Pandemia afeta faturamento de 95% dos bares e restaurantes de Natal, diz estudo do Sebrae-RN

Uma pesquisa feita pelo Sebrae no Rio Grande do Norte aponta que 95% dos bares, restaurantes e similares de Natal registraram redução no faturamento mensal por causa da pandemia do novo coronavírus. O levantamento divulgado na terça-feira (20) também diz que quase 10% destes estabelecimentos tiveram que encerrar as atividades de forma definitiva.

Foram ouvidos 253 empresários. Os objetivos eram mostrar a situação dos pequenos negócios que operam nesse ramo e identificar os principais impactos da pandemia.

Dados divulgados pelo governo do estado já indicavam que a queda de faturamento bruto diário das empresas de todo o RN entre março de 2020 e o mesmo mês deste ano da ordem de 30%, caindo de R$ 4,8 milhões para R$ 2,7 milhões em média nesse período.

Segundo o estudo do Sebrae, apenas 2,4% dos estabelecimentos de Natal tiveram alta no faturamento e outros 2,4% mantiveram os níveis de operações. A pesquisa indica que 72% precisaram fazer adequações no horário de atendimento, passando a operar via sistema de entregas e drive-thru (53,2%).

“Muitos tiveram que se adaptar e mudar sua rotina de funcionamento, até pelas limitações colocadas nos decretos, como mostra a pesquisa. É uma situação delicada e o setor precisa de todo tipo de apoio, seja fiscal, financeiro (crédito) ou para inovar, e se adequar ao cenário atual”, comentou o gestor do projeto de Turismo do Sebrae-RN, Yves Guerra.

Mais da metade dos empresários entrevistados tiveram de demitir trabalhadores, sendo que a maioria não pretende recontratá-los após a crise. Os que fugiram dessa alternativa drástica precisaram reduzir a jornada de trabalho ou os salários dos empregados (27,7%), suspender os contratos (24,8%) e decretar férias coletivas (9,4%).

A redução do faturamento das empresas obrigou 31,2% dos empresários a buscar empréstimos. A finalidade do recurso era para capital de giro (31,2%), pagamento dos funcionários (41,8%) e pagamento dos custos fixos da empresa (34,2%).

Apenas 53,2% conseguiram o recurso e outros 12,6% ainda estão aguardando resposta do banco.

G1 RN.

Brasil administrou 1ª dose de vacina contra covid em 27,5 milhões de pessoas

Vacinação contra a Covid-19, em Brasilia. Sérgio Lima/Poder360 25.01.2021

O Brasil administrou a 1ª dose de vacinas contra a covid em 27.516.920 pessoas até as 2053 desta 4ª feira (21.abr.2021). Dessas, 10.948.906 receberam a 2ª dose. Ao todo, foram administradas 38.465.826 doses no país.

Os dados são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam dados das secretarias estaduais de Saúde.

O número de vacinados com ao menos uma dose representa 12,9% da população, segundo a projeção para 2021 de habitantes do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). Os que receberam as duas doses são 5,1%.

Dos que tomaram a 1ª dose, 40% já receberam também a 2ª e estão imunizados. As vacinas que estão sendo aplicadas no Brasil são a CoronaVac e a de Oxford-AstraZeneca. Ambas requerem duas doses para uma imunização eficaz.

Eis os números de vacinados por Estado:

OS DADOS

Os dados mostrados neste post são das plataformas coronavirusbra1 e covid19br, que compilam os números de vacinação divulgados pelas secretarias estaduais de Saúde.

O Ministério da Saúde também dispõe de uma plataforma que divulga dados sobre a vacinação: o Localiza SUS. Contudo, os números demoram mais para ser atualizados.

A plataforma do ministério depende de Estados e municípios preencherem os dados –de acordo com os critérios do governo federal– e enviarem à pasta. Quando uma dose é aplicada, as cidades e os Estados têm 48h para informar ao ministério.

O dado publicado pelo Poder360 é maior que o do Localiza SUS, por que os desenvolvedores das plataformas coronavirusbra1 e covid19br compilam os números de cada uma das secretárias estaduais, e as informações divulgadas diretamente por elas são mais atualizados.

Poder 360.

Nascidos em agosto começam a receber auxílio emergencial nesta 5ª feira

Brasília: Prédio da Caixa Econômica Federal. (Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil)

Brasileiros nascidos em agosto começam a receber nesta 5ª feira (22.abr.2021) a nova rodada do auxílio emergencial. O benefício terá parcelas de R$ 150 a R$ 375, dependendo da composição familiar.

O benefício começou a ser pago no dia 6 de abril. Os beneficiários que são inscritos no Bolsa Família começaram a receber o auxílio no dia 16 de abril. Os inscritos podem sacar diretamente o dinheiro nos 10 últimos dias úteis de cada mês, com base no dígito final do NIS (Número de Inscrição Social). O auxílio emergencial somente será pago quando o valor for superior ao benefício do programa social.

