O humilde camponês envelhece. Esquece até que existem outras entradas e porteiros. Próximo de morrer, ele indaga por que, em todos aqueles anos, nenhuma outra pessoa solicitou entrada na “lei”. O porteiro responde que aquela porta havia estado aberta só para ele e que, agora que ele está morrendo, vai cerrá-la.

“Diante da Lei” é uma parábola. Ela tem um fim moral ou ensinamento de vida. Mas qual seria essa “moral da história”? Kafka deixa a resposta ao leitor. Há mil interpretações. Eu tenho as minhas. Numa delas relaciono a parábola aos “palácios da justiça”, que, na sua grandiosidade, já na “porta” do aparelho judicial, impedem o acesso dos vulneráveis à “lei”. Não enfrentamos devidamente os porteiros. Os palácios. Os nossos moinhos de vento.

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República
Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL

Cauã Reymond revela que quase morreu afogado na Indonésia; confira relato

O ator Cauã Reymond usou as redes sociais para compartilhar uma experiência de quase afogamento que viveu durante uma recente viagem à Indonésia. Em um vídeo publicado no Instagram, o galã descreveu o perigo que enfrentou ao ser pego por uma correnteza forte enquanto surfava.

Segundo ele, as ondas estavam particularmente intensas no dia do incidente, com alturas variando entre 6 a 8 pés. Ele relatou que seu equipamento de surf, especificamente o “strep” (corda de segurança), estourou durante a última onda do dia, deixando-o sem prancha e em uma situação crítica.

“Foi uma roubada. Levei uma hora e meia nadando, sem prancha, para sair do mar. O mar estava muito forte e as ondas estavam batendo em mim constantemente. Tentei dar a volta e tomar uma direção mais segura, mas a correnteza estava muito forte. Acabei levando uma série de ondas na cabeça.”

O ator detalhou que sua situação só começou a melhorar após encontrar um amigo, Rafael, que também estava enfrentando dificuldades semelhantes. Juntos, eles conseguiram se acalmar e encontrar uma forma de sair da correnteza. “Quero agradecer ao Rafael, que também estava no seu primeiro surf aqui. Ele estava na mesma situação que eu e foi um verdadeiro anjo da guarda. Ajudamos um ao outro a superar esse desafio,” contou.

Por Bahia.Ba

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Crescimento de Marçal em SP ameaça planos de Tarcísio

Pablo Marçal/Instagram

A maior ameaça do terremoto Pablo Marçal não é sobre o poder da família Bolsonaro sobre o seu eleitorado, mas na capacidade de o governador Tarcísio de Freitas liderar a oposição antipetista em 2026. Desde que o ex-presidente Jair Bolsonaro foi julgado inelegível no ano passado, Tarcísio se colocou como o herdeiro de uma oposição que juntaria o radicalismo da extrema-direita sob um rosto mais moderado. O sucesso de Pablo Marçal despedaça essa ilusão.

O projeto Tarcísio seria um bolsonarismo que come com talheres. Marçal é o retrato do bolsonarismo radicalizado, que não apenas come com as mãos, como ainda derruba a mesa. Marçal é a combinação de Bolsonaro e dos presidentes da Argentina, Javier Milei, e de El Salvador, Nayib Bukele.

O sucesso da campanha do coach de autoajuda para prefeito de São Paulo mostra que o estilo contra-tudo-que-está-aí é popular, engaja o eleitor mais radical e pode engolir uma candidatura mais comportada, como a do prefeito Ricardo Nunes. É o contrário do que Tarcísio de Freitas havia sinalizado para 2026, quando preparava uma campanha na qual o bolsonarismo radicalizado entraria com os votos, porém enquadrados sob a sua liderança. Marçal mostra que a extrema-direita não será controlada facilmente.

Sem saber como parar Marçal, os adversários foram à Justiça. Neste sábado, 24, a Justiça Eleitoral suspendeu o acesso de Marçal às suas redes sociais, o reino dominado pelo coach. Na sexta-feira, 30, começa o horário eleitoral de rádio e TV, com Nunes tendo mais de 6 minutos de propaganda por dia.

