Possibilidade de apagão é “real e bastante clara”, diz ex-diretor do ONS

Foto: Reprodução da Internet

O ex-diretor ONS (Operador Nacional do Sistema) e ex-secretário executivo do MME (Ministério de Minas e Energia) Luiz Eduardo Barata afirmou, nesta 6ª feira (03.set.2021) que a possibilidade de apagões em alguns lugares do país, em outubro e novembro, é “real e bastante clara”. A declaração foi dada durante uma entrevista a um programa de rádio da TC, uma plataforma de investidores. Barata esteve à frente do ONS entre 2016 e 2020.

A cada mês que se passa, os nossos riscos aumentam. Toda a possibilidade de oferta adicional já está considerada. E o que nós temos visto é um aumento do consumo em vez de redução do consumo. A previsão de chegarmos aos meses de outubro e novembro sem condições de atendermos a todo o consumo… é uma possibilidade real e bastante clara“, afirmou Luiz.

Para Henrique Casotti, vice-presidente de risco e regulação da consultoria Focus Energia, que também participou da entrevista, o risco do país ter apagões regionais nesses meses é grande. Mesmo com esse cenário crítico, ele diz não acreditar que o governo federal vai implementar racionamento.

O que a gente vê nas nossas simulações é que vamos chegar ao final de novembro numa situação bastante ruim. Mesmo que comece agora a chover próximo à média [histórica], a resposta das vazões vai demorar um pouco. Provavelmente não teremos respostas significativas em outubro. Então, devemos continuar com queda de armazenamento até meados de novembro“, afirmou.

Casotti afirma também que, se a média de chuvas de verão dos últimos dez anos se repetir, a crise energética vai continuar ao longo de todo o ano de 2022. Barata tem a mesma opinião e diz que o governo deveria ter deixado mais clara a gravidade da situação para os consumidores. Ele afirma que não acredita que o programa de redução voluntária para os consumidores residenciais e o aumento da bandeira tarifária serão suficientes para reduzir a demanda por energia.

Não podemos voltar ao passado, mas se tivéssemos tomado medidas mais rigorosas, há mais tempo, não estaríamos passando pelo que estamos passando agora. E que medidas seriam essas? Medidas restritas ao consumo residencial, que não afetariam tanto a economia, mas permitiria uma folga maior dos nossos reservatórios“, afirmou Barata.

Fonte: Poder 360

SESED ativará Gabinete de Gestão Integrada para monitorar manifestações em 7 de setembro

Para monitorar as manifestações que irão acontecer no feriado de 7 de setembro, a Secretaria de Estado da Segurança Pública e da Defesa Social (SESED) ativará durante todo o dia o Gabinete de Gestão Integrada (GGI), que atuará em conjunto com os demais órgãos de segurança do Rio Grande do Norte.

Apesar da suspensão do desfile cívico anual por parte do Ministério da Defesa, a SESED reforçará os acompanhamentos aos atos de manifestação que acontecerão em diversos pontos da cidade.

Com função de patrulhamento ostensivo e de apoio, a Polícia Militar foi procurada por representantes das manifestações para organizar um planejamento de controle com delimitação de espaços e horários para as aglomerações. O Comando de Policiamento Metropolitano (CPM) informou que os policiais acompanharão de perto os atos por meio de viaturas, em motos, a cavalo e também a pé.

A Polícia Civil também terá atuação de vigilância aos atos no dia da independência. Para eventuais ocorrências, a Delegacia Geral (DEGEPOL) recomendou a instalação de uma delegacia de plantão com equipe completa, que funcionará das 8h às 20h no Complexo de Delegacias Especializadas da Polícia Civil (CODEPC), localizado na Avenida Ayrton Senna, no bairro de Neópolis.

Ministro Rogério faz convite para o 7 de Setembro

Aproveitando sua presença no RN para a solenidade de entrega dos apartamentos do residencial Irmã Dulce III, o ministro Rogério Marinho fez um discurso inflamado em defesa do governo Bolsonaro e aproveitou a oportunidade para chamar o povo para ir às solenidades de 7 de setembro em Natal.

Rogério contou sua história e disse que o Brasil precisava ter os poderes harmônicos e respeitando suas prerrogativas. “Todos nós precisamos estar nas ruas no dia 7 de setembro, de forma pacífica, de forma unida, respeitando as instituições mas, ao mesmo tempo, demonstrando nossa preocupação com os rumos que o país tem seguido.”, ressaltou o ministro.o

Ao lado de Marinho, o Coronel Hélio reforçou o convite. “Teremos um grito de independência para o Brasil”, afirmou.

Confira o vídeo completo:

Liberdade FM entrevista a governadora Fátima Bezerra neste sábado (4)

A governadora Fátima Bezerra é a segunda entrevistada deste sábado (4), na rádio Liberdade FM. A partir das 11h, os jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca irão entrevistar a chefe do executivo estadual acerca de diversos temas de interesse da população.

