A Coordenadoria do Trabalho de Parnamirim (Semas), vai realizar, a partir desta quarta-feira (8), o cadastramento de profissionais para vagas de emprego no setor industrial. Há oportunidades para Torneiro Mecânico, Fresador e Técnico em Eletromecânica. As atividades serão desempenhadas em estabelecimento da própria cidade, por isso um dos requisitos é que o profissional resida em Parnamirim.
REQUISITOS:
Técnico em Eletromecânica:
Curso de técnico em Mecânica, Mecatrônica, Eletromecânica ou áreas afins;
Disponibilidade das 7h às 17h.
Fresador:
Ensino médio completo;
Conhecimento geral da função com ênfase em metrologia, leitura e interpretação de desenho);
Disponibilidade das 7h às 17h.
Torneiro Mecânico:
Ensino Médio Completo;
Conhecimento Geral Da Função (Metrologia, Leitura E Interpretação De Desenho);
Disponibilidade das 7h às 17h.
Os documentos necessários (apenas originais) para realizar o cadastro são:
RG e CPF;
Comprovante de residência;
Comprovante de escolaridade;
Certificado de reservista; e
Carteira de trabalho (física ou digital).
A Coordenadoria do Trabalho fica na Rua Tenente Osório, 216, no antigo prédio do Conselho Tutelar, em Santos Reis. O local funciona de segunda a sexta, das 7h30 às 15h.
Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM (Joel Cãmara)
Por mais que tentemos escrever sobre solidariedade, as palavras não são suficientes para expressar a beleza de um gesto humano no momento em que o semelhante mais precisa.
O que fica de uma tragédia como essa, que atingiu os nossos irmãos do Rio Grande do Sul, além da lama, da aflição e do medo? Fica o gesto de quem estendeu a mão, de quem entregou um cobertor, de quem arriscou a própria vida, de quem cedeu seu tempo, de quem juntou alguns pertences para doação no intuito singelo de colaborar, o mínimo que fosse.
Diante de uma tragédia, o que se mostra além do caos, é o ato genuíno de compaixão, que nos lembra daquilo que nos foi ensinado em parábolas cristãs mas que pouco sentido fazia até que nos deparamos nós mesmos com o bom samaritano que cada um pode ser quando a frieza do seu coração se dissipa diante do sofrimento do seu próximo.
O que podemos fazer também em respeito à dor dos gaúchos é limitar nossos comentários maledicentes, educar nossa língua ferina, refrear nossa necessidade infantil de apontar o dedo para este ou aquele político em especial, como se houvesse um único culpado para uma catástrofe ambiental na qual todos estamos enredados.
Tampouco é pertinente insistir em teorias ideologizadas que utilizam as mudanças climáticas para justificar radicalismos que nada têm a ver com a questão ambiental.
O que nos falta é coragem para enxergarmos que estamos todos juntos em um mesmo barco que afunda. Somos partícipes de erros e irresponsabilidades coletivas, mas somos, sobretudo, responsáveis pelos nossos próprios atos.
Cada um de nós tem um papel a realizar nesse ensaio cacofônico para que ele se torne uma sinfonia. Cada um de nós é um instrumento que pode se afinar e se harmonizar a fim de ser utilizado por Deus para soerguimento da terra convulsa. Isso pressupõe liberdade e responsabilidade.
Não é livre aquele cujo pensamento está subjugado à ideologia da hora ou cujas ações têm por móbil somente o autointeresse, desconsiderando o apelo ao bem comum, ao cuidado com o outro.
A solidariedade não se submete a partidarismos; a luz que brota do coração humano quando ele se vê fortemente inclinado em direção ao próximo que necessita de ajuda não se confunde com o holofote que jogam sobre si aqueles que se aproveitam das calamidades públicas para a autopromoção.
Todos os políticos deveriam olhar hoje para o Rio Grande do Sul e se envergonhar. Não porque sejam diretamente culpados pelo evento trágico, mas porque aquilo que podem fazer é mínimo diante da catástrofe. E isso mostra quão ridícula é a sua soberba, quão fantasiosa é a sua presunção de que o Estado pode mais do que o povo unido em torno de um objetivo comum.
