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Governo quer permitir que estados cortem gastos com servidores

São Paulo — O ministro da Economia, Paulo Guedes, quer enviar ao Congresso uma Proposta de Emenda à Constituição (PEC) para permitir que estados e municípios em grave situação fiscal possam acionar mais rapidamente mecanismos automáticos para cortar gastos e sair do quadro de dificuldade financeira.

A reforma administrativa, que também será enviada na próxima semana, deve permitir que as medidas propostas no texto para reformulação das carreiras possam ser adotadas pelos governos regionais.

As medidas podem favorecer estados com elevado endividamento e comprometimento da folha de pessoal a acelerarem as medidas de ajuste, como Goiás.

A ideia do ministro é criar a possibilidade de que seja decretado para essas situações o estado de “emergência fiscal” pelo Conselho Fiscal da República, órgão que será criado e terá representantes dos três poderes, como antecipou reportagem do jornal O Estado de S.Paulo em setembro.

Novo papel do TCU

O pacote vai permitir também que o Tribunal de Contas da União (TCU) possa estender suas decisões sobre limite de endividamento aos Tribunais de Contas Estaduais (TCEs). Hoje não há essa vinculação, isto é, o TCU não tem condão para atuar como um “tribunal dos tribunais”.

(Exame)

OABRJ denuncia à Corregedoria do TJ juíza de Iguaba Grande que mede saia de advogadas com régua

Quem diz qual é a medida da decência e do bom senso na hora de avaliar a vestimenta de uma mulher que vai ao fórum trabalhar? Pois a juíza diretora do Fórum de Iguaba Grande, Maíra Valéria Veiga de Oliveira, vem impedindo a entrada da advogada cuja roupa esteja mais de cinco centímetros acima do joelho, critério que não encontra qualquer respaldo legal. Para fazer valer o padrão arbitrário que instituiu, a magistrada afixou um aviso com uma foto de referência à entrada do tribunal e autorizou seguranças a medirem as roupas das advogadas com régua. Nesta quarta-feira, dia 23, a OABRJ, por meio da Comissão de Prerrogativas, protocolou uma representação disciplinar na Corregedoriado Tribunal de Justiça contra a magistrada.

No documento, a Ordem sustenta que a magistrada, ao descumprir deliberadamente a regra do Artigo 6º da Lei Federal 8906/94, falta com seu “dever funcional de cumprir e fazer cumprir, com independência, serenidade e exatidão, as disposições legais e os atos de ofício na forma do Artigo 35 da Lei Orgânica da Magistratura”.

O ato se dá após tentativas frustradas de diálogo da Seccional com a juíza. No ano passado, a presidente da OAB/Iguaba Grande, Margoth Cardoso, e toda a sua diretoria reuniram-se com Oliveira para tentar sustar o tratamento indigno dispensado às advogadas. Apresentaram as diversas queixas de colegas que se sentiram humilhadas, como a estagiária que precisou ter seu casaco costurado à barra de sua saia para conseguir transitar no fórum e a colega que precisou curvar os joelhos para cobrir os joelhos e passar na portaria, por exemplo.  Mas a juíza manteve-se irredutível.

Cartaz na entrada no fórum expõe regras sobre a vestimenta das advogadas / Foto: Arquivo

Cartaz na entrada no fórum expõe regras sobre a vestimenta das advogadas / Foto: Arquivo

No início de outubro, a Diretoria de Mulheres elegeu a comarca para realizar a primeira edição da Blitz da Diretoria de Mulheres, que verifica o cumprimento das prerrogativas da advogada nos fóruns do estado. Com vestidos acima dos joelhos, a diretora de Mulheres, Marisa Gaudio; a vice-diretora de Mulheres, Valéria Pinheiro; a presidente da Subseção de Iguaba, Margoth Cardoso; a vice-presidente da OAB Mulher, Rebeca Servaes; e a coordenadora de Prerrogativas da Mulher Advogada, Fernanda Mata, foram ao Fórum de Iguaba sem avisar para testar a recepção.

Servaes foi barrada e o grupo exigiu falar com a direção. A juíza as abordou com rispidez, acompanhada por policiais, e, ao defender sua posição, chamou as advogadas que frequentam o fórum de “piriguetes”. Mas comprometeu-se a refletir sobre o assunto e consultar o Tribunal de Justiça sobre a viabilidade de ela revogar a regra. Prometeu comunicar à Ordem. A resposta nunca veio.

“Muitas advogadas têm medo de denunciar, pois precisam fazer uma confusão para conseguir entrar e quem fará a audiência delas é a própria juíza”, afirma Gaudio. “De acordo com a lógica da magistrada, quando uma mulher usa vestido curto, tira o foco dos homens das audiências. As mulheres, então, teriam que se vestir com  roupas adequadas, caso contrário seria falta de compostura”.

