Intervenções ocorrem na Prudente de Morais e Rodrigues Alves; não haverá interrupção no fornecimento de energia – Foto: Cedida
A Neoenergia Cosern, em parceria com a Secretaria Municipal de Mobilidade Urbana de Natal (STTU), anunciou mudanças no trânsito do bairro de Petrópolis, na Zona Leste da capital potiguar, devido à instalação de novos postes de energia elétrica.
Segundo a Neoenergia Cosern, como medida de segurança, as faixas de rolamento próximas ao canteiro central da Avenida Prudente de Morais, no trecho entre as ruas Mossoró e Trairi, estarão interditadas das 5h às 17h, deste sábado (2) e domingo (3), com impacto parcial no tráfego de veículos e pedestres. Não haverá interrupção no fornecimento de energia. Agentes da STTU estarão no local orientando o trânsito.
Os motoristas que precisarem trafegar pela via, segundo a Neoenergia Cosern, deverão utilizar a faixa da direita, mais afastada do canteiro central.
Segundo a Neoenergia Cosern, já na segunda-feira (4), a interdição será na Avenida Rodrigues Alves, entre as ruas Mipibu e Mossoró, das 5h às 11h. Nesse trecho, uma das faixas será completamente fechada, enquanto a outra operará em sistema de mão dupla para manter o fluxo de veículos.
A instalação dos novos postes integra o pacote de investimentos da Neoenergia Cosern no sistema elétrico potiguar, que totaliza R$ 1,6 bilhão até 2027. Os equipamentos irão se conectar à Subestação Petrópolis, reforçando a infraestrutura de distribuição de energia na capital.
Igor Eduardo Pereira Cabral, de 29 anos, foi transferido para a Cadeia Pública Dinorá Simas Lima Deodato, em Ceará-Mirim, na Grande Natal, após espancar a namorada Juliana Soares, de 35 anos, com ao menos 60 socos dentro de um elevador, no dia 26 de julho. O caso aconteceu em um condomínio na Zona Sul de Natal e foi registrado por câmeras de segurança. A vítima teve o rosto desfigurado e deverá passar por cirurgia de reconstrução facial.
Inicialmente, Igor estava custodiado no Centro de Recebimento e Triagem, em Parnamirim, onde dividia cela com outros seis detentos. A transferência, segundo a Secretaria da Administração Penitenciária do RN (SEAP), foi realizada com base em critérios técnicos, considerando o perfil psicossocial do preso e a segurança do sistema prisional.
A defesa solicitou que Igor ficasse em cela isolada por causa da repercussão do caso e ameaças que ele teria recebido de facções criminosas. No entanto, a unidade de destino não possui celas individuais.
Nota à imprensa
“A Secretaria da Administração Penitenciária (SEAP) informa que o custodiado Igor Eduardo Pereira Cabral foi transferido para a Cadeia Pública Dinorá Simas (CPDS), localizada no município de Ceará-Mirim.
O interno foi alocado em ala de segurança adequada, de forma a preservar a integridade física dos custodiados e garantir a estabilidade operacional da unidade.
A SEAP ressalta que todas as transferências de pessoas privadas de liberdade, assim como a definição de local de custódia, seguem critérios rigorosos que consideram a segurança do sistema prisional, o perfil do custodiado e a necessidade de garantir a ordem e disciplina nas unidades prisionais.”
A Prefeitura de Extremoz realizou, nesta quinta-feira (31), o pagamento dos salários de todos os servidores municipais — efetivos, comissionados e estagiários — referentes ao mês de julho. A medida reforça o compromisso da gestão com a valorização do funcionalismo público e o equilíbrio das contas municipais.
Mesmo diante do cenário de crise que afeta diversos municípios do país, a prefeita Jussara Sales reafirma a prioridade em manter a folha salarial em dia.
“Mesmo num momento de intensa crise financeira que muitas prefeituras estão passando, mais uma vez, cumprimos com nossas obrigações junto aos servidores. O salário em dia, além de aquecer a economia local, é uma demonstração de valorização, onde os funcionários podem usufruir da compensação de seu trabalho com tranquilidade, sabendo que têm dia certo pra receber”, destacou a gestora.
A administração municipal segue empenhada em garantir responsabilidade fiscal e respeito aos trabalhadores, reconhecendo o papel fundamental de cada servidor na construção de uma Extremoz mais justa e eficiente.
Tarifaço começa a valer na quarta (6) e afeta oito dos dez produtos potiguares mais exportados para os EUA no 1º semestre| Foto: Adriano Abreu
O Governo do Estado vai apresentar, na manhã desta sexta-feira (1º), um pacote de medidas para mitigar os impactos da taxação de 50% estabelecida pelo governo de Donald Trump aos produtos brasileiros vendidos aos Estados Unidos. O chamado “tarifaço” começa a valer na próxima quarta-feira (6) e afeta oito dos dez produtos potiguares que mais foram exportados para o mercado americano no primeiro semestre de 2025. De acordo com a Federação das Indústrias do RN (Fiern), estimativas das indústrias exportadoras indicam que entre R$ 70 milhões e R$ 100 milhões em exportações podem deixar de ser comercializados por ano com o aumento das tarifas. Estima-se ainda que 4 mil postos de trabalho estejam em risco.