Tudo o que o Estado brasileiro representa hoje está em descrédito. A opulência, as regalias, as emendas bilionárias, os orçamentos secretos, os desvios por corrupção, os fundos partidários, a ineficiência: tudo isso fica mais gritante diante do cenário de guerra que se avista no Rio Grande do Sul. É como se a lama na qual o estado gaúcho submerge materializasse a lama moral da qual a política brasileira jamais se limpou.
Já passa da hora de acenarmos um adeus para todos aqueles que parasitam a máquina estatal para o seu próprio benefício.
O mundo dá sinais de convulsão: pandemias, guerras, catástrofes ambientais, terrorismo, fanatismo, histerias coletivas: tudo isso soa como uma espécie de trombeta do apocalipse para os mais impressionáveis. Mas, mesmo para os céticos e para os incrédulos, parece prudente aceitar que o momento pede um pouco de reflexão para reajuste.
Aceitemos a nossa falibilidade, paremos um pouco com a nossa intolerância e com a disseminação de um ódio difuso. Voltemos um pouco para o nosso próprio eu a fim de investigarmos onde temos errado e como podemos redirecionar a conduta a fim de nos tornarmos mais úteis. Tragédias como essa deveriam, pelo menos, trazer o espanto filosófico que leva a um minuto de circunspecção e silêncio.
Uma mulher de 59 anos, usou querosene para incendiar a casa onde morava com o marido, de 45 anos. O caso aconteceu nesta segunda-feira (6), no km-6, em Natal. O motivo por trás desse ato desesperado, segundo a própria mulher, foi ciúme do companheiro.
Para a repórter da TV Ponta Negra, Gislaine Azevedo, vizinhos disseram que a mulher estava extremamente agitada momentos antes do incidente. Quando a equipe de reportagem chegou até o local, a mulher ainda estava alterada e com uma faca na mão, fazendo ameaças para uma das vizinhas.
O companheiro negou que tivesse outro relacionamento e estava visivelmente abalado com o incêndio que destruiu tudo o que o casal tinha. As chamas foram controladas pelos bombeiros. Não houve feridos, mas o local foi completamente consumido pelo fogo.
Os vizinhos tentaram controlar a mulher para que pudesse ser levada para receber tratamento psicológico e avaliação médica.
A atual legislatura da Câmara de Parnamirim segue inovando e aproximando cada vez mais a Casa da população. Nesta terça-feira (7), foi lançada a primeira “Carta de Serviços ao Cidadão” (CSC) da história do poder legislativo, um documento oficial que objetiva fornecer maior transparência e informação sobre os serviços prestados pela instituição, além de orientação sobre como acessar serviços essenciais como a Escola do Legislativo, Procon Câmara, Sala do Cidadão e Ouvidoria.
“É possível encontrar informações sobre o município, funcionamento da CMP, organização e estrutura do legislativo parnamirinense, assim como detalhamento dos atendimentos prestados. A Casa Legislativa reitera o compromisso com a população de Parnamirim e ao disponibilizar informações claras e transparentes, apresentando o compromisso de gestão, e é um aprimoramento de tudo que foi construído até hoje”, disse o presidente Wolney França.
Há decisão judicial e prazo esgotado para que os integrantes do MLB deixassem o terreno | Foto: Adriano Abreu
A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPERN), protocolou um acordo extrajudicial referente ao processo sobre a invasão no prédio do extinto Diário de Natal, na avenida Deodoro da Fonseca, em Petrópolis, zona Leste de Natal. A resolução dá o prazo de 45 dias para que o Movimento de Luta nos Bairros, Vilas e Favelas (MLB) indique um imóvel para que o Governo do Estado custeie o aluguel às famílias. A partir disso, o MLB deverá retirar todos os integrantes do prédio invadido, em data a ser fixada pelo juiz.
De acordo com a DPERN, o acordo oferece uma solução definitiva para os ocupantes, na medida em que prevê que o Governo do Estado, por meio da Companhia Estadual de Habitação e Desenvolvimento Urbano (CEHAB), passe a custear o aluguel de imóvel, por um período de dois anos, de modo a garantir a contemplação de habitações a serem construídas através do Programa Pró-Moradia. O prazo estipulado passou a contar a partir da protocolização do acordo extrajudicial, feita nessa segunda-feira (6).
