Confira os 26 jogadores convocados para a Copa do Mundo; VEJA LISTA


O técnico da seleção brasileira, Tite, convocou os jogadores que vão representar o Brasil na Copa do Mundo do Catar, na tarde desta segunda-feira (7). Pela primeira vez, o número de atletas chamados para a competição internacional vai ser 26.

Os goleiros Alisson, Ederson e Weverton, além de Casemiro e o craque Neymar, eram alguns dos nomes já vistos como certos entre os que foram selecionados para a ida ao Catar.

VEJA A CONVOCAÇÃO:

GOLEIROS – Alisson (Liverpool), Ederson (Manchester City) e Weverton (Palmeiras)

ZAGUEIROS – Marquinhos (PSG), Thiago Silva (Chelsea), Eder Militão (Real Madrid) e Bremer (Juventus)

LATERAIS – Danilo (Juventus), Alex Sandro (Juventus), Alex Telles (Sevilla), Daniel Alves (Puma)

VOLANTES – Casemiro (Manchester UTD), Fabinho (Liverpool), Bruno Guimarães (Newcastle) e Fred (Manchester UTD)

MEIAS – Lucas Paquetá (West Ham) e Everton Ribeiro (Flamengo)

ATACANTES – Neymar (PSG), Richarlison (Tottenham), Raphinha (Barcelona), Vinicius Jr (Real Madrid), Rodrygo (Real Madrid), Gabriel Jesus (Arsenal) e Antony (Manchester UTD), Gabriel Martinelli (Arsenal), Pedro (Flamengo)

Fonte: Terra Brasil notícias

Tite anuncia hoje convocação para a Copa do Mundo


Nesta segunda-feira (7), às 13h (de Brasília), Tite vai apresentar na sede da CBF (Confederação Brasileira de Futebol), no Rio de Janeiro, os 26 jogadores que vão representar o Brasil na Copa do Mundo no Qatar.

A lista do treinador, segundo ele, foi fechada recentemente. “[Essa definição] é recente porque é construída a cada jogo, a cada treino, a cada performance do atleta no seu clube”, disse.

Mesmo assim, ele ainda fez viagens à Europa para observar jogadores. De acordo com a CBF, 83 nomes foram convocados neste ciclo. Na sexta-feira (4), Tite e seu auxiliar Matheus Bachi –filho do técnico– voltaram ao país após acompanharem presencialmente partidas de Newcastle, Aston Villa, Manchester United, West Ham, Liverpool, Juventus e PSG –times que têm possíveis convocados.

Desta vez, o comandante poderá levar três jogadores a mais do que em 2018, quando o limite definido pela Fifa ainda era de 23 atletas.

É pouco provável, no entanto, que a delegação tenha surpresas de última hora. Tite valoriza as relações de confiança com os jogadores e isso, segundo o próprio, leva tempo para ser construído.

Esta será a segunda Copa do Mundo do treinador, mas a primeira em que ele terá feito todo o ciclo. Antes do torneio na Rússia, ele teve menos tempo para dar sua cara ao time, já que assumiu o cargo em 2016, a dois anos do Mundial.

“Hoje, [temos mais opções de] nomes e jogo”, diz o técnico. “Temos modelos diferentes, ajustes diferentes, preparo de atletas diferentes. Essa é uma diferença significativa.”

No Qatar, o Brasil chega como um dos favoritos. Além de terminar as Eliminatórias invicto, com 14 vitórias e três empates, marcou 40 gols e sofreu apenas cinco.

Alguns nomes foram presenças importantes nessas campanhas e dificilmente não estarão na lista da Copa do Mundo. São eles: Alisson, Ederson, Weverton, Thiago Silva, Marquinhos, Militão, Danilo, Alex Sandro, Casemiro, Fred, Fabinho, Bruno Guimarães, Paquetá, Neymar, Raphinha, Vinícius Júnior, Antony, Rodrygo, Gabriel Jesus e Richarlison.

São 20 atletas que corroboram a afirmação do treinador de que apenas seis vagas ainda o deixavam em dúvida nesta reta final de preparação.

Em busca do sexto caneco mundial, o Brasil terá pela frente na primeira fase Sérvia, Suíça e Camarões. A estreia pelo Grupo G, diante dos sérvios, será no dia 24 de novembro, às 16h (de Brasília), em Lusail.