O montante pago nesta 5ª feira (22.abr) ficará disponível em conta poupança social digital da Caixa. Pode ser usado para pagamento de contas e compras por meio do cartão virtual. Saques e transferências serão liberados a partir de 30 de abril. A Caixa recomenda não ir presencialmente às agências para evitar aglomerações.

O trabalhador demitido depois de dezembro de 2020 não poderá ter acesso ao auxílio emergencial, só ao seguro-desemprego. A consulta para verificar se a pessoa tem direito ao benefício pode ser feita pelo sistema do Ministério da Cidadania ou no site da Caixa dedicado ao auxílio emergencial.

PAGAMENTO NA PRÁTICA

Pelo novo desenho, o governo vai pagar 4 parcelas –de R$ 150 a R$ 375– a 45,6 milhões de pessoas. Eis a divisão:

  • R$ 150 – quem mora sozinho;
  • R$ 250 – famílias com mais de um integrante;
  • R$ 375 – mulheres que são as únicas provedoras de suas famílias.

O cronograma do pagamento para quem tem conta na Caixa ou pelo saque em dinheiro é organizado de acordo com a data de nascimento do beneficiário. Eis o cronograma (os “ciclos” se referem a cada uma das parcelas do auxílio).

As datas para pagamento com crédito na poupança social digital da Caixa:

Abaixo, as datas de pagamento para quem fará o saque em dinheiro:

As datas abaixo são para os beneficiários do Programa Bolsa Família:

Calendário Bolsa Família

Poder 360.

Bolsonaro diz não temer CPI durante encontro com empresários

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta 3ª feira (20.abr.2021) que “não teme” a CPI da Covid no Senado, implantada para apurar a gestão do governo federal na pandemia.

Em reunião on-line com empresários, Bolsonaro disse que trabalha para vacinar a população, e, com ela, o país volte a crescer com maior velocidade.

“O Brasil não parou. Fizemos muita coisa no ano passado, desde a gestão Pazuello, e as vacinas são uma realidade hoje. Não temos medo de CPI, mas espero que essa ação não prejudique o nosso trabalho”, afirmou.

A declaração foi durante o evento “Diálogos pelo Brasil”, grupo criado pelo presidente da Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo), Paulo Skaf, para mediar a relação do setor com o governo federal.

O encontro foi mais um esforço do Planalto para se aproximar do setor produtivo em meio ao recrudescimento da pandemia.

Ao final da reunião, os empresários cobraram um posicionamento do governo em relação à Cúpula do Clima, que começa nesta 4ª feira, convocada pelo presidente norte-americano, Joe Biden.

O ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, participou da conversa. Disse ser necessário desenvolver economicamente a região amazônica, para oferecer oportunidades a todos e sufocar os desmatamentos ilegais.

Salles defendeu o pagamento pelos créditos de carbono, conforme definido no protocolo de Kyoto em 2005.

Também na reunião, o ministro da Economia, Paulo Guedes, defendeu a agenda de reformas e as ações adotadas para conter a crise econômica. “Houve a renovação do auxílio e estamos seguindo o mesmo rigor e moderação com os quais conduzimos nossas ações no ano passado, mas com o compromisso de preservar vidas e salvar empregos”.

Diálogos pelo Brasil

Os grupos representados no Conselho são os maiores criadores de empregos, pagadores de impostos e investidores do país.

“Este grupo de empresários sabe como investir e fazer a roda da economia girar. O que precisamos é de um ambiente seguro para isso, razão pela qual apoiamos as reformas estruturais”, afirmou Skaf. “A reforma Administrativa é a que está mais adiantada e merece o esforço de todos para a sua aprovação”.

Ao todo, Bolsonaro convocou 8 ministros para a reunião. Estavam presentes:

  • Luiz Eduardo Ramos, ministro-chefe da Casa Civil;
  • Carlos França, ministro das Relações Exteriores;
  • Paulo Guedes, ministro da Economia;
  • Tarcísio Gomes de Freitas, ministro da Infraestrutura;
  • Tereza Cristina, ministra da Agricultura, Pecuária e Abastecimento;
  • Marcelo Queiroga, ministro da Saúde;
  • Bento Albuquerque, ministro de Minas e Energia; e
  • Ricardo Salles, ministro do Meio Ambiente.

Veja fotos do evento:

Poder 360.

Operadoras de turismo perdem 2/3 do faturamento em 2020

Avião decola no aeroporto de Congonhas.

As operadoras de turismo perderam 2/3 do faturamento em 2020, segundo o levantamento do setor divulgado nesta 3ª feira (20.abr.2021) pela Braztoa (Associação Brasileira das Operadoras de Turismo). O faturamento das empresas caiu de R$ 15,1 bilhões em 2019 para R$ 4 bilhões em 2020.

