A Prefeitura de Parnamirim informa que exclusivamente nesta sexta-feira (16) não haverá o serviço de coleta de lixo. A pausa no serviço acontece em homenagem ao Dia do Gari, data de reconhecimento e valorização aos profissionais que cuidam diariamente da limpeza da cidade e do bem-estar de toda população.
Os bairros que estarão com o serviço suspenso serão Nova Parnamirim, Centro, Parque das Árvores, Emaús, Cidade Verde, Pium e Cotovelo. Pedimos a compreensão dos moradores dessas regiões que, se possível, evitem colocar o lixo fora até a retomada da coleta. Amanhã a coleta no município segue a programação normal.
Excelente novidade para os amantes do esporte de Parnamirim, em especial para os mesatenistas. A Prefeitura, por meio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL), está com as inscrições abertas para o 1º Open de Tênis de Mesa nas categorias masculina e feminina (idade livre).
A competição será realizada no dia 21 de junho (sábado), a partir das 8h, no Centro Estadual de Educação Profissional (CEEP) Professora Lourdinha Guerra, que fica em Nova Parnamirim. As inscrições já estão abertas e podem ser feitas gratuitamente pelo whatsapp (84) 98800-9968. O prazo para se inscrever vai até o dia 04/06. A Prefeitura vai premiar os melhores atletas com troféus e medalhas.
Em publicação feita nas redes sociais, governador de Minas ironizou presidente: “Vive no passado e pesa no bolso”.
O governador de Minas Gerais, Romeu Zema (Novo), publicou nesta quinta-feira (15) uma imagem do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um bebê reborn.
Na publicação feita nas redes sociais, Zema colocou a seguinte descrição: “Vendo bebê reborn governo Lula. Custa caro, apertou, faz caquinha, mas finge ser fofo”.
Já na legenda, o governador questionou se alguém gostaria de “adotar” o “reborn”, ironizando o presidente, além de mencionar também que Lula “vive no passado e pesa no bolso”.
A CNN procurou a Secretaria de Comunicação da Presidência da República sobre as declarações de Zema e aguarda retorno.
Crise tem sido uma palavra repetida durante o governo Lula. Desde o início do ano para cá, petista já teve tensão com Pix e alimentos.
O vazamento da intervenção da primeira-dama, Rosângela da Silva, a Janja, durante um jantar diplomático na segunda-feira (12/5) na China direcionou o governo federal para uma nova crise. O embaraço acontece antes mesmo de a gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) conseguir arrefecer a tensão decorrente dos descontos indevidos de aposentados e pensionistas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS).
Quando Lula chegou à China no sábado (10/5), o governo já era criticado nas redes sociais e via manchetes se multiplicarem sobre o escândalo dos descontos indevidos. A situação deu à oposição uma bandeira contra o governo do petista. Além de falas ácidas sobre o assunto, deputados e senadores se organizaram para pedir a implantação de uma Comissão Mista Parlamentar de Inquérito (CPMI). O desconforto envolvendo Janja só aumentou a dor de cabeça do governo federal.
O próprio presidente Lula admitiu, durante entrevista coletiva na noite de terça-feira (13/5), pelo horário de Brasília, que Janja interferiu durante um jantar entre ele e o secretário-geral do Partido Comunista e presidente chinês, Xi Jinping. Conforme Lula, ele fez uma pergunta sobre o TikTok e Janja questionou um suposto favorecimento da rede social a conteúdos da extrema direita. A situação levou a um constrangimento, conforme relatos vazados para a imprensa.
Um dos convidados sentados à mesa no jantar entre os chefes de Estado vazou a interferência de Janja para a imprensa. O fato deixou Lula irritado. “Alguém teve a pachorra de ligar para alguém e contar uma conversa que teve num jantar em que era uma coisa muito, mas muito confidencial”, reclamou.
Lula se estressa com ministros
O ministro da Casa Civil, Rui Costa, chegou a ser apontado como o principal suspeito do vazamento. Diante do mal-estar, ele cogitou realizar um pronunciamento público sobre o caso, conforme apurado pela coluna Igor Gadelha do Metrópoles. A ideia foi abandonada pelo receio de que uma declaração aumentasse a temperatura da crise.
Costa não foi o único ministro a se mostrar insatisfeito com o levantamento de suspeita a respeito da conduta dele. O Metrópoles apurou que houve ministros que se propuseram a mostrar os celulares para Lula, numa tentativa de sair da zona de desconfiança. Outros integrantes da comitiva lembraram que não estavam presentes no jantar. Entre eles, estavam Alexandre Silveira (Minas e Energia) e Silvio Costa Filho (Portos e Aeroportos).