Entre as questões abordadas, está a expectativa da governadora para as eleições de 2022, bem como as possíveis alianças que irá fazer em busca da reeleição. Também será abordada a análise do desempenho do governo e os projetos que vêm sendo desenvolvidos.

O bate-papo, sempre descontraído e repleto de informações de qualidade, pode ser acompanhada na frequência da 87.7 FM ou no link: http://l.radios.com.br/r/126378

O astro parnamirinense das redes sociais, Tiago Dionísio, é o primeiro entrevistado deste sábado (4) na Liberdade FM

O programa “A Voz da Liberdade”, da rádio Liberdade FM, recebe neste sábado (4) Tiago Dionísio, fenômeno parnamirinense das redes sociais.

O digital influencer, que tem mais de 3,3 milhões de seguidores no instagram, irá revelar para os jornalistas Gilson Moura e Valdemir Tapioca detalhes exclusivos da sua vida após o sucesso nas redes sociais, as parcerias que está firmando com outros famosos, entre outros assuntos.

A entrevista começa às 10h e pode ser acompanhada na frequência da 87.7 FM ou no link: http://l.radios.com.br/r/126378

O almoço do poder. Ministro Rogério Marinho é surpreendido com a presença de prefeitos da Fermurn

O ministro Rogério Marinho foi surpreendido com a presença de vários prefeitos pertencentes a FEMURN. A caravana foi encabeçada pelo presidente Baba, que chegou ao Paçoca de Pilão, local onde o prefeito Taveira, anfitrião do almoço, já estava com um grande número de vereadores homenageando Rogério Marinho.

A coisa de uma hora para outra ganhou peso com a chegada do prefeito de Natal, Álvaro Dias, movimentando ainda mais o almoço político. Os deputados federais Beto Rosado e Benes Leocádio, que marcaram presença na entrega dos apartamentos, presenciaram as conversas no entorno do ministro Rogério e o assunto era um só: “nós estamos ao seu lado para conquistarmos essa cadeira no Senado Federal”.

Na outra mesa, os pré-candidatos Benes Leocádio e Álvaro Dias falavam baixinho, mas uma coisa foi ouvida por um vereador bastante atento ao cenário político. Álvaro Dias disse a Benes “nós iremos enfrentá-la”, fazendo referência à disputa pelo governo do estado. O vereador não soube dizer quem seria o candidato da majoritária.

Desjudicialização é tema de palestra do professor Filipe Maux no Segundo Ofício de Notas de Parnamirim

O professor Filipe Maux irá realizar uma palestra sobre desjudicialização no Segundo Ofício de Notas de Parnamirim, cartório de Airene Paiva.

Na ocasião, será abordado como os notários e advogados deverão atuar sobre os atos que podem ser feitos em cartório, que antes eram feitos no Judiciário, como inventários e partilhas, divórcios e separações; entre outras informações relevantes para a área.

STF deve analisar tramitação do Código Eleitoral em 8 de setembro

Foto: Sérgio Lima/Poder360

O ministro do STF (Supremo Tribunal Federal) Dias Toffoli não decidirá sozinho sobre o pedido de mandado de segurança contra a tramitação expressa do novo Código Eleitoral na Câmara.

Nesta 6ª feira (3.set.2021), o ministro, relator do processo, despachou o caso para o plenário virtual. Trata-se da instância em que todos os ministros do Supremo se manifestam por meio de seus votos, mas sem reunião física ou discussão por videoconferência.

Ele solicita que o plenário virtual seja aberto para o caso às 0h de 4ª feira (8.set.2021) e fechado no fim do mesmo dia. O presidente da Corte, Luiz Fux, ainda não aceitou a solicitação, mas o Poder360 apurou que ele aceitará o pedido.

“Por razões de celeridade processual, intime-se, com urgência, o Advogado-Geral da União e o Procurador-Geral da República para se manifestarem, se for de interesse, antes do julgamento da presente cautelar”, determinou Toffoli.

Um grupo de congressistas entrou com ação na 3ª feira (31.ago.2021) contestando a tramitação do projeto de novo Código Eleitoral.

A proposta está sendo analisada em regime de urgência e foi concebida depois das atividades de um grupo de trabalho, sem passar pelas comissões da Casa.

Esses congressistas pedem a anulação do requerimento de urgência, além de “todos os trâmites legislativos subsequentes e dela decorrentes”. Caso isso aconteça, o avanço da proposta será mais lento.

