É injustificável extensão do auxílio emergencial em 2021, diz Guedes

O ministro da Economia, Paulo Guedes, reforçou nesta 2ª feira (19.out.2020) que é contra a prorrogação do auxílio emergencial em 2021. Para ele, essa despesa tem caráter transitório e sua extensão é “injustificável“.

A declaração foi feita durante abertura da conferência de negócios US-Brazil Connect Summit. Guedes deu entrevista ao CEO do Citigroup Latin America, Ernesto Cantú.

Também nesta 2ª feira (19.out), o presidente Jair Bolsonaro disse rejeitar a extensão do coronavoucher (como parte do governo se refere ao auxílio emergencial) no próximo ano para cumprir a regra do teto de gastos (que limita as despesas da União). “Eu sei que R$ 600 é pouco para quem recebe, mas é muito para o Brasil; são R$ 50 bilhões por mês. Tem de ter responsabilidade para usar a caneta”, afirmou.

Congressistas favoráveis ao governo estudam a hipótese de prorrogar o estado de calamidade em 2021. Com isso, o governo poderia pagar o auxílio emergencial até março e ganhar tempo para formular Renda Cidadã, novo programa social que amplia o Bolsa Família. O presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), diz ser contra a extensão do estado de calamidade.

Poder 360.

A nova Encíclica do Papa Francisco

Padre João Medeiros Filho
No dia 03 de outubro, o Santo Padre assinou, junto ao túmulo de São Francisco de Assis, a sua terceira encíclica: “Fratelli tutti” (Todos irmãos). Daquela cidade úmbria, centro de espiritualidade, o Pontífice envia sua mensagem, alertando a Igreja, as nações e as pessoas de boa vontade sobre os problemas que afligem atualmente a humanidade. Dirige-se a todos para “propor uma forma de vida com sabor de Evangelho” (FT. Nº 1). A partir da fidelidade à doutrina cristã, reafirma o sentido e os limites do direito de propriedade. Chama a atenção sobre os migrantes, excluídos, doentes e cidadãos da terceira e quarta idade. Declara que “a desigualdade não afeta apenas indivíduos, mas países inteiros, e nos obriga a pensar em termos de uma ética das relações internacionais.” (Nº 126). Admoesta que doutrinas e princípios econômicos não devem submeter-se cegamente aos ditames e paradigmas da tecnocracia, mas às verdadeiras necessidades humanas (Nº 177).
Francisco surpreendeu muitos citando, em um documento oficial da Igreja, Vinícius de Moraes: “A vida é a arte do encontro, embora haja tanto desencontro pela vida.” (Nº 215). Os versos do poeta emolduram os argumentos sobre a falta de diálogo, cooperação e solidariedade entre os povos.
Apesar da diversidade dos temas abordados nos oito capítulos e 287 números, o fio condutor do documento é a “amizade social”. É preciso que esta reine entre as nações. Não deve haver entre elas apenas interesses meramente políticos, comerciais e econômicos. Tal amizade se expressa no diálogo e na cultura do encontro. Nesse ponto, volta-se de modo particular para os homens públicos, a quem “mais uma vez pede a reabilitação da Política” (Nº 180). A eles faz sério e urgente apelo à fraternidade diante de um mundo egoísta, para transformar a “cultura de confronto em uma cultura de encontro.” (Nº 215).
O Sumo Pontífice reprova o fanatismo e o radicalismo que grassam nos dias atuais. “Deve-se reconhecer que os fanatismos, capazes de levar à destruição de outros, também são liderados por pessoas religiosas, sem excluir os cristãos”. (Nº 46). Estes talvez façam parte das redes de violência verbal, através dos vários fóruns ou espaços de intercâmbio digital. Acrescenta Francisco que mesmo nos círculos ditos católicos, perdem-se os limites da moral e do bom senso. Assim, a difamação e a calúnia tornam-se frequentemente rotina e são tidas como normais e naturais. Hoje, a Ética e o respeito pela reputação dos outros parecem estar esquecidos. O Papa alude ao clima de polarização política e instrumentalização da fé por líderes, parlamentares e governantes. Merece reflexão suas palavras a respeito das “políticas sobre os pobres”, que são manipulados demagógica e ideologicamente, ao sabor de grupos e partidos.
A elaboração da Encíclica é um exemplo claro da cultura de diálogo para a qual todos são convidados. Francisco assevera explicitamente que, a partir de entendimentos com o grande Imã Al-Tayyeb e outros religiosos, sentiu-se ainda mais motivado a escrever o documento. Confessa também que os testemunhos de religiosos e místicos – como Desmond Tutu, Luther King, Gandhi, Charles de Foucauld e Francisco de Assis – foram fonte de inspiração para a Encíclica. Trata-se de um texto que mostra uma caminhada dialógica em sua elaboração, baseada na escuta das diferentes realidades locais. O Papa vivencia as palavras da Sagrada Escritura: “Ouvi atentamente o clamor do meu povo”. (Ex 3, 7).
O texto foi enriquecido com a contribuição das igrejas dos vários continentes. Há menção expressa em doze ocasiões a conferências episcopais de diversos países. De igual modo, continua o pensamento de seus predecessores. Bento XVI é citado vinte e duas vezes, e São João Paulo II aparece em quinze passagens. Não resta dúvida de que o documento é denso, reafirmando a doutrina da Igreja e a mensagem de Jesus. Como sói acontecer, pode agradar muitos e desagradar outros. Não se deve ler um documento teológico, à luz da ideologia. O compromisso do Papa é com Cristo. Nos pastores devem ecoar as palavras do apóstolo Paulo: “Ai de mim, se eu não anunciar o Evangelho!” (1Cor 9, 16).

