Iniciamos a 2ª etapa da vacinação contra a Febre Aftosa em nosso município

A Prefeitura de São Gonçalo do Amarante, em parceria com a Emater e o Idiarn, iniciou a 2ª etapa da vacinação contra a Febre Aftosa no município.

Ao todo, foram adquiridas 675 doses de vacinas que vão beneficiar pequenos criadores. Até o dia 15 de dezembro, técnicos da Semada vão percorrer todas as localidades com criação de bovinos para imunizar rebanhos com até 30 animais, de 0 a 2 anos.

Os criadores de pequeno, médio e grande porte, que fizeram aquisição da vacina por conta própria, podem emitir a declaração de vacinação do rebanho até o dia 24 de dezembro, na secretaria de Agropecuária.

Fonte: prefeitura de São Gonçalo do Amarante

Ex-presidente do Peru é levado para base policial em Lima

O presidente deposto do Peru, Pedro Castillo, é escoltado ao ser transferido para uma base da polícia

O ex-presidente Pedro Castillo foi levado para uma base policial localizada no leste de Lima, onde permanecia detido, após ser destituído por tentativa de dissolver o parlamento, informou a imprensa na noite desta quarta-feira (7)

Castillo foi transportado de helicóptero até a base da Diretoria de Operações Especiais da polícia, no distrito de Ate, onde deve peremanecer por até 15 dias, sob investigação.

Presidente do Peru se entrega para polícia após tentar dissolver o Congresso

Presidente do Peru se entrega para polícia após tentar dissolver o Congresso

Pedro Castillo foi preso após ser destituído do cargo pelo Congresso do país. A decisão, votada nesta quarta, ocorreu depois que o líder peruano dissolveu o Parlamento do país.

 

O ex-presidente do Peru Pedro Castillo (C) dentro de um carro da polícia ao deixar a prefeitura de Lima, onde estava detido — Foto: Renato Pajuelo / AFP Photo

Entenda a seguir a crise que resultou na prisão de Pedro Castillo:

  • O líder peruano foi eleito em 2021após uma eleição extremamente polarizada. Pedro Castillo surpreendeu e venceu Keiko Fujimori, que é filha do ex-presidente Alberto Fujimori, por uma margem pequena de votos;
  • A candidata derrotada foi à Justiça Eleitoral para questionar o resultado das eleições, o que causou uma série de manifestações feitas por apoiadores de Castillo e Fujimori;
  • Keiko Fujimori só aceitou os resultados das urnas mais de um mês após o segundo turno das eleições;
  • Antes mesmo de assumir o cargo, ainda na campanha, Castillo já havia dado declarações polêmicas, ameaçando fechar o Congresso se os parlamentares não aceitassem os planos dele;
  • Com o parlamento dominado pela oposição, a primeira crise do governo aconteceu dois meses depois da posse, quando o primeiro-ministro do país e todo o gabinete ministerial renunciaram aos cargos;
  • Em dezembro de 2021, Castillo sofreu o primeiro pedido de impeachment, que acabou sendo derrubado. Outros dois foram abertos, sendo que o último resultou no afastamento do presidente, nesta quarta;
  • Pedro Castillo já foi acusado de “incapacidade moral” para seguir no poder e “falta de rumo”;
  • Nesta quarta-feira, o presidente fez uma transmissão pública para anunciar a dissolução do Congresso e convocar novas eleições, em resposta ao último pedido de impeachment que sofreu;
  • Durante o anúncio de dissolução do Congresso, Castillo afirmou que iria instituir um governo de exceção, declarando estado de emergência;
  • A manobra de Castillo não funcionou. O Parlamento ignorou a dissolução e se reuniu para aprovar o pedido de impeachment do presidente;
  • As Forças Armadas também não apoiaram o presidente e afirmaram que o Castillo só poderia dissolver o Congresso se os parlamentares tivessem derrubado todos os ministros do governo, o que não aconteceu;
  • A Suprema Corte do Peru classificou a atitude de Castillo como golpe de Estado e determinou que a vice, Dina Boluarte, assuma a Presidência;
  • O Congresso também convocou Dina Boluarte para ser empossada como presidente, ainda nesta quarta. Em uma rede social, ela escreveu que Pedro Castillo rompeu a ordem constitucional;
  • Castillo foi preso momentos depois, enquanto se preparava para deixar o Palácio do Governo.

