O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) obteve a condenação de um ex-secretário municipal de obras e um empresário por crimes de corrupção passiva e ativa, respectivamente, em uma sentença proferida pela 2ª Vara Criminal de Parnamirim. A ação penal, iniciada pelo próprio MPRN, resultou na comprovação de que o ex-secretário Naur Ferreira da Silva solicitou e recebeu vantagem indevida, e o empresário Mário Sérgio Macedo Lopes pagou ou prometeu a propina.
A atuação do MPRN se deu no âmbito da operação Pequeno Rio. A denúncia do MPRN apresentou três episódios de corrupção entre maio e julho de 2016. Na primeira ocorrência, o MPRN apontou que Mário Sérgio ofereceu e Naur Ferreira recebeu R$ 25 mil, correspondendo a 10% de um pagamento que a empresa havia recebido da Prefeitura.
Em 7 de julho de 2016, após pagamento de R$ 388.567,19 pela Prefeitura de Parnamirim, Naur solicitou “adiantar alguma coisa, estou precisando”; e em 14 de julho de 2016, após outro pagamento de R$ 400 mil pela Prefeitura, Naur cobrou a propina de forma codificada, pedindo para “limpar alguma rua amanhã”, ao que o empresário prometeu o pagamento para a segunda-feira seguinte.
A Justiça potiguar acolheu o entendimento do MPRN, reconhecendo que Naur Ferreira, aproveitando seu cargo de secretário municipal de obras públicas, solicitava 10% do valor dos pagamentos das empresas para intervir em favor delas, mesmo não sendo do setor de pagamentos. A sentença confirmou o crime de corrupção passiva por parte do ex-secretário nos três fatos denunciados e a corrupção ativa do empresário em dois deles.
Como resultado da atuação do MPRN, Naur Ferreira da Silva foi condenado por três crimes de corrupção passiva à pena total de 5 anos, 2 meses e 12 dias de reclusão. Mário Sérgio Macedo Lopes foi condenado por dois crimes de corrupção ativa, totalizando 3 anos, 10 meses e 24 dias de reclusão, com a pena substituída por restritivas de direito.
A Câmara Municipal de Natal anunciou, em coletiva nesta terça-feira (25), o arquivamento do processo de cassação da vereadora Brisa Bracchi (PT). A decisão segue o entendimento jurídico da Casa de que o prazo máximo de 90 dias, previsto no Decreto-Lei 201/1967, se esgotou sem que houvesse votação do relatório final.
Segundo a Procuradoria da Câmara, por força da Súmula Vinculante 46 do STF, o decreto federal se sobrepõe ao Regimento Interno, que prevê prazo de 120 dias. Com isso, a contagem utilizada desde o início do procedimento foi a da legislação federal.
O procurador-geral da Casa, Gustavo Sousa, afirmou que a orientação técnica foi mantida até o fim do processo:
“o opinamento técnico da procuradoria foi no sentido de que o prazo se encerraria nos 90 dias e como não houve o julgamento, do processo de cassação, ele não foi submetido a julgamento, o processo será arquivado sem prejuízo de uma nova denúncia até sobre os mesmos fatos”, explicou o procurador da Casa, Gustavo Sousa.
Apesar do arquivamento, o processo poderá ser reiniciado. O Decreto 201/67 permite que uma nova denúncia seja apresentada, inclusive pelo mesmo denunciante e com base nos mesmos fatos, já que não houve deliberação do plenário sobre o mérito.
Entre os itens que serão comprados estão uma câmera fotográfica, scanner de mesa, um sensor de coleta de impressões digitais e um cenário para fundo fotográfico, fundamentais para garantir a padronização das imagens e a precisão na identificação biométrica.
O processo de identificação civil é gerenciado pelo Instituto Técnico-Científico de Perícia do Rio Grande do Norte (ITEP/RN), responsável por normatizar e supervisionar a emissão da Carteira de Identidade Nacional em todo o estado.
Os novos equipamentos serão instalados no posto de identificação que funcionará dentro da própria Câmara, ampliando a oferta do serviço à população e facilitando o acesso ao novo documento no município.
A data para início do atendimento ainda não foi informada.
Na manhã desta segunda-feira (24), a Prefeitura de Galinhos participou de uma reunião estratégica no Instituto de Desenvolvimento Sustentável e Meio Ambiente do Rio Grande do Norte (IDEMA-RN), em Natal, com foco no diálogo institucional e no fortalecimento de parcerias voltadas à proteção ambiental e ao desenvolvimento sustentável do município.
Na ocasião, foi montada uma verdadeira força-tarefa para enfrentar e encaminhar soluções para problemas históricos da península, como a retirada dos lixões, o gerenciamento da orla, o avanço do plano diretor e outros encaminhamentos importantes, incluindo a licença final para a construção da nova creche municipal.