Pesquisa Consult: o jogo não está jogado e todos podem comemorar

Todos os candidatos podem comemorar o resultado da pesquisa consult, registrada na justiça eleitoral, sob o número RN-06392/2020.

Esse mais novo levantamento, realizado no dia 10 de outubro, com 500 entrevistas, mostra que o jogo ainda está sendo jogado e que todos os candidatos pontuaram bem dentro das suas estratégias de campanha.

Os principais candidatos Taveira, 34,2% das intenções de voto, Professora Nilda, com 17,6% e o ex-prefeito Maurício Marques, com 5,8%. Brancos e nulos somaram 20,2%, já os indecisos, 18,6%. O Coronel Dolvim, aparece com 2,6%, e a professora Francisca Henrique, com 1%. O candidato Edivan Sousa não pontuou nessa pesquisa.

Vale salientar que esses números foram colhidos quando o grupo do prefeito Taveira realizava uma grande movimentação política na cidade e isso criou uma onda positiva, podendo ter reflexo na pesquisa e ter influenciado o eleitorado nesse momento da coleta dos dados.

Mesmo assim, o prefeito Taveira continua na liderança e isso é o principal motivo para os apoiadores do coronel estarem festejando esses números positivos.

Já o grupo da vereadora Nilda de fato tem também motivos para comemorar, pois nos últimos dias vem intensificando os movimentos de campanha, que foram capitados pela pesquisa e mostra uma tendência de crescimento, polarizando contra o grupo do atual prefeito.

Correndo por fora, o ex-prefeito Maurício Marques, que estabilizou, mas vem prometendo uma reação nos próximos dias, com grandes movimentações políticas na cidade, visando trazer o eleitorado para uma comparação dos seus dois mandatos contra a gestão do prefeito-coronel.

O outro coronel, o Dolvin, vem realizando diversas movimentações, o que tudo indica ele disputa diretamente o mesmo eleitorado de Taveira. Já a professora Francisca Henrique, do PH3, junto com o senador Styvenson, já realizaram diversas carreatas e visitas corpo a corpo, mas até aqui ainda não decolou. Enquanto o professor Edivan Sousa, não foi registrado uma movimentação de rua que marcasse o início de sua campanha.

O momento agora é de muita atenção, pois nos próximos 20 dias, serão decisivos para a eleição proporcional e também majoritária em Parnamirim.

A luz amarela foi acesa, resta saber quem vai entender esse sinal de alerta.

Só uma observação, nenhum comparativo entre pesquisa pode ser feito. Em relação aos números de uma pesquisa com outra pesquisa, mesmo porque os institutos e métodos são diferentes, os quantitativos e distribuição nos bairros também. Portanto, fazer isso, é imoral, ilegal ou engorda.