Na nova pesquisa Datafolha para prefeito de São Paulo, o candidato do presidente Lula, Guilherme Boulos, tem 23%, Marçal tem 21% e Ricardo Nunes, 19%. Isso é só a ponta do iceberg. Entre os eleitores que se dizem bolsonaristas, 46% dizem que vão votar em Marçal, ante 26% de Nunes. Entre os que votaram em Tarcísio, os que preferem Marçal subiram de 25% para 41%, enquanto os que escolhem Nunes encolheram de 41% para 28% em um mês.

A reeleição de Ricardo Nunes é essencial para o projeto presidencial de Tarcísio. Só com uma vitória em São Paulo, Tarcísio deixa de ser o poste que Bolsonaro fez eleger em 2022 e passa a ter base eleitoral. Um eventual segundo turno entre Marçal e Guilherme Boulos em São Paulo é uma derrota do governador, que permaneceria refém do ex-presidente para uma candidatura em 2026. Assim como já rompeu e se reconciliou com dezenas de aliados, Bolsonaro poderia se juntar a Marçal no futuro. Tarcísio não tem essa opção.

Não é a primeira vez que um outsider assusta o establishment paulistano. Em 12 setembro de 2012, o apresentador de TV Celso Russomanno liderava as pesquisas com 32%, com o ex-governador José Serra em segundo lugar com 20% e Fernando Haddad com 17%. Depois que os adversários mostraram que uma das propostas de Russomanno era fazer com que os passageiros de ônibus pagassem por distância percorrida, prejudicando os moradores da periferia, ele terminou a campanha em terceiro lugar.

Nos últimos dias, as campanhas de Nunes e Boulos divulgaram vários casos de envolvimento de Marçal e pessoas próximas com crimes que vão de estelionato à ligação com facções criminosas. Por enquanto, assim como aconteceu com Jair Bolsonaro em 2018, nada colou. Na sexta-feira, Marçal minimizou as acusações: “tenho a ficha mais leve (entre os candidatos)”. É uma resposta tosca, mas suficiente para uma parcela gigante do eleitorado paulistano.

Fonte: Veja

Homem é preso por importunação sexual em frente a salão de beleza em Parnamirim

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Foto: Reprodução

Homem olhava as vítimas que estavam no interior do imóvel e realizava atos impróprios repetidas vezes com órgão à mostra.

Policiais civis da Delegacia Especializada em Atendimento à Mulher (DEAM) de Parnamirim prenderam em flagrante, nesta sexta-feira 23, um homem de 41 anos, pela prática do crime de importunação sexual. A prisão foi realizada no bairro Parque Industrial, na cidade de Parnamirim.

De acordo com as investigações, a equipe policial teria tomado conhecimento de que um homem estava na calçada de um salão de beleza, olhando as vítimas que estavam no interior do imóvel. Na ocasião, o homem visualizava elas através da porta de vidro do estabelecimento, ao tempo que realizava atos impróprios repetidas vezes com órgão à mostra.

Os policiais civis realizaram diligências e localizaram o suspeito nas proximidades. O homem foi conduzido até a delegacia para os procedimentos cabíveis e, posteriormente, foi encaminhado ao sistema prisional, onde ficará à disposição da Justiça.

Agora RN

Eleições 2024: candidatos recebem cartilha com propostas da Arquidiocese de Natal

Foto: Diassis Oliveira/TV Ponta Negra

Os candidatos a prefeito de Natal participaram de um encontro com o Arcebispo Metropolitano, Dom João Santos Cardoso. No encontro, o Arcebispo entregou a cada candidato uma cartilha com propostas da Arquidiocese para o futuro prefeito da cidade de Natal, inspiradas por uma visão católica da sociedade.

Os seis candidatos à prefeitura do Natal, Carlos Eduardo Alves (PSD), Natália Bonavides (PT), Paulinho Freire (União Brasil) e Rafael Mota (Avante), Heró Bezerra (PRTB) e Nando Poeta (PSTU), compareceram ao evento.

