Uma idosa de 67 anos engoliu um pedaço de arame que estava misturado com farinha e ficou com o objeto preso no esôfago, no fim da manhã de segunda-feira (25), segundo familiares. O caso aconteceu em São Miguel, no Alto Oeste potiguar.
A paciente segue com o objeto preso na garganta, na manhã desta terça-feira (26), de acordo com a família. Após o engasgo, por volta das 11h da segunda (25), enquanto almoçava, a mulher foi levada para um hospital de São Miguel, onde os profissionais constataram a presença do arame por meio um exame de raio-x.
Ainda segundo a família, ela foi transferida para o hospital regional de Pau dos Ferros. Na cidade, ela passou por um exame de endoscopia, em uma clínica privada, mas os profissionais não conseguiram retirar o objeto.
Depois disso, a idosa foi enviada para o Hospital Walfredo Gurgel, em Natal, onde chegou na madrugada desta terça-feira (26), por volta das 2h. A distância entre São Miguel e Natal é de mais de 430 km.
Um carro capotou ao colidir com uma caminhonete carregada de espigas de milho na BR-101, em Emaús, no município de Parnamirim, na manhã desta segunda-feira (25).
Segundo testemunhas, a caminhonete estava parada por problemas mecânicos, mas o motorista ainda não tinha sinalizado o local. O carro que seguia atrás, colidiu com o veículo parado e capotou. Com a colisão, a caminhonete carregada de milho subiu no canteiro central da pista. O condutor do carro que capotou teve ferimentos leves.
A Polícia Rodoviária Federal (PRF) iniciou a perícia no local.
A Frente Parlamentar em defesa da Criança e do Adolescente da Câmara Municipal de Natal promoveu na última sexta-feira, em mais uma edição do projeto Escola na Frente, uma palestra cujo tema abordou a prevenção ao suicídio na Escola Estadual Cônego Luiz Wanderley, em Lagoa Nova.
A atividade fez alusão ao Setembro Amarelo. Cerca de 100 alunos na faixa etária de 16 a 17 anos participaram da palestra da psicóloga Helena Oliveira.
“A edição do Projeto Escola na Frente desse mês tem a temática do Setembro Amarelo, mês de conscientização, para que a gente possa falar com a comunidade escolar sobre as formas de prevenção, tanto dos traços de ansiedade, de automutilação, até a situação mais extrema que é o suicídio. Infelizmente, cada vez mais tem vitimado nossos jovens, nossas crianças, nossos adolescentes”, destacou a vereadora Júlia Arruda (PCdoB).
A psicóloga Helena Oliveira descreveu o encontro como uma oportunidade de se falar em prevenção. “Precisamos falar sobre o suicídio, entendendo isso como uma realidade social e, ao mesmo tempo, sem gerar gatilhos intensos que possam promover alguma afetação mais profunda. Então, quando falamos sobre o suicídio, falamos também sobre identificar questões de sofrimento mental, abordando questões sociais, preconceitos, bullying. Toda essa realidade social que faz com que os jovens cada vez mais estejam em extremo sofrimento e não consigam acessar recursos de falar sobre, de acesso à profissionais qualificados para isso. Então, tivemos esse sentido de orientação”, destacou.
Para o estudante Everton Leandro, do 9º ano, abordar esse assunto em sala de aula é uma oportunidade para entender mais sobre questões da saúde emocional. “Na minha opinião, na escola deveria ter um espaço, uma sala com psicólogos, para a pessoa se consultar, se abrir, porque aqui infelizmente não tem. Mas para mim deveria ter”, falou.
Câmara Municipal de NatalTexto: Phablo Galvão Foto: Lorena Veríssimo
O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, emitiu uma nota oficial para expor as providências tomadas acerca das manchas de óleo encontradas na praia de Camurupim, município de Nísia Floresta, litoral Sul do Rio Grande do Norte, no último sábado.
Para esta segunda-feira (25), estão planejadas ações, como: inspeção de dutos de plataformas; envio de amostras ao Centro de Pesquisas Leopoldo Américo Miguez de Mello (CENPES); elaboração de relatório e contato com o IDEMA para oferecer apoio em sobrevoo e limpeza das praias.
