Guedes diz que não é recomendável acionar calamidade no momento

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Um eventual acionamento da cláusula de calamidade para enfrentar a pandemia da covid-19 não é recomendável e reforçaria a instabilidade, disse hoje (5) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Em evento virtual com investidores, ele comparou a medida à assinatura de um “cheque em branco”.

Na avaliação do ministro, a aprovação pelo Congresso do estado de calamidade pública, que suspenderia regras fiscais e criaria uma espécie de orçamento de guerra (nos moldes do ano passado), não daria um sinal de estabilidade para a economia. Isso porque os salários dos servidores públicos nos três níveis de governo (federal, estadual e municipal), que seriam a principal contrapartida da cláusula de calamidade, estão congelados até o fim de 2021.

No ano passado, o congelamento de salários do funcionalismo público foi exigido como condição para a União liberar o pacote de ajuda aos estados e aos municípios afetados pela pandemia. A proposta de emenda à Constituição Emergencial (PEC Emergencial) introduziu o congelamento automático caso a cláusula de calamidade pública seja novamente acionada.

“[O estado de calamidade pública] seria apenas uma licença para gastar. Seria um cheque em branco”, disse o ministro no evento com investidores. “Em vez de ser um sinal de estabilidade, seria o contrário.”

Segundo Guedes, a equipe econômica pretende reeditar medidas para conter a crise gerada pela nova onda da covid-19, como o programa de suspensão de contratos e de redução de jornada em troca da manutenção do emprego e o relançamento de linhas do Programa Nacional de Apoio às Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Pronampe). No entanto, os programas terão contrapartidas fiscais, com o governo reduzindo gastos em outras áreas.

Orçamento

O ministro também comentou o impasse em torno das negociações para vetar parte do Orçamento Geral da União de 2021, aprovado com despesas obrigatórias inferiores ao previsto. Guedes negou que o Congresso Nacional tenha agido de má-fé e disse ter boa vontade do relator do Orçamento, senador Márcio Bittar (MDB-AC); do presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, e do presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, para corrigir as distorções.

“Alguns excessos que ocorreram precisam ser removidos. Tenho certeza de que não foi nada de má-fé. É natural de um time que não jogou junto ainda. É natural que a soma das partes exceda o que era possível fazer. É da política. Disseram que havia desentendimento, mas estamos de acordo de que precisamos cumprir as exigências jurídica e política”, declarou.

Guedes negou haver desentendimentos entre a equipe econômica e o Congresso Nacional e afirmou que as negociações para os cortes e os vetos no Orçamento estão demorando porque o erro foi grande e os cortes de emendas parlamentares para financiar gastos obrigatórios levará algum tempo, num texto de 5 mil páginas.

“Não é este o clima [de guerra], de forma alguma. É muito mais um problema de coordenação da elaboração deste Orçamento. Estivemos conversando o tempo todo. Se a subestimação de despesa obrigatória fosse um pequeno erro de R$ 2 bilhões, R$ 3 bilhões, R$ 4 bilhões, poderia reduzir a estimativa inicial porque deve haver resultado positivo no programa de combate a fraudes. Mas não pode ser um número muito grande, para ser crível”, ponderou o ministro.

Fonte: Agência Brasil

Especialistas discutem projeto que busca agilizar adoção no país

Foto: TV Brasil

Especialistas ouvidos hoje (5) pela comissão da Câmara dos Deputados que discute políticas para a primeira infância disseram que, se aprovado no atual formato, o Projeto de Lei (PL) 775/21 não resolverá o problema de adoção de crianças e adolescentes com idade mais avançada, as que têm mais dificuldades de ser adotadas.

O PL 775/21 permite que famílias que se encontram na fila para adoção possam funcionar como famílias acolhedoras, com prioridade na adoção do acolhido. Para os participantes da audiência, esse trecho suscita confusões, uma vez que não deixa claro os papéis distintos entre famílias acolhedoras e famílias habilitadas para a adoção de crianças e adolescentes.

Diante da situação, foi aberta a possibilidade de que o projeto venha a ter alterações em seu texto. A matéria, ainda em tramitação na Câmara dos Deputados, continuará em debate nas próximas reuniões.

Premissas equivocadas

Presidente da Subcomissão para Promoção das Medidas Protetivas e Socioeducativas do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro, o juiz Sérgio Luiz Ribeiro de Souza, apontou que o PL, de autoria do deputado General Peternelli (PSL-SP), precisa dar celeridade ao processo de destituição familiar.

“Esse PL não melhora em absolutamente nada a celeridade para adoção de crianças e adolescentes. Por exemplo, foi citado o recurso da defensoria como curador especial. Temos de considerar que [no contexto como um todo] existe o processo; o devido processo legal; o direito ao contraditório e ampla defesa; e existe também uma ação de destituição familiar. Só pode haver adoção nos casos em que há trânsito julgado. Não estou falando de sentença em liminar, mas da sentença de adoção”, argumentou.