O número de passageiros transportados caiu pela metade, de 6,5 milhões em 2019 para 3,3 milhões em 2020. Além disso, 77% das vendas ficou concentrada em viagens dentro do Brasil, enquanto o turismo para o exterior respondeu por 23% da renda das empresas no período. As informações são da Agência Brasil.

A crise causada pela pandemia de covid-19 também afetou o emprego no setor, que perdeu, segundo o levantamento, 2,7 milhões de postos de trabalho ao longo de 2020. Os serviços de alimentação foram os que mais demitiram, com o corte de 1,7 milhão de empregos, seguido pelo setor de transporte rodoviário, que reduziu em 559 mil vagas a força de trabalho e as agências de viagem que demitiram 197 mil pessoas.

Apesar da forte retração, o presidente da Braztoa, Roberto Haro Nedelciu, acredita que, comparando com o cenário mundial, a queda no Brasil não foi tão forte. O mercado do turismo no país caiu para um patamar inferior ao registrado em 2009, quando o setor faturou R$ 6,1 bilhões, segundo os dados da Braztoa.

Uma retomada para um nível semelhante ao de 2019, Nedelciu avalia que só deve acontecer na metade ou no fim de 2022. O presidente da associação acredita que quando for possível fazer uma reabertura para uso de toda a capacidade turística, haverá um crescimento na procura. “Tem uma tendência das pessoas estarem loucas para viajar”, ressaltou.

Com informações da Agência Brasil

Poder 360.

Sessenta anos do Movimento de Educação de Base

Padre João Medeiros Filho
Atualmente, fala-se muito em ensino remoto, híbrido, educação a distância, “homeschooling” (educação ou escola domiciliar), metodologias e tecnologias alternativas. Entretanto, não se alude à experiência pioneira das escolas radiofônicas, nascida em Natal, no ano de 1958, fruto do trabalho pastoral e socioeducativo de Dom Eugênio de Araújo Sales. Este, inspirado na obra de Monsenhor José Salcedo, na Rádio Sutatenza (Colômbia), voltou-se para a radioeducação, em moldes avançados para a época. O próprio Paulo Freire, em carta endereçada a um professor da Universidade de Utrecht (Holanda), assim se expressou: “O pioneirismo da alfabetização cidadã está nas escolas radiofônicas do RN. Lá, houve criatividade e ousadia.”
Jânio Quadros, quando presidente da República, determinou que o governo federal alocasse recursos para o incremento das escolas radiofônicas, utilizando as emissoras diocesanas, com a mediação do Ministério da Educação. Assim, surgiu o Movimento de Educação de Base – MEB, criado pelo Decreto nº 50.370, de 21 de março de 1961, aproveitando o trabalho realizado pela arquidiocese natalense. O programa deveria executar um plano quinquenal (1961-1965) inicialmente com quinze escolas, devendo expandir-se nos anos subsequentes. Para cumprimento do decreto, foi estabelecida uma parceria entre o Ministério da Educação e a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil.
As escolas radiofônicas de Natal eram originalmente vinculadas ao Serviço de Assistência Rural – SAR. Uma plêiade de jovens idealistas dedicou-se a essa instituição, cabendo destacar Otomar Lopes Cardoso, o qual merecia uma comenda pontifícia. Mas, “seus nomes estão inscritos no Livro da Vida”. (Fl 4, 3). A atribuição principal do SAR consistia em promover o homem do campo, precariamente assistido por ações governamentais. As escolas destinavam-se não apenas à tarefa de alfabetizar, mas também à de educar jovens e adultos. O apóstolo Paulo aconselhava: “Saibam ensinar e dialogar com toda a sabedoria.” (Col 3, 16). Incorporadas ao MEB, partiram para múltiplas ações: alfabetização, educação sanitária, doméstica, profissional, sociopolítica e religiosa. Propuseram-se igualmente a repensar o papel e modelo do educador, exigindo dele um espirito de diálogo e técnicas pedagógicas renovadas para a construção de uma nova civilização. Urge que ela seja “uma comunidade aberta, permitindo valorizar as pessoas independentemente de sua origem, crença ou ideologia”, como proclama a encíclica “Fratelli Tutti”.
As atividades do MEB tinham por unidade básica de sua organização o “sistema”. Este era formado por uma equipe de produtores de textos (professores), técnicos, supervisores, locutores e pessoal de apoio. Sua missão era preparar os programas-aulas e sua execução, através da emissora da diocese à qual se vinculava. No funcionamento local das escolas radiofônicas atuavam os monitores voluntários, escolhidos na própria comunidade e treinados pelo grupo dirigente. Eram encarregados de suscitar debates em torno dos temas das aulas transmitidas pelo rádio e estimular os alunos à reflexão. Os sistemas atuavam em determinada área geográfica e se utilizavam de receptores cativos de rádio. Para levar a cabo essa tarefa foram instaladas várias emissoras. No Rio Grande do Norte, além da rádio de Natal, surgiram as emissoras de Mossoró e Caicó, em 1963. Eis um dos importantes feitos dos bispos locais, dos padres Américo Simonetti e Itan Pereira, orientados por Dr. Otto de Brito Guerra. O nome das emissoras revela o seu público alvo: o camponês.
O crescimento do programa educacional foi rápido. Após cinco anos, contava com sessenta sistemas, sete mil escolas radiofônicas, cento e oitenta mil alunos, utilizando vinte e cinco radiotransmissores em doze estados, a maioria no Nordeste. Nesse período, foram alfabetizados aproximadamente quatrocentos mil jovens e adultos. Sessenta anos depois, colhem-se os frutos de um trabalho generoso da Igreja para o Brasil. Inúmeras pessoas beneficiadas por essa experiência tornaram-se promotoras de relevantes iniciativas de transformação social. Há de se reconhecer o valioso contributo educacional do MEB, especialmente nestes tempos pandêmicos, em que se esperam de governantes e educadores originalidade, dedicação e amor. No solo potiguar, berço das escolas radiofônicas, a data do sexagésimo aniversário do MEB passou despercebida. Cristo já advertia seus discípulos, ao cobrarem recompensa: “Somos servos inúteis, apenas cumprimos o nosso dever.” (Lc 17, 10).

