A pesquisa Blog Gustavo Negreiros/Item Consultoria mostra os nomes mais citados para uma das 24 vagas na Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte.
Nas cinco primeiras colocações estão: Dr. BERNARDO (3,00%), UBALDO FERNANDES (2,75%), GUSTAVO CARVALHO (2,50%), CORONEL AZEVEDO (2,50%) e FRANCISCO DO PT (2,25%).
Confira os demais citados na pesquisa:
06 EZEQUIEL FERREIRA 2,25%
07 KLEBER RODRIGUES 2,00%
08 ISOLDA DANTAS 2,00%
09 ADJUTO DIAS 1,75%
10 GEORGE SOARES 1,75%
11 NELTER QUEIROZ 1,75%
12 TOMBA FARIA 1,50%
13 GETULIO REGO 1,50%
14 ALBERT DICKSON 1,50%
15 TAVEIRA JUNIOR 1,25%
16 Dr. GALENO 1,25%
17 HERMANO MORAIS 1,25%
18 Dr. KERGINALDO 1,25%
19 EUDIANE MACEDO 1,00%
20 LUIZ EDUARDO 1,00%
21 SOLDADO JADSON 1,00%
22 RAIMUNDO FERNANDES 1,00%
23 ZÉ DIAS 1,00%
24 CRISTIANE DANTAS 0,75%
25 SUBTENENTE ELIABE 0,75%
26 JORGE DO ROSÁRIO 0,50%
27 IVANILSON OLIVEIRA 0,50%
28 VIVALDO COSTA 0,50%
29 ROBSON CARVALHO 0,50%
30 TEREZINHA MAIA 0,50%
31 DIVANEIDE BASILIO 0,50%
32 MAURICIO FILHO 0,50%
33 NEILTON 0,50%
34 JULIA ARRUDA 0,25%
35 ANAX VALE 0,25%
36 ANTONIO JÁCOME 0,25%
37 LILIA SALDANHA 0,25%
38 ISAAC DA CASCA 0,25%
39 TERCIO TINOCO 0,25%
40 LARISSA ROSADO 0,25%
41 OUTROS NOMES CITADOS 2,25%
42 INDECISOS, BRANCO ou NULO 51,50%
A pesquisa Blog Gustavo Negreiros/Item foi realizada entre os dias 3 e 5 de setembro com 1600 pessoas entrevistadas em 12 microrregiões do Rio Grande do Norte.
A margem de erro é de 2,45% para mais ou para menos. A Pesquisa eleitoral registrada sob o número RN-08955/2022 no TRE-RN e BR 09162/2022 no TSE.
O prefeito Eraldo Paiva é aplaudido por onde passa na sua São Gonçalo do Amarante. Eraldo é reconhecido pelo seu empenho e dedicação no cumprimento do seu dever, como representante dos munícipes. Ele é um homem sério, com muita vontade de acertar na administração pública, mas sua postura modelo vem causando medo e inquietação em alguns setores da política local, principalmente entre os descontentes, aqueles que durante anos usaram e se apropriaram do governo municipal para fazer política.
O prefeito Eraldo Paiva com sua postura proba e ética está devolvendo ao cidadão de São Gonçalo a satisfação de viver em um município bem gerenciado.
Na face da população é perceptível a alegria de bem viver em São Gonçalo.
É importante dizer que os outros gestores, em um passando bem recente, nem se quer cultivaram o diálogo com os colaboradores, apenas usavam a caneta azul, ou seja o diário oficial com suas exonerações. Essa ferramenta falava mais alto, mas agora vive-se uma nova era, a era do diálogo, humanidade, essa é a nova gestão. Diferente dos tempos antigos, em que o próprio Eraldo era tratado como descartável, sem valor político diante dos poderosos da política da política local.
É natural haver mudança na equipe no início da gestão, mas Eraldo optou por não fazê-la agora, pois prefere ouvir os colaboradores e saber do andamento de cada setor. A palavra de Eraldo foi bem clara, fiquem tranquilos, tudo ocorrerá no seu tempo, os que amam São Gonçalo do Amarante, são comprometidos com o bom funcionamento da gestão municipal permanecerão na administração.
Morreu, aos 96 anos, a rainha Elizabeth II. A informação foi divulgada nesta quinta-feira (8), logo após a Casa Real britânica informar que a monarca havia sido colocada sob cuidados, após seus médicos particulares expressarem preocupações com sua saúde. Elizabeth morreu em seu castelo em Balmoral, na Escócia, onde passava férias desde julho.
“Após uma avaliação mais aprofundada nesta manhã, os médicos da rainha estão preocupados com a saúde de Sua Majestade e recomendaram que ela permaneça sob supervisão médica”, diz o aviso divulgado pela Casa Real.
