Aras diz que falta de revisão de preventiva não pode levar à soltura automática

Maurício Marques um símbolo de resistência nessa campanha

Diante de muitos desafios jurídicos e políticos, o ex-prefeito Maurício Marques passou a ser um símbolo de resistência quando o assunto é eleição 2020. O primeiro ponto vencido foi a ira das ex-secretárias, Ana Michely e Vandilma, que junto com os vereadores Paulão Jr e Pastor Alex emplacaram sua primeira derrota na câmara municipal, por ocasião da votação das contas da sua administração. Esses vereadores pensavam que iriam forçar Maurício a desistir de disputar o pleito como candidato a prefeito e apoiar Elienai Cartaxo. Mas no final, Elienai resolveu ceder à pressão do grupo e ser vice de Nilda. Esse fato encorajou Maurício Marques a continuar firme na disputa eleitoral, mesmo tendo um pedido de impugnação de seu registro eleitoral, feito pelo ministério público eleitoral que acredita que ele está inelegível pelos processos que já estão em segundo grau de jurisdição. Essa situação ainda está sendo analisada pelo poder judiciário, porém mesmo assim, Maurício não se abate e reafirma sua candidatura junto com o seu vice, Airene Paiva. Eles vêm ganhando as ruas com diversas reuniões, mostrando o seu projeto e denunciando a falta de compromisso do prefeito Taveira com os acordos assumidos. Maurício vem conversando muito, mas sabe perfeitamente que aqueles que no passado, lhe prestigiavam, queria mesmo era o seu autógrafo nas portarias dos cargos comissionados da prefeitura. Agora na oposição, o ex-prefeito vem tomando o remédio amargo imposto por aquele que ajudou a eleger.

Trabalho no recesso pode ser jogada para Maia e Alcolumbre tentar reeleição

O conchavo para convocar o Congresso durante o recesso nada tem com o súbito interesse de mostrar serviço, nem muito menos aprovar reformas. Trata-se de uma jogada para acrescentar 40 dias “úteis” às presidências de Davi Alcolumbre e Rodrigo Maia no Senado e Câmara, dando-lhes mais tempo para “articular” a alteração da Constituição a fim de se reelegerem. A ideia é votar a proposta em meio às festas de fim de ano, quando as atenções não estarão voltadas para o Congresso. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

O recesso de fim de ano começa em 23 de dezembro e acaba em 1º de fevereiro, quando Senado e Câmara elegerão seus novos dirigentes.

Restam aos desesperados Alcolumbre e Maia uma centena de dias como presidentes. O problema é que não têm os votos necessários.

A reeleição dos membros das mesas diretoras na mesma legislatura é expressamente proibida pela Constituição, daí a “armação” da dupla.

Alcolumbre e Maia ainda não sondaram líderes. Nem adiantaria: “Não vejo respaldo para isso”, diz o Líder do Progressistas, Arthur Lira (AL).

Diário do poder.

Reforma trabalhista inibiu ações de oportunistas no Judiciário

A reforma trabalhista foi diretamente responsável pela queda de 32% no número de ações movidas na Justiça do Trabalho apenas excluindo “ações temerárias e infundadas” que deixaram de tramitar. A avaliação é dos fundadores do Instituto Aja, o juiz federal Carlos Haddad e Luís Pedrosa, que destacam a celeridade promovida pela mudança e o fim do incentivo para as “pessoas que buscam o enriquecimento ilícito”. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Pedrosa lembra que a reforma não coagiu profissionais de buscarem a Justiça, mas os priorizou, reduzindo “o número de casos oportunistas”.

Carlos Haddad considera que, além da agilidade, o processo ficou “mais transparente, tanto para empresas, quanto para trabalhadores”.

Segundo o TST, os 2,2 milhões de processos em curso em 2017, antes da reforma, caíram para 1,5 milhão depois de um ano de vigência da lei.

Diário do poder.

Projeção de retomada lenta dos serviços em agosto retarda a recuperação da economia

 

A recuperação lenta dos serviços segura a retomada da economia. A projeção do departamento econômico do Santander é que o setor cresceu apenas 1,9% em agosto, na comparação com julho. Em relação ao mesmo mês de 2019, a queda prevista é de 11,4%. O IBGE divulga o resultado dos serviços na quarta-feira. Até julho, o setor havia perdido 8,9% este ano.