Ex-senador do RN, Prates indicou que ainda no sábado solicitou inspeção em plataformas, mas não foram observados indícios de vazamento de óleo. Além disso, ordenou sobrevoo na área e não foram identificados quaisquer vestígios do material.
Os resíduos foram encontrados em uma faixa de areia de aproximadamente 400 metros de extensão na manhã deste sábado (23). De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente e Urbanismo de Nísia Floresta, a limpeza começou no início da tarde. De acordo com o Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente (IDEMA), existe a possibilidade do material ser o mesmo do encontrado em 2019/2020 no litoral potiguar, no entanto, a confirmação só será possível após análise.
Equipes da Marinha do Brasil e do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais (Ibama) também estiveram no local para recolher os resíduos para análise.
Confira nota na íntegra:
SOBRE ÓLEO NAS PRAIAS
A respeito de óleo encontrado nas praias, de origem ainda não identificada, como parte do dever de diligência que nos cabe, ontem mesmo (sábado), tomar conhecimento das ocorrências, solicitei às nossas equipes da Petrobras as seguintes providências:
1. Inspeção nas Plataformas PAG-1, PAG-2, PAG-03, PBIQ-01 e Pescada.
– Não foram observados indícios de vazamento de óleo.
– Plataforma PAG-01: Sem anormalidades.
– Plataforma PAG-02: Sem anormalidades.
– Plataforma PAG-03: Sem anormalidades.
– Plataforma PBIQ-01: Sem anormalidades.
– Plataforma de Pescada: Sem anormalidades.
2. Sobrevoo da Área.
– Durante o sobrevoo, não foram identificados quaisquer vestígios de óleo.
– Será realizado outro sobrevoo no dia seguinte.
3. Coleta de Amostras do Óleo.
AÇÕES PLANEJADAS:
1. Inspeção do Duto de 26″ de Pescada.
– Prazo para conclusão: 25/09.
2. Envio de Amostra do Óleo para Análise no CENPES.
– Prazo para conclusão: 25/09.
3. Elaboração de Relatório Detalhado das Ações Tomadas pela Petrobras.
– Prazo para conclusão: 25/09.
4. Contato com o IDEMA para Oferecer Apoio em Sobrevoo e Limpeza das Praias.
– Contato agendado para a manhã desta segunda-feira.
Um homem passou mal e teve convulsões durante uma trilha no Pico do Tororó, em Currais Novos, na manhã do último domingo. O Corpo de Bombeiros Militar foi acionado para atender uma ocorrência após seus amigos acionarem o regate, que foi realizado com sucesso. De acordo com o Corpo de Bombeiros, a vítima foi atendida e passa bem.
O Pico do Tororó está localizado a aproximadamente 10 km do centro da cidade de Currais Novos e faz parte do Geoparque Seridó, que abrange uma área de 2,8 mil quilômetros quadrados em seis municípios do Seridó potiguar.
O padre Gleiber, conhecido por realizar leilões enquanto se balança em uma rede, sofreu uma queda durante uma transmissão na qual fazia mais um leilão.
“Em cuja rede eu não me balanço, eu também não permaneço”, disse o sacerdote logo após se levantar. “Quando arrocharem o armador com força eu voltarei!”, exclamou logo em seguida.
O próprio padre postou o vídeo em suas redes sociais e fez alguns versos sobre o episódio:
A REDE CAIU, mas estou inteiro, foi este o primeiro leilão que ruiu. O padre saiu, mas eu vou voltar p’ra me balançar em bom armador. Só sinto a dor de não leiloar!
Um policial militar da Companhia de Patrulhamento em Áreas Rurais salvou um bebê de apenas 13 dias de vida, na zona Norte de Natal. A criança teria se engasgado durante a amamentação, na tarde do último sábado.
Segundo informações da PM, a viatura da Polícia Militar foi acionada por um motociclista que testemunhou o desespero dos pais em busca de socorro. O bebê estava desacordado e não respirava. Um dos policiais viu a situação da criança e realizou uma manobra para desobstruir as vias aéreas. A criança expeliu o líquido pela boca e chorou em seguida.
Após o atendimento pré-hospitalar, o recém nascido foi levado pela viatura para o Unidade de Pronto Atendimento do Pajuçara, onde permaneceu internado em observação.
