A Força-Tarefa de Parnamirim da Divisão de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP) divulgou, nesta quarta-feira (30), imagens do suspeito pelo crime de feminicídio contra Anailzy Suany Marques da Costa, identificado como Gilson Bruno da Costa, 35 anos, que é ex-companheiro da vítima.
O crime aconteceu na última segunda-feira (28), no bairro Liberdade, em Parnamirim, quando a vítima estava em uma área comum do condomínio que residia e foi surpreendida pelo ex-companheiro, que desferiu diversos golpes de faca contra ela. Anailzy Suany não resistiu aos ferimentos e foi a óbito no local.
A Polícia Civil solicita que a população envie informações, de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181, que possam auxiliar na localização do suspeito.
Um programa diferente e especial para as crianças e toda a família durante as férias de julho: conhecer Natal, aspectos históricos importantes, além de apreciar um dos mais belos pôr do sol a partir de onde a cidade nasceu, o rio Potengi.
A potengi turismo, empresa especializada em realizar passeios pelo rio Potengi, lança a promoção férias de julho com passeios aos sábados e domingos com preço especial, oportunizando a toda a família se programar e fazer um dos mais fantásticos passeios no calendário turístico da cidade.
O passeio conta com música ao vivo, serviço de bar, belas paisagens e muita história sobre a nossa cidade, seguindo todas as normas de biossegurança para um passeio tranquilo e seguro.
Serviço: Passeio do pôr do sol
Quando: Sábados e domingos
Saída: Iate Clube de Natal
Quanto Custa? R$ 40,00 – Preço promocional
Crianças até 12 anos não pagam.
Agendamento e informações: (84) 4141- 3797 (whatsApp)
O Projeto de Lei nº 205/2021, de autoria do vereador Raniere Barbosa (Avante), foi aprovado, nesta terça-feira (29), na Câmara Municipal de Natal (CMN), reconhecendo o Interesse Público e a Essencialidade dos serviços prestados pelas feiras livres durante o estado de calamidade, de emergência e/ou correlatos a decretos, expedidos pelo Poder Executivo competente, ao ponto em que autoriza seu funcionamento, como política de fortalecimento da segurança alimentar e geração de renda.
De acordo com o autor do PL, acerca das restrições, visando diminuição dos índices pandêmicos, não se pode esquecer que o trabalho de quase dois mil natalenses, devidamente cadastrados no banco de dados da Prefeitura do Natal, se concentra nas bancas e afins. “A feira, posso citar em especial a do Alecrim, região da cidade na qual eu cresci, faz parte da minha rotina semanal. Quem me conhece sabe que eu sou apaixonado por tudo que a feira oferece. É a reunião cultural do povo, local de encontro para interações populares e, não menos importante: fonte de renda, dignificando o homem”, comenta o parlamentar.
De acordo com o texto, entende-se como feira livre as áreas públicas constantes no Art. 1º da Lei Municipal de nº. 6.015, de 10 de dezembro de 2009, que em hipótese alguma e/ou sobre qualquer pretexto poderá ter suas atividades suspensas ou ser impedido o seu funcionamento.
Além disso, o projeto pontua que, em situações de Estados de Calamidade, de Emergência e correlatos decretados expedido pelos Poderes Executivos, fica vedada a determinação do fechamento total dos locais de feira, sendo possível sua regulação, de forma a determinar a sua capacidade, estabelecendo regras de distanciamento e outras regras consoante às necessidades e protocolos de saúde e sanitárias exigidas pelas condições transitórias.
Raniere Barbosa explica ainda que todo regramento jurídico que tratar da limitação de capacidade das feiras ou que venha a determinar a supressão do direito de trabalhar ou negociar dos feirantes, devem emanar da autoridade competente, devidamente fundamentado, ao qual deverá ser expedida com prazo para sua vigência constante no ato, sempre concedendo prazo apto para a adequação da atividade das feiras, estabelecido às novas normas momentâneas, nunca inviabilizando o seu comércio e funcionamento.
