Paulo Guedes cancela viagem à Europa por recomendação médica

Futuro ministro da Economia de Jair Bolsonaro participaria de seminário na Espanha para apresentar a agenda econômica do próximo governo para investidores interessados no Brasil.

Paulo Guedes, futuro ministro da Economia do governo de Jair Bolsonaro — Foto: Adriano Machado/Reuters

O futuro ministro da Economia, Paulo Guedes, cancelou uma viagem que faria para a Espanha, nesta semana, por recomendação médica. Ele participaria de seminário para apresentar a agenda econômica do governo de Jair Bolsonaro (PSL) para investidores interessados no Brasil.

Paulo Guedes cancelou a ida ao encontro devido a uma infecção viral nas vias respiratórias, segundo informou a assessoria de imprensa do governo de transição.

O médico do futuro ministro recomendou repouso absoluto e desaconselhou viagens de avião nesta semana. Com isso, ele também não deve viajar a Brasília onde participa de reuniões semanais na sede do governo de transição, no Centro Cultural do Banco do Brasil (CCBB).

Na Espanha, Paulo Guedes faria palestra no evento “Grandes desafios da América Ibérica”, organizado em Madri pela Fundación Internacional para la Libertad, presidida pelo escritor Mário Vargas Llosa.

No seminário, está mantida a participação do futuro ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro. O ex-juiz fará palestra no painel “Brasil, principais alinhamentos do novo governo”, mediado por Vargas Llosa.

Crédito: Portal G1

Janaina Paschoal pode ter contas da campanha eleitoral reprovadas

Justiça recomenda desaprovação de contas da deputada estadual eleita Janaina Paschoal (PSL). Caso a reprovação seja confirmada, advogada poderá ser impedida de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp)

Janaina Conceição Paschoal (reprodução)
Deputada estadual eleita com mais votos na história do Brasil, a advogada Janaina Paschoal teve a sua prestação de contas negada pela Justiça Eleitoral. O caso ainda será analisado por um relator, que decidirá se levará em frente a denúncia. Caso isso aconteça, ele poderá ser impedida de assumir uma cadeira na Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp).

Janaina Paschoal recebeu 2.060.786 votos nas eleições de 2018, ficando no primeiro lugar. A então candidata do PSL, mesmo partido de Jair Bolsonaro, teve mais de quatro vezes mais votos do que o segundo colocado, Arthur Mamãe Falei (DEM), que recebeu 478.280 votos.

Segundo a análise técnica da Seção de Contas Eleitorais, a advogada não entregou relatórios no prazo estipulado indicando a arrecadação de R$ 18,5 mil durante a sua campanha. Além disso, faltam documentos que provem a prestação de serviços de dois funcionários que, juntos, teriam recebido R$ 4 mil.

No site da Justiça Eleitoral consta que Janaina Paschoal recebeu, em sua campanha, R$ 65 mil. Valores que foram declarados como sendo R$ 58,5 mil de recursos próprios e outros R$ 6,6 mil vindo de doação do PRTB. O partido fez parte da coligação de Jair Bolsonaro e, inclusive, indicou o General Hamilton Mourão como vice e Rodrigo Tavares como candidato ao governo de São Paulo, mesmo estado pelo qual a advogada se elegeu.

Por meio de seu Twitter, a deputada eleita declarou que todo o dinheiro que usou na campanha é seu e que as pessoas que trabalharam no período eleitoral assinaram contratos que foram enviados ao escritório que fez a prestação de contas.

“Estranhei muito a informação de perda de prazo, pois tomei o cuidado de contratar especialistas em direito eleitoral. Já liguei para o advogado, que me assegurou que apresentou todos os documentos no prazo (…).Estou muito chateada. Fiz questão de não receber doações, nem públicas, nem privadas. Fiz uma campanha enxuta com recursos próprios. Fiz questão de contratar um escritório para fazer minha prestação de contas. (…). Para aqueles que estejam interessados, declaro que todos os documentos estão à disposição”, escreveu Janaina Paschoal.

A professora de direito penal da Universidade de São Paulo (USP) já declarou que pretende concorrer à presidência da Alesp em 2019 . Caso não consiga, gostaria de se tornar a líder do PSL na Assembleia.

A advogada ganhou fama por ser uma das autoras do pedido de impeachment da então presidente Dilma Rousseff em 2015. No ano seguinte, participou de debates e deu depoimento na comissão especial da Câmara que analisava o impedimento da petista na Presidência da República.

