MAURÍCIO MARQUES ENTRA EM CAMPO E RACHA VEREADORES E SUPLENTES NA BASE DE TAVEIRA.

Candidatíssimo a prefeito de Parnamirim, Maurício Marques não para de se articular na cidade. No primeiro momento, o ex-prefeito tenta atrair Aninha Nunes, uma advogada com trânsito livre junto aos vários suplentes e líderes comunitários de Parnamirim. Vale lembrar que Marques durante o período em que foi prefeito passou a máquina por cima de vários suplentes e líderes comunitários, priorizando seu apoio e ajuda aos Vereadores, deixando de lado os líderes de Bairro que sempre sonhavam em chegar à Câmara. Como diz o ditado “quem planta vento, colhe tempestade”, esse tratamento de Maurício Marques foi evidenciado no resultado da última eleição, ele sentiu a força dos suplentes, esses apostaram em Abidene Salustiano e fizeram dele o mais votado para deputado estadual em Parnamirim, com cerca de 6 mil votos, o dobro da votação do ex-prefeito. Há, ainda, os vereadores que estão insatisfeitos com o Governo Taveira e, que eram os mais prestigiados na gestão do ex-prefeito, esses sonham ver Maurício Marques de volta ao cargo de Prefeito Municipal. Ocorre que no meio desse caminho de idas e vindas na política local, surgiu o movimento transparência Parnamirim que poderá surpreender, revelando novas lideranças. Como diz a música: se avexe não que amanhã pode acontecer tudo, inclusive nada, a política parnamirinense pode surpreender, como já ocorreu nas urnas na eleição passada, frustrando o sonho não só de Maurício Marques, como também de muitos, que buscaram na união com Taveira uma forma de permanecer no poder. Esse palanque do acordão entre legislativo e executivo poderá afundar em 2020.

O compromisso da escola cristã

Padre João Medeiros Filho
No limiar de mais um ano letivo, cabe às escolas cristãs refletir sobre a fidelidade a seus princípios norteadores. Para elas existe uma diretriz basilar: desenvolver o senso de Verdade. Cristo se definiu como: “Caminho, Verdade e Vida” (Jo 14, 16). Seguir seus passos é contribuir para que o homem não perca de vista a sua essência e realidade: imagem de Deus. E este “não possui sombra alguma de vicissitude” (Tg 1, 17). Vive-se num mundo volúvel, marcado por mentiras e demagogias. A educação cristã precisa ser luz diante de tudo isso. A evolução repentina e, por vezes, contraditória dos tempos hodiernos, suscita desafios que interpelam o mundo da escola. Esta é convidada a encontrar respostas adequadas, em nível de conteúdos e métodos didáticos inovadores. Albert Dondeyne, catedrático da Universidade de Louvain (Bélgica), afirmava que “uma instituição cristã de ensino tem por missão despertar nos alunos a Sabedoria. Esta não se confunde com ciência, conhecimento, erudição. Consiste sobretudo no sentido e sabor da vida, dádiva máxima de Deus. Só educa quem está de bem com a vida. Eis a Sabedoria!”
A Igreja tem se pronunciado firmemente sobre certos assuntos, como por exemplo, a ideologia do gênero, reafirmando os postulados bíblicos e éticos. Vê-se aqui e ali uma conquista de tal ideologia: decretos, portarias, resoluções normativas de governos e órgãos da educação. No entanto, a escola católica está na contramão daquilo que significa e pretende tal corrente. Trata-se de uma convicção e fidelidade ao Evangelho. O alinhamento das instituições de ensino confessionais com ações pedagógicas, guiadas pelo pensamento humanista e cristão, torna-se um imperativo. Isso requer a aceitação – e, consequentemente, um compromisso – da doutrina de Jesus. A tentação de relativizar provoca a desconsideração do indispensável diálogo da família com os valores evangélicos, podendo acarretar um desserviço educativo. Por isso, a escola religiosa necessita ter parâmetros definidos para a sua qualificada educação, orientando-se sempre pelos ensinamentos da Sagrada Escritura.
É missão de uma escola confessional cristã exercer a imprescindível tarefa de ensinar que a dignidade maior do ser humano é ser filho de Deus. Eis a mensagem prioritária a ser transmitida nos colégios. Esse entendimento – que gera respeito na construção de um mundo justo e solidário – será sempre um vetor para impulsionar a sociedade rumo à superação de preconceitos e discriminações. Assim, será possível entender as diferenças como riquezas que se revelam na participação de todos, com suas contribuições e singularidades. A educação para a igualdade humana é primordial. Mas, é um caminho bem diferente do que pretendem certas doutrinas não condizentes com cristianismo, fundamentadas em princípios materialistas. Há propostas e projetos de família que negam valores básicos e essenciais, originando desrespeito, afronta e prejuízos. Várias vezes, o episcopado brasileiro tem sinalizado: “É inaceitável tudo o que é contrário ao plano de Deus”. Essa indicação convoca todos a permanecerem vigilantes, particularmente em relação à qualidade e às abordagens pedagógicas em processos educativos. No que tange especificamente à ideologia do gênero, naquilo que é agressão à essência da pessoa, vale citar Bento XVI: “Se não somos o criador de nosso corpo e dono de nossa vida, não podemos [a nosso bel prazer] modificar o que não é nosso”.
A escola confessional, apesar de obedecer às normas e parâmetros da sociedade civil, não poderá renunciar a seu inalienável compromisso de educar, a partir da identidade balizada nos princípios humanistas. Deverá dedicar-se constantemente à avaliação de conteúdos formativos que trabalhem o caráter e orientem as condutas. Nem sempre é fácil elaborar métodos pedagógicos adequados, pois essa é uma tarefa sempre passível das ameaças de indevidas parcialidades. Mas, é inarredável a convicção de que o cristianismo rejeita doutrinas e ideias que afrontam o ser humano, semelhança do Divino. Uma escola cristã deve manter aquilo que a singulariza: oferecer uma formação delineada na axiologia do Evangelho. Lembrar-se-á sempre daquilo que expressou o apóstolo Paulo: “Vai chegar um tempo em que muitos não suportarão a sã doutrina e se cercarão de [falsos] mestres, segundo os seus desejos” (2Tm 4, 3).

Progressistas mostram força e Rárika se destaca na articulação

O Grupo de suplentes que vem tirando o sono dos políticos de Parnamirim segue fortalecido com o pensamento dos seus líderes: de cada vez mais assumir uma postura ética e de compromisso com o bem comum. Integrante desse grupo, a filósofa Rárika Bastos, afirma “Se não for para ter respeito e compromisso, nem venha pra cá”, a suplente diz que é possível fazer política com seriedade e com políticas públicas, ainda, destaca que não entra em partido com vereador.
O presidente municipal do Partido Progressista (PP), Professor Ricardo Wagner, reforça: “Depois de anos na política, afirmo que o nosso partido é o melhor para Parnamirim”.
Uma fonte bem próxima ao PP informou que nas reuniões do partido a conhecida articuladora e defensora da união do grupo, a suplente Rárika Bastos, se mantém firme no seu propósito de fazer o projeto ser bem sucedido com a eleição de dois ou mais nomes, posteriormente, o grupo irá definir outros nomes importantes para as eleições de 2022, pois, entende que Parnamirim precisa ser pensada no hoje para o futuro e não, apenas, para atender os interesses pessoais daqueles dominados, tão somente, pela ganância do poder que em decorrência disso não conseguem construir um projeto em grupo para o desenvolvimento da nossa cidade.