Embora irritado com a nova crise que, além do Planalto , envolve o Alvorada, Lula declinou da possibilidade de levar adiante uma devassa contra os ministros. O secretário de Comunicação Social da Presidência da República, Sidônio Palmeira, que recebeu uma espécie de carta branca de Lula ao assumir o cargo, iniciou a gestão determinando aos ministros que não repassassem informações para a imprensa sob anonimato.
Se por um lado a crise envolvendo Janja teve a semente plantada diante dos olhos de Lula, o caso do INSS aparenta ser um problema que cresceu sem alarde. Fato é que, no primeiro caso, Lula já demitiu o titular do ministério que abarca o INSS, Carlos Lupi (PDT), aliado e “companheiro” de longa data. Agora, o governo federal tem de dividir as atenções entre as duas crises. Com popularidade em baixa, a possibilidade de uma nova regressão nos indicadores verificados pelas pesquisas assombra o Palácio do Planalto.
Em meio às crises, Lula costura novos traços da reforma ministerial. O que era para ser um grupo de mudanças específicas e implementadas pelo menos até o Carnaval, tornou-se um imbróglio. É nesse contexto que há apostas de que Guilherme Boulos (PSol) possa assumir a Secretaria-Geral da Presidência, hoje ocupada por Márcio Macedo (PT). Boulos, inclusive, viajou para o Uruguai na companhia do presidente. Lula vai ao velório de Pepe Mujica, falecido na terça-feira.
Outras crises
Só neste ano, o governo federal já experimentou o desgaste da imagem devido a duas crises importantes: alta nos preços dos alimentos e Pix. A inflação no preço da comida incomodou o governo que se elegeu com a promessa de trazer de volta a “cervejinha e a picanha” no churrasco de fim de semana.
O Pix foi um dos maiores baques. Decorrente de mudanças na fiscalização do uso do sistema de pagamento, a oposição se apropriou do assunto e conseguiu disseminar uma narrativa de que o governo iria estabelecer cobranças a trabalhadores da economia informal. Para dar fim à questão, por orientação de Sidônio, Lula determinou que não fosse implementado o arrocho no monitoramento das transações via Pix.
Após a decisão do Tribunal de Justiça do Rio do Janeiro (TJ-RJ) na noite desta quinta-feira (15), que afastou Ednaldo Rodrigues do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), a Federação Norte-Rio-Grandense de Futebol (FNF) e mais 18 federações assinaram um manifesto em defesa do futebol brasileiro. O texto pede renovação e estabilidade à frente da CBF.
O documento assinado por 19 presidentes das 27 federações também firmou uma união por uma nova eleição na entidade, que deverá ser convocada por Fernando Sarney, designado pelo desembargador Gabriel de Oliveira Zéfiro como interventor após o afastamento de Ednaldo. Não assinaram o documento: Amapá, Bahia, Espírito Santo, Mato Grosso, Minas Gerais, Pernambuco, São Paulo e Tocantins.
Procurado pela reportagem da TRIBUNA DO NORTE, o presidente da FNF, José Vanildo, reforçou a mensagem do manifesto destacando a necessidade de ter estabilidade jurídica a CBF e ao futebol brasileiro. “A nota por si só diz. É uma deliberação da maioria das federações e o Rio Grande do Norte no sentido de conceder a CBF e ao futebol brasileiro estabilidade, uma estabilidade jurídica, reconhecimento da sociedade. Isso tudo que atravessa tem que ter um basta. É necessário sim que se adote essas providências e se apure”, disse.
Além disso, o presidente afirmou que a posição da FNF acompanha o manifesto e está no Rio de Janeiro participando do processo para definir a realização do pleito. “É a posição que a FNF acompanha. Eu estou no Rio de Janeiro participando do processo. Vamos ter hoje já uma reunião e todo esse final de semana para definir a imediata realização de um novo pleito eleitoral”, disse o dirigente.
Embora ainda não haja nomes oficiais definidos para a disputa pela presidência da CBF, a tendência é que o novo presidente seja escolhido entre os atuais presidentes das federações estaduais, assim como, a composição da chapa única. “Há vários nomes que se falam, que estão trabalhando, (há) nada definido sobre isso não. A nota foi assinada por uma grande maioria, mas não há uma definição de nome não”.
