Na rádio Liberdade FM, o jornalista Gilson Moura entrevistou hoje (19/02) o prefeito de Mossoró, Allyson Bezerra. Com sua história de vida exposta ao público durante a campanha, foi perguntado qual situação foi mais critica para ele, se seria no tempo do sítio chafariz ou durante a eleição ao competir com um grupo forte que administrou a cidade de Mossoró.
“A gente sabe que quando vivemos em uma situação de pobreza como a gente viveu, a gente sabe que o maior dinheiro que a gente pode ter, além de muita fé em Deus, é ter sonhos, eu sempre tive um sonho e sempre acreditei muito que iria vencer na vida para ajudar meus pais.” fala o prefeito.
O prefeito de Mossoró compartilha mais sobre o período da sua campanha. “Ficamos muito tempo em segundo lugar. Em torno de 20 dias da campanha, ficamos em primeiro lugar.” diz Allyson Bezerra.
O prefeito ressaltou que a forma como lidou com a população foi diferente, porque de acordo com ele, suas conversas eram olhadas no olho e era um processo de identificação por já ter passado por aquela mesma situação. “O que firmou ainda mais foi o fato de eu estar presentes em todos os bairros de Mossoró.” conta.
O político, José Michael Lucena Diniz, apresentou-se na entrevista realizada hoje pela manhã (19/02) na rádio Liberdade FM 87,7. No inicio da entrevista, foi perguntado a sensação de poder sentar na cadeira de deputado estadual, ele responde “Está chegando mais projetos que precisam ser colocados em prática. Trazer uma diferença para o nosso estado. Não vou dizer uma reforma, mas uma modificação no IPVA norte riograndense.”
Sendo este, o primeiro tema debatido, consulta de débitos do veículo (IPVA). Para o Michael, a solução seria a cobrança ser baseada no peso do veículo e não no valor do carro. “Eu vim aqui pra trazer um pouco de liberdade para o povo” descreve. Afirmando ser uma proposta inicial a questão dos valores dos impostos.
Para o entrevistado, o atual presidente, Jair Bolsonaro, trouxe o auxílio para a população e ainda diz se considerar uma pessoa monarquista por acreditar no poder de uma família real gerenciar melhor o país. Michael Diniz que também é empresário, comenta que pretende movimentar a classe empresarial “Alguém tem que bater nessa tecla, vou pedir para baixar.” Relembra um projeto federal que já existe e reforça que precisa trazer o ICMS único para todos os estados. “Eu sou a favor, o nosso estado vai ser muito beneficiado. Aumenta a riqueza do povo.” declara.
Finaliza “Além de lutar pela destinação de verba, coisas que querendo ou não vai tendo experiência dentro do gabinete olhando o que pode ser feito para a saúde, lutar por uma liberdade maior, principalmente econômica em Parnamirim e a falta de emprego que está grande.”
A subvariante BA.2, variação da Ômicron, não está apenas se espalhando mais rápido, mas também pode causar doenças mais graves e combater algumas das principais armas que temos contra Covid-19, sugere nova pesquisa.
Novos experimentos de laboratório do Japão mostram que a BA.2 pode ter recursos que a tornam tão capaz de causar doenças graves quanto as variantes mais antigas da Covid-19, como a Delta.
E, como a Omicron, parece escapar em grande parte da imunidade criada pelas vacinas. No entanto, a dose de reforço restaura a proteção, tornando o agravamento da doença cerca de 74% menos provável.
A subvariante também é resistente a alguns tratamentos, incluindo sotrovimab, o anticorpo monoclonal usado atualmente. As descobertas foram publicadas nesta quarta-feira (16) como um estudo de pré-impressão no bioRxiv, antes da revisão por pares.
“Pode ser, do ponto de vista humano, um vírus pior que o BA.1 e pode ser capaz de transmitir mais e causar doenças mais graves”, disse o Dr. Daniel Rhoads, chefe da seção de microbiologia da Cleveland Clinic, em Ohio. Rhoads revisou o estudo, mas não esteve envolvido na pesquisa.
A BA.2 é altamente diferente em comparação com o vírus original que surgiu em Wuhan, na China, com dezenas de alterações genéticas que são diferentes da própria Ômicron original.
Kei Sato, pesquisador da Universidade de Tóquio que conduziu o estudo, argumenta que essas descobertas provam que BA.2 não deve ser considerada um tipo de Ômicron e que precisa ser monitorada mais de perto. “Estabelecer um método para detectar BA.2 especificamente seria o primeiro passo” para muitos países. disse ele.
“Parece que podemos estar olhando para uma nova letra grega aqui”, concordou Deborah Fuller, virologista da Faculdade de Medicina da Universidade de Washington, que revisou o estudo.
Gravidade da subvariante
A BA.2 é cerca de 30% a 50% mais contagioso que Omicron e foi detectada em 74 países e 47 estados dos EUA. O Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos EUA estimm que cerca de 4% dos americanos com Covid-19 agora têm infecções causadas pela subvariante.
Outras partes do mundo têm mais experiência com essa variante, que tornou-se dominante em pelo menos 10 outros países: Bangladesh, Brunei, China, Dinamarca, Guam, Índia, Montenegro, Nepal, Paquistão e Filipinas, de acordo com o relatório epidemiológico semanal da Organização Mundial da Saúde (OMS).