Segundo dados da Organização Mundial da Saúde (OMS) divulgados nesta semana, a hipertensão arterial afeta um em cada três adultos no mundo. De acordo com o relatório sobre os efeitos globais da pressão alta, cerca de 80% dos diagnosticados com a condição não têm tratamento adequado.
Além da falta de exercício, múltiplos fatores podem provocar a disfunção, como afirma o cardiologista do Hospital Sírio Libanês, Dr. João Vicente da Silveira: “A grande maioria dos hipertensos são de característica genética, familiar, hereditária e vários fatores contribuem para a pressão alta, como vida sedentária, obesidade, envelhecimento, tabagismo, uso abusivo de álcool, uso crônico de álcool e níveis elevados de açúcar no sangue, colesterol e triglicérides, o stress crônico”.
Os dados mostram que o número de pessoas que vivem com hipertensão praticamente dobrou entre 1990 e 2019, passando de 650 milhões para 1,3 bilhão. Quase a metade deste total não sabe que tem a condição. O relatório ainda aponta que aproximadamente quatro em cada cinco pessoas com pressão alta não recebe tratamento adequado.
As estimativas apontam que, se todos os países conseguissem expandir a cobertura médica de acompanhamento, 76 milhões de mortes poderiam ser evitadas entre 2023 e 2050. Para que isso aconteça, é necessário que a população busque pelos médicos de maneira preventiva.
A hipertensão pode ser facilmente tratada com medicamentos seguros, amplamente disponíveis e de baixo custo, muitos distribuídos por programas do governo. No entanto, quando não tratada, a condição pode levar a uma série de complicações e doenças cardíacas. A cada hora, mais de mil pessoas morrem vítimas de derrames e ataques cardíacos. De acordo com a OMS, a maioria destas ocorrências se dá em função de um quadro prévio de pressão alta.
Marcelo Alves Dias de Souza – Procurador Regional da República e Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Na semana passada, tratei aqui da contaminação do discurso jurídico, no seu próprio ambiente – grosso modo, nos autos –, por um tipo disfarçado de ficção, um “direito contado”. Falei dos discursos dos profissionais do direito em seus métiers, sobretudo aqueles produzidos por personagens membros do Ministério Público e juízes. Sugeri que eles entronizaram a famosa assertiva de Ost, de que “do relato é que advém o direito”, para fazer um uso deveras errado dela.
A partir desse texto, nos grupos de WhatsApp da Academia de Letras e da Academia de Letras Jurídicas norte-rio-grandenses, recebi uma provocação do meu professor de introdução ao estudo do direito, Ivan Maciel de Andrade, com o seguinte teor: “e o fenômeno chamado ‘bias’ – em que medida interfere no ‘livre convencimento’ ou na ‘persuasão racional’ do julgador?”.
A resposta é: numa grande medida. Sabemos disso desde os tempos do realismo jurídico americano, sobretudo na sua segunda fase, quando seus líderes, entre eles Jerome Frank (1889-1957) e Karl Llewelyn (1893-1962), desmascararam a doutrina tradicional, segundo a qual os juízes decidiam apenas aplicando as normas/regras mencionadas nos seus pronunciamentos, para também colocar na ribalta, como razão determinante da tomada de decisões, as preferências políticas ou morais do julgador. A norma jurídica formalmente escolhida/apresentada seria apenas a racionalização de uma decisão já “preconceituosamente” tomada.
Nem tanto ao céu, nem tanto à terra, reconheço que tomamos decisões baseados numa miríade de razões/fundamentos, somente alguns dos quais são racionais ou mesmo conscientes. Os passos na elaboração de uma decisão são complexos e não óbvios. Acho que é impossível nos vermos totalmente livres dos nossos preconceitos, bias ou mesmo ideologias ao tomarmos qualquer decisão. Na vida cotidiana, certamente. E na atividade ministerial/judicante também.
Phillip J. Cooper (em “Public Law and Public Administration”, F. E. Peacock Publishers, 2000), com base nas ideias do legal realism, dá um resumo: “O Direito consiste em um conjunto de decisões tomadas por pessoas no poder. Essas decisões não são necessariamente racionais. Os juízes têm preferências e valores, e suas decisões, bem ou mal, são afetadas por características herdadas ou adquiridas que eles trazem para a magistratura. O comportamento dos juízes também é afetado, especialmente em tribunais, pelo fato de que tais cortes são órgãos colegiados que operam com toda a força e todas as fraquezas impostas pela dinâmica de pequenos grupos”.
