Chega hoje (2) ao Brasil uma remessa com 3,8 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca. Os imunizantes foram obtidos no âmbito do mecanismo Covax Facility, consórcio que conta com governos e fabricantes e é coordenado pela Organização Mundial da Saúde(OMS)
As doses chegam em voo que aterrissará no aeroporto de Guarulhos. O voo está previsto para às 16h e será recebido pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, e a representante da OMS no Brasil, Socorro Gross.
Ontem, um novo voo já havia entregado 220 mil doses do imunizante da Oxford/AstraZeneca. O Brasil tem direito a mais de 10 milhões de doses pelo mecanismo da Covax Facility.
Segundo balanço do Ministério da Saúde, considerando essa nova carga, foram disponibilizados, por meio de fabricação no país ou importação, 17,1 milhões de doses em um intervalo de seis dias, contando a partir do dia 28 de abril. Nesse dia, o ministério recebeu 5,2 milhões.
No dia 29, chegou ao Brasil 1 milhão de doses da Pfizer. No dia 30, foram entregues 6,5 milhões de doses da vacina Oxford/AstraZeneca, em parceria com a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), além de 420 mil da vacina CoronaVac, parceria entre o Instituto Butantan e a farmacêutica chinesa Sinovac.
O ministro da Economia, Paulo Guedes, afirmou, em entrevista ao jornal O Globo, publicada neste domingo (2.mai.2021), que o apoio ao seu plano de trabalho em Brasília é menor do que imaginou quando foi convidado para o cargo e recebeu do então candidato Jair Bolsonaro o apelido de “Posto Ipiranga”. Apesar da frustração, ele disse que não pensa em desistir.
“A aderência é um pouco menor do que eu pensei. Mas sem reclamação. É a democracia. Nas horas críticas, o presidente sempre nos apoiou”, declarou o ministro. “Eu tenho um senso de responsabilidade muito grande“, prosseguiu, destacando que não pretende deixar o cargo. “Eu estou só recalibrando tudo um pouquinho para baixo, mas sem mudar em nada a direção, a esperança”, enfatizou.
Apesar da frustração, Paulo Guedes disse que partirá para o ataque nos próximos meses para colocar em prática medidas para reduzir o desemprego e a pobreza no país. Ele avaliou que, nos 2 primeiros anos do governo, a equipe econômica ficou na “defensiva“.
“Nós jogamos 2 anos na defesa. Agora nós vamos para o ataque. Quais foram os dois anos na defesa? Controle na dinâmica de gastos do governo. Não demos aumentos de salários por 3 anos e nenhum governo fez isso. Jogamos na defesa, travando as despesas. Depois de dois anos jogando assim, há desgastes naturais na equipe“, afirmou, com relação à saída de membros da equipe econômica.
Para lidar com o desemprego e o aumento da pobreza, o ministro afirmou que a 1ª medida tem que ser a vacinação em massa. Além disso, a equipe trabalha em uma 2ª medida chamada BIP (Bônus de Inclusão Produtiva), um programa social para trabalhadores informais.
“Peguei uma democracia e entregarei uma democracia. Peguei uma inflação alta e entregarei uma inflação mais baixa. Peguei o país crescendo 1% e o entregarei crescendo 3%. Peguei o país com 12 milhões de desempregados e o entregarei com 10″, prometeu.
CORONAVÍRUS
Para Guedes, o atraso na vacinação em massa penalizou a retomada do crescimento econômico do Brasil. “É claro que durante uma guerra há falhas. Nós, por exemplo, lançamos um programa de crédito no início que não funcionou bem”.
Considerado o responsável pela chegada de Angelo Alves em Parnamirim, junto com o então vereador Antônio Batista Barros, Flávio Martins, faleceu, aos 69 anos, neste sábado (2), vítima de COVID-19. Flávio Martins foi prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 a 1996.
