Senado aprova estímulo à transformação de clubes em empresas

O Senado aprovou nessa 5ª feira (10.jun.2021) o PL (projeto de lei) que traz incentivos à transformação de clubes de futebol em empresas. Atualmente, a maior parte dos clubes é organizada sob a forma de associação. O projeto permite que eles se tornem uma “SAF” (Sociedafde Anônima do Futebol) –ou seja, uma companhia cuja atividade principal consista na prática de futebol em competições profissionais.

O PL permite às SAFs explorar os direitos de propriedade intelectual de sua titularidade e negociar direitos econômicos de atletas profissionais, dentre outras atividades. O texto vai à Câmara.

O projeto também estabelece normas de governança, controle e transparência; institui meios de financiamento da atividade e prevê um sistema tributário específico.

O relator do PL é o senador Carlos Portinho (PL-RJ). Ele explica que o projeto cria “um novo tipo societário, exclusivamente para o futebol, para que, com regras específicas de objeto social, constituição, capitalização, governança e mecanismos de saneamento, possa aprimorar o ecossistema do futebol brasileiro”.

Portinho destacou que, à exceção de poucos clubes, a situação financeira dos clubes de futebol é notória pela oscilação e pela precariedade. E com a pandemia o quadro se agravou. “Houve redução das receitas dos clubes com o consequente aumento do endividamento. As entidades que tinham condições viram-se obrigadas a usar reservas de capital e a venderem jogadores para se manter. Outras, testemunharam o agravamento de uma já comprometida situação financeira e fiscal”, pontua o relator.

Segundo Portinho, não será a salvação do futebol. “Mas estamos dando uma alternativa de mercado. Estamos mudando a forma de atrair investimentos, dando mais responsabilidades aos dirigentes e permitindo mais arrecadação para o governo”, disse.

O senador citou um estudo encomendado pela CBF (Confederação Brasileira de Futebol) para mostrar que, em 2018, a cadeia produtiva do futebol foi responsável por 0,72% do PIB (produto interno bruto) do país, com a geração de aproximadamente 156 mil empregos e a movimentação de quase R$ 53 bilhões. Segundo o relator, existem mais de 7 mil clubes registrados no Brasil, que reúnem em torno de 360 mil atletas atuantes em cerca de 250 competições.
Fonte: poder 360.

Netflix abre loja online em estratégia de diversificação dos negócios

A Netflix anunciou que está abrindo uma loja online. A Netflix.shop foi lançada na 5ª feira (10.jun.2021) nos Estados Unidos. Por enquanto, as vendas estão concentradas aos clientes norte-americanos, mas a empresa afirma que nos próximos meses a loja irá funcionar também para outros países. Detalhes sobre uma possível data não foram informados.

O movimento da Netflix para o comércio diversifica a atuação da gigante do streaming. Mas não é novidade no mundo das empresas de entretenimento. A Disney, por exemplo, vende objetos e colecionáveis de seus filmes e histórias há anos.

Segundo o site The Information, a diversificação dos serviços da Netflix não ficará apenas no comércio. A plataforma também estaria planejando investir no mercado de games. O investimento seria em pacotes de jogos para download.

O jornal Los Angeles Times também afirma que a Netflix irá investir em produções originais de podcasts. Essa seria uma forma de manter a audiência interessada em seus filmes e séries.

A Netflix.shop, de acordo com o comunicado da empresa, também tem como foco produtos relacionados aos filmes e séries originais da plataforma. Os lançamentos serão regulares e incluem roupas e “produtos de estilo de vida”.

A série francesa Lupin já ganhou uma coleção própria com itens produzidos em colaboração com o Museu do Louvre. Mas animes (animações japonesas) e designers também terão espaço na nova loja.

Estamos entusiasmados em dar aos fãs uma nova maneira de se conectar com suas histórias favoritas e apresentá-los à próxima onda de artistas e designers que abraçam o poder da narrativa em todas as suas formas“, informou a Netflix.
Fonte: poder 360.

China aprova lei anti-sanções para combater medidas estrangeiras

A China aprovou nesta 5ª feira (10.jun.2021) uma lei anti-sanções. O projeto original passou por mudanças em abril e foi aprovado pelo NPC (Congresso Nacional do Povo) depois de uma nova revisão.

Os detalhes ainda não foram divulgados. Mas, segundo a emissora estatal CCTV, o texto tem como objetivo fornecer bases legais para que a China responda à medidas estrangeiras.

A China emitiu contra-sanções em resposta às medidas adotadas contra ela por Estados Unidos, União Europeia, Grã-Bretanha e Canadá por causa da repressão política de Pequim em Hong Kong e do tratamento das minorias étnicas em Xinjiang.

A nova lei faz parte de um esforço de Pequim para combater interferências externas. Em janeiro, o Ministério do Comércio do país anunciou a introdução de regras para “combater a aplicação extra-territorial injustificada” das leis estrangeiras. Entre elas, punir companhias que cumpramas sanções internacionais.

