Câmara abre ano legislativo e Prefeito Taveira presta contas à população

A Câmara Municipal de Parnamirim deu início aos trabalhos do poder legislativo na cidade.
O presidente da câmara Wolney França, juntos com os vereadores, recebeu o prefeito Rosano Taveira para prestar contas à população das ações realizadas pela Prefeitura de Parnamirim.
A cerimônia contou com a presença de todos os vereadores, secretários municipais, a vice-prefeita Kátia Pires, servidores públicos e população em geral.
O gestor falou em importantes obras estruturantes para a cidade, às quais algumas já estão em andamento, e outras que ainda estão por iniciar, como a urbanização do centro da cidade e a construção do parque esportivo.
Pontos importantes para o município foram mencionados pelo prefeito também na área da saúde, como a reforma da UPA de Nova Esperança, para prestar assistência à população com mais qualidade.
A segurança também foi lembrada. Taveira mencionou a estruturação da Guarda Municipal com uma nova sede e a aquisição de 18 viaturas para a GM, entre automóveis e motocicletas.
O gestor finalizou suas palavras reafirmando o compromisso de sua gestão com os servidores. Taveira foi o prefeito que aprovou e iniciou a implementação dos planos de cargos para todas as categorias de servidores do município. Em 31 de janeiro de 2023, o executivo completou 71 meses de salários em dia.
Para não esquecer do assunto mais comentado na cidade nos últimos dias, o gestor adiantou que sua equipe está plenamente orientada a tratar do surgimento da água azul-turquesa, em Nova Esperança, levando em consideração a real possibilidade de o local se tornar um empreendimento turístico da cidade.
O presidente da Câmara Municipal, vereador Wolney França, parabenizou o prefeito e finalizou a sessão dizendo que a casa do povo está pronta para seguir trabalhando, em parceria com o executivo, na condução de Parnamirim a um futuro promissor, já que tanto a Câmara quanto a Prefeitura, trabalham em nome e em prol da população parnamirinense.

A política e a democracia

 


É muito bom constatar que a política volta, aos poucos, a ser o centro das nossas atenções. Entre as hipóteses de análise sobre o desastre humanitário dos últimos quatro anos, o que nos une é a certeza de que o fascismo e a extrema direita usaram, deliberadamente, o mote da necessidade da não política como opção para, contraditoriamente, fazer prevalecer sua vontade política. Uma estratégia perversa e calculada. Aproveitando o desgaste dos políticos, restou fortalecido entre os incautos um discurso da não política.

A despolitização foi um dos fatores que levou os fanáticos bolsonaristas a usarem celulares para se conectarem com os extraterrestres, a se apegarem à ideia esdrúxula de que as Forças Armadas seriam tutores da nação, a morarem em acampamentos fazendo vigília pelo fim da Democracia e a pedirem a intervenção militar como maneira de afastar os políticos. Enfim, uma verdadeira lavagem cerebral que, de maneira incoerente, pregava que eles tinham o direito de pedir a ruptura institucional, com a volta da Ditadura, pois usufruíam da liberdade de poder pedir qualquer coisa já que estavam numa Democracia! Sustentavam, bizarramente, que era possível usar a liberdade para acabar com a liberdade!

Para alimentar esse raciocínio maniqueísta e binário, era preciso ter um líder com um estilo construído cuidadosamente. E, na sistemática de dominação, estavam políticas ousadas de aniquilamento de todas as conquistas humanistas acumuladas ao longo do tempo. O trabalho feito pelos grupos durante o governo de transição demonstrou, com farta documentação, que o bolsonarismo teve como meta a destruição da ciência, da saúde, da educação, da segurança, enfim, de tudo que representava qualquer tipo de avanço humanitário.

Para consolidar essa perversa forma de governar, foi necessário investir na desinformação e na divisão da sociedade. A política leva à discussão, ao debate e à reflexão. O bolsonarismo aposta sempre na ruptura. Por isso mesmo, agora o Congresso tem no Senado figuras bizarras como Moro – o principal responsável pela eleição de Bolsonaro – e esta senadora Damares, que dispensa qualquer comentário. Mas é exatamente nesse mundo contraditório que devemos investir na volta da boa e velha política como maneira de resgatar os princípios que sustentam a Democracia.