Assinam a peça os deputados:

E os senadores:

Alvaro Dias (Podemos-PR);
Styvenson Valentim (Podemos-RN).
O projeto do Código Eleitoral compila todas as regras para a área e faz alterações importantes. Os deputados começaram a discussão em plenário na 5ª feira (2.set.2021). A ideia é votar na 4ª, mesmo dia para o qual Toffoli solicitou sessão do plenário virtual.

Os deputados têm pressa para aprovar mudanças nas regras eleitorais porque só valerão em 2022 as que estiverem em vigor no mínimo 1 ano antes das eleições.

A proposta é impulsionada na Câmara pelo presidente da Casa, Arthur Lira (PP-AL). A relatora é Margarete Coelho (PP-PI), deputada da confiança de Lira.

Ou seja, a data limite para aprovação na Câmara, no Senado e sanção presidencial é 1º de outubro.

Fonte: Poder 360

Ministério Público e Prefeitura firmam acordo para tornar ginásio municipal de São José de Mipibu acessível

Foto: Reprodução
A Prefeitura de São José de Mipibu comprometeu-se a reformar o Ginásio Municipal de Esportes Arlindão para adequá-lo segundo as normas de acessibilidade. A responsabilidade foi assumida perante o Ministério Público do Rio Grande do Norte (MPRN) com a celebração de um termo de ajustamento de conduta (TAC).
A gestão tem agora o prazo máximo de 24 meses para sanar as irregularidades existentes. O descumprimento de quaisquer das presentes cláusulas sujeitará o Município ao pagamento de multa no valor de R$ 100 por dia de atraso.
O TAC, no entanto, não impede que outros órgãos públicos, ou mesmo o próprio Ministério Público, possam, no exercício devido de suas atribuições constitucionais e legais, exigir da Prefeitura outras obrigações devidamente fundamentadas no ordenamento jurídico que exorbitem das disposições aqui acordadas.
Em investigações pertinentes a um inquérito civil instaurado pela Promotoria de Justiça de São José de Mipibu, foi constatado que a Prefeitura vem descumprindo as normas de acessibilidade no Ginásio Municipal de Esportes Arlindão.
Para propor o TAC ao Município, o MPRN levou em consideração que as edificações públicas e privadas de uso coletivo já existentes devem garantir acessibilidade à pessoa com deficiência em todas as suas dependências e serviços, tendo como referência as normas de acessibilidade vigentes.
Isso quer dizer que a concepção e a implantação de projetos que tratem do meio físico e de outros serviços, equipamentos e instalações abertos ao público, de uso público ou privado de uso coletivo, tanto na zona urbana como na rural, devem atender aos princípios do desenho universal, tendo como referência as normas de acessibilidade.

Bolsonaro passou comando da rachadinha para Flávio e Carlos após descobrir traição de Ana Cristina, diz ex-empregado

Foto: Reprodução/Instagram

Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, o ex-empregado que denunciou à coluna uma série de supostos crimes cometidos pela família Bolsonaro, afirma que o presidente Jair Bolsonaro decidiu transferir para Flávio e Carlos Bolsonaro o comando do suposto esquema de corrupção nos gabinetes de ambos após descobrir que era traído por sua então mulher, a advogada Ana Cristina Siqueira Valle. O ex-funcionário revelou, em entrevista exclusiva, que ela foi a primeira a controlar todo o recolhimento de parte dos salários de todos os assessores parlamentares dos dois filhos do presidente, respectivamente primeiro e segundo herdeiros de Bolsonaro.

Nesta parte da entrevista, Marcelo conta ter sido testemunha de diversos golpes praticados por Ana Cristina, de quem o chefe do Executivo federal se separou em 2007. O presidente teria conhecimento de alguns desses supostos crimes. Entretanto, pressionado por Ana Cristina, teria sido conivente em diferentes momentos. Primeiro, durante a vida de casado – quando ela teria comandado, sob a anuência de Bolsonaro, o desvio de dinheiro dos gabinetes dos dois filhos parlamentares. Depois, durante o tumultuado divórcio do casal.

Em 2008, segundo Marcelo, a advogada, em meio à disputa pela guarda de Jair Renan Bolsonaro, teria simulado o furto de um cofre que o casal mantinha no Banco do Brasil, para acusar o presidente.

O furto ao cofre foi revelado em 2018 pelos repórteres Hugo Marques, Nonato Viegas e Thiago Bronzatto. Mas tudo não teria passado de uma mentira. Ana Cristina moveu uma ação em abril de 2008 na 1ª Vara de Família do Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro acusando Bolsonaro de ter roubado os pertences no Banco do Brasil. Dentro do cofre, havia joias avaliadas em R$ 600 mil, US$ 30 mil em espécie e cerca de R$ 200 mil, também em dinheiro vivo – um montante que, calculado pelos repórteres para valores de 2018, valia cerca de R$ 1,6 milhão.

Segundo Marcelo, foi a própria Ana Cristina quem esvaziou o cofre.