O terreno ocupado pelos membros do MLB foi invadido no dia 29 de janeiro deste ano, quando os integrantes chegaram em ônibus pela madrugada e derrubaram o muro do local para adentrar a área.
A ocupação foi batizada de Emmanuel Bezerra e conta com 38 famílias, de acordo com Defensoria Pública.
A Câmara de Parnamirim lança a “Carta de Serviços ao Cidadão” (CSC), um documento oficial que objetiva fornecer maior transparência e informação sobre os serviços prestados pela instituição. Além disso, fornece orientação sobre como acessar esses serviços e obter os resultados desejados.
Segundo o presidente da Casa, vereador Wolney França, a Carta visa aproximar a Casa Legislativa da população. “É possível encontrar informações sobre o município, funcionamento da CMP, organização e estrutura do legislativo parnamirinense, assim como detalhamento dos atendimentos prestados”, explica.
Escola do Legislativo, Procon Câmara, Sala do Cidadão são alguns dos serviços disponibilizados e de fácil acesso a quem precisar. A sociedade também pode participar – ativamente – na gestão pública através da Ouvidoria, um órgão que desempenha um papel fundamental na efetivação da cidadania. Ao acessar o documento, produzido pela comunicação do órgão, será possível conhecer um pouco mais sobre o que é feito e como é realizado e desenvolvido o trabalho dentro da Câmara Municipal.
“A Casa Legislativa reitera o compromisso com a população parnamirinense ao disponibilizar informações claras e transparentes, apresentando o compromisso de gestão, e é um aprimoramento de tudo que foi construído até hoje”, disse o presidente Wolney França.
O Instituto Municipal de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon Natal), realizou pesquisa de preço da cesta básica na capital e identificou um aumento de 0,97% em relação ao mês de março. Este é o quarto aumento seguido da cesta básica desde o início do ano. No início do ano a pesquisa identificou um preço médio da cesta básica de R$ 416,11, já no mês de abril o preço médio da cesta básica é de R$ 433,64, ou seja, um custo a mais para o consumidor de R$ 17,53 nos quatro meses do ano.
Nas cinco semanas pesquisadas deste mês de abril foram observadas alterações no preço médio da cesta básica. Na primeira semana do mês o custo foi de R$ 433,12, já na segunda, o preço médio foi de R$ 433,34, na terceira semana alta novamente indo para R$ 436,51, na semana seguinte uma pequena redução chegando a R$ 435,03, por fim na última semana mais uma redução no preço chegando a R$ 430,20. Para o Núcleo de pesquisa é comum encontrar a primeira semana com alta de preço dos produtos comercializados, assim como na última semana os preços estarem menores.
O Núcleo de pesquisa, acompanha semanalmente, 26 estabelecimentos comerciais da capital, os pesquisadores coletam o preço de 40 itens que compõem a cesta básica, classificados em quatro categorias: Mercearia, Açougue, Higiene/Limpeza e Hortifrúti todo mês, onde são pesquisados três segmentos: oito hipermercados, sete atacarejos e 11 supermercados de bairro denominados de mercadinhos, contemplando assim as quatro zonas da cidade.
A divulgação é realizada na íntegra no início do mês subsequente com o preço médio da cesta básica mais barata, assim como a variação dos seguimentos pesquisados, o maior e menor preço encontrado,
O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) faz, na noite desta terça-feira (7) a eleição que vai definir o próximo presidente da Corte e que ficará responsável por comandar os pleitos municipais de 2024.
Pela tradição, quem assumirá o posto, em junho, é a ministra Cármen Lúcia. O ministro Nunes Marques será o vice.
A votação é simbólica. Assume o comando do tribunal o magistrado do Supremo Tribunal Federal (STF) com mandato há mais tempo na Corte eleitoral. Cármen é integrante titular do TSE desde agosto de 2022.
Ela vai suceder ao ministro Alexandre de Moraes na presidência do tribunal. O período do magistrado no TSE termina em 3 de junho.
Cármen Lúcia já comandou a Justiça Eleitoral entre abril de 2012 e novembro de 2013. Ela foi a primeira mulher a chegar à presidência do TSE.