Morre o cantor Dedim Gouveia, vítima de covid-19

A covid-19 fez mais uma vítima no mundo artístico. Morreu na noite desta segunda-feira (19) o cantor José da Silva Gouveia, o Dedim Gouveia. Cearense, natural de Redenção, ele tinha 61 anos e estava internado desde o último dia 11 de abril, no Hospital Dr. Carlos Alberto Studart Gomes, na Messejana.

Conhecido por muitos como “Rei do xote”, Dedim Gouveia trilhou uma carreira de mais de 30 anos dedicados ao forró. Com seu estilo alegre, de letras irreverentes, fez sucesso nos palcos do Nordeste, com sua companheira inseparável nos palcos: a sanfona.

Leia também | Morre Dedim Gouveia: relembre a história do cantor

A morte do cantor deixou fãs, amigos e colegas de profissão abatidos. Uma das primeiras a lamentar a perda foi a cantora de forró Taty Girl.

Gcmais.com

“Estamos diante do desmonte da Medicina brasileira”

“O presidente do Conselho Federal de Medicina parece esquecer o mais importante do juramento médico: primeiro, não fazer mal”, dizem a microbióloga Natalia Pasternak e o infectologista Mauro Schechter, a propósito do tratamento precoce bolsonarista.

“Estimular o uso de drogas comprovadamente ineficazes, mas que podem fazer mal — vide excesso de óbitos com uso de cloroquina em estudos clínicos, fila de transplante hepático por uso indiscriminado de ivermectina e possíveis malformações congênitas —, é conceder carteira de registro médico de número 007, com licença para matar (…).

Se, no início, sendo bastante generosos, havia algum motivo para que o CFM defendesse a ‘autonomia do médico’ para prescrever qualquer coisa, porque, afinal, mal não faria, essa afirmação não mais se sustenta diante dos dados há muitos meses disponíveis. Some-se a isso a recente denúncia de médicos forçados a prescrever o ‘kit covid’. Quem defende a autonomia dos médicos coagidos?

Enquanto durar a atual postura do CFM, a Medicina no Brasil estará, na prática, sem regulamentação. Estamos diante do desmonte da Medicina brasileira.”

O antagonista.

Tecnologia brasileira reduz em 80% a necessidade de ‘pulmão artificial’, diz Fapesp

Um tomógrafo por impedância elétrica desenvolvido pela empresa paulista Timpel ajudou médicos do Massachusetts General Hospital, em Boston, nos Estados Unidos, a reduzir em 80% a necessidade de pacientes com insuficiência respiratória aguda e indicação de terapia de oxigenação por membrana extracorpórea (ECMO) serem submetidos ao tratamento. A terapia é popularmente conhecida como “pulmão artificial” e adotada em casos muito graves de covid.

No Brasil, o caso mais conhecido é o do ator Paulo Gustavo, que está internado com a doença e passa pelo tratamento com ECMO.

Os resultados do estudo foram descritos em artigo publicado na revista Respiratory Care.

“A equipe de resgate pulmonar desse hospital tem utilizado o equipamento que desenvolvemos desde 2016 e vem obtendo resultados espetaculares”, disse Rafael Holzhacker, em palestra apresentada durante o webinar “Empreendedorismo científico e inovação em resposta à covid-19”, realizado pela FAPESP com apoio do Global Research Council em 7.abr.2021.