“Lá tinha joias e dinheiro. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, mas quando foi intimada, não foi. Ela viu que fez m… e nem apareceu. O processo ficou rolando. Ela que limpou o cofre, antes de decidir as coisas”, disse.

O falso furto do cofre foi registrado em 26 de outubro de 2007, na 5ª Delegacia da Polícia Civil do Rio de Janeiro, pela própria Ana Cristina, que já havia feito a queixa acusando Bolsonaro. Segundo o relato de Ana Cristina na delegacia, ela esteve na agência do Banco do Brasil e não conseguiu acessar o cofre com sua chave. Um chaveiro chamado pelo banco teria conseguido abri-lo, quando ela constatou que o cofre estava vazio. Dali, ela já teria ido até uma delegacia com o objetivo de acusar Bolsonaro.

Durante a investigação sobre quem seria responsável pelo furto ao cofre, Bolsonaro prestou depoimento no processo da guarda de Jair Renan em que acusava mulher de chantageá-lo. Ele afirmou que Ana Cristina tinha sequestrado o filho, levando-o para a Noruega, e condicionava o retorno do menino à devolução do dinheiro e das joias supostamente roubados do cofre.

Bolsonaro anexou esse depoimento com a acusação de sequestro ao inquérito do furto, e, a partir daí, a investigação nunca mais avançou na Polícia Civil do Rio. Ana Cristina foi chamada para depor, mas nunca compareceu, e o agora ex-casal chegou a um acordo. Jair Renan voltou para o Brasil, uma pensão foi acertada e o falso furto ficou em segundo plano.

De acordo com Marcelo, Bolsonaro pediu a separação porque descobriu que a então esposa o traía com seu segurança, o bombeiro militar Luiz Cláudio Teixeira, que fazia a escolta do clã no Rio de Janeiro. Foi ali que teria se rompido a confiança de Bolsonaro em Ana Cristina, e o presidente, então, teria autorizado que os filhos passassem a tocar eles mesmos o recolhimento dos valores desviados de salários de seus assessores parlamentares. Segundo o ex-empregado, o comando da rachadinha saía então das mãos de Ana Cristina e passava a ser de responsabilidade direta de Flávio e Carlos Bolsonaro.

Leia agora a segunda parte da entrevista com o ex-empregado.

Por que você pediu demissão do gabinete de Flávio Bolsonaro?

Foi justamente quando deu o problema com a traição.

Que traição?

Ela o traiu.

A Ana Cristina traiu o presidente?

Sim. Traiu com o segurança dele, Luiz Cláudio Teixeira, que era dos Bombeiros.

O Bolsonaro descobriu e foi por isso que eles se separaram?

Foi, foi. Foi por isso. Aí já estava aquela guerra dos meninos [Flávio e Carlos] pressionando ele porque ela comandava a rachadinha no gabinete deles. Já estava esse clima tenso. Aí veio a história da traição.

E por que isso tem a ver com a sua saída do gabinete de Flávio?

Porque ela era muito chegada a mim, não tinha amigos de verdade, então a gente saía junto, eu que ia com ela para as festas e coisa e tal. Então, quando ela começou a ficar com o Luiz, eu já comecei a ficar meio assim, porque o Bolsonaro sempre confiou muito em mim. Até em relação ao Jair Renan também, nos finais de semana, eu ia dormir lá na casa deles. Quando Bolsonaro ia para Brasília, ele me pedia para dormir na casa lá. Então foi nesse período que eu dormia lá que ela começou a botar o Luiz para dentro de casa.

E você ficou incomodado com isso?

Eu não podia contar para ele, porque eu tinha a confiança dos dois, fiquei numa sinuca sem saída. Aí eu tomei a decisão de que era melhor eu me afastar e deixar eles de lado, para que eles resolvessem a vida deles para lá. Se eu ficasse quieto, quando ele descobrisse, eu ia sair como traidor, de ter traído a confiança dele. Se eu contasse para ele, eu ia ficar mal com ela. Não queria ficar mal com ninguém. Então eu me prejudiquei, pedi minha exoneração e coisa e tal. Foi por isso que ela ficou com peso na consciência e me chamou para trabalhar lá na Valle Advogados. Eu me prejudiquei totalmente. Depois, o Bolsonaro descobriu o motivo de eu ter saído de lá, porque na época ele não quis, não queria aceitar. Uma das empregadas lá da casa sabia por que eu estava saindo e comentou com o Flávio e com o Carlos sobre o motivo. Aí ele até me chamou para conversar e falou: “Pô, Marcelão, brincadeira. Você se prejudicou todo, perdeu tudo que tinha por causa dela, você podia ter me contado”. Aí eu falei: “Não, Bolsonaro, eu não queria trair ela nem trair você, então eu preferi me prejudicar, saí de cena e vocês que se resolvessem, porque não era minha intenção”. E, mesmo assim, depois da separação, eu fui o único que fiquei do lado dela. Lógico, ela não tinha porra nenhuma, quem era o cara era ele. Eu fui o único otário que fui acompanhar ela, e mesmo assim me sinto injustiçado porque ela nunca me deu valor por isso.