Para a presidente da OAB/Iguaba, “essa determinação soa como machista e espanta que venha de uma mulher”. “A responsabilidade pelo que os funcionários fazem com as advogadas é da juíza”, diz Margoth.

“O que está acontecendo com as colegas no Fórum de Iguaba Grande é um verdadeiro absurdo. Quem desconhece a determinação é barrada e perde audiência, prejudicando seu cliente”, ressalta Fernanda Mata.

(OABRJ)

Treta no PSL: Bolsonaro prometeu ordem no Brasil, mas nem militares e PMs seguram o caos do governo

 

O BRASIL PAROU PARA ACOMPANHAR uma grotesca briga pelo controle do PSL nessa semana. O baixo clero recém-empoderado pautou o país ao protagonizar uma disputa pelo controle do partido de aluguel que abrigou o bolsonarismo. Estão em jogo os R$ 350 milhões do fundo partidário do PSL para as eleições do ano que vem.

A treta foi feia, cheia de ataques, espionagens, grampos, ameaças e xingamentos entre os representantes da chamada nova política. O racha não se deu por divergências ideológicas ou programáticas, mas por grana e poder. Bem vindos à “nova era”.

A briga começou bem ao estilo bolsonarista de fazer política: com uma fofoquinha de rua, em frente ao Palácio. Um fã abordou Bolsonaro na rua e gravou um vídeo-selfie gritando “Bivar e Bolsonaro, juntos por uma nova Recife”. O presidente então pediu para o rapaz não divulgar o vídeo, porque o presidente do PSL, o deputado federal Luciano Bivar, estava “queimado pra caramba”. Três dias depois, coincidentemente — e acredita nessas coincidências de Sergio Moro quem quiser —, a Polícia Federal iniciou uma operação relâmpago contra Bivar, baixando em sua casa para cumprir uma busca e apreensão. Estava instaurada a crise no PSL, que rachou e ficou dividido entre duas alas: os bolsonaristas, que desejam continuar seguindo o presidente como o gado segue o berrante, e os bivaristas, que passaram a questionar a deslealdade de Bolsonaro e apoiar Bivar.

Os bolsonaristas passaram a cogitar publicamente uma mudança de partido, mas era só mais um conversa para gado dormir, já que a mudança resultaria na perda dos mandatos. O jogo de cena serviu apenas para forjar um conflito entre a velha e a nova política, e fazer parecer que os bolsonaristas estão insatisfeitos com a lama do PSL. Não estão. Tanto é verdade que o ministro do Turismo, que está mais envolvido no laranjal do PSL que o próprio Bivar, continua prestigiadíssimo no cargo. Tão prestigiado que não foi suspenso nem após ser acusado de ameaçar de assassinato a deputada do PSL que dedurou o esquema de laranjas. A única intenção de Bolsonaro e sua turma é pegar a chave do cofre do partido.

O presidente da República planejou um golpe contra o presidente do PSL. Um golpe ridículo, com traços de comédia-pastelão, mas que também utilizou táticas de milícia. Uma operação para substituir o líder do partido na Câmara, Delegado Waldir, pelo seu filho, Eduardo Bolsonaro, foi iniciada. O presidente passou a ligar para os correligionários, pressionando-os a assinar o requerimento que colocava o seu filhote no lugar do delegado.

O PSL tem 53 deputados. Para trocar o líder, é necessário ter apoio de mais da metade da bancada. Eduardo conseguiu juntar 27 assinaturas e chegou a dar entrevistas como líder do PSL. A Record, braço midiático do bolsonarismo, informou que o delegado já teria até limpado sua mesano gabinete da liderança. Logo em seguida, Waldir apareceu com uma lista com 32 assinaturas a favor da manutenção da sua liderança. A Secretaria-Geral da Câmara dos Deputados confirmou a vitória do delegado.

Juntando as duas listas, havia 59 assinaturas, seis a mais que a bancada inteira do partido. É que quatro deputados assinaram as duas listas. Difícil dizer se isso foi resultado de bagunça ou de picaretagem. No caso específico de Daniel Silveira, do Rio, não se pode dizer que foi picaretagem. Ele admitiu ter se inflitrado no grupo bivarista fingindo ser aliado para poder espioná-lo – tudo sob a orientação de Eduardo Bolsonaro e a conivência do presidente da República. O ex-policial militar assinou a lista de apoio a Waldir somente para os bivaristas não desconfiarem da sua crocodilagem. Não se poderia esperar nada diferente de Daniel Silveira, o pitboy que se destacou no cenário político nacional da forma mais asquerosa e covarde possível: destruindo a placa de uma vereadora assassinada pela milícia.