Mas, há evidências mistas sobre a gravidade de BA.2 no mundo real. As hospitalizações continuam a diminuir em países onde ela se estabeleceu, como África do Sul e Reino Unido. Mas na Dinamarca, onde a BA.2 se tornou a principal causa de infecções, hospitalizações e mortes estão aumentando, segundo a OMS.
Resistente a anticorpos monoclonais
O novo estudo descobriu que a BA.2 pode se copiar nas células mais rapidamente do a versão original do Omicron e é mais hábil em fazer com que as células se unam. Isso permite que o vírus crie aglomerados maiores de células, chamados sincícios, que se tornam fábricas para produzir mais cópias do vírus.
Quando os pesquisadores infectaram hamsters com BA.2 e BA.1, os animais infectados com BA.2 ficaram mais doentes e tiveram pior função pulmonar.
Semelhante a Ômicron, a subvariante foi capaz de romper anticorpos no sangue de pessoas que foram vacinadas contra o Covid-19, além de ser resistente aos anticorpos de pessoas infectadas com Covid-19 no início da pandemia. E foi quase completamente resistente a alguns tratamentos com anticorpos monoclonais.
Entretanto, anticorpos de pessoas infectadas com a Ômicron demonstraram proteção contra a BA-2, especialmente de indivíduos vacinados. Assim, embora a subariante pareça mais contagiosa, pode acabar não causando uma onda mais devastadora de infecções por Covid-19.
O vírus é importante, diz Fuller, mas como seus possíveis hospedeiros, nós também. “Nosso sistema imunológico também está evoluindo”, diz ela.
“O que queremos é que o hospedeiro esteja à frente do vírus. Em outras palavras, nossa imunidade, esteja um passo à frente da próxima variante, e não sei se estamos lá ainda, ” conclui Fuller.
Uma investigação preliminar do TCU (Tribunal de Contas da União) apura possíveis contradições entre as declarações do pré-candidato à Presidência Sergio Moro (Podemos) e os documentos sobre suas atividades na Alvarez & Marsal. Uma das notas fiscais apresentadas pelo ex-juiz indica que ele recebeu valores do setor de consultoria em engenharia da empresa.
O documento indica que quem contratou os serviços de Moro foi a filial brasileira Alvarez & Marsal Consultoria Em Engenharia Ltda. A empresa afirmou ao TCU em janeiro que Moro não atuou em casos de empresas envolvidas na Lava Jato. Moro também nega atuação nesse sentido.
Em nota, a assessoria do ex-juiz afirma que houve apenas um “erro material na emissão da nota fiscal pela Moro Consultoria”, mas que todos os valores saíram da conta da Alvarez & Marsal Disputas e Investigações. “Não há qualquer relação financeira de Moro Consultoria com outra empresa da Alvarez & Marsal que não a Disputas e Investigações”.
O Poder360 apurou que o tema ainda está em investigação no TCU. O relatório do setor de inteligência do tribunal ainda está sendo produzido, com linhas investigativas preliminares. A discrepância na nota fiscal, divulgada na 5ª feira (17.fev.2022) pela revista Veja, teria sido um primeiro achado dessa apuração da Corte, que ainda precisa ser aprofundada com o cruzamento de novos dados.
O relatório está sendo produzido por determinação do ministro Bruno Dantas. O TCU apura se houve conflito de interesses por parte de Moro ao atuar na Alvarez & Marsal. A consultoria é responsável por processos de recuperação judicial envolvendo empresas alvo da Lava Jato.
A Alvarez & Marsal teve como clientes a Odebrecht, Galvão Engenharia e OAS. Recebeu R$ 42,5 milhões em honorários. As empresas foram condenadas na Lava Jato.
Moro recebeu cerca de R$ 3,5 milhões da empresa de consultoria, pela cotação atual do dólar. Seu salário, calculado em dólares entre novembro de 2020 e novembro de 2021, foi de US$ 656.222,15. O ex-juiz e ex-ministro atuou por 12 meses na empresa, depois de sair do governo do presidente Jair Bolsonaro (PL).
Não está claro se Moro atendeu especificamente essas companhias. A nota fiscal que foi apresentada por Moro poderia indicar que não havia uma separação tão grande entre a área que atendia as empresas de engenharia e o ex-juiz.
Segundo os documentos apresentados pela empresa, o ex-juiz teve 2 contratos com a companhia e suas filiais. Um com a Alvarez & Marsal Disputas & Investigações Ltda e outro com a Alvarez & Marsal Disputes & Investigations LLC. Ou seja, nenhum deles seria com a de Consultoria em Engenharia, indicada pela nota fiscal como a tomadora de serviços.
CONTRATOS E LAVA JATO
Os contratos da consultoria com alvos da Lava Jato estavam em sigilo, mas o ministro Bruno Dantas derrubou o segredo. O Poder360 teve acesso em janeiro aos documentos.