Gilson Moura

48% acham que Bolsonaro criou auxílio emergencial; 42% atribuem ao Congresso

Levantamento do PoderData mostra que 48% da população dizem achar que o governo Bolsonaro é o responsável pela criação do auxílio emergencial de R$ 600. São 42% os que dizem que o Congresso Nacional é o responsável pela medida.

O auxílio emergencial foi criado para mitigar os efeitos da crise econômica causada pela pandemia de covid-19 –doença respiratória provocada pelo novo coronavírus. Com o isolamento social, milhões de brasileiros ficaram sem trabalhar.

A intenção inicial do governo era fazer 3 pagamentos de R$ 200 cada –durante a tramitação no Congresso, o valor subiu para R$ 600. Com a continuidade da pandemia no país, o benefício foi prorrogado com mais duas parcelas no mesmo valor.

Em 3 de setembro, por meio de medida provisória, o governo estendeu novamente o auxílio: mais 4 parcelas de R$ 300. O valor começou a ser pago em 18 de setembro a beneficiários do Bolsa Família, e em 30 de setembro aos demais.

A pesquisa foi realizada pelo PoderDatadivisão de estudos estatísticos do Poder360. A divulgação do levantamento é feita em parceria editorial com o Grupo Bandeirantes.

Os dados foram coletados de 12 a 14 de outubro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 503 municípios, nas 27 unidades da Federação. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

HIGHLIGHTS DEMOGRÁFICOS

Dentre os que creem que a medida foi implantada pelo governo Bolsonaro, destacam-se os homens (54%), o que têm mais de 60 anos (54%) e os que ganham mais de 10 salários mínimos (53%).

Entre os que acreditam que o auxílio emergencial foi uma medida criada pelo Congresso, estão os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (57%), os que têm de 25 a 44 anos (50%) e os que estudaram até o ensino superior (49%).

BOLSONARISTAS DÃO CRÉDITO AO GOVERNO

No cruzamento com a avaliação de Bolsonaro, 72% dos que consideram o presidente “ótimo” ou “bom” afirmam que o benefício foi uma medida do governo federal. De outro lado, 71% do grupo que avalia o mandatário como “ruim”ou “péssimo” diz que a medida foi criada pelo Congresso.

Poder 360.

10% dos eleitores dizem ter baixado app do TSE para justificar voto

Bolsonaro escolhe novo representante do Brasil no Conselho de Direitos Humanos

Jair Bolsonaro escolheu o embaixador Fabio Marzano, atual secretário de Assuntos de Soberania Nacional e Cidadania do Itamaraty, para representar o Brasil no Conselho de Direitos Humanos e em demais organismos da ONU, diz a Crusoé.

Marzano é um dos auxiliares mais próximos ao ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo. No ano passado, ele representou o país em uma conferência internacional organizada pelo governo autoritário de Viktor Orban, da Hungria, sobre a “perseguição de cristãos”.

A indicação ainda precisará ser aprovada em sabatina pelo Senado.

O antagonista.

Registros de armas de fogo aumentam 120% em 2020, mas apreensões estão em queda

O número de registros de armas de fogo em poder de colecionadores, atiradores e caçadores no Brasil mais do que dobrou em 2020. Na comparação com o ano anterior, houve um aumento de 120%. Trata-se do modelo de registro usado por atiradores esportivos, como os pais da jovem que diz ter atirado acidentalmente na adolescente Isabele Ramos, morta com um tiro no rosto em um condomínio de luxo em Cuiabá no dia 12 de julho.

O total de armas registradas no sistema da Polícia Federal, onde são incluídas aquelas compradas por cidadãos comuns, sem registro de colecionador ou prática esportiva, também cresceu: de 2017 para 2019 houve um crescimento de 65,6% nos registros ativos.

Apesar disso, as apreensões de armas de fogo caíram: a queda foi de 1,9% nas operações da Polícia Rodoviária Federal e de 0,3% nas apreensões feitas pelas polícias estaduais em 2019, na comparação com 2018. Os dados são do 14º Anuário Brasileiro de Segurança Pública, divulgado neste domingo (18) pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

A queda nas apreensões feitas pelas polícias, em um contexto de aumento nos números de armas registradas, mostra que houve uma diminuição no interesse das autoridades neste tipo de operação, segundo Ivan Marques, presidente da Organização Internacional Control Arms e membro do Fórum Brasileiro de Segurança Pública.