Mesmo antes da aprovação da lei, o país já contra-atacava quando era sancionado.

Em março, por exemplo, a China anunciou que o país iria impor sanções a 3 pessoas e uma entidade do Canadá e dos Estados Unidos em resposta às represálias dispensadas ao país asiático por conta do tratamento dado aos uigures, minoria étnica da Ásia.
Fonte: poder 360.

Sem citar Huawei, EUA pedem que Brasil escolha fornecedor confiável de 5G

Facebook integrating 5g technologies Facebook integrating 5g technologies Facebook integrating 5g technologies

Stephen Anderson, um dos responsáveis pela comunicação internacional e política de informação dos Estados Unidos, afirmou à Folha de S. Paulo que a gestão Biden espera que o Brasil “escolha fornecedores de confiança”para a tecnologia 5G. Anderson também disse que o governo norte-americano não investirá em países que optarem por “fornecedores não seguros”.

De acordo com a reportagem desta desta 5ª feira (10.jun.2021), Anderson ressaltou que não há confiança “onde as tecnologias e os provedores de serviços estão sujeitos a um governo autoritário, como o da China”. Os comentários fazem alusão a Huawei, empresa chinesa líder mundial no segmento de 5G.

Ela foi banida das redes de países como Estados Unidos, Reino Unido, Austrália e Suécia. Desconfiam de espionagem por parte da empresa chinesa. Mas o governo norte-americano não pediu diretamente o veto à participação da empresa chinesa Huawei na participação da rede brasileira.

A empresa já foi cortada da lista de possíveis fornecedores de 5G para o governo federal, de acordo com o ministro das Comunicações, Fábio Faria, Ele afirmou que a empresa “não está apta” a participar do edital da rede de comunicações que irá atender aos Poderes Executivos, Judiciário e Legislativo.

Faria integrou comitiva que foi aos Estados Unidos discutir a tecnologia 5G e a segurança cibernética.

A Huawei já tem larga atuação no país. É a fabricante da maior parte dos equipamentos usados pelas empresas que operam telefonia no Brasil, como mostra este quadro preparado pelo Poder360:

LEILÃO 5G

O governo espera realizar o leilão do 5G em julho deste ano. O edital aprovadopela Anatel (Agência Nacional de Telecomunicações) ainda está sendo analisado pelo TCU (Tribunal de Contas da União).

O documento prevê que as capitais de todos os Estados e do Distrito Federal tenham rede 5G já em julho de 2022. As empresas do setor, no entanto, consideram o prazo curto.

O QUE É 5G

As redes de internet para dispositivos móveis com a tecnologia 5G podem aumentar a velocidade da conexão em até 100 vezes. Também usarão um espectro de rádio mais abrangente, permitindo que mais aparelhos se conectem ao mesmo tempo, com maior estabilidade do que os atuais 4G, 3G e 2G.

Isso representará uma revolução para diversos setores, desde logística à agricultura, passando pela indústria e pelo planejamento urbano. Entenda melhor a tecnologia e o leilão no Brasil nesta reportagem do Poder360.

Fonte: poder 360.

 

‘Vale tudo’ das empresas sobre salvar Amazônia será cobrado com juros pelo consumidor

A Amazônia estaria salva se dependesse dos anúncios publicados por grandes empresas no Dia Mundial do Meio Ambiente, comemorado no último sábado (5.jun.2021). Foi uma avalanche de resultados positivos contra o desmatamento, as queimadas e o aquecimento global.

A JBS, 2ª maior indústria de alimentos do mundo, foi a que tomou a iniciativa mais agressiva e também a que narra os fatos mais contestados por ecologistas. Em anúncios na TV, ela diz que nenhum dos seus fornecedores de gado tem fazendas em áreas desmatadas na Amazônia. A empresa de Joesley Batista diz que agora vai atacar aqueles que fornecem para os fornecedores, uma cobrança que os consumidores europeus, sobretudo os alemães, colocaram nas mesas de negociação há mais de 30 anos. Só agora, JBS?

Originalmente nenhuma empresa existe para salvar a Amazônia, reduzir o aquecimento global ou livrar a Terra do apocalipse. Era assim até a última década do século 20. A partir de então as companhias, por pressão dos consumidores, tiveram que assumir cada vez mais funções sociais.

Aquele velho papo de que a empresa cumpre sua função social criando empregos já não vale mais nada. As empresas precisam ter fornecedores éticos, ser ambientalmente correta e adotar uma política de distribuição de lucros com seus funcionários. É o padrão mínimo. Se for uma grande corporação, terá que cuidar do planeta, também, sob o risco de sofrer boicote dos consumidores mais preocupados com o ambiente. O mundo deu essa virada e não há nenhuma indicação de que vá mudar de ideia.