Silveira foi além: gravou conversas dos bivaristas e as levou ao Planalto para a apreciação do ex-capitão, que decidiu vazar tudo para a imprensa. Nos áudios, o delegado Waldir aparece aos palavrões, chamando Bolsonaro de “vagabundo” e ameaçando vazar um áudio dele que o “implodiria”. O deputado Felipe Francischini foi gravado dizendo que Bolsonaro foi quem “começou a fazer a putaria toda, falando que todo mundo é corrupto. (…) a gente foi tratado que nem cachorro desde que ele ganhou a eleição. Nunca atendeu a gente em porra nenhuma. (…) Só liga na hora que precisa de favor para foder com alguém.”

Esse palavreado varzeano é uma das características desse novo jeito de fazer política do PSL. Por mais que o Brasil já tenha vivido discussões políticas bastantes acaloradas, jamais se viu o decoro parlamentar ser pisoteado dessa maneira. O partido que se diz defensor dos valores tradicionais da família brasileira tornou o xingamento e o baixo calão um novo padrão de comportamento na política.

Não é de hoje. Os parlamentares do PSL nem haviam tomado posse, mas já protagonizavam uma série de barracos entre si. De lá pra cá, como em um reality show, toda semana temos uma briga nova com muita baixaria. Ainda durante as eleições, Alexandre Frota, que estava em campanha pelo PSL, chamou Joice, sua colega de partido, de “biscate” e “ratazana”. Semana passada, Carluxo – que nem é do PSL, mas age como se fosse dono do partido do papai – chamou o líder do partido no Senado, Major Olímpio, de “canalha” e “cadela no cio”. Essa semana, Joice fez insinuações sobre a sexualidade de Filipe Martins, assessor especial da presidência. Perceba que a violência verbal não aparece em casos isolados, mas faz parte da cultura do bolsonarismo. É a cultura do enfrentamento, dos ataques, da lacração, do bang bang, das milícias. É o reflexo do desprezo que os seus adeptos têm pela democracia.

Mas voltemos à briga entre bivaristas e bolsonaristas. Luciano Bivar se vingou de Bolsonaro destituindo Flávio e Eduardo do comando do partido no Rio e em São Paulo. A bolsonarista Bia Kicis também foi destituída do comando do PSL do Distrito Federal. Em pouco mais de 24 horas, Bolsonaro perdeu a liderança do partido na Câmara e o comando do partido nos três principais estados do país. O presidente decidiu então retirar Joice Hasselmann da liderança do governo da Câmara e colocou no lugar, vejam só, um emedebista da ala de Renan Calheiros, Romero Jucá e Eunício de Oliveira. Os caminhos da nova política nos leva a lugares inimagináveis.

O modo intimidador como o presidente da República tratou seus correligionários causou incômodo. Em um dos áudios vazados, a deputada Professora Dayane Pimentel disse que Bolsonaro fez uma proposta irrecusável aos parlamentares: “Assina, senão é meu inimigo”. Parece mais uma ação de chefe de milícia do que de presidente da República. Joice Hasselmann, a ex-líder do governo que votou contra a vontade do governo na escolha do líder do PSL, afirmou que o gabinete da presidência foi transformado em “instrumento de coação”. Bolsonaro usou o poder do cargo para coagir parlamentares a contribuírem com o seu golpe dentro do PSL.

Bolsonaro começou o governo com uma boa base de apoio que, aos poucos, foi perdendo com seu autoritarismo e deslealdade. É um presidente diferente de todos os outros, que renega a política, que não se preocupa em formar maioria para poder governar. O bolsonarismo está tentando implantar uma cultura miliciana na política brasileira, mas pode ser engolido por ela.

O PSL é a sigla que juntou outsiders reacionários com políticos veteranos do baixo clero que, malandramente, resolveram abraçar o discurso da antipolítica. Os ataques de Bolsonaro contra seu próprio partido, usando táticas de milícia virtual, é também um ataque à representatividade democrática. Há quem ainda não percebeu, mas o bolsonarismo é um projeto de destruição da democracia. Mas tudo leva a crer que o chimpanzé presidencial e os seus aliados, cada vez menos numerosos, se auto-implodirão antes de cumprir essa tarefa.

ANTES QUE VOCÊ SAIA… Quando Jair Bolsonaro foi eleito, sabíamos que seria preciso ampliar nossa cobertura, fazer reportagens ainda mais contundentes e financiar investigações mais profundas. Essa foi a missão que abraçamos com o objetivo de enfrentar esse período marcado por constantes ameaças à liberdade de imprensa e à democracia. Para isso, fizemos um chamado aos nossos leitores e a resposta foi imediata. Se você acompanha a cobertura do TIB, sabe o que conseguimos publicar graças à incrível generosidade de mais de 11 mil apoiadores. Sem a ajuda deles não teríamos investigado o governo ou exposto a corrupção do judiciário. Quantas práticas ilegais, injustas e violentas permaneceriam ocultas sem o trabalho dos nossos jornalistas? Este é um agradecimento à comunidade do Intercept Brasil e um convite para que você se junte a ela hoje. Seu apoio é muito importante neste momento crítico. Nós precisamos fazer ainda mais e prometemos não te decepcionar.
(The intercept Brasil)

Deputado do PSL diz “Tenho muita coisa para foder o parlamento inteir

O deputado Daniel Silveira, que gravou a reunião do PSL e que pode ter seu mandato cassado por causa disso, enviou uma mensagem a seus colegas de partido, dizendo que “tem muita coisa para foder o parlamento”.