Antes de desembarcar no Qatar, a delegação brasileira vai fazer uma escala em Turim, na Itália, onde será feita parte da preparação até a Copa do Mundo. O plantel brasileiro vai ficar no centro de treinamento da Juventus entre os dias 14 e 19 de novembro.

A chegada ao Qatar está prevista também para o dia 19, e o primeiro treino no país do Mundial será no dia 20, quatro dias antes da estreia.

Fonte: FolhaPress

Vídeo: Chuvas de até 105 milímetros atingem cidades do interior do RN, diz Emparn

Chuvas de até 105 milímetros foram registradas em cidades do interior do Rio Grande do Norte ao longo do domingo (6), segundo o monitoramento da Empresa de Pesquisa Agropecuária do Rio Grande do Norte (Emparn). As cidades com maior quantidade de água registrada ficam no Oeste potiguar.

Vídeos feitos por moradores mostram como ficaram as cidades durante e após as chuvas. Veja acima.

O maior acúmulo registrado entre às 7h de domingo (6) e 7h desta segunda-feira (7) foi em Severiano Melo, no Alto Oeste, onde o pluviômetro marcou 105 mm.

Na região, o município foi seguido por Almino Afonso (73 mm), Luís Gomes (68.4 mm), Venha Ver (59.6 mm), José da Penha (57 mm), entre outras 17 cidades, segundo a Emparn.

Pau dos Ferros também teve chuva, mas não estava na listagem da empresa até a última atualização desta matéria. Outras cidades com fortes chuvas, mas que não tiveram a quantidade computada até por volta das 8h foram Assú, Itau e Upanema.

Alagamento provocado pela chuva neste domingo (6) em Assú, RN — Foto: Reprodução

Na região Central, também foram registradas chuvas acima de 30 milímetros em pelo menos três cidades: Serra Negra do Norte (48 mm), Timbaúba dos Batistas (40.6 mm) e Santana do Seridó (35.2 mm).

Fonte: G1 RN

Polícia Civil prende quatro suspeitos de envolvimento em vários crimes no RN.

Policiais civis da 20ª Delegacia de Polícia (DP de Macaíba) deflagraram, na manhã desta quinta-feira (03), operação visando combater a atuação de criminosos estabelecidos nos bairros de Bela Vista, Bela Parnamirim e Passagem de Areia, que limitam os municípios de Macaíba e Parnamirim.

Durante a ação, quatro suspeitos foram presos em flagrante. Na primeira abordagem, realizada no bairro de Bela Vista, os policiais conseguiram flagrar Júlio César da Silva Siqueira, 30 anos, Anderson Alencar Lopes, vulgo “Andinho”, 25 anos, e Diego Carlos Lino da Silva, 31 anos – os dois primeiros monitorados por tornozeleira –, realizando o desmonte de um veículo roubado na noite anterior, no município de Parnamirim, bem como a adulteração de duas motonetas. No imóvel em que o trio atuava, foram encontrados, ainda, porção de maconha e diversos acessórios de aparelhos celulares, tendo eles sido autuados pelos crimes de tráfico de drogas, associação criminosa, receptação e crime ambiental. As investigações demonstraram que Júlio César cumpre pena por tráfico de drogas, enquanto Anderson é réu em duas ações penais, acusado da prática do crime de roubo majorado.

Em seguida, no mesmo bairro, a equipe abordou e prendeu em flagrante, pelo crime de posse irregular de arma de fogo, José Rodrigues Barbosa dos Santos, 23 anos, suspeito de guardar e repassar armas de fogo utilizadas por criminosos em ações ilícitas. Em sua residência, foram apreendidas duas armas de fogo de fabricação caseira, além de munição e alguns cartuchos usados.

Após as prisões, os suspeitos foram encaminhados ao sistema prisional, onde permanecerão à disposição da Justiça. A Polícia Civil solicita que a população continue enviando informações, de forma anônima, por meio do Disque 181.

Fonte: blog do João marcolino

Um tico de história

Hoje vou novamente de Supremo Tribunal Federal, persistindo num tema que abordei outro dia: o fato de ser o STF, ao mesmo tempo, corte constitucional e tribunal supremo.

Mesmo que haja uma razão histórica para essa conformação híbrida do STF – o seu modelo é a U.S. Supreme Court que, como a mais alta instância judicial estadunidense, detém múltiplas competências, entre elas a de fazer cumprir aquilo que está na Constituição do país –, a questão a ser respondida é: deveria o STF ser/tornar-se apenas uma Corte Constitucional,atribuindo-se as suas atuais competências de Corte Suprema (tipo a matéria penal e boa parte da sua carga recursal) para um outro Tribunal, provavelmente o Superior Tribunal de Justiça?