Com a morte de rainha Elizabeth, quem assume o trono como Rei é seu filho mais velho, príncipe Charles.
A recém-empossada primeira-ministra, Liz Truss, que esteve com a rainha em Balmoral na terça-feira (6), afirmou que todo o Reino Unido está “profundamente preocupado” com as notícias sobre a saúde da rainha.
70 anos de reinado em 2022
Em fevereiro deste ano, rainha Elizabeth II comemorou 70 anos de reinado. A marca nunca foi alcançada por nenhum outro monarca na história do Reino Unido.
>> Quer receber nossas notícias 100% gratuitas pelo WhatsApp? Clique aqui e participe do nosso grupo de notícias!
O evento comemorativo, conhecido como Jubileu de Platina, contou com desfiles, festas e cerimônias. Na ocasião, Rainha Elizabeth também revelou seus desejos:
“E quando, no devido tempo, meu filho Charles se tornar rei, eu sei que vocês darão a ele e a sua esposa Camilla o mesmo apoio que me deram; e é meu sincero desejo que, quando vier o tempo, Camilla será conhecida como Rainha Consorte ao continuar seu próprio e leal serviço”, disse ela.
Elizabeth Alexandra Mary de Windsor
Elizabeth Alexandra Mary de Windsor nasceu em Londres e recebeu uma cuidadosa educação, estudando principalmente história, línguas e música. Em 1936 tornou-se herdeira do trono quando o tio, o rei Eduardo VIII, para poder casar-se com uma norte-americana divorciada, abdica ao trono em favor do pai de Elizabeth, o príncipe Albert Frederick Arthur George, duque de York, que passa a reinar com o nome de George VI.
Em 1947 Elizabeth se casou com Philip de Mountbatten, duque de Edimburgo e primo distante. A saúde de George VI ficou delicada e, a partir de 1951, a filha passou a representá-lo em compromissos oficiais. Em 1952 ele morreu e no ano seguinte, ela foi coroada e saiu em viagem de seis meses pelo Commonwealth, conjunto dos países que integram o Império Britânico.
Durante o reinado, dá-se o processo de emancipação de numerosas colônias, que, embora adquirindo independência, permaneceram ligadas à Comunidade Britânica. A Índia foi a primeira a se tornar independente, em 1947. Em 1948 é a vez da Birmânia e da Irlanda; em 1961, ganha autonomia a África do Sul; em 1972, o Paquistão.
Moderna, Elizabeth II permitiu que a vida doméstica da realeza fosse filmada pela primeira vez em 1970 e aceitou o divórcio da irmã em 1978. Tem quatro filhos: o príncipe Charles, herdeiro do trono, a princesa Anne e os príncipes Andrew e Edward.
Bolsonaro puxou um coro de “imbrochável” durante discurso nesta quarta (7) em Brasília, após o desfile militar do Bicentenário da Independência na Esplanada dos Ministérios.
O discurso do chefe do Executivo, que era dúvida até esta manhã, ocorreu após participação de autoridades no desfile cívico-militar na Esplanada dos Ministérios. O presidente chamou o Brasil de “terra prometida” e “pedaço de paraíso” e citou indiretamente os governos do PT ao afirmar que, poucos anos atrás, o País estava “atolado em corrupção e desmando”.
Coro de ‘imbrochável’
Após afagos e troca de beijo com Michelle, Jair Bolsonaro agradeceu a Deus por sua “segunda vida”, uma referência a ter sobrevivido a um ataque a faca nas eleições de 2018.
Neste momento, o público começou a gritar “imbrochável”, termo que já utilizado antes por Bolsonaro, e ele acabou incentivando o coro durante o discurso.
Comparação entre primeiras-damas
Ao lado de Michelle Bolsonaro, o presidente disse que é possível fazer várias comparações com governos anteriores, inclusive entre primeiras-damas. Ele não citou uma ex-primeira-dama em específico, apenas se dirigiu para Michelle e a elogiou como uma “mulher de Deus e da família”.
Vaias ao supremo
Bolsonaro não fez ataques diretos ao Supremo Tribunal Federal (STF), Tribunal Superior Eleitoral (TSE) ou ao ministro Alexandre de Moraes, mas citou a Suprema Corte permitindo que os apoiadores vaiassem.
“Estou muito feliz em ter ajudado chegar até vocês a verdade (…) Hoje todos sabem quem é o Poder Executivo, todos sabem o que é a Câmara dos Deputados, o que é o Senado Federal e todos sabem também o que é o Supremo Tribunal Federal”, disse sob varias à meação da Corte.
Crítica à imprensa
Por fim, o presidente criticou a imprensa e as pesquisas eleitorais divulgadas pela mídia, e encerrou o discurso citando a viagem para o Rio de Janeiro, onde participa de ato em Copacabana nesta tarde.