Ainda segundo o PL, os feirantes deverão utilizar máscaras de proteção individual e as bancas deverão manter distanciamento, bem como disponibilizar álcool gel 70% (setenta por cento) para seus clientes.
Policiais civis da Delegacia Municipal de São Gonçalo do Amarante prenderam, nesta terça-feira (29), Débora Trajano da Silva, de 39 anos, no bairro de Santarém, zona norte de Natal. Ela era foragida da Justiça do Rio Grande do Norte desde o ano de 2009.
Em desfavor de Débora Trajano, existia um mandado de prisão preventiva, expedido pela 2ª Vara da Comarca de São Gonçalo do Amarante, pelo crime de roubo qualificado com emprego de arma de fogo, ocorrido em um mercadinho na cidade de São Gonçalo do Amarante, no ano de 2008. Ela havia fugido para cidade de São Paulo, onde a polícia local tentou capturá-la por várias vezes. Após investigações, foi identificado que Debora Trajano estava novamente residindo em Natal.
Debora Trajano foi encaminhada ao sistema penitenciário, onde se encontra à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações de forma anônima, por meio do Disque Denúncia 181.
A governadora do Rio Grande do Norte, Fátima Bezerra, anunciou em seu Twitter a chegada de um novo carregamento de vacinas da AstraZeneca nesta quarta-feira (30).
No total, o RN receberá 67 mil doses do imunizante até o final da manhã, sendo todas elas destinadas à aplicação da primeira dose.
Fátima Bezerra anunciou, ainda, que nesta quinta-feira (1), chegarão ao estado mais 17.550 doses de vacina contra a COVID-19, desta vez da Pfizer.
E acabamos de ter a confirmação pelo @minsaude da chegada de 17.550 doses da Pfizer na quinta-feira pela manhã! 💉
Roberto Ferreira Dias foi oficialmente exonerado do cargo de diretor do DLOG (Departamento de Logística) do ministério da Saúde. A demissão foi anunciada pela pasta na noite da 3ª feira (29.jun.2021) e publicada no DOU(Diário Oficial da União) na manhã desta 4ª feira (30.jun).
Segundo Luiz Paulo Dominguetti Pereira, representante da empresa Davati Medical Supply, Dias teria negociado propina para a compra de vacinas contra a covid-19. A informação foi divulgada pela Folha de S.Paulo.
De acordo com o jornal, a Davati procurou o Ministério da Saúde para negociar 400 milhões de doses da vacina AstraZeneca, com uma proposta inicial de US$ 3,5 por cada uma.
Dominguetti teria se reunido com Dias no dia 25 de fevereiro, em um restaurante em Brasília. “O caminho do que aconteceu nesses bastidores com o Roberto Dias foi uma coisa muito tenebrosa, muito asquerosa”, disse o representante da Davati ao jornal.
“Eu falei que nós tínhamos a vacina, que a empresa era uma empresa forte, a Davati. E aí ele falou: ‘Olha, para trabalhar dentro do ministério, tem que compor com o grupo’. E eu falei: ‘Mas como compor com o grupo? Que composição que seria essa?’”, afirmou Dominguetti.
Segundo ele, Dias afirmou que a compra não avançaria dentro do Ministério se não compusesse com o grupo. “[Ele disse] que existe um grupo que só trabalhava dentro do ministério, se a gente conseguisse algo a mais tinha que majorar o valor da vacina, que a vacina teria que ter um valor diferente do que a proposta que a gente estava propondo”.
”Aí eu falei que não tinha como, não fazia, mesmo porque a vacina vinha lá de fora e que eles não faziam, não operavam daquela forma. Ele me disse: ‘Pensa direitinho, se você quiser vender vacina no ministério tem que ser dessa forma”, disse.
Pelo Twitter, o presidente da CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) da Covid, o senador Omar Aziz (PSD-AM), anunciou na noite dessa 3ª feira (29.jun) que a comissão vai convocar Dominguetti para depor na próxima 6ª feira (02.jul).
Conhecido como repórter Estadual, o ex-vereador Valmir Dantas mostra parte da história dos representantes de Parnamirim na Assembleia Legislativa.