Em suas redes sociais, o prefeito Rosano Taveira lamentou a morte de Flávio Martins: “Recebo com tristeza a notícia da precoce partida do amigo Flávio Martins, ex-prefeito de Parnamirim entre os anos de 1993 à 1996. Querido por todos, Flávio deixa a marca da amizade e de um coração leve. À sua esposa, Ângela, aos seus filhos e irmãos(as), o nosso profundo pesar em nome de toda a família Taveira. Descanse em paz.”, afirmou.
O Blog do GM deseja à família paz e conforto neste momento de dor.
Na ânsia de mostrar apoio ao governo Jair Bolsonaro, a militância bolsonarista conseguiu transformar a avenida Paulista em um verdadeiro covidário.
Durante a manifestação a favor do governo, os correligionários do presidente, aglomerados e vários deles sem máscaras, pediram por intervenção militar, pelo “fim do comunismo” e pelo fim das medidas restritivas para conter o novo coronavírus.
“Impressionante!!! Foi a maior (manifestação) de todas desde 2013”, disse o ministro das Comunicações, Fábio Faria, pelo Twitter, ignorando o fato de que as aglomerações servem apenas para propagar ainda mais o vírus.
Pelo jeito, a CPI da Covid vai ter muito trabalho para apontar os responsáveis por esse tipo de aglomeração.
As forças de segurança pública do Rio Grande do Norte ganharam um acréscimo de 1.282 doses da vacina AstraZeneca. Os imunizantes serão somados às 1.038 doses (do mesmo fabricante) que foram entregues à Secretaria da Segurança Pública (SESED) na sexta-feira (30). Assim, o total de vacinas que compõem a quarta remessa destinada aos agentes de segurança pública que atuam no estado chega a 2.320 doses (veja tabela).
Desde o dia 7 de abril, os agentes de segurança pública do RN já receberam três remessas do imunizante CoronaVac, da biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan, que resultou na aplicação da vacina em 3.118 servidores. Com a aplicação destas 2.320 novas doses da AstraZeneca – que serão feitas ao longo da próxima semana – o RN somará 5.438 agentes de segurança pública vacinados contra a Covid-19 com a 1ª dose.
No RN, estão aptos a receber a aplicação das vacinas os servidores da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), Polícia Penal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal Federal, Forças Armadas, agentes públicos das guardas municipais e de trânsito.
De acordo com nota técnica produzida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SEAP), estão sendo priorizados os profissionais mais expostos às ações de combate à Covid19, de maneira escalonada e proporcional, que atuam nas seguintes situações:
– Trabalhadores envolvidos no atendimento e/ou transporte de pacientes;
– Trabalhadores envolvidos em resgates e atendimento pré-hospitalar;
– Trabalhadores envolvidos diretamente nas ações de vacinação contra a Covid-19;
– Trabalhadores envolvidos nas ações de implantação e monitoramento das medidas de distanciamento social, com contato direto com o público, independente da categoria.
Vacinas já aplicadas (1ª dose)
Polícia Militar
Efetivo: 8.264
Doses: 1.358
Polícia Civil
Efetivo: 1.307
Doses: 215
Corpo de Bombeiros
Efetivo: 630
Doses: 101
ITEP
Efetivo: 526
Doses: 86
Polícia Penal
Efetivo: 1.359
Doses: 223
Polícia Federal
Efetivo: 273
Doses: 44
Polícia Rodoviária Federal
Efetivo: 284
Doses: 47
Polícia Penal Federal
Efetivo: 255
Doses: 43
Guarda Municipal (Prefeituras)
Efetivo: 1.506
Doses: 227
STTU (Prefeituras)
Efetivo: 309
Doses: 28
Forças Armadas
Efetivo: 8.139
Doses: 745
Total
Efetivo: 22.723
Doses: 3.118
Fonte: ASSECOM/Secretaria do Estado da Segurança Pública e da Defesa Social/Governo do RN
Cláudio Castro tomou posse neste sábado (1º) como governador do Rio de Janeiro, em evento na Alerj (Assembleia Legislativa do estado). Filiado ao PSC, ele vai cumprir mandato até 31 de dezembro de 2022.