O prefeito de Galinhos, Hudson Matias, foi acompanhado pela Assessora Jurídica Especial, Silvânia Matias; pela advogada da Secretaria de Meio Ambiente, Maria Clara Negreiros; pela Secretária de Meio Ambiente, Erivânia Santos; pela Secretária Adjunta, Liane Avelino; pelo Controlador do Município, Breno Bezerra; pelo Secretário de Tributação, Bruno Bezerra; pelo Engenheiro Charles Vasquez e pelo representante do Conselho do Meio Ambiente de Galinhos e assessor da Secretaria de Meio Ambiente, Mateus Clemente.
Estiveram presentes no encontro o Diretor Técnico do IDEMA-RN, Thales Egídio; a equipe da SUGERCO, representada por Clayton Barreto, Raquel Araújo e a subcoordenadora de Gerenciamento Costeiro, Rosa Pinheiro; Adriana Bezerra, da AssTec IDEMA-RN; e, como convidado, o Superintendente da SPU, Adriano Platinny.
Pautas fundamentais foram tratadas para que Galinhos siga avançando e sua população mantenha o potencial turístico da cidade e a geração de emprego e renda.
O apoio técnico e o acompanhamento do IDEMA-RN serão fundamentais para que o município cresça de forma organizada e sustentável.
Ao final da reunião, o prefeito Hudson Matias ressaltou a importância do encontro:
> “Estamos enfrentando de frente problemas históricos da nossa península e buscando as soluções certas, com o apoio técnico dos órgãos responsáveis. Nosso compromisso é garantir que Galinhos se desenvolva com responsabilidade, respeitando o meio ambiente e garantindo qualidade de vida para a nossa população.”
No próximo domingo, dia 30/11, terá início o ano litúrgico com o tempo do Advento. Este perdurará até a véspera do Natal. Celebrá-lo é viver espiritualmente o mistério da Encarnação do Filho de Deus. Este período concentra-se na figura de Maria Santíssima. Ela concretizou a vinda de Cristo ao mundo. “O Verbo de Deus se fez carne e quis morar conosco” (Jo 1, 14). Isto é um sinal de ternura e amor do Pai, que se inclinou até nós para nos elevar e partilhar conosco a sua infinitude. A Encarnação é Deus humanado em Cristo e o homem Nele divinizado. O fato mais significativo da celebração desse tempo litúrgico é se conscientizar sobre a valorização do ser humano (em Jesus) e sua elevação ao mais elevado grau. A criatura une-se definitivamente a quem a gerou, formando uma única pessoa. É algo inédito: o Absoluto para vir ao mundo, usa a corporeidade humana.
A Encarnação de Cristo encerra, no plano da salvação, um acontecimento marcado de mistério e encantamento. O autor da criação quis sentir a vida das criaturas e ser uma delas. Por outro lado, o homem nunca estivera tão unido ao seu Criador. Nesse sentido, Maria Santíssima torna-se lugar e sacramento do encontro de Deus com o ser humano. Ela é Advento em duplo sentido: a vinda do Pai para perto de seus filhos e a aproximação destes ao Altíssimo. O filósofo francês Jacques Maritain reiterava que “todos os mistérios divinos são inéditos, mas o mais impressionante é a Encarnação: Deus decidir conviver com os homens, fazer-se um deles, partilhando as suas dores e angústias, tristezas e esperanças.”
O Divino quis morar conosco. Cristo se encarna, descartando todas as convenções e a rotina do seu tempo. Maria recebe o dom da maternidade de forma insólita aos olhos do mundo. Jesus nasceu de modo singular. Deus está acima das etiquetas e normas humanas. Infelizmente, diante da beleza e poesia do mistério divino, o homem não foi capaz de perceber a magnitude desse momento. Sua reação é de rejeição, pois Cristo nasceu na manjedoura de um estábulo, sob o jugo de Herodes.
Desse tempo litúrgico fica uma grande lição. Cristo só vem, quando nos despojamos (seguindo o exemplo de Maria e José), decidimos aceitar o desconhecido e nos guiar pela mão divina. O Salvador da humanidade dispensou todo o aparato, poder e luxo para nascer. Necessitava apenas de corações livres. É exatamente isto o que Ele deseja encontrar para continuar, de forma mística, a sua vinda e presença entre nós. Deste modo, escreveu sabiamente São Francisco de Assis: “Somos suas mães, na medida em que com amor, consciência pura e sincera O trazemos em nosso coração e O damos à luz por obras santas que sirvam de luminoso exemplo aos outros.”
Deus anuncia uma nova esperança para o povo. Com Cristo, o homem não viverá mais sozinho. Poderá encontrar o “Caminho, a Verdade e a Vida” (Jo 14, 6). A partir do nascimento do Filho de Deus, há quem escute o ser humano, o ilumine, sobretudo o compreenda e o ame gratuitamente. Viver o Advento, além de ser convite e oportunidade à conversão pessoal ou comunitária, deve ser para os cristãos uma prática profética, em que estejam conscientes de tudo o que os impede de sentir a manifestação de Cristo, como: indiferença, ódio, injustiça, desrespeito à pessoa humana etc.