O setor de serviços foi o que mais sentiu o efeito do distanciamento social. A demanda por restaurantes, hotéis, viagens e salões de beleza despencou e ainda não se recuperou. O desempenho trava a recuperação da economia porque os serviços têm o maior peso no cálculo do PIB. O problema é sentido também no índice de atividade do Banco Central. Na quinta-feira, o BC divulga o IBC-Br de julho. A mediana das previsões é de alta de 1,6% em agosto, a quarta seguida, mas ainda assim mais modesta que os 2,15% de julho. Em relação a agosto de 2019, a estimativa é de queda de 4,1%.

Sergio Vale, economista-chefe da MB Associados, explica que não revisou sua projeção para este PIB. Um eventual ajuste só viria com os dados preliminares do quarto trimestre. O fim do auxílio emergencial pode mudar a tendência para o fechamento do ano.

– Minha projeção para o PIB não mudou. No terceiro trimestre, a economia deve crescer 7,2%, mas cai na comparação com o mesmo período de 2019, recuo de 4,5%. Apesar do resultado forte do varejo em agosto (3,4% em relação a julho), a indústria não veio como esperado (3,2%) e os serviços estão em recuperação muito lenta. O desempenho do quarto trimestre é que será mais relevante. Sem o auxílio emergencial, a dinâmica pode mudar. É provável que a recuperação arrefeça e o PIB avance apenas 1% em relação ao terceiro trimestre – diz Vale, da MB Associados.

O Globo.

Taxação sobre gigantes de tecnologia avança e é diferente do imposto de Paulo Guedes

A OCDE vai apresentar sua proposta de taxação de gigantes da internet na quarta-feira, na reunião do G20. A proposta da Organização, que reúne países ricos e em desenvolvimento, depende da atuação conjunta de 137 países da OMC para ser efetiva. Caso contrário, empresas como Google, Amazon, Facebook e Apple poderiam buscar países que aplicam uma taxação menor. Essa proposta não tem nada a ver com o que o ministro Paulo Guedes propõe como “imposto digital”.

A Organização vai propor uma alíquota entre 12% e 13%, sobre as vendas digitais dessas empresas. O acordo internacional seria estabelecido até junho de 2021. O imposto será cobrado onde o cliente reside. Será necessário um acordo entre os países para evitar a dupla tributação e para neutralizar as manobras do planejamento tributário. A estimativa é que 40% dos lucros dessas empresas estão em paraísos fiscais. As gigantes do mercado digital são as principais corporações mundiais da atualidade. O serviço é novo e tem extensão global. Sem uma coordenação entre os países, as empresas se enriquecerão ainda mais fugindo de impostos.

Hoje, a França já aplica uma alíquota de 3% sobre as gigantes da internet. O Reino Unido também. No Canadá, os maiores partidos apoiam também a taxação de 3%.

O economista Joseph Stieglitz diverge da proposta da OCDE. Ele faz parte de uma comissão independente que acompanha a reforma das tributações internacionais. Mas ele concorda que é necessária alguma medida para tributar as grandes companhias com atuação global.

A ideia que o ministro Paulo Guedes às vezes chama de imposto digital é bem diferente dessa. O que ele estuda é criar uma tributação sobre todos os pagamentos eletrônicos da economia, de pessoas físicas ou jurídicas, das gigantes da internet ou das padarias. Seria uma nova CPMF, na prática. Guedes chama de imposto digital porque o projeto fica mais aceitável, é um tema que está em debate no mundo. Mas as duas propostas são muito diferentes.

O Globo.

Leia a Constituição, Salles

Ricardo Salles disse hoje que ao governo federal compete fiscalizar apenas 6% dos 15 milhões de hectares do Pantanal e que as demais partes do território são de responsabilidade dos estados.

Mas o artigo 23, inciso VI, da Constituição Federal diz que é competência da União “proteger o meio ambiente e combater a poluição em qualquer de suas formas”.