O Globo reproduziu a mensagem completa:

“Alerto sobre a tentativa de pedir cassação de mandato. Garanto que não estão acostumados com alguém como eu. Tenho muita coisa para foder o parlamento inteiro. Eu vou bagunçar o coreto de todo mundo, vou sacudir o Brasil. Vamos alinhar ou vamos guerrear?”

(O ANTAGONISTA)

Taveira e Maurício negam aproximação

 

A matéria sobre o convite feito pelo prefeito Taveira ao ex-prefeito Maurício Marques, através de Naur Ferreira, caiu como uma bomba no meio político parnamirinense. E o primeiro a se pronunciar, foi o prefeito Taveira que entrou em contato com o blog e negou que tenha existido tal convite. Segue texto do prefeito.
“Amigo acho que você tá equivocado, nunca chamei Maurício pra conversa nenhuma, por isso peço ao amigo, se possível reveja a verdade.” O ex-prefeito Maurício Marques, também fez questão de falar e negou a existência de qualquer possibilidade de diálogo político com Taveira, mas confirmou que a reconciliação seria tudo que Taveira gostaria e confirmou que irá enfrentá-lo em 2020. Apesar da negativa dos dois políticos, fonte segura garante que existiu tal convite. Mesmo assim, o blog abra espaço para expor as versões dos dois pré-candidatos, sempre em busca do respeito dos leitores.

Bolsonaro rebate matéria sobre aumento de gastos do cartão corporativo

Jair Bolsonaro foi ao Twitter neste domingo rebater a matéria do Globo, repercutida  neste site, sobre o aumento de 24% nos gastos do cartão corporativo da Presidência da República.

“Os gastos com cartões incluem as despesas do Presidente e do Vice. Como Temer não tinha Vice, obviamente no meu governo os gastos são um pouco maiores”, afirmou.

Como publicamos, os gastos no cartão de Bolsonaro estão na mira da ala bivarista do PSL. Depois que o presidente defendeu que seja aberta a “caixa-preta” do partido, Delegado Waldir e outros parlamentares ligados a Luciano Bivar cobraram transparência em relação aos gastos do cartão.

(O ANTAGONISTA)

Convite negado. Taveira chama Maurício para conversar sobre sucessão em Parnamirim

O ex-prefeito Maurício Marques, através de grande um amigo, o ex-secretário de obras Naur Ferreira, recebeu um convite para conversar com o coronel Taveira. O homem forte das gestões de Maurício, Naur, tem uma filha casada com um filho de Taveira. O coronel queria essa reaproximação para tentar desestabilizar o grupo da oposição que vem se fortalecendo com as insatisfações do correligionários do prefeito. O número de insatisfeitos com a atual gestão cresce a cada dia, comenta-se que na câmara dos 16 vereadores da base governista, só ficarão com a reeleição de Taveira 9 parlamentares. Essa realidade foi comprovada com as últimas pesquisas eleitorais, contratadas para consumo interno, essas demonstraram uma grande insatisfação da população com a atual administração. Essa situação motivou o coronel a convidar o ex-prefeito Maurício Marques para retornar a base situacionista. A reposta ao convite foi curta e grossa: “Convite de última hora, eu só aceito para enterro e só retornarei a prefeitura em janeiro de 2021”. Resta saber se será como prefeito eleito ou aliado daquele que ocupará a cadeira no executivo parnamirinense para mais quatro.

Deputado diz que vai pedir ao PSL para suspender Eduardo Bolsonaro

O deputado Junior Bozzella (PSL-SP) informou que pedirá ao PSL para suspender o deputado Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) das funções partidárias.

Eduardo Bolsonaro é filho do presidente Jair Bolsonaro e está no centro da disputa pela liderança do partido na Câmara.

Enquanto a ala bolsonarista tenta assumir o posto, o grupo ligado ao presidente do partido, Luciano Bivar, quer manter o deputado Delegado Waldir (PSL-GO) na função.

“Vou entrar com uma representação no partido pedindo a suspensão das suas funções partidárias e também encaminhar processo no nosso Conselho de Ética. Ele [Eduardo] vem agredindo deputados e o próprio partido de forma injusta e irresponsável. Quanto antes suspender, melhor”, disse Bozzela.