O governo Lula completou um mês. E parece que esse mês teve 300 dias. Talvez, o retirar da venda que nos cegava, o desatar dos nós que nos manietavam e o fato de podermos respirar ares frescos e democráticos tenha feito uma verdadeira revolução entre o povo brasileiro. É a volta da esperança em dias melhores, numa normalidade que faça o país enfrentar a fome, o desemprego e a desesperança. E não tem melhor maneira de fazer esse enfrentamento do que apostar no debate livre e democrático, na discussão de ideias e no respeitar o olhar diferente.

Enfim, nada melhor do que fazer política. Aquela que coloca o interesse do povo brasileiro sempre em primeiro lugar. Para isso, precisamos afastar da sociedade o ódio e a violência que o bolsonarismo trouxe como alimento para se manter. E, forçoso reconhecer, não existe ninguém mais preparado para fazer essa mudança política do que o Presidente Lula. Vamos respirar e acreditar. O governo tem apenas 30 dias e a esperança e a alegria estão voltando. O mote é antigo, mas ainda serve: sem medo de ser feliz!

Como salientou Lula em seu discurso de posse: “Na luta pelo bem do Brasil, usaremos as armas que nossos adversários mais temem: a verdade, que se sobrepôs à mentira; a esperança, que venceu o medo; e o amor, que derrotou.

Fonte: poder 360

O terno, o poder e o deputado

 


Uma das vestimentas mais populares de todo o mundo, é o terno, conhecido por ser um símbolo de seriedade e profissionalismo, usado principalmente em empresas e instituições públicas.
Essa vestimenta e várias outras peças importantes na indústria da moda surgiu na França no século XVIII. Se você usa ou já usou terno sabe como é estar trajando essa peça “rica”, há um toque de charme e um sentimento de pessoa “bem-sucedida” visto pela nossa sociedade. Em Parnamirim, na posse do deputado estadual Taveira Júnior, surgiu um pequeno dilema, quem prometeu e não cumpriu com a promessa do terno da posse do deputado? O secretário de Defesa Social Cel Marcone Rodrigues disse durante a campanha que daria o presente ao filho do prefeito Taveira, só que naquela oportunidade, o vereador Vavá Azevedo atravessou a conversa e disse coronel quem dará esse presente serei eu, Marcone ficou tranquilo, pois Vavá é homem de palavra e claro, não iria deixar o seu irmão Taveira Júnior sem o presente. Acontece que no momento da posse, o deputado Taveira Júnior lembrou da conversa e claro cobrou, Marcone sorriu e Vavá falou grosso a palavra está mantida, podendo Taveira Júnior escolher a loja que seria um prazer vê-lo de terno da marca Aramis. Todos caíram na gargalhada, o prefeito Taveira ouvindo a conversa, gritou alto, quem deveria dar o terno para os vereadores era o deputado e ainda apontou a loja Shopee, onde comercializa produtos chineses e a risadaria foi maior ainda. A primeira Alda Lêda disse na verdade, quem deveria dar o terno era o prefeito da cidade, jogando a conta para o marido e o clima de alegria continuou no gabinete do deputado Taveira Júnior com todos sorrindo dessa história dos bastidores do poder.

LAGO AZUL Caern conclui análise da água aflorada em Parnamirim e atesta boa qualidade

A água que aflorou no bairro Nova Esperança, em Parnamirim, durante escavações de uma obra de Estação Elevatória de Esgotos, na quarta-feira passada (25), é de boa qualidade, sem qualquer traço de contaminação. A conclusão é do estudo feito no Laboratório Central da Caern, que apontou que a qualidade da água é semelhante à água proveniente dos poços tubulares localizados naquela área, responsáveis por parte do abastecimento da população da cidade.

O afloramento foi a uma profundidade de dez metros, decorrente do manancial de um aquífero suspenso no local. A cor azul, do local que ficou popularmente conhecido como “buraco azul”, é um fenômeno físico conhecido, sendo apenas o reflexo da luz branca do sol, já a água é transparente. A profundidade e a cor clara do fundo da lagoa também favorecem o aspecto azulado da água.