Seguindo uma ordem cronológica, citou alguns nomes mas esqueceu de mostrar a atuação de cada parlamentar em benefício da cidade. Valmir Dantas aproveitou para fazer uma campanha antecipada para a pré-candidata, Alda Lêda Taveira.
Só lembrando que o então deputado estadual Gilson Moura foi um dos responsáveis pela chegada à Parnamirim do Restaurante Popular, pela construção da UPA de Nova Esperança, Duplicação da Av. Olavo Montenegro, construção da escola Lourdinha Guerra e muitas outras ações que marcaram a passagem do parlamentar em defesa da cidade.
Acompanhe a reportagem de responsabilidade de Valmir Dantas:
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde Pública (Sesap), no Rio Grande do Norte há em torno de 27 mil pessoas sem D2, e por isso a Sesap orienta aos municípios a busca ativa daqueles que não registraram a aplicação da segunda dose.
“Esse trabalho será a nossa prioridade, estaremos durante essa semana fazendo a busca ativa e teremos reuniões com as apoiadoras das Regionais de Saúde para intensificar o trabalho com os municípios”., afirmou a subsecretária de planejamento e gestão da Sesap, Lyanne Ramalho.
Outra preocupação é com o subregistro da aplicação das doses, que pode estar contribuindo para elevar o número de pessoas que constam no sistema RN Mais Vacina com o esquema vacinal incompleto. “Precisamos zerar esses números ou no mínimo entender por que ainda existem”, explica a subsecretária.
Para a população, fica o apelo para que fiquem atentos às datas de tomada da segunda dose da vacina. “Queremos deixar o nosso chamamento para que a população não deixe de tomar a segunda dose, pois só assim estará completando a imunização”, conclui.
Doses em atraso por Região de Saúde
1ª Região: 2066
2ª Região: 2699
3ª Região: 2765
4ª Região: 1809
5ª Região: 940
6ª Região: 859
7ª Região: 15828
TOTAL: 26.966 pessoas
Foto: Debarchan Chatterjee/NurPhoto via Getty Images
O Mistério da Saúde decidiu suspender o contrato de compra da vacina indiana Covaxin contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus.
O contrato foi submetido à Controladoria Geral da União (CGU), que, segundo a pasta, não encontrou irregularidades em uma análise preliminar, mas recomendou suspender para fazer avaliação mais profunda.
A compra da Covaxin centraliza uma série de denúncias, entre elas, a de que o contrato do Ministério da Saúde, no valor de R$ 1,6 bilhão para aquisição de 20 milhões de doses, foi superfaturado.
O recuo foi confirmado pelo chefe da pasta, Marcelo Queiroga, no fim da tarde desta terça-feira (29/6) após um evento no Palácio do Planalto.
Após a fala, a pasta divulgou um comunicado. “Vale ressaltar que o Governo federal não pagou nenhum centavo pela vacina Covaxin. A medida não compromete o ritmo da campanha de vacinação contra a Covid-19 no Brasil, já que não há aprovação da Anvisa para uso emergencial nem definitivo do imunizante”, destaca trecho do texto.
Documentos obtidos pela Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid indicam salto de preços na aquisição do imunizante. O valor contratado pelo governo federal, de US$ 15 por vacina, ficou muito acima do preço inicialmente previsto pelo laboratório Bharat Biotech, de US$ 1,34 por dose.
Inicialmente, o governo negou a compra da Covaxin. Contudo, o site do Ministério da Saúde mostra que o dinheiro para a aquisição está empenhado (reservado para pagamento, sem possibilidade de alteração).
A compra constava no calendário oficial de entregas para 2021. A vacina indiana está no cronograma desde 17 de fevereiro.
No mesmo mês, o perfil oficial do Ministério da Saúde no Twitter comemorou a assinatura do contrato de compra com a fabricante indiana.
“O acordo fechado com a Precisa Medicamentos prevê entrega de imunizantes de forma escalonada entre os meses de março a maio”, informou, à época.