“Aqui não tem a mentira Datafolha. Aqui é o nosso ‘datapovo’. Aqui é a verdade e a vontade de um povo honesto, livre e trabalhador”, afirmou. “Tem certeza que, juntos, em outubro [data das eleições] daremos mais um grande passo para o futuro do nosso país e das nossas famílias”.
O advogado Antônio Carlos de Almeida Castro, o Kakay
A proximidade das eleições deveria ser apenas um evento cívico de discussões de ideias. O debate sobre um Brasil melhor deveria ser o centro de todas as atenções. O dia do voto seria a comemoração da certeza da afirmação democrática, com as pessoas tendo liberdade de cantar em voz alta suas crenças em um país mais livre, mais igual e mais solidário. Sem violência de nenhuma maneira e com as diferenças andando lado a lado. Com a mais absoluta confiança de que quem ganhasse iria ter tranquilidade para implementar as propostas vencedoras. Simples assim. Com uma obviedade que não permite questionamento.
No Brasil de hoje, o governo fascista inoculou o ódio como maneira de agir. O medo, a insegurança e a violência são armas que visam desestabilizar a democracia, interferir nas eleições e afastar do pleito a liberdade de crítica, de debate de propostas contrárias e de tudo o que representa a base do processo civilizatório.
A preparação para as eleições passa pela intimidação e pela ameaça de tanques nas ruas no 7 de Setembro, a menos de 1 mês da votação. E passa, ainda, pelo discurso raivoso e pela tentativa de desestabilizar as instituições. Tudo com a vulgaridade agressiva e messiânica e com palavreado chulo, marcas do Presidente Bolsonaro, que tenta a reeleição. Ele esconde-se atrás do ódio para compensar seu imenso vazio intelectual. Um poço de insegurança que o faz atacar as mulheres de maneira vil e a pregar a quebra da segurança jurídica, esbravejando que não aceitará a voz das urnas. Haja psicanálise para explicar suas frustrações, inseguranças e paranoias.
A postura truculenta do Presidente Bolsonaro faz com que o ódio desça em cascata no país como um todo. No Rio de Janeiro, uma equipe de atores que trabalhava na campanha do Marcelo Freixo foi covardemente atacada quando começava a mostrar, em Campos, a farra dos fantasmas na CEPERJ. Agressão, coronhada e ameaças, todo o roteiro clássico dos fascistas e dos covardes.
É preciso não se intimidar com esse tipo de postura! Não devemos usar os mesmos métodos e não podemos fazer da violência nossa maneira de enfrentamento. Mas é necessário mostrar a essa escória que eles não passarão. Ocupar os espaços públicos, andar pelas ruas de verde e amarelo e estar presente nos debates e nos comícios. Eles são como vermes que tentam ocupar os lugares de maneira sibilina e insinuosa.
É bom ver o exemplo da natureza. O véu da noite não desce de uma só vez no meio da tarde. Seria assustador e espantoso. A luz vai se esmaecendo aos poucos, até que, de repente, somos tragados pela ausência de luz. Assim se dá também com a violência desses bárbaros. Eles vão se insinuando e nos amedrontando com pressões físicas e psíquicas num crescendo. Tiram nossas cores, nossa voz e nossa alegria de estarmos leve nas ruas. Até que não possamos mais reagir, como que imobilizados por um muro invisível que nos aniquila.
Se não resistirmos, uma nuvem ácida nos sufocará e não nos deixará respirar; nos colocará uma venda e nos retirará a visão. Assim agem os idiotas que não têm argumentos e que têm horror à democracia. É preciso reagir para que eles voltem para a sarjeta e para o mundo teratológico do qual não deveriam ter saído.
Sempre nos lembrando de Eduardo Alves da Costa, no poema “No Caminho com Maiakóvski”:
A rainha Elizabeth II da Inglaterra foi colocada sob supervisão médica após sua equipe de saúde expressar preocupação com seu quadro, informou nesta quinta-feira (8) o Palácio de Buckingham.
Segundo um comunicado oficial, a monarca, de 96 anos, está confortável, mas médicos estão preocupados com seu estado de saúde. Membros da família real foram chamados para ir ao palácio de Balmoral, na Escócia, residência de férias onde Elizabeth II está há mais de uma semana.
O príncipe Charles, filho de Elizabeth II, e William, seu neto, viajaram nesta quinta-feira para o palácio de Balmoral, na Escócia, onde a rainha está.
“As suas altezas reais o Príncipe de Gales (Charles) e a Duquesa de Cornwall (Camila) viajaram para Balmoral”, informou um porta-voz do casal.