“Se queremos celeridade, temos de ter algo que desobrigue expressamente o curador especial de recorrer nesses casos. Isso vai dar celeridade ao processo de destituição do poder familiar e, consequentemente, ao processo de adoção”, complementou.

Além disso, segundo Ribeiro, no formato em que se encontra, o projeto acabará causando confusões na cabeça da criança a ser adotada, no sentido de entender a diferença entre família acolhedora e família adotante.

Desburocratização

De acordo com o secretário Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Maurício Cunha, o acolhimento familiar é melhor do que o feito por instituições.

“É preciso saber que o instituto da adoção é muito diferente de um serviço de acolhimento familiar. Acreditamos que é muito importante fazer a demarcação clara das especificidades e diferenças da adoção e da família acolhedora [situação na qual a criança, em vez de ir para uma instituição, vai para uma família]”, argumentou

Cunha disse que ele e sua equipe vêm se debruçando em estudos de vários modelos adotados em outros países. “Estamos chegando à conclusão de que um modelo que tem funcionado a nível internacional é o modelo do serviço temporário [para acolhimento], inclusive remunerado, que, repito, difere muito da adoção”.

Fonte: Agência Brasil

Marcos Pontes fala sobre produção de vacina 100% nacional

Foto: Agência Brasil 

O Brasil se aproxima da produção de um imunizante contra a covid-19 100% nacional, com pesquisa e desenvolvimento financiados pelo governo federal. O ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações, Marcos Pontes, fala hoje (05), ao vivo, sobre as etapas necessárias para a criação e uso dessa nova vacina e sobre demais pesquisas que estão sendo realizadas em âmbito federal para deter a pandemia de covid-19.

Marcos Pontes também deverá falar sobre os avanços no programa espacial brasileiro, que lançou recentemente, em parceria com a Rússia, o NanoSatC-Br2 – um nanossatélite de pesquisas e estudos que deve acelerar a formação de áreas estratégicas relacionadas à engenharia, tecnologia e telecomunicações. O ministro também deverá falar sobre o recente intercâmbio de tecnologia promovido pela pasta com a Coreia do Sul.

Assista:

Fonte: Agência Brasil

Petrobras anuncia aumento de 39% no gás natural para distribuidoras

Foto: André Motta de Souza/Agência Brasil

A partir do dia 1º de maio, os preços de venda de gás natural para as distribuidoras estarão 39% mais caros em reais por metros cúbicos (R$/m³), na comparação com o último trimestre. Medido em dólar por milhão de BTU, unidade de energia usada nos Estados Unidos e no Reino Unido, (US$/MMBtu), o reajuste será de 32%.

De acordo com o anúncio da Petrobras, a variação é resultado “da aplicação das fórmulas dos contratos de fornecimento, que vinculam o preço à cotação do petróleo e à taxa de câmbio”. Conforme a companhia, as atualizações dos preços dos contratos são trimestrais e com relação aos meses de maio, junho e julho, a referência adotada são os preços dos meses de janeiro, fevereiro e março.

“Durante esse período, o petróleo teve alta de 38%, seguindo a tendência de alta das commodities globais. Além disso, os preços domésticos das commodities tiveram alta devido à desvalorização do real”, informou a petroleira em nota.

O repasse dos custos incorridos pela companhia para o transporte do produto até o ponto de entrega às distribuidoras também influencia os preços do gás natural da Petrobras. Esses custos são definidos por tarifas reguladas pela Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP). “Esta parcela do preço é atualizada anualmente no mês de maio pelo IGP-M, que, para o período de aferição (março de 2020 a março de 2021), registrou alta de 31%”.

Por causa do efeito da queda dos preços do petróleo no início do ano, durante 2020, os preços do gás natural às distribuidoras alcançaram redução acumulada de até 35% em reais e de 48% em dólares.

A Petrobras informou ainda que o preço final do gás natural ao consumidor não é determinado apenas pelo preço de venda da companhia, mas também pelas margens das distribuidoras e, no caso do GNV, dos postos de revenda, e pelos tributos federais e estaduais.

“Além disso, o processo de aprovação das tarifas é realizado pelas agências reguladoras estaduais, conforme legislação e regulação específicas. Os contratos de venda para as distribuidoras são públicos e estão disponíveis para consulta no site da ANP”, concluiu a empresa.