“Como os números demonstram um aumento significativo nos registros de armas ativos, tanto para civis quanto para forças de segurança, e, historicamente observa-se que parte dessas armas migra do mercado legal para o ilegal, infere-se que a diminuição das apreensões é também sinal de redução de interesse neste tipo de operação”, avalia o especialista no Anuário.

Em 2019, das 105 mil armas apreendidas no país, pelos menos 6.740 caíram no mercado ilegal. Para o pesquisador David Marques, coordenador de projetos do Fórum Brasileiro de Segurança Pública e doutorando em sociologia na Universidade Federal de São Carlos (UFSCar), o número de armas legais que vão parar no mercado ilegal pode ser ainda maior, já que muitos proprietários de armas legalizadas não registram em sistema quando seus equipamentos são furtados, roubados ou extraviados.

Segundo o pesquisador, um dos fatores que podem contribuir para o aumento nas mortes violentas intencionais verificado no 1º semestre de 2020, documentado pelo Monitor da Violência do G1 e confirmado pelo Anuário, é justamente a disponibilidade de armas de fogo no mercado ilegal.

“A questão da violência é um fenômeno multidimensional, que sofre influência de diferentes fatores, e um deles é com certeza a disponibilidade de armas de fogo. Isso está bem comprovado na literatura cientifica, e isso está relacionado também a essa migração, porque algumas dessas armas legais vão ter uma vida útil nas mãos da criminalidade, vão alimentar o mercado ilegal e vão ser usadas em crimes violentos, como homicídio e latrocínio”, explica David Marques.

No primeiro semestre deste ano, mesmo com a pandemia, houve uma alta nas mortes intencionais, segundo o Monitor da Violência. O Anuário também identificou o aumento. Foram 25.712 mortes violentas de janeiro a junho, segundo a publicação, ante 24.012 do mesmo período do ano passado – um aumento de 7%.

Dois sistemas diferentes reúnem os registros de armas de fogo no Brasil, um administrado pelo Exército e outro pela Polícia Federal.

O Exército é responsável pelo Sistema de Gerenciamento Militar de Armas de Fogo (Sigma), que reúne dados das armas registradas para as Forças Armadas, policiais militares dos estados, Agência Brasileira de Inteligência (Abin), além daquelas usadas por Colecionadores, Atiradores desportivos e Caçadores, que são chamados CACs.

No sistema do Exército, há 1.128.348 registros de armas de fogo ativos, segundo dados de agosto de 2020. Dessas, 496.172 armas são da categoria CACs – um número 120% maior do que o verificado em 2019.

Um outro banco de dados, chamado Sistema Nacional de Armas (Sinarm) e controlado pela Polícia Federal (PF), reúne as armas da própria corporação e também as usadas pelas polícias civis dos estados, Polícia Rodoviária Federal, guardas municipais, de órgãos como Ministério Público e Poder Judiciário, além daquelas compradas por qualquer cidadão que tenha direito a posse ou porte.

Neste sistema também houve aumento no número de registros ativos. Em 2017, eram 637.972 registros de armas de fogo ativos no Sinarm. Em 2019, este número passou para 1.056.670, um crescimento de 65,6%.

O Anuário não traz dados dos registros de armas registradas por CACs em cada estado do país, mas há números estaduais dos registros feitos no sistema da Polícia Federal.

A unidade da federação que teve o maior aumento nos registros foi o Distrito Federal, com um crescimento de 538% nos cadastros de posse ativos, que foi de 35.693 em 2017 para 227.940 em 2019.

Apesar do aumento na quantidade de armas registradas, as apreensões estão estáveis há alguns anos no país. Em algumas regiões, houve inclusive queda brusca na taxa de apreensões a cada 100 mil habitantes.

A mais acentuada ocorreu na região Centro-Oeste, que em 2016 era a campeã de apreensões no país, retirando de circulação 99 armas para cada cem mil habitantes. Em 2019, este número despencou para apenas 32,6 para cem mil habitantes, colocando a região como a que menos retira armas ilegais de circulação em todo o Brasil.

Para David Marques, coordenador no Fórum de Segurança Pública, é preciso que a sociedade cobre das forças de segurança mais controle do mercado ilegal de armas.