Janaina Paschoal se filiou ao PSL e chegou a receber convites para ser candidata a vice-presidente na chapa com Jair Bolsonaro, mas, alegando que não poderia deixar São Paulo pelos próximos quatro anos, preferiu lançar a candidatura a deputada estadual.

Créditos: Pragmatismo Politico

Ministério do Trabalho será dividido entre Justiça, Economia e Cidadania, diz Onyx

Futuro chefe da Casa Civil afirmou em entrevista que atual pasta deixará de existir no governo Bolsonaro. Segundo ele, Sérgio Moro será responsável pela concessão de cartas sindicais.

O ministro da transição e futuro ministro-chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni (DEM-RS) — Foto: Fátima Meira/Futura Press/Estadão Conteúdo

Ministro que coordena a transição e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni afirmou nesta segunda-feira (3) que o Ministério do Trabalho deixará de existir no governo de Jair Bolsonaro. A atual estrutura da pasta, segundo ele, será dividida entre os ministérios da Justiça, da Cidadania e da Economia.

Lorenzoni explicou o destino do Ministério do Trabalho durante entrevista à Rádio Gaúcha. Ele foi indagado se a pasta no formato atual desparecerá e confirmou a informação, mas ressaltou que as “funções” do Trabalho permanecerão em outros ministérios.

“O atual Ministério do Trabalho, como é conhecido, ele ficará uma parte no ministério do doutor Moro, outra parte com Osmar Terra e outra parte com Paulo Guedes”, disse.

Lorenzoni explicou a divisão do Ministério do Trabalho. A pasta da Justiça, comanda por Sérgio Moro, cuidará da concessão de cartas sindicais. É possível que a fiscalização do trabalho escravo também fique com Moro, disse.

De acordo com Lorenzoni, a estrutura que lida com políticas ligadas ao emprego ficará uma parte no Ministério da Economia, cujo titular será Paulo Guedes, e outra parte na pasta da Cidadania, com Osmar Terra de ministro.

Trabalho
O destino do Ministério do Trabalho teve idas e vindas desde a vitória de Bolsonaro na eleição presidencial. O presidente eleito afirmou que a pasta seria incorporada por outro ministério e, depois, voltou atrás ao declarar, no dia 13 de novembro, que a pasta manteria o status de ministério.

“O Trabalho vai continuar com status de ministério. Não vai ser secretaria, não. … Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status”, afirmou naquela data.

Com a posição apresentada por Lorenzoni, prevaleceu a primeira opção. Até o momento, Bolsonaro anunciou 20 ministros e deve definir nos próximos dias os titulares das pastas do Meio-Ambiente e dos Direitos Humanos.

Crédito: portal G1

General Girão voltando ao campo de batalha e de olho no executivo

O deputado federal eleito General Girão do PSL, partido do presidente Jair Bolsonaro, foi o federal mais votado na última em Parnamirim, obtendo 10.799 votos. Com o bom desempenho nas urnas do militar da reserva e gozando de prestígio no plano nacional, poderá pensar em disputar um cargo de prefeito. Entretanto, alguns observadores da política potiguar, vem comentando que o voo do General Girão não irá aterrissar na cidade trampolim da vitória em 2020, e sim no elefante velho de guerra em 2022. Para isso acontecer, dependerá de sua atuação no exercício do mandato para se credenciar a uma disputa e ainda contar com o apoio do amigo Bolsonaro na presidência, caso esteja bem avaliado, considerando um fracasso na gestão da governadora Fátima Bezerra. Muita coisa precisa acontecer e ainda teremos muito tempo pela frente.

Deputada Estadual Cristiane Dantas poderá disputar prefeitura de Parnamirim


Nos corredores do poder, comenta-se que a Deputada Cristiane Dantas poderá ser candidata a prefeita de Parnamirim com o apoio do solidariedade. Essa ideia ainda não está totalmente fechada, mas já faz parte das conversas reservadas do vice-governador Fábio Dantas que prefere não tornar público o seu projeto político pra 2020. Tudo está sendo milimetricamente sendo planejado e já contaria com o apoio do deputado Kelps Lima que indicaria o vice na chapa encabeçada por Cristiane. A maior dificuldade nesse momento é convencer a deputada sobre a viabilidade desse projeto e montar uma nominata pra eleger três vereadores: Paulão Jr, Pastor Alex e Binho de Ambrósio.