Fonte: Agência Brasil

Média de mortes por covid-19 no país recua pelo terceiro dia

Foto: Reuters/Kai Pfaffenbach/Direitos Reservados

O Brasil registrou ontem (4) um recuo no número diário de mortes por covid-19 pelo terceiro dia consecutivo, segundo a média móvel de sete dias divulgada pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). O levantamento da Fiocruz mostra que a média registrada ontem chegou a 2.747, abaixo do recorde de 3.117 óbitos apurado em 1º de abril.

Mesmo com a queda, a média diária de mortes é quase o dobro da registrada um mês antes (1.353). Também está 21,6% acima do número de 14 dias antes (2.259 óbitos).

Novos casos

O número diário de casos, segundo a média móvel de sete dias, apresentou seu quarto dia consecutivo de quedas. Ontem, a média diária chegou a 64.324, 16,6% abaixo do recorde de 77.129 registrado em 27 de março e 12,5% abaixo de 14 dias antes (73.552).

Na comparação com um mês antes, no entanto, quando foi observada uma incidência de 57.610 de casos, a média registrada ontem apresentou uma alta de 11,6%.

A média de móvel de sete dias, divulgada pela Fiocruz, é calculada somando-se os registros do dia com os seis dias anteriores e dividindo o resultado dessa soma por sete. O número é diferente daquele divulgado pelo Ministério da Saúde, que mostra apenas as ocorrências de um dia específico.

Fonte: Agência Brasil

RN volta a ter toque de recolher a partir desta segunda-feira (5)

O toque de recolher – uma das medidas do “Pacto Pela Vida”, adotada para conter a disseminação do coronavírus – está de volta. Em todo o Rio Grande do Norte, no período de 20h às 6h do dia seguinte, domingos e feriados, estão proibidos o funcionamento do comércio não essencial e a circulação de pessoas em vias públicas. A determinação faz parte do novo decreto estadual (Nº 30.458, DE 1º DE ABRIL DE 2021), que entra em vigor a partir desta segunda-feira (5) e vai até o dia 16 deste mês.

Com a retomada do toque de recolher, fica novamente estabelecido que a fiscalização do funcionamento do comércio deverá ser realizada pelos Municípios, cabendo às forças de segurança pública (como Polícia Militar, Polícia Civil e Corpo de Bombeiros Militar) total apoio ao cumprimento do que determina o decreto estadual.

“Ainda estamos vivendo dias difíceis, com índices muito altos de contaminação pela Covid-19. E a nossa missão, como sempre, é garantir o que determina o decreto, priorizando um trabalho preventivo e de caráter educativo”, enfatizou o titular da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social, coronel Francisco Araújo Silva.

“As forças de segurança, vale ressaltar, irão compor as equipes de fiscalização montadas pelas prefeituras, de forma a dar apoio e garantia da paz e da ordem públicas”, acrescentou o secretário.

“As forças de segurança do Estado estão à disposição das prefeituras, como vem sendo feito desde o início da pandemia, para proteger a sociedade do inimigo comum: transmissão do coronavírus, nas ações do Pacto pela vida, seguindo as determinações da Governadora”, reforçou o secretário extraordinário para Gestão de Projetos e Metas Fernando Mineiro, coordenador do Pacto Pela Vida no RN.

Não se aplicam as medidas de toque de recolher às seguintes atividades:

I – serviços públicos essenciais;
II – serviços relacionados à saúde, incluídos os serviços médicos, hospitalares, atividades de podologia, entre outros;
III – farmácias, drogarias e similares, bem como lojas de artigos médicos e ortopédicos;
IV – supermercados, mercados, padarias, feiras livres e demais estabelecimentos voltados ao abastecimento alimentar, vedada a consumação no local no período do toque de recolher;
V – atividades de segurança privada;
VI – serviços funerários;
VII – petshops, hospitais e clínicas veterinária;
VIII – serviços de imprensa e veiculação de informação jornalística;
IX – atividades de representação judicial e extrajudicial, bem como assessoria e consultoria jurídicas e contábeis e demais serviços de representação de classe;
X – correios, serviços de entregas e transportadoras;
XI – oficinas, serviços de locação e lojas de autopeças referentes a veículos automotores e máquinas;
XII – oficinas, serviços de locação e lojas de suprimentos agrícolas;
XIII – oficinas e serviços de manutenção de bens pessoais e domésticos, incluindo eletrônicos;
XIV – serviços de locação de máquinas, equipamentos e bens eletrônicos e eletrodomésticos;
XV – lojas de material de construção, bem como serviços de locação de máquinas e equipamentos para construção;
XVI – postos de combustíveis e distribuição de gás;
XVII – hotéis, flats, pousadas e acomodações similares;
XVIII – atividades de agências de emprego e de trabalho temporário; XIX – lavanderias; XX – atividades financeiras e de seguros;
XXI – imobiliárias com serviços de vendas e/ou locação de imóveis; XXII – atividades de construção civil;
XXIII – serviços de telecomunicações e de internet, tecnologia da informação e de processamento de dados;
XXIV – prevenção, controle e erradicação de pragas dos vegetais e de doenças dos animais;
XXV – atividades industriais;
XXVI – serviços de manutenção em prédios comerciais, residenciais ou industriais, incluindo elevadores, refrigeração e demais equipamentos;
XXVII – serviços de transporte de passageiros;
XXVIII – serviços de suporte portuário, aeroportuário e rodoviário;
XXIX – cadeia de abastecimento e logística.