Vou agora registrar um tico da história das cortes constitucionais, para quem sabe possamos, progressivamente, tomar partido nesse dilema político-constitucional.

Para quem não sabe, uma Corte Constitucional é um órgão típico do denominado controle concentrado ou continental-europeu de constitucionalidade, que surge, segundo convencionado, na Áustria, em 1920, tendo por inspiração (mais como ponto de chegada do que de partida) o trabalho teórico do grande Hans Kelsen (1881-1973).

Como explica José Alfredo de Oliveira Baracho (no texto “As especificidades e os desafios democráticos do processo constitucional”, que consta do livro “Hermenêutica e jurisdição constitucional”, publicado pela Del Rey em 2001), com a inadaptação do modelo de controle americano/difuso à Europa,após a Primeira Guerra Mundial surgiram novas experiências através das tentativas e reflexões sobre o controle de constitucionalidade decorrente das novas constituições. A iniciativa de maior repercussão surge com a Constituição da Áustria de 1º de outubro de 1920, dos artigos 137 a 148. Inspirada por Hans Kelsen criou-se uma Alta Corte Constitucional, cuja competência era o controle da constitucionalidade das leis. Essa experiência, assentada nas teses de Kelsen, não ficou isolada. A Checoslováquia, com a Constituição de 1920, adotou uma instituição comparável àquela que surgiu na Áustria. (…)”. E por aí vai.

A ideia de uma Corte Constitucional é, já afirmava Dominique Rousseau (em “La justice constitutionnelle en Europe”, Montchretien, 1998), um produto das grandes mudanças que o século passado trouxe na história e na política:O século XIX foi o dos Parlamentos, o XX é o século da justiça constitucional, como costuma dizer o professor Mauro Cappelletti. É verdade: que o estabelecimento de uma corte constitucional é, depois de 1945, um elemento obrigatório em todas as constituições modernas com o mesmo status das assembleias parlamentares, de um governo e de um chefe de Estado; que os países que descobrem a democracia, Portugal em 1974, Espanha em 1975, a Polônia, Croácia, Eslovênia, Eslováquia, República Checa, Hungria, Bulgária, Romênia em 1990, apressam-se em inscrever, em suas novas constituições, o controle de constitucionalidade das leis; que os países hostis por tradição política a toda forma de controle jurisdicional das leis descobrem, como a França em 1958 e, sobretudo, em 1971, o ‘charme’ misterioso da esfinge que está afixada sobre a porta de entrada do Conselho Constitucional. E, na Europa, não resta mais que o Reino Unido, os Países Baixos e, em certa medida, os Estados Escandinavos a não terem sucumbido à justiça constitucional.

No modelo europeu clássico, tem-se um tribunal específico (diferentemente do modelo americano/difuso), assim vocacionado, a tal Corte/Tribunal Constitucional, competente para apreciar, de modo concentrado, direto e em abstrato (às vezes, em concreto), a constitucionalidade das leis (entendida aqui em sentido lato, para abarcar outros atos normativos). E, segundo consta, essa sacada foi ou é adotada, com maior ou menor variação na formatação, em países como: Brasil, Áustria, Itália, antiga Alemanha Ocidental, Alemanha Unificada, Chipre, Turquia, Peru, antiga Iugoslávia, antiga Tchecoslováquia, Portugal e Espanha.

Confesso que, para mim, o dilema ainda persiste: mesmo mantido concomitantemente controle difuso (não se quer nem se deve acabar com este, é crucial ficar claro), será que devemos pôr o nosso STF cuidando (direta e indiretamente) de controlede constitucionalidade? Bom, quem sabe não chegamos a uma resposta com mais algumas histórias? Quem sabe?

Marcelo Alves Dias de Souza
Procurador Regional da República

Doutor em Direito (PhD in Law) pelo King’s College London –KCL

Entenda o papel do TCU no governo de transição


O TCU (Tribunal de Contas da União) criou um comitê para acompanhar o processo de transição de governo, que teve início oficialmente na 5ª feira (3.nov.2022).

O grupo terá como objetivo avaliar a transição governamental sob os aspectos administrativos, operacionais, orçamentários e financeiros. Eis a ordem de serviço (97 KB) que estabeleceu o acompanhamento do TCU.