“Todos são candidatos. Todos têm esse desejo de assumir um cargo importante na CBF. Todos nós presidentes estamos habilitados a ser candidato e assumir uma posição. O presidente deve ser um presidente de federação, que vai ser escolhido dentre os presidentes”, concluiu Vanildo.
Leia o documento na íntegra:
O futebol brasileiro vive um momento decisivo. É urgente enfrentar desafios estruturais que há anos limitam o potencial do nosso futebol. Precisamos de um calendário equilibrado, arbitragem profissionalizada, gramados de qualidade, segurança nos estádios e competições fortalecidas.
Para que isso aconteça, é fundamental garantir estabilidade institucional à CBF. Precisamos virar a atual página de judicialização e instabilidade que há mais de uma década compromete o bom funcionamento da entidade e o avanço do futebol brasileiro. É também momento de resgatar a autonomia interna da CBF, hoje sufocada por uma estrutura excessivamente centralizada e desconectada das instâncias que compõem o ecossistema do futebol nacional.
Além da estabilidade, o cenário exige uma renovação de ideias, de práticas e de lideranças, bem como a profissionalização definitiva das estruturas de gestão. A CBF precisa ser exemplo de governança, eficiência e transparência — e também precisa voltar a ser a casa de todos que constroem o futebol brasileiro, com um ambiente saudável, inspirador e descentralizado, em que cada um possa contribuir ativamente para a melhoria do esporte que constitui verdadeiro patrimônio nacional.
Unidos com esse propósito, assumimos o compromisso de construir uma candidatura à Presidência e Vice-Presidências da CBF comprometida com um novo ciclo para o futebol brasileiro: mais democrático, mais integrado e mais aberto à participação de todos. Queremos uma CBF forte, querida por dentro, admirada por fora — e novamente amada por todos que fazem do futebol a alma do nosso país.
Nenhum apostador acertou as seis dezenas do concurso 2.863 da Mega-Sena, realizado nesta quinta-feira (15). O prêmio acumulou e está estimado em R$ 68 milhões para o próximo sorteio.
172 apostas acertaram cinco dezenas e irão receber R$ 23.280,53 cada
8.222 apostas acertaram quatro dezenas e irão receber R$ 695,73 cada
Apostas
Para o próximo concurso, as apostas podem ser feitas até as 19h (horário de Brasília) de sábado (17), em qualquer lotérica do país ou pela internet, no site ou aplicativo da Caixa.
Fernando Sarney afirma que mais informações sobre o processo eleitoral serão divulgadas em breve.
O interventor e vice-presidente da CBF (Confederação Brasileira de Futebol) Fernando Sarney, convocou novas eleições depois que o dirigente da entidade, Ednaldo Rodrigues, foi afastado do cargo por determinação da Justiça do Rio nesta 5ª feira (15.mai.2025).
Sarney afirmou que mais informações sobre o processo eleitoral serão divulgadas em breve. “Informo que já assinei o termo de posse e que a nova eleição para o cargo de presidente da CBF [para] o quadriênio 2025-2029 será convocada o mais rápido possível”, diz a nota.
Filho do ex-presidente José Sarney, Fernando assumiu como presidente interino da entidade e foi nomeado inventor pela TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro). Ele ficou encarregado de dar andamento ao pleito “o mais rápido possível”.
ENTENDA
A decisão de afastar Ednaldo se deu depois que Fernando Sarney protocolou um pedido ao Supremo para suspender o acordo firmado no início do ano que reconheceu a legitimidade das eleições de 2022 e que assegurou a permanência do dirigente na presidência da entidade.
No pedido, alegou que o acordo não tem validade porque foi assinado por Antônio Carlos Nunes (o Coronel Nunes), ex-presidente da CBF, que têm problemas de saúde e capacidade cognitiva comprometida. Ele teve um tumor cerebral e tem 86 anos.
O argumento foi acatado pela Justiça. Ednaldo recorreu ao Supremo.
Em dezembro de 2023, o presidente da CBF já havia sido afastado por decisão judicial, mas retornou ao cargo depois da liminar do ministro do STF.
Fernando Sarney integra a atual gestão da CBF com mandato até março de 2026. Depois de romper politicamente com Rodrigues, ele não participou da chapa reeleita.
Nesta quinta-feira (15), o Departamento de Vigilância em Saúde (DVS) divulgou uma nota técnica com orientações à população sobre o consumo de pescados, após casos relacionados a surtos de intoxicação alimentar em Natal. Foram registrados dois surtos sugestivos de intoxicação por ciguatera no município. Atualmente, está em curso a investigação de um caso, após um evento realizado em um restaurante da capital, entre os dias 5 e 6 de maio, onde foram identificadas treze pessoas com sintomas sugestivos de intoxicação pela toxina, com três hospitalizações.