O @minsaude assinou nesta quarta-feira (25) contrato para compra de 20 milhões de doses da Covaxin. O acordo fechado com a Precisa Medicamentos prevê entrega de imunizantes de forma escalonada entre os meses de março a maio.
Na quinta-feira (24/6), Queiroga, voltou a negar que o governo tenha comprado a vacina. Ele informou que o caso está sendo analisado pelo departamento jurídico da pasta.
“Essa questão está no jurídico. Quando tivermos uma posição definitiva, iremos informar. A preocupação do Ministério da Saúde com o assunto Covaxin é zero”, destacou, à época.
Denúncias
O servidor Luis Ricardo Miranda, chefe da divisão de importação do Ministério da Saúde, disse ao Ministério Público Federal (MPF) ter sofrido “pressão incomum” de outra autoridade da pasta para assinar o contrato com a empresa Precisa Medicamentos, que intermediou o negócio com a Bharat Biotech.
Além dele, o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF), irmão do servidor, denunciou que alertou ao presidente Jair Bolsonaro (sem partido) do caso, que se tornou alvo de uma notícia-crime. O chefe do Palácio do Planalto nega.
A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber pediu que a Procuradoria-Geral da República (PGR) se manifeste sobre o caso. Para ela, existem “graves indícios” de irregularidades.
Uso emergencial
Nesta terça-feira, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu o pedido de uso emergencial em caráter experimental da vacina.
A solicitação é da empresa Precisa Comercialização de Medicamentos LTDA — a mesma que intermediou as negociações com o laboratório indiano Barath Biontech.
A juíza Adriana Magalhães, reconduzida ao cargo de membro titular da corte eleitoral do TRE-RN para o biênio 2021-2023, será a responsável no âmbito pelo processo da operação Dízimo no âmbito do Tribunal Regional Eleitoral, pois em primeira instância será o titular da primeira zona eleitoral, Dr. Kennady Braga.
Antes da nomeação da juíza Adriana Magalhães, que foi oficializada no Diário Oficial da União pelo presidente da República, Jair Bolsonaro, o juiz substituto era o Dr. Daniel Cabral Mariz Maia, que proferiu duas decisões importantes nesse processo.
A primeira diz respeito à soltura dos vereadores Ítalo e Rhalessa e a segunda, mais recente, foi a concessão de medida liminar no mandado de segurança impetrado pela Câmara Municipal de Parnamirim, suspendendo a decisão do juiz da 1a Zona Eleitoral de Natal, que havia determinado no último dia 18 de junho, busca e apreensão nos setores administrativos da Câmara Municipal.
A Dra. Adriana Magalhães determinará, tão logo tome posse, os novos rumos sobre esse caso, inclusive acerca da possibilidade do retorno dos parlamentares aos cargos ou dos suplentes tomarem posse, caso o Dr. Daniel Cabral Mariz Maia não o faça durante esse período de titularidade no TRE.
A Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica) decidiu nesta 3ª feira (29.jun.2021) reajustar a bandeira tarifária 2 –a mais cara do sistema de bandeiras– em 52,1%. Com o aumento, a cada 100 quilowatts-hora consumidos serão pagos R$ 9,49.
A alta vale para julho. A agência reguladora já havia decidido na 6ª feira (25.jun) que os consumidores pagarão o acréscimo ao longo do próximo mês.
O sistema de bandeiras é usado para gerir o valor cobrado aos consumidores a partir das condições de geração de energia elétrica. Conforme a disponibilidade de insumos para a produção, a bandeira pode ser alterada em uma escala de verde, amarela e vermelha sendo a última quando há mais dificuldades.
Os diretores decidiram também que abrirão uma consulta pública para discutir a metodologia de cálculo desse sistema. O entendimento é que, considerando que o Brasil vive a pior crise hídrica desde 1931, o cálculo atual não atende os custos da geração de energia elétrica.
Como mais de 60% na matriz elétrica brasileira é hidráulica, a geração de energia está prejudicada e o governo aciona as usinas térmicas, mais caras e mais poluentes. A ideia é que a nova metodologia seja aplicada já em agosto.