Em qualquer horário de incidência do toque de recolher, os estabelecimentos comerciais de qualquer natureza e prestadores de serviço poderão funcionar exclusivamente por sistema de entrega (delivery), drive-thru e take away.

Rogério Marinho não tem ambição política e aguardará a decisão de Fábio Farias

Fotos: Reprodução/Instagram

O ministro Rogério Marinho, passou cerca de 15 dias de suas férias aqui na terrinha e, além da agenda administrativa que não parou, aproveitou para conversar política com os aliados. Tomou café com os deputados Ezequiel Ferreira e Gustavo Carvalho, almoçou com prefeitos e jantou com vereadores.

Ou seja, foi política para todos os gostos e em um desses bate-papos com o prefeito Taveira, o ministro Rogério deixou claro que só irá disputar a vaga de senador em 2022 caso Fábio Farias não queira ir para disputa: “não tenho ambição política de disputar com um colega de Ministério e a ideia central é a de todos nós saírmos unidos nesse projeto para fortalecer a base do presidente Bolsonaro aqui no RN”, afirmou.

Rogério também falou que seu nome sempre irá estar à disposição do povo do Rio Grande do Norte, no senado ou no ministério, mas que respeitará a posição de Fábio Faria neste momento de escolha, revelou o Prefeito Taveira, em um bate papo com o jornalista Gilson Moura no programa “A Voz da Liberdade”, na FM Liberdade.

Caminhos da Reportagem: fraudes na internet foram atualizadas

Foto: Agência Brasil 

O número de cibercrimee aumentou no Brasil durante a pandemia de covid-19, com mais pessoas conectadas à internet. Os golpes virtuais já existiam, mas pode-se dizer que os criminosos atualizaram as suas táticas de atuação. Histórias de pessoas que sofreram golpes e dicas de como não cair nessas armadilhas estão no programa Caminhos da Reportagem, que vai ao ar neste domingo (4), às 20h, na TV Brasil.

O Brasil é o quarto país mais afetado por ciberataques no mundo, de acordo com Fabio Assolini, analista sênior de segurança da empresa Kaspersky, especializada em segurança para a internet. Para se ter uma ideia, mais de 5 milhões de brasileiros foram vítimas de crimes de clonagem de WhatsApp em 2020, segundo levantamento da PSafe, empresa de segurança digital.

A jornalista Michelle Souza, de Brasília, foi uma das vítimas de golpe. Ela conta que estava trabalhando e conversando com alguns contatos pelo WhatsApp quando recebeu uma ligação. Era uma pessoa fazendo um convite para um evento. Michelle seguiu as instruções que eram passadas pelo telefone: clicou em um link, que gerou um código por SMS e informou o código à pessoa. E o WhatsApp fechou na hora.

O conhecido golpe de WhatsApp funciona geralmente como aconteceu com Michele: o golpista engana a vítima, para que ela informe um código curto recebido por SMS e, com esse código curto, consegue ativar o WhatsApp da pessoa em outro aparelho. Assim, começa a interagir com os contatos dela, simula uma situação de emergência e pede dinheiro emprestado. “Eu nunca esperava que ia cair numa situação como essa. As pessoas começaram a me ligar, foi tudo muito rápido, rápido mesmo, coisa de menos de cinco minutos”, lembra Michelle.

Quando o golpista pediu dinheiro em nome de Michelle, um amigo dela não imaginou que poderia ser um golpe e transferiu cerca de R$ 6 mil.  “Eu, no afã de ajudar, nem pensei que poderia ser outra pessoa que estava no lugar dela”, disse o chef de cozinha Simei Noronha. “Eu gostaria que as pessoas aprendessem com o meu erro”, completa.

O presidente da SaferNet Brasil, Thiago Tavares, explica que todas as redes sociais, as plataformas de e-mail e os mensageiros instantâneos, como WhatsApp e Telegram, contam com um recurso que permite ativar um segundo fator de autenticação para comprovar que você é você mesmo. “Isso resolveria 95% das tentativas de golpes que ocorrem hoje, por exemplo, em redes sociais e aplicativos de mensagens. Mas pouca gente ainda utiliza o segundo fator de autenticação. Quanto mais gente utilizar, maiores serão as dificuldades de esses criminosos terem êxito nas suas ações”.