O Centro de Informações Estratégicas de Vigilância em Saúde de Natal (CIEVS) já entrou em contato com todas as pessoas que consumiram pescados do tipo Arabaiana e Peixe Dourado no evento. “Todas as pessoas estão bem e continuam sendo monitoradas pelo Departamento de Vigilância”, informou o diretor do DVS, José Antônio de Moura. Ele recomendou que a população evite o consumo das espécies envolvidas na suspeita de intoxicação.
O diretor enfatizou que o caso é pontual e não deve gerar alarme generalizado quanto ao consumo de pescados. “Reforçamos que não é motivo para ter pânico ou suspender a ingestão de pescados. Um dos cuidados que a população pode tomar, é solicitar aos fornecedores quais pescados estão sendo ofertados e evitar o consumo dos pescados sob suspeita. Se apresentar alguns sinais ou sintomas, procure um serviço de saúde o mais breve possível”, orientou.
Ele também reforçou que a população deve priorizar o consumo de peixes de águas profundas e adquirir os produtos apenas em locais com boas práticas de higiene e devidamente licenciados.
Investigação
A equipe da Vigilância realizou uma fiscalização em toda a cadeia produtiva dos pescados consumidos no dia do evento, desde o local de preparo até o ponto de compra. Amostras dos alimentos foram coletadas e encaminhadas para análise no Laboratório Central de Saúde Pública do Rio Grande do Norte (Lacen).
De acordo com o DVS, os sintomas da ciguatera geralmente surgem de 3 a 5 horas após a ingestão de peixes contaminados. Os efeitos podem incluir agravos neurológicos, como dormência nos membros, parestesia, fraqueza, dor nos dentes, gosto de queimação ou metálico na boca, memória prejudicada, fadiga crônica, coceira generalizada, suor excessivo, visão turva e inversão térmica (sensação trocada de quente e frio).
Também podem ocorrer sintomas cardiovasculares, como bradicardia, bloqueio cardíaco ou hipotensão, além de manifestações gastrointestinais como diarreia, vômito e dor abdominal.
“Em função dos sintomas apresentados, podemos inferir um quadro que a literatura reporta como Ciguatera, uma toxina presente na alimentação de peixes, principalmente nos encontrados em arrecifes”, explicou José Antônio de Moura.
Ciguatera
A Ciguatera é uma intoxicação alimentar causada pela ingestão de peixes contaminados com toxinas como Ciguatoxina ou Maitotoxina, produzidas por microalgas dinoflageladas do gênero Gambierdiscus que se proliferam em recifes de corais tropicais e subtropicais. Os principais pescados associados à Ciguatera são garoupas, barracudas, moreias e badejos.
As Ciguatoxinas não apresentam cor, sabor ou cheiro e não podem ser eliminadas pelo cozimento ou congelamento convencional. Sendo assim, caso o peixe esteja contaminado, as técnicas de resfriamento ou cozimento, e nem mesmo a digestão, são capazes de impedir o desenvolvimento das toxinas.
Fernando Sarney assume o cargo e vai conduzir as próximas eleições da Confederação Brasileira de Futebol (CBF).
O Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro (TJRJ) afastou Ednaldo Rodrigues do cargo de presidente da Confederação Brasileira de Futebol (CBF), nesta quinta-feira (15/5). A decisão é do desembargador Gabriel Zefiro.
Quem assume é Fernando Sarney, filho do ex-presidente da República José Sarney. Ele é quem vai conduzir as próximas eleições da CBF.
Vice-presidente da confederação, Sarney entrou com pedidos na Justiça para afastar Ednaldo da presidência da entidade.
Esta é a segunda vez que Ednaldo Rodrigues é afastado da função. A primeira ocorreu em 2023, por meio de uma ação que questionava o Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) firmado entre a CBF e o Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ), em março de 2022, que garantiu o cargo de presidente da CBF a Ednaldo Rodrigues por um período de quatro anos.
No processo mais recente, é discutida a validade do documento que reconhece a legalidade da eleição de 2022, na qual Ednaldo Rodrigues foi eleito. A questão é se um dos signatários, Antônio Carlos Nunes de Lima, o Coronel Nunes, tem capacidade mental para o ato, já que passou por uma cirurgia durante tratamento de câncer no cérebro, que teria causado “déficit cognitivo”.