É preciso que esse tempo seja a grande profecia contra a miséria, fome, solidão, tristeza, falta de ética, abandono, egoísmo e radicalismo. Tudo isso deixa o ser humano escravo de si mesmo, sem poder levantar a cabeça para vislumbrar o Senhor da Vida e da História. Ele se encarnou para libertar os oprimidos. O Advento é o anúncio da esperança, a véspera do sorriso e da alegria. É a noite dos sonhos da felicidade e da eterna bondade, que não se afastarão mais do coração do homem. É, sim, o despertar para a claridade divina! “Rorate coeli desuper et nubes pluant iustum” (Is 45, 8), ou seja, “Orvalhai, ó céus, do Alto e as nuvens chovam a justiça.”
A falta de sintomas não significa ausência de risco e por isso o check-up não está descartado | Foto: Adriano Abreu
O crescente número de praticantes de corrida de rua no Brasil vem acompanhado de um alerta cada vez mais evidente: os casos de mal súbito registrados durante provas. Nas últimas semanas, dois episódios chamaram a atenção de especialistas e atletas. Um empresário experiente morreu durante uma corrida de 21 km, em João Pessoa/PB, enquanto um estudante de 20 anos sofreu um mal súbito e não resistiu após a maratona de Porto Alegre/RS. Os casos acendem o alerta, mas reforçam um consenso entre médicos, atletas e organizadores: o risco existe, mas pode ser minimizado com exames adequados, progressão gradual e atenção aos sinais do corpo.
Para o cardiologista Itamar Ribeiro, o problema não está na modalidade, mas na forma como muitas pessoas vêm ingressando nela. Ele afirma que a corrida traz inúmeros benefícios, mas exige cuidados básicos que muitos ignoram. “Algumas pessoas não estão tomando o devido cuidado na sua preparação: precisa fazer um check-up cardiológico, saber se a pressão é normal, se o coração tem algum problema estrutural ou não”, diz.
Outra questão que ele aponta é que as pessoas pulam etapas sem respeitar a adaptação do corpo. “Começa a correr e já quer fazer 5 km em dois meses, 10 km, 20 km… algumas pessoas acabam extrapolando e pulando etapas. Isso não é saudável em nenhuma idade, especialmente em pacientes com idade mais avançada”, explica o cardiologista.
O médico explica que exames cardiológicos são fundamentais antes do início ou intensificação dos treinos e que sintomas como cansaço anormal ao esforço requerem atenção. “Tem que saber que tipo de cansaço é esse… pode haver doença cardiológica escondida”, alerta. Entre os sinais que antecedem um problema mais sério, inclui “dor no peito, cansaço exagerado ou falta de ar”, reforçando que a atividade física deve oferecer benefício, não risco.
Ele também chama atenção para o uso indevido de estimulantes e suplementos que elevam a frequência cardíaca e, associados ao esforço intenso e à desidratação, podem levar a mal-estar ou desmaios.
A falta de sintomas não significa ausência de risco e por isso o check-up não está descartado. “Nós hoje temos ferramentas extremamente valiosas que podem detectar o problema mesmo em pacientes assintomáticos”, diz o médico.
A percepção entre corredores segue na mesma linha. Isadora Santana, 26 anos, começou a participar de provas neste ano. Apesar de nunca ter presenciado nenhum mal súbito, diz que já ouviu relatos de colegas que testemunharam, principalmente em longas distâncias. Ela afirma que os casos recentes acendem um sentimento de vulnerabilidade. “É algo que preocupa a todos os corredores e nos faz lembrar que precisamos sempre ter cuidado para não ir além do que nosso corpo pode”, avalia.
Isadora diz que mantém um check-up anual e considera a ida ao cardiologista “obrigatória” desde que começou a correr. No dia a dia, afirma respeitar limites: “Se não me sinto bem, paro, respiro… se der para continuar, show. Se não, melhor descansar e não forçar a barra.”
Já Enoque Freitas, 26 anos, se afastou das maratonas para se dedicar às provas de concursos públicos, mas corre eventualmente. Ele diz que os casos de mal súbito chamaram sua atenção porque muitas pessoas iniciam na corrida sem preparo adequado. “Eu acredito que o pessoal que não costuma treinar, não tem acompanhamento médico e não sabe se tem algum problema, aí acaba dando alguma coisa errada”, opina.
Ele já chegou a participar de provas de 21 km, mas garante que realizou eletrocardiograma e teste de esteira para garantir que poderia treinar com segurança. “Eu acho que a pessoa tem que se conhecer primeiro, ficar segura e treinar. Mas começar devagar e aumentar aos poucos”, sugere.