O comitê será coordenado pelo presidente em exercício do TCU, Bruno Dantas, e também terá a participação dos ministros:

  • Vital do Rego, relator das contas do 1º ano do 3º mandato do presidente eleito de Luiz Inácio Lula da Silva;
  • Jorge Oliveira, relator das contas de Jair Bolsonaro em 2022; e
  • Antônio Anastasia, relator do processo de acompanhamento.

Por lei, o responsável do atual governo que ficará escalado para dar acesso às informações solicitadas pelo governo do presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva será o secretário-executivo da Casa Civil, Jônathas Assunção.

A transição se baseia na troca de informações. O objetivo é seguir, velar para que as informações fluam de maneira oportuna e no tempo adequado”, disse Anastasia na 1ª reunião entre o atual governo e os ministros do TCU, realizada na 5ª feira (3.nov).

Essa é a 1ª vez que o Tribunal de Contas fiscaliza uma transição de governo. Não há uma lei que determine que o TCU acompanhe esse processo. Eis as funções determinadas pela Constituição (22 KB).

Para o advogado André Rosilho, coordenador do Observatório do TCU da FGV Direito SP, o principal motivo para a participação do Tribunal no processo de transição se deve ao período conturbado que foram as eleições.

O ponto, no caso, me parece ser político, e não jurídico. Eleição conturbada, dividida. TCU se apresenta como ‘território neutro’ em que os lados podem se encontrar para diálogo. Esse espaço não poderia ser o Judiciário porque o STF e seus integrantes estiveram muito envolvidos no processo eleitoral, direta ou indiretamente. TCU parece usar esse momento também para aparar arestas”, disse.

Fonte: poder 360

Forças armadas devem apresentar resultado da auditoria das eleições 2022 na segunda (7), diz site

Créditos: Ministério da defesa

Apesar de ter dito ao Supremo que “acabou”, Jair Bolsonaro não desistiu de contestar o resultado das urnas e espera a entrega do relatório de auditoria do Ministério da Defesa, na segunda-feira 7, para retornar à pauta. Fontes militares disseram a O Antagonista que o documento levantará várias questões com potencial para realimentar a tese bolsonarista de fraude.

Nos grupos de apoiadores, já circulam versões sobre uma ‘auditoria independente’ que será divulgada na Argentina, assim como um novo relatório das inserções de rádio e uma planilha com links para os Boletins de Urna de seções eleitorais onde Bolsonaro teve zero voto ou votação inexpressiva.

Para essas fontes, seria impossível o presidente não receber sequer 1 voto numa seção.

amarante

A divulgação desses dados coincide com nova articulação para uma greve geral, a partir da mesma segunda 7. Perfis de apoiadores no exterior já estão mobilizados na divulgação das iniciativas. Ontem, a deputada Carla Zambelli deixou o país alegando buscar nos EUA meios para “restaurar a liberdade de expressão no país”.

boletim de urna 1

Fonte: O antagonista

Câmara Municipal de Parnamirim realizará mais uma edição do Câmara Cultural

A Câmara de Parnamirim vai promover no dia 18 de Novembro, a partir das 17h, mais uma edição do Câmara Cultural. Caracterizada por valorizar os artistas locais, a iniciativa está em sua segunda edição neste ano.

Dessa vez, o projeto acontecerá no bairro Liberdade, na Rua Dom Pedro II. Entre as atrações, música ao vivo, feirinha de artesanato, parquinho e praça de alimentação.

Para o presidente da Câmara de Parnamirim, o vereador Wolney França, o Câmara Cultural marca o reconhecimento da Casa Legislativa aos artistas locais e também proporciona às comunidades de Parnamirim uma opção gratuita de lazer. “Nesta edição, levamos o Câmara Cultural para o bairro Liberdade, proporcionando mais uma opção de lazer para a nossa população, como também, a valorização dos nossos artistas”, disse.

Serviço:
Data: 18/11, às 17h
Local: Rua Dom Pedro II – bairro Liberdade

Senador Jean e Lula na conferência da ONU sobre clima

Senador Jean integra comitiva do Senado na conferência da ONU sobre clima.

O líder da Minoria, senador Jean Paul Prates (PT-RN), será um dos representantes da Comitiva do Senado na conferência sobre mudanças climáticas da ONU, a COP27, que ocorre entre os dias 6 e 18 de novembro, no Egito.