 

Imagem da Polícia do Peru mostra Pedro Castillo detido; foto foi divulgada com uma tarja — Foto: Reprodução/@PoliciaPeru

Impeachment e prisão

 

Após Pedro Castillo decretar estado de exceção, nesta quarta-feira, uma sessão de emergência do Parlamento foi convocada, e o presidente destituído por “permanente incapacidade moral”.

A moção de vacância foi apresentada com o apoio de 67 votos e admitida em debate com 101 votos a favor. Seis parlamentares votaram contra, e houve 10 abstenções.

O Congresso convocou Dina Boluarte, vice-presidente de Castillo, para assumir a presidência. Ela deve ser empossada às 15h de Lima (17h de Brasília).

“Repudio a decisão de Pedro Castillo de praticar a quebra da ordem constitucional com o fechamento do Congresso. Trata-se de um golpe de Estado, que agrava a crise política e institucional que a sociedade peruana terá que superar com apego estrito à lei”, escreveu Boluarte no Twitter.

A TV peruana mostrou Castillo e sua família deixando o palácio de governo. Além dele, estavam a mulher, Lilia Paredes, os filhos e a cunhada.

Ministério Público vai tomar ações contra Castillo

 

O Ministério Público do Peru anunciou que vai tomar ações legais após os decretos do presidente do Peru, que mandou fechar o Congresso.

Em um vídeo, os procuradores Patricia Benavides, Zoraida Ávalos, Pablo Sánchez e Juan Carlos Villena afirmaram que o presidente tentou dar um golpe de Estado e que nenhuma autoridade pode se colocar acima da Constituição.

“O Ministério Público adotará as ações legais correspondentes frente à quebra da ordem constitucional”, disse Benavides.

O que diz a lei peruana?

 

O ato de Pedro Castillo é permitido pela Constituição do país, mas possui critérios. O artigo 134 diz que o “Presidente da República tem o poder de dissolver o Congresso se este tiver censurado ou negado sua confiança a dois gabinetes”.

Ou seja, Castillo se valeu dos outros dois processos de impeachment anteriores para tomar a decisão de dissolver o Congresso.

Em resposta, as Forças Armadas e a polícia do Peru afirmaram que o presidente só teria direito de dissolver o Congresso se os deputados tivessem derrubado dois gabinetes (ou seja, todos os ministros de governo), mas este não é o caso.

A Constituição do Peru diz ainda que o presidente é obrigado a convocar novas eleições em até quatro meses após a dissolução do Congresso, sem fazer qualquer tipo de alteração no processo eleitoral.

Em 2019, Martín Vizcarra, que era presidente do Peru, também dissolveu o Congresso e convocou novas eleições. Em 1992, o mesmo ocorreu durante a gestão de Alberto Fujimori, que posteriormente incluiu esse artigo na Constituição.

Fonte: G1

Anitta descobre problemas no pulmão, estômago e pâncreas

Anitta descobre problemas no pulmão, estômago e pâncreas
A cantora revelou que está bem, mas segue internada para exames e tratamentos

A cantora Anitta revelou aos seus seguidores que ela descobriu alguns problemas de saúde há alguns meses enquanto se preparava para escalar o Everest.

A artista fez uma live nesta quarta-feira (7) para poder justificar sua ausência na Farofa da GKay, evento que ela não pode participar por estar internada.

Anitta comentou que durante alguns exames, a médica lhe informou uma questão grave de saúde. A princípio, ela não deu ouvidos, pois se sentia bem, mas depois da viagem ela começou a passar mal.

“Eu estava com um nódulo no meu pulmão, muitas coisas acontecendo, com meu estômago, pâncreas, muitas coisas. Eu não estava conseguindo subir um lance de escadas. Não estava conseguindo ir pro segundo andar da minha casa – relatou.

Sobre a internação, Anitta disse que cometeu excessos após receber um exame que indicava melhoras e no final ela passou mal, precisando ir ao hospital.