O combate à pandemia da Covid-19 pela Prefeitura de Mossoró, através da campanha “Mossoró Vacina”, desenvolvida pela Secretaria Municipal de Saúde, vem mostrando resultados positivos. Os últimos números divulgados pela Coordenadoria de Imunizações apontam que o município já ultrapassou os 50% de crianças na faixa etária de 5 a 11 anos vacinadas.
Na manhã desta sexta-feira, equipes de vacinação da Secretaria Municipal de Saúde atuaram na comunidade de Nova Esperança, zona rural, com destaque para a imunização de crianças, na comunidade de Nova Esperança, zona rural de Mossoró. A vacinação no local também se estendeu ao público em geral.
A campanha “Mossoró Vacina” foi iniciada no município no dia 19 de janeiro de 2021, e desde então vem sendo desenvolvida sem interrupções com pontos de vacinação sendo disponibilizados para a população de domingo a domingo. O acesso à imunização é garantido pelo município tanto aos mossoroenses que residem na zona urbana, quanto na zona rural.
Os pontos de vacinação funcionam da seguinte forma: Durante a semana, de segunda a sexta-feira, a vacinação acontece nas 47 Unidades Básicas de Saúde (UBSs) com a inclusão de pontos extras como Partage Shopping, Detran e Faculdade de Enfermagem da Uern. Além de outros pontos extras que surgem a cada semana. Nos fins de semana, a imunização está acontecendo em duas UBSs, a Maria Soares (ao lado da UPA do São Manoel) e Chico Costa (ao lado da UPA do Santo Antônio) e no Partage Shopping.
PONTOS DE VACINAÇÃO EM MOSSORÓ SÁBADO (19) E DOMINGO (20):
UBS – Maria Soares – ao lado da UPA do São Manoel (sábado e domingo das 8h às 16h);
UBS – Chico Costa – ao lado da UPA do Santo Antônio (sábado e domingo das 8h às 16h;
O Prefeito Rosano Taveira assinou nesta sexta-feira (18), a ordem de serviço referente à pavimentação e drenagem do Portal do Jiqui 2, mais conhecido como Toca da Raposa, em Nova Parnamirim. A obra é aguardada há 20 anos pelos moradores e contemplará 16 ruas.
Estiveram presentes, na assinatura, a vice-prefeita Kátia Pires, o secretário municipal de Obras Públicas e Saneamento (Semop), Albérico Júnior, o presidente da Câmara Municipal, Wolney França, além dos demais representantes do legislativo municipal e os moradores da localidade do Portal do Jiqui 2.
O Prefeito Rosano Taveira explica a importância da obra. “Estamos assinando hoje a ordem de serviço para uma obra muito importante e esperada. A Toca da Raposa é uma área que já vem sofrendo há muito tempo com grandes problemas, mas chegou o dia em que esses problemas serão sanados. Teremos cronograma, execução da obra e iniciaremos o mais rápido com recursos próprios”, disse.
Cristina Cortez, moradora do local há 20 anos, afirma que a obra é bastante almejada e que está feliz em saber que o primeiro passo já foi dado. “Gostaria de agradecer por essa conquista e realização, que é a pavimentação de 16 ruas do Portal do Jiqui. Sou moradora há 20 anos e venho acompanhando todo esse tempo o sofrimento de todos no período do inverno, com os alagamentos, poeira e outros problemas.”, falou.
A obra será executada pela empresa CONSTEM – Construtora Eirelli e o valor investido será de R$ 4.869.859,56.
Nesta semana, o Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte (TRE-RN) recebeu 1.300 novas urnas eletrônicas modelo 2020 (ano em que foram definidas as especificações), que serão usadas nas próximas eleições, no dia 2 de outubro. Ainda está prevista a entrega de mais 2.296 urnas neste mês de fevereiro. Ao todo, o TRE-RN vai receber 3.596 novas urnas eletrônicas que serão utilizadas nas Eleições 2022.
Entre as principais novidades que apresentam as novas Urnas Eletrônicas modelo 2020, em comparação com o modelo anterior (último era de 2015), estão: novo terminal dos mesários, que agora apresenta tela LCD totalmente gráfica, sem teclado físico e superfície sensível ao toque; processador do tipo System on a Chip (SOC), o que torna a urna 18 vezes mais rápida que o modelo 2015; nova bateria do tipo Lítio Ferro-Fosfato que exige menos custos de manutenção.
Este novo modelo apresenta várias funcionalidades em termo de acessibilidade, uma voltada para pessoas com deficiência visual e outra para pessoas com deficiência auditiva. A sintetização de voz foi aprimorada para as eleições de 2022. Agora também serão falados os nomes de suplentes e vices e será possível cadastrar um nome fonético. Além disso, será incluída uma apresentação de um intérprete de Libras na tela da urna, para indicar quais cargos estão em votação. As novas urnas eletrônicas estão mais modernas e mais seguras e permanecem sem nenhuma conectividade com a internet.
A renovação do parque de urnas faz parte do plano estratégico do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), que atualiza os equipamentos a cada dez anos. Os novos equipamentos irão representar um pouco mais de 40% do parque de urnas do TRE-RN.