Uma Nota Técnica publicada pela Secretaria de Desenvolvimento do RN (Sedec) nesta quinta-feira (31) aponta que, de janeiro a junho de 2025, o valor total exportado pelo RN para os EUA foi de US$ 67,1 milhões. Os dez principais produtos exportados somaram, somente no 1º semestre, US$ 58,1 milhões. Ainda conforme o documento, aproximadamente 48,1% do volume financeiro das exportações potiguares para o mercado americano seria impactado pela tarifa adicional de 50%.
“Diante desse cenário, o Governo do RN informa que adotará todas as medidas cabíveis, em articulação com o Governo Federal, com o objetivo de dar continuidade às negociações diplomáticas e institucionais, buscando mitigar os efeitos da medida e preservar a competitividade das exportações do estado” diz trecho da nota.
O pacote de medidas para mitigar os impactos do tarifaço será apresentado aos setores afetados, segundo informou o secretário de Desenvolvimento Econômico do RN, Alan Silveira. Sem dar maiores detalhes, ele adiantou que o pacote integra um conjunto de ações que incluem benefícios fiscais, especialmente para as empresas que já fazem parte do o Programa de Estímulo ao Desenvolvimento Industrial (Proedi) e que poderão ter isenções ampliadas. O pacote também deve incluir mecanismos de antecipação de créditos vinculados à exportação, com a criação de linhas financeiras que permitam às empresas antecipar recebíveis a taxas mais vantajosas.
Roberto Serquiz, presidente da Fiern, disse que as possíveis alternativas para reduzir os efeitos do tarifaço estão em fase de ‘gestação’ e comentou que ainda espera uma reversão da medida. “É um desafio buscar essa reversão em tão curto espaço de tempo, mas a gente acredita que isso possa acontecer. O que não podemos é deixar que o ambiente político interfira tanto na economia. Para além disso, uma das saídas de mitigação dos impactos é buscar a recomposição de custos e abrir mercados”, aponta Serquiz.
Presidente da Fiern, Roberto Serquiz disse que ainda acredita na reversão da medida por parte do governo norte-americano, apesar do curto espaço de tempo até que as novas tarifas entrem em vigor| Foto: Divulgação/FIERN
Ele ressaltou que a indústria não planeja demissões, pois está sempre voltada ao desenvolvimento e à geração de empregos. No entanto, caso as dificuldades persistam, adaptações poderão ser necessárias nos setores exportadores.
“Infelizmente, diante desse cenário, pode se tornar impossível manter [todos os empregos nos segmentos que exportam para os EUA]. Ninguém fica feliz com cortes. Quando há desligamentos, é porque há risco à sustentabilidade ou necessidade de redesenhar o próprio negócio”, pontuou Serquiz.
Medidas As medidas que serão apresentadas pelo Governo nesta sexta visam dar algum respiro às atividades afetadas. O setor de pesca, o mais atingido em quantidade de exportação, com cerca de 80% dos produtos enviados ao mercado norte-americano, irá pedir ao Governo do Estado a isenção total do ICMS que incide sobre o combustível das embarcações.
“Sobre a isenção, estamos protocolando um documento a pedido do Governo. Queremos que a medida vigore até o final do ano. E na segunda, vamos nos reunir com a DRT [Delegacia Regional do Trabalho] para ver questões de contratos de trabalho. Essa é a alternativa que a gente observa para manter a viabilidade da atividade pesqueira. No nosso caso, não adianta buscar novos mercados, porque na Ásia e na Oceania há competidores que estão bem mais próximos”, disse Arimar Filho, presidente do Sindipesca.
“Além do que, a logística para os dois continentes custa muito caro ao nosso mercado. E para a Europa, desde 2018 o Brasil é proibido de exportar por uma questão que envolve aspectos técnicos, mas também políticos. Então, a gente não tem saída quanto a novos destinos”, completou Arimar. As exportações da pesca potiguar aos EUA movimentam mais de R$ 250 milhões ao ano, com mais de 2,5 mil empregos.
Doces, sal e reciclagem também serão afetados
A indústria de doces e pirulitos será a segunda atividade no Rio Grande do Norte mais afetada pela taxação, uma vez que 70% das exportações desse setor têm como destino os Estados Unidos. Luiz Eduardo Simas, que integra o Sindicato de Doces do RN, disse que as empresas exportadoras estão em contato com o Governo do Estado, por meio da Fiern, para entender quais medidas serão oferecidas para aliviar os impactos. “O que o setor tem feito é negociar para que demissões e perdas no faturamento não se concretizem. Não temos falado expectativas de números nem sobre possíveis perdas, porque preferimos esperar a entrada em vigor da medida”, explicou Simas.