A estrutura dos eventos também é parte essencial da prevenção. “A preocupação com a saúde do atleta é algo que tem que ser primordial em todos os eventos esportivos, não só em corrida de rua”, destaca Gabriel Negreiros, diretor da HC Sports, que promove eventos esportivos.
Nos eventos que coordena, diz que são seguidas e ampliadas as exigências legais, oferecendo ambulâncias, motolâncias, postos médicos e equipes especializadas em atendimento emergencial. Mas ele pondera que é equivocado relacionar diretamente as mortes à modalidade. “Não há registros de mortes em corrida de rua causadas por falta de atendimento médico ou por negligência… todos os casos registrados ultimamente são de pessoas que já tinham algum tipo de problema antes, não identificado”, ressalta.
O empresário avalia que a frequência de casos é proporcional à demanda de atletas que aumentou nos últimos anos e que, nem sempre são tomados os devidos cuidados. “Ou entram na pilha de um esforço maior do que está acostumado, ou não fez os exames previamente, ou desconhece alguma doença que já tenha”, sugere.
Gabriel orienta que corredores procurem eventos realizados por organizadores que cumpram as normas e ofereçam estrutura adequada, além de respeitarem seus próprios limites. “Superar limites é diferente de colocar seu corpo em uma condição em que não está preparado.”
Ano após ano, a Guarda Municipal de Extremoz (GME), órgão vinculado à Secretaria Municipal de Defesa e Patrimônio Público, tem se consolidado como referência em segurança pública na cidade de Extremoz. Com atuação para além do combate à criminalidade e proteção dos equipamentos públicos, a Guarda Municipal trabalha também pela promoção de uma cultura de paz, educação cidadã e suporte em diversas frentes.
A Guarda Municipal cresceu na atual gestão, é fato, e ganhou uma nova sede à altura de sua importância no contexto da segurança pública da cidade. Localizada na Avenida Pedro Vasconcelos, nº 15 (em frente ao Atacarejo), a nova sede da GME está situada em um lugar estratégico e de fácil deslocamento para todos os bairros da cidade.
O novo prédio, no entendimento da prefeita Jussara Sales, “é um marco histórico”, por ser mais amplo e moderno do que o anterior. O espaço conta com recepção, centro de controle operacional, sala para estudos e planejamentos, sala administrativa, refeitório, alojamento e amplo estacionamento para as viaturas. De maneira efetiva, trouxemos várias melhorias, como equipamentos, fardamentos e, acima de tudo, com um plano de carreira para os guardas, valorizando ainda mais a categoria. Agora, com a entrega da sede, oferecemos um lugar para que nossos agentes de segurança possam ter melhores condições de trabalho. Este prédio está à altura da importância da GME, pelo trabalho que diuturnamente desenvolve, um trabalho fundamental para a cidadania. De fato, agora, podemos dizer que a GME tem uma sede à sua altura”, afirmou a prefeita Jussara Sales.
O comandante da Guarda Municipal, Igor Oliveira e Silva explicou que a nova sede foi instalada no em um lugar estratégico e de fácil acesso pela população. “A gestão se preocupou muito com a localização e o conforto do novo prédio da GME. A instituição avançou muito na administração da prefeita Jussara Sales. Destacamos a nova sede como um espaço bonito que comporta todos os setores da GME. A nova sede eleva a guarda como protagonista da segurança pública em Extremoz, considerando este um momento histórico para todos os membros da instituição”, avaliou Igor Oliveira.
Em carta enviada ao presidente nacional do PT, Edinho Silva e a Fátima Bezerra, o ex-senador Jean Paul Prates pede desfiliação do PT. Prates reafirma “disposição de integrar a chapa majoritária governista ao Senado Federal em 2026”
Leia a nota divulgada na imprensa:
O ex-senador da República Jean Paul Prates entregou, nesta segunda-feira (24) sua carta de desfiliação à presidenta estadual do Partido dos Trabalhadores no Rio Grande do Norte, Samanda Alves, em documento que também foi protocolado junto ao presidente nacional da sigla, Edinho Silva. A carta dirigida ao comando potiguar segue o mesmo tom de respeito, serenidade e compromisso institucional expresso no texto enviado à direção nacional.
No documento, Jean Paul comunica sua decisão de iniciar um novo ciclo político, mantendo-se no campo progressista, e destaca que o processo de saída foi amadurecido com responsabilidade ao longo dos últimos meses. Ele registra que a decisão foi consolidada após diálogo direto com a governadora Fátima Bezerra, ocasião em que reafirmou sua disposição de compor a chapa majoritária ao Senado em 2026, em posição ainda a ser definida.