O tomógrafo desenvolvido pela empresa teve apoio do Programa Pesquisa Inovativa em Pequenas Empresas (PIPE). Faz a avaliação da resistência à passagem de uma corrente elétrica (a impedância), que varia substancialmente à medida que o paciente inspira e expira. Ao atravessar o tórax e encontrar diferentes resistências no percurso, a corrente elétrica indica a região dos pulmões por onde o ar está circulando, fornecendo uma informação vital ao médico, em tempo real, à beira do leito.

Isso permite que equipes médicas monitorem ininterruptamente e de forma não invasiva a condição do pulmão de pacientes com insuficiência respiratória. Desse modo, é possível otimizar a ventilação mecânica com o objetivo de reduzir complicações e lesões pulmonares e evitar o prolongamento desnecessário do procedimento.

“A ventilação mecânica é complexa, não intuitiva e apresenta vários perigos que não são visíveis à beira do leito. Além disso, as respostas dos pacientes são muito heterogêneas”, apontou Holzhacker.

A evolução dos pacientes durante a intubação é lenta e a estratégia de ventilação mecânica adotada em um caso pode não funcionar em outro.

“Por isso, é muito importante a equipe médica ter indicadores individualizados para visualizar a condição do pulmão de um paciente para realizar a ventilação mecânica adequadamente, com a finalidade de diminuir o tempo de dependência e, consequentemente, os efeitos colaterais da intubação”, afirmou Holzhacker.

UTILIZAÇÃO NOS EUA

Com o auxílio do equipamento, a equipe médica do Massachusetts General Hospital desenvolveu estratégias de ventilação mecânica individualizada para 15 pacientes com insuficiência respiratória aguda internados na instituição e com indicação de ECMO.

Por meio de manobras de ventilação mecânica visualizadas por meio do tomógrafo, eles conseguiram que apenas dois dos 15 pacientes com indicação de ECMO fossem submetidos ao procedimento, em que o sangue do paciente circula fora do corpo, por meio de cânulas, passa pela bomba e membrana de um equipamento que funciona como um pulmão artificial e retorna oxigenado para o corpo.

“O ECMO é um dos últimos recursos utilizados em uma UTI por ser caro e muito complexo, mas com a pandemia de covid-19 a necessidade dessa terapia foi multiplicada”, disse Holzhacker.

A mesma equipe médica do hospital americano relatou em outro estudo, publicado no início de 2020 na revista Critical Care, ter conseguido também com base na ventilação mecânica individualizada visualizada através do tomógrafo desenvolvido pela Timpel reduzir pela metade o risco de morte de pacientes obesos e com insuficiência respiratória aguda que necessitaram ser intubados.

*Elton Alisson | Agência Fapesp

* Este texto foi originalmente publicado por Agência FAPESP de acordo com a licença Creative Commons CC-BY-NC-ND. Leia o original aqui.

Poder 360.

Renan Calheiros será o relator da CPI da Covid-19

O senador Renan Calheiros (MDB-AL) será o relator da CPI da Covid. A informação foi confirmada na manhã desta sexta-feira (16) pela assessoria de imprensa do senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), que assumirá a vice-presidência do colegiado. O senador Omar Aziz (PSD-AM) será o presidente da comissão de investigação. Ainda de acordo com a assessoria de Randolfe, a formação deve ser validada em um reunião com os membros da CPI nesta tarde.

O colegiado vai apurar se o governo federal cometeu irregularidades na conduta da pandemia, principalmente no colapso registrado em Manaus, que enfrentou falta de oxigênio e outros insumos hospitalares. A investigação também deve apurar desvios de recursos federais nos repasses a estados e municípios.

O conteúdo deste texto foi publicado antes no Congresso em Foco Premium, serviço exclusivo de informações sobre política e economia do Congresso em Foco. Para assinar, entre em contato com comercial@congressoemfoco.com.br.

Os senadores ainda precisam decidir se a CPI trabalhará de forma remota, semipresencial, ou totalmente presencial. Renan Calheiros afirmou ao Congresso em Foco que essa discussão está sendo usada pelo Planalto para ganhar tempo e “empurrar com a barriga” a investigação.

> Quem é quem na CPI da Covid: o perfil dos senadores que integram a comissão

“Não haverá problema algum em fazer semipresencial. A maioria das coisas em CPI podem ser feitas remotamente”, disse o emedebista na última quarta-feira (14).

O senador Omar Aziz, também na quarta-feira, afirmou que a comissão deve se valer de todos os protocolos sanitários e da tecnologia para começar as atividades o quanto antes. “Esta comissão tem um perfil mais independente do que pró-governo. O Senado não tem Centrão, é muito independente. Será uma CPI muito isenta, sem procurar crucificar ninguém. Mais voltada para identificar problemas e buscar soluções”, disse.