O setor de sal, que tem metade das exportações voltadas ao mercado americano, disse que a taxação vai representar perda de empregos e prejuízos às empresas, que não terão para onde direcionar os próprios produtos. “Não temos muitos outros mercados. Nós exportamos 550 mil toneladas aos EUA por ano. Por conta da logística e do fato de o sal ser um produto de baixo valor, ele não consegue ser competitivo quando se colocam distâncias muito maiores do que os Estados Unidos. Portanto, estamos fadados a esse mercado, em um primeiro momento”, explicou Aírton Torres, presidente do Siesal.
“De todo modo, junto com o Governo do Estado estamos vendo a possibilidade de abrir um pouco mais para a Europa”, frisou Aírton Torres. Ainda segundo ele, o setor gera cerca de 4 mil postos de trabalho no RN, volume que será atingido pela taxação. “Ainda não temos como quantificar esse impacto, mas sabe-se que, além dessas pessoas, aquelas outras ligadas à cadeia de distribuição sentirão os efeitos.
Estamos desenhando alternativas com o apoio da Fiern para encontrar algum tipo de incentivo junto ao Governo do Estado para compensar, ainda que parcialmente, os prejuízos”, disse.
O quarto setor que mais irá sentir o peso do tarifaço é o de reciclagem, que destina 30% dos produtos exportados aos Estados Unidos.
Etelvino Patrício, presidente do Sindirecicla-RN, disse que o real valor dos efeitos só será conhecido após a medida do governo americano passar a valer. O que o setor tem feito, segundo Etelvino, é procurar novos destinos para tentar compensar as perdas com a taxação.
“Nosso planejamento é tentar buscar novos mercados e novos clientes, para que a gente possa suprir as perdas que teremos, mesmo entendendo que, em casos de precificação, não conseguiremos mercado melhor do que o americano”, pontuou.
Fruticultura Para a fruticultura potiguar, cujo impacto deverá ser de R$ 100 milhões ao ano, a Federação da Agricultura e Pecuária do RN (Faern) esclareceu que também tem buscado alternativas para o tarifaço. “Está sendo elaborada uma proposta de crédito emergencial voltada a produtores que precisam manter contratos de trabalho, mesmo diante de uma redução temporária de produção. Além disso, a Faern defende que prefeituras atuem de forma proativa, ativando redes locais de proteção social e ampliando compras públicas de frutas para merenda escolar, como forma de sustentar o escoamento da produção e proteger os empregos”, afirmou José Vieira, presidente da Federação.
“A Faern também defende a criação de uma frente interestadual da fruticultura irrigada, reunindo RN, PE, BA e CE. Essa articulação permitirá uma resposta coordenada, fortalecerá a defesa dos interesses do semiárido fruticultor e ampliará o poder de negociação do setor em âmbito nacional e internacional”, completou Vieira.
O Comitê Executivo de Fruticultura do RN (Coex), projeta um fechamento de 1,5 mil postos de trabalho com a taxação, o que, de acordo com José Vieira, representa cerca de 25% da força de trabalho do setor na alta temporada. “Isso impacta diretamente municípios como Mossoró, Baraúna e Apodi, onde a fruticultura representa até 40% da economia local”, explicou.
BALANÇO Principais produtos exportados pelo RN aos EUA (1º semestre de 2025)
Óleo combustível: US$ 23,9 milhões
Outros produtos de origem animal: US$ 10,3 milhões
Albacoras-bandolim frescos: US$ 4,7 milhões
Caramelos e confeitos: US$ 4,1 milhões
Sal marinho: US$ 3,3 milhões
Albacoras/atuns: US$ 3,2 milhões
Outros granitos: US$ 2,6 milhões
Outros açúcares de cana: US$ 2,1 milhões
Outros peixes congelados: US$ 2 milhões
Castanha de caju: US$ 1,9 milhão
Total: US$ 58,1 milhões
Produtos excluídos do tarifaço Óleo combustível: US$ 23,9 milhões Castanha de caju: US$ 1,9 milhões Total: US$ 25,8 milhões
Com o objetivo de aproximar ainda mais o serviço público da população e agilizar o atendimento, a Prefeitura de Parnamirim está descentralizando parte dos serviços, antes oferecidos apenas na Central de Atendimento Social (Cadastro Único), para outros pontos do município. Atualmente, as unidades que já contam com cadastradores e entrevistadores são os CRAS de Liberdade, Bela Parnamirim e Pirangi, além do Serviço de Convivência e Fortalecimento de Vínculos do litoral.