Com a decisão desta 3ª feira valem os seguintes valores:
Apesar da situação, o governo nega risco de apagão ou racionamento de energia elétrica. Em pronunciamento em rede nacional nesta 2ª feira (28.jun), o ministro Bento Albuquerque (Minas e Energia) pediu, no entanto, economia voluntária por parte dos consumidores.
Na mesma data, o governo editou uma MP (medida provisória) que cria a Creg (Câmara de Regras Excepcionais para Gestão Hidroenergética) –grupo de ministros que poderá impor medidas de gestão das águas e de energia. Propõe também, mas sem detalhar, que as contratações de reserva de capacidade de energia elétrica sejam realizadas via “procedimentos competitivos simplificados”.
IMPACTO NA ECONOMIA
O Banco Central já sinalizou que as tarifas de energia elétrica contribuem para manter a inflação elevada no curto prazo, influenciando a alta de juros. O IPCA-15 (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15) de junho, considerado a prévia da inflação, acelerou e atingiu 0,83%. O grupo habitação foi um dos que puxou a alta, afetado pela alta de 3,85% da energia elétrica subiu 3,85%.
Projeções da Ativa Investimentos apontam alta de 0,77% na inflação de julho por conta do reajuste. “Como estimamos que a bandeira que estará em vigor em dezembro desse ano também será vermelha 2, elevamos nossa projeção de 5,74 para 5,88%”, apontam. O centro da meta da autoridade monetária para 2021 é de 3,75%, com margem de tolerância de 1,5 ponto (de 2,25% a 5,25%).
O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, recebeu representantes do grupo que pretendia importar a vacina Convidecia, produzida pelo laboratório chinês CanSino, no ministério. No Brasil, a Belcher, um laboratório médio de Maringá (PR), era a parceira oficial.
No dia 15 de abril, Queiroga teve uma reunião com o líder do Governo, Ricardo Barros (PP-PR). Junto com ele, estava Alan Eccel, que fazia parte do grupo de empresários que pretendia comprar vacinas diretamente, sem intermédio do governo. Na agenda oficial de Queiroga, consta apenas o nome de Barros. O ministério foi questionado sobre a pauta da reunião e a lista completa dos participantes, mas não respondeu.
A iniciativa de comprar essas vacinas partiu dos empresários Carlos Wizard e Luciano Hang, que procuraram a embaixada chinesa para verificar a disponibilidade de estoques e a possibilidade de compra direta pelos empresários. Eccel, que trabalha com importação, e um dos sócios da Belcher, Emanuel Catori, participaram desses contatos.
No dia 4 de junho, o Ministério da Saúde assinou um documento de intenção de compra de 60 milhões de doses da vacina, vendidas a US$ 17. A Argentina comprou 5,4 milhões de doses com entrega prevista para julho. O valor unitário negociado era de US$ 14, mas não há informações sobre qual foi o preço efetivamente pago.
Procurado, Barros confirmou a reunião, mas disse que não discutiu temas relacionados à vacina ou ao valor cobrado pelas doses. O Ministério da Saúde disse que encerrou as tratativas para comprar a vacina no dia 17 de junho.
A Belcher informou que desfez a parceria com a CanSino e alegou “questões técnicas de natureza privada entre as empresas“.
BARROS E VACINAS
O líder do Governo é próximo à família de um dos sócios da Belcher. Francisco Feio Ribeiro Filho teve cargos nas gestões de Barros como prefeito de Maringá, no fim dos anos 1980, e de Cida Borghetti, mulher do deputado, que foi governadora do Paraná de 2018 a 2019.
Ele é pai de Daniel Moleirinho Feio Ribeiro, sócio de Emanuel Catori na Belcher. Segundo Barros, Francisco é um “amigo pessoal“.
O líder do Governo foi acusado pelo deputado Luis Miranda (DEM-DF), na última 6ª feira (25.jun), de pressionar pela compra da vacina indiana Covaxin.
Uma emenda do líder do Governo na MP 1.048 autorizou a Anvisa a liberar imunizantes aprovados na Índia. Também foi dele o projeto que derrubou a necessidade de ensaios clínicos da fase 3 no Brasil, ajudando a Sputnik V.