O superintendente de Operação e Manutenção da Caern, Ricardo Barros, explica que não é raro o registro de ocorrências como essa durante a realização de obras, nas quais águas subterrâneas afloram. Nesses casos, quando se trata de um aquífero, é necessário fazer o seu rebaixamento, a fim de que o trabalho de engenharia continue.

“É mais importante para a preservação do aquífero a construção da obra de esgotamento sanitário do que qualquer outra coisa. Sem esta obra acontecem contribuições de fossas ou lançamentos de esgoto no solo sem o devido tratamento”, esclarece o diretor técnico do Idema, Werner Farkatt.

A Caern, que atua como apoio técnico na obra, reforça a recomendação de que a população respeite o perímetro da obra por questões de segurança.

A Secretaria de Estado do Meio Ambiente e dos Recursos Hídricos (Semarh) reuniu, na tarde desta quarta-feira (1⁰), diretores e técnicos da Caern, Idema e Igarn para definir estratégias a serem alinhadas com a Prefeitura Municipal de Parnamirim.

Pacheco vence por 49 a 32 e é reeleito presidente do Senado

Pacheco (PSD) foi reconduzido à Presidência por mais um biênio
Governo Lula entrou em campo para garantir vitória de aliado; senador mineiro comandará a Casa até 2025
O senador Rodrigo Pacheco (PSD-MG) conquistou 49 dos 81 votos no Senado nesta 4ª feira (1º.fev.2023) e foi reconduzido para mais 2 anos na presidência da Casa. Com 32 votos, o ex-ministro Rogério Marinho (PL-RN) sai da disputa como o principal nome da oposição ao governo Lula no Congresso.

Diante do fortalecimento da candidatura bolsonarista na reta final, o Palácio do Planalto entrou em campopara conter traições nas fileiras de partidos aliados. A presença no plenário de ministros que se afastaram do Executivo para tomar posse como senadores e votar em Pacheco fez a diferença.

Com a reeleição de Pacheco, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) contará com um aliado para fazer avançar a pauta governista no Senado, com destaque para propostas na área econômica, como a reforma tributária prometida pelo ministro Fernando Haddad (Fazenda).

O mineiro já havia colaborado durante a transição de governo, em dezembro de 2022, para aprovar a PEC (proposta de emenda à Constituição) fura-teto, que não só garantiu o Auxílio Brasil de R$ 600 por mais um ano como encorpou o orçamento do Executivo em 2023 em mais de R$ 100 bilhões.

Marinho, por sua vez, tende a “perder ganhando”. Ao receber 32 votos para a presidência do Senado poucas horas depois de tomar posse para seu 1º mandato na Casa, o ex-ministro de Jair Bolsonaro (PL) se fortalece como um líder natural da oposição a Lula no Congresso e da direita como um todo.

Atentos a esse cenário, petistas dizem que eleição para a Mesa Diretora e governabilidade são assuntos diferentes. Torcem para que o fim do clima de eleição leve a uma reaglutinação em torno de Pacheco, que pode fazer a ponte de senadores oposicionistas com o Planalto –leia-se: orçamento de ministérios.

Uma das maiores preocupações dos governistas é com a possibilidade de Marinho usar seu estoque de votos para articular a criação de CPIs (Comissões Parlamentares de Inquérito) que causem desgaste para Lula.

A CAMPANHA

Como a eleição à presidência da Câmara estava virtualmente decidida em favor de Arthur Lira (PP-AL), a disputa no Senado extrapolou a Praça dos Três Poderes e tornou-se alvo de uma mobilização digital de bolsonaristas contra a recondução de Pacheco. A campanha virtual irritou senadores dos mais variados partidos.

Não à toa, os discursos dos principais concorrentes lembravam a polarização na eleição à Presidência da República em 2022: Pacheco falou muito sobre a “defesa da democracia” e Marinho, em retomar “a independência entre os poderes”.

O mote do senador potiguar foi o de enquadrar o STF (Supremo Tribunal Federal) por meio do “diálogo”. Aglutinou colegas que avaliam que a Corte, principalmente na figura do ministro Alexandre de Moraes, tem extrapolado suas prerrogativas em decisões nos últimos anos

Durante a campanha, Pacheco e Marinho adotaram estratégias diferentes. Até a última semana antes da eleição, o candidato incumbente preferiu “jogar parado”. Confiou no trabalho pregresso e entregou a articulação ao aliado Davi Alcolumbre(União Brasil-AP).