Advogado e cantor, Castro assumiu em definitivo cerca de 24 horas após o Tribunal Especial Misto, formado por desembargadores e deputados estaduais, condenar o agora ex-governador Wilson Witzel (também do PSC) em processo de impeachment, baseado na suspeita de desvios em contratos públicos durante a pandemia da Covid-19.
Witzel perdeu o cargo de governador, para o qual foi eleito no pleito de 2018, e também teve decretada a perda dos seus direitos políticos por um período de cinco anos. A decisão foi unânime, 10 a 0, pela condenação e pela perda dos direitos. A única divergência foi na modulação da pena. Nove votos determinaram a condenação por cinco anos, enquanto o deputado estadual Alexandre Freitas (Novo) propôs quatro anos.
Castro já estava à frente do Palácio das Laranjeiras desde agosto de 2020, quando Witzel foi afastado do cargo por decisão do ministro Benedito Gonçalves, do Superior Tribunal de Justiça (STJ). Eleito vice-governador na chapa de Witzel, ele estava interinamente como governador e foi empossado em definitivo neste sábado (1º) por ser o primeiro na linha de sucessão.
(Com informações de Guilherme Venaglia, Anna Satie, Renato Barcellos e Stéfano Salles, da CNN, em São Paulo e no Rio de Janeiro)
O presidente Jair Bolsonaro disse neste sábado (1º.mai.2021) que as comemorações do Dia do Trabalhador mudaram em seu governo. “No passado, nesta data, no 1º de maio, o que mais víamos no Brasil eram camisas e bandeiras vermelhas tremulando como se aqui fosse um país socialista”, disse.
O chefe do Executivo deu a declaração na abertura da 86ª ExpoZebu (Exposição Internacional de Gado Zebu), em videoconferência. A ministra Tereza Cristina (Agricultura) também participou.
“Essa questão [das comemorações do 1º de maio] mudou hoje e bastante. Hoje estamos tendo o prazer e a satisfação de ver bandeiras verde e amarela por todo o nosso país, homens e mulheres que trabalham de verdade, que sabem que o bem maior que podemos ter é a liberdade, e com a união dessas pessoas de bem podemos aproveitar esse nosso direito”, declarou.
Bolsonaro também falou sobre as ações promovidas pelo governo para levar “tranquilidade” aos produtores rurais. Comemorou que a quantidade de multas aplicadas pelos órgãos de fiscalização ambiental diminuiu desde o início de sua gestão.
“Os senhores, também em nosso governo, tiveram uma participação do Ibama e ICMBio sem agressões. A quantidade de multas caiu bastante, porque nós preferimos entrar 1º pelo lado do aconselhamento, das observações e, em último caso, por questões da multagem. Isso diminuiu bastante e trouxe mais tranquilidade para o produtor rural”.
FISCALIZAÇÃO
O discurso do presidente Jair Bolsonaro na Cúpula dos Líderes sobre o Clima, organizada pelo governo dos Estados Unidos em 22 de abril, seguiu outra linha. Na ocasião, o presidente brasileiro afirmou que “medidas de comando e controle” faziam parte da resposta do Brasil à preservação ambiental.
“Medidas de comando e controle são parte da resposta. Apesar das limitações orçamentárias do governo, determinei o fortalecimento dos órgãos ambientais, duplicando os recursos destinados às ações de fiscalização”, declarou.
Bolsonaro disse ainda na ocasião que o Brasil tem o compromisso de eliminar o desmatamento ilegal até 2030 e de alcançar a neutralidade climática até 2050, antecipando em 10 anos a previsão anterior. Eis a íntegra do discurso do presidente na Cúpula.
REGULARIZAÇÃO FUNDIÁRIA
No evento deste sábado, o presidente afirmou que o projeto que permite a regularização fundiária, o PL (projeto de lei) 2.633 de 2020, será analisado pelos deputados nas próximas semanas.
“A questão da regularização fundiária, nas próximas semanas, em conversa com nosso presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, um excepcional presidente, ele colocará essa medida em pauta. E, com toda certeza, aprovaremos“.