A carta enfatiza sua contribuição ao PT potiguar desde 2013, período em que desempenhou papel ativo em campanhas estaduais e nacionais. Jean Paul recorda sua atuação nas disputas de 2014, 2018 e 2022, além de ter assumido a candidatura à Prefeitura de Natal em 2020, no auge da pandemia. Ele também rememora sua liderança no Senado Federal durante o governo Bolsonaro, quando defendeu empresas públicas, os interesses do Rio Grande do Norte e marcos estratégicos da transição energética.
O documento ressalta que mais da metade das suas emendas parlamentares foram destinadas à gestão estadual conduzida pela governadora Fátima Bezerra e que seu mandato atuou de forma equitativa com mais de 70 prefeitos, independentemente de filiação partidária. Projetos estruturantes como as Areninhas Potiguares e as Escolas Solares são citados como exemplos de políticas públicas que alcançaram municípios de todas as regiões do estado. Jean Paul também menciona a inclusão das duplicações das BRs 304 e 406 no PPA e na LDO, além de outras iniciativas voltadas ao desenvolvimento regional.
Em gesto de reconhecimento, ele agradece a lideranças potiguares que acompanharam sua trajetória, entre elas a deputada federal Natália Bonavides, o ex-presidente estadual Júnior Souto, a vereadora Marleide Cunha e os companheiros de mandato Paulo Henrique Macedo, Adriano Gadelha e Jackson Santos. Também dedica uma homenagem emocionada à militância petista do interior do Rio Grande do Norte, destacando o trabalho cotidiano de mulheres e homens que atuam nas regiões mais vulneráveis do estado.
Jean Paul afirma que sua saída não representa abandono dos princípios que o levaram à vida pública. Em suas palavras, “não mudo de lado, reposiciono minha trajetória”, reafirmando que continuará trabalhando pela justiça social, pela soberania nacional e por um projeto de esquerda moderno, popular e conectado aos desafios contemporâneos.
A carta reforça, por fim, sua disposição de seguir contribuindo com o debate público e com o desenvolvimento do Rio Grande do Norte, agora por meio de uma nova legenda progressista, mas preservando o respeito à história do PT e à sua militância. Confira AQUI a íntegra da carta de Jean Paul.
A mobilização pela implantação do projeto viário Via Verde segue ganhando força entre moradores da região metropolitana. De acordo com o presidente da Câmara de Parnamirim, vereador César Maia, mais de 5 mil pessoas já assinaram o abaixo-assinado que integra a campanha em defesa da execução da obra. “Essa é uma boa notícia e mostra que é um grande movimento em prol da mobilidade urbana da zona metropolitana”, afirmou.
O parlamentar destacou que o documento está em fase final de organização e será entregue à prefeita Nilda e também aos deputados estaduais e federais. A iniciativa busca demonstrar a ampla adesão popular ao projeto, considerado estratégico para melhorar a mobilidade urbana e ampliar a integração entre os municípios da Grande Natal.
Comissão Especial Via Verde
César Maia também anunciou a criação da Comissão Temporária de Acompanhamento e Fiscalização das Obras do Projeto Viário Via Verde, que será responsável por monitorar a execução de uma das principais intervenções de mobilidade urbana do município. “Isso reforça o papel de fiscalização do Legislativo e de transparência sobre uma obra considerada estratégica para o desenvolvimento urbano e a melhoria da mobilidade em Parnamirim”, disse.
A comissão especial será presidida pelo vereador Thiago Fernandes, tendo como vice-presidente o vereador Professor Ítalo e o vereador Eurico da Japão como secretário. Além deles, a comissão também será composta pelos vereadores, Michael Diniz, Marquinhos da Climep, Rhalessa de Clênio, Rafaela de Nilda, Carol Pires, Éder Queiroz, Jonas Godeiro, Léo Lima e Prof. Diego Américo.
O principal objetivo da Comissão é acompanhar e fiscalizar as ações da Prefeitura de Parnamirim, do Departamento de Estradas e Rodagens do Estado (DER/RN), do Ministério da Aeronáutica e dos órgãos ambientais envolvidos na execução do projeto. Além disso, caberá ao grupo a fiscalização de todos os recursos financeiros aplicados na obra.
O ex-senador da República e ex-presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, oficializou na manhã desta segunda-feira (24) sua desfiliação do Partido dos Trabalhadores, sigla à qual esteve filiado desde 2013. A decisão foi protocolada em carta entregue ao presidente nacional do partido, Edinho Silva, em Brasília, e em documento semelhante destinado à presidenta da legenda no Rio Grande do Norte, Samanda Alves. A íntegra da carta enviada ao presidente está anexada no processo de desfiliação.
No texto, Jean Paul adota tom de respeito, serenidade e gratidão pela trajetória construída no PT ao longo de doze anos. Ele destaca que sua decisão foi amadurecida “com reflexão profunda” e consolidada após diálogo direto com a governadora Fátima Bezerra. Jean afirma que seu ingresso no Partido dos Trabalhadores de deu com entusiasmo e lealdade, com “total disposição de contribuir para seu projeto histórico e para as lutas em defesa do povo brasileiro”.