Laudos apontariam demonstram que, desde ao menos 2018, o Coronel Nunes não estava apto mentalmente para celebrar atos da vida civil.
O desembargador Gabriel Zefiro entendeu que o não comparecimento dele na audiência marcada para 12 de maio, oportunidade na qual seria inspecionada a capacidade mental, foi decisivo para atestar a incapacidade mental do Coronel Nunes para celebrar o acordo.
“Indícios. É o que temos. A prova dependeria da presença do Coronel à audiência. Ele não veio, e certamente não virá jamais. Então, trabalhemos com o que temos”, afirmou o desembargador Gabriel Zefiro.
A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria de Saúde (SESAD), convocou 25 profissionais da área da saúde aprovados em concurso público para suprir vagas em aberto na rede municipal. As contratações atenderão tanto à atenção primária quanto à especializada.
Ao todo, foram convocados 7 fisioterapeutas, 5 fonoaudiólogos, 5 enfermeiros, 2 técnicas de enfermagem, 3 psicólogas, 2 educadores físicos e 1 agente comunitário de saúde.
Os candidatos nomeados, conforme publicação no Diário Oficial nº 4640, devem se apresentar à Secretaria Municipal de Administração e Recursos Humanos (SEARH), localizada no Edifício Cartier, na Rua Altino Vicente de Paiva, nº 210, bairro Monte Castelo.
Em vídeo nas redes sociais, a advogada Suzana Ferreira relatou que um casal quer brigar na Justiça pela guarda de um bebê reborn.
A febre dos bebês reborns chegou ao âmbito judicial. A advogada Suzana Ferreira revelou, em vídeo publicado nas redes sociais, que atendeu uma cliente que busca regulamentar a guarda do brinquedo que adotou com o parceiro.
“Ela constituiu uma família e a bebê reborn faz parte da família dela. Só que o relacionamento não deu certo e a outra parte insiste em conviver com a bebê reborn pelo apego emocional que teve a ela”, explicou a profissional.
A cliente, inclusive, enfatizou que, justamente pelo apego emocional, a solução não seria comprar outra boneca hiper-realista. A advogada explicou também que a mulher queria que o ex-companheiro arcasse com metade dos custos que tiveram com a bebê, já que ela tinha pago tudo.
“Ela achava justo a divisão dos custos, porque a bebê reborn foi cara, obviamente, e fizeram um enxoval para ela. Então, não é simplesmente ‘ah, eu quero conviver com a bebê reborn’, de pegar a bebê reborn tantas vezes na semana”, completou.
Suzana ainda contou que há outra complexidade nessa situação porque o brinquedo tem um perfil no Instagram. Ela ainda refletiu sobre como “o poder judiciário vai receber essas demandas, que são demandas reais”.
“A outra parte também deseja ser administradora, porque o Instagram está rendendo monetização, publicidade, está crescendo bastante, então o Instagram também deveria ser das duas partes. É um ativo digital hoje, um bem patrimonial, que já está rendendo lucro. Então, como ficaria a questão da administração se não fosse resolvido a guarda do bebê reborn?”, disse.
Ex-presidente se tornou réu pela 1ª Turma do STF em março e diz que tentará disputar a Presidência “até o último segundo”.
O ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou nesta 4ª feira (14.mai.2025) em entrevista ao UOL que uma pena de prisão de 20 ou 40 anos encerraria sua trajetória política. “Se eu for condenado, acabou”, declarou. “Estou com 70 anos de idade. Não tenho mais tempo.”
Para o ex-presidente, a hora de disputar a Presidência novamente é agora. Afirmou que tentará reverter sua inelegibilidade “até o último segundo”. A prisão seria uma “pena de morte política e física”.
Bolsonaro (PL) se tornou réu em 26 de março depois que a 1ª Turma do STF (Supremo Tribunal Federal) recebeu, por unanimidade, a denúncia contra ele e outras 7 pessoas por uma tentativa de golpe de Estado entre o fim de 2022 e o início de 2023. A votação foi unânime, com 5 votos para acolher as acusações da PGR (Procuradoria-Geral da República).
No julgamento, o ministro Alexandre de Moraes, relator do caso, afirmou haver indícios a fim de abrir uma ação penal para decidir se o antigo chefe do Executivo liderou o plano, atacou a credibilidade das urnas e teve participação na minuta do golpe. A partir de agora, a Corte tomará providências conforme previsto na Lei 8.038/1990.