E como os golpes costumam ser atualizados, um dos temas do momento é a vacina contra a covid-19.  Tem gente usando o nome do Ministério da Saúde e das secretarias de Saúde para aplicar golpes pelo WhatsApp. Criaram, por exemplo, um perfil falso do secretário de Saúde do Maranhão, Carlos Lula, que é também presidente do Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass). “O golpista dizia: ‘sobraram algumas doses do lote das vacinas. Você não quer adquirir para o seu município? E pedia um valor para que fizesse a entrega. Obviamente absurdo. As doses de vacina são públicas, são gratuitas”, afirma o secretário.

Neste momento de pandemia, houve também um aumento de crimes relacionados à honra, à imagem e à dignidade das pessoas, segundo a SaferNet Brasil, que citou ainda um pico de casos envolvendo vazamento de imagens íntimas de nudez. A fotógrafa Karim Kahn teve seu aparelho de celular roubado. No momento do roubo, o aparelho estava desbloqueado. Ela recebeu ameaça: se não passasse os dados do banco e as senhas, divulgaria nos grupos de WhatsApp uma foto dela de topless que estava no celular. A ameaça foi concretizada. “Fiquei com muita vergonha. No primeiro dia em que voltei para o trabalho estava de cabeça baixa, pensando: é o meu corpo, o que vão falar de mim? ”

Também neste momento de pandemia, aumentou em 400% o número de reclamações por vendas online, segundo o presidente do Procon de São Paulo, Fernando Capez. “Um número significativo dessas reclamações era de golpes”. Camila de Abreu, publicitária que mora em Brasília, caiu nesse tipo de golpe ao comprar um celular em uma loja na internet. Depois de conversar muito com o vendedor e tirar todas as dúvidas, ela fez a transferência bancária. “Na hora em que eu depositei, uma coisa me dizia que ainda não estava certo. Foi quando tive a curiosidade de pegar o CNPJ da empresa que ele me passou, joguei na internet e vi que era falso”, conta Camila.

Para que os brasileiros não sejam tão afetados pelas fraudes virtuais, uma das saídas apontadas pelos especialistas passa pela educação. Nossa equipe esteve, então, em uma escola onde educação digital faz parte do currículo. “Quando você tem um jovem que entende um pouco mais de tecnologia, os pais, que talvez não entendam tanto, as tias, os avós, responsáveis, eles vão procurar esse jovem para tirar dúvidas. O caminho para a mudança é a educação”, afirma o professor Felipe Azevedo.

A íntegra do Caminhos da Reportagem fica disponível no site do programa.

Fonte: Agência Brasil

Dimas Covas: “Estamos indo para 4 mil mortes e vamos chegar a 5 mil”

Para o diretor do Instituto Butantan, Dimas Covas, o ritmo de mortes por Covid continuará a piorar nas próximas semanas. Em entrevista ao Valor, o médico afirmou que o mês de abril será “dramático” para o Brasil.

“Os próximos 15 dias serão muito dramáticos. Cruzamos a casa dos 2 mil [mortos por dia], já passamos da casa dos 3 mil, estamos indo para os 4 mil e vamos chegar a 5 mil mortes por dia.”

Dimas Covas também classificou como otimista a perspectiva do Ministério da Saúde sobre a quantidade de vacinas que vai adquirir até o fim do ano.

“Não adianta hoje o ministério falar que precisa, precisa, precisa de vacina. O ministério está tendo dificuldade de arrumar vacinas e não é só a do Butantan, está com dificuldades em relação a todas as vacinas exatamente por isso, todo mundo já se comprometeu, todos têm seus compromissos e estão cuidando de manter esses compromissos. Avança nisso é muito difícil porque a demanda mundial é muito grande.”

Poucos dias antes de deixar o Ministério da Saúde, o general Eduardo Pazuello afirmou que pouco mais de 400 milhões de doses de vacinas contra a Covid já estariam garantidas.

Fonte: O Antagonista

Em vigília de Páscoa, papa diz esperar renascimento pós-pandemia

Foto: Reuters/Direitos Reservados

O papa Francisco, ao liderar uma vigília de Páscoa reduzida devido à covid-19, disse nesse sábado (3) esperar que os tempos sombrios da pandemia terminem e que as pessoas possam redescobrir “a graça da vida cotidiana”.

Esta é a segunda Páscoa consecutiva em que todos os serviços papais têm a presença de apenas cerca de 200 pessoas, em um altar secundário da Basílica de São Pedro, em vez dos quase 10 mil que a principal igreja do catolicismo pode abrigar.