Dentre as preocupações apresentadas na cartilha, o Arcebispo destacou a emergência social. “Nós entendemos que é o momento de dar a nossa contribuição. A igreja tem uma grande capilaridade, está presente em vários ambientes, de trazer aquilo que percebemos no nosso dia a dia: o problema da emergência social, do morador de rua e da terceira idade”, frisou.

Ponta Negra News

Linha Pirangi do Sul/Parnamirim passa a atender o centro do município

Foto: Divulgação

Os clientes que utilizam o transporte coletivo na Região Metropolitana de Natal através da linha Pirangi do Sul/Parnamirim poderão embarcar e desembarcar diretamente no centro de Parnamirim a partir deste sábado (24).

Com a mudança, a linha vai passar a atender as principais avenidas da região central de Parnamirim.

A solicitação foi feita pela empresa Litorânea, responsável pela operação. De acordo com o diretor da empresa, Almir Buonora, a alteração de itinerário vai beneficiar diversos clientes. “Essa alteração é muito importante, pois garante benefícios aos nossos clientes que saem de Pirangi do Sul para o Centro de Parnamirim, que agora vão embarcar e desembarcar diretamente no Centro”, ressalta.

“O pedido de alteração do itinerário, para que a linha também atendesse ao Centro de Parnamirim, era algo feito constantemente por nossos clientes. E agora, estamos fazendo essa implantação, levando mais comodidade a todos que utilizam a linha”, afirma Almir.

Com a mudança, o itinerário da linha passa a ser o seguinte:

Sentido PIRANGI/PARNAMIRIM
Itinerário atual / BR-101 / Av. Brigadeiro Everaldo Breves / Av. Tem. Medeiros / Av. Piloto Pereira Tim

Sentido PARNAMIRIM/PIRANGI
Av. Piloto Pereira Tim / Av. Tem. Medeiros / Av. Brigadeiro Everaldo Breves / BR-101 / Segue itinerário

Ainda de acordo com a empresa Litorânea, os clientes da linha também podem fazer a integração temporal através do RN CARD com as linhas A, B, C, P, V (da empresa Trampolim da Vitória) e Natal/São José de Mipibu (da empresa Litorânea), obtendo diversas possibilidades de trajetos pela Grande Natal.

Tribuna do Norte

Cientistas da UFRN encontram pegadas de dinossauro de 125 milhões de anos

Foto: Laboratório de Palentologia e Paloecologia/UFRN

Um grupo de cientistas da Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN) descobriu um conjunto único de pegadas de dinossauro na região de Sousa, na Paraíba, na bacia do Rio do Peixe. O gigante que caminhou pelo local viveu há pelo menos 125 milhões de anos, e pertencia ao grupo dos Titanosauriformes, também chamados de pescoçudos.

A descoberta começou em 2022, quando estudantes de Geologia da UFRN encontraram marcas que pareciam ser de um grande dinossauro. As pegadas estão em um local conhecido como “Vale dos dinossauros”, no oeste da Paraíba. Então, a professora de Paleontologia Aline Ghilardi passou a estudar o local, e confirmou a descoberta.

Ghilardi também entendeu que o local se tratava de um novo sítio ainda não reconhecido. Posteriormente, Zarah Gomes, mestranda e orientanda de Ghilardi, analisou as pegadas em detalhes.

As descobertas foram publicadas na revista Historical Biology e revelam que o pescoçudo viveu na região há mais de 125 milhões de anos. Foram descobertas sete pegadas de cerca de 70 centímetros de diâmetro que o animal deixou para trás. Além delas, também foram descritas outras cinco pistas de animais pré-históricos ainda não identificados.

Os estudantes que descobriram as pegadas foram Ana Paula Assis, José Italo da Silva, Júlia Nunes e Rubens Mota, sob orientação do professor Michael Souto.