> CPI da Covid não tem mulheres entre os integrantes

Uol notícias.

Forças de segurança pública do RN recebem 160 novos radiocomunicadores


Natal (RN), 16 de abril de 2021

A Polícia Militar do Rio Grande do Norte está recebendo 160 novos radiocomunicadores HT (Hand-Talk) – intercomunicadores portáteis que realizam comunicação de maneira rápida e segura. Os equipamentos complementam uma remessa de 1.680 baterias que foram entregues às forças de segurança no final de março.

Segundo o titular da Secretaria de Segurança Pública e da Defesa Social, coronel Francisco Araújo Silva, os novos rádios e as novas baterias serão utilizados para melhorar a eficiência dos radiocomunicadores que já estão em uso e que fazem parte dos equipamentos do dia a dia das equipes operacionais.

“São equipamentos modernos e seguros, ou seja, que possuem uma tecnologia digital e criptografada”, enfatizou o coronel Araújo.

Ainda de acordo com o secretário, os equipamentos que estão sendo entregues às forças de segurança do RN foram adquiridos por meio de parte dos recursos das emendas parlamentares coletivas dos deputados federais e senadores do RN, que destinaram cerca de R$ 40 milhões para a segurança pública potiguar.

O convênio foi pactuado em 2019, entre o governo estadual e federal através da Secretaria Nacional de Segurança Pública e a SESED/RN.

*GOVERNO DO ESTADO DO RIO GRANDE DO NORTE*
*SECRETARIA DE ESTADO DA SEGURANÇA PÚBLICA E DA DEFESA SOCIAL*
*ASSESSORIA DE COMUNICAÇÃO*

Gleisi Hoffmann diz que ainda não há definição de que Lula será candidato

A deputada federal e presidente nacional do Partido dos Trabalhadores, Gleisi Hoffmann, comentou na noite desta quinta-feira (15) a decisão do STF(Supremo Tribunal Federal) que mantém anuladas as condenações do ex-presidente Lula nos processos da operação Lava Jato. De acordo com ela, o momento “foi um passo fundamental para o resgate da justiça”, mas não representa, necessariamente, a confirmação da candidatura de Lula à presidência em 2022.

“Nós não temos a definição de que o presidente Lula será candidato. Ele representa uma esperança, é claro, mas essa discussão [sobre qual será o candidato à presidência pelo partido] não foi feita com ele ou com o PT”, afirmou Hoffmann.

A deputada, porém, comemorou a decisão que confirma os direitos políticos do ex-presidente: “a decisão de hoje rompeu o pecado original, o vício original do processo, e isso agora abre as condições para que muitas coisas que estão fora do lugar sejam colocadas no lugar”, disse.

Questionada se este seria o momento de uma “mea culpa” por parte do partido ou do ex-presidente, Gleisi opinou que essa responsabilidade não cabe ao PT. “A justiça tem que investigar quem são os culpados, se houve culpados pelos crimes cometidos, processar e julgar. Ninguém quer esconder corrupção, o que não pode acontecer é uma pessoa inocente pagar por isso”, disse.

Ainda segundo ela, as condenações contra Lula foram injustas e causaram prejuízos ao Brasil. “A injustiça não foi causada só contra o presidente Lula, foi causada ao Brasil. Nos deixou o que há de pior: um presidente da República que não dá conta do recado, atenta contra a saúde e a vida das pessoas e não faz a gestão correta da pandemia”, criticou.

Decisão do STF

O plenário do Supremo Tribunal Federal (STF) julgou, nesta quinta-feira (15), a decisão do ministro Edson Fachin de anular as condenações do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva no âmbito da Operação Lava Jato.

De acordo com o entendimento do colegiado, que manteve a suspensão por 8 votos contra 3, a Justiça Federal do Paraná – responsável por julgamentos da operação Lava Jato – não teria competência para assumir os casos. A decisão, então, anula as condenações do ex-presidente e devolve a Lula os direitos políticos e a possibilidade de concorrer em eleições.

Terra Brasil notícias.

A humanidade ultrajada, descreve Kakay

Sou mais velho que o Tempo e que o Espaço, porque sou consciente. As coisas derivam de mim; a Natureza inteira é a primogênita da minha sensação.
Busco – não encontro.
Quero, e não posso.

– Fernando Pessoa, “Livro do Desassossego”

Quando o desastre da eleição para presidente deste fascista se concretizou, recordo-me bem, uma profunda desesperança se abateu sobre boa parte do povo brasileiro. Uma tristeza indescritível. O Brasil estava dividido. Profundamente dividido. As nossas preocupações eram, dentre outras, as pautas dos costumes, da cultura e da economia. Enfim, sabíamos que todo o horror e o baixíssimo nível vistos no período eleitoral viriam prestigiar o armamento e a falta de prioridade social.