O parlamentar tem mais de 25 anos de trabalho nas áreas de petróleo, gás natural, biocombustíveis, energia renovável e recursos naturais. No Senado, ele é autor do projeto que cria o Marco Legal para a geração e exploração de energias renováveis no mar (offshore). No Congresso Nacional, preside a Frente Parlamentar de Recursos Naturais e Energia.

Também é autor do projeto (PL 1425/2022) que disciplina o armazenamento permanente de dióxido de carbono, promovendo a captura de CO₂ da natureza e contribuindo para a redução dos gases de efeito estufa.

Jean Paul Prates ressalta que o evento será uma ótima oportunidade para o país mostrar as pautas prioritárias do futuro governo do presidente Lula. “Imaginamos o Brasil como uma potência de energia renovável e gostaríamos de enfatizar que nossa principal prioridade é restaurar nossos compromissos anteriores de reduzir efetivamente o desmatamento”, destacou.

Jean ainda foi autor do projeto (PL 725/2022), conhecido como “Lei do Hidrogênio”, que incentiva e regula o uso do hidrogênio sustentável como fonte de energia no Brasil.

*Presidente Lula*

Na última terça-feira (01), o presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sissi, convidou o presidente eleito do Brasil, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), para participar da COP27, que contará com a presença de mais de 90 chefes de Estado e mais de 40 mil congressistas.

Durantes os 13 dias de evento, os participantes irão discutir seis temas principais: Transições Justas, Segurança Alimentar, Financiamento Inovador para Clima e Desenvolvimento, Investir no Futuro da Energia, Segurança Hídrica e Mudanças Climáticas e a Sustentabilidade de Comunidades Vulneráveis.

Casa Civil nomeia Alckmin e oficializa início da transição de governo

O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP), nomeou Geraldo Alckmin (PSB) para o cargo Especial de Transição Governamental. A nomeação foi publicada nesta sexta-feira (4) no Diário Oficial da União (DOU).

Ontem, os dois tiveram a primeira reunião para tratar do tema. Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a equipe de transição. Já Ciro comando os trabalhos em nome do governo Bolsonaro.

A legislação dá ao presidente eleito o direito de formar uma equipe de transição, com 50 cargos à disposição. Como mostramos, o PT pretende dividi-los da seguinte maneira: seriam 12 com perfil político e 38 de caráter mais técnico. Os segundos, porém, precisariam ter algum tipo de ligação histórica com o partido.

Fonte: O Antagonista

Ministro da Casa Civil nomeia Alckmin e oficializa início da transição do governo Bolsonaro para o governo Lula

A transição do governo Jair Bolsonaro(PL) para o governo do presidente eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), começou oficialmente na madrugada desta sexta-feira (4). O ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira, nomeou o vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), para o Cargo Especial de Transição Governamental.

A nomeação de Alckmin foi publicada na edição desta sexta do “Diário Oficial da União (DOU).

Nomeação de Geraldo Alckmin, vice-presidente eleito, para o Cargo Especial de Transição Governamental — Foto: Reprodução / DOU

Na quinta (3), Alckmin (PSB), encontrou-se, no Palácio do Planalto, com o ministro Ciro Nogueira, no que foi a primeira reunião para tratar da transição. Alckmin foi escolhido por Lula para coordenar a equipe de transição. Ciro, por sua vez, chefia os trabalhos pelo lado do governo Bolsonaro.

Alckmin se reúne com Ciro Nogueira no Planalto e diz que transição já começou

Alckmin se reúne com Ciro Nogueira no Planalto e diz que transição já começou

 

O vice-presidente eleito chegou ao Planalto acompanhado da presidente do PT, Gleisi Hoffmann, e do coordenador do plano de governo de Lula, Aloizio Mercadante. Alckmin disse que a conversa foi “bastante proveitosa” e reforçou, em mais de uma oportunidade durante entrevista, que a “transição já começou”.

De acordo com ele, a equipe da transição vai trabalhar no Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), em Brasília. “Amanhã [sexta-feira, 4], a Gleisi e o Mercadante vão lá fazer uma visita, e nós deveremos começar a partir de segunda-feira [7]”, disse Alckmin.

A legislação dá ao presidente eleito o direito de formar uma equipe de transição, com 50 cargos à disposição, para ter acesso aos dados da administração pública e preparar as primeiras medidas do novo governo.

O vice-presidente eleito não quis antecipar nomes que vão compor a equipe de transição. Disse, porém, que eles virão de partidos que compuseram a coligação de Lula nas eleições.