O serviço começou duas horas antes do normal para que os participantes pudessem chegar em casa antes do toque de recolher, às 22h em Roma, que, como o resto da Itália, está sob severas restrições durante o fim de semana da Páscoa.

No início da missa, a basílica estava às escuras, exceto pelas chamas das velas seguradas pelos participantes, para significar a escuridão no mundo antes de Jesus. Enquanto o papa, cardeais e bispos se dirigiam ao altar, as luzes da basílica foram acesas.

Em sua homilia, Francisco, marcando a nona temporada pascal de seu pontificado, disse que o momento traz consigo a esperança de renovação em nível pessoal e global.

“É sempre possível começar de novo, porque há uma nova vida que Deus pode despertar em nós, apesar de todos os nossos fracassos”, disse ele.

“Nestes meses sombrios da pandemia, vamos ouvir o Senhor Ressuscitado enquanto nos convida a começar de novo e a nunca perder a esperança.”

O papa disse que, assim como Jesus trouxe sua mensagem “para aqueles que lutam para viver no dia a dia”, as pessoas hoje deveriam cuidar dos mais necessitados nas periferias da sociedade.

Hoje, domingo de Páscoa, o dia mais importante do calendário litúrgico cristão, o papa entrega sua mensagem “Urbi et Orbi” (à cidade e ao mundo).

Fonte: Agência Brasil

Paes rebate bolsonarista sobre contratar filho de Freixo: “Grande aquisição”

Foto: Reprodução/Instagram

O prefeito do Rio de Janeiro, Eduardo Paes (DEM), rebateu neste domingo (04.abr.2021), por meio de seu perfil oficial do Twitter, um vídeo divulgado pelo deputado federal Luiz Lima (PSL) na 6ª feira (02.abr). Nele, o bolsonarista critica a nomeação do filho de Marcelo Freixo (PSOL-RJ), João Pedro Duarte Ribeiro, para o cargo de “Assessor 2”, na Secretaria Municipal de Esportes.

A nomeação foi divulgada pelo Diário Oficial da Prefeitura Municipal da Cidade do Rio de Janeiro no dia 10 de março. A subsecretária da pasta no governo de Eduardo Paes, Ana Paula Teixeira, foi quem assinou a nomeação.

“Prefeito Eduardo Paes nomeia filho do deputado Marcelo Freixo, do PSOL, na Secretaria de Esportes do município, com salário de R$ 9.000,00 – três vezes o piso salarial da categoria de profissionais de educação física. Vale lembrar que o jovem não tem formação na área esportiva”, disse Lima.

E completou: “Freixo segue a cartilha do “faça o que eu falo, não o que eu faço”. E Eduardo Paes mostra que continua com suas ligações espúrias com a esquerda. Tudo pelo poder”, escreveu, divulgando um vídeo sobre a nomeação.

Paes respondeu o congressista: “Grande aquisição do secretário de Esportes! Soube que o cara é um jornalista competente e está arrebentando lá. Não é só por que o PSOL e o Freixo fazem oposição a mim que eu vou tirar o cara. Já estou até querendo promover. Feliz Páscoa”, rebateu o prefeito do Rio de Janeiro

Leia a nomeação:

No Facebook, Ribeiro defendeu sua nomeação em uma publicação restrita para amigos. Segundo o filho de Freixo, “além de ser graduado em Jornalismo, sempre teve autonomia para escolher o rumo profissional e guiar minha vida independente do pai”.

“Sou graduado bacharel em Jornalismo pela FACHA (Faculdades Integradas Hélio Alonso), tenho 30 anos e trabalho desde os meus 17. Sempre fui apaixonado por esportes, tanto na minha vida pessoal como profissional. Trabalhei na redação do Diário Lance, na coluna De Prima, e na Comunicação do Clube de Regatas do Flamengo.

Também trabalhei na Comunicação da organização política alemã sem fins lucrativos, Fundação Heinrich Böll, e realizei diversos projetos no ISER – Instituto de Estudos da Religião, este meu primeiro emprego formal. Meu último trabalho foi na Comunicação do Porta dos Fundos, onde aprendi bastante sobre mídias sociais e processo criativo. Ainda, aperfeiçoei minha formação com o curso Gestão Estratégica de Mídias Sociais em Campanhas Políticas da PUC (Pontifícia Universidade Católica).

Sempre tive autonomia para escolher meu rumo profissional e guiar minha vida independente do meu pai. Quando perdi meu emprego em 2018, trabalhei informalmente em uma barraquinha de sopa para não precisar depender financeiramente de ninguém.

No começo de março deste ano fui convidado para integrar o time da Comunicação da SMEL – Secretaria Municipal de Esportes. Meu trabalho é na área de Comunicação da Secretaria, plenamente compatível com minha formação e história profissional, não como “profissional de educação física” como mente o vídeo que circula nas redes. Não tem “toma lá dá cá”, “boquinha”, além de não ter ligação alguma com meu pai, que sempre fez oposição ao governo Paes. Sou capacitado para a função que exerço e tenho independência para aceitar ou recusar qualquer proposta.