E o artigo 225, parágrafo IV, afirma que a “Floresta Amazônica, a Mata Atlântica, a Serra do Mar, o Pantanal Mato-Grossense e a Zona Costeira são patrimônio nacional”.

O antagonista.

Ao menos 5 ministros do STF são contra soltura automática após 90 dias

Ao menos cinco ministros do Supremo já negaram pedidos de revogação de prisão preventiva, de forma automática, após 90 dias sem reavaliação da medida, informa a GloboNews.

Gilmar Mendes, Alexandre de Moraes, Cármen Lúcia, Edson Fachin e Luiz Fux mantiveram presos investigados nessa situação.

Nas decisões, disseram que é preciso avaliar outros fatores, como a periculosidade e o risco que representam à ordem pública e à segurança.

Em várias decisões, em vez de soltarem, eles determinam que o juiz que decretou a prisão preventiva reavaliasse a necessidade de manutenção.

Amanhã, o plenário — com 10 ministros, sem Celso de Mello, que se aposentou hoje — discute se mantém a decisão de Fux que derrubou a soltura de André do Rap determinada por Marco Aurélio.

O ministro viu excesso de prazo na prisão, uma vez que a última reavaliação da prisão preventiva do traficante ocorreu em 25 de junho. Após a soltura, o chefão do PCC fugiu.

O antagonista.

ÚLTIMASBolsonaro sanciona lei que aumenta validade da CNH para 10 anos e limite de até 40 pontos

O presidente Jair Bolsonaro sancionou, nesta terça-feira (13), durante uma live transmitida nas redes sociais, o Projeto de Lei 3267/19, que altera o Código de Trânsito Brasileiro (CTB).

O texto foi uma iniciativa do próprio governo federal, apresentada no ano passado, e foi aprovado pelo Congresso Nacional no dia 22 de setembro, conforme noticiado pelo Conexão Política.

A principal mudança é o aumento na validade da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) para dez anos para condutores com menos de 50 anos de idade.

A nova lei também torna todas as multas leves e médias puníveis apenas com advertência, caso o condutor não seja reincidente na mesma infração nos últimos 12 meses.

O projeto cria o Registro Nacional Positivo de Condutores (RNPC), uma espécie de listagem de bons condutores.

“Não era aquilo que nós queríamos, mas houve algum avanço. Com toda a certeza, no ano que vem a gente pode apresentar novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa. A intenção nossa é facilitar a vida do motorista”, afirmou o presidente, durante a live, ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio Freitas.

As novas regras começam a valer depois de 180 dias a partir da publicação. Outra mudança importante da nova legislação é o dispositivo que estabelece uma gradação de 20, 30 ou 40 pontos em 12 meses conforme haja infrações gravíssimas ou não. Atualmente, a suspensão ocorre com 20 pontos, independentemente do tipo de infração.

Dessa forma, o condutor será suspenso com 20 pontos se tiver cometido duas ou mais infrações gravíssimas; com 30 pontos se tiver uma infração gravíssima; e com 40 pontos se não tiver cometido infração gravíssima no período de 12 meses.

Os condutores que exercem atividades remuneradas terão seu documento suspenso com 40 pontos, independentemente da natureza das infrações. Essa regra atinge motoristas de ônibus ou caminhões, taxistas, motoristas de aplicativo ou moto-taxistas. Se esses condutores participarem de curso preventivo de reciclagem ao atingir 30 pontos, em 12 meses, toda a pontuação será zerada.

A Secretaria Geral da Presidência informou que o presidente vetou alguns pontos da nova lei, mas, até o fechamento da matéria, esses vetos ainda não haviam sido detalhados.

As informações são da Agência Brasil.

 

Maia diz que reforma tributária pode avançar ainda neste ano

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia 

O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), voltou a afirmar que é possível avançar com a reforma tributária na Câmara ainda neste ano. No fim de semana, ele disse que a administrativa deve ficar para 2021.

O presidente da Câmara falou em entrevista à CNN Rádio na manhã desta 3ª feira (13.out.2020). “A tributária está pronta para o plenário da Câmara, já cumpriu todos os prazos a comissão especial”, disse Maia. “Nosso problema na tributária é construir 1 acordo na Casa e depois com o governo”, segundo Maia.