Jean Paul ressaltou a importância das duas missões mais relevantes recebidas da legenda. “Sou grato pelas maiores honrarias da minha vida pública, representar o Rio Grande do Norte no Senado Federal e presidir a Petrobras, ambas confiadas pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e pela governadora Fátima Bezerra”, afirma. Ele lembra sua atuação firme e responsável como líder da oposição no Senado durante o governo Bolsonaro, período em que defendeu empresas estatais, o patrimônio público e os marcos da transição energética.
O agora ex-petista recorda ainda parte de sua produção legislativa, marcada por projetos considerados estruturantes, como o Marco Legal das Ferrovias, o projeto de estabilização dos preços dos combustíveis e leis pioneiras sobre energia offshore, hidrogênio, economia circular do plástico, captura e armazenamento de carbono, mobilidade urbana e biogás. Também cita seu papel em frentes parlamentares estratégicas, como a de Recursos Naturais e Energia, a de Defesa da Petrobras e a de Livro, Leitura e Bibliotecas, além da atuação como relator setorial do Orçamento da União.
No documento, Jean Paul reconhece que sua saída é motivada por uma redução progressiva de espaço político. Ainda assim, reafirma não carregar ressentimentos. “Não levo mágoas, levo gratidão e consciência tranquila”, registra. Ele dedica agradecimentos pessoais a lideranças e amigos pessoais que marcaram sua passagem pelo partido, como Fernando Haddad, Aloizio Mercadante, Henrique Fontana, José Dirceu e o próprio presidente Edinho Silva.
Em trecho enfático, Jean Paul presta homenagem à militância petista, sobretudo a que atua em regiões mais vulneráveis do país. “Essa militância é o que o PT tem de mais autêntico e valioso, e por ela minha admiração permanece intacta”, afirma.
Ao final, ele anuncia que continuará no campo progressista. Disse que passa a integrar “uma legenda com tradição equivalente de luta por justiça social, dignidade e soberania nacional” e que pretende contribuir para a construção de “uma esquerda moderna, transparente, popular e capaz de dialogar com as novas gerações e com os desafios contemporâneos”.
Jean Paul encerra reafirmando compromisso com a democracia, com o papel estratégico do Estado no desenvolvimento e com políticas públicas conectadas ao Brasil do presente e do futuro.
Graças a gestão Nilda, o Centro Especializado em Reabilitação (CER) de Parnamirim vive hoje uma nova realidade. Um dos principais equipamentos da rede municipal de saúde, o espaço, que por anos enfrentou problemas estruturais e limitações, agora recebe a atenção e o investimento necessários para oferecer atendimento de excelência aos seus usuários. O que antes era problema, a prefeita Nilda determinou que encontrassem a solução.
Entre as ações de maior impacto executadas pela atual administração está a recuperação completa da piscina terapêutica, fundamental no processo de reabilitação de pacientes. Quando a atual administração assumiu o município, o equipamento estava totalmente inativo havia oito meses: bombas quebradas, estrutura suja, fiação danificada e sem qualquer condição de uso. A recuperação foi imediata. A piscina foi reestruturada, higienizada, teve seu sistema elétrico restaurado e voltou a funcionar plenamente. Hoje, atende 35 pacientes, em sua maioria crianças e idosos, que encontram no tratamento aquático uma ferramenta essencial para ganhos motores, reabilitação e inclusão.
A prefeita Nilda reforça que o compromisso com a saúde pública é prioridade de sua gestão: “Assumimos o compromisso de cuidar das pessoas, especialmente daquelas que mais dependem do serviço público. Recuperar o CER e devolver à população um atendimento digno, eficiente e transformador era uma obrigação. Hoje vemos resultados concretos e vidas se
Os benefícios têm sido evidentes. Pacientes com sequelas de AVC, e crianças com Transtorno do Espectro Autista já apresentam avanços significativos. A terapia aquática tem proporcionado maior independência física, além de estimular a socialização e a interação entre os usuários, fortalecendo a autonomia e a qualidade de vida de cada participante.
Com a ampliação dos serviços, a perspectiva é ainda mais positiva. Duas novas turmas devem ser abertas já em janeiro, com a chegada de duas estagiárias de Educação Física, o que permitirá expandir o número de atendimentos e reduzir a espera por vagas. Para participar da terapia aquática, basta ter indicação médica ou encaminhamento da equipe multidisciplinar do próprio CER.
A partir desta segunda-feira (24), Natal recebe o 20º Congresso Nacional do Fisco Estadual e Distrital (Conafisco), principal encontro nacional do setor fiscal brasileiro. O evento, realizado pela Fenafisco em parceria com o Sindifern, reúne mais de 500 participantes entre auditores fiscais, gestores públicos, especialistas e autoridades de todo o país, para discutir os impactos da Reforma Tributária e a modernização das administrações fiscais.