A nova primeira-ministra do Reino Unido, Lis Truss, que foi nomeada ao cargo pela rainha na terça (6), já se pronunciou sobre o comunicado do palácio de Buckingham. “Todo o país está profundamente preocupado”, declarou. “Meus pensamentos estão com ela e sua família neste momento”.
O líder da oposição do país, Keir Starmer, também se pronunciou e disse torcer pela recuperação da monarca.
2 de 3 Rainha Elizabeth II recebe a nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, no castelo de Balmoral, na Escócia, em 6 de setembro de 2022. — Foto: Jane Barlow/Divulgação via AP
Rainha Elizabeth II recebe a nova primeira-ministra do Reino Unido, Liz Truss, no castelo de Balmoral, na Escócia, em 6 de setembro de 2022. — Foto: Jane Barlow/Divulgação via AP
No poder há 70 anos, a rainha Elizabeth II vinha apresentando problemas de saúde nos últimos meses e, por conta disso, desmarcando ou adaptando uma série de eventos oficiais.
O mais recente deles foi a cerimônia de nomeação da nova primeira-ministra britânica, Liz Truss, na terça-feira (6).
Fonte: G1
3 de 3 Rainha Elizabeth II em Sandringham, Inglaterra, em 5 de fevereiro de 2022. — Foto: Joe Giddens/Pool Photo/AP
Pesquisa Genial/Quaest divulgada hoje sobre a disputa ao Planalto mostra Jair Bolsonaro (PL) com 37% das intenções de voto em São Paulo e Lula (PT) com 36%.
Como a margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos, o presidente e o petista estão tecnicamente empatados.Em relação ao levantamento do mês passado, Bolsonaro oscilou 2 pontos para cima e Lula, 1 para baixo.
Ciro Gomes (PDT) aparece com 9% e Simone Tebet (MDB) com 6% O pedetista oscilou 2 pontos para cima e a emedebista, 3. Eles estão tecnicamente empatados. Os demais candidatos têm 1% ou menos. Os brancos e nulos somam 6%, enquanto os indecisos representam 5%.
A pesquisa também aponta um empate técnico entre Bolsonaro e Lula num eventual segundo turno. O petista aparece com 43% das intenções de voto, contra 42% do presidente. Brancos e nulos somam 12% e os indecisos, 3%
Foram ouvidas 2.000 pessoas entre os dias 2 e 5 de setembro. A pesquisa está registrada na Justiça Eleitoral sob os números SP-04685/2022 e BR-05452/2022.
O Rio Grande do Norte já era uma província antes do Brasil se tornar independente. O hoje Estado deixou de ser uma capitania por decisão das cortes portuguesas em 1821 dentro do contexto da Revolução Liberal do Porto, que obrigou Dom João VI a voltar a Lisboa.
Foi esse retorno que resultou na elevação do príncipe Pedro de Alcântara a condição de regente do Brasil e com o clima esquentando entre ele e as cortes, que exigiam seu retorno a Portugal e abertura das condições para recolonizar o país, àquela altura com status de reino unido.
E o Rio Grande do Norte no meio disso? Na época o Rio Grande do Norte tinha oito municípios (Natal, Extremoz, Arez, Portalegre, São José, Vila Flor, Vila do Príncipe -Caicó- e Vila da Princesa – Assú). Eram 71 mil habitantes, sendo 800 deles moradores da capital.
Os potiguares ainda viviam a ressaca da participação da Revolução Pernambucana de 1817, que envolveu também o Ceará e a Paraíba.
Uma das consequências foi a imposição do poder central retirando a influência de Pernambuco no Rio Grande do Norte, que passaria ter mais autonomia. Uma das consequências práticas disso foi a implantação de uma alfandega em Natal. A província passaria a ter autonomia fiscal e judicial.
Em meio aos atritos entre D. Pedro e as Cortes Portuguesas, começou a surgir apoio a independência também no Rio Grande do Norte. O principal líder era o governador José Inácio Borges, que havia sido destituído na Revolução Pernambucana e recolocado no cargo. Inácio passaria a se alinhar com o futuro imperador.
A ele fazia contraponto Mariano José de Brito Lima, ouvidor da comarca de Natal. Era uma disputa sobretudo por poder e não um movimento a base de ideais.
José Inácio foi destituído em uma onda de derrubada de governadores. No lugar dele foi estabelecida uma Junta Constitucional Provisória, composta por sete membros. Parte deles apoiavam a independência e eram aliados de Inácio. Entre eles o coronel Luís de Albuquerque Maranhão, um dos líderes de 1817.