De toda sorte, acredito que podemos – e, mais do que isso, devemos –, como profissionais do direito, minorar a influência dos nossos preconceitos, bias ou ideologias nas nossas decisões. Devemos tentar ser independentes de nós mesmos, quero dizer. Aliás, diferentemente do homem comum, o juiz/promotor deve ser treinado para isso. Julgar é o métier deles. E há instrumentos para minorar essa “influência de si mesmo”. A lei serve para isso. Os precedentes também.
Nesse ponto, nunca deixo de mencionar a lição de Andrés Ollero Tassara (em “Igualdad en la aplicación de la ley y precedente judicial”, Centro de Estudios Constitucionales, 1989): “Dentro de uma apresentação estritamente técnica da função de aplicação das normas, a ‘independência’ indicava a subtração a qualquer imperativo ou fonte de pressão, alheios ao processo técnico (‘políticos’, para reduzir o tópico). O juiz não deve depender de ninguém, e só se reconhecer submetido ao texto legal. O problema surge quando se torna evidente que não há tal aplicação técnica sem prévia interpretação valorativa; nela os juízos encadeiam-se inevitavelmente com juízos prévios, que marcam uma dependência peculiar do juiz: de si mesmo e de tudo o que compõe seu horizonte interpretativo, pessoal e dificilmente transferível. Esta dependência do juiz do seu próprio entorno, juntamente com o caráter mais ou menos aberto, mas sempre histórico do sentido do texto legal, explica a pluralidade interpretativa que os diversos órgãos acabam produzindo. A hierarquização processual ajudará a reduzir essa dependência judicial, suavizando-a. Prescindindo dessa e de outras instâncias de controle, entre as quais o respeito ao precedente (exigido pela igualdade) ocupa lugar destacado, não se faria homenagem alguma à independência de uma subjetividade cuja eliminação é tão utópica como indesejável, dado que, sem tais juízos prévios, nunca haveria juízo algum. Vincular o juiz ao precedente [à lei parece mais que óbvio] é obrigá-lo a controlar seus próprios juízos prévios em diálogos com juízos próprios e alheios. Assim se tornará mais dono de si mesmo e aumentará também a dimensão de sua independência; porque nada corrói mais a confiança na Justiça do que as aparências de arbitrariedade (‘independência’ sem controle) nos responsáveis por realizá-la”.
Por fim, admitindo como uma realidade a impossibilidade de uma decisão pura, livre de quaisquer preconceitos/bias, o que vejo hoje é uma hiperinflação das ideologias. Para um lado e para o outro, a todo redor, diga-se de passagem. E isso é péssimo.
Marcelo Alves Dias de Souza Procurador Regional da República Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL
Fábio Araújo – secretário de Tributação de Parnamirim
O secretário de Tributação de Parnamirim, Fábio Araújo, foi o entrevistado desse sábado (23), no Programa “A voz da Liberdade”, apresentado pelos jornalistas Gilson Moura e Rannier Lira.
Na agradável conversa Fábio falou sobre a sua trajetória discutindo alguns assuntos relacionados à tributação do município e afirmou, com fervor, que é eternamente grato ao governo Taveira, expressando toda a sua lealdade ao chefe municipal.
No quadro “Caixa Preta”, ele disse NÃO para a liberação das drogas e SIM para o ministro Alexandre de Moraes, concordando com suas decisões e alegando que as pessoas devem ter respeito pela maior corte do Brasil.
Clique AQUI, para conferir a entrevista na íntegra e saber quem mais recebeu um NÃO do secretário Fábio Araújo!
O concurso 2636 da Mega-Sena sorteia, neste sábado (23), um prêmio estimado em R$ 40 milhões. As seis dezenas serão anunciadas a partir das 20h, no Espaço da Sorte, em São Paulo.
As apostas podem ser feitas até as 19h em casas lotéricas ou pela internet. O volante, com seis números marcados, custa R$ 5, enquanto o bilhete com sete dezenas assinaladas sai por R$ 32.
Haverá transmissão ao vivo pelas redes sociais das Loterias Caixa no Facebook e pelo canal da Caixa no YouTube.