Sempre fugi da vida pública – nunca fui filiado a partido político nenhum, embora seja um cidadão consciente politicamente. Estão tentando me taxar como agressivo por postagens, mas quem não está inconformado com o atual presidente e o rumo do país? Estranho seria se estivéssemos calmos com mais de trezentas e vinte mil mortes por incompetência de alguns”, publicou em sua rede social.

Fonte: Poder 360

Rádio Liberdade entrevista Secretário de Segurança do RN, coronel Araújo

O coronel Francisco Araújo Silva, titular da Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED), foi entrevistado neste sábado (3) no programa “A Voz da Liberdade”, apresentado pelo jornalista Gilson Moura, da Rádio Liberdade FM (87,7), de Parnamirim.

Entre os assuntos abordados estavam as ações de combate à criminalidade no RN, a atuação das forças de segurança pública no Pacto Pela Vida e, ainda, sobre a inclusão dos policiais e bombeiros como prioridade na vacinação contra a Covid-19.

Sobre a relação com a Governadora Fátima Bezerra, o coronel afirmou que é muito boa: “A governadora é uma mulher muito simples e de origem humilde, assim como eu. As decisões da secretaria são sempre apoiadas por ela.”, comentou. O secretário afirmou, ainda, que não possui interesse em entrar para a política.

O coronel Marcondes Pinheiro, ex-comandante-geral da PM (2005-2010), atual secretário de Segurança Pública de Parnamirim, também participou da entrevista. O coronel Araújo também já foi comandante da PMRN, no período de 2010 a 2014.

https://twitter.com/Sesed_RN/status/1378366310892105728?s=19

Canal de Suez normaliza tráfego, 5 dias depois de liberação de navio

Foto: Reprodução/Facebook

Com o fim do congestionamento de navios, o canal de Suez, no Egito, voltou a ter tráfego normal, segundo comunicado divulgado neste sábado (3.abr.2021), pela autoridade responsável pela via marítima.

A normalização da passagem de embarcações ocorre 5 dias depois da liberação do canal. A via ficou bloqueada por 6 dias, desde 23 de março, devido ao encalhe do cargueiro Ever Given. O navio de 400 metros de comprimento e 200 mil toneladas ficou preso na diagonal e impediu que qualquer outra embarcação passasse pela rota marítima mais rápida entre a Europa e a Ásia.

Segundo o chefe da Autoridade do Canal de Suez, Osama Rabie, neste sábado (3.abr) passou pelo canal um último grupo de 61 embarcações que esperava a travessia desde o bloqueio. O canal recebe mais 24 novos navios, depois da regularização do tráfego. “Todos os navios que aguardavam o curso de navegação para atravessar o canal já terminaram a passagem”, afirmou Rabie.

O congestionamento no canal de Suez chegou a envolver 422 navios, com um total de 26 milhões de toneladas em carga.

Osama Rabie disse que a operação de desbloqueio do canal e normalização do tráfego foi uma conquista que “aumenta a capacidade da Autoridade de gerenciar situações de emergência e lidar com crises”.

EVER GIVEN

O navio Ever Given, cargueiro da empresa Evergreen Marine, foi desencalhado na 2ª feira (29.mar), pela manhã. Na madrugada o navio já tinha voltado a flutuar. O esforço de resgate da Autoridade do Canal de Suez e de um time holandês facilitou o reposicionamento do navio. Foram dragados mais de 27.000 metros cúbicos de areia e o leme e as hélices foram liberados.

Assista abaixo as imagens do navio já endireitado para seguir viagem (3min27s):

O Canal de Suez é uma das rotas de navegação mais importantes do mundo. Cerca de 12% do comércio global passam pelo canal, que conecta o Mar Mediterrâneo ao Mar Vermelho. É a ligação marítima mais curta entre a Ásia e a Europa. Empresas de transporte marítimo chegaram a estudar nova rota, contornando todo o continente africano, para entregar mercadorias enviadas da Ásia para países europeus. Essa alteração atrasaria entregas em cerca de duas semanas.

O prejuízo calculado para cada dia de navegação suspensa é de mais de US$ 9 bilhões em mercadorias que deixam de passar pela hidrovia, de acordo com estimativa do Lloyd’s List, publicação especializada em comércio marítimo.

Fonte: Poder 360

Opas vai auxiliar Brasil na compra de medicamentos para intubação

Foto: Agência Brasil

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou hoje (3) que a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), braço da Organização Mundial de Saúde (OMS), vai auxiliar o governo federal na aquisição de “kits de intubação” para pacientes com covid-19.