O cidadão que precisa atualizar informações cadastrais em programas como Bolsa Família, BPC, Auxílio Gás e Tarifa Social de Energia Elétrica e reside nos bairros de Liberdade, Cajupiranga, Boa Esperança, Bela Parnamirim, Rosa dos Ventos, e principalmente Pium, Pirangi e Cotovelo, já não precisa se deslocar à Central de Atendimento em Santos Reis. Basta procurar o CRAS responsável pela sua área para ter acesso ao serviço.
Além das unidades que já contam com cadastradores à disposição da população, a Prefeitura está capacitando novos entrevistadores sociais para outros pontos de atendimento. Muito em breve os serviços devem ser habilitados também nos CRAS de Passagem de Areia, Monte Castelo, Nova Parnamirim, Parque Industrial, Moita Verde e Vale do Sol.
O caso brutal de violência sofrido por Juliana, espancada com 61 socos pelo namorado dentro de um elevador em um prédio de Natal no último sábado (26), gerou forte comoção e uma imediata resposta da população. Desde então, a Procuradoria da Mulher da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte tem registrado um aumento expressivo na busca por ajuda.
O Zap Mulher (84 98896-0402), canal de atendimento direto da Procuradoria, triplicou o número de mensagens desde a divulgação do caso. A maioria das mulheres pede orientação jurídica, psicológica e relata situações de violência. “Preciso de proteção. Estou desesperada”, disse uma das mensagens recebidas nesta segunda (28), poucas horas após a agressão viralizar nas redes sociais.
Segundo a procuradora da mulher e deputada estadual Cristiane Dantas, o aumento na procura revela uma realidade oculta por trás de muitos lares potiguares.
“O fato do agressor ter sido preso encorajou outras mulheres a romperem o silêncio. A Procuradoria da Mulher está pronta para atender quem precisa, com uma equipe formada por psicólogas, assistentes sociais e advogados. Nós acolhemos e orientamos cada mulher, e estamos conectados à rede de proteção estadual para garantir segurança e justiça.”
Além do acolhimento, a ProMulher também pode solicitar medidas protetivas, acionando os órgãos competentes e acompanhando cada caso de perto.
A violência contra a mulher é uma epidemia silenciosa. Casos como o de Juliana evidenciam a urgência de denunciar, proteger e combater qualquer forma de agressão.
Mulheres em situação de violência podem buscar ajuda de forma sigilosa e segura. O canal de atendimento da ProMulher é o (84) 98896-0402.
A professora e prefeita Nilda Cruz sabe exatamente o que tem de ser feito para continuar sentada na cadeira em 2028. Só administrar bem a cidade não basta, ela também precisará mostrar força política em 2026, escolhendo aliados certos e garantindo que em Parnamirim, suas vitórias sejam reconhecidas como fruto de sua liderança. Daqui uns dias, Nilda terá que conduzir uma reforma administrativa, essa vai exigir diálogo com o mundo político, porém a realização desse processo carecerá de muita cautela para não expor possíveis “fraturas” dentro do grupo que ela lidera hoje. A caneta da professora está cheia de tinta, mas ela sabe que precisa escrever pensando em muitos “alunos” que também querem passar de ano quando o assunto é poder. Agora, é questão de tempo. Vamos aguardar quando a prefeita vai anunciar quem continua com ela nessa jornada e quem pode ser liberado da “ sala de aula”, abrindo espaço para novas lideranças ajudarem a manter a governabilidade no município
A palavra está com a Prefeita Nilda e sua caneta azul de Parnamirim
Empresas ligadas ao setor de petróleo e gás — segmento estratégico para a economia do Rio Grande do Norte — têm até quinta-feira (31), para inscrição no Programa Petris. Iniciativa inédita no país, desenvolvida pelo Sebrae RN, o Petris objetiva fomentar projetos de inovação, fortalecer conexões entre corporações e startups e impulsionar a competitividade do setor. O programa é gratuito e aberto a corporações, fornecedores e startups interessados em desenvolver soluções para os desafios da cadeia de óleo e gás. As inscrições podem ser feitas pelo link: https://www.moaventures.com.br/programapeg.
Executado pela Moa Ventures, o Petris propõe um modelo de inovação colaborativa, no qual a interação direta entre empresas e startups impulsiona a criação de soluções para desafios reais da cadeia produtiva. Além disso, aproxima os participantes de oportunidades como os investimentos obrigatórios em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) previstos pela cláusula ANP.
Na primeira etapa, os participantes terão acesso a uma trilha de capacitação online na qual as startups focarão na estruturação de projetos de P&D alinhados à cláusula ANP. Já as empresas acessarão conteúdos sobre cultura de inovação corporativa e relacionamento com startups.
Ao final, ocorre o chamado Pitch Day, em que startups apresentarão suas propostas para uma banca formada por corporações, investidores e parceiros estratégicos para o setor de petróleo e gás. Em seguida, será realizado um processo de matchmaking, que objetiva viabilizar parcerias para execução conjunta dos projetos.