Como foi o divórcio deles?

Nessa partilha de bens, na época, ela arrumou um monte de tretas, sumiu. Lembra da história do Banco do Brasil? Ela tinha dois cofres no Banco do Brasil. Depois da separação, ela disse que furtaram, porque sumiu tudo o que estava no cofre. Tinha joias, dinheiro. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, mas quando foi intimada, não foi. Ela viu que fez merda e nem apareceu. O processo ficou rolando. Ela que limpou o cofre, antes de decidir as coisas.

Você tem certeza de que ela esvaziou o cofre?

Ela que esvaziou mesmo. Quem ia esvaziar? O cofre é no nome dele e dela. Ele nem lá… Ela é tão retardada que quis jogar a culpa em cima dele. Só que ele não é ignorante, né? Aí ele falou: “Como é que você vai provar que eu fui lá no Banco do Brasil se eu não estive?”. Aí ela foi, ficou tão louca que esqueceu. Ela entrou com um processo contra o Banco do Brasil, dizendo que o Banco do Brasil que tinha de dar conta de como os cofres foram… Ia dar ruim para ela. Quando ela foi intimada no processo, ela não compareceu. Aí o processo ficou lá parado.

Ela mesma te contou que foi ela quem esvaziou o cofre?

Eu sabia de tudo o que acontecia. Ela me contava tudo.

Como foi o divórcio deles?

Foi o advogado dele que fez tudo, cada um ficou com uma parte. Na época, ela ficou com os dois terrenos que eles tinham no Limeira, em Resende. Aí tinha um outro terreno grande, que ela vendeu por R$ 3 milhões, e ele ficou com a casa que eles tinham na Barra, com a casa de Mambucaba. Esse flat que ela comprou para se encontrar com o amante ela vendeu também, nesse período. Ela tentou dar uns golpezinhos antes de sair a partilha dos bens.

Ela chantageava o presidente?

Quando ele começou a ser pressionado pelos filhos, no negócio da rachadinha, ela teve de tomar atitude. Foi quando ela passou a ameaçá-lo. Se ele fizesse algo, ela ia ferrar com ele também. Primeiro, ela fazia chantagem com ele usando o [Jair] Renan. Ela falava que ela sumiria com o Renan, isso e aquilo. Ela é capaz disso tudo. Depois, ela quis até me usar para chantageá-lo. Ela chegou a falar que se ele a tirasse da transação, ela seria capaz de divulgar que tinha pegado ele na cama comigo. Aí ele deixou a rachadinha continuar.

Marcelo e Ana Cristina, ex-esposa de Bolsonaro

 

Homenagem de Jair Renan a Marcelo

Fonte: Metrópoles

Os Rogérios e Taveira realizam sonhos de muitos Parnamirinenses

Uma parceria administrativa entre o Ministério do Desenvolvimento Nacional comandado pelo Ministro Rogério Marinho e com a Secretaria de Habilitação e regularização fundiária, que tem à frente o Secretário Rogério Santiago, destravou um nó que há anos tirava o sono de muitos parnamirinenses de ter a sua casa própria.

O programa do governo federal Casa verde e amarela realiza o sonho de cerca de 256 famílias que há anos esperavam por esses apartamentos. O conjunto habitacional Irmã Dulce III está sendo entregue e essa ação revela a união dos Rogerios Marinho e Santiago com o comando do prefeito Taveira.

O comentário no meio é que essa parceria administrativa vai se estender para o campo político, onde Rogério Marinho busca consolidar sua candidatura ao senado e, depois do volume de obras executadas pelo Ministério do Desenvolvimento Racional em Parnamirim, o prefeito Taveira já disse sim a essa candidatura numa linguagem bem simples “É dando que se recebe”, essa é a oração da terceira maior cidade do Rio Grande do Norte.

O Sistema Nacional de Empregos oferece nesta sexta (03) 16 vagas no RN

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O Sistema Nacional de Empregos oferece nesta sexta-feira (3) 16 vagas para o Rio Grande do Norte. As vagas são para Natal e Região Metropolitana, Mossoró, Santa Cruz e Pau dos Ferros.

Para concorrer às vagas, o(a) candidato(a) deve acessar o seu cadastro via Internet no Portal Emprega Brasil do Ministério do Trabalho e Emprego, através do endereço empregabrasil.mte.gov.br ou nos aplicativos Sine Fácil e Carteira de Trabalho Digital, disponíveis para Android e IOS e presencial no SINE Matriz Candelária/RN em Natal.