Boa parte de nós tinha a impressão de que fomos vítimas da máquina implacável das notícias falsas, das armações sem limites, dos tais algoritmos das redes sociais que impunham verdades ou mentiras, que faziam e desmanchavam realidades, transformando-as em ilusões; de que estávamos sendo tragados pelos mentores dos bastidores, onde se criava um mundo irreal para nós, mas absolutamente verdadeiro para a máquina de eleger populistas nesse movimento que se iniciou nos anos 2000 na Itália. Como já constatava Giuliano Da Empoli, no livro “Os Engenheiros do Caos”, citando Woody Allen:

“Os maus, sem dúvida, entenderam alguma coisa que os bons ignoram.”

Mas o espírito democrata que habitava em nós teimava em afirmar que essa era a regra do jogo, que a alternância de poderes consolida a democracia formal, que nós, humanistas, nos fortaleceríamos com as provações e adversidades. E fomos acompanhando, perplexos, o desmonte de todas as estruturas que sustentavam o Estado: o desmantelamento do SUS, a falência deliberada da política cultural, a entrega indecente das florestas e de toda a área ambiental, o sucateamento das pesquisas, o abandono da ciência e das universidades, enfim, uma política de terra arrasada para extirpar qualquer pensamento digno de ser chamado de raciocínio. Um show de horror. Uma humilhação.

Tem sido assustador acompanhar as políticas desenvolvidas pelos ministros do governo. Tétricos. Pessoas saídas de um esgoto profundo, das mais obscuras trevas, do lodo. Lembro-me da vergonha que passávamos, quando viajávamos para fora do país, pelo baixo nível do presidente e da sua equipe.

E ainda tínhamos que aguentar as pessoas mais improváveis no nosso dia a dia. Estúpidos de extrema direita, ou simplesmente estúpidos, sem nenhuma formação humanista, que tinham orgasmos múltiplos com o inimputável falando no tal cercadinho na frente do Alvorada. Era uma fase em que ainda se fazia essencial adotarmos certas atitudes, principalmente sair de grupos de WhatsApp e evitar certos ambientes, pois os fascistas estavam com vontade de arrotar a ignorância acumulada.

Reconheço que teve um lado bom nisso tudo: depuramos as relações, bloqueamos os fascistas deslumbrados, cortamos vínculos com aqueles incentivadores da violência, da barbárie e que se travestiam de democratas. Foi uma necessária libertação, que me remeteu ao grande Manuel Bandeira, no seu “Poética”:

Estou farto do lirismo comedido
Do lirismo bem comportado.

Não quero mais saber do lirismo que não é libertação.”

Mas, quis o destino que, no meio desse desastre de um governo fascista, como se fosse pouco, tivéssemos que encarar uma pandemia, a mais grave crise sanitária da história. E aí o fascista inculto se esbaldou. Viu a chance de se fortalecer como mito.

Com uma personalidade incapaz de qualquer reflexão, ou de ouvir quem quer que seja, o presidente resolveu enfrentar, fisicamente, individualmente, o vírus da covid. A impressão que tenho é que ele é tão primário que, num primeiro momento, resolveu provar que podia, ele próprio, acabar com o vírus. Não é possível tanta política negacionista, tanta desumanidade, tanta deslealdade à dor do próximo.

O presidente se superou. Fez da morte seu canto de guerra. Da hipocrisia, sua arma de iludir. Do sadismo, sua pretensa superioridade. E da maldade e desprezo à dor do outro, sua marca pessoal. Ao imitar numa live o desespero de uma pessoa com falta de ar pela infecção do vírus, ele se despiu da condição de ser humano. Não só se rebaixou aos ídolos dele, torturadores que venera, mas também disse a todos nós que somos cúmplices se não reagirmos.

impeachment virou um jogo de figurinhas repetidas. Todos, de alguma forma, já se manifestaram no sentido de que o impedimento é inevitável. Hoje em dia, aquela divergência familiar já é rara. Ninguém quer dividir as mãos sujas de sangue com um genocida. Ninguém quer se identificar com um presidente que acaba de ser apontado por uma comissão de especialistas em Direito, criada pelo Conselho Federal da OAB para analisar e sugerir medidas no enfrentamento da pandemia, como uma pessoa que deve ser responsabilizada pelos crimes de homicídio e lesão corporal por omissão imprópria. E por crime contra a humanidade, segundo o artigo 7º do Estatuto de Roma.

Claro que tal proposta ainda não foi votada e aprovada pelo Conselho Federal, mas já está devidamente sacramentada pela comissão, graças à coragem e à independência intelectual dos juristas membros do grupo, que cumpriram o papel que lhes cabia: Carlos Ayres Britto, Miguel Reale Jr, Siqueira Castro, Clea Carpi, Nabor Bulhões, Geraldo Prado, Marta Saad e José Carlos Porciúncula. Tive a alegria de fazer parte da comissão, como um gesto de generosidade do presidente Felipe Santa Cruz.