A ação penal contra o grupo está na fase de instrução processual, quando são colhidos depoimentos das testemunhas indicadas pelas partes e apresentadas as provas. As oitivas estão agendadas para começar em 19 de maio e vão até 2 de junho.
Senadores veem indícios de desrespeito ao Código do Consumidor; além disso, analisam a possibilidade de enquadrar alguns influenciadores em crimes como o de estelionato.
A CPI das Bets estuda incluir, no relatório final da senadora Soraya Thronicke (Podemos-MS), pedido de indiciamento da influenciadora digital Virgínia Fonseca e de outros influenciadores que divulgam sites de apostas.
Os senadores veem indícios de desrespeito ao Código de Defesa do Consumidor, pela falta de indicação de publicações como peças publicitárias. Além disso, analisam a possibilidade de enquadrar alguns influenciadores em crimes como o de estelionato.
Apesar da predisposição em incluir influenciadores no relatório final, é provável que o texto nem seja apreciado pela comissão. Há um movimento de senadores da “bancada das bets” para esvaziar a CPI e os trabalhos têm sido marcados por falta de quórum.
“Me preocupa a falta de quórum no dia da votação do relatório. Aí o Brasil vai saber quem são os ‘pizzaiolos’”, afirmou a relatora nesta quarta-feira (14).
A CPI colheu o depoimento, nesta quarta, do influenciador digital Rico Melquíades, vencedor da edição de 2021 do programa A Fazenda, da TV Record. Ele é investigado na Operação Game Over da Polícia Civil de Alagoas.
Aos senadores, ele repetiu a estratégia de Virgínia Fonseca, ouvida na véspera, e disse que apenas firma contratos de publicidade com uma empresa de apostas porque a legislação assim o permite.
“Se eu divulgo hoje, é porque o Congresso aprovou. Então, acho que esse pensamento (sobre os impactos das bets na sociedade) deveria vir de vocês também. Eu estou fazendo o meu trabalho. Eu não obrigo ninguém a jogar”, afirmou o influenciador.
Rico Melquíades tem 10 milhões de seguidores. Virgínia, 53 milhões. Ambos buscaram se afastar de implicações negativas sobre apostadores dizendo que fazem recomendações sobre jogar com responsabilidade.
A relatora Soraya Thronicke comentou o depoimento de Virgínia nesta quarta ao lembrar que toda a sociedade é responsável pela proteção de crianças e adolescentes.
“As plataformas continuam com apelo infantil. Até mesmo a própria influenciadora ontem, Virgínia. Eu achei que fosse o estilo dela de vestimenta, mas ela estava com um estilo bastante jovial, muito adolescente. E adolescente não pode jogar. Vocês atraem público. Deveriam se comportar e atrair um público que tem comportamento menos jovial. De repente, usar um terno, sei lá…”, disse.
A senadora Damares Alves (Republicanos-DF), que não é membro da CPI, mas participa das reuniões, também criticou o fato de Virgínia ter comparecido “à vontade demais”.
“A gente encontrou ali elementos. Claro que a partir de ontem ela vai vender mais garrafinhas, mais moletom. Tudo muito pensado, cada detalhe. Que bom que o Ricardo não trouxe nenhum objeto para vender nada”, disse.
Após aprovados, relatórios finais de comissões parlamentares de inquérito são encaminhados para investigações da polícia e do Ministério Público. A previsão é a de que a CPI das Bets chegue ao fim em 14 de junho.
Primeira Turma tem cinco votos para condenar Carla Zambelli a 10 anos de prisão, com consequente perda do mandato. Fux foi o último a votar.
O ministro Luiz Fux, do Supremo Tribunal Federal (STF), acompanhou o voto do ministro Alexandre de Moraes e a Primeira Turma tem unanimidade para condenar a deputada federal Carla Zambelli (PL) a 10 anos de prisão, com consequente perda do mandato, além de multa solidária com o hacker Walter Delgatti, de R$ 2 milhões. Zambelli e Delgatti estão sendo julgados por envolvimento na invasão do sistema do Conselho Nacional de Justiça (CNJ).
O caso é analisado no plenário virtual da Turma e ainda pode haver mudanças até sexta-feira (16/5), quando as votações se encerram. Até a noite desta quarta, no entanto, os cinco ministros votaram pela condenação.
Fux foi o último ministro a votar. Ele contrariou expectativas ao redor da deputada que tinham esperança de um pedido de vista, o que significaria mais tempo de análise; ou destaque, que seria levar o caso para ser julgado no plenário físico. No entanto, ele acompanhou o ministro Alexandre de Moraes e os demais colegas da Turma.