O conjunto de pegadas pertencente ao pescoçudo inaugura um novo iconogênero e uma nova iconespécie, a Sousatitanosauripus robsoni. Os paleontólogos chamam de iconofósseis as marcas preservadas que não são parte do corpo do ser vivo propriamente, como as pegadas. O nome escolhido faz uma homenagem a Robson Araújo Marques, que era conhecido como “o velho do rio” ou o grande “guardião do Vale dos Dinossauros”.

E como as pegadas foram preservadas por tantos anos? Gomes explica que o processo de sedimentação dos fósseis envolveu uma sequência de eventos. “As pegadas foram preservadas em um arenito fino, que era um pouco úmido, como uma planície de inundação de um rio. Essas pegadas foram soterradas posteriormente com outros sedimentos, o que preservou durante milhões de anos. Quando o local vai sofrendo muito intemperismo, essas pegadas reaparecem nos afloramentos.”

Zarah também explica que não foi possível relacionar as pegadas a uma espécie já conhecida, mas somente a um grupo mais abrangente, o de Titanosauriformes. Esse aspecto reforça o ineditismo da descoberta, que possui características ainda não registradas antes.

De acordo com as estimativas, o animal que produziu as pegadas tinha cerca de 3,3, metros de altura até o quadril, entre 12 e 15 metros de comprimento, além de pescoço e cauda longos.

Em relação às características das pegadas, os pesquisadores descobriram que o animal não tinha garras nas “mãos”, que o espaço entre as patas de lados opostos era estreito e que há diferença de tamanho entre as pegadas das “mãos” e dos “pés”.

Com esses resultados, entende-se que o animal que produziu as pegadas provavelmente fez parte de um momento intermediário na evolução dos Titanosauriformes. Ao longo do tempo, esse grupo foi perdendo as garras e ganhando passadas mais largas, para dar sustentação ao seu corpo que ficou maior.

Tribuna do Norte

Mega-Sena 2766: sorteio deste sábado (24) tem prêmio estimado em R$ 33 milhões

Bilhetes de aposta da mega-sena
Foto: Marcello Casal Jr / Agência Brasil

Para concorrer, apostadores podem registrar seus jogos até às 19h.

A Caixa Econômica Federal realiza neste sábado (24) o concurso 2.766 da Mega-Sena, com prêmio estimado em R$ 33 milhões.

O sorteio será realizado às 20h, no Espaço da Sorte, localizado na Avenida Paulista, e será transmitido ao vivo pelas redes sociais da Caixa.

Como apostar

Para concorrer, os apostadores podem registrar seus jogos até uma hora antes do sorteio, às 19h, em qualquer casa lotérica credenciada pela Caixa, pelo site ou aplicativo do banco. O bilhete simples, com seis números marcados, custa R$ 5.

Para os jogos feitos pelo site da Caixa, o valor mínimo para apostar na Mega-Sena é de R$ 30, seja para uma única aposta ou mais.

Para fazer uma aposta maior, com sete números, o preço sobe para R$ 31,50, segundo a Caixa.

Outra opção para atingir o preço mínimo é fazer sete apostas simples, que juntas têm o mesmo valor, R$ 31,50.

Bolão

Uma forma de apostar na Mega-Sena, além dos jogos individuais, é formar um grupo para escolher os números, o chamado bolão.

Ao ser registrada no sistema, a aposta gera um recibo de cota para cada participante, que pode resgatar a sua parte do prêmio individualmente.

Os bolões têm valor mínimo de R$ 10 e cada cota deve ser de pelo menos R$ 5, sendo possível realizar um bolão de no mínimo duas e no máximo 100 cotas.

O apostador também pode adquirir cotas de bolões organizados pelas lotéricas. Basta solicitar ao atendente a quantidade de cotas que deseja e guardar o recibo para conferir a aposta no dia do sorteio.

Nesse caso, poderá ser cobrada uma tarifa de serviço adicional de até 35% do valor da cota, a critério da lotérica.