Já o ex-ministro de Bolsonaro aproveitou o recesso do Congresso, iniciado em dezembro, para visitar senadores em seus Estados. Não saiu da ponte aérea. Em meados de janeiro, já havia pedido voto a mais de 60 pares.

Além do discurso em defesa das prerrogativas de congressistas ante o Supremo, Marinho surfou na insatisfação com o protagonismo de Davi Alcolumbre. Proveu solo fértil às queixas sobre atropelos na negociação de espaços na mesa e nas comissões. Fez ombro amigo aos ressentimentos.

VOTO SECRETO?

Na véspera da disputa, ambos os candidatos apostaram em declarações públicas de apoio a suas campanhas.

Um almoço em apoio à reeleição de Pacheco contou com a presença dos ministros Camilo Santana (Educação), Renan Filho (Transportes) –senadores eleitos que tomarão posse nesta 4ª pelo PT e pelo MDB, respectivamente, e votarão na eleição à presidência– e Alexandre Silveira (Minas e Energia).

O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, que dias antes ainda exercia mandato de senador pelo PT, também apareceu.

Além de Santana e Renan Filho, os ministros Flávio Dino (Justiça e Segurança Pública), do PSB, e Wellington Dias (Desenvolvimento Social e Combate à Fome), do PT, também deixaram o Executivo por alguns dias para tomar posse no Senado e garantir votos para Pacheco.

O ministro Carlos Fávaro (Agricultura) é senador pelo PSD em meio de mandato e não precisaria ter comparecido à cerimônia de posse, mas foi mais um a afastar-se do ministério para votar no colega de partido para o comando do Senado.

Além disso, 7 dos 10 senadores do MDB fizeram ato em apoio a Pacheco na 3ª. Todos os 4 integrantes da recém-encorpada bancada do PSB assinaram carta respaldando o candidato à reeleição.

Marinho, por sua vez, assegurou declarações de voto de Sergio Moro (União Brasil-PR) e de 3 dissidentes do PSD: Lucas Barreto (AP), Nelsinho Trad(MS) e Samuel Araújo (RO) –este último também estava no almoço pró-Pacheco na 3ª.

Também recebeu nos últimos dias o apoio de Izalci Lucas (PSDB-DF) e Marcos do Val (Podemos-ES).

O presidente do PL, Valdemar Costa Neto, apostou alto na campanha de Marinho a costurou um bloco no Senado com o PP do senador Ciro Nogueira (PI) e o Republicanos do deputado Marcos Pereira (SP).

Com a 2ª maior bancada, com 13 integrantes, o PL tem a faca e o queijo na mão para liderar a oposição e manter a bandeira bolsonarista hasteada no Senado.

Fonte: poder 360

Por unanimidade, deputado Ezequiel é eleito e reeleito presidente da Assembleia Legislativa do RN

O deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB) foi eleito e reeleito a presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, com a totalidade de 24 votos, em sessão preparatória, realizada na manhã desta quarta-feira(1).

Foram empossados os 24 deputados que farão parte da 63ª Legislatura na Assembleia do Rio Grande do Norte, que segue até 2027. Com oito parlamentares novos, em primeiro mandato, a Casa teve uma renovação de 33%. A sessão aconteceu durante essa manhã no plenário da Assembleia.

Após a posse, em outra sessão, os deputados reelegeram Ezequiel Ferreira (PSDB), para o biênio 2023/2024 e para o biênio 2025/2027 na presidência da Casa. Ele recebeu 24 votos favoráveis nas duas votações.

As eleições para presidente aconteceram de forma secreta. Cada deputado preencheu uma cédula de papel e colocou em uma urna.

Com a confirmação da primeira eleição de presidente, os deputados votaram na chapa dos demais componentes da Mesa Diretora.

