Semsur realiza atualização cadastral para responsáveis por sepulturas em estado de abandono nos cemitérios públicos

A Secretária Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), realizará, a partir da próxima quinta-feira (3), uma atualização cadastral para os responsáveis por sepulturas, carneiras, túmulos e jazigos em situação de abandono nos cemitérios de Parnamirim, os quais se encontram sem identificação e sem visitação de familiares.

Atualmente, o município possui cinco cemitérios públicos e parte das covas em alguns desses locais, se encontram em estado de deterioração, por falta de zeladoria dos próprios familiares e terceiros. Visto isso, e com a aproximação do Dia de Finados nesta quarta-feira (2), a Semsur tem articulado uma mobilização para que as atualizações cadastrais dos proprietários sejam feitas, através de um agendamento on-line pelo WhatsApp, onde documentos deverão ser solicitados e enviados via 1DOC, plataforma da Prefeitura de Parnamirim.

Para realizar a atualização cadastral, a Semsur está disponibilizando os seguintes contatos: 98855-2235/ 98727-1734. A atualização poderá ser feita em até 180 dias.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Wolney e a câmara de Parnamirim prestam homenagem às mulheres no outubro rosa

O presidente da câmara Wolney França em sessão no legislativo, prestaram homenagem às mulheres que atuam no outubro rosa.
Esse momento de muita emoção marcou as vereadoras e servidores da casa legislativa.

Homenagear mulheres lutadoras, vencedoras, pessoas que são exemplo de vida pela própria garra que demonstram no enfrentamento de adversidades. Nossa Câmara de Parnamirim foi cenário hoje de momento em homenagem às mulheres engajadas na causa do Outubro Rosa. Esta causa é de todos nós!

Lula eleito: saiba como funciona a transição de governo

Eleito neste domingo (30) com 50,9% dos votos válidos, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) terá direito a uma “equipe de transição” para os próximos dois meses.

Se for efetivado, o grupo terá a missão de se inteirar do funcionamento dos órgãos e entidades da administração pública federal – e preparar os primeiros atos do novo governo, geralmente editados já no primeiro dia do ano.

As regras para o processo de transição estão listadas na Lei 10.609/2002 e no Decreto 7.221/2010. O decreto diz que a transição governamental começa com a proclamação do resultado da eleição e se encerra com a posse do novo presidente.

O presidente Jair Bolsonaro (PL), derrotado na tentativa de reeleição, passa o cargo a Lula no dia 1º de janeiro de 2023.

Quem é Lula: veja a trajetória do presidente eleito do Brasil

Quem é Lula: veja a trajetória do presidente eleito do Brasil

Até lá, Lula tem o direito previsto em lei de formar sua equipe de transição para receber os dados a respeito da administração do país e “preparar os atos de iniciativa do novo Presidente da República, a serem editados imediatamente após a posse”.

Durante a campanha presidencial, Lula afirmou que, entre os seus primeiros atos, estará a revogação dos decretos de Bolsonaro sob sigilo de 100 anos. No primeiro discurso após o resultado, neste domingo, o ex-presidente disse que o “compromisso mais urgente é acabar outra vez com a fome”.

Lula faz primeiro discurso após ser eleito presidente

Lula faz primeiro discurso após ser eleito presidente

Mas afinal, vai ter transição?

A transição é um trabalho que exige a participação dos dois lados – o governo que está saindo e o governo que está chegando.

Até o fim da noite deste domingo, no entanto, o candidato derrotado à reeleição Jair Bolsonaro (PL) ainda não havia sequer reconhecido publicamente o resultado das eleições, nem feito contato com o novo presidente eleito.

Em discurso a apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, Lula disse estar “metade preocupado” por não ter a confirmação de que o governo atual facilitará a transição.

“Eu gostaria de estar só alegre, mas eu estou alegre e metade preocupado. Porque a partir de amanhã, eu tenho que começar a me preocupar como é que a gente vai governar esse país. Eu preciso saber se o presidente que nós derrotamos vai permitir que haja uma transição, para que a gente possa tomar conhecimento das coisas”, disse Lula.