“Segue-se um período de instabilidade política na província, reflexo do conturbado quadro nacional, com o regente D. Pedro recusando-se a acatar as determinações das cortes de Lisboa e tomando posições favoráveis à independência do Brasil. Militares portugueses que serviam no Rio Grande do Norte, juntamente com os defensores da manutenção dos vínculos Brasil-Portugal, ameaçaram a Junta, destituindo-a, e exigiram da Câmara de Natal a eleição de um governo temporário, até que uma nova junta fosse eleita, sob o argumento de que a Junta Constitucional Provisória havia sido eleita fora dos trâmites legais”, escreveu Sérgio Trindade no livro História do Rio Grande do Norte.
“Esse governo não, porém, não foi reconhecido por várias Câmaras de Vereadores de vilas do interior, principalmente Portalegre, Príncipe (Caicó) e Princesa (Assú), que protestaram, julgando-o ilegítimo”, afirmou Denise Matos Monteiro no livro Introdução a História do Rio Grande do Norte.
A instabilidade provocou conflitos em todo o Rio Grande do Norte que resultaram em motins de rua e prisões.
Somente em 13 de julho de 1822 uma Assembleia formada por membros da Câmara de Vereadores de Natal, membros da junta e comando da guarnição militar decidiu endossar a permanência de D. Pedro no Brasil com poderes para governá-lo.
Finalmente estava formado o consenso entre as elites da província em apoio ao processo de independência.
A notícia da separação do Brasil de Portugal e da consequente aclamação de D. Pedro como imperador só chegaria ao Rio Grande do Norte em 2 de dezembro de 1822. A Câmara de Natal faria somente em 22 de janeiro de 1823 a solenidade de aclamação do novo monarca. Foi realizada uma missa e um Te-Deum na igreja matriz da capital.
Naquele mesmo ano o médico Francisco de Arruda Câmara (titular) e o advogado Tomás Xavier de Almeida (suplente) seriam eleitos como representantes do Rio Grande do Norte na Assembleia Constituinte, formada por D. Pedro I e que logo seria dissolvida por ele, que preferiu outorgar a Constituição de 1824, a mais longeva do país.
Apesar de algumas agitações, o processo de independência do Brasil foi recebido no Rio Grande do Norte de cima para baixo como na maior parte do país. A reações ocorreram na Bahia, Piauí, Maranhão e no Pará.
Nada mudaria por enquanto no Rio Grande do Norte com a Junta Governativa a frente da província, mas logo novas agitações surgiriam e as terras potiguares se juntariam a Pernambuco em nova sublevação contra o poder central na Confederação do Equador em 1824.
Mas aí é uma outra história.
Bibliografia consultada.
MONTEIRO, Denise Matos. Introdução à História do Rio Grande do Norte. – 4 ed.- Natal, RN: Flor do Sal, 2015.
TRINDADE, Sérgio Luiz Bezerra. História do Rio Grande do Norte. – 2 Ed.: Sebo Vermelho, 2015.
Foi assinada na manhã desta terça-feira (6) a ordem de serviço para a pavimentação das ruas Nossa Senhora das Dores, São Benedito e Santo Expedito, no bairro Santa Terezinha. O contrato, que também engloba o calçamento de outras vias no Conjunto de Todos, Santo Antônio e Uruaçu, tem um investimento total de R$ 1.619.495,07.
As ruas receberão a pavimentação do tipo convencional, com rota acessível em blocos de concreto intertravados. “Vamos iniciar pela Rua Nossa das Dores. De acordo com a liberação dos recursos pela Caixa Econômica Federal, seguiremos para a São Benedito e depois Santo Expedito. Já reforcei com os nossos técnicos a necessidade de realizar os estudos para amenizar os transtornos aos moradores da região”, destaca o prefeito Eraldo, que realizou a assinatura através das redes sociais.
Logo após a cerimônia, máquinas iniciaram os serviços no local. Participaram do evento vereadores, secretários municipais e auxiliares.
(Brasília – DF, 07/092017) Desfile cívico de 7 de Setembro. Foto: Marcos Corrêa/PR
As Forças Armadas serão as estrelas dos desfiles cívico-militares em comemoração aos 200 anos da Independência do Brasil, nesta quarta-feira, dia 7 de setembro, em pelo menos 14 capitais do país. A celebração contará com diversas atrações abertas ao público, especialmente em Brasília, São Paulo e Rio de Janeiro. Em muitas capitais, os desfiles ocorrerão paralelamente a manifestações de rua civis.
O ministro da Defesa, Paulo Sérgio Nogueira de Oliveira, e os comandantes do Exército, general Freire Gomes; da Marinha, almirante de esquadra Almir Garnier; e da Aeronáutica, tenente-brigadeiro do ar Carlos de Almeida Baptista Júnior, se envolveram pessoalmente nos preparativos para os desfiles.
Eles acompanharão o evento pessoalmente, em Brasília, ao lado do presidente da República, Jair Bolsonaro. A presença do chefe do Executivo é praxe nos festejos do 7 de setembro. Outras autoridades da República e convidados também comparecerão.