Alckmin afirmou que nomes do MDB e do PDT, que aderiram à candidatura de Lula no segundo turno, também devem fazer indicações para a equipe de transição. Ele não descartou a participação de nomes de partidos de centro.

“A partir de segunda-feira, depois da reunião com o presidente Lula, a gente começa a divulgar os nomes da transição”, declarou.

Bolsonaro não pretende se envolver diretamente na transição. Ele levou dois dias para se manifestar sobre o resultado da eleição, não parabenizou Lula e disse apenas que cumprirá a Constituição. Coube a Nogueira informar que o presidente o autorizou a seguir a lei e dar início ao processo de transição.

Geraldo Alckmin, ao lado de Gleisi Hoffmann e Aloizio Mercadante, após primeira reunião com Ciro Nogueira no Planalto. — Foto: Guilherme Mazui / g1

Equipe de transição

O PT e outros integrantes da coligação que venceu com Lula a eleição presidencial definiu o formato para a equipe de transição para o terceiro mandato do petista.

Gleisi Hoffmann, presidente do partido, e outros líderes de legendas aliadas definiram a divisão para os 50 nomes a que o futuro governo Lula tem direito para o grupo.

Serão 12 nomes políticos e 38 técnicos para a equipe de transição. A ideia é que cada um dos políticos coordene um grupo temático e os técnicos ficam vinculados a essas áreas.

Alguns nomes foram escolhidos pelos partidos e estão quase certos como integrantes da equipe. São eles:

  • José Luiz Penna (PV)
  • Jefferson Coriteac (Solidariedade)
  • Daniel Tourinho (Agir)
  • Wolney Queiroz (PDT)
  • Felipe Espírito Santo (Pros)

Orçamento

 

Mais cedo, Alckmin esteve no Congresso Nacional, onde se reuniu com o relator do Orçamento, Marcelo Castro (MDB-PI), e o senador eleito Wellington Dias (PT-PI) para discutir a adequação do Orçamento de 2023 a promessas de campanha de Lula.

Após o encontro, eles anunciaram que vão propor, aos presidentes da Câmara e do Senado, a aprovação de um projeto para retirar do teto de gastos as despesas com ações consideradas por eles como “inadiáveis” e para as quais não há recursos suficientes previstos para o ano que vem.

Dias foi escalado por Lula para coordenar a negociação em torno do Orçamento que pode ser aprovado ainda este ano por deputados e senadores.

Um levantamento do g1 mostra que a conta para cumprir as promessas de Lula gira em torno de R$ 175 bilhões que precisarão ser contemplados na peça orçamentária.

Após a reunião no Senado, o relator do Orçamento de 2023, Marcelo Castro (MDB-PI), e Alckmin anunciaram que vão propor, aos presidentes da Câmara e do Senado, a aprovação de uma proposta para retirar do teto de gastos as despesas com ações consideradas por eles como “inadiáveis” e para as quais não há recursos suficientes previstos para o ano que vem.

A medida serviria para, entre outras finalidades, garantir o Auxílio Brasil de R$ 600 em 2023. A manutenção do benefício nesse valor foi uma das promessas de Lula durante a campanha eleitoral.

Fonte: G1

Brasil imaginário: encontro marcado

O vento é o mesmo. Mas a resposta é diferente em cada folha. Aprendi com as Primaveras a me deixar cortar para poder voltar sempre inteira.
– Cecília Meireles, poema “Desenho”

Nas minhas andanças pelo país, desde 2015, para acusar e enfrentar o projeto de poder da triste, e hoje desmoralizada, República de Curitiba, sempre ressaltei que aquele grupo de baixíssima densidade intelectual estava gestando o fascismo bolsonarista. Ao final, infelizmente, esse tumor foi vitorioso e, por 4 anos, o Brasil viveu o caos com a desestruturação de todas as conquistas humanistas e civilizatórias. A eleição do Lula nos dá uma oportunidade histórica de resgatar nossa nação.

Gosto de chamar a reflexão para uma análise detida da nossa realidade, até para pontuar o que deve ser fundamental neste momento de voltar à estabilidade democrática. Com uma mentira histórica, de que o Brasil é um país de um povo cordial, nós vimos a bestialidade e a vulgaridade ocuparem quase todos os espaços e presenciamos uma política de terra arrasada na cultura, nas artes, na saúde, na educação e na economia, com a instalação de ideias obscurantistas como projeto de governo e de dominação. Nossos erros e enganos acumularam-se na história brasileira.