Premiação

O prêmio bruto corresponde a 43,35% da arrecadação. Dessa porcentagem:

  • 35% são distribuídos entre os acertadores dos 6 números sorteados (Sena);
  • 19% entre os acertadores de 5 números (Quina);
  • 19% entre os acertadores de 4 números (Quadra);
  • 22% ficam acumulados e são distribuídos aos acertadores dos 6 números nos concursos de final 0 ou 5;
  • 5% ficam acumulados para a primeira faixa — sena — do último concurso do ano de final 0 ou 5 (Mega da Virada).

Não havendo acertador em qualquer faixa, o valor acumula para o concurso seguinte, na respectiva faixa de premiação.

Os prêmios prescrevem 90 dias após a data do sorteio. Após esse prazo, os valores são repassados ao Tesouro Nacional para aplicação no Fundo de Financiamento ao Estudante do Ensino Superior (Fies).

CNN Brasil

Deu no New York Times

Falhou o modelo Trump nas eleições presidenciais brasileiras | Opinião
Na imagem, os ex-presidentes do Brasil e dos EUA, Jair Bolsonaro e Donald Trump.
Por Kakay 23.ago.2024
“A cadela do fascismo está sempre no cio.”

–Bertolt Brecht Às vezes, a sensação que tenho é a de que estamos em uma enorme caixa escura, hermeticamente fechada e com o ar, a cada segundo, mais rarefeito. E, o pior, dentro dela não se enxerga nada; porém, o barulho consegue nos perturbar. E o que se consegue ouvir é tão grave quanto a falta de ar ou a ausência de luz. Existe um ruído que atinge nossos ouvidos e, principalmente, nossa consciência sobre uma completa irracionalidade que beira a teratologia.

Nós imaginávamos que os Bolsonaros, Trumps e que tais seriam o fundo do poço. Mas parece que o mundo escatológico abriu as portas do esgoto e tudo ainda pode piorar. Até o limite do insondável.

Em recente manifestação numa entrevista ao jornal New York Times, em 1º de julho, Steve Bannon –ex-estrategista-chefe da Casa Branca e conselheiro sênior do ex-presidente Donald Trump– alertou que os novos políticos de extrema-direita farão, em pouco tempo, com que os democratas tenham “saudades” dos direitistas Trump e, por consequência, Bolsonaro. O que os superdireitistas apostam é na destruição da política e no caos. Eu sempre considerei que o bolsonarismo tinha o apocalipse como meta, o fim, a não política. Da mesma maneira, Donald Trump. Mas reconheço que Javier Milei, na Argentina, e Pablo Marçal, no Brasil, acenderam uma luz amarela. Há uma aposta clara e direta na incoerência absoluta e no negacionismo. Ainda que proibidos de usar as mídias sociais por fazer, muitas vezes, de maneira ilegal e agressiva, a opção desses candidatos é desafiar e manter a hostilidade. Como monetizam o que postam e falam, mesmo em debates, vale a pena, na visão utilitarista, pagar eventual multa.

Ganham rios de dinheiro e aumentam exponencialmente os seus seguidores. E nem há que se falar em escrúpulos de consciência, pois isso nunca existiu. É assustador. Quando se enfrenta quem, deliberadamente, não tem limites, qualquer critério ético não pode ser chamado à colação. É uma guerra de destruição e de terra arrasada.

Durante os 4 anos da gestão Bolsonaro, impressionou a todos a ausência de limites éticos e, até, de bom senso. A base do governo era, pensadamente, a estratégia da propagação do ódio e da mentira. A absoluta falta de compromisso com a verdade era algo estudado e pensado. A divulgação de fatos falsos servia como motivo para manter unida, a qualquer custo, a base bolsonarista.

Repetidamente, alertei que é muito difícil, quase impossível, debater com seriedade e profundidade com quem não tem nenhum limite. Quem mente com convicção e fala para um público incauto tem uma enorme chance de ser seguido cegamente. Há uma completa inversão de valores. Quem é ético e se sustenta na verdade, muitas vezes, perde a capacidade de discutir com esses verdadeiros trapaceiros. Faltam argumentos diante dos abusos.