É por isso que as empresas despejam avalanches de autoelogios não só no Dia do Meio Ambiente. Corporação sem imagem positiva junto ao consumidor virou um passivo tóxico. Vide a Vale. Já deve ter gastado mais de R$ 50 bilhões em ações, indenizações e acordos e continua com a sua imagem no lixo porque a fundação que criou no caso da barragem do Fundão, em Mariana, cujo rompimento em 2015 provocou o maior desastre ambiental do país e 19 mortes, não funciona. Cinco anos depois, a Vale não consegue restituir uma simples casa para quem teve o seu imóvel destruído pela imperícia da empresa. A China, maior comprador da Vale, faz de conta que não viu nada, mas está todo mundo vendo.

A moda agora entre as empresas é o chamado “net zero”, em inglês mesmo (o termo poderia ser traduzido por “carbono zero”, já que esse é o objetivo). Parece que a onda de plantar árvores para compensar a poluição passou, já que esse tipo de compensação mal aparece nos anúncios atuais.

A JBS aderiu ao programa “net zero” e promete zerar as emissões até 2040. A empresa parece séria nesse propósito, mas incluiu dados controversos em sua propaganda na TV. Diz que não compra gado de áreas desmatadas, mas a ONG Global Witness constatou que houve aquisição de 327 fazendas que desmatam a Amazônia. A JBS disse que houve equívoco na análise da ONG e que 40% dos casos citados estavam em fase de regularização ambiental.

A ideia de que as empresas exageram nos feitos e promessas, inventando de supetão programas que somem assim como apareceram, não é minha. Roubei-a do CEO da Klabin, Cristiano Teixeira. “Fico muito impressionado com esse vale tudo que está acontecendo. Quem parar para analisar vai ver que muito do que está sendo dito é puro marketing”, afirma.

Teixeira sabe do que fala. A Klabin foi uma das primeiras empresas brasileiras a aderir ao “net zero”, em 2019, e vai se sentar à mesa em novembro para discutir o papel das corporações no Acordo de Paris, um tratado internacional patrocinado pelas Nações Unidas, que busca frear o aquecimento da Terra. Um vale-tudo ecológico pode ser visto na TV. O Santander anunciou que está patrocinando um jardim vertical numa estação de trem da sede do banco em São Paulo. Jardim vertical pode ser uma obra estética incrível –o melhor que vi foi no Museu do Quai Branly, em Paris, criado em 2005.

Jardim vertical pode ser lindo, mas não tem nada de ecológico. Em muitos casos, há desperdício de água e nutrientes, e não serve para compensação ambiental. Só deve estar no anúncio porque o banco não tinha nada melhor para mostrar.

A marquetagem ecológica levou o deputado federal David Miranda (Psol-RJ) a propor um projeto de lei que impediria empresas que tenham passivos ambientais de fazer propaganda sobre as maravilhas ecológicas que estão fazendo pelo mundo. Miranda já apresentou ótimos projetos, como o que institui um programa de prevenção ao suicídio entre militares, mas sua proposta é risível, ineficaz e tem cara de censura. Veto de propaganda só para cigarro, bebida alcoólica e açucarada, armas e remédios; ou seja, de produtos que afetam a saúde e a vida.

Fazer propaganda ambiental enganosa é tiro certo no pé, segundo o CEO da Klabin. Isso acontece por uma razão simples: há organismos independentes para checar tudo que as empresas fazem. As corporações foram tão pródigas em discursos dúbios e evasivas que uma nova figura se tornou essencial, sobretudo no mercado ecológico: o certificador. Todas as promessas feitas agora serão checadas num futuro breve. O mesmo fenômeno das promessas vãs já aconteceu na Europa. Lá, os consumidores educaram as empresas. Pela vara e pelo boicote. Funciona.

Fonte: poder 360.

Parecer sobre privatização da Eletrobrás “foi escandaloso”, diz deputado do Novo


A aprovação da privatização da Eletrobrásna Câmara foi marcada por muitas críticas devido às exigências incluídas pelo relator do texto, Elmar Nascimento (DEM-BA). As obrigações de compra de energia de termelétricas e de revitalização de biomas em áreas sob administração da estatal desagradaram investidores.

Nessa votação, o Novo, conhecido por seu viés liberal e favorável a privatizações, surpreendeu ao votar com partidos da oposição ao governo Jair Bolsonaro. E os motivos, segundo Alexis Fonteyne, vice-líder do partido na Câmara, foram os “penduricalhos e jabutis” incluídos no texto.

“As mudanças geravam reservas para grupos de interesse que claramente não tinham nenhuma relação com o projeto. Foi escandaloso. No dia seguinte as ações despencaram porque o mercado percebeu que aquilo foi muito ruim.”

O deputado federal afirmou, em entrevista a O Antagonista, que “não é só porque falou em privatização que o partido apoiará incondicionalmente”.

“Não podemos fazer como Putin, que vendeu estatais para seus amigos. Não podemos simplesmente transferir monopólios estatais para amigos ou fazer vendas casadas, como foi feito com a Eletrobrás.”