O julgamento
O julgamento de Zambelli no caso CNJ teve início em 9 de maio, quando os ministros Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Cristiano Zanin votaram pela condenação da parlamentar, com pena inicialmente em regime fechado, além da perda do mandato — a ser confirmada pela Câmara dos Deputados.
Apesar de todos os votos estarem postos, o julgamento continua até 16 de maio.
Fux foi o último dos cinco ministros a votar.
Pelo que é analisado na Ação Penal 2428, a deputada Carla Zambelli e o hacker Walter Delgatti teriam invadido seis sistemas do Poder Judiciário por 13 vezes e supostamente inseriram nas plataformas 16 documentos falsos, incluindo um mandado de prisão contra o ministro Alexandre de Moraes, seguido pela ordem de quebra de sigilo bancário e bloqueio de bens do ministro.
A denúncia da PGR afirma que os dois queriam “adulterar dados, tudo no intuito de prejudicar a administração do Judiciário, da Justiça e da credibilidade das instituições e gerar, com isso, vantagens de ordem política para a denunciada”.
Delgatti e Zambelli respondem por: invasão a dispositivo informático e falsidade ideológica.
Eles negam as acusações.
Segundo a denúncia da PGR, Carla Zambelli foi responsável por comandar a invasão de sistemas utilizados pelo Judiciário com o intuito de adulterar informações oficiais. Enquanto Delgatti teria sido o responsável pela realização do crime, entre agosto de 2022 e janeiro de 2023.
O Ministério Público argumenta que “entre agosto e novembro de 2022, Carla Zambelli, ciente de que Walter Delgatti possuía conhecimento técnico e meios necessários para tanto, o abordou com a proposta de invasão a sistemas de elevado interesse público, oferecendo, em retorno pelo serviço prestado, a contratação formal para prestação de serviços relacionados à sua atividade parlamentar”.
“Carla Zambelli, diante da informação apresentada por Walter Delgatti de que seria viável a invasão ao sistema utilizado pelo CNJ, determinou a concretização da prática delituosa, que haveria de incluir a emissão de mandado de prisão do Ministro Alexandre de Moraes, como se ele mesmo estivesse determinando a própria prisão. A denunciada Carla Zambelli foi, ainda, responsável pela elaboração do texto a ser utilizado por Walter Delgatti na confecção do mandado fraudulento”, disse o MP.
Outro lado
Por meio de nota, a deputada Carla Zambelli manifestou seu inconformismo com o voto de Moraes, seguido por outros três ministros da turma. E disse que não há provas nos autos para condená-la.
Veja a nota na íntegra:
“Em respeito à população brasileira e à confiança que quase 1 milhão de eleitores depositaram em mim, venho expressar meu mais profundo sentimento de inconformismo diante do voto proferido pelo ministro Alexandre de Moraes hoje cedo, que, ignorando os fatos e a ausência de provas nos autos, optou por me condenar injustamente.
Estou sendo vítima de uma perseguição política que atenta não apenas contra minha honra pessoal, mas contra os princípios mais elementares do Estado de Direito. O que está em julgamento não são ações concretas, mas minha postura firme, minha voz ativa e minha defesa inabalável dos valores conservadores que represento.
Repito: não há qualquer prova que sustente essa condenação. O que existe é uma tentativa clara de silenciar uma mulher de direita, deputada eleita pelo povo, que não se curva diante de abusos de poder.
Sigo com a consciência tranquila, pois jamais agi com dolo, violência ou má-fé e nunca cometi nenhum ato criminoso punível pela legislação brasileira.
Apesar da dor de ver a justiça terrena falhar, minha fé permanece inabalável. Confio plenamente na Justiça de Deus, que é soberana, reta e não se deixa corromper. Ele conhece meu coração e sabe da verdade que sustento.
Agradeço o apoio que tenho recebido de tantas pessoas que compreendem que este processo extrapola as fronteiras jurídicas e adentra o território perigoso da perseguição ideológica.
Continuarei de pé, sem jamais abandonar os princípios que me trouxeram até aqui.
Só termina quando Deus disser que acabou. A verdade prevalecerá”.
Universidades poderão cobrar taxas, e “residentes temporários, transitórios e irregulares” precisarão ter seguro saúde.
O gabinete do presidente da Argentina, Javier Milei, informou nesta quarta-feira (14) que foi emitido um decreto que endurece as regras de imigração para o país, excluindo pessoas com antecedentes criminais e exigindo que viajantes tenham seguro saúde.