Além da suspensão, aliados de Luciano Bivar também querem que Eduardo Bolsonaro seja retirado da presidência do partido em São Paulo, e o senador Flávio Bolsonaro (PSL-RJ), da presidência da legenda no Rio de Janeiro.

“O problema não é Jair Bolsonaro, o problema são os filhos, que atrapalham ele. Nós estamos há uma semana com o país parado por causa dos caprichos de um dos filhos, que quer ser tudo e não é nada e vive atacando integrantes do partido”, declarou Bozzela.

Ele se referiu à tentativa de Eduardo de assumir a liderança do PSL e ao fato de o presidente Jair Bolsonaro já ter dito que indicará o filho para a Embaixada do Brasil em Washington (EU).

(G1)

NOVA POLÍTICA? Com Bolsonaro, Presidência aumenta em 24% gastos com cartões

Os gastos com cartões de crédito da Presidência da República entre fevereiro e setembro deste ano aumentaram 24% em relação ao mesmo período do ano passado.

Segundo O Globo, a Secretaria de Administração do Palácio do Planalto desembolsou R$ 4,6 milhões com os cartões.

Em relação ao mesmo período de 2017, o aumento foi de 55%.

As compras para Jair Bolsonaro, vale lembrar, são sigilosas.

(O Antagonista)

Bolsa Família completa renda de 13,5 milhões de famílias em outubro

O ministério da Cidadania anunciou na tarde de ontem (18) que 13,5 milhões de famílias terão direito ao crédito do programa Bolsa Família no mês de outubro. Beneficiários do programa que estão em situação regular de cadastro têm até 90 dias para efetuar o saque.

O Bolsa Família é um programa de transferência direta de renda para as famílias registradas no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). A iniciativa é voltada para famílias pobres ou extremamente pobres, que ocupam uma faixa de renda mensal de até R$ 178 por pessoa.

As regras do programa exigem, ainda, que crianças de 0 a 7 anos estejam com o cartão de vacinação em dia. Para famílias com adolescentes, a frequência na escola também é um requisito. Pelo menos 85% de presença nos dias letivos para a faixa etária de 6 a 15 anos, e 75% para jovens de 16 a 17 anos.

13ª parcela

O presidente Jair Bolsonaro enviou ao Congresso uma medida provisória (MP) no dia 15 de outubro que prevê o pagamento de uma 13ª parcela do benefício – uma de suas plataformas de campanha em 2018 -. “Nós sabemos que pode ser até pouco para quem recebe, mas pelo que eles têm, é muito bem-vindo esse recurso”, relatou o presidente durante a assinatura da MP.

De acordo com o ministro da Cidadania, Osmar Terra, o benefício será fixo a partir do ano que vem, onde deverá ser previamente alocado na previsão do Orçamento.

É possível tirar dúvidas e se informar sobre o programa através do telefone 0800 707 2003, serviço mantido pelo ministério da Cidadania.

(Agência Brasil)

BRIGA ENTRE BOLSONARO E BIVAR, VAI SOBRAR PARA O PSL DO RN.

A capital Federal, Brasilia/DF, pega fogo entre as alas Bolsonarista x Bivaristas. Tudo isso por conta do comando de quase 800 milhões de reais, oriundos do fundo partidário e da quota do fundo eleitoral. O presidente Luciano Bivar se articulou e derrubou uma tentativa de destituir o líder bivarista na Câmara, delegado Waldir. Aqui no RN, o grupo do deputado federal General GIRÃO poderá ser destituído nos próximos dias,uma fonte me garantiu, a exemplo de outros estados que após a vitória do delegado Waldir, que continua no comando da liderança do PSL na Câmara, diretórios regionais leais a Bolsonaro já serão destituídos. A qualquer momento, teremos resultados práticos dessa confusão.

Em projeto-piloto, Enem 2020 será digital para 50 mil inscritos

O Inep (Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais) vai iniciar em 2020 a aplicação digital do Enem. A proposta, que será progressiva e tem previsão atingir a totalidade das provas em 2026, começará como um modelo-piloto com 50 mil participantes de 15 capitais.

Serão contempladas na primeira fase Belo Horizonte, Belém, Brasília, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Florianópolis, Goiânia, João Pessoa, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio de Janeiro, Salvador e São Paulo. Nessas cidades, candidatos poderão optar, no ato da inscrição, pela prova tradicional ou pela digital.

O governo pretende oferecer várias datas para a realização do exame feito pelo computador, mediante o agendamento prévio do candidato. A prova em papel continuará a ser aplicada em dois domingos. Em 2020, elas acontecerão nos dias 11 e 18 de outubro. Os resultados dos dois modelos de provas serão divulgados em conjunto.

No primeiro ano de aplicação de provas digitais, ainda haverá um terceiro exame, chamado de reaplicação.

Ele será destinado a candidatos que foram prejudicados por algum problema de infraestrutura ou de logística durante a prova com uso do computador. Nesse caso, a reaplicação será feita no modelo em papel.