Segundo o ministro, será possível repor os estoques reguladores, “de tal sorte que essa operação diária que existe, de fazer o aporte desses insumos para estados e municípios, seja menos sofrida para o Ministério da Saúde, e que crie menos ansiedade na população brasileira”. Ele estimou em 10 dias a chegada dos primeiros itens.

O anúncio foi feito pelo ministro, ao lado da diretora da Opas no Brasil, Socorro Gross, na manhã deste sábado (3), em Brasília. Eles participaram de videoconferência com o diretor-geral da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

A jornalistas, ela esclareceu que a organização já possui a oferta imediata de oito dos mais de 20 medicamentos utilizados em casos de intubação. Vencidos os trâmites de compra, esses itens podem começar a chegar em duas semanas, afirmou.

Desde o mês passado, os estoques desses insumos chegaram a níveis críticos em hospitais públicos e privados pelo país, diante de um avanço rápido no número de internações por covid-19.

Vacinação

Queiroga afirmou que a meta é manter para abril a vacinação diária de 1 milhão de pessoas, e que para isso o Instituto Butantã e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), únicas produtoras de vacinas contra covid-19 no país, garantiram a entrega de 30 milhões de doses ainda neste mês.

Ele destacou, porém, que a maior dificuldade é ter uma oferta maior de imunizantes. O ministro disse que uma alternativa, que discutiu em videoconferência com o presidente da OMS, Tedros Adhanon, é conversão de fábricas de vacinas para animais em unidades de produção de doses contra covid-19.

“Isso carece ainda de uma avaliação técnica. Não vai resolver o problema no curto prazo, vai ajudar no médio prazo a situação do Brasil e também de outros países”, disse ele. Ao reforçar seu parque industrial, o país pode se tornar capaz de exportar imunizantes para nações vizinhas, em colaboração com a Opas, acrescentou.

O ministro confirmou ainda a orientação para que os imunizantes reservados pelos municípios para a segunda dose sejam aplicados como primeira dose no maior número de pessoas, uma vez que, segundo ele, o fluxo no fornecimento de vacinas está garantido no futuro próximo.

Questionado por jornalistas sobre quebra de patentes, Queiroga afirmou que, em sua avaliação, isso não deve resultar em oferta maior de vacinas. O ministro disse também que temas relativos à compra de vacinas pela iniciativa privada ainda estão em discussão no Congresso Naconal, onde devem ser resolvidos, mas que “todas as ações que venham para ajudar na imunização são bem-vindas”.

Queiroga reforçou que deve ser ampliada a colaboração das Forças Armadas na distribuição de imunizantes e na aplicação das doses, conforme o presidente Jair Bolsonaro havia anunciado mais cedo.

Transporte público e medidas de prevenção

O ministro também foi questionado se o Ministério da Saúde discute com gestores estaduais medidas de nível nacional para serem implementadas no transporte público, por exemplo. Sem fornecer detalhes, ele confirmou as discussões, mas disse que não haverá “imposição”, mas somente “orientação”.

“Não adianta querer fazer isso na base da imposição, não vai conseguir. Não há lei que obrigue as pessoas a usar máscaras”, disse o ministro como exemplo. “O que precisa é que as pessoas acreditem no que estamos aqui dizendo e façam”.

Queiroga defendeu que restrições com efeitos mais severos sobre o funcionamento da economia sejam deixadas “como último recurso”. Ele pediu a todos os brasileiros que usem máscara e lavem as mãos com frequência, bem como que respeitem regras de distanciamento social e evitem aglomerações.

Veja a entrevista na íntegra:

https://youtu.be/acKBaSjoY6U

Fonte: Agência Brasil

Da pólvora ao pires

Foto: Agência Brasil

Depois de semanas de pressão de empresários e Centrão por sua saída, Ricardo Salles prometeu reduzir o desmatamento na Amazônia se o país receber recursos de países estrangeiros.

Em entrevista ao Estadão, o ministro do Meio Ambiente disse que consegue reduzir a devastação da região amazônica em até 40% em um ano se o país receber US$ 1 bilhão.

“O plano é US$ 1 bilhão por 12 meses, sendo um terço, US$ 340 milhões, para ações de comando e controle, e US$ 660 milhões para as ações de desenvolvimento econômico, pagamento por serviços ambientais, justamente nesses lugares onde haverá atuação mais forte do comando e controle”, afirmou.

“Estamos pedindo aos EUA. Para a Noruega, foi perguntado se querem colaborar com isso, mas a grande discussão é com os EUA. Por 12 meses vamos alocar esse dinheiro e isso poderá gerar redução de 30% a 40% do desmatamento.”

Fonte: O Antagonista