Na redemocratização, foi assim. A sociedade aceitou uma transição sem a necessária responsabilização dos militares que mataram e torturaram. Em nome de um Brasil imaginário, nós aceitamos continuar a conviver democraticamente com quem apunhalou o país pelas costas. Alimentamos o monstro e não vimos o óbvio:  quem tortura não tem hipótese de ser perdoado. O germe do fascismo que dividiu o Brasil e pariu o ser escatológico que ainda preside o Brasil foi gestado no erro brutal de não nos levarmos a sério, considerando que eles aprenderão com os erros.

Agora é hora de olharmos o país com os olhos da responsabilidade e do compromisso com o Brasil que está dividido, perplexo e violento. É necessário, dentro da mais absoluta transparência, e seguindo as regras constitucionais, que possamos atribuir culpa aos motivadores desse caos institucional. O povo brasileiro deu o aval para que voltemos a viver em um Estado democrático de direito, mas não nos deu carta branca para apagar as chagas que esse grupo aflorou país afora.

Se repetirmos os mesmos erros, embalaremos esse projeto agora derrotado. Ser justo e correto é aprofundar e responsabilizar toda a corja que se lambuzou à custa de um Brasil deitado em berço esplêndido.

Gosto de lembrar que o fascismo é insidioso. E falo da necessidade de olhar e aprender com as coisas simples, até da natureza: a noite não cai de repente, às 3 horas da tarde. Seria um espanto, e um susto enorme, se, no meio do dia, abruptamente, a noite chegasse envolvendo a todos com o véu denso da escuridão. Se, em um átimo, a luz do sol fosse tragada pelo mistério da noite. A natureza é sábia. Antes de escurecer, o dia vai se despedindo e as cores vão se revezando no céu, até que nos acostumemos com a chegada inevitável da falta de luz. Ou com a mágica troca da luz do sol com o mistério das luzes da lua e das estrelas. E até nos sentimos abrigados e acolhidos com o charme da noite.

Tudo nos remete ao Fernando Pessoa, na pessoa de Caeiro:

Sei ter o pasmo essencial
Que tem uma criança se, ao nascer,
Reparasse que nascera deveras…
Sinto-me nascido a cada momento
Para a eterna novidade do Mundo…

Mas é bom sabermos que assim também age o fascismo. Ele vai tirando, aos poucos, as nossas liberdades. Afasta nossos sonhos de igualdade, inocula o germe da violência, propaga o ódio e aproveita da tal cordialidade brasileira para, aos poucos, ir destruindo todos os valores democráticos e solidários. Até mesmo as nossas cores e a bandeira eles ousaram usurpar. De maneira lenta e pensada, o Brasil foi sendo tomado por uma política de idiotização para criar os espaços a serem ocupados pela barbárie, como se fosse o natural.

É interessante notar que o mundo inteiro acompanhou, perplexo, essa dominação vulgar. Poucas horas após nossa vitória, o mundo civilizado tratou de abraçar o país de maneira carinhosa e envolvente. Todos os chefes de Estado com compromisso democrático deixaram claro a alegria de ter o Brasil de volta. O simples retorno do Lula resgatou a dignidade usurpada pela vulgaridade fascista.

E foi muito significativa a demora do atual presidente em reconhecer a derrota. Entendo até que o medo cegue e cause uma enorme ansiedade, pois eles sabem o que fizeram com nosso país. E têm razão de ter medo.

Vamos fazer o Brasil voltar a ter o respeito internacional, vamos cuidar da pobreza e vamos, outra vez, eliminar a fome que assola 33 milhões de brasileiros. Mas vamos, também, responsabilizar esses facínoras, pois, senão, outra vez, de maneira sibilina, esses seres teratológicos voltarão. Eles já mostraram que conseguiram dividir o país e nós temos o compromisso de devolvê-los à sarjeta.

Dentro das normas constitucionais, com o mais amplo respeito a todas as garantias e com o devido processo legal, vamos passar o Brasil a limpo. O povo brasileiro precisa disso. Não podemos deixar o fascismo voltar.

Com a homenagem do velho Mário Quintana, “Todos esses que aí estão atravancando meu caminho, eles passarão… eu passarinho!