Segundo Fonteyne, a confluência com os partidos de esquerda na votação se deu por razões totalmente diferentes.

“Eles não querem privatizar nada. Nós queremos privatizar tudo, mas sem gerar reservas de mercado nem benefícios para os amigos do Poder. Não queremos privatizações que criem novas elites no Brasil. As privatizações têm que servir ao livre mercado, gerando competição para entregar melhores serviços a menores preços para a população.”

Assista à entrevista:

 

Fonte: poder 360

Covid-19: como a pandemia pode afetar quem tem transtornos alimentares

Depois de mais de um 1 ano de mudanças na rotina para frear a disseminação da covid-19 ao redor do mundo e no Brasil, com impactos sociais, econômicos e de saúde relacionados à pandemia, o estresse e a incerteza se tornaram sentimentos presentes — o que em alguns casos, segundo especialistas, pode ser tornar fator para o desenvolvimento ou intensificação de transtornos alimentares.

“O transtorno alimentar é uma perturbação persistente em relação ao comportamento ou consumo de alimentos, que pode resultar em consequências na saúde física, social ou emocional”, define a psicoterapeuta Raquel Mello.

De acordo com Mello, o transtorno alimentar está inserido no CID (Código Internacional de Doenças). “Para as pessoas que já possuem um transtorno alimentar, a pandemia pode ser um gatilho para o agravamento da doença . Além disso, pelos fatores emocionais relacionados à crise de saúde, as pessoas podem desenvolver um transtorno alimentar durante a pandemia”.

A nutricionista Dayse Paravidino acrescenta que “a mudança brusca na rotina e o estresse diante da pandemia, assim como o isolamento social trouxeram como consequência o agravamento de distúrbios psicológicos e consequentemente transtornos alimentares como compulsão alimentar, anorexia e a bulimia”.

É o caso da moradora do Rio de Janeiro Maria Clara Matturo, de 22 anos. A jovem diz que sofre com compulsão alimentar desde criança, mas que a pandemia intensificou o transtorno alimentar por conta do estresse sobre o isolamento social.

“A sensação que tenho é que quando comecei a ficar em casa, lá no início da pandemia, eu precisei encarar de frente toda a situação que era ‘mascarada’ com a correria do dia a dia. Quando você está na rua vivendo é muito mais fácil se distrair dos problemas do que quando você está nesse momento de reclusão”, disse.

No entanto, ponderou que o período ‘contribuiu’ para uma ressignificação de hábitos. “Ainda quando todos os estabelecimentos estavam fechados, comecei a caminhar ao ar livre, em uma rua pouco movimentada perto da minha casa, como uma válvula de escape. E parece que uma coisa vai levando a outra. Então, por estar ‘descontando’ minhas emoções nas caminhadas, passei a descarregar menos aquilo na comida e aos poucos fui conquistando esse equilíbrio”.

Matturo afirmou que estava decidida a continuar cuidando de sua saúde física e mental no período em que as medidas relacionas ao coronavírus na cidade foram flexibilizadas.

“Foi nesse momento que eu procurei ajuda médica de uma nutricionista e terapeuta. Atualmente vivo com altos e baixos, como todo mundo. Tem dias que consigo levar a vida normalmente e até esqueço dessa compulsão, em outros já percebo que estou pensando na comida pelo lado emocional, mas isso é normal. Sinto que estou mais consciente e também mais no controle da minha jornada”, disse.

Segundo a nutricionista e mestre em Nutrição e Saúde Ana Paulo Cancio, a pandemia está sendo um gatilho para a má alimentação de muitas pessoas, além de episódios recorrentes de alimentação por compensação.

“Muitos começam a comer pelo emocional e de caráter de emergência. Essas pessoas geralmente buscam produtos alimentícios baixos em valor nutricional e calóricos”, diz.

Tratamento

Ao Poder360, as 2 nutricionistas e a psicoterapeuta convergiram no tratamento para as pessoas que sofrem com 1 transtorno alimentar em meio à pandemia. De acordo com as 3 especialistas, o cuidado deve ser feito por uma equipe de assistência multidisciplinar composta por nutricionista, psicóloga e educador físico.
Fonte:poder 360

Com 87% dos votos apurados, Keiko Fujimori lidera disputa da eleição no Peru


A candidata da direita, Keiko Fujimori, lidera com pequena margem a disputa do 2º turno das eleições presidenciais do Peru com 50,586% dos votos contra 49,414% de Pedro Castillo, da esquerda.

Até as 6h desta 2ª feira (7.jun.2021), 87,67% dos votos foram apurados, segundo o ONPE(sigla em espanhol para Escritório Nacional de Processos Eleitorais).

Castillo é líder do partido Peru Livre, de extrema-esquerda. É professor e líder sindicalista. Keiko é filha do ex-ditador Alberto Fujimori e integra o direitista Força Popular. No 1º turno, realizado em 11 de abril, Castillo ficou em 1º lugar, com 18,9% dos votos válidos. Keiko teve 13,4%.