Para as próximas eleições, os modelos de urnas mais antigos a serem utilizados são de 2009, uma vez que os modelos anteriores a esse já não se adaptam aos novos recursos de tecnologia que foram sendo incorporados ao longo do tempo. É importante lembrar que os modelos antigos são descartados de forma ambientalmente correta pela Justiça Eleitoral.
Um novo grupo de servidores anunciou a saída das funções que ocupavam no Ministério da Educação. Em carta dirigida à Consultoria Jurídica da pasta, 11 advogados públicos afirmaram que defendem o “interesse público sobre o privado”, indicando indiretamente críticas ao ministro Milton Ribeiro.
“Na oportunidade, reafirmamos o compromisso da defesa do Estado Democrático de Direito, em especial dos princípios da legalidade e da supremacia do interesse público sobre o privado”, disseram os servidores.
O Estadão teve acesso ao documento, revelado pelo jornal O Globo. O texto foi divulgado nesta quinta-feira, 17, um dia após a posse de Davy Jones Pessoa Almeida de Menezes no comando da Conjur do MEC.
Na prática, os servidores continuam no Ministério da Educação, mas saem da Consultoria Jurídica. De acordo com O Globo, o estopim da renúncia foi uma reclamação feita por Milton Ribeiro, que se queixou durante a posse do novo chefe da Conjur de que a pasta não é receptiva ao setor privado.
“Ao tempo que cumprimentamos pela recente nomeação e posse no cargo de Consultor Jurídico desta Consultoria Jurídica junto ao Ministério da Educação, os Advogados Públicos aqui arrolados solicitam, a contar da presente data, a exoneração dos cargos em comissão que atualmente ocupam”, escreveram os servidores.
Em outra parte da carta, quatro funcionários afirmaram ter “desinteresse em assumir quaisquer cargos vagos ou que venham a vagar nesta Consultoria Jurídica”.
O ministro da Educação, que já foi reitor da Universidade Presbiteriana Mackenzie, tem um histórico de tentar fazer com que o MEC auxilie instituições de ensino privadas. Em 2020, durante a votação do novo Fundo de Educação de Manutenção da Educação Básica (Fundeb), Ribeiro tentou, junto ao ministro da Economia, Paulo Guedes, implementar um voucher-educação pago pelo setor público que poderia ser utilizado em escolas privadas. Ele também articulou para que escolas filantrópicas e religiosas privadas recebessem recursos do fundo. As duas iniciativas foram barradas pelo Congresso.
A debandada se soma a outros movimentos de saída do MEC. No ano passado, 52 pesquisadores ligados à Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal do Ensino Superior (Capes) também anunciaram renúncia coletiva de suas funções. Procurado, o MEC afirmou que não ia se pronunciar.
Os agentes da Defesa Civil de Parnamirim atuaram, na manhã desta sexta-feira (18), como condutores de uma equipe de acadêmicos da Universidade Federal do Rio Grande do Norte em trechos de leitos de rios que cortam a cidade trampolim da vitória. O objetivo do trabalho foi a orientação dos visitantes nas trilhas para ter acesso aos locais que precisavam ser visitados.
As informações foram coletadas para a composição de um Trabalho de Conclusão de Curso da discente em Geologia pela UFRN, Ana Raquel, orientada pelo professor Ricardo Amaral. De acordo com a dupla, o mapeamento de ambientes propícios para a realização de aulas de campo – ao ar livre e priorizando os leitos de rios – podem revelar aptidões em estudantes da rede pública. “Numa aula realizada embaixo de uma árvore, por exemplo, podem surgir interesses em diversas áreas, já que muitos estudantes nunca tiveram essa experiência antes. Desse tipo de iniciativa podem surgir tranquilamente novos biólogos, botânicos e cientistas”, disse o professor.
O coordenador George Cunha disse que essa é mais uma função da Defesa Civil: promover a aproximação da academia com a comunidade, já que as informações coletadas poderão ser usadas no plano de contingência do município, servindo, dessa forma, para o bem comum. “As informações serão compartilhadas e nos servirão para compor um importante documento [falando sobre o plano de contingência] para toda a sociedade nos casos de desastres e de calamidade pública”, disse.
Os locais visitados incluíram o encontro dos rios Cajupiranga e Taborda, outro trecho do Rio Taborda, bem próximo à margem da BR-101, Rio de Passagem de Areia e Rio Pitimbu.
A confiança do empresário do comércio potiguar, em fevereiro, ficou acima da média nacional. É o que aponta o Índice de Confiança do Empresário do Comércio (ICEC), levantamento realizado pela Confederação Nacional do Comércio, divulgado ontem (16). Os dados do Rio Grande do Norte mostram que, em fevereiro deste ano, o indicador somou 124,5 pontos. Em janeiro de 2022, o índice era 127,7 pontos, uma queda de 2,5%.
Todas as três variáveis que compõem o ICEC: Índice de Condições Atuais do Empresário do Comércio (ICAEC); Índice de Expectativa do Empresário do Comércio (IEEC); e Índice de Intenções de Investimentos do Empresário do Comércio (IIEC), também caíram na comparação com janeiro.
A queda de 2,8% do ICAEC foi puxada pela percepção a respeito das “Condições Atuais da Economia”, que no mês passado havia subido 7,5% e agora em fevereiro caiu 3,6%. No caso do IEEC, a pior avaliação foi relacionada às “Expectativas da Economia” (-2,1%). No IIEC, o subíndice “Nível de Investimento das Empresas” foi o que teve o pior desempenho (-6,3%).