Bolsonaro disse também que a extensão do porte de arma a toda a propriedade rural e não apenas à residência foi uma das ações possibilitadas pelo Executivo.
“Os senhores, também em nosso governo, passaram por momento de tranquilidade com poucas ações negativas por parte dos nossos irmãos índios, que eram muito mais levados por maus brasileiros a esse tipo de infração“.
A Petrobras reduz, a partir de hoje (1o), os preços de venda da gasolina e do diesel em suas refinarias. O litro da gasolina vendido às distribuidoras passou a custar R$ 0,05 menos, ou 1,9%, e está sendo comercializado, em média, a R$ 2,59, segundo informações da estatal.
Já o litro do diesel ficou R$ 0,06 mais barato, ou 2,2%, e passou a ser vendido às distribuidoras por R$ 2,71.
Este é o preço vendido às distribuidoras. Até chegar ao consumidor final, o combustível sofre acréscimos relativos a tributos federais e estaduais, mistura obrigatória com biocombustíveis e margens de lucro de distribuidoras e postos revendedores.
Num dia de ajustes no mercado internacional, o dólar teve a maior alta diária em um mês. Mesmo assim, a moeda norte-americana encerrou abril com a primeira queda mensal desde dezembro. A bolsa de valores recuou nesta sexta-feira (30), mas alcançou a segunda alta mensal consecutiva.
O dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,432, com alta de R$ 0,096 (+1,79%). A divisa começou o dia com queda, chegando a R$ 5,33 pouco antes das 10h, mas inverteu o movimento e passou a subir após a abertura do mercado nos Estados Unidos.
Essa foi a maior valorização diária desde 24 de março, quando o dólar tinha subido 2,2%. No exterior, o dólar também subiu perante as principais moedas, com investidores comprando a divisa para realizarem lucros e embolsarem ganhos recentes em outros mercados. Apesar da alta, a moeda norte-americana acumulou queda de 3,53% em abril e alta de 4,62% em 2021.
No mercado de ações, o dia também foi marcado pela realização de lucros. O índice Ibovespa, da B3, encerrou a sexta-feira aos 118.894 pontos, com queda de 0,98%. O indicador oscilou bastante durante a sessão, chegando a registrar um breve momento de alta por volta das 15h30, mas consolidou a queda nas horas finais de negociação.
Apesar de ter encerrado a semana com queda de 1,36%, o Ibovespa fechou abril com alta de 1,94%. Desde o início de março, quando atingiu o pior nível no ano, o indicador subiu quase 10 mil pontos.
Abril foi marcado pelo alívio no mercado doméstico e internacional. No exterior, a pressão sobre o dólar caiu depois que o Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano) garantiu que manterá a política de estímulos para a maior economia do planeta recuperar-se da pandemia de covid-19 e não aumentará os juros tão cedo. Além disso, o presidente Joe Biden anunciou dois pacotes, no total de US$ 4 trilhões, voltados para investimentos em infraestrutura e para ajuda a famílias vulneráveis.
No Brasil, o fechamento de um acordo sobre o Orçamento de 2021 contribuiu para aliviar o mercado. Após semanas de receio dos investidores de que o texto aprovado pelo Congresso levasse à violação do teto de gastos com emendas parlamentares, o Orçamento foi sancionado no último dia 22 com vetos parciais de R$ 19,8 bilhões e um bloqueio temporário de R$ 9,2 bilhões.
O TEM (Tribunal Especial Misto), do TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro), formou maioria nesta 6ª feira (30.abr.2021) para aprovar o impeachment do governador afastado do Rio de Janeiro, Wilson Witzel (PSC). Até o momento, já são 7 votos favoráveis para retirá-lo do cargo. Caso ninguém mude de posição até o fim do julgamento, ele será afastado definitivamente.
Com a aprovação, o vice-governador Claudio Castro (PSC) ficará no comando do Estado do Rio de Janeiro de forma definitiva.