QUEM É KEIKO FUJIMORI

Keiko, candidata pela 3ª vez, carrega a bagagem do pai, que comandou o Peru de 1990 a 2000 e está preso por abusos de direitos humanos. Milhares de manifestantes peruanos foram às ruas no fim de maio contra sua candidatura. Segundo a AFP, familiares de vítimas de violações de direitos humanos durante a ditadura de Alberto Fujimori estavam na 1ª fila.

Outros identificam o fujimorismo à corrupção. Keiko chegou a ser detida em janeiro de 2020 sob acusação de ter recebido US$ 1,2 milhão de forma irregular da Odebrecht no Peru.

Durante a campanha, Keiko se desculpou por erros do passado. “Peço perdão a todos e a cada um dos que se sentiram afetados por nós[ela e o partido Força Popular]. Faço isso com humildade e sem nenhuma reserva porque sei que ainda existem muitas dúvidas sobre minha candidatura”, disse ao participar de comício na cidade de Arequipa no fim de maio.

O escritor Mario Vargas Llosa, ganhador do prêmio Nobel de literatura e histórico crítico da política fujimorista, participou do evento de forma remota. Disse que essa eleição era a “mais importante da história do Peru” porque os cidadãos “não vão escolher pessoas, mas um sistema”.

Em abril, ele declarou apoio a Keiko por considerá-la um “mal menor” frente à possível vitória de Castillo.

Ela garante que respeitará o marco institucional peruano e fez um “juramento à democracia”.

Keiko defende a manutenção do livre comércio e medidas que aumentem o investimento externo no país. Disse que o sistema econômico e político não precisa de uma reformulação completa, mas de ajustes.

Ela ainda defende que a recuperação econômica no pós-pandemia virá por meio da manutenção de empregos. Prometeu pagar auxílios às famílias das vítimas da covid-19 e conceder empréstimos a pequenas empresas.

QUEM É PEDRO CASTILLO

Pedro Castillo foi a grande surpresa da eleição. As pesquisas não o colocavam como um dos dois mais votados. Chegou ao 2º turno com a promessa de políticas marxistas e leninistas.

Declarou que queria renegociar com mineradoras e empresas de gás para que reinvistam uma parte dos lucros no país. Disse ainda ser a favor de que o Estado tenha um papel mais ativo na economia.

Entre suas proposta está dedicar 10% do PIB (Produto Interno Bruto) para agronegócios e devolver ao governo terras vendidas ilegalmente. Prometeu ainda melhorar o sistema de aposentadorias e fala em criar um sistema único de saúde.

Durante a campanha, Keiko Fujimori o acusou de querer destruir a democracia e instaurar um sistema comunista.

Castillo assinou 2 compromissos democráticos, nos quais promete proteger as instituições. No debate que antecedeu o 2º turno, afirmou por diversas vezes que respeitaria a propriedade privada e as empresas.

O professor se mostra conservador nas chamadas pautas de costume. É contra a legalização do aborto, da eutanásia e do casamento entre pessoas do mesmo sexo.
Fonte: poder 360.

Os Alves estão de volta ao poder em 2022

No RN, as perspectivas políticas para o futuro da família Alves são as melhores possíveis. Uma “briga” política envolvendo os primos Walter Alves, Henrique Alves e Carlos Eduardo Alves vem chamando atenção dos políticos do estado. Eles já contam como certa a vitória de Walter e de Henrique Alves para câmara federal, correndo por fora estão Carlos Eduardo Alves e o vereador Felipe Alves, ambos sonham com o senado federal e o mais jovem irá se credenciar com a vitória dos parentes para 2024, sobretudo para concorrer à prefeitura de Natal. Isso demonstra a fortaleza política que representa essa família tradicional da política do Rio Grande Norte. Um observador da cena, amigo de calça preta, garante que essa briguinha política não passa de uma estratégia para a conquista de duas cadeiras na câmara federal e a situação de Carlos Eduardo Alves, é mais confortável, pois lidera as pesquisas para o senado e ainda tem a possibilidade de disputar o governo apoiado pelos insatisfeitos com o PT. Resta saber se combinaram com os russos, ou melhor, os norte-rio-grandenses.

Parecer sobre privatização da Eletrobrás “foi escandaloso”, diz deputado do Novo

A aprovação da privatização da Eletrobrásna Câmara foi marcada por muitas críticas devido às exigências incluídas pelo relator do texto, Elmar Nascimento (DEM-BA). As obrigações de compra de energia de termelétricas e de revitalização de biomas em áreas sob administração da estatal desagradaram investidores.

Nessa votação, o Novo, conhecido por seu viés liberal e favorável a privatizações, surpreendeu ao votar com partidos da oposição ao governo Jair Bolsonaro. E os motivos, segundo Alexis Fonteyne, vice-líder do partido na Câmara, foram os “penduricalhos e jabutis” incluídos no texto.