O programa conta ainda com 20 linhas de pesquisa para orientar o desenvolvimento das propostas. Startups com competência técnica nas áreas mapeadas podem se inscrever para participar da jornada. Conheça as linhas de pesquisa: https://www.moaventures.com.br/desafiospetris.
Inovação colaborativa
Com o Petris, o Sebrae RN pretende consolidar um ambiente de negócios mais dinâmico e inovador, criando condições para que as empresas potiguares estejam cada vez mais inseridas em projetos estratégicos do setor de petróleo e gás no Brasil.
Para alcançar esse objetivo, o gestor do Projeto de Petróleo e Gás do Sebrae RN, Robson Matos explica que um dos diferenciais do Petris é gerar conexões e promover a inovação entre as empresas do setor.
“O Petris coloca, em um mesmo ambiente, as empresas, que sofrem com as dores do mercado, e startups dispostas a oferecer soluções inovadoras para fortalecer o segmento. Esse formato faz toda a diferença para resultados exitosos que almejamos”, frisa.
A prefeita de Parnamirim, Nilda Cruz, reuniu nesta semana, o corpo técnico da Prefeitura para discutir a implantação de um sistema binário nas avenidas Maria Lacerda Montenegro e Abel Cabral, localizadas em Nova Parnamirim. A medida busca enfrentar os problemas de mobilidade urbana que se agravaram nos últimos anos com o crescimento acelerado do bairro.
Durante a reunião, que contou com a participação de secretários municipais, agentes de trânsito e representantes do Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN), foi apresentado um projeto desenvolvido pelo Núcleo de Extensão e Prática Profissional da Construção Civil (Neppcon). A iniciativa é fruto de uma parceria firmada entre a Prefeitura e o IFRN, com o objetivo de elaborar soluções eficazes para os gargalos no tráfego local.
Nilda destacou que o projeto é uma resposta concreta às demandas da população, que há anos cobra mudanças no trânsito da região. A proposta do binário é vista como uma medida estratégica de curto prazo e deve contar com a participação da própria comunidade, que será ouvida durante as próximas etapas do projeto.
“Nova Parnamirim precisa de uma solução urgente. A população nos cobra há mais de uma década por melhorias no trânsito, e agora vamos atuar de forma técnica e planejada. Nosso compromisso é com a mobilidade, a segurança viária e a qualidade de vida”, afirmou Nilda.
Sérgio Eduardo Rodrigues da Silva é o novo presidente da Companhia de Águas e Esgotos do Rio Grande do Norte (Caern). A indicação, apresentada por meio de ofício do Gabinete Civil do Governo do Estado, foi aprovada na última segunda-feira (28) durante reunião do Conselho de Administração da empresa. Sérgio substitui Roberto Linhares, que estava à frente da instituição desde 2019.
Engenheiro civil formado pela UFRN, Sérgio tem mais de 30 anos de experiência nos setores público e privado. Antes de chegar à Caern, em 2019, como Diretor de Empreendimentos, foi secretário de Administração e de Infraestrutura da Prefeitura de Canguaretama. Sua carreira inclui ainda projetos de habitação social e eficiência energética em iluminação pública.
O novo presidente aponta quatro prioridades para sua gestão: – Implantação de método não destrutivo para aprimorar a execução e manutenção de serviços urbanos, eliminando a necessidade de abrir buracos; – Controle e redução de perdas; – Agilidade nos processos de viabilidade técnica; – Relacionamento com Municípios.
Nesta quinta-feira (31), Sérgio Rodrigues foi oficialmente empossado como Diretor-Presidente e membro do Conselho de Administração da Caern.
Ação busca atingir o núcleo financeiro da organização criminosa Sindicato do Crime, enfraquecendo sua capacidade de financiar atividades ilícitas.
O Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) deflagrou nesta quinta-feira (31) a operação Vereda Grande. A ação visa desarticular um esquema de lavagem de dinheiro para uma organização criminosa com atuação no Estado. Foram cumpridos oito mandados de busca e apreensão nas cidades potiguares de Natal e Assu, e ainda em São Paulo (SP).
A investigação apura a integração de suspeitos à organização criminosa Sindicato do Crime e a prática de lavagem de dinheiro. O grupo utilizava contas bancárias de interpostas pessoas, os chamados “laranjas”, para movimentar e ocultar valores obtidos com atividades ilícitas, principalmente o tráfico de drogas. A análise dos dados bancários revelou transações financeiras milionárias incompatíveis com a capacidade econômica dos investigados.
A ação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPRN busca atingir o núcleo financeiro da organização criminosa, enfraquecendo sua capacidade de financiar atividades ilícitas, como o tráfico de drogas e a compra de armas.