O deputado estadual Waldeck Carneiro (PT), relator do processo de impeachment, foi o 1º a votar e afirmou que o governador deveria ser afastado do cargo. Eis a íntegra do voto (423 KB).
O deputado estadual afirmou que o processo deixa claro que houve irregularidades na área da Saúde durante a pandemia de covid-19. Em um longo voto, Carneiro fez um panorama sobre as ações do governo durante a pandemia. Carneiro afirmou ainda que houve falhas no enfrentamento à covid-19 em diversas ocasiões.
Ele citou ainda a requalificação da organização social Unir Saúde para prestar serviços pelo governador. Em delação premiada, Edmar afirmou que a requalificação foi assinada por interesses de grupos políticos e econômicos com influência no governo.
Mas o ponto mais importante no voto do relator foi a contratação da organização social Iabas (Instituto de Atenção Básica e Avançada à Saúde). De acordo com Carneiro, Witzel praticou improbidade administrativa neste contrato. A Iabas deveria ter entregue 8 unidades de saúde para pacientes de covid-19, mas apenas duas foram inauguradas.
Para ele, o governador se omitiu de forma intencional sobre a contratação do instituto para permitir o desvio de verbas. Ainda segundo o deputado, o processo prova que a omissão foi calculada para que Witzel pudesse afirmar não ter conhecimento dos fatos, ainda que essa fosse sua responsabilidade como governador do Rio de Janeiro.
“Não resta outra conclusão possível que não seja a nítida configuração de flagrante, irresponsável e criminosa omissão do réu que depõe gravemente sobre a probidade de sua atuação como governador do Estado do Rio de Janeiro“, afirmou Carneiro.
Na avaliação dele, Witzel tem direta responsabilidade sobre as mortes de covid-19 no Rio de Janeiro. Carneiro considerou o governador culpado de irregularidades relacionadas às organizações sociais Unir Saúde e Iabas.
Outros 6 integrantes do tribunal seguiram o entendimento do relator: desembargador José Carlos Maldonado, deputado Carlos Macedo (Republicanos), desembargador Fernando Foch, deputado Chico Machado (PSD), desembargadora Teresa Castro Neves e deputado Alexandre Freitas (Novo).
Freitas, no entanto, divergiu da condenação no caso da Iabas. Para o deputado, Witzel tem culpa apenas no caso da Unir Saúde.
Mais cedo, todos os deputados e desembargadores do TEM também seguiram o voto de Carneiro e negaram a anulação do processo de impeachment.
Os advogados de Witzel afirmavam que não tiveram acesso a 28 novos documentos anexados da delação premiada do ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, que foram base da ação. Também diziam que não havia provas periciais suficientes e que não tiveram direito a ampla defesa.
AS ACUSAÇÕES
A acusação afirma que havia um esquema de propina na contratação das organizações sociais da área de saúde e que Witzel era um dos beneficiários. Os pagamentos teriam chegado ao montante de R$ 55 milhões.
O governador foi afastado em 28 de agosto. A decisão foi do ministro Benedito Gonçalves, do STJ. O afastamento foi determinado depois da delação premiada do ex-secretário estadual de Saúde, Edmar Santos, e de duas operações realizadas em maio, Favorito e Placebo, que apurou irregularidades na Saúde do Estado.
Witzel também é acusado por crimes de corrupção, lavagem de dinheiro e organização criminosa. O MPF (Ministério Público Federal) apresentou denúncia em 14 de setembro. Witzel é apontado como integrante de suposto esquema de desvios de recursos da Saúde, de fraudes e de superfaturamento em contratos emergenciais.
Nesta sexta-feira (30), a Câmara de Parnamirim realiza a implantação do pregão eletrônico por meio do portal de compras públicas. O portal é uma plataforma online para licitações eletrônicas, atendendo centenas de órgãos públicos e empresários brasileiros. A Casa Legislativa é pioneira nesse sistema na região Metropolitana de Natal.
Essa é mais uma das metas estabelecidas pela Mesa Diretora da Casa Legislativa no intuito a dar mais transparência no que se refere a contratações públicas. O objetivo é aumentar a competitividade entre os licitantes, sendo ainda a forma mais vantajosa para a administração pública.