“As mudanças geravam reservas para grupos de interesse que claramente não tinham nenhuma relação com o projeto. Foi escandaloso. No dia seguinte as ações despencaram porque o mercado percebeu que aquilo foi muito ruim.”

O deputado federal afirmou, em entrevista a O Antagonista, que “não é só porque falou em privatização que o partido apoiará incondicionalmente”.

“Não podemos fazer como Putin, que vendeu estatais para seus amigos. Não podemos simplesmente transferir monopólios estatais para amigos ou fazer vendas casadas, como foi feito com a Eletrobrás.”

Segundo Fonteyne, a confluência com os partidos de esquerda na votação se deu por razões totalmente diferentes.

“Eles não querem privatizar nada. Nós queremos privatizar tudo, mas sem gerar reservas de mercado nem benefícios para os amigos do Poder. Não queremos privatizações que criem novas elites no Brasil. As privatizações têm que servir ao livre mercado, gerando competição para entregar melhores serviços a menores preços para a população.”

Assista à entrevista:

Fonte: o antagonista.

Conheça a faixa etária dos mortos por covid-19 no Brasil e em mais 4 países

Há um padrão nos países com mais casos de covid-19 e dados confiáveis à disposição: a maior parte das mortes causadas pela doença é de pessoas acima de 60 anos.

O Poder360 fez o levantamento do perfil etário das vítimas do coronavírus no Brasil e em 4 países com grande quantidade de casos diagnosticados.

BRASIL

No país, pessoas com 60 anos ou mais representam 71,5% dos mortos por covid-19 até 31 de maio de 2021. A taxa equivale a 311.929 idosos. O número caiu 1,5 ponto percentual em relação ao período anterior, que vai do início da pandemia até 31 de maio de 2020.

Pessoas fora da faixa etária de risco, que têm menos de 60 anos, são 28,5%, aproximadamente 1 em cada 4 mortes. Mortos com menos de 30 anos representam 1,6% do total.

Foram analisadas as mortes com faixa etária conhecida, já que não se sabe a idade de 74 vítimas no Brasil até o momento.

ESTADOS UNIDOS

Entre os mortos até 29 de maio de 2021, 79,7% tinham 65 anos ou mais. A maior taxa entre as faixas etárias analisadas pelo órgão é entre quem tem 85 anos de idade ou mais. Esse grupo concentra 30% das mortes, uma queda de 3 pontos percentuais em relação ao período que vai até maio de 2020, no início da pandemia.

ITÁLIA

A faixa etária mais afetada são os idosos de 80 a 89 anos, que representam 40,6% das vítimas até 26 de maio de 2021. Dos mortos, 3 não têm idade conhecida e não foram considerados no cálculo.

Entre os países analisados, a Itália é o que tem o menor percentual de vítimas da covid-19 com menos de 30 anos de idade. Essa faixa etária representa 0,1% do total de mortos, taxa que se manteve em relação ao período que vai do início da pandemia até 26 de maio de 2020.

REINO UNIDO

Não foram considerados na análise os registros da Escócia e Irlanda do Norte por falta de detalhamento da faixa etária das vítimas. Inglaterra e País de Gales concentram mais de 90% da população do Reino Unido.

Até 14 de maio de 2021, que é a atualização mais recente dos dados, 93,1% dos mortos nos 2 países tinham 60 anos ou mais. Do outro lado do espectro, os jovens com menos de 30 anos representam apenas 0,2% das vítimas.

SUÉCIA

Os mortos com 60 anos ou mais são 96,4% das vítimas. Os mais afetados têm de 80 a 89 anos, sendo 41,1% do total.

Fonte: poder 360.

Anvisa analisa nesta 6ª pedidos de importação das vacinas Covaxin e Sputnik V

ANVISA -Agência Nacional de Vigilância Sanitária, em Brasília. BrasíliaSérgio Lima/Poder360 29.12.2020

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) realiza, na tarde desta 6ª feira (4.jun.2021), uma reunião pública extraordinária para analisar os novos pedido para a importação e distribuição das vacinas da Covaxin e Sputnik no Brasil.

Os 2 imunizantes já foram rejeitados anteriormente pela agência reguladora. Os agentes da Anvisa identificaram falhas nos documentos da Covaxin. A respeito da Sputnik V, detectaram problemas no desenvolvimento, qualidade, e na segurança da vacina russa

Covaxin

Em março, o Ministério da Saúde solicitou à Anvisa uma autorização para importar 20 milhões de doses da Covaxin, vacina contra a covid-19 desenvolvida pelo laboratório indiano Bharat Biotech. A época, faltavam documentos necessários para a análise. Assim, o pedido foi negado.