Finalizada a posse do presidente da casa, foi realizada a eleição do restante da mesa para o mesmo biênio.
A Mesa Diretora para 2023/2024 ficou com a seguinte composição:

Presidente – Ezequiel Ferreira (PSDB)

1º vice-presidente – Tomba Faria (PSDB)

2º vice-presidente – George Soares (PV)

1º Secretário – Kleber Rodrigues (PSDB)

2º Secretário – Gustavo Carvalho (PSDB)

3º Secretária – Isolda Dantas (PT)

4º Secretário – Adjuto Dias (MDB)

Já para o biênio 2025/2027, ficou com a seguinte composição:

Presidente – Ezequiel Ferreira (PSDB)

1º vice-presidente – Kleber Rodrigues (PSDB)

2º vice-presidente – George Soares (PV)

1º Secretário – Tomba Farias (PSDB)

2º Secretário – Galeno Torquato (PSDB)

3º Secretário – Francisco do PT (PT)

4º Secretária – Terezinha Maia (PL).

Desejamos sucesso ao presidente e aos demais legisladores que compõem a mesa diretora desta altiva Casa Legislativa.

 

 

MP recusa prisão de estudante da USP e devolve inquérito à Polícia Civil

MP recusa prisão de estudante da USP e devolve inquérito à Polícia Civil
Polícia Civil havia pedido prisão preventiva da aluna, que foi indiciada por nove apropriações em concurso material; ela é investigada por desviar quase R$ 1 milhão de um festa de formatura alunos de medicina da USP

Ministério Público de São Paulo (MPSP) recusou o pedido de prisão preventiva de Alicia Dudy Muller Veiga, de 25 anos, estudante de medicina da USP. Ela é investigada por desviar R$ 973 mil de uma festa de formatura promovida pela sua turma. A Polícia Civil havia solicitado a prisão à Justiça nesta terça-feira, 31. Segundo a Secretaria de Segurança Púbica de São Paulo (SSP), o caso foi investigado através de inquérito policial instaurado pelo 16º Distrito Policial (Vila Clementino). A aluna foi indiciado nesta segunda-feira, 30, por nove apropriações em concurso material. No entanto, o MP entende que o caso se enquadra no artigo 171 do Código Penal, que consiste na prática de golpes. A pena é de um a cinco anos de reclusão. “Diferentemente do que ocorre em relação à apropriação indébita, no estelionato a lei exige representação criminal dos ofendidos para oferecimento de denúncia contra a autora dos fatos”, disse o promotor de Justiça Fabiano Pavan Severiano.  Em razão disto, o MP optou por devolver o inquérito à polícia para colheita de representação criminal das vítimas [os alunos] em desfavor da investigada, para que se discrimine de forma individual o prejuízo suportado por cada uma delas”.

Alícia teria feito apostas em lotéricas, jantares, aluguel de carros de luxo, de frete, comprou equipamentos eletrônicos, gastando quase R$ 1 milhão que bancaria a formatura de centenas estudantes de medicina da USP. Tudo usado para pagar gastos pessoais. Depois de mais de quatro horas de depoimento na última quinta-feira, 19, a estudante confessou os desvios.

Fonte: Terra Brasil notícias

Nubank corta 40 funcionários e fecha assessoria de investimentos

Nubank corta 40 funcionários e fecha assessoria de investimentos

Medida faz parte das novas diretrizes da empresa

O Nubank demitiu 40 funcionários nesta terça-feira, 31, e fechou a sua assessoria de investimentos. A divisão era responsável pela indicação de investimentos para pessoas físicas que tem conta no Nubank. O foco do negócio em clientes de alta renda continua.

As demissões fazem parte da estratégia da empresa diante do atual cenário econômico. Os cortes não têm relação com a queda de ações da Americanas, em que a fintech tinha debêntures (título de dívida que gera um direito de crédito ao investidor). Aqueles que possuíam investimentos geridos pelo corretora da empresa — NuInvest, antiga Easynvest — não serão afetados. Ao todo, a empresa tem 70 milhões de clientes.

Uma série de empresas anunciaram cortes em seus quadros de funcionários nos últimos tempos. Entre elas, a XP, a Riachuelo, o PagBank, a Me Poupe, o Ebanx, o Quinto Andar, o Grupo Primo e a Empiricus, além das gigantes da tecnologia.

Fonte: Revista Oeste