Ainda no comparativo de fevereiro de 2022, o desempenho do RN foi melhor em relação ao nacional (119,3 pontos). Entre os estados da região Nordeste, apenas Sergipe apresentou aumento no ICEC entre janeiro e fevereiro, saindo de 121,5 para 123,5 pontos. Quando comparamos o Rio Grande do Norte com os demais estados do Nordeste, o ICEC do RN só não é maior do que o de Alagoas (126,4 pontos).
“Deve ocorrer em breve
uma brisa que leve
um jeito de chuva
à última branca de neve.
Até lá, observe-se
a mais estrita disciplina.
A sombra máxima
Pode vir da luz mínima.”
(Paulo Leminski, poema “A lei do quão”)
De certa forma, é assustador e preocupante ver que o atual presidente e o ex-juiz –que foi seu principal eleitor– juntos têm 40% de preferência dos brasileiros para as próximas eleições. E estamos falando de uma votação que pode decidir se o Brasil sai definitivamente do mapa civilizatório e finca o pé na barbárie institucionalizada. Uma onda de perplexidade ronda o mundo, que acompanha, atônito, o atual momento brasileiro.
Estamos desmoralizados na comunidade internacional. Os vexames diários a que somos submetidos por uma política neofascista, por uma condução criminosa da pandemia, por atitudes grotescas do presidente –que governa com os olhos voltados para este grupo que o aplaude por comer farofa se lambuzando como um porco e vira as costas para a ciência e para as conquistas civilizatórias–, humilham o país aos olhos do mundo.
Parece estar consolidado que pelo menos 30% dos eleitores estão fechados com o fascismo, independentemente do que ocorrer. É necessário enfrentar a realidade e deixar de lado a baboseira de que o brasileiro é cordial e fundamentalmente um povo bom. É hora de encarar os fatos como são.
Parte substancial do país é cúmplice de um governo genocida e com explícita fundamentação fascista. E começam, cada vez mais, a sair do armário e assumir que o nazismo deve ser legalizado. É uma sociedade doente. Na realidade, é uma opção deliberada e consciente por apoiar o culto à morte e o desprezo ao direito das mulheres, dos negros e dos pobres.
É um povo que tem horror aos avanços civilizatórios que o mundo inteiro conseguiu nas últimas décadas. É o esgoto que supurou e deixou as vísceras expostas sem ter vergonha disso. Ao contrário, gabam-se de serem os representantes do atraso. Os 640 mil mortos na pandemia, boa parte pelo negacionismo, passaram a ser um detalhe na luta pela manutenção do poder. Recorro-me a Jorge Luis Borges, no poema A Prova:
“Do outro lado da porta certo homem deixa tombar sua corrupção. É inútil elevar esta noite uma prece a seu curioso Deus, que é três, dois, um, acreditando-se imortal. Agora ouve a profecia de sua morte e sabe que é um animal assentado. Tu és, irmão, esse homem. Agradeçamos os vermes e o esquecimento.”
Por tudo que estamos vivendo, um grupo de pessoas –intelectuais, advogados, professores e gente sem definição partidária que ama o Brasil– resolveu lançar um manifesto à nação. Manifesto ao Brasil. A ideia é reunir todos os que são contrários à barbárie institucionalizada no atual governo para votarem, em outubro, a favor da vida, dos direitos fundamentais e da civilização, enfim.
A maioria de nós entende o valor dos partidos políticos numa democracia. O sistema de eleições em 2 turnos é saudável e antiautoritário, pois fortalece as agremiações, que têm a oportunidade de mostrar suas plataformas no 1º turno e participar de um debate franco e aberto. Mas isso em tempos de normalidade democrática, não em um momento de grave crise. Não tenhamos dúvida: o atual governo age no sentido de um rompimento institucional.
O presidente, por diversas vezes, testou e testa as instituições com rompantes golpistas. Investiu contra o Judiciário, especialmente em relação ao Supremo Tribunal Federal, e contra o Congresso Nacional. Armou a população a ponto de, hoje, termos 1 milhão e 300 mil armas nas mãos de pessoas do povo. Um número maior do que os integrantes das forças de segurança possui.
A campanha criminosa contra a Justiça Eleitoral demonstra o desprezo dos bolsonaristas pela soberania popular. Bolsonaro voltou a recrudescer e a atacar especialmente o Tribunal Superior Eleitoral, deixando claro que não aceitará uma decisão pelo voto que seja contrária ao seu projeto de poder.
Felizmente, o poder Judiciário não tem faltado à democracia e ao povo brasileiro. A história há de fazer justiça a essa resistência democrática e enérgica. Mas é necessário estarmos atentos pois, como alertava Bertolt Brecht, “a cadela do fascismo está sempre no cio”.
Por isso, o manifesto faz um apelo à reflexão e conclama o brasileiro a escolher Lula no 1º turno. É um voto pela normalidade democrática, pelo direito do país voltar a ser respeitado, pelas crianças, por todos nós que respeitamos a liberdade e pela vida, enfim. Independentemente da sua posição política e partidária, é o momento de definir o futuro do Brasil.