No mesmo mês, em 30 de março, a agência brasileira negou o certificado de boas práticas ao laboratório Bharat Biotech, que fabrica a vacina Covaxin contra a covid-19. A Anvisa informou que as inspeções realizadas no laboratório mostraram que nem todas as normas brasileiras de fabricação farmacêutica eram respeitadas pelo fabricante indiano.

Em 13 de maio, a Anvisa autorizou os estudos clínicos da vacina Covaxin no Brasil. A expectativa é que 4.500 voluntários recebam 2 doses do imunizante indiano, com intervalo de 28 dias entre as aplicações. Mas ainda não há um pedido para uso emergencial no país.

O Ministério da Saúde assinou um contrato para a compra de 20 milhões de doses da Covaxin ainda em fevereiro. O investimento de R$ 1,6 bilhão previa que o 1º lote da vacina chegasse ao Brasil em março.

Mas a falta de adequação às normas da Anvisa para a segurança e eficácia atrasou a importação pela Precisa Medicamentos, que comercializa a vacina indiana no Brasil. A Covaxin usa vírus inteiro inativo (como a CoronaVac) e o estudo preliminar indica eficácia de 81% da vacina.

No dia 24 de maio, um novo pedido para a importação da vacina da Covaxin foi apresentado. Esse é o pedido em análise. Também representa 1 montante de 20 milhões de doses.

Sputnik V

No dia 26 de abril, a Anvisa negou permissão de importação e uso emergencial excepcional para 10 Estados comprarem a vacina Sputnik V. Técnicos identificaramfalhas no desenvolvimento, na qualidade e na segurança do imunizante.

Os responsáveis pela vacina russa afirmaram, pelas redes sociais, que apresentaram mais dados à Anvisa do que à qualquer outra agência reguladora. Acusa a agência brasileira de ceder à pressão política.

No dia 3 de maio, o Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Saúde divulgaram uma nota em conjunto para tentar amenizar o clima do embate entre a Anvisa com a Sputnik V, vacina desenvolvida pelo Instituto Gamaleya, de Moscou, em parceria com o RDIF (Fundo Russo de Investimento Direto).

Eis a íntegra:

“O Ministério das Relações Exteriores e o Ministério da Saúde, ao recordarem as excelentes relações entre Brasil e a Federação da Rússia, inclusive no contexto do enfrentamento à covid-19, saúdam a disposição da Anvisa e do Fundo Russo de Investimento Direto e Instituto Gamaleya, responsáveis pela Sputnik V, em buscar esclarecer as dúvidas remanescentes em relação à vacina, incluindo a provisão de documentação adicional solicitada, seja em novo pedido de importação ou no processo de uso emergencial em análise. Seguirão dispostos a apoiar o diálogo em curso, sempre respeitando a autonomia da Anvisa, de modo que a Sputnik V, no momento em que seu uso for aprovado no Brasil, venha a reforçar o programa nacional de imunização contra a Covid-19”.
Fonte: poder 360.

A ADPF das Favelas: a importância do STF para a superação do autoritarismo brasileiro


O Brasil é um país profundamente autoritário. Em obra intitulada “Sobre o autoritarismo brasileiro”, Lilia Schwarcz identificou várias janelas por meio das quais é possível entender como se formam e consolidam práticas e ideias autoritárias no Brasil: o mito da democracia racial, o mandonismo, a violência, a desigualdade e a intolerância social. Esses traços autoritários que caracterizam não só o funcionamento das nossas instituições como também caracterizam a nossa mais profunda formação social reapareceram com força nos últimos anos no Brasil. Não há dúvida de que, ao longo da nossa história, essas raízes do autoritarismo brasileiro voltam de tempos em tempos para nos assombrar.

Não é difícil enxergar o modo como a nossa história joga um papel fundamental na compreensão dos desafios atuais da nossa democracia. Como alertou Lilia Scwarcz, em tempos de crise profunda como os de hoje, a história vira um instrumento de batalha. Um dos mais elucidativos exemplos é a negação do nosso passado colonial escravocrata, que assume uma função indispensável na tentativa de negar o racismo estrutural e institucional que vivemos no país. Isso explica, em grande medida, o motivo pelo qual os alarmantes índices de violência e letalidade policial no Brasil impediram, nas primeiras três décadas da nossa recente democracia, uma discussão séria sobre a necessidade de constitucionalizar a atividade das polícias brasileiras. É que as vítimas dessa brutal violência estatal sempre foram, em sua imensa maioria, jovens pobres e negros de comunidades marginalizadas. O racismo no Brasil tem múltiplas dimensões e informa todos os grandes desafios políticos, sociais e econômicos nacionais. Mas a versão mais cruel do racismo estrutural brasileiro é, sem dúvida, a banalização da ideia de que o Estado pode dispor livremente da vida das pessoas negras – a necropolítica.