“Eu quero dizer para vocês que eu tenho dois meses apenas para montar o governo, conhecer a máquina como está, e eu preciso escolher bem cada pessoa que vai participar da nova democratização do nosso país.”

“Eu talvez tire uns dois dias para descansar, e depois eu vou começar a trabalhar. Porque eu já fui presidente, eu já ganhei a primeira vez, e de todas as vitórias que eu tive, essa é a mais consagradora porque nós derrotamos o autoritarismo e o fascismo no Brasil”, prosseguiu.

Cinquenta cargos

A legislação prevê que poderão ser criados 50 cargos em comissão, denominados Cargos Especiais de Transição Governamental (CETG), para formar a equipe de transição, escolhida pelo presidente eleito.

“Os membros da equipe de transição serão indicados pelo candidato eleito e terão acesso às informações relativas às contas públicas, aos programas e aos projetos do governo federal”, diz a lei.

Esses cargos poderão ser preenchidos a partir do “segundo dia útil após a data do turno que decidir as eleições presidenciais”, ou seja, na terça-feira (2). A nomeação dos ocupantes dos cargos será feita pelo ministro da Casa Civil da Presidência da República.

O cargo atualmente é ocupado por Ciro Nogueira, que terá a missão de cuidar do dia a dia do processo de transição pelo lado do governo em curso.

O normativo dispõe, ainda, que a equipe de transição será supervisionada por um coordenador, escolhido pelo presidente eleito, a quem competirá requisitar as informações dos órgãos e entidades da Administração Pública federal.

Se o coordenador for um deputado federal ou senador, o atual presidente poderá nomeá-lo para o cargo de “ministro extraordinário”.

“Caso a indicação de membro da equipe de transição recaia em servidor público federal, sua requisição será feita pelo Chefe da Casa Civil da Presidência da República e terá efeitos jurídicos equivalentes aos atos de requisição para exercício na Presidência da República”, diz o texto.

A lei diz, também, que os titulares dos órgãos e entidades da administração pública federal “ficam obrigados a fornecer as informações solicitadas pelo Coordenador da equipe de transição, bem como a prestar-lhe o apoio técnico e administrativo necessários aos seus trabalhos”.

Segundo a lei, é atribuição da Casa Civil disponibilizar ao presidente e vice-presidente eleitos local, infraestrutura e apoio administrativo.

Nas últimas transições, a equipe responsável atuou no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. Ainda não há informação, entretanto, se esse mesmo espaço será disponibilizado pelo governo de Bolsonaro.

Doze horas após resultado, Bolsonaro mantém silêncio sobre vitória de Lula na eleição


Doze horas após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ter confirmado neste domingo (30) a eleição de Luiz Inácio Lula da Silva (PT) para a Presidência da República, Jair Bolsonaro, candidato derrotado do PL à reeleição, ainda não se manifestou sobre o resultado.

O resultado foi confirmado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) às 19h57, quando 98,81% das urnas já tinham sido apuradas. Àquela hora, Lula, tinha 50,83% dos votos válidos e não poderia mais ser alcançado por Bolsonaro, que contabilizava 49,17% de votos válidos.

Ao todo, com 100% das urnas apuradas, Lula obteve 60,3 milhões de votos, e Bolsonaro, 58,2 milhões de votos.

A agenda de Bolsonaro para esta segunda-feira (31) não prevê compromissos oficiais. Pela manhã, o ajudante de ordens de Bolsonaro, tenente-coronel Cid, se dirigiu ao Palácio da Alvorada, residência oficial do presidente.

Tradicionalmente, candidatos derrotados ligam para o adversário e fazem uma declaração pública reconhecendo a vitória do oponente. Em 2018, por exemplo, o então candidato do PT Fernando Haddadreconheceu a vitória de Bolsonaro ainda no domingo à noite.