Até 2025 haverá em todos os anos a opção pela prova impressa. O número de aplicações dos testes digitais deve aumentar gradualmente. Para 2021, por exemplo, são previstas pelo menos quatro datas para o exame.

A mudança de modelo é significativa para um país com exclusão digital. Ela havia sido prevista por outras gestões, mas nunca avançou.

O presidente do Inep, Alexandre Lopes, disse à Folha acreditar que a mudança vai ajudar a induzir o processo de inclusão.

“Quando coloca o Enem digital em 2026, cria essa pressão positiva com relação ao poder público municipal, estadual e federal. Você [governante] tem que providenciar a seus alunos os meios para que ele possa concorrer no Enem digital daqui seis, sete anos. Essa preocupação vai chegar na redes, mas também na própria sociedade para que as pessoas corram atrás”, diz.

Para Lopes, o novo formato reduzirá desigualdades de oportunidades ao permitir que alunos de locais mais distantes façam mais de uma vez a prova sem necessidade de longos deslocamentos.

O entendimento dentro do Ministério da Educação é que, no meio digital, há também a possibilidade de uso de questões em outros formatos, com vídeos e até games.

Outra justificativa do governo para a mudança do modelo de aplicação do exame é a economia com a impressão —mais de 10,2 milhões de provas serão impressas para a edição de 2019, com custos que ultrapassam os R$ 5 milhões.

Mas, além do desafio da exclusão digital, o maior entrave para ter um Enem aplicado em mais de uma data sempre foi o reduzido número de questões disponíveis para dar conta de várias edições. Desde 2009, o exame passou a ser elaborado com base na TRI (Teoria de Resposta ao Item), modelo que permite a formulação de provas com perguntas diferentes mas dificuldade similar.

Sem garantir o mesmo grau de dificuldade, é impossível permitir que pessoas façam provas diferentes, em datas diversas, e continuem a disputar uma vaga em uma universidade em grau de igualdade.

Para chegar a isso, os itens do Enem precisam passar por um pré-teste —um conjunto de pessoas responde às questões antes de elas serem usadas na prova.

É com o resultado dessa avaliação preliminar que os técnicos do Inep conseguem medir vários atributos do item, como grau de dificuldade e chance de acerto no chute. Dessa forma, elaborar questões para o

Enem é um processo complexo, razoavelmente demorado e que envolve custos.

O presidente do Inep diz que o órgão já está em um “processo exponencial de criação de itens”, apesar de não revelar a quantidade dos que foram produzidos até agora. Também não há informações sobre o tamanho atual do Banco de Itens, dados que também eram considerados reservados em gestões passadas.

A escassez de questões já provocou uma crise no Enem. Na edição de 2011, o exame trouxe um conjunto de 14 perguntas idênticas às exigidas em um simulado de uma escola de Fortaleza. Descobriu-se que elas haviam sido roubadas do pré-teste realizado na escola no fim do ano anterior.

A repetição de tantas questões no Enem de um mesmo pré-teste revelou a precariedade do banco até aquele momento.

(Folhapress)

Justiça deixa prescrever processo contra Edir Macedo já pronto para julgamento

A lentidão da Justiça resultou na prescrição do processo criminal contra o líder da Igreja Universal do Reino de Deus, Edir Macedo, 74, e o Bispo João Batista, 75, ambos acusados de lavagem de dinheiro e outros delitos.

Segundo o Ministério Público Federal, a ação penal completou oito anos sem julgamento em setembro, e assim se esgotou o prazo legal para aplicar eventuais penas a Edir Macedo e ao Bispo João Batista, que é vereador pelo Republicanos em São Bernardo do Campo, na Grande São Paulo.

Edir Macedo foi inicialmente denunciado sob a acusação de quatro crimes: lavagem de dinheiro (atingido pela prescrição no mês passado), evasão de divisas, associação criminosa e falsidade ideológica. Todos esses delitos agora estão prescritos.

Em nota, a Igreja Universal do Reino de Deus afirmou que as acusações na ação penal “são completamente equivocadas, além de quase idênticas a outras que deram origem a processos e inquéritos já julgados e arquivados”.

O processo, na 2ª Vara Criminal Federal em São Paulo, já havia superado no ano passado a etapa de alegações finais das partes e, desde então, estava pronto para receber sentença. Mas até hoje aguarda uma decisão.

O crime de lavagem de dinheiro tem pena máxima de 10 anos de prisão e prazo prescricional de 16 anos. Porém os dois réus são beneficiados pela regra do Código Penal que reduz pela metade a contagem da prescrição para os acusados com mais de 70 anos de idade —de 8 anos, então, no caso deles.

Já os crimes de evasão de divisas e associação criminosa tiveram as prescrições decretadas no ano passado pela vara federal, que tem como titular a juíza Silvia Maria Rocha. O de falsidade ideológica teve a prescrição reconhecida logo no início do processo.