Em 2014, o país saiu do mapa da fome da ONU e, agora, voltamos a ele de maneira assustadora: 20 milhões de brasileiros passam fome diariamente. E estamos vendo um desmonte deliberado em todas as áreas: educação, saúde, segurança, cultura, tudo. O Brasil está recuando décadas! Teremos um grande trabalho para recuperar e tentar voltar a um estágio civilizatório. Mas, para isso, o 1º passo é tirar, pelo voto, o fascismo do poder.
É necessário romper o muro que foi erguido e que dividiu a sociedade brasileira. Tirar a venda que cegou boa parte da população e sair do círculo de giz imaginário que nos aprisiona. Voltar a respirar ares de esperança e de liberdade. Enfim, acreditar que podemos ter o Brasil de volta. Depende de cada um de nós. É tarde, mas ainda é tempo. Lembrando do grande José Saramago, no poema “É tão fundo o silêncio”:
“É tão fundo o silêncio entre as estrelas.
Nem o som da palavra se propaga,
Nem o canto das aves milagrosas.
Mas lá, entre as estrelas, onde somos
Um astro recriado, é que se ouve
O íntimo rumor que abre as rosas”.
Monark acusou o YouTube de perseguição política na manhã desta sexta-feira. O podcaster, demitido do Flow após defender que nazistas deveriam ter partidos políticos reconhecidos pela lei, disse que a plataforma suspendeu a monetização de seu canal pessoal, hoje com 3,3 milhões de inscritos, e proibiu a criação de um novo espaço liderado por ele.
“Estou sofrendo perseguição politica do YouTube Brasil. Eles me proibiram de criar um novo canal para poder continuar minha vida. Pessoas poderosas querem me destruir. Liberdade de expressão morreu”, escreveu no Twitter.
A reclamação de Monark vem acompanhada do print em que o YouTube justifica os dois vetos. No comunicado, a plataforma recorda “as recentes declarações relacionadas ao nazismo” e explicou ao podcaster que semana passada ele infringiu as regras impostas aos produtores de conteúdo.
“Responsabilidade é prioridade máxima para o YouTube. É muito importante que os criadores de conteúdo usem sua influência com responsabilidade —dentro e fora da nossa plataforma”.
A Organização Internacional para as Migrações (OIM) disse hoje (18) que está alarmada com o número crescente de mortes de migrantes e relatos de represálias na fronteira da União Europeia (UE), entre a Grécia e a Turquia.
De acordo com a organização, pelo menos 21 migrantes morreram entre a Turquia e a Grécia em 2022, o que representa aumento significativo em relação ao mesmo período do ano passado (janeiro-fevereiro), quando foram registradas dez mortes.
No total do ano passado, é estimado que tenham morrido 55 pessoas ao longo da mesma fronteira, principalmente durante agosto e os meses de inverno, de acordo com o Projeto Migrantes Desaparecidos, da OIM.
Em comunicado, a organização manifestou preocupação com os “maus-tratos contínuos de migrantes nessa área”, apesar dos repetidos apelos. Acrescentou que “a instrumentalização dos migrantes é inaceitável e salvar vidas deve continuar a ser prioridade”.
Equipes da OIM, de ambos os países, relataram cenários persistentes de migrantes forçados a regressar à fronteira que atravessaram, de expulsões coletivas e de uso de força excessiva ao longo dessa rota. Isso viola os compromissos e obrigações dos Estados sob o direito internacional e regional, como o princípio de não devolução de pessoas, avisa a organização.
A OIM apela, por isso, aos Estados para que cooperem nas áreas fronteiriças onde há movimentos irregulares de pessoas. Pede ainda que trabalhem juntos para defender o Pacto Global para a Migração, que visa salvar vidas e estabelecer esforços coordenados relativamente a migrantes desaparecidos em fronteiras partilhadas.
“A integridade e a segurança das fronteiras podem ser alcançadas quando os direitos humanos e o bem-estar dos migrantes, independentemente do seu estatuto, estão no centro da resposta dos Estados à mobilidade”, diz a organização.
Cerca de 3,5 mil pessoas morreram no ano passado ao tentar entrar na UE por meio das fronteiras marítimas e terrestres, o que faz de 2021 o ano mais mortal para os migrantes na região desde 2018.
“Esse custo humano é intolerável e requer ação e cooperação urgentes”, adianta a OIM, liderada pelo português António Vitorino.
A entidade “está pronta para colaborar com os Estados a fim de implementar o Pacto Global para a Migração e alcançar os seus objetivos, salvar vidas e gerir fronteiras numa abordagem baseada em direitos”, para garantir o respeito às obrigações de direito internacional dos Estados pela dignidade e segurança dos migrantes”, afirma.
O Senador Jean abriu o jogo sobre a disputa para o Senado Federal e negou que haja qualquer definição no momento. De acordo com ele, o jogo está aberto e a governadora Fátima Bezerra é quem irá anunciar algo definitivo.