Os desfiles ocorrerão em horários semelhantes, mas em áreas diferentes das manifestações convocadas por apoiadores de Bolsonaro. Em Brasília, o ato convocado para o 7 de setembro acontecerá no gramado central da Esplanada dos Ministérios, enquanto o evento cívico-militar ocupará as faixas da Via N1 (sentido Congresso Nacional-Eixo Monumental). O desfile tem previsão de começar às 9 horas, enquanto a manifestação se inicia às 13 horas.
No Rio de Janeiro, ocorrerão eventos cívico-militares no Forte de Copacabana ao longo do dia e também em um pequeno trecho da Avenida Atlântica, às 13 horas, em Copacabana, na altura do posto 6 da praia e da Avenida Rainha Elizabeth. Já o ato convocado por manifestantes deve ocupar outro trecho da Avenida Atlântica, com a concentração prevista entre as ruas Xavier da Silveira a Djalma Urich, na altura do posto 5 da praia de Copacabana, a partir das 9 horas. A manifestação começará às 11 horas, embora alguns grupos falam em iniciar às 10 horas.
Em São Paulo, o desfile será realizado em toda a extensão da pista central da Avenida Dom Pedro I, no bairro do Ipiranga, às 8 horas. Já o ato organizado pelos movimentos de rua ocorrerá na Avenida Paulista, a partir das 14 horas.
Como será o desfile cívico-militar em Brasília
Os tradicional desfile cívico-militar em Brasília terá a participação de militares das três Forças Armadas. Haverá apresentações da banda marcial do corpo de fuzileiros navais, da Marinha; a tradicional pirâmide humana sobre motocicleta, realizada por integrantes do Batalhão de Polícia do Exército de Brasília (BPEB); a demonstração aérea da Esquadrilha da Fumaça, da Força Aérea Brasileira (FAB); e o salto de paraquedista militares na Esplanada dos Ministérios.
O desfile contará com cerca de 3,1 mil militares, sendo, aproximadamente, 600 da Marinha, 2 mil do Exército e 500 da Aeronáutica. Participarão ainda veteranos da Força Expedicionária Brasileira (FEB), integrantes do Programa Força no Esporte (Profesp), além de ex-integrantes das Forças de Paz e alunos das escolas do governo do Distrito Federal (GDF).
Também deverão marcar presença viaturas das forças de segurança do Distrito Federal e das Polícias Federal (PF) e Rodoviária Federal (PRF). Além delas, também são esperados pela primeira vez um desfile de tratores representando o agronegócio brasileiro. O desfile está previsto para começar às 9 horas e deverá se estender até 11h30.
Como será o desfile na capital paulista
Em São Paulo, a agenda inclui desfiles aéreo e cívico-militar das 8 horas às 12h30, na Avenida Dom Pedro I, no bairro do Ipiranga, além da apresentação da Banda Sinfônica e dos Dragões da Independência, ambos do Exército.
O destaque da programação é a remontagem histórica do grito de independência de Dom Pedro I, no Parque da Independência, no Ipiranga. A encenação será a céu aberto. O objetivo do espetáculo é valorizar a cultura nacional e sua importância na construção social, cultural e econômica do país.
A exibição será realizada em parceria com o Exército, a Marinha e a Aeronáutica. Ainda haverá participação especial de militares da Brigada de Infantaria Paraquedista, os “Cometas”, da Esquadrilha da Fumaça da Força Aérea Brasileira e da Cavalaria do Exército, com o uniforme oficial dos Dragões da Independência.
Como serão os eventos cívico-militares no RJ
No Rio de Janeiro, haverá diferentes eventos cívico-militares que poderão ser acompanhados pelo público. Estão agendados uma Parada Naval, com desfile de navios na orla da cidade; show aéreo da Esquadrilha da Fumaça; salto de paraquedistas; e apresentação de bandas militares e execução de salva de tiros.
A tradicional Parada Naval e Aeronaval terá a participação de três aeronaves e 20 navios da Marinha e de outros países convidados para as comemorações do Bicentenário da Independência, a partir das 9h30, com início na praia do Recreio, zona oeste, e término no Forte de Copacabana, zona sul. Ao fim do evento, os navios brasileiros vão ancorar em frente às praias de Copacabana e do Flamengo, onde o público poderá ver mais de perto as embarcações.
No mesmo dia, ocorrerá uma apresentação da Banda Marcial do Corpo de Fuzileiros Navais na praia de Copacabana. A data também será marcada pela realização de salvas de tiros de artilharia, que serão executadas pelo 31º Grupo de Artilharia de Campanha do Exército, no Forte de Copacabana, de hora em hora, a partir das 8 horas.