O preço da gasolina e do diesel será reduzido a partir de amanhã (1º) nas refinarias da Petrobras. A estatal anunciou hoje (30), no Rio de Janeiro, que o litro da gasolina passará de R$ 2,64 para R$ 2,59 (- R$ 0,06 ou -1,9%), enquanto o do diesel cairá de R$ 2,76 para R$ 2,71 (- R$ 0,05 ou -1,8%).
O combustível vendido pelas refinarias da Petrobras é adquirido por distribuidoras e passa também pelos postos revendedores antes de ser vendido ao consumidor final. Até chegar aos veículos, são acrescidos tributos federais e estaduais, custos para aquisição e mistura obrigatória de biodiesel e etanol anidro, além das margens brutas das companhias distribuidoras e dos postos revendedores de combustíveis.
Por isso, a estatal afirma que a variação de preços nas refinarias tem influência limitada no preço encontrado pelos motoristas nos postos de revenda.
Os reajustes nos preços de diesel e gasolina são usados pela Petrobras para buscar equilíbrio com o mercado internacional, acompanhando as variações do valor global dos combustíveis e da taxa de câmbio entre o real e o dólar.
A estatal defende que as mudanças nos preços praticados nas refinarias devem ocorrer sem periodicidade definida, acompanhando as condições de mercado e da análise do ambiente externo. Segundo a empresa, “isso possibilita competir de maneira mais eficiente e flexível e evita o repasse imediato da volatilidade externa para os preços internos”.
As forças de segurança pública do Rio Grande do Norte recebem, nesta sexta-feira (30), a quarta remessa com doses de vacina contra o coronavírus. Está é a primeira com imunizantes da fabricante Astrazeneca, produzida no Brasil pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), e contará com 1.038 doses.
Iniciada no dia 7 de abril, a vacinação destinada aos agentes de segurança recebeu anteriormente três remessas do imunizante CoronaVac, da biofarmacêutica chinesa Sinovac Biotech, em parceria com o Instituto Butantan, que resultou na aplicação da vacina em 3.118 servidores estaduais. Com a aplicação destas 1.038 novas doses, que serão feitas ao longo da próxima semana, o Estado somará 4.156 agentes de segurança pública vacinados com a 1a dose dos imunizantes.
No RN, estão aptos a receber a aplicação da vacina os servidores da Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Instituto Técnico-Científico de Perícia (ITEP), Polícia Penal, Polícia Federal, Polícia Rodoviária Federal, Polícia Penal Federal, Forças Armadas, agentes públicos das guardas municipais e de trânsito.
De acordo com nota técnica produzida pela Secretaria de Estado da Saúde Pública (SEAP), estão sendo priorizados os profissionais mais expostos às ações de combate à Covid19, de maneira escalonada e proporcional, que atuam nas seguintes situações:
– Trabalhadores envolvidos no atendimento e/ou transporte de pacientes;
– Trabalhadores envolvidos em resgates e atendimento pré-hospitalar;
– Trabalhadores envolvidos diretamente nas ações de vacinação contra a Covid-19;
– Trabalhadores envolvidos nas ações de implantação e monitoramento das medidas de distanciamento social, com contato direto com o público, independente da categoria.
Instituições/Efetivo/Doses
Polícia Militar
Efetivo: 8.264
Doses: 1.358
Polícia Civil
Efetivo: 1.307
Doses: 215
Corpo de Bombeiros
Efetivo: 630
Doses: 101
ITEP
Efetivo: 526
Doses: 86
Polícia Penal
Efetivo: 1.359
Doses: 223
Polícia Federal
Efetivo: 273
Doses: 44
Polícia Rodoviária Federal
Efetivo: 284
Doses: 47
Polícia Penal Federal
Efetivo: 255
Doses: 43
Guarda Municipal (Prefeituras)
Efetivo: 1.506
Doses: 227
STTU (Prefeituras)
Efetivo: 309
Doses: 28
Forças Armadas
Efetivo: 8.139
Doses: 745
Total
Efetivo: 22.723
Doses: 3.118
Fonte: ASSECOM/Secretaria Estadual de Segurança Pública e da Defesa Social/ Governo do RN
O Brasil registrou 14,4 milhões de desempregados no trimestre encerrado em fevereiro de 2021 (dezembro, janeiro e fevereiro), recorde para a série histórica, iniciada em 2012.