O MPRN iniciou a apuração para desmantelar o braço financeiro da organização criminosa, buscando cessar a dissimulação de ativos provenientes das atividades do grupo. A investigação constatou que os suspeitos não possuíam renda lícita ou apresentavam rendimentos formais muito baixos que não justificavam as altas quantias movimentadas em suas contas, o que levantou fortes indícios da prática de lavagem de dinheiro para a organização criminosa.
A operação Vereda Grande é um desdobramento da operação Sentinela, também do MPRN, que investigava a atuação de uma mulher, já denunciada por integrar a mesma facção criminosa. Foi a partir de um Relatório de Informações Patrimoniais produzido na Sentinela que se descobriu uma transação suspeita entre ela e um investigado na operação Vereda Grande, no valor de mais de R$ 300 mil em apenas dois meses, dando origem à nova apuração.
As investigações apontam que a conta bancária desse homem era uma das principais no esquema, sendo utilizada por terceiros para as atividades da organização criminosa. Familiares dele também são investigados por envolvimento, pois compartilhavam o mesmo e-mail e endereço de cadastro e realizaram diversas transações suspeitas. Outras pessoas também são investigadas e foram alvos dos mandados.
A desproporção financeira dos investigados ficou evidente nos autos. O homem apontado como cabeça desse esquema, que já teve passagem pelo sistema prisional e não possui fonte de renda lícita registrada, movimentou mais de R$ 1,1 milhão entre janeiro de 2022 e fevereiro de 2024. No mesmo período, uma outra investigada, com renda declarada de aproximadamente R$ 1.600, transacionou um total superior a R$ 1,3 milhão. Outros investigados também eram beneficiários de programas sociais do Governo Federal, como o Auxílio Emergencial e o Bolsa Família.
A ação contou com o apoio da Polícia Militar potiguar e do Ministério Público e das Polícia Civil de São Paulo. O cumprimento dos mandados da Operação Vereda Grande contou com a participação de dois promotores de Justiça do MPRN, 11 servidores do MPRN e o apoio de 20 policiais militares do Rio Grande do Norte.
Foram apreendidos dinheiro, equipamentos eletrônicos, cartões de crédito e documentos. O material apreendido será a analisado pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco)com o objetivo de aprofundar as provas sobre o esquema de lavagem de capitais, identificar outros possíveis integrantes do grupo criminoso e delimitar a responsabilidade de cada investigado.
Com o tema: “Sou livre, não sozinha”, o Centro de Referência da Mulher Brasileira (CRMB), por meio da Secretaria Municipal de Assistência Social, Cidadania e Juventude (Semasc) e Prefeitura de Mossoró, estará realizando a abertura da campanha “Agosto Lilás”, na próxima sexta-feira (1º). A campanha reforça o enfrentamento à violência contra a mulher.
O Centro de Referência da Mulher Brasileira e a Rede de Enfrentamento e Proteção à Mulher realizam neste mês de agosto uma série de ações integradas em alusão à campanha “Agosto Lilás”, que simboliza o compromisso coletivo pelo fim da violência contra a mulher. O evento reforça o papel essencial da rede de proteção e o engajamento interinstitucional no enfrentamento às múltiplas formas de violência de gênero.
A campanha marca também o aniversário da “Lei Maria da Penha”, um dos mais importantes marcos legais no combate à violência doméstica e familiar, que busca fortalecer a conscientizar a população, fomentando o debate público e ampliando o acesso das mulheres aos serviços de apoio, acolhimento e garantia de direitos.
“O CRMB é um espaço destinado a prestar acolhimento e atendimento humanizado às mulheres em situação de violência, proporcionando atendimento psicológico e social, orientação e encaminhamento jurídico necessário para a superação da situação de violência. Nosso objetivo é contribuir para que essa mulher se fortaleça, compreenda a questão da violência, que muitas delas não compreendem que estão vivendo em um relacionamento abusivo, violento, porque muitas vezes até chegar a bater e deixar marcas, vem outras violências que a gente acaba normalizando. O CRMB está aqui para orientar, acolher e principalmente ajudar as mulheres a superar essa situação”, declarou Maria Manuela, diretora do CRMB.
A iniciativa contará com a presença de autoridades, representantes da rede de enfrentamento, profissionais da assistência, segurança pública, saúde, educação e a sociedade civil presente. A campanha “Agosto Lilás” é um convite à ação de denunciar, um ato de coragem e solidariedade, onde a união de todos é capaz de transformar essa realidade.
Quando uma mulher é agredida, a sociedade inteira sangra. A Prefeitura de Mossoró tem realizado atendimento a essas vítimas de violência no município, por meio de seus equipamentos, garantindo o cumprimento de cada direito, porque compreende que o acolhimento trará o fortalecimento àquelas que são fortes por natureza, que carregam em seu DNA a virtude de serem chamadas de “mulheres”.