Durante toda a manhã, ocorrerão apresentações de bandas de música do Exército nos bairros do Flamengo, Lagoa, Madureira, Méier, São Cristóvão, Sulacap e Urca. A partir das 13 horas, ocorrerá a cerimônia comemorativa do Bicentenário da Independência do Brasil na Avenida Atlântica, na altura da Avenida Rainha Elizabeth, em Copacabana, onde Bolsonaro estará presente.
Tradicionalmente, o evento alusivo ao Dia da Independência costuma ocorrer na Avenida Presidente Vargas, no centro, mas foi transferido para a zona sul em 2022.
A solenidade comemorativa contará com show aéreo da Esquadrilha CEU e apresentação de bandas de música dos fuzileiros navais, do 1º Batalhão de Guardas, da Força Aérea Brasileira e da Polícia Militar do Rio de Janeiro. A equipe de salto livre da Brigada de Infantaria Paraquedista, os “Cometas”, reforçada por integrantes da “Equipe Falcão”, da Aeronáutica, realizará uma demonstração de salto com aterrissagem na praia de Copacabana. Na sequência, a Esquadrilha da Fumaça fará uma apresentação nos céus de Copacabana.
Às 16 horas, horário aproximado da proclamação da Independência, a frota da Esquadra Brasileira e o corpo de artilharia estacionada no Forte de Copacabana executarão salvas de 21 tiros em comemoração do bicentenário.
Outros eventos do bicentenário contarão com as Forças Armadas
Os desfiles são apenas alguns dos eventos alusivos aos 200 anos da Independência do Brasil. A participação das Forças Armadas na agenda do bicentenário inclui, ainda, a exposição do coração de Dom Pedro I, que está no Itamaraty, e uma série de atividades cívico-militares, culturais, esportivas e sociais que serão realizadas ao longo do ano.
Na cidade do Rio de Janeiro, por exemplo, as festividades tiveram início nesta terça-feira (6) com um desfile cívico-militar na Avenida Duque de Caxias, na Vila Militar. O público pôde assistir a demonstrações de marcialidade e operacionalidade da tropa.
No sábado (10), no Rio de Janeiro, haverá uma Revista Naval realizada na Baía de Guanabara, com a participação de navios da Esquadra brasileira e das Marinhas de países amigos, assim como ocorreu no centenário da Independência, em 1922. A Marinha do Brasil convidou países dos cinco continentes, entre eles, os Estados Unidos. Existe a expectativa de que comandantes ou representantes dessas nações compareçam ao evento.
Nas demais capitais, além dos desfiles cívico-militares alusivos ao 7 de setembro, ocorrerão outras atividades, como competições esportivas, seminários e simpósios nos Distritos Navais, da Marinha, e Comandos Militares de Área, do Exército, e a apresentação da Esquadrilha da Fumaça, da Aeronáutica, nas cidades de Aparecida de Goiânia (GO) na sexta-feira (9); Campo Grande (MS), em 17 de setembro; e Paracatu (MG), em 19 de setembro.
Como parte das comemorações do bicentenário, em novembro, a Marinha também comemorará os 200 anos da Esquadra, criada para combater as forças navais portuguesas que se opunham à independência do Brasil.
Outros eventos podem ser consultados no site do Ministério da Defesa, que agrupou as principais atividades planejadas pela Marinha, pelo Exército e pela Aeronáutica no contexto das comemorações do Bicentenário da Independência.
A Central de Atendimento Social estará fechada nesta quarta-feira (7) mas funciona quinta e sexta-feira, das 7h30 às 16h, para atendimentos relativos a serviços sociais, Beneficio de Prestação Continuada, atualização de cadastro e retornos.
A equipe estará de plantão nas seguintes datas:
17/09 – Central de Atendimento Social e UBS Liberdade, das 7h30 às 12h;
24/09 – Central de Atendimento Social e UBS Jardim Planalto, das 7h30 às 12h.
Levar RG, CPF, certidão de nascimento ou casamento, comprovante de residência e declaração escolar dos filhos.
*TODOS OS DOCUMENTOS ORIGINAIS DE CADA MEMBRO DA FAMÍLIA.*
Compartilhe!
Faça essa informação chegar a quem precisa!
O candidato a deputado estadual Taveira Júnior (número 44100), do partido União Brasil, recebeu na noite desta segunda (5) o apoio do candidato a deputado federal Fernandinho da Padaria, do partido PSD, que é vice-prefeito de Mossoró, o segundo maior município do estado.
Fernandinho traz com ele o apoio em dezenas de municípios do RN, com destaque para Seridó, Oeste e Alto Oeste, e é mais um reforço importante à candidatura de Taveira Júnior, que vem pontuando entre os candidatos mais citados a deputado estadual em todas as recentes pesquisas divulgadas.