Durante discurso a apoiadores na Avenida Paulista, em São Paulo, Lula contou que até as 23h45 não havia recebido telefonema de Jair Bolsonaro.

“Vocês sabem que a gente vai ter que ter um governo para conversar com muita gente que está com raiva. Em qualquer lugar do mundo, o presidente derrotado já teria ligado para mim reconhecendo a derrota. Ele, até agora, não ligou, não sei se vai ligar e não sei se vai reconhecer”, disse.

Assim que o TSE declarou a vitória de Lula sobre Bolsonaro, diversos líderes mundiais reconheceram a vitória do petista, entre os quais: Joe Biden (Estados Unidos), Rishi Sunak (Reino Unido), Alberto Fernández (Argentina), Vladimir Putin (Rússia), Marcelo Rebelo de Sousa (Portugal), Olaf Scholz (Alemanha) e Volodymyr Zelensky(Ucrânia).

Multidão ocupa Avenida Paulista para acompanhar discurso de Lula

Multidão ocupa Avenida Paulista para acompanhar discurso de Lula

Presidente foi dormir

 

Bolsonaro acompanhou parte da apuração com aliados na Granja do Torto, residência de campo da Presidência que fica a cerca de 15 quilômetros do Centro de Brasília. Depois, dirigiu-se ao Palácio da Alvorada, residência oficial da Presidência onde, desde 2019, vive com a primeira-dama Michelle Bolsonaro.

Jornalistas aguardavam manifestação de Bolsonaro em frente à residência oficial, mas até a última atualização desta reportagem não havia previsão de declaração do presidente.

Ao blog da Andréia Sadi, pessoas próximas de Bolsonaro afirmaram que tentaram falar com ele, mas foram informados de que o presidente foi dormir depois de saber o resultado das urnas.

Os três filhos políticos de Bolsonaro – o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), o deputado Eduardo Bolsonaro (PL-SP) e o vereador Carlos Bolsonaro (Republicanos-RJ) – também não haviam comentado o resultado das eleições até a última atualização desta reportagem.

‘Sensatez’

 

Durante entrevista na semana passada, o então candidato Lula foi questionado sobre qual reação esperava de Bolsonaro, caso fosse eleito.

Na ocasião, o agora presidente eleito afirmou que esperava que Bolsonaro tivesse “um minuto de sensatez” e telefonasse para ele “aceitando o resultado da eleição”.

Fonte: G1

Jovem Pan News demite Caio Coppolla


Após exato um ano de sua recontratação, o comentarista Caio Coppolla foi demitido pelo Grupo Jovem Pan. Desde novembro passado ele fazia participações no canal pago JP News

Ele já havia trabalhado no grupo até 2019, quando recebeu uma proposta e mudou para a CNN, onde integrava o quadro “Liberdade de Opinião”, quando foi demitido, em 29 de outubro do ano passado.

Não ficou nem sequer três dias desempregado e já retornou à JP.

Um ano atrás, no dia de sua contratação, Coppolla postou uma foto abraçado ao dono do Grupo JP, Antônio Augusto Amaral de Carvalho Filho, e com o contrato assinado na mão.

Fonte: UOL

Com Lula, o que esperar para Auxílio Brasil, salário mínimo e gasolina?

O presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva(PT) prometeu muitas melhorias na economia, mas deve enfrentar um cenário adverso, dizem especialistas ouvidos pelo UOL. As perspectivas para o próximo ano apontam para inflação global em alta e pouco espaço no Orçamento para o Poder Executivo investir em políticas públicas que estimulem a criação de empregos e o aumento da renda das famílias, afirmam.

Durante a campanha, Lula se comprometeu a manter o valor de R$ 600 do Auxílio Brasil e a promover outras ações de transferência de renda que foram reduzidas ao longo da gestão de Jair Bolsonaro (PL). Também falou em retomar a política de valorização do salário mínimo. O problema, dizem os economistas, é o quanto essas promessas vão custar e os desafios que vão gerar em termos orçamentários.

Fonte: uol notícias