– Eu não estou mal, não estou morrendo. Está tudo sob controle – disse ela esclarecendo que os tratamentos feitos no hospital e os exames vão garantir se o que ela sentiu tem relação com não respeitar o tempo de voltar ao trabalho.

Fonte: Pleno News

Acerto de contas

O Brasil precisa urgentemente encontrar-se consigo mesmo. A supremacia fascista, que se instalou no governo nos últimos anos, corroeu as estruturas democráticas e humanitárias em todas as áreas da sociedade. Um regime de terra arrasada no qual a afirmação se deu através da mediocridade, da vulgaridade e da mentira. Um nivelamento pela obtusidade, pela disseminação do ódio e da violência como identidade. Uma lástima. Uma tragédia.

O país errou quando da redemocratização, bem como não teve a dignidade e a coragem de enfrentar e espantar os fantasmas dos torturadores e dos assassinos. Em nome de um hipotético brasileiro cordial, não fizemos o enfrentamento necessário com o submundo do terror e da barbárie. E, agora, essas sombras nos rondam e nos amedrontam.

Para seguir em harmonia, o Brasil não pode deixar esse assombro do passado assombrando o presente. Quando o então deputado Bolsonaro votou pelo impeachment da presidente Dilma, evocou, no Plenário da Câmara dos Deputados, o torturador Ustra, que se notabilizou por infligir pessoalmente as maiores barbáries em vítimas indefesas.

Covarde, vil e canalha. E o país ouviu calado, pois não havia enfrentado e punido aqueles torturadores no período da redemocratização. Certamente, esse é um dos motivos que levou um apologista da tortura, do ódio e da violência a ascender à Presidência da República. Um tipo que representa, com rara definição, tudo de obscurantismo e atraso humanitário.

O Brasil presenciou, devastado, toda a estratégia escatológica de destruição das conquistas humanistas com uma clara definição de um governo teratológico. E esse governo das trevas dividiu o país e instalou o ódio como motivação para alimentar uma verdadeira seita que não usa absolutamente nenhuma racionalização para o debate político.

Tenho escrito e dito, à exaustão, que o governo Bolsonaro é filho legítimo do Sérgio Moro, comandante da fatídica Operação Lava Jato. No mais claro e acadêmico caso de lawfare, a República de Curitiba, representada pelo ex-magistrado e seus procuradores de estimação, instrumentalizou o Poder Judiciário e o Ministério Público colocando de pé um projeto de poder que acabou legando ao país o Bolsonaro na Presidência. Ao prenderem Lula e criminalizarem a política, com o uso estratégico da parcialidade judicial e o apoio descarado da grande mídia, esse grupo, no dizer do Supremo Tribunal Federal, corrompeu o Sistema de Justiça.

Com a assunção do Bolsonaro à Presidência, Moro assumiu o Ministério da Justiça como recompensa pelos serviços prestados. Só romperam depois por uma disputa de hegemonia na quadrilha. Bolsonaro governou por quatro anos com uma política de terra arrasada, destruindo os valores humanitários e saqueando o país.

Com o debacle da Operação Lava Jato e a derrota do bolsonarismo nas urnas, urge que não repitamos o erro de não enfrentarmos nossos fantasmas. A Lava Jato só terá um fim com a responsabilização criminal do ex-juiz e seu grupo de procuradores. Da mesma maneira, o Brasil e o mundo civilizado esperam que o Presidente Bolsonaro e seu séquito respondam pelos inúmeros crimes cometidos durante o governo que ora agoniza.

A pacificação do Brasil passa pela aplicação da lei e da Constituição. O Direito Penal não deve e não pode ser usado para balizar a paz social. Não deve ser o instrumento de política. O desprezo aos direitos e às garantias constitucionais também não pode ser a regra de um Estado que pretenda ser democrático. Vamos garantir a esses usurpadores todos os direitos individuais que eles negaram na essência, mas vamos mostrar que, numa sociedade civilizada, há que se responsabilizar quem age criminalmente como serial killer.

O brasileiro precisa desse acerto de contas. Lembrando-nos do grande Pablo Neruda, “Você é livre para fazer suas escolhas, mas é prisioneiro das consequências.”

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Fonte: CNN