Confira as vagas:

NATAL E REGIÃO METROPOLITANA – (09 Vagas Permanentes)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
AUXILIAR TÉCNICO DE MECÂNICA 1
CONTROLADOR DE PRAGAS 1
CORTADOR, A MÃO 1
DESENHISTA INDUSTRIAL GRÁFICO (DESIGNER GRÁFICO) 1
MECÂNICO DE AUTO EM GERAL 1
MONTADOR DE EQUIPAMENTOS ELÉTRICOS (ELEVADORES E EQUIPAMENTOS SIMILARES) 1
TÉCNICO MECÂNICO (EQUIPAMENTOS MÉDICOS E ODONTOLÓGICOS) 1
TORNEIRO MECÂNICO 1
VENDEDOR PRACISTA 1
Total 9
NATAL E REGIÃO METROPOLITANA – PCD – Pessoas com Deficiências
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
ASSISTENTE DE LOGÍSTICA DE TRANSPORTE 1
AUXILIAR ADMINISTRATIVO 1
Total 2
NATAL E REGIÃO METROPOLITANA – Vagas Temporárias
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
FLORISTA (COMÉRCIO VAREJISTA) 1
Total 1
MOSSORÓ E REGIÃO (1 Vaga)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
VENDEDOR PRACISTA 1
Total 1
SANTA CRUZ E REGIÃO (1 Vaga)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO 1
Total 1
PAU DOS FERROS E REGIÃO (1 Vaga)
OCUPAÇÃO QUANT. DE VAGAS
TÉCNICO EM SEGURANÇA DO TRABALHO 1
Total 1

Ex-assessor de Flávio Bolsonaro diz que era obrigado a devolver salário, 13º e férias

Foto: Agência Senado

Marcelo Luiz Nogueira dos Santos, ex-assessor de Flávio Bolsonaro (Patriota-RJ), disse em entrevista ao UOL que, no período em que foi funcionário do filho mais velho do presidente Jair Bolsonaro na Alerj (Assembleia Legislativa do Rio), era obrigado a devolver mensalmente 80% de seu salário.

A informação foi revelada pelo portal Metrópoles e confirmada pelo UOL, que ouviu outros detalhes do ex-assessor, que é conhecido como Marcelo Nogueira.

Ele afirma que, além dos 80% do salário, tinha que entregar porcentagem semelhante do 13º salário, das férias, do que recebia como vale-alimentação e ainda da restituição do Imposto de Renda.

De acordo com Nogueira, ele precisava entregar esses valores em dinheiro vivo nas mãos da advogada Ana Cristina Siqueira Valle, segunda mulher do presidente Jair Bolsonaro.

Isso ocorreu todos os meses ao longo de mais de quatro anos. Ele foi assessor de Flávio Bolsonaro na Alerj no período de 1º de fevereiro de 2003, início do mandato de Flávio, até 6 de agosto de 2007, quando Ana Cristina e Jair Bolsonaro se separaram.

Nessa mesma época, a ex-mulher do agora presidente era a chefe de gabinete de Carlos Bolsonaro, em seu primeiro mandato na Câmara Municipal do Rio. As mesmas condições, segundo ele, foram impostas a funcionários de Carlos na Câmara. “Tudo a mesma coisa”, afirmou Nogueira.

Em maio, o TJ-RJ (Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro) autorizou a quebra de sigilo bancário e fiscal de Carlos, Ana Cristina e outros 25 assessores para apurar a suspeita de rachadinha e da nomeação de funcionários fantasmas no gabinete do vereador.

Nos anos de 2003 e 2004, o salário bruto de Nogueira era de R$ 1.791,79. A partir de 2005, o salário passou a ser de R$ 4.253,69. Já em 2006, foi de R$ 4.466,37. Ao todo, nos mais de quatro anos na Alerj, ele recebeu em salário bruto um valor de R$ 176.700. Esse valor corrigido pela inflação do período chega a R$ 382.805.

Marcelo Nogueira diz que não era funcionário fantasma no gabinete e prestava serviços. Atendia eleitor, fazia serviço de correspondência: etiquetar, colocar selo, todo aquele trabalho que eles fazem”, diz Nogueira.

O ex-assessor disse que conheceu Ana Cristina por intermédio de um namorado e recebeu dela o convite para ir trabalhar no gabinete de Flávio. No entanto, desde o início, a proposta incluía devolver a maior parte do salário que era recebido no contracheque.

“Tudo foi negociado com ela [Ana Cristina]”, diz ele, que afirma que ela o orientou a não falar nada para Bolsonaro.

Na quebra de sigilo bancário, autorizada no âmbito das investigações de Flávio Bolsonaro, é possível ver os saques mensais feitos por Nogueira ao longo de 2007.