“A gente não pode achar natural que as policias apreendam menos armas num contexto em que temos mais armas em circulação. A gente tem que demandar, para que seja possível haver uma redução de homicídios, que a gente tenha policias nos estados preparadas para lidar com o mercado ilegal de armas, com mais investigação e inteligência”, afirma Marques.

A existência de dois sistemas diferentes para o registro de armas de fogo é alvo de críticas dos analisas do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. O pesquisador David Marques explica que os sistemas são “obsoletos” e não permitem comparações e análises que seriam necessárias para melhor controle da posse de armas no país.

O Anuário critica a existência de duas bases que, juntas, não dão conta de indicar exatamente quantos cidadãos brasileiros possuem armas de fogo legais no país – uma questão que especialistas em segurança pública tentam responder há anos.

“Os sistemas federais ainda não conseguem fornecer essa informação básica. Não ajuda a instabilidade jurídica promovida pelo sem-fim de decretos e alterações de portarias publicadas pelo Governo Federal a partir de janeiro de 2019”, avalia o advogado Ivan Marques, presidente da Organização Internacional Control Arms, no Anuário.

Uma determinação de 2004 prevê que o Exército promova a troca de informações com a Polícia Federal do seu cadastro de armas, mas a normativa ainda não é cumprida pela instituição. Em junho de 2019, um decreto, assinado pelo presidente Jair Bolsonaro, reforçou a exigência e deu prazo de um ano para que o compartilhamento passasse a ser feito, mas também foi descumprido.

Segundo Ivan Marques, a criação de novos critérios e classificações faz com que fique difícil definir quais categorias, por lei ou norma infra legal, devem registrar sua arma nos bancos de dados oficiais.

G1

Sergio Moro sai em defesa de João Amoêdo

O ex-juiz federal da Lava Jato e ex-ministro da Justiça e Segurança Pública do governo Bolsonaro, Sergio Moro, defendeu neste domingo (18) o fundador do Partido Novo, João Amoêdo, que tem sido duramente criticado nas redes sociais.

Conforme noticiado pelo Conexão Política, Amoêdo realizou um comentário em torno da polêmica sobre a vacina contra a covid-19. Para ele, as pessoas que não tomarem o imunizante não poderiam frequentar espaços públicos.

“A vida em sociedade pressupõe liberdade com responsabilidade. Quem decide não tomar vacinas, que evitam doenças contagiosas, não deveria poder frequentar espaços públicos, ruas, hospitais e escolas. E sim, permanecer isolado até que todos os demais sejam vacinados”, escreveu o fundador do Partido Novo.

Após a repercussão negativa da publicação de Amoêdo, Moro publicou no Twitter que ‘é preciso respeitar as opiniões contrárias’ e que ‘tolerância é o cerne do liberalismo’.

“A opinião do João Amoêdo sobre vacina pode ser discutível, mas deve ser respeitada. É preciso respeitar as opiniões contrárias, sem ofensas. Temos que valorizar a liberdade de expressão. Tolerância é o cerne do liberalismo político e do espírito da democracia”, escreveu.

conexão política.

POLÍTICAConselheiro de Segurança Nacional dos EUA está a caminho do Brasil para fortalecer e expandir parcerias entre as duas nações

O Conselheiro de Segurança Nacional (CSN) dos EUA, Robert O’Brien, chega ao Brasil neste domingo (18). A visita do Embaixador O´Brien representa um marco adicional no produtivo diálogo entre os governos do Brasil e dos EUA em todas as áreas, em particular no campo econômico e na área de defesa e segurança.

“Os EUA e o Brasil são as duas maiores economias do Hemisfério Ocidental e estamos orgulhosos de nossa cooperação econômica. Um forte comércio e investimento entre nossos dois países ajuda a todos nós”, escreveu o Embaixador O’Brien no Twitter.

 

Segundo o Embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman, o Conselheiro de Segurança Nacional se encontrará com líderes econômicos e governamentais de todo o país para ressaltar a robusta relação bilateral entre os EUA e o Brasil, e a forte amizade entre o Presidente Donald Trump e o Presidente Jair Bolsonaro.