Para Taveira Júnior “um apoio importante como o de Fernandinho, de Mossoró, demonstra que nossa candidatura atinge todas as regiões do estado, e que nossas propostas são bem aceitas por todo o Rio Grande do Norte” declara.
Candidato irreverente recebe adesões em Macau, Caiçara do Norte, Guamaré e Pau dos Ferros
Candidato a deputado federal, Pezão dedicou uma extensa agenda de quero dias pelo interior do Rio Grande do Norte. As ações foram iniciadas em Caiçara do Norte, passando em seguida por Guamaré, Macau, finalizando na Finecap, em Pau dos Ferros. Pezão é um dos nomes do PSDB à federal e usa 4567 como número de campanha. Ele conscientiza a população a não votar branco e nulo e dá uma oportunidade a quem defende a bandeira do emprego e renda.
Pezão quer fazer uma política diferente e atua nos 70% que as pesquisas registradas apontam que ainda não sabem em quem votar para a Câmara dos Deputados. Ao longo das cidades, foram realizadas carreatas, adesivaço, panfletagem e distribuição do plano de governo corpo a corpo. Durante a passagem, Pezão também se reuniu com apoiadores de campanha, ocasião que arrematou novos apoios.
“Estamos fazendo uma campanha limpa, sem os velhos hábitos da política. Todos os apoios que estamos recebendo são espontâneos, no boca a boca. As pessoas estão entendendo o nosso projeto e somos muito bem recebidos por onde passamos”, destacou.
Em relação a campanha irreverente que faz na capital e no interior, Pezão defendeu a nova política. “Sou candidato a deputado federal pelo PSDB e como gosto de desafios, resolvi entrar na política pois tenho consciência da minha capacidade de gerar oportunidades como empresário e como deputado essa força será turbinada”, explicou Pezão, que sonha com um Estado e país mais justo e que a desigualdade social seja encurtada, e ele vislumbra essa possibilidade no mundo do empreendedorismo.
Pesquisa Ipec divulgada nessa segunda-feira (5) aponta que 79% dos eleitores estão decididos sobre o voto para presidente. Na comparação com o levantamento anterior, publicado em 28 de agosto, o percentual se manteve estável. Os eleitores de Jair Bolsonaro (PL) e Lula (PT) continuam sendo os mais convictos.
Ao todo, 86% dos que dizem votar no atual presidente afirma ter certeza da escolha. O percentual oscilou 2 pontos percentuais para cima, dentro da margem de erro. Já em relação aos eleitores de Lula, 85% dizem ter certeza do voto. Houve também uma oscilação para cima de 2 pontos percentuais, também dentro da margem de erro.
Entre os eleitores de Ciro Gomes (PDT), 40% dizem que não vão mudar de candidato, uma queda de 8 pontos percentuais na comparação com a pesquisa anterior. Os que falam que podem mudar de candidato são 59% e 1% não sabe ou não respondeu. Em relação aos demais presidenciáveis, 44% dos eleitores desses candidatos afirmam que a escolha é definitiva, enquanto 56% dizem que ainda podem mudar a escolha.
Encomendada pela TV Globo, a pesquisa ouviu 2.512 pessoas entre 2 e 4 de setembro em 158 municípios. A margem de erro é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, considerando um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o código BR‐00922/2022.
Com o temor ataques isolados de “lobos solitários” no 7 de Setembro, o STF decidiu reforçar a segurança do tribunal, informa o Estadão.
“Integrantes da área de segurança da Corte elaboraram um protocolo de ação para prevenir que apoiadores radicais do presidente Jair Bolsonaro (PL) tentem furar o bloqueio montado pelos órgãos de segurança na Esplanada dos Ministérios no dia da Independência.Para garantir a proteção do prédio, a maior parte do contingente de agentes estará de prontidão para conter os desgarrados com o que chamam de uso ‘seletivo e proporcional da força’”, diz a reportagem.
O Supremo não informou o tamanho do efetivo que será mobilizado, mas disse que o número será 70% maior do que o escalado no ano passado. Além de agentes da polícia judiciária, trabalharão na segurança da Corte vigilantes que integram a equipe de segurança terceirizada. O STF escalou 100% do efetivo privado para trabalhar no feriado. Os agentes estarão com armas que vão desde de tasers a armas longas, como submetralhadoras.
O STF ainda contará com o apoio de outros quatro tribunais do Distrito Federal, como o Superior Tribunal de Justiça (STJ) e o Tribunal Regional do Trabalho (TRT), que concordaram em ceder agentes das respectivas Polícias Judiciais para reforçar a estrutura da Suprema Corte. O tribunal não informou paradeiro dos ministros, mas, segundo o Estadão, fontes do Supremo afirmam que cada um terá à sua disposição um grupo da Polícia Judicial.