A marca representa uma alta de 2,9% (mais 400 mil pessoas desocupadas) ante o trimestre anterior, de setembro a novembro de 2020 (14,0 milhões de pessoas).
Os dados foram divulgados nesta 6ª feira (30.abr.2021) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).
A taxa de desocupação atingiu 14,4%, ficando estável frente ao trimestre de setembro a novembro de 2020 (14,1%) e com alta de 2,7 pontos percentuais em relação ao mesmo trimestre móvel de 2020 (11,6%).
A população ocupada (85,9 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre móvel anterior e caiu 8,3%, (menos 7,8 milhões de pessoas) frente ao mesmo trimestre de 2020.
O nível da ocupação (percentual de pessoas ocupadas na população em idade de trabalhar) chegou a 48,6%, ficando estável frente ao trimestre móvel anterior (48,6%) e recuando 5,9 p.p. em relação a igual trimestre do ano anterior (54,5%).
A população subutilizada (32,6 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior e cresceu 21,9% (mais 5,9 milhões de pessoas) em relação a igual trimestre de 2020.
A população fora da força de trabalho (76,4 milhões de pessoas) ficou estável ante o trimestre anterior e cresceu 15,9% (10,5 milhões de pessoas) frente a igual trimestre de 2020.
A população desalentada (6,0 milhões de pessoas) é recorde da série histórica, ficando estável frente ao trimestre móvel anterior e crescendo 26,8% ante o mesmo período de 2020.
O percentual de desalentados na força de trabalho ou desalentada (5,6%) ficou estável frente ao trimestre móvel anterior e subiu 1,4 p.p. ante o mesmo período de 2020 (4,2%).
O número de empregados com carteira de trabalho assinada no setor privado (exclusive trabalhadores domésticos) foi de 29,7 milhões de pessoas, com estabilidade frente ao trimestre anterior e queda de 11,7% (menos 3,9 milhões de pessoas) frente ao mesmo período de 2020.
O número de empregados sem carteira assinada no setor privado (9,8 milhões de pessoas) ficou estável em relação ao trimestre anterior e reduziu 15,9%, menos 1,8 milhão de pessoas frente a igual trimestre de 2020.
O número de trabalhadores por conta própria (23,7 milhões) teve alta de 3,1% frente ao trimestre móvel anterior (mais 716 mil de pessoas) e caiu 3,4% ante o mesmo período de 2020 (menos 824 mil pessoas).
A categoria dos trabalhadores domésticos domésticos (4,9 milhões de pessoas) ficou estável frente ao trimestre anterior, mas recuou 21,0% (-1,3 milhão de pessoas) ante o mesmo período de 2020.
A taxa de informalidade foi de 39,6% da população ocupada, ou 34,0 milhões de trabalhadores informais. No trimestre anterior, a taxa havia sido 39,1% e no mesmo trimestre de 2020, 40,6%.
A Prefeitura de Parnamirim realizou na quinta-feira (29) a segunda fase da vacinação contra Covid-19 de acamados e domiciliados da Comunidade Quilombola de Moita Verde, no bairro Vida Nova.
As primeiras a receberem a segunda dose da vacina de Osxford/Astrazeneca foram dona Maria Nazaré de Moura, de 105 anos, e sua filha e cuidadora, Ieda Seabra, de 74 anos. Dona Nazaré é a mais idosa da Comunidade e matriarca de uma família de aproximadamente 70 pessoas.
A vacinação contemplou cerca de 30 pessoas do grupo de acamados e domiciliados a partir de 75 anos, que receberam a imunização na própria residência.