“Empresas americanas são a principal fonte de investimento estrangeiro direto no Brasil, com mais de 118 bilhões de dólares já investidos. As empresas americanas que estão no Brasil são, em maioria, lideradas por brasileiros, e criam empregos no país, beneficiando as comunidades. Esta visita complementa nosso trabalho diário para expandir este relacionamento econômico e trazer prosperidade e benefícios para ambos os países! #TrabalhandoJunto”escreveu o Embaixador dos EUA no Brasil, Todd Chapman.

Além de representantes do CSN, também fazem parte da delegação da missão oficial do Embaixador O´Brien, o Vice-Representante de Comércio dos EUA, Michael Nemelka, a Presidente do Banco de Exportação e Importação dos Estados Unidos da América, Kimberly Reed e a Diretora da Corporação de Desenvolvimento Financeiro dos Estados Unidos, Sabrina H. Teichman.

Na manhã do dia 19, o Embaixador O´Brien cumprirá agenda de natureza econômica e comercial na cidade de São Paulo. Na sede da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP), o CSN terá um encontro com empresários brasileiros.

No mesmo dia, em Brasília, Robert O´Brien se reunirá com o Ministro da Economia, Paulo Guedes. À tarde, o Ministro de Estado das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, terá reunião e jantar de trabalho com o representante do governo americano. Na ocasião, serão discutidos assuntos bilaterais e se trocarão impressões sobre desafios regionais e internacionais.

No dia 20, o Embaixador O´Brien será recebido em audiência pelo Presidente Jair Bolsonaro no Planalto, e se reunirá com o Ministro de Estado Chefe do Gabinete de Segurança Institucional da Presidência da República, General Augusto Heleno, para discutir assuntos relacionados à defesa e à segurança nacional.

Conexão política.

Senado deve esperar decisão do STF sobre senador do dinheiro na cueca

O Senado deve aguardar a decisão do plenário do STF (Supremo Tribunal Federal) para se posicionar sobre o afastamento o senador Chico Rodrigues (DEM-RR), flagrado pela PF (Polícia Federal) com dinheiro na cueca. A decisão foi do ministro do STF Luís Roberto Barroso, que pediu que o tema fosse analisado também pelo plenário.

O afastamento não agradou os senadores, que temem pelo precedente aberto. Mas há a ideia na Casa de que o plenário pode alterar a decisão. A senadora Simone Tebet (MDB-MS), presidente da CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), disse ao Poder360 que a Casa deve aguardar o julgamento: “Sobre o afastamento…Não sabemos qual será a decisão do plenário do Supremo.”

Paralelamente a isso, o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), deve procurar nesta semana os senadores para debater como lidar com o caso.

A ideia seria costurar uma reação à decisão monocrática de Barroso que afastou o senador Chico Rodrigues (DEM-RR) do cargo por 90 dias.

O encontro ainda não foi oficialmente marcado por Alcolumbre, mas líderes já tratam como inevitável o debate. O líder do governo no Congresso, senador Eduardo Gomes (MDB-TO), disse ao Poder360 que os senadores devem aproveitar a semana de esforço concentrado para debaterem o caso. A Casa realiza sabatinas de autoridades em sessões semipresenciais na próxima semana.

O líder do PSL no Senado, Major Olimpio (PSL-SP), que primeiramente disse que Barroso “extrapolou”, afirmou neste domingo (18.out) que o ministro poderia até ter decidido de forma mais dura contra o congressista.

“Eu acredito que sim [o Senado vai esperar], analisei hoje toda a decisão do ministro Barroso e conclui que ele ainda foi complacente pois tinha 1 conjunto probatório suficiente para a prisão preventiva ou até em flagrante delito com produto do peculato.”

O presidente do STF, Luiz Fux, decidiu na 6ª feira (16.out.2020) pautar a análise da ordem de afastamento do senador Chico Rodrigues (DEM-RR) do mandato por 90 dias para 21 de outubro.

Na 6ª feira, Barroso pediu a Fux que levasse a decisão para ser analisada pelos demais ministros, embora reconheça que não precisaria ser referendado pelos colegas para dar andamento ao caso. Apesar disso, mesmo que a Corte considere o afastamento válido, Rodrigues só perderá o mandato temporariamente se o Senado aprovar.

ENTENDA A SITUAÇÃO

O senador Chico Rodrigues é investigado por supostos desvios de dinheiro. Na 4ª feira (14.out.2020), ele foi flagrado escondendo cerca de R$ 15.000, em dinheiro vivo, na cueca. Policiais Federais perceberam a situação, enquanto executavam 1 mandado de busca e apreensão contra o congressista.