De acordo com o procurador da República Sílvio Luís de Oliveira, responsável pelo processo, quando  ocorrer o julgamento e se houver condenações, a execução das penas somente poderá ser determinada  em relação aos outros dois réus na causa, o ex-bispo Paulo Roberto Gomes da Conceição e a executiva Alba Maria Silva da Costa, em razão das prescrições.

Quanto ao suposto crime de lavagem de dinheiro, em suas alegações finais no ano passado o procurador pediu a absolvição de Macedo e do Bispo João Batista.

A mudança na orientação da Procuradoria ocorreu porque, ao analisar a denúncia, em 2011, o juiz Marcelo Costenaro Cavali, que substituía Rocha, discordou da acusação do procurador de que a origem da lavagem de capitais tinha sido um estelionato contra fiéis da igreja.

O juiz entendeu que a lavagem de dinheiro tinha sido precedida por evasão de capitais e determinou que o processo seguisse sob essa linha de acusação.

Porém, nas alegações finais, o procurador disse que não havia provas suficientes para demonstrar a lavagem de capitais antecedida por evasão de divisas —e então pediu as absolvições.

O requerimento do procurador, todavia, não obrigou a juíza a seguir a orientação do Ministério Público, e a magistrada poderia condenar ou absolver Macedo e Bispo João Batista de acordo com seu entendimento sobre os aspectos técnicos da causa.

CAMINHO DO PROCESSO

O processo começou em setembro de 2011, após a denúncia criminal da Procuradoria relatar que dirigentes da Universal adotaram estratégias para usar o dinheiro doado por fiéis em operações financeiras fraudulentas e, assim, comprar emissoras de TV e rádio e bens.

De acordo com o procurador, o esquema utilizou empresas offshore sediadas em paraísos fiscais e contas bancárias no exterior. A acusação apresentou um histórico das operações financeiras atribuídas a dirigentes da Universal desde o começo de década de 1990.

As transferências de dinheiro vivo também ocorreram entre porta-malas de carros, nos estacionamentos de templos da Universal ou entre cofres alugados em uma mesma instituição financeira, de acordo com os depoentes.

Os doleiros a serviço dos réus também encaminharam valores para contas controladas por pessoas ligadas à Universal em cinco bancos nos Estados Unidos, segundo a acusação.

O dinheiro voltou ao Brasil por meio de empréstimos realizados pelas offshores em favor de pessoas ligadas à Universal, que atuavam como laranjas, e os recursos foram usados para comprar participações em emissoras de rádio e TV e bens, de acordo com a denúncia.

Segundo o Ministério Público, dados oficiais fornecidos pela Receita Federal mostram que a Universal arrecadou mais de R$ 5 bilhões de 2003 a 2006.

Em junho de 2005, quando era deputado federal e presidente da Universal, o Bispo João Batista foi abordado pela polícia no aeroporto de Brasília com malas de dinheiro que abrigavam cerca de R$ 10 milhões em espécie.

Os valores foram apreendidos e no dia seguinte o Bispo João Batista, que era filiado ao PFL, atual DEM, foi expulso do partido. Ele e a Universal alegaram à época que o dinheiro era proveniente de doações de fiéis.

OUTRO LADO

A juíza Silvia Maria Rocha afirmou, por e-mail, que o processo relativo aos bispos da Universal “teve problemas graves desde o início quando outro juiz de primeira instância, a quem não me cabe declinar o nome, rejeitou significativa e parte importante da denúncia, onde estavam descritas grande parte das condutas delituosas imputadas a esse réu”.

(FOLHAPRESS)

Gilmar Mendes suspende medida de Bolsonaro que dispensava publicação de atos públicos em jornais

O ministro Gilmar Mendes, do STF (Supremo Tribunal Federal), suspendeu a eficácia imediata da medida provisória que dispensava prefeituras, governos estaduais e o governo federal de publicar atos administrativos em jornais de grande circulação.

Ele determinou que a MP 892/2019, editada pelo presidente Jair Bolsonaro, não gere efeitos até que seja analisada pelo Congresso Nacional.

O magistrado afirmou no despacho que a MP pode causar “grave e irreparável dano” aos jornais de grande circulação, “especialmente na esfera municipal”.

Informações da Associação Nacional de Jornais demonstrariam, segundo escreveu, a urgência na concessão da medida.

“Em curto espaço de tempo, e antes mesmo da confirmação da Medida Provisória pelo Congresso, os efeitos de sua edição estão, supostamente, afetando a imprensa, especialmente nos municípios, levando ao fechamento ou diminuição de circulação, afetando a própria liberdade de imprensa, bem tão caro à democracia”, escreveu ele.

ação foi apresentada ao STF pela Rede Sustentabilidade. Nela, o partido argumentou que Bolsonaro objetiva, com a MP, “desestabilizar uma imprensa livre e impedir a manutenção de critérios basilares de transparência e ampla participação no âmbito das licitações”.