Em 13 oportunidades Marcelo realizou saques de mais de R$ 1 mil, chegando até a se endividar nesse período. Em abril daquele ano, por exemplo, dois dias após receber R$ 4.000 da Alerj, ele fez um saque de R$ 3.000.

Após a saída dele do gabinete, em sete anos de vida bancária, em apenas duas oportunidades houve registro de transações em espécie com valor acima de R$ 1.000.

O relato de devolução de salários e verbas como 13º salário, férias e restituição do imposto de renda feito por Marcelo Nogueira é semelhante ao da estatística Luiza Sousa Paes, outra ex-assessora de Flávio que fechou um acordo de colaboração com o MP-RJ (Ministério Público do Rio de Janeiro) no ano passado.

Ela foi nomeada muito tempo depois de Nogueira sair do gabinete, já em 2011.

Luisa disse que ficava com R$ 700 dos quase R$ 5.000 que recebia como assessora. No entanto, a estatística admitiu que nunca trabalhou no gabinete de Flávio e que entregava os valores para Fabrício Queiroz, apontado como um dos operadores do esquema.

Essa é agora uma das principais provas contra o senador na investigação sobre o gabinete dele.

Os advogados do senador, Luciana Pires, Juliana Bierrenbach e Rodrigo Roca, negaram que o senador soubesse de irregularidades.

“O parlamentar sempre seguiu as regras da assembleia legislativa e tem sido vítima de uma campanha de difamação. Tanto a defesa quanto o senador desconhecem as afirmações de Marcelo Luiz Nogueira dos Santos”, diz a nota.

Marcelo Nogueira morou os últimos cinco anos com Ana Cristina, em Resende, no sul do Rio de Janeiro. Eles se desentenderam depois que ela o convidou para ir trabalhar com ela em Brasília e, segundo ele, não pagou os valores acordados anteriormente.

Como o UOL mostrou na semana passada, a segunda mulher do presidente mudou em fevereiro para a capital federal e recentemente passou a viver em uma mansão de R$ 3,2 milhões no Lago Sul, região das mais nobres de Brasília.

“Ela falava ‘você tá fazendo questão, mas não vai ter nem gasto, vai tá morando na minha casa.’ Eu falava que ‘não sou seu escravo não, não trabalho pra morar na casa de ninguém não’. A gente trabalha pra ter nossas coisas, sou igual todo mundo, não é porque sou preto que vou ficar em casa de patrão não. Ela queria me escravizar, né?”

Ele considera que Ana Cristina foi “praticamente” racista com ele. “Ela me viu como o quê? Só porque eu era preto”.

Esse foi um dos motivos alegados pelo ex-funcionário para denunciá-la ao MPT (Ministério Público do Trabalho). Ele afirmou ainda que pretende ingressar com uma ação na Justiça por danos morais contra a ex-mulher de Bolsonaro.

Fonte: Folha de São Paulo

Procon Câmara Parnamirim passa a integrar plataforma nacional de defesa do consumidor

Na condição de órgão de monitoramento, o Procon Câmara de Parnamirim passou a integrar a plataforma nacional de defesa do consumidor consumidor.gov.br. A adesão à plataforma, que é de iniciativa do Ministério da Justiça e da Secretaria Nacional de Defesa do Consumidor (SENACON), foi assinada pelo presidente da Casa, vereador Wolney França, e a efetivação foi iniciada no dia 1° de setembro.

No Rio Grande do Norte, o órgão é o primeiro Procon de todo o estado a aderir à plataforma. “Até o ingresso do Procon Câmara de Parnamirim, atuavam no RN como órgãos de monitoramento, tão somente, a Defensoria Pública Estadual e o Tribunal de Justiça do Rio Grande do Norte”, explica o procurador Ênio Saraiva.

Segundo dados da plataforma, neste ano de 2021, mais de 943 reclamações de parnamirinenses já foram finalizadas por meio da plataforma. O procurador explica que o site é considerado a maior plataforma online de solução de conflitos consumeristas do mundo, com mais de 78% de solução dos conflitos, em um prazo médio de 8 dias. “Pela plataforma, o Procon Câmara vai realizar o monitoramento dos dados das reclamações formuladas pelo consumidor e da conduta dos respectivos fornecedores no âmbito de sua atuação”, afirma.

De acordo com Ênio Saraiva, a ideia do consumidor.gov.br é oferecer a interlocução direta entre consumidores e empresas. fornecendo aos Procons, bem como os demais órgãos do Sistema Nacional de Defesa do Consumidor, informações importantes para o aprimoramento das políticas de defesa dos consumidores que possam beneficiar toda a sociedade.

Serviço

O serviço está disponível gratuitamente no endereço consumidor.gov.br.