Ele também disse que, se esse acordo for costurado até o fim do 1º turno das eleições municipais, em 15 de novembro, é possível votar a reforma tributária no plenário da Câmara ainda em 2020.

A proposta é discutida em uma comissão mista, de deputados e senadores, para facilitar o acerto entre as casas. Não é uma tramitação formal. O presidente do colegiado, senador Roberto Rocha (PSDB-MA), disse que acha muito difícil uma aprovação ainda neste ano.

Rodrigo Maia também voltou a comentar sua relação com o ministro da Economia, Paulo Guedes. Eles tiveram diversos atritos em 2020, mas se reconciliaram no início de outubro.

“Da forma como a gente estava, a gente estava tratando de forma errada os interesses da sociedade brasileira”, disse o presidente da Câmara.

Poder 360.

Bolsonaro sanciona novo Código de Trânsito: ‘Não era o que queríamos’

 

O presidente Jair Bolsonaro sancionou nesta 3ª feira (13.out.2020) o Novo Código Brasileiro de Trânsito, aprovado pelo Congresso em 22 de setembro. Em live e ao lado do ministro da Infraestrutura, Tarcísio de Freitas, o presidente disse que o projeto não era o que esperava, mas acredita que houve avanços.

“Não era aquilo que nós queríamos, mas houve algum avanço e com toda certeza o ano que vem a gente pode apresentar 1 novo projeto buscando corrigir mais alguma coisa. A intenção nossa era facilitar a vida do motorista”, declarou.

A proposta foi enviada pelo governo Jair Bolsonaro, que insistiu na votação durante a pandemia. O texto foi analisado pelos deputados e depois pelos senadores. Como o Senado fez alterações, a Câmara precisou deliberar mais uma vez, dando caráter final ao texto.

A lei entrará em vigor 180 dias depois de ser publicada. Entre as principais mudanças está o aumento do limite de pontos para perder a carteira de motoristas para 40 pontos. Atualmente, quem atinge 20 pontos tem o documento suspenso.

“Havia muita reclamação por parte de caminhoneiros, taxistas, motoristas de Uber, de van, de ônibus, a questão de perder a carteira por pontuação. Vinte pontos você perdia muito rapidamente”, disse.

Bolsonaro afirmou que, mesmo com a mudança, o número de acidentes não deve se alterar “Alguns reclamam: ‘Ah, vai aumentar o número de acidentes, violência no trânsito, não vai aumentar”. E nós estamos dando uma chance maior para o elemento que cometeu uma infração de transito continuar com a sua carteira”, comentou o presidente.

A lei também restringe a obrigatoriedade de acendimento dos faróis baixos durante o dia apenas às rodovias de pista simples, situadas fora dos perímetros urbanos.

Os vetos presidenciais, entretanto, só serão conhecidos com a publicação no Diário Oficial. Bolsonaro disse que vetou 1 trecho que impedia motos de realizar ultrapassagens com velocidades mais elevadas em 1 corredor de veículos.

“Motociclistas, aí não era proposta nossa, queriam, está no projeto, nós vetamos, permitindo que motociclistas só pudessem ultrapassar em filas de carros parados com baixa velocidade, nós vetamos isso”, disse Bolsonaro

PONTOS NA CARTEIRA

A proposta aprovada flexibiliza o número de pontos que 1 condutor pode ter na carteira de motorista em 12 meses. Infrações cometidas levam à inclusão dos pontos. Atualmente, o direito de dirigir é suspenso se a soma chegar a 20 em 12 meses.

A lei cria critérios diferentes de acordo com as infrações cometidas no período:

  • limite de 40 pontos – se o condutor não tiver nenhuma infração gravíssima;
  • limite de 30 pontos – se o condutor tiver uma infração gravíssima;
  • limite de 20 pontos – se o condutor tiver duas ou mais infrações gravíssimas.

O limite será de 40 pontos, independentemente dos tipos de infrações cometidas, nos casos de quem trabalha dirigindo. Esses condutores poderão fazer curso de reciclagem preventivo quando tiverem 30 pontos computados.