Durante o mês de maio, os cristãos cultuam de modo especial Maria Santíssima. No primeiro domingo desse mês, em várias comunidades, celebra-se a invocação de Nossa Senhora Mãe dos Homens, o orago mais antigo da Virgem de Nazaré. E no segundo domingo, é festejado o dia de nossas mães terrenas. Em plena primavera no hemisfério norte, quando as flores desabrocham, quis a Igreja comemorar a beleza de Maria e nossas genitoras, “rosas de Deus”, na expressão de Santo Ambrósio. A patrística greco-latina é rica em textos e comentários a respeito daquelas que nos transmitem a vida. Santo Irineu, primeiro bispo de Lyon, referia-se a elas como “face terrena do Divino”. Ou, de acordo com o patrono da Igreja Copta, Clemente de Alexandria, “carícia celeste na terra dos homens.” E São João Crisóstomo as denomina “sol de nossas vidas, luz de nossos dias, estrelas de nossas noites e travessias.”
Mais do que justo e merecido é esse preito de gratidão, prestado a todas as mães da terra. É importante proclamar o seu amor incondicional, sua doçura ímpar, seu carinho inefável e renomado desvelo. Nada melhor para simbolizar tais sentimentos do que a figura daquelas que nos geraram. Participantes do mistério da criação e clemência divina entre os homens, elas encarnam a benevolência e benignidade do Pai. Orientam nosso destino de filhos do Eterno e Infinito.
É difícil descrever o quanto são especiais. São poemas divinos no prosaico dos homens. Pertencem ao Transcendente. Dotadas de sensores supersensíveis, chegam a captar o que não foi dito. Seu olhar penetrante mergulha no âmago dos filhos. Rastreiam pelo seu timbre de voz as marcas da dor e do sofrimento “Ao nos tocar, medem a temperatura de nossa alma”, conforme afirmou nosso dileto Padre Gleiber Dantas de Melo. Assim, ultrapassam qualquer ciência. O próprio Jesus Cristo, tendo dispensado os bens terrenos, não se privou do colo materno e do sorriso meigo Daquela que Ele nos legou também para conceder a sua bênção. “Eis aí o Teu Filho. Eis aí a Tua Mãe” (Jo 19, 27). Disse Cristo a Maria e João, no patíbulo da cruz, antes de dar a sua vida por nossa salvação. Deus sabia que um coração materno pode expressar, de forma perfeita, seu afeto. De maneira inspirada, João Paulo I afirmou diante de uma multidão na Praça de São Pedro: “Deus é Mãe.” E no século III, o teólogo São Cipriano de Cartago, arrimado no profeta Isaías (cf. Is 49, 15), definiu Maria Santíssima como “rosto temporal e materno de Deus.”
É esse lado sobrenatural de nossas mães que se pretende exaltar no segundo domingo de maio. É a tradução da meiguice de Deus em forma humana, que nesse dia é proclamada, ao celebrar quem nos gerou. A grandeza do Criador torna-se então acessível a todos os homens. A munificência e capacidade de amar de Deus manifestam-se numa representação terrena. O Pai celeste quis nos legar um sacramento universal de sua benevolência. Por isso, concretizou o seu plano no coração materno.
O Dia das Mães – apenas para destacar um dentre todos do ano – é o memorial da sublimidade da vida. Lembrança da suprema beleza eterna, que Deus reserva para os seus filhos. Não poderia deixar de existir no calendário uma data que marcasse nosso reconhecimento e gratidão por aquelas que participam do tesouro da bondade suprema. As mitologias greco-romanas e orientais apresentam deusas-mães. O cristianismo presenteia-nos com duas mães: a celestial e a terrena para nos acompanhar em todos os momentos e dimensões de nossa caminhada. Mãe é Amor. E Deus o é em plenitude, como define o evangelista João em uma de suas Cartas (cf.1Jo 4, 8). Que Nossa Senhora cubra com o seu manto sagrado aquelas que nos transmitiram o dom da vida, protegendo-as sempre. A Virgem Imaculada é como uma centelha no coração daquelas que traduzem a amorosidade incomensurável de nosso Deus, que por elas também se faz presente na face da terra. “Não rejeites o ensinamento de tua mãe. Quando caminhares, te guiará; quando dormires, te guardará; e quando acordares, falará contigo” (Pr 6, 21-22).