O Prefeito de Parnamirim, Rosano Taveira, e a secretária municipal de saúde, Luciana Guimarães, realizaram na manhã desta sexta-feira (22) uma vistoria na nova Unidade Básica de Saúde, no bairro de Bela Parnamirim. A UBS será inaugurada nos próximos dias e está em fase final de obras e montagem de consultórios e demais equipamentos das instalações.
A nova unidade Maria Rosalba Cruz contará com três consultórios médicos; três salas de enfermagem e mais três de odontologia, além de amplas salas de reunião, espaço dos agentes de saúde, sala de regulação, recepção ampla e climatizada, farmácia e demais setores comuns a todas as UBSs.
Foto: Ney Douglas
O prédio da nova unidade foi totalmente reformado e adaptado para receber a UBS Bela Parnamirim, que atende mais de 11 mil usuários na região.
A visita também foi acompanhada pelo deputado estadual Taveira Júnior; presidente da Câmara dos Vereadores, Wolney França; chefe de gabinete, Homero Grec; pelo secretário de Obras Públicas, Josuá Neto; e pela adjunta da Saúde, Elizabeth Carrasco; entre outros secretários municipas, vereadores e assessores.
Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM (Marciano Costa) Foto: Ney Douglas
Quase três quartos (72%) dos brasileiros se dizem contrários à legalização da maconha para uso geral, incluído o recreativo. Parece haver aí uma mudança significativa em relação a outra pesquisa Datafolha, de 2018, quando 66% declararam que fumar maconha deveria continuar proibido.
O instituto entrevistou desta vez 2.016 maiores de 16 anos, nos dias 12 e 13 de setembro, em 139 municípios de todo o Brasil. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.
As formulações das perguntas são diferentes, o que dificulta comparação direta para concluir, com segurança, que aumentou a parcela da população contrária à legalização. “Fumar”, afinal, poderia ser interpretado como descriminalização só do porte e não da venda da cânabis.
A legalização do emprego da maconha como remédio, de resto, conta com amplo apoio dos entrevistados: 76% são a favor, e 22% contra. Há 1% de indiferentes e 2% sem opinião (a soma de percentuais ultrapassa cem, em certos casos, por força de arredondamentos).
Uso medicinal
Mero 1% da população amostrada pelo Datafolha afirma estar usando no momento algum medicamento à base de cânabis, e 2% já o fizeram. Ou seja, 97% nunca recorreram a preparados com canabidiol (CBD), tetra-hidrocanabinol (THC) e outros componentes da planta psicoativa, que vêm sendo receitados para condições como certos tipos de epilepsia.
Apesar disso, é alto o grau de informação relatado a respeito da maconha medicinal. Um total de 85% declarou ter certo conhecimento sobre o assunto, com 32% dizendo estar bem informados, 42% mais ou menos e 11% mal informados. Outros 13% afirmaram desconhecer o tema completamente, e 2% preferiram não opinar.
Em coerência com o elevado apoio à maconha medicinal, 2 de 3 brasileiros (67%) defendem autorizar o plantio de cânabis para produzir remédios no Brasil. Embora esses medicamentos já estejam à venda por aqui, depois de licenciados pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) a partir de 2015, o cultivo para obter matéria-prima de uso farmacológico segue proibido por lei.
Existem apenas decisões judiciais, algumas delas do Superior Tribunal de Justiça (STJ), autorizando o plantio. As contempladas são em geral associações de pacientes e familiares, que ganham processos movidos com base no direito constitucional à saúde.
Uso recreativo
O Datafolha perguntou, em relação mais direta com o uso recreativo, se os entrevistados eram a favor ou contra descriminalizar o porte de pequenas quantidades de maconha. Ou seja, deixar de tratar como delitos e de aplicar penas a quem é flagrado com volumes para consumo pessoal.
Hoje a lei não fixa critério quantitativo para isso, e, como resultado, magistrados terminam condenando vários usuários à prisão como traficantes. De 2005 a 2022, aumentou de 14% para 30% a proporção de encarcerados por tráfico.
Informados de que o Supremo Tribunal Federal (STF) está julgando um caso que pode descriminalizar a posse de pequenas quantidades de maconha, 61% disseram ao Datafolha ser contrários a deixar de considerar o porte como crime. Só 36% apoiam a proposta, que contava cinco votos favoráveis de ministros quando o julgamento foi paralisado há um mês.