A capital potiguar se torna, até sexta-feira (28), o epicentro das discussões técnicas sobre o futuro do sistema tributário brasileiro, com ênfase na implementação do novo modelo e na consolidação da Lei Orgânica das Administrações Tributárias (LOAT), considerada um marco para garantir autonomia técnica, modernização de gestão e fortalecimento da governança fiscal no país.
O presidente do Sindifern, Márcio Góis, destaca que receber o Conafisco neste período decisivo amplia o protagonismo do Rio Grande do Norte na construção do modelo tributário pós-reforma. “Natal pode esperar um evento de alto nível, com debates que influenciarão diretamente o futuro tributário do Brasil. É um momento histórico: unidos e fortalecidos, podemos entregar melhores resultados à população.”
SERVIÇO • Abertura oficial: segunda-feira (24), às 20h, no Serhs Natal Grand Hotel & Resort • Programação técnica: a partir de terça (25), no Centro de Convenções de Natal
Às vésperas de 2026, a prefeita Nilda se prepara para realizar uma reforma administrativa estratégica, com o objetivo de ajustar a máquina pública e fortalecer a equipe diante dos desafios que se aproximam. O próximo ano será marcado pela efervescência política, com palanques montados tanto para apoiá-la quanto para criticá-la, o que torna o momento decisivo para calibrar cargos, reforçar setores e ampliar a eficiência da gestão.
Desde o início, Nilda tem demonstrado clareza sobre a necessidade de preencher espaços com perfis técnicos capazes de imprimir mais profissionalismo às principais áreas do governo. A expectativa interna é que a reforma alcance secretarias-chave, definindo novos rumos e prioridades para o último ano antes das eleições municipais.
Um dos movimentos já confirmados ocorre na Secretaria de Finanças. O secretário Kelps comunicou que deixará a pasta para se dedicar integralmente à sua campanha a deputado federal. Sua saída abre espaço para um novo nome, que deverá ser escolhido com cuidado, dada a relevância do setor para a estabilidade fiscal do município.
Enquanto isso, outras pastas também são monitoradas de perto, e mudanças não estão descartadas. No entorno de Nilda, a avaliação é que 2026 exigirá mais rigor técnico, mais articulação política e uma equipe afinada, pronta para sustentar as entregas da gestão em meio ao clima eleitoral.
A reforma administrativa, portanto, não será apenas um rearranjo de cargos, mas um movimento estratégico que define a postura da prefeita no próximo ciclo. Com o cenário político se aquecendo e a administração entrando em fase decisiva, Nilda se prepara para montar um time capaz de garantir governabilidade, eficiência e resultados — elementos essenciais para quem deseja atravessar o ano eleitoral com solidez.
Julgamento será no plenário virtual, em que os ministros votam sem discussão sobre o assunto.
A Primeira Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) analisa, nesta segunda-feira (24), se mantém a prisão preventiva do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), decretada no sábado (22) pelo ministro Alexandre de Moraes.
O julgamento será no plenário virtual e vai ocorrer das 8h às 20h. A sessão foi marcada pelo presidente do colegiado, o ministro Flávio Dino.
Além de Dino e Moraes, a Primeira Turma também é composta por Cármen Lúcia e Cristiano Zanin. No final de outubro, o ministro Luiz Fux pediu para deixar o colegiado e migrar para a Segunda Turma. Com a saída da única voz dissonante do grupo, o resultado para referendar a prisão do ex-presidente tende a ser unânime.
Jair Bolsonaro foi preso na manhã de sábado (22) e conduzido a uma cela especial na Superintendência da PF (Polícia Federal), em Brasília. Na decisão que determinou a preventiva, Moraes citou a vigília convocada pelo senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) e uma tentativa de violação da tornozeleira eletrônica como motivos para decretar a prisão.
A ação visa impedir fuga do ex-presidente e não configura início do cumprimento de pena. Bolsonaro ainda tem direito a mais um recurso no STF, que deve ser entregue pelos advogados até esta segunda-feira.
Somente após a rejeição desse recurso é que o ex-presidente começaria a cumprir a pena imposta pela condenação a 27 anos e três meses de prisão por liderar tentativa de golpe de Estado.
Audiência de custódia
Em audiência de custódia, no início da tarde deste domingo (23), o ex-presidente relatou ter sofrido um surto e negou intenção de fuga.
O ex-presidente disse acreditar que o ataque foi causado por medicamentos.
De acordo com relatos de investigadores, o ex-presidente estava com sinais de abatimento.
Após a audiência, a prisão preventiva de Bolsonaro foi mantida e homologada pelo STF.
A audiência de custódia ocorreu por videoconferência e foi realizada por uma juíza auxiliar do gabinete de Moraes. Além dela, participam da audiência advogados do ex-presidente e um representante do MPF (Ministério Público Federal).