Ministro do STF, alvo da Lei Magnitsky, assistiu ao clássico entre Corinthians e Palmeiras pela oitavas de final da Copa do Brasil.
Horas após ser alvo da Lei Magnitsky, uma das principais sanções aplicadas pelo governo dos Estados Unidos, o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), foi à Neo Química Arena assistir ao clássico entre Corinthians, seu time do coração, e Palmeiras, pelas oitavas de final da Copa do Brasil, na noite desta quarta-feira, 30. Acompanhado da esposa, o ministro sorriu, acenou para o público e fez um gesto obsceno com o dedo médio.
Moraes chegou ao estádio acompanhado da esposa e, após ser interpelado por um interlocutor, respondeu “vai Corinthians”. A reportagem do Estadão não presenciou nenhum episódio de alvoroço envolvendo o magistrado, que se acomodou em um dos camarotes do local. Em março deste ano, Moraes já havia acompanhado a final do Campeonato Paulista na Neo Química Arena. Na ocasião, o Corinthians venceu o Palmeiras e foi campeão.
A presença de Moraes no estádio também chamou atenção do narrador Galvão Bueno, que transmitia o jogo no Amazon Prime. “Aí você vai vendo a presença do ministro do Supremo Tribunal Federal, Alexandre de Mores, que está envolvido em toda essa conversa, essa disputa com o governo do Estados Unidos. Mas isso é política. Ele está ali como torcedor. Tem todo o direito de estar ali como torcedor”, disse Galvão.
Mais cedo, o ministro do STF foi alvo de uma sanção por parte do governo de Donald Trump. O dispositivo legal acionado pela Secretaria do Tesouro dos EUA impõe restrições financeiras a estrangeiros acusados de corrupção ou violações graves de direitos humanos. Procurado, o Supremo não se manifestou.
A decisão do governo americano bloqueia contas bancárias e trava o acesso de Moraes ao sistema financeiro dos EUA, o que impede que ele acesse eventuais ativos que tenha em território norte-americano. A lei ainda prevê proibição de entrada no país. O seu visto e de outros sete membros do STF e do procurador-geral da República, Paulo Gonet, já haviam sido suspensos por ordem de Trump na semana passada.
Como o Estadão mostrou, foi a primeira vez que uma autoridade de país democrático foi punida pela Lei Magnistsky. Até o momento, a norma só havia sido aplicada para violadores graves dos direitos humanos, como autoridades de regimes ditatoriais, integrantes de grupos terroristas e criminosos ligados a esquemas de lavagem de dinheiro e de assassinatos em série.
Serão repassados R$ 10 bilhões a 7,22 milhões de contribuintes do IR 2025, segundo a Receita Federal.
O terceiro lote de restituição do Imposto de Renda da Pessoa Física (IRPF) de 2025, ano-calendário de 2024, será pago ao longo desta quinta-feira (31/7), para os contribuintes contemplados.
Serão repassados R$ 10 bilhões para 7,22 milhões de declarações de IR, conforme informado pela Receita Federal. Ainda restam mais duas levas de repasses, que serão feitas em agosto e setembro.
Quem tem prioridade?
O Fisco paga cinco lotes de restituição, que contemplam quem declarou em 2025, bem como os contribuintes residuais de exercícios anteriores ou que saíram da malha fina (aqueles que enviaram a declaração com erro e corrigiram depois).
A ordem de prioridade foi atualizada neste ano. Confira como ficou:
Contribuintes com idade igual ou superior a 80 anos;
Contribuintes com idade igual ou superior a 60 anos, deficientes e portadores de moléstia grave;
Contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério;
Contribuintes que utilizaram a pré-preenchida e optaram por receber a restituição por Pix;
Contribuintes que utilizaram a pré-preenchida ou optaram por receber a restituição por Pix; e
Outros contribuintes.
#ATENÇÃO: No caso de empate nos critérios, quem entregou primeiro tem prioridade dentro do mesmo grupo.
Detalhes sobre o terceiro lote
Do montante total, R$ 557.779.060,71 serão destinados aos contribuintes com prioridade legal, o que corresponde a:
15.988 restituições para idosos acima de 80 anos;
83.575 restituições para contribuintes entre 60 e 79 anos.
11.298 restituições para contribuintes com alguma deficiência física ou mental ou moléstia grave.
35.315 restituições para contribuintes cuja maior fonte de renda seja o magistério.
A cifra restante será destinada a:
6.316.894 restituições de contribuintes que não possuem prioridade legal, mas que receberam prioridade por terem utilizado a declaração pré-preenchida e optado por receber a restituição via Pix; e
755.978 restituições destinadas a contribuintes não prioritários.
Como consultar a restituição?
Para verificar se a restituição do IRPF está disponível, o contribuinte deve acessar o site oficial da Receita Federal, clicar em “Meu Imposto de Renda” e, em seguida, em “Consultar a Restituição”.