A Rede relacionou ainda “diversas situações” em que o presidente “dirigiu ataques a Grupos de Comunicação, como Grupo Globo e o programa Jornal Nacional, demonstrando seu descontentamento com a imprensa”.

​A legenda afirma ainda que, no dia em que a MP foi publicada, o presidente teria dito: “Eu espero que o [jornal] Valor Econômico sobreviva à medida provisória”.

(MÔNICA BERGAMO)

DEM articula fusão com ala pró-Bivar do PSL

 

A cúpula do DEM articula com o grupo político ligado ao presidente do PSLLuciano Bivar (PE), uma possível fusão entre os dois partidos. Na noite de terça-feira, o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (RJ), disse a líderes do Centrão – bloco formado por DEM, PP, PL, Republicanos e Solidariedade – que, se o presidente Jair Bolsonaro sair mesmo do PSL, as negociações com a sigla comandada por Bivar podem avançar.

A “inconfidência” de Maia foi feita durante churrasco oferecido por ele ao deputado Alexandre Frota (SP), que comemorava 56 anos. Frota foi expulso do PSL em agosto, após criticar Bolsonaro, e se filiou ao PSDB. Na festa, ocorrida na residência oficial da Câmara, estavam integrantes do chamado “PSL bivarista”, além de políticos de outros partidos.

As conversas com a direção do DEM começaram pouco antes de a crise entre Bolsonaro e o PSL vir a público. Um dos participantes desses encontros contou que Bivar já pressentia um “fim tumultuado” do relacionamento. O Estado apurou que o presidente, por sua vez, também já havia manifestado interesse de migrar para o DEM.

Em maio, na convenção do DEM, o ministro da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, disse que Bolsonaro mirava o DEM “com o olho de quem gostaria de voltar para casa”. Em 2005, quando era deputado, Bolsonaro foi filiado ao então PFL, hoje DEM. O partido tem três ministros – Saúde, Agricultura e Casa Civil.

Agora, porém, o grupo que está tratando da fusão é o de Bivar. A ala pró-Bolsonaro tenta destituir Bivar e seus aliados para comandar a legenda e os fundos partidário e eleitoral. Estão em jogo cerca de R$ 400 milhões de repasses públicos até 2020, ano de disputas municipais. A cifra pode chegar a R$ 1 bilhão até 2022, quando haverá eleição presidencial. Bolsonaro somente mudará de partido se a estratégia de “refundar” o PSL não vingar.

A crise anima o Centrão. Com cerca de 230 dos 513 deputados, esse núcleo planeja criar dificuldades para Bolsonaro “patrocinar” a formação de outra legenda, como mostrou o Estado. Em recente reunião na Câmara, dirigentes do bloco começaram a alinhavar as linhas gerais de um projeto que endurece a punição para deputados que mudarem de partido. A proposta tem o objetivo de atrapalhar os planos dos bolsonaristas, caso vingue a ideia da união entre os bivaristas e o DEM. No caso de uma fusão, nenhum parlamentar corre o risco de perder o mandato.

O DEM já tratou de fusão com o PSDB em um passado não muito distante, mas as conversas não prosperaram. Dirigentes de siglas envolvidas nas atuais negociações observaram que a chance de casamento entre o DEM e o PSL é hoje muito maior do que a aliança com os tucanos.

Adepto da ala bivarista, um deputado do PSL disse ao Estado, sob a condição de anonimato, que a união pode ser a saída para os parlamentares que não concordam com Bolsonaro. Nas últimas reuniões, as cúpulas dos dois partidos também chegaram a alinhavar como ficariam as principais candidaturas para as próximas eleições e qual seria o nome da nova sigla.

Em Salvador, por exemplo, DEM e PSL são aliados. Interessada em disputar a Prefeitura de São Paulo, em 2020, e com muitas resistências do PSL de Bolsonaro, a deputada Joice Hasselmann (SP) já teve várias reuniões com Maia e com o presidente do DEM, ACM Neto, para discutir uma possível filiação ao partido. Apesar de ser líder do governo no Congresso, Joice é considerada do grupo pró-Bivar.

No caso da disputa paulistana, porém, o movimento depende de uma estratégia casada com o governador João Doria. Pré-candidato à sucessão de Bolsonaro, Doria apoia oficialmente a campanha à reeleição do prefeito Bruno Covas (PSDB).

O presidente do DEM, ACM Neto, não quis dar detalhes sobre as negociações para a fusão com o PSL de Bivar. “Sendo um assunto muito sério, não vou tratar disso a título de especulação”, afirmou ele. Procurado, Maia preferiu não se manifestar.

(ESTADÃO CONTEÚDO)