Apesar do flagrante, Rodrigues não foi preso. Isso porque os policiais não tinham como afirmar que a quantia apreendida foi obtida a partir dos desvios investigados. Além disso, o congressista possui imunidade parlamentar e só pode ser preso caso seja alvo de 1 flagrante de crime hediondo.

Poder 360.

Eleições 2020: Brasil tem 147,9 milhões de eleitores aptos a votar

Mulher, com ensino médio e de 35 a 59 anos é o perfil majoritário do eleitor que votará nas eleições de 2020, segundo o Tribunal Superior Eleitoral (TSE). Neste ano, 147.918.483 pessoas estão aptas a votar, um crescimento de 2,66% em relação às eleições municipais de 2016.

O contingente elegerá novos prefeitos e vereadores em 5.569 municípios em 15 de novembro. Não participam da votação neste ano os eleitores do Distrito Federal e de Fernando de Noronha, que não têm prefeito, e os brasileiros registrados no exterior, que só podem votar em trânsito nas eleições gerais a cada quatro anos.

Biometria

Por causa da pandemia de covid-19, a Justiça Eleitoral excluiu a biometria como meio de identificação nas eleições deste ano. Mesmo assim, a coleta dos dados biométricos continuou a aumentar em 2020. Em dezembro do ano passado, pouco mais de 113,5 milhões de pessoas tinham feito o procedimento, o equivalente a 76% do eleitorado. Em agosto deste ano, quando foi encerrado o registro para as eleições municipais, 117.594.975 pessoas estavam identificadas pela biometria, 79.5% do eleitorado.

Perfil

Na divisão por gêneros, as mulheres somam 77.649.569 eleitores (52,49%) do total. Os homens totalizam 70.228.457 eleitores (47,48%). Outras 40.457 pessoas não declararam o gênero, representando 0,03% do eleitorado. Um total de 9.985 pessoas usarão o nome social no título de eleitor, prática autorizada pela Justiça Eleitoral desde 2018.

Em relação ao grau de instrução, a maior parte dos eleitores informou ter o ensino médio completo, com 37.681.635 (25,47%) pessoas nessa condição. A faixa de menor escolaridade, com ensino fundamental incompleto, vem em segundo lugar, com 35.771.791 eleitores (24,18%), seguida pelo contingente com ensino médio incompleto, com 22.900.434 (15,48%). Somente 10,68% do eleitorado, que somam 15.800.520 pessoas, têm nível superior completo.

Um total de 1.158.234 eleitores se declararam com alguma deficiência em 2020. O número representa aumento de 93,58% na comparação com as 598.314 pessoas que haviam afirmado ter alguma limitação física em 2016. Segundo o TSE, o aumento não significa necessariamente alta na participação de pessoas com deficiência, porque as estatísticas se baseiam em autodeclarações do cidadão no momento do registro eleitoral.

Estados e municípios

Na comparação com 2016, o estado com maior incremento no eleitorado foi o Amazonas, cujo número de eleitores ativos subiu 7,88%, para 2.503.269. O único estado com redução no total de eleitores foi o Tocantins, com queda de 0,17% nos últimos quatro anos, de 1.037.063 para 1.035.289.

Maior colégio eleitoral do país, o estado de São Paulo tem 33.565.294 eleitores aptos a votar em 2020, alta de 2,69% em relação a 2016. Na comparação por municípios, a capital paulista concentra o maior número de eleitores, com 8.986.687 no total.

O menor colégio eleitoral do país é Araguainha (MT), com 1.001 eleitores. A cidade, que estava nas mesmas condições na votação de 2016, havia perdido o posto para Serra da Saudade (MG) nas eleições gerais de 2018. Em 2020, o município recuperou o título. Também em Mato Grosso, o município de Boa Esperança do Norte escolherá prefeitos e vereadores pela primeira vez.

Voto facultativo

Nestas eleições, 14.538.651 pessoas têm a opção do voto facultativo, permitido a eleitores com 16 e 17 anos e a idosos a partir de 70 anos. Desse total, 1.030.563 são jovens, 8.784.004 têm entre 70 e 79 anos, e 4.658.495 têm entre 80 e 99 anos. Existem 65.589 idosos com mais de 100 anos aptos a votar em 2020.