“A imprensa dá importância demais a quem não tem autoridade nem delegação para falar sobre o tema.”, afirmou o parlamentar à Agência Saiba Mais. Confira a entrevista completa:
Senador, como o senhor tem acompanhado as movimentações sobre a formação da chapa majoritária que o PT pretende apresentar à sociedade para reeleger Fátima governadora ?
Neste momento estou muito empenhado na tarefa de aprovar os projetos que podem dar um pouco mais de tranquilidade a milhões de brasileiros e ajudar a frear a inflação descontrolada que Paulo Guedes se recusa a administrar. Baixar os preços do gás de cozinha, diesel e gasolina não é tarefa fácil. Nós temos a solução, mas isso tem nos absorvido em conversas e negociações constantes com os líderes partidários e com os presidentes do Senado e da Câmara.
Mesmo assim, volta e meia, vejo pronunciamentos de algumas pessoas externando suas posições e suas teses a respeito das eleições que se aproximam. Essas falas são legítimas, mas às vezes a imprensa dá importância demais a quem não tem autoridade nem delegação para falar sobre o tema. Temos tempo para decidir sobre isso e quem vai anunciar algo definitivo é Fátima Bezerra. As negociações estão sendo conduzidas pela governadora desde sempre e, recentemente, o PT editou resolução ratificando a autoridade dela nesse processo e definindo que as articulações serão feitas em conjunto com a Diretoria Executiva Estadual. O resto é só palpite e opinião e muitas vezes cheios de interesses por detrás!
O chefe da Casa Civil Raimundo Alves declarou ontem a uma rádio local que Fátima e ele querem Carlos Eduardo como candidato ao Senado na chapa do PT. O senhor já sentiu isso, de forma definitiva, por parte da governadora ? Como o senhor recebeu essa notícia, já que o mandato hoje é ocupado por você?
A opinião de Raimundo Alves é muito importante no processo, mas como já disse é apenas uma opinião. Tenho a certeza de que vai ser considerada por Fátima e pelo PT, como muitas outras que estão sendo colocadas ao longo desse processo. Há uma resolução do PT sobre isso e que confere legitimidade às pessoas certas para essas discussões. A negociação de uma chapa como essa é complexa e ela só é fechada no último minuto possível, visto que é necessário se considerar mais do que opiniões ou intuições. Pesquisas, o reposicionamento de adversários e de potenciais aliados, as reações do mundo político e do próprio partido – tudo isso deve ser observado. Porque, em política, a gente tem que estar preparado para fazer essa leitura o tempo todo, e não se guiar apenas por vontades. Você me pergunta sobre uma posição definitiva de Fátima a respeito disso e eu respondo de forma clara e direta: isso não existe. O jogo está aberto e temos Fátima aqui no Rio Grande do Norte liderando esse processo, como Lula está fazendo de forma muito competente em todo o Brasil.
A nota que o senhor divulgou há duas semanas criticando uma eventual aliança do PT com Carlos Eduardo para o Senado não foi bem digerida pelo setor majoritário do Partido. Alguns dias depois, inclusive, a Executiva divulgou uma nota oficializando o comando da sucessão à própria governadora. A informação que temos é que essa nota é fruto também daquele seu desabafo. O senhor acredita que exagerou no tom ou mantém aquelas críticas ?
Não tenho conhecimento de que esta nota tenha causado algum mal estar no partido. Essa nota que soltei algumas semanas atrás foi interpretada por alguns setores como um desabafo ou uma reação a uma possível indicação de Carlos Eduardo para concorrer ao Senado numa chapa liderada por Fátima. Na verdade, eu estava sendo muito cobrado pela imprensa a falar sobre o tema e estava com pouco tempo para isso, porque já estava muito envolvido com os projetos dos combustíveis de que já falei aqui. Mas ela não tem nada de extraordinário, e diz exatamente o que se confirmou depois: não há nomes definidos na chapa majoritária, mesmo que alguns setores – e até o próprio Carlos Eduardo – queiram fazer parecer que isso já aconteceu. Em política, quem tenta atropelar a realidade e impor suas opiniões e vontades, normalmente, não se dá muito bem. Após a nota e, deixo claro, não por causa dela, a executiva do PT delegou a Fátima a liderança deste processo e é assim que deve ser.
Algumas simulações em pesquisas já divulgadas apontam que 60% dos entrevistados poderiam apoiar o senhor em caso de apoio explícito de Lula ao seu nome. Na sua avaliação, esse dado é suficiente para referendar seu nome como o candidato do PT ?
As pesquisas mostram realmente isso, e mostram também que o meu nome está muito bem colocado diante dos outros potenciais adversários mesmo quando Lula não entra no jogo. Fico muito feliz com isso porque demonstra que o trabalho que venho fazendo em Brasília pelos brasileiros e principalmente pelo Rio Grande do Norte tem dado bons resultados.
Se lá em Brasília sou o líder da minoria e reconhecido como bom articulador em virtude dos projetos que proponho ou tenho que relatar, aqui no Rio Grande do Norte estamos empenhados em captar investimentos como os que companhia norueguesa Scatec vai trazer para o estado, de R$ 1,7 bilhão para construir uma usina de energia solar fotovoltaica. Em paralelo a isso, vamos destinando mais de 100 milhões de reais em emendas em apenas dois orçamentos, beneficiando todos os 167 municípios e o Governo do Estado, em projetos que podem ser realmente positivos para as pessoas, como as Areninhas e as escolas solares.