O deputado divulgou nota na qual diz não haver fatos concretos contra ele.
ANVISA
A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) encerrou na 2ª feira (28.jun) o processo que analisava pedido de autorização temporária de uso emergencial da Convidecia, vacina contra covid-19 fabricada pela CanSino Biologics Inc. A decisão se deu de forma unânime pelos integrantes da diretoria colegiada da agência. Eis a íntegra do comunicado (140 KB).
O pedido de autorização do imunizante era analisado em caráter experimental e teria validade temporária caso fosse aprovado pelo órgão. Foi protocolado em 19 de maio. O encerramento da análise se deu por perda de legitimidade da empresa e do Instituto Vital Brazil S.A, que aparecia como interessado no processo administrativo.
De acordo com a Anvisa, a CanSino notificou a agência em 17 de junho de que a Belcher e o Instituto Vital Brazil não tinham mais autorização para representar a farmacêutica chinesa no Brasil. Dessa forma, o processo foi encerrado.
A advogado e juíza Adriana Magalhães foi reconduzida ao cargo de membro titular da corte eleitoral do TRE-RN para o biênio 2021-2023. A nomeação foi oficializada no Diário Oficial da União pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.
Em primeiro de junho, havia chegado ao fim seu mandato como titular. Entretanto, Adriana Magalhães entrou para a lista tríplice, que contava ainda com os advogados Daniel Maia e Felipe Maciel, sendo a escolhida de Bolsonaro.
Adriana já havia sido juíza substituta no biênio 2017-2019, vindo a assumir o cargo de titular do tribunal no biênio 2019-2021. Com isso, se tornou a primeira jurista mulher na história do TRE-RN a ser alçada à condição de juíza por duas vezes.
O Blog do GM parabeniza a advogada pela reconstrução ao cargo de juíza do TRE e deseja sucesso neste novo biênio à frente da justiça eleitoral potiguar.
O Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte concedeu medida liminar no mandado de segurança impetrado pela Câmara Municipal de Parnamirim, suspendendo a decisão do juiz da 1 Zona Eleitoral de Natal, que havia determinado no último dia 18 de junho, busca e apreensão nos setores administrativos da Câmara Municipal.
Em sua decisão o Desembargador Daniel Maia entendeu que a busca e apreensão deveria se limitar aos gabinetes dos vereadores professor Ítalo e Rhalessa de Clênio, investigados no âmbito da Operação Dízimo. Segue a decisão do Juiz Daniel Cabral Mariz Maia, relator do processo no TRE.
Oitenta e sete motoristas foram autuados neste final de semana por embriaguez ao volante em Natal.
As blitzen ocorreram nas zonas Sul e Leste da cidade, além de terem sido montadas ações também na região das praias, após novas denúncias de veículos transitando nas áreas de preservação ambiental.
Na capital potiguar, o foco da fiscalização foi em ponto fixo, onde foram abordados 597 motoristas e autuados 74 por alcoolemia.
Já nas dunas, foi feito patrulhamento na região da duna do “p” e Malembá, e apensar de não serem flagrados condutores em cima das dunas, ao final foram realizadas abordagens nas vias de acesso, flagrando 13 condutores sob influência de álcool.
Já no período da noite, em Ponta Negra, um condutor foi abordado na Av Eng. Roberto freire, quando a PM ainda estava a caminho para o ponto de abordagem. O motorista, provavelmente, não percebeu as viaturas da Lei Seca, que seguiam em comboio, foi quando ele tentou fazer uma conversão proibida, colidindo com uma das viaturas. Ao ser abordado, o condutor ainda estacionou o veículo por cima de correntes que cercavam um estaciomento no local, quebrando o equipamento.
O teste de alcoolemia deste motorista deu 0.78 mg/l, valor mais do que o dobro do suficiente para caracterizar o crime. Ele foi conduzido para a delegacia.
Outras 32 notificações por infrações diversas foram lavradas, e 3 veículos foram removidos ao pátio do Detran-RN.