Mais informações podem ser obtidas no censo do TSE com o perfil do eleitorado brasileiro em 2020. O tribunal compilou os principais dados neste documento. Também é possível acessar o Repositório de Dados Eleitorais (RDE), que permite baixar tabelas com todos os dados do eleitorado e fazer cruzamentos estatísticos.

Agência Brasil

Brasil registra 230 mortes por covid-19 em 24 horas; total vai a 153.905

 

 

Pium mostra força e abre as portas para Éder Queiroz e Ademir em uma grande movimentação política

 

O candidato a vereador Éder Queiroz fez um verdadeiro arrastão no litoral. Homens, mulheres e crianças ganharam as rua de pium, abriram suas casas para receber o filho da saudosa dona Hélia do mercadinho, que nessa campanha é o único representante do litoral. Éder caminhou rua por rua e ouviu as reivindicações da população. Na caminhada organizada, por Ademir, principal liderança da comunidade, deixou claro que o seu apoio a Éder, faz parte de um projeto de união e fortalece do litoral, visando uma conscientização para a importância de se ter no legislativo, um representante legítimo que conhece o dia do povo do litoral e mais do que isso o povo sabe onde encontrá-lo. Éder Queiroz se comprometeu a lutar para fortalecer o turismo, um dos maiores geradores de renda litoral, a trabalhar para assegurar uma legislação municipal capaz beneficiar os parnamirinenses, em especial aos que residem em Pium, Cotovelo e Pirangi. O filho de dona Hélia não nega forças para o trabalho, desde cedo aprendeu que tudo se constrói com trabalho e fé, Éder sabe como lutar por um litoral e uma Parnamirim melhor.

 

O senador Capitão Styvenson e Francisca do PH3 movimentam a política de Parnamirim sem nenhuma estrutura ou poluição sonora

 

A candidata Francisca Henrique do PH3 foi surpreendida com a presença do senador Capitão Styvenson, quando participava de entrevista na Liberdade FM, no programa Voz da liberdade. A candidata á prefeita, teve do presidente estadual do seu partido, podemos, a garantia de que ninguém atropelará o seu projeto de formar uma nova classe política com ética e sem uso de recursos públicos. O senador deu sua contribuição, fez duras críticas a classe e não poupou até o eleitor, quando o assunto era a responsabilidade de cada um na hora de votar. O Capitão Styvenson cobrou a aplicação dos recursos destinados à área da saúde, destacou que não aceitará como resposta apenas os relatórios e prometeu fazer pessoalmente uma fiscalização. O senador, considerando a audiência do programa a voz da liberdade, propôs um desafio, afirmando que se alguém encontrassse algum familiar seu, indicado por ele, ocupando qualquer cargo nas esferas municipal, estadual ou federal, ele renunciaria o mandato de senador. Styvenson disse ainda que se fosse para escolher entre o senado e a polícia militar, escolheria a PM. Ele enalteceu a candidatura da professora Francisca Henrique, revelou que antes de convidá-la para ser candidata a prefeita, fez um verdadeiro raio x na vida da empresária, que tem em seu currículo, uma passagem pela secretaria de educação na gestão do prefeito Taveira, mas que por não tido apoio para realizar as ações no primeiro ano de governo, solicitou a renúncia do cargo. O senador capitão Styvenson afirmou que não tem nenhum interesse de ser candidato a governador em 2022. No momento, sua vontade é poder aprovar a PEC que possibilitará seu retorno ao efetivo da PMRN. Depois dá entrevista, o capitão foi visitar algumas pessoas que queriam lhe conhecer pessoalmente e abriram suas casas para o senador.

Após fala de Doria, Bolsonaro diz que vacinação não será obrigatória

 

 

O presidente Jair Bolsonaro disse que a vacina contra a Covid-19 vai ser fornecida pelo Ministério da Saúde, mas “sem impor ou tornar a vacinação obrigatória”.

Mais cedo, o governador de São Paulo, João Doria, disse que a imunização seria obrigatória no estado.

Em post no Facebook, Bolsonaro não respondeu diretamente a Doria, mas citou duas leis para dizer que é o governo federal quem vai decidir sobre a obrigatoriedade da vacina:

 

O antagonista.