Para acessar, inicialmente o consumidor deve verificar se a empresa contra a qual quer reclamar está cadastrada no site. Se estiver, o consumidor registra sua reclamação e a empresa terá até dez dias para analisar e responder. Em seguida, o consumidor terá até 20 dias para avaliar a resposta recebida, classificar sua reclamação como Resolvida ou Não Resolvida e indicar o grau de satisfação com o atendimento prestado pela empresa.

A plataforma também pode ser acessada por meio de aplicativo para iOs (https://apps.apple.com/us/app/consumidor-gov-br/id1492523966) e Android (https://play.google.com/store/apps/details?id=br.com.consumidor).

CPI da Covid no RN ouve representantes de empresas contratadas pelo governo sobre compra de materiais

Em sua nona reunião a Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, ouviu Paulo Ricardo Leão Ansel – sócio administrador da empresa Leão Serviço e Comércio, em substituição à Thássila Karen dos Santos Bezerra, que foi interrogado sobre a contratação de EPIs (sapatilhas, toucas e avental) e Antônio Marques Rodrigues Alves, em substituição a Kaliny Chrys da Silva Matos, da empresa D-OXXI Nordeste, que foi questionado sobre a aquisição de teste Swab e reagentes para o Laboratório Central de Saúde Pública do RN (LACEN).

Já no início dos trabalhos, o presidente da CPI, deputado estadual Kelps Lima (SDD), informou a deliberação dos membros da CPI que a testemunha Thássila Karen dos Santos Bezerra, substituída na tarde de hoje pelo depoente não será dispensada da oitiva, marcada para a próxima quarta-feira (08).

“Agradecemos a presença dos senhores Paulo Ricardo Leão Ansel que mesmo arrolado como investigado, hoje falou como testemunha, e de Antônio Marques Rodrigues Alves, em substituição as convocadas Thássila Karen dos Santos Bezerra e Kaliny Chrys da Silva Matos. Mas não abriremos mão do depoimento da senhora Thássila Karen dos Santos Bezerra nesta comissão”, explicou Kelps Lima.

Em depoimento Paulo Ricardo Leão Ansel, primeira testemunha a ser ouvida na tarde desta quinta-feira, negou qualquer envolvimento com ilegalidades, possibilidade de superfaturamento e outras denúncias sobre a venda de produtos ao Governo do Estado. “É preciso lembrar que tudo aumentou de preço no auge da pandemia. A variação de valores em determinados produtos passou a ser algo normal devido à falta destes no mercado e até nas fábricas”, disse o depoente.

Sobre a divergência das sapatilhas compradas com gramatura 50 e entregues de gramatura 30, o depoente informou que o produto chegou na primeira remessa como estabelecia o pedido e que diante da falta deste com gramatura 50 no mercado, foi enviado as sapatilhas de gramatura 30, informações questionadas pelos membros da CPI que em vários momentos da reunião reiteraram a importância dos convidados falarem a verdade. “Reforço essas informações por entender que pior que julgar um culpado é condenar um inocente”, disse Kelps Lima.

Dando sequência as oitavas, os deputados estaduais ouviram Antônio Marques Rodrigues Alves, sócio da empresa D-OXXI Nordeste, no mercado há 25 anos, com sede em Natal, em substituição a Kaliny Chrys da Silva Matos. Indagado sobre a diferença de valores entre as empresas participantes da licitação de compras de testes Swab, ressaltou em seu depoimento as dificuldades das empresas fornecedoras de encontrar produtos para fornecer, principalmente, aos órgãos públicos. “Especificamente sobre os testes Swab, durante a pandemia esse produto chegou a preços estratosféricos dificultou e muito a nossa atividade”, explicou.

No final das oitivas o presidente da CPI, deputado Kelps Lima propôs que seja promovida uma acareação entre Paulo Ricardo Leão Ansel – sócio administrador da empresa Leão Serviço e Comércio e Ralfo Cavalcanti Medeiros, diretor da Unidade de Apoio a Saúde (DUAS), da Unidade Central de Agentes Terapêuticos (UNICAT), para confirmação de informações consideradas contraditórias.

Participaram a nona reunião da CPI da Covid os deputados Kelps Lima (SDD), Gustavo Carvalho (PSDB), George Soares (PL), Francisco do PT e Nelter Queiroz (MDB). Os membros da Comissão reúnem-se novamente na próxima quarta-feira (08), quando ouvirão Daniele Nascimento dos Santos, assistente técnica da Sesap; Fernando Aguiar de Figueiredo, presidente da ASSINP/RN (Associação Institutos de Pesquisas do RN); Neuma Lúcia de Oliveira, coordenadora de promoção à saúde da Sesap, sobre a contratação de empresa de pesquisa do Estado do Piauí, processo nº 00610682.000050/2020-48.