Só os brasileiros mais ricos, com renda superior a dez salários mínimos, apoiam majoritariamente (55%) a descriminalização da posse. Outro contingente que chega perto disso são os jovens de 16 a 24 anos, com 50%.
Entre os que têm renda menor que dois salários mínimos, menos de um terço (32%) se declara a favor da descriminalização. Entre evangélicos, a parcela é menor ainda: 27%.
A fronteira divisória, aí, é claramente moral, ou ideológica. Dos entrevistados que declararam voto no presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), 45% se disseram a favor de descriminalizar pequenas quantidades, contra 23% entre os que votaram em Jair Bolsonaro (PL); os contrários a isso são, respectivamente, 52% e 75% —maioria contra a descriminalização, nos dois casos.
Santuário dos Santos Mártires fica no município de São Gonçalo do Amarante – Foto: Carla Nogueira
A Arquidiocese de Natal celebrará a festa dos Santos Mártires, no período de 24 de setembro a 3 de outubro, na comunidade de Uruaçu, no município de São Gonçalo do Amarante. No próximo domingo, dia 24, marcando a abertura da programação, serão celebradas quatro missas: às 5h, às 9h, às 10h30 e às 19 horas.
Nos demais dias, a programação será a seguinte: 5h, celebração de missa; às 12h, recitação do terço de São Mateus Moreira; das 15h às 17h, acampamento cultural e, às 19h, missa.
Programação de encerramento
No dia 3 de outubro, feriado no estado do Rio Grande do Norte, a programação da festa será intensa, iniciando às 5 horas da manhã, com a celebração eucarística, presidida pelo Padre Alexsandro de Lima Freitas, transmitida pela TV Canção Nova.
Às 6 horas, terá início a 3ª meia maratona e caminhada dos Santos Mártires, saindo do Santuário, em Uruaçu. Ainda, no início da manhã, também serão realizadas duas caminhadas, sendo uma saindo da Igreja Matriz de Macaíba e outra da Igreja Matriz de São Gonçalo do Amarante, ambas com destino ao Santuário dos Mártires.
Também, pela manhã, serão celebradas mais três missas: às 7h, às 9h e às 10 horas. Às 14h30, haverá a recitação do Terço da Misericórdia, conduzida pelo Padre Alexsandro Freitas e missionários da Comunidade Canção Nova. Às 16 horas, será realizado show com o Padre Fábio de Melo, e, às 18 horas, missa solene, presidida pelo administrador apostólico da Arquidiocese de Natal, Dom Jaime Vieira Rocha. A recitação do Terço da Misericórdia e a missa de encerramento serão transmitidas pela TV Canção Nova.
Mártires foram canonizados em 2017
Os Santos Mártires André de Soveral, Ambrósio Francisco Ferro, Mateus Moreira e companheiros foram beatificados pelo Papa João Paulo II, em 5 de março de 2000, e canonizados pelo Papa Francisco, em 15 de outubro de 2017, na Praça de São Pedro, no Vaticano. No calendário litúrgico da Igreja Católica, a festa dos Santos Mártires de Cunhaú e Uruaçu é celebrada em 3 de outubro.
O dr. Edivaldo Nascimento, filho de Nísia Floresta, vem tocando o projeto social de apoio a população carente da cidade há cerca de 8 anos e encontrou na área da saúde, uma forma de ajudar os mais necessitados. Essa semana, uma verdadeira demonstração de carinho foi dada pela população da colônia do pium com o médico Dr. Edivaldo que completou mais um ano de vida. Esse momento serviu também para a população reafirmar o apoio a sua pré candidatura a prefeito de Nísia Floresta.
Dr. Edivaldo, recebeu diversas lideranças políticas e comunitária em sua casa para um almoço e o assunto em todas as rodas era a campanha de 2024, tendo o médico como cabeça de chapa na eleição majoritária.
O trabalho do Dr. Edivaldo Nascimento vem sendo aceito pela população e repercutindo em todos os cantos da cidade. O médico deixou claro que continua pré candidato e irá dialogar com o povo e com os políticos para viabilizar uma alternativa de poder aonde à população seja ouvida e tenha seus direitos respeitados pelo município.