Fonte: poder 360

Tiros, correria e um morto durante atentado no Nova Betânia, em Mossoró


Um crime de homicídio foi registrado na noite desta quinta-feira (3), ao lado do campo de futebol Society “La Bombonera”, na Avenida João da Escóssia próximo ao Maxxi Atacado, no bairro Nova Betânia, em Mossoró.

Segundo informações, homens armados chegaram ao local e efetuaram aproximadamente 15 disparos. Uma pessoa tombou sem vida e outras duas pessoas teriam sido baleadas e socorridas para o Hospital.

Durante o atentado houve tumulto e correria no local. Moradores de prédios vizinhos também relataram a quantidade de tiros.

A Polícia Militar está no local isolando a cena do crime para os trabalhos de perícia e investigação por parte da Polícia Civil e do ITEP.

Fonte: blog do Ismael Sousa

Relator do Orçamento e Alckmin defendem “PEC de Transição” para garantir auxílio de R$ 600


O vice-presidente eleito, Geraldo Alckmin (PSB), e o senador Marcelo Castro (MDB-PI), relator-geral do Orçamento de 2023, afirmaram nesta quinta-feira (3) que o novo governo de Luiz Inácio Lula da Silva (PT)negociará com o Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para garantir o pagamento do Bolsa Família no valor de R$ 600 no próximo ano.

“Chegamos a um acordo: não cabe no orçamento atual as demandas que precisamos atender. Então, de comum acordo, decidimos levar aos líderes partidários, aos presidentes da Câmara e do Senado a ideia de aprovarmos uma PEC em caráter emergencial, excepcionalizando do teto de gastos despesas que são inadiáveis”, afirmou Marcelo Castro.

“Nós vamos procurar o presidente da Comissão Mista de Orçamento, deputado Celso Sabino (União Brasil-PA) e depois vamos conversar com os presidentes da Câmara [Arthur Lira (PP-AL) e do Senado [Rodrigo Pacheco (PSD-MG)]“, disse Geraldo Alckmin.

Questionado se a PEC liberaria do teto de gastos o valor de R$ 200 milhões, Alckmin afirmou que “não se discutiu nenhum valor”. Ele concluiu ressaltando que a reunião “foi muito proveitosa” e que “tudo tem que ser muito rápido”.

Essa é a primeira ida de Alckmin a Brasília desde o segundo turno da eleição, realizado no domingo (30). A reunião também teve a participação do senador eleito Wellington Dias (PT-PI), designado por Lula para tratar sobre o tema, e o coordenador do programa de governo do petista, Aloizio Mercadante, e da presidente do PT, Gleisi Hoffmann.

Aliados do presidente eleito, o ex-ministro Aloizio Mercadante, os senadores Paulo Rocha (PT-PA), Jean Paul Prates (PT-RN), Fabiano Contarato (PT-ES) e os deputados Reginaldo Lopes (PT-MG), Enio Verri (PT-PR), Rui Falcão (PT-SP) e Paulo Pimenta (PT-RS) também estiveram no encontro com Castro.

Geraldo Alckmin e Gleisi Hoffmann ainda devem se encontrar nesta quinta com o ministro da Casa Civil, Ciro Nogueira (PP-PI), às 14h, e com o presidente do Tribunal de Contas da União (TCU), ministro Bruno Dantas, às 15h.

Investimentos

Em entrevista coletiva após a reunião, o senador Marcelo Castro afirmou que uma das prioridades do orçamento seria repor a verba para a parte de infraestrutura e obras públicas.

“O orçamento do DNIT (Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes) é de R$ 6,7 bilhões, isso é insuficiente até para manutenção da malha rodoviárias. Em governos passados, o orçamento chegou R$ 15 bilhões de investimentos, e quase dez anos depois, estamos diminuindo em termos nominais.”, afirmou o senador.

Os interlocutores e participantes da reunião afirmaram que além da manutenção do Auxilio Brasil e o aumento real do salário mínimo, a ideia era repor os cortes orçamentários promovidos no PLOA (Projeto de Lei Orçamentária Anual) de 2023 enviado pelo atual governo.

Foram citados os orçamentos da Farmácia Popular, verbas para combate ao câncer, além de merendas e transporte escolar. Perguntados sobre a alteração do piso do Imposto de Renda para R$ 5 mil, afirmaram que a proposta não chegou a ser discutida.

*(Publicado por Lucas Schroeder, com informações de Daniel Reis, Elis Barreto, Giovanna Inoue e Rudá Moreira, em São Paulo e em Brasília)

Fonte: cnn