A proposta elaborada foi técnica e comprovou que o histórico de negação deliberada na compra das vacinas, dentre outras condutas, caracterizou a omissão penalmente relevante. O presidente tinha o dever de zelar pela saúde pública do brasileiro, como garantidor desse bem jurídico, e, ao contrário, optou por violar esse direito.

Ao abandonar a população à própria sorte, fundando uma verdadeira República da Morte, inclusive tentando impedir que outras autoridades tomassem medidas indispensáveis, o presidente revelou ser responsável por ataques generalizados e sistemáticos contra o povo brasileiro. A imputação de crime contra a humanidade por ofensa ao artigo 7º do Estatuto de Roma dá a dimensão da nossa catástrofe.

Espero que essa dimensão do nosso desamparo tenha servido para uma reflexão sobre o monstro que preside o Brasil. Felizmente, já encontro poucos bárbaros a apoiar esse responsável por cerca de 350 mil mortos. Quase todos nós fomos atingidos, sob o prisma pessoal, com o maldito vírus. Cada um faz sua ponderação e, é interessante, encontra uma maneira de fazer o enfrentamento desse maldito vírus fora dos espaços tradicionais.

Está chegando a hora de saber quem tem uma postura cristã, uma visão que prioriza a humanidade e o amor ao próximo, ou que se posiciona pela morte e pelo fascismo. Nunca na história recente da humanidade foi tão fácil definir o comportamento das pessoas. Não há erro. Não há como ter dúvidas. É um raciocínio, por incrível que pareça, binário.

Quem é a favor da vida? Quem apoia a priorização da ciência? Quem coloca a vacina como prioridade absoluta? Quem acredita no isolamento e no uso de máscara como base de tudo? O contrário é o que é: apoia o culto à morte, apoia esse presidente fascista, genocida, bandido.

Homenageio o filósofo Unamuno na guerra civil espanhola, quando o franquista general Millan Astray deu o grito, na Universidade de Salamanca, “Viva la muerte!”, ele respondeu de pronto:

Às vezes o silêncio é melhor do que mentir.

Mas não convencerá. Pois para convencer precisará do que lhe falta: a razão e o direito em sua luta.”

Agora é uma definição simples. É entre a barbárie e a vida, nem é mais uma possível controvérsia com a ciência. É uma definição de vida, de caráter. Ou é bandido, fascista e assassino, no mínimo por omissão, ou é resistente a essa tragédia que se abateu sobre nós. Todos nós! Vale lembrar de Ernst Toller:

Estamos todos vinculados ao mesmo jogo pelo destino.
Estamos todos unidos pela criatura de mil anos de tortura.
A compulsão das trevas rodopiam através das marés para todos nós.
Oh, maldição dos limites!
As pessoas odeiam sem escolha!
Tu, irmão da morte, vai conduzir-nos juntos.”

Poder 360

% dos eleitores não votariam nem em Lula nem em Bolsonaro

Pesquisa PoderData divulgada na 4ª feira (14.abr.2021) mostra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e o atual presidente Jair Bolsonaro (sem partido) empatados no 1º turno para as eleições presidenciais de 2022. O petista ficou com 34% das intenções de voto, e Bolsonaro, com 31%. Quando se cruza a intenção de voto com a rejeição, descobre-se que 13% dos eleitores (19,2 milhões de brasileiros) não querem votar nem no petista nem no atual presidente.

O resultado é estável em relação ao que foi registrado 1 mês antes, quando 12% responderam ao PoderData que não votariam nem em Bolsonaro nem no petista. A oscilação de 1 ponto percentual para cima está dentro da margem de erro da pesquisa, de 1,8 p.p..

Consultando a pesquisa do PoderData, é possível averiguar como votam esses 13% que dizem rejeitar tanto Lula como Bolsonaro. No universo daqueles que não querem votar no militar nem no petista, 12% votariam em Luciano Huck (sem partido) ou João Doria (PSDB). Sergio Moro (sem partido) tem a preferência de 10%. João Amoêdo (Novo), 8%. Já Ciro Gomes (PDT) e Mandetta (DEM) somam 6% cada um.

Há 1 mês, segundo a pesquisa, 17% votariam em Sergio Moro. A oscilação é de 7 p.p para baixo. A mudança nos demais candidatos representa estabilidade, dentro da margem de erro, em relação ao mês anterior.

A pesquisa de 12 a 14.abr.2021 foi feita pela divisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes

Foram 3.500 entrevistas em 512 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 1,8 ponto percentual. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

PODERDATA

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Poder 360.