Penalidades administrativas deixam de atribuir pontos, sendo mantidas as multas. Por exemplo, conduzir o veículo sem documento de porte obrigatório.

Esse é 1 dos itens em que o relator suavizou da proposta do governo. O texto elaborado pelo Planalto apenas aumentava para 40 pontos.

VALIDADE DO EXAME

A proposta aprovada também cria diferentes critérios para o tempo de validade do exame de aptidão física e mental. Agora, ele é válido por 5 anos para quem tem menos de 65 anos e por 3 anos para quem tem mais de 65.

O texto aprovado pela Câmara dá as seguintes validades aos exames:

  • 10 anos – se o condutor tiver menos de 50 anos;
  • 5 anos – se o condutor tiver de 50 a 70 anos;
  • 3 anos – se o condutor tiver 70 anos ou mais.

Nos casos dos condutores que exercem atividade remunerada em veículo, a validade do exame é de 5 anos. Caso tenha mais de 70 anos, a validade será de 3 anos.

Os documentos que já tiverem sido expedidos no momento em que a lei for publicada manterão a validade que tinham antes.

O governo queria que o prazo fosse de 10 anos para todos com até 65 anos. Depois disso, 5 anos.

OUTRAS DISPOSIÇÕES

A lei inclui no Código de Trânsito a obrigatoriedade do uso de dispositivo de retenção –mais conhecido como cadeirinha – para transporte de crianças de até 10 anos que não tenham ainda 1,45 m de altura. O equipamento deve ficar sempre no banco traseiro.

Atualmente, o item é obrigatório para crianças até 7,5 anos. A regra não está em lei, mas em resolução do Contran. POs senadores mudaram a proposta para determinar que as cadeiras sejam adequadas não apenas à idade, mas, também, ao peso e à altura das crianças.

Poder 360.

Justiça anula ‘doutor’ de Lula entregue por reitor militante do PCdoB

O Tribunal de Justiça de Alagoas anulou o ato administrativo que deu ao ex-presidente e ex-presidiário Lula (PT), condenado duas vezes por corrupção e lavagem de dinheiro, o título de “doutor honoris causa” da Uneal (Universidade Estadual de Alagoas).

O título foi entregue em 2017 pelo então reitor, Jairo Campos, militante do PCdoB, num dos fatos que mais constrangeram os alagoanos. Oito meses depois, o petista seria preso por ladroagem.

O título foi aprovado em março de 2012, mas o ex-presidente só agendou sua ida a Arapiraca para receber a honraria cinco anos depois de concedida, durante sua “caravana pelo Nordeste.

Em sua decisão, o juiz Carlos Bruno de Oliveira Ramos, da 4ª Vara Cível de Arapiraca, afirma que “Não é razoável, nem atende à moralidade administrativa conceder honraria a alguém condenado judicialmente e que ainda responde a outras ações penais”.

A ação foi movida pela advogada Maria Tavares Ferro, que já foi filiada ao Novo e atualmente é candidata a vereadora em Maceió pelo PSDB.

Diário do poder.

Números da pandemia no mundo seguem padrão brasileiro de meses atrás

A situação da pandemia em âmbito mundial tem seguido, ao menos nos últimos dois meses, o padrão observado no Brasil no passado, com alta na média de novos casos e queda no número de mortes. Segundo o Worldometer, a média de casos subiu 18,1% desde 11 de agosto, de 261,5 mil para 308,8 mil novas infecções por dia, mas a média de óbitos no mesmo período caiu 12,6% passando de 6.002 para 5.245 por dia. A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

A alta nos casos se explica com números da Índia, que passou o Brasil dia 6 de setembro com 4,16 milhões de casos e já superou os 7 milhões.

O temor da segunda onda de infecções na Europa se confirmou e países como França, Reino Unido, Espanha e Itália viram uma alta nos casos.

 

No mesmo período, o Brasil observou queda de mais de 15% nos novos casos. Nos EUA, houve alta de 21,7% nos casos nos últimos 30 dias.

Diário do poder.