A tese de Steve Bannon chega a causar calafrios, pois desnuda o que pode existir de pior no ser humano. A pregação e o discurso hipócrita da desnecessidade da política como forma de fazer política. E um método fascista de chegar ao poder a qualquer custo, tendo como tática o uso descarado de todo e qualquer artifício e o desprezo olímpico pela verdade e pelos fatos. Isso levou à afirmação cínica e descarada do mentor do ex-presidente norte-americano de que a esquerda terá saudades dos Trumps e Bolsonaros. É assustador imaginar que poderá ainda piorar.
E, infelizmente, é o que se apresenta como realidade neste triste momento da política nacional. Tenho dito que, quando o presidente Lula se apresentou como candidato, ele o fez para impedir outra vitória do fascista Bolsonaro. As últimas eleições foram um confronto entre a barbárie e a civilização. A democracia ganhou. Todavia, é necessário nos mantermos éticos e com os mesmos princípios. Se usarmos os métodos fascistas, a barbárie terá, no fundo, vencido. Esse é o nosso desafio.
Lembrando-nos de Mauro Santayana: “Com a extrema-direita não se brinca, não se alivia, não se tergiversa, não se compactua. Quem não perceber isso – esteja na situação ou na oposição– ou está sendo ingênuo ou irresponsável, ou mal-intencionado.

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PF combate esquema de corrupção supostamente praticado por servidor do INSS no Rio Grande do Norte

Foto: Cedida

Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão expedidos pela Justiça Federal/RN, sendo determinado, também, o afastamento cautelar de um servidor público investigado. 

 A Policial Federal  deflagrou na manhã desta sexta-feira, 23/08, a Operação Hoplias no intuito de combater suposto esquema de corrupção promovida por servidor público da Previdência Social no Rio Grande do Norte, mediante a participação de agentes de crédito. A mobilização conta ainda com a participação de servidores da Coordenação Geral de Inteligência Previdenciária – CGINP/MPS.

Estão sendo cumpridos sete mandados de busca e apreensão expedidos pela 14ª Vara da Justiça Federal/RN, sendo determinado, também, o afastamento cautelar de um servidor público investigado. 

Durante as investigações, a Delegacia de Repressão a Crimes Previdenciários e a Inteligência Previdenciária comprovaram o cometimento de irregularidades praticadas pelo grupo criminoso em diversos benefícios.

O servidor do INSS investigado, que gozava de grande prestígio e confiança perante a autarquia, é acusado de alterar dados nos sistemas informáticos da previdência para viabilizar fraudulentamente concessões indevidas de empréstimos consignados, desbloqueios de benefícios e até mesmo geração de créditos retroativos. Ele teria agido com a participação de agentes de crédito que atuavam como intermediários na empreitada criminosa.

As investigações apontam que o servidor afastado também agia sozinho e sem intermediários exigindo pagamento diretamente aos beneficiários para que cumprisse seu dever de ofício, fazendo de seu cargo público um verdadeiro balcão de negócios.

O nome da operação faz referência ao gênero científico do peixe popularmente conhecido como traíra, sendo um predador que age sorrateiramente nas sombras e escuridão e que, por tal razão, também é sinônimo de indivíduo que não merece confiança.

Assessoria PF

Arquidiocese realizará encontro com candidatos à prefeitura de Natal

 

Foto: Reprodução

A Arquidiocese de Natal, através do Vicariato para as Instituições Sociais, promoverá um encontro com os candidatos à prefeitura municipal da capital potiguar, nesta sexta-feira, dia 23 de agosto, às 8 horas, no salão de eventos do Centro Pastoral Pio X (subsolo da Catedral Metropolitana). Na ocasião, o Arcebispo Metropolitano, Dom João Santos Cardoso, entregará a cada candidato uma cartilha com propostas da Arquidiocese para o(a) futuro(a) prefeito(a) da cidade de Natal, inspiradas por uma visão católica da sociedade.