O que sei é que meu trabalho está sendo bem avaliado pelo eleitor nos últimos 3 anos e tenho a certeza de que isso pode me reconduzir a Brasília ao final deste 4o ano. Esse é apenas um dado a mais para ser analisado na composição da chapa, mas tenho a certeza de que é um dos mais importantes.
Carlos Eduardo era o principal nome da Oposição, segundo as pesquisas, e também tem um importante capital eleitoral em Natal, onde o PT tem alta rejeição. Esses dois argumentos não seriam suficientes para credenciá-lo a candidato ao Senado na chapa do PT ?
Rejeição ao PT? Acho que é preciso considerar muito mais o que as pesquisas mostram de forma realmente inequívoca! O campeão da rejeição é Bolsonaro e tudo que ele representa: a crise econômica que trouxe desemprego e inflação, o desastre na condução da pandemia que deixou mais de 670 mil famílias brasileiras de luto, o total despreparo para gerir um país que entrou nesta aventura, insuflado por muitas lideranças oportunistas, e se arrependeu da decisão que tomou nas urnas em 2018. O PT traz uma mensagem de esperança e de responsabilidade na gestão muito bem representada na figura de Lula e de Fátima aqui no RN.
Porque o PT deve manter seu nome como candidato à reeleição, e não o de outro candidato, como o ex-prefeito de Natal Carlos Eduardo?
O PT vai ter que decidir isso no momento mais adequado e vai fazer isso analisando de forma inteligente e de olho no futuro de todos os brasileiros. Não vou ser deselegante aqui com as pessoas com quem estou conversando sobre isso e colocar de público uma defesa de minha própria candidatura. Mas posso falar da importância de se ter um nome do Partido dos Trabalhadores na cadeira que representa o Rio Grande do Norte no Senado.
Ter um senador aliado de forma inequívoca ao Governo do Estado e ao presidente significa ter um advogado permanente das causas dos potiguares em Brasilia. Isso facilita a defesa de interesses e necessidades do governo do estado junto a Ministérios, embaixadas e mesmo em projetos que tramitam no Congresso Nacional. Além disso, o PT não pode abrir mão de uma enorme necessidade política a nível nacional que é a de aumentar ou ao menos preservar o número de representantes da sua bancada no Senado.
Tenho conversado muito com Lula e com a presidente Gleisi nos últimos dias e isso está claro para eles, e também se tornou para mim: num eventual governo Lula é fundamental que tenhamos uma bancada capaz de ajudar o presidente nesta travessia para um país melhor para todos e todas.
Fátima lidera todas as pesquisas e a oposição tem encontrado enorme dificuldade para encontrar um adversário competitivo. Neste cenário, uma chapa puro-sangue teria viabilidade? Porquê?
Este é outro componente que precisa ser analisado. A oposição bolsonarista sabe da rejeição que tem junto ao eleitorado. Bolsonaro se arrisca a não passar sequer para o segundo turno e, aos poucos, os políticos que já estiveram próximos dele vão se afastando. Uns fazem isso mais rápido que outros, como a gente observa e o eleitor também percebe. Mas devo deixar claro uma coisa aqui que não é uma questão de chapa totalmente puro sangue ou não, mas de uma chapa que realmente represente o que o eleitor espera do Partido dos Trabalhadores aqui no Rio Grande do Norte.
O senhor teve um encontro com o ex-presidente Lula no final de semana. De que trataram? O senhor tem o apoio dele para concorrer à reeleição?
De fato, tenho tido muitos encontros com Lula nos últimos tempos e aprendo em todos eles um pouco mais sobre o Brasil, a alma dos brasileiros e, claro, sobre política. Lula é um mestre da política e sabe mover as peças no momento certo e da forma mais adequada. Não vou negar que o Rio Grande do Norte tenha sido assunto de nossas reuniões. É claro que conversamos sobre isso e discutimos o panorama. Mas não me cabe aqui ficar antecipando movimentos ou me arvorar como porta-voz de alguém da dimensão de Lula. O que tenho certeza é de que será um enorme prazer chegar às eleições de 2022 batendo à porta de cada eleitor do Rio Grande do Norte levando Lula e Fátima junto comigo!
O presidente da Câmara Municipal de Parnamirim, vereador Wolney França, cumpriu intensa agenda em Brasília esta semana, a fim de viabilizar convênios e encaminhar projetos que beneficiam o legislativo municipal e a cidade de Parnamirim.
Em pauta, educação, saúde e infraestrutura, com atualização do andamento de projetos e visitas técnicas ao FNDE, ao Ministério do Desenvolvimento Regional e ao Ministério da Saúde, e ainda à OAB Nacional.
Foi feito também um importante convênio da Escola do Legislativo da Câmara com a Associação Brasileira das Escolas do Legislativo – ABEL, que viabilizou Parnamirim sediar pela primeira vez o 2º Encontro de Representantes das Escolas Legislativas e a Câmara ser beneficiada com a doação de livros do Senado Federal para sua biblioteca.