Na audiência, a juíza analisou se a prisão ocorreu dentro da legalidade e se haveria necessidade de adequação da manutenção da medida. Bolsonaro respondeu sobre acesso à defesa e maus-tratos ou se houve alguma irregularidade.
Não resta dúvida de que a escrita está entre as maiores invenções da humanidade. Funcionando melhor do que a mente mais afiada, já se disse dela ser a “memória da humanidade”. A escrita, em quase todas as civilizações, é a grande transmissora da cultura, do passado e para o futuro, cultura essa que, sem ela, não conheceríamos nem conheceremos.
Entretanto, como já dito no nosso papo da semana passada, há quem enxergue na supervalorização da escrita sérios problemas. Um deles, talvez o mais paradoxal, seja a atrofia da nossa memória e capacidade de aprendizado. Sobre isso, George Steiner, em “Lições dos mestres” (Record, 2005), bem lembra: “A escrita induz ao esquecimento, a uma atrofia das artes da memória. Mas é justamente a memória, a ‘Mãe de todas as Musas’, o dom humano que possibilita toda a aprendizagem”. Não coincidentemente “a grande literatura épica, os mitos fundadores começam a se perder com o ‘avanço’ da escrita. Por tudo isso e muito mais, o desaparecimento da memorização no ensino hoje em dia é uma estupidez lamentável. Está sendo atirado ao mar o lastro vital da capacidade de pensar”.
Mas essa talvez seja apenas uma questão de efeito colateral. Se podemos “anotar” e guardar, por que gastar “neurônios” com o memorizar?
Há questões mais sutis.
O mesmo George Steiner, em “Lições dos mestres” (Record, 2005), acrescenta: “Outrossim, a escrita trava, imobiliza o discurso. Torna estático o jogo livre do pensamento. Sacraliza uma autoridade normativa porém artificial. (…) A palavra escrita não escuta o que diz seu leitor. Não toma conhecimento de suas perguntas e objeções”. De fato, as verdades livrescas às vezes transformam a sabedoria, o pensamento, em frio mármore: “tendo sido ditada [e não dialogada], a instrução não é tão ‘didática’ quanto ‘ditatorial’ (juntamente com ‘édito’ e ‘edito’, essas palavras formam uma constelação assustadora)”. Doutro lado, a sabedoria/ensino oral “propicia uma grande variedade de erros criativos, com as possibilidades de serem corrigidos e contraditados”. “Uma pessoa que fala pode corrigir-se a cada momento; ela é capaz de fazer retificar sua mensagem. O livro, não”.
Por sinal, curiosamente, na filosofia, Platão, genial estilista da escrita muito mais do que Aristóteles, em Fedro e na Sétima carta, defende a oralidade. Um tanto quanto paradoxalmente, o grande “escritor” dos diálogos manifesta sua desconfiança em relação à palavra escrita, advogando ser somente a palavra dita face a face capaz de conjurar a verdade e assegurar um ensino honesto. E já na mistura do direito com a literatura, a insuperável Antígona (na tragédia de Sófocles) invoca a justiça não “escrita” (themis) porém “inscrita” na alma do seu povo (e de todos os povos) contra o legalismo prescritivo (nomoi) da tirania de Creonte.
Embora registremos aqui mais esse paradoxo, longe estamos de desmerecer o papel da “escrita”, essa grande invenção da humanidade, para a memória e o desenvolvimento da cultura (se assim o fosse, não deveria nem me meter nesse ofício, o de escrever, que agora mesmo exerço). Advogamos firmemente a produção escrita. E há realmente um quê de sério/verdade na piada de Harvard sobre Jesus não ter qualificação para lecionar na famosa universidade: “Um bom professor, mas não publicou”. De fato, nem Sócrates nem Jesus apresentam seus ensinamentos na linguagem escrita. Aliás, até mesmo a passagem em João 8:1-11 – segundo a qual Jesus, indagado pelos fariseus acerca da mulher adúltera, além de dito, teria também escrito no chão “Que aquele que não tem pecados atire a primeira pedra” – é tida por muitos como uma interpolação inautêntica no evangelho. A bem da verdade, como informa George Steiner, “não se tem qualquer prova de que Jesus soubesse escrever”.
Apenas, ao registrarmos esses paradoxos, queremos enfatizar as qualidades da “cultura oral” para o desenvolvimento da cultura/humanidade. Queremos homenagear esses “livros vivos”, cujas “páginas” outrora consultávamos, mais amiúde, em busca de prazer, consolo ou sabedoria. Afinal, não precisa ser o Oráculo de Delfos para saber que Sócrates e Jesus foram mais sábios do que nós.
Marcelo Alves Dias de Souza Procurador Regional da República Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London – KCL Membro da Academia Norte-rio-grandense de Letras – ANRL