As mais variadas dimensões do autoritarismo brasileiro têm sido examinadas e debatidas no STF nos últimos anos. Apenas para exemplificar, estão em julgamento, neste momento, os temas da violência policial nas favelas do Rio de Janeiro, a política de expansão de armas de fogo, o tratamento sanitário do governo às comunidades indígenas durante a COVID e as condições desumanas das prisões brasileiras. Faz parte do senso comum teórico dos juristas a ideia de que cabe ao STF preservar as condições de realização da democracia brasileira. Também é cada vez mais perceptível a noção de que a sobrevivência da vida democrática no Brasil não depende apenas da manutenção do funcionamento das instituições, mas exige também que os traços autoritários mais profundos da nossa sociedade – como o racismo e a desigualdade – sejam expostos e enfrentados de maneira cada vez mais sincera e efetiva. Só muito recentemente o racismo estrutural, a violência policial generalizada, a violência de gênero e as desigualdades sociais e econômicas foram inseridos na agenda do STF. Passamos hoje, no direito constitucional brasileiro, por um momento de tomada de consciência de que não é possível construir uma democracia sólida sem superar esses traços de autoritarismo que têm se mantido quase intocados desde a redemocratização.

O STF tem contribuído ativamente para a manutenção das condições de funcionamento da democracia. Prova disso são as decisões proferidas a propósito da errática condução do combate à pandemia pelo governo federal – inclusive a que determinou a instalação da CPI da COVID – e as decisões recentemente tomadas para proteção da saúde de comunidades indígenas e quilombolas. Outro exemplo que mostra a importância da atuação do STF na superação de traços autoritários vem justamente das decisões proferidas pelo STF na ADPF das Favelas.

Recentemente, 28 moradores da comunidade do Jacarezinho foram mortos por policiais em episódio que já é conhecido como a chacina mais letal da história do Rio de Janeiro. A resposta do STF à execução sumária de número tão elevado de pessoas – em operação policial marcada pela violação ostensiva aos parâmetros já estabelecidos pelo Plenário do STF em momento anterior – começou a ser construída poucos dias depois da chacina. O Ministro Edson Fachin apresentou ao Plenário voto histórico por meio do qual, entre outras medidas, determinou a construção de um plano de redução da letalidade policial pelo Rio de Janeiro e reafirmou que o uso de força letal só está autorizado quando houver comprovado risco à vida das pessoas. O julgamento, interrompido por pedido de vista do Ministro Alexandre de Moraes, deverá ser concluído brevemente. A confirmação do voto do Ministro Edson Fachin é um passo fundamental para a superação dos escandalosos índices de letalidade policial praticados pela polícia do Rio de Janeiro. Mais do que isso: é também medida necessária para reestabelecer a autoridade do STF e da Constituição.

Com a conclusão desse julgamento, o STF reafirmará a centralidade da dignidade humana na nossa ordem constitucional – vidas negras importam! – e a disposição para continuar a combater o racismo e as demais formas de autoritarismo que assediam a sociedade brasileira e impedem o enraizamento de uma cultura de valorização do pluralismo e da tolerância entre nós.

*Ademar Borges, autor da ADPF das Favelas

*Antonio Carlos de Almeida Castro – Kakay, advogado criminal

Fonte: Estadão.

Antecipação de depoimento de Wilson Lima à CPI aumenta pressão sobre o STF


A decisão da CPI da Covid de antecipar
de 29 de junho para a próxima quinta (10) o depoimento do governador Wilson Lima deve elevar a pressão sobre o STF, conta Ana Viriato na Crusoé.

Parte dos governadores entende que, como ainda estão pendentes as manifestações da AGU e da PGR, o melhor caminho seria reiterar o pedido cautelar pela suspensão de suas convocações para depor à CPI.

Outra opção em discussão é a de Wilson Lima entrar com habeas corpus preventivo.
o antagonista.

Secretaria de Saúde suspende atendimento dos Centros Covid de Natal até domingo (6)

Centros oferecem consultas e testagem de pacientes. Segundo prefeitura, pessoas com sintomas leves devem permanecer em isolamento e procurar atendimento na segunda (7).

A Secretaria Municipal de Saúde de Natal informou que suspendeu os atendimentos nos Centros Covid-19 desta quinta-feira (3), feriado de Corpus Christi, até o próximo domingo (6).

Os três centros realizam consultas e testagem de pessoas com suspeita de Covid-19, na capital.

“As pessoas que apresentarem sintomas leves de síndrome respiratória como dor de cabeça, tosse, coriza, cansaço devem ficar em isolamento e procurar um dos centros na segunda-feira”, informou a secretaria em comunicado.

Desde o início desta semana, o atendimento ocorre das 8h às 14h. Desde o início de maio, o município enfrenta dificuldades para fechar as escalas médicas com três profissionais, por turno, em cada centro.

Isso aconteceu após parte dos médicos que atendiam nos locais desde o ano passado, contratados por meio de cooperativa, deixaram de atender. Segundo o Sindicato dos Médicos do RN, o motivo foi a redução no valor da hora trabalhada.
G1.Rn