Se identificar alguma pendência na declaração, o contribuinte pode retificá-la, corrigindo as informações que possivelmente estejam equivocadas ou erradas.
Também é possível conferir tais informações por meio do aplicativo para tablets e smartphones, que permite fazer consultas nas bases do Fisco sobre a liberação das restituições do IRPF e a situação cadastral de uma inscrição no CPF.
A restituição é depositada na conta bancária informada pelo contribuinte, de forma direta ou por chave Pix.
Caso o crédito bancário não seja realizado, os valores ficarão disponíveis para resgate por até um ano no Banco do Brasil. Dessa forma, é possível reagendar o crédito dos valores pelo Portal BB ou pela Central de Relacionamento BB pelos telefones 4004-0001 (capitais), 0800-729-0001 (demais localidades) e 0800-729-0088 (exclusivo para deficientes auditivos).
Outra possibilidade é o contribuinte não resgatar o valor da restituição no prazo de um ano. Se isso acontecer, será necessário requerê-lo pelo Portal e-CAC, disponível no site da Receita Federal, acessando o menu Declarações e Demonstrativos > Meu Imposto de Renda e clicando em “Solicitar restituição não resgatada na rede bancária”.
Não recebeu a restituição, o que fazer?
É possível que o contribuinte tenha caído na malha fina — isto significa que a declaração do IR foi enviada com algum erro (informação preenchida incorretamente, dado incompatível ou até suspeita de fraude em análise).
No site da Receita, o contribuinte pode verificar o status do envio da documentação. Caso apareça a mensagem “Em Fila de Restituição”, a declaração foi processada, só que a restituição ainda não foi liberada.
Aqueles com pendências pode corrigir por meio de declaração retificadora, sem multa ou penalidade. Após isso, a declaração será analisada e voltará à fila de restituições. Mas, se for intimado ou notificado pela Receita, não será possível retificá-la.
Depois de resolver todas as pendências com o Leão, o contribuinte receberá o pagamento de restituição do Imposto de Renda nos lotes residuais. O calendário ainda não foi informado.
Donald Trump assinou nesta quarta-feira (30) um decreto executivo que oficializa a aplicação de tarifas de 50% sobre produtos brasileiros. A medida, anunciada anteriormente pela Casa Branca, foi justificada com base em uma “emergência nacional”, segundo o documento divulgado pelo governo dos Estados Unidos.
A decisão tem como base a Lei de Poderes Econômicos de Emergência Internacional, de 1977, que permite ao presidente americano adotar ações radicais diante de ameaças externas. No texto, Trump aponta que o Brasil representa risco à segurança nacional, à política externa e à economia dos EUA.
Além disso, o republicano acusa o governo brasileiro de adotar condutas “incomuns e extraordinárias” que estariam prejudicando empresas americanas e restringindo a liberdade de expressão de cidadãos norte-americanos.
Defesa de Bolsonaro é usada como argumento
Trump também inseriu no decreto a alegação de que o ex-presidente Jair Bolsonaro estaria sendo alvo de “perseguição, intimidação, assédio, censura e processo politicamente motivado” no Brasil. Segundo ele, esse cenário representa uma afronta aos direitos humanos e exige resposta contundente por parte dos Estados Unidos.
A Casa Branca afirma que a medida visa responsabilizar agentes estrangeiros por violações de direitos e proteger empresas americanas de supostos abusos praticados fora do país.
“O presidente Trump tem reafirmado consistentemente seu compromisso de defender a segurança nacional, salvaguardar a liberdade de expressão e proteger os interesses econômicos dos Estados Unidos”, diz trecho do documento divulgado.
O que muda
Com a taxação de 50% oficializada por Donald Trump, produtos brasileiros que entram nos Estados Unidos ficarão significativamente mais caros, perdendo competitividade no mercado americano.
Itens como aço, alumínio, alimentos e outros bens manufaturados tendem a ser os mais afetados, já que representam parte expressiva da pauta de exportações do Brasil para os EUA. Na prática, empresas americanas podem optar por fornecedores de outros países com custos mais baixos.
Essa barreira comercial deve gerar impacto direto na balança comercial brasileira, com redução no volume de exportações para um dos principais parceiros econômicos do país.
O aumento das tarifas pode provocar desaceleração em setores industriais ligados à exportação, resultando em perda de receita, queda na produção e até demissões em cadeias produtivas específicas. Economistas alertam que o Brasil pode enfrentar dificuldades para compensar esse prejuízo em curto prazo.
Além do impacto econômico, a decisão agrava tensões diplomáticas entre os dois países. Ao citar perseguição política contra Jair Bolsonaro como uma das justificativas para o tarifaço, Trump insere um componente ideológico no cenário, o que pode comprometer futuras negociações comerciais e políticas.
O gesto também pressiona o governo brasileiro a se posicionar frente à escalada protecionista dos EUA.