O governo justificou a medida dizendo que os cidadãos argentinos não podem “sofrer as consequências da entrada de estrangeiros no país apenas para usar e abusar de recursos que não são seus, como os conhecidos ‘passeios de saúde’”.
Destacou também que o decreto visa garantir a sustentabilidade do sistema público de saúde argentino, por exemplo.
O novo decreto estabelece que nenhum estrangeiro condenado poderá entrar na Argentina e que, se cometer algum crime no país, independentemente da pena, será deportado.
Além disso, “residentes temporários, transitórios e irregulares” serão obrigados a pagar por serviços de saúde e também precisarão ter seguro de saúde ao entrar na Argentina.
Em relação às universidades, as instituições estarão permitidas a estabelecer “taxas para serviços educacionais universitários para residentes temporários”. De toda forma, o acesso ao ensino fundamental e médio será mantido para todos os moradores, que poderão acessar esses serviços da mesma forma que os cidadãos argentinos.
Um outro ponto importante do decreto diz respeito à obtenção do Cartão de Cidadania, sendo que os requisitos também foram endurecidos.
A partir de agora, o cartão só será concedido a quem tiver residido continuamente na Argentina por dois anos ou tenha feito “um investimento significativo” no país.
Além disso, para residência permanente, será necessária comprovação de “meios de subsistência suficientes” e ausência de antecedentes criminais.
Leia o comunicado na íntegra:
A Presidência da República informa que, conforme prometido pelo Presidente Javier G. Milei na abertura do período ordinário de sessões, foi expedido um Decreto de Necessidade e Urgência para realizar uma profunda modificação no Regime de Migração.
Juan Bautista Alberdi disse que “governar é povoar”, e a Argentina, desde suas origens, sempre foi um país aberto ao mundo. No entanto, isso não significa que os contribuintes devam sofrer as consequências da entrada de estrangeiros no país apenas para usar e abusar de recursos que não são seus, como os conhecidos “passeios de saúde”. Muito menos deveriam tolerar que se tornassem criminosos.
As restrições extremas de entrada na Argentina que existiam até então fizeram com que 1.700.000 estrangeiros imigrassem ilegalmente para o nosso território nos últimos 20 anos. Esta medida visa restaurar a ordem e o bom senso num sistema que, infelizmente, devido à cumplicidade de políticos populistas, foi distorcido.
Primeiro, estabelece que, a partir de agora, nenhum estrangeiro condenado poderá entrar no país, e que quem cometer algum crime em nosso território, independentemente da pena, será deportado. Isso significa que infrações com penas inferiores a cinco anos, que não foram motivos para recusa de entrada ou deportação, agora serão levadas em consideração.
Além disso, residentes temporários, transitórios e irregulares serão obrigados a pagar por serviços de saúde e também a ter seguro de saúde ao entrar na Argentina. Em 2024, o atendimento médico para estrangeiros em hospitais nacionais custou aproximadamente 114 bilhões de pesos. Esta medida visa garantir a sustentabilidade do sistema público de saúde, para que ele deixe de ser um centro de lucro financiado pelos nossos cidadãos.
Entre outras medidas, as Universidades Nacionais estão autorizadas, se assim o desejarem, a estabelecer taxas para serviços educacionais universitários para residentes temporários. Cabe ressaltar que o acesso gratuito ao ensino fundamental e médio é mantido para todos os moradores, que continuarão podendo acessá-lo da mesma forma que os cidadãos argentinos, de acordo com o artigo 20 da Constituição Nacional.
Em relação à obtenção do Cartão de Cidadania, os requisitos foram reforçados, como sempre deveriam ter sido, e a partir de agora ele só será concedido caso você tenha residido continuamente no país por dois anos ou tenha feito um investimento significativo na Argentina. Para residência permanente, será necessária comprovação de meios de subsistência suficientes e ausência de antecedentes criminais.
A Sociedade elegeu o presidente Javier G. Milei com o mandato de empreender a reconstrução da Argentina. Garantir que o dinheiro dos contribuintes seja gasto com eles e não com aqueles que abusam de nossos serviços públicos, que aqueles que cometem crimes sejam impedidos de entrar ou sejam expulsos de nosso país e que obter residência permanente ou cidadania seja um processo exigente, constitui um passo fundamental nessa direção.
Que todos aqueles que desejam viver em solo argentino saibam que neste país tudo está dentro da lei; fora da lei, nada.