Abidene anuncia apoio a Nilda e racha o PSC em Parnamirim

O vereador Abidene Salustiano resolveu tomar sua decisão, passou a apoiar a candidatura da professora Nilda. O restante do grupo formado por Léo Lima, Ari Ricardo, Wolney França e Éder Queiroz, que figuram em boa colocação nas últimas pesquisas, não acompanharam o primeiro suplente de deputado estadual. Pessoas próximas a Abidene relatam que a sua intenção era ficar neutro nesse processo, mas foi convencido por aliados de Nilda a tomar o remédio amargo e cair de cabeça na campanha da oposição a Taveira. O clima entre os dois azedou, quando o coronel lhe comunicou que preferia Kátia Pires para ser sua vice. O sentimento de revolta tomou conta de alguns integrantes do partido, mas foi contido momentaneamente. Taveira e Abidene voltaram a conversar pessoalmente, porém no final, o suplente não ficou satisfeito com as últimas conversas, resolveu desembarcar ao lado daqueles que pretendia combater se tivesse sido escolhido candidato a vice. Agora, resta contabilizar os números dessa adesão, saber se Nilda irá aumentar sua performance nas próximas pesquisas eleitorais e claro, se esse caminho, o levará ao reino do céu.

Fanatismo e consequências

 

João Medeiros Filho
Segundo os autores do “Dicionário Etimológico da Língua Portuguesa”, o verbete fanatismo aparece registrado em 1769, apesar do adjetivo fanático já existir, desde a antiguidade. De acordo com os latinistas, dentre eles, o professor Ernesto Faria, fanatismo deriva do substantivo latino “fanum” (templo, santuário), acrescido de “actus” (ato, ação). No Primeiro Livro dos Reis, podemos encontrar a expressão: “Assim Salomão construiu um templo [fanum]” cf. 1Rs 11, 7). Desse étimo provém igualmente “pro+fanum”, ou seja, aquele ou aquilo que está antes do santuário, não consagrado e santificado. Por conseguinte, profanar adquiriu o significado de desrespeitar o sagrado. Na mitologia romana, os templos dedicados a Marte e Júpiter chamam-se: “Fanum Martis e Fanum Iovis”. Posteriormente, com o mesmo vocábulo foram denominados os conventos e mosteiros gauleses e germânicos. Portanto, infere-se que no princípio o termo estava ligado a fatos e realidades religiosas. Primitivamente, fanatismo era o exagero e o apego desmedido à religião ou às coisas sacras. Depois, tomou a acepção de partidarismo exclusivista, adesão automática e cega a um sistema ou doutrina, dedicação excessiva a alguém ou algo.
Os especialistas em ciências sociais, políticas e da religião afirmam que esse fenômeno acha-se em alta, no Brasil de hoje. Nas redes sociais, nos encontros de família etc, os brasileiros estão cada vez mais divididos, por conta de seu envolvimento com religião e política. As pessoas não aceitam debater ideias, querem o monólogo, tornando-se radicais, intolerantes, incapazes de escutar e respeitar o outro. Os psiquiatras dizem ser fácil reconhecer os fanáticos. Em geral, são detentores de entusiasmo militante, enorme impulsividade, forte brilho no olhar, obstinação nos argumentos e crenças. Carecem de objetividade, coerência, visão conjunta, capacidade de diálogo e tendem a ser impositivos. Acreditam possuir um saber próprio e superior, bem como uma “verdade” que deve ser infligida aos outros. Não desejam apenas convencer alguns, mas “salvar” a todos. Pensam que conhecem todas as necessidades humanas e revestem-se de um “altruísmo” peculiar. Os terroristas e radicais pretenderam mostrar ao mundo que só eles sabem o que é certo, justo e bom para a humanidade. Trata-se de moralistas obcecados. Consideram-se os únicos corretos. Daí, afloram a intransigência, o radicalismo e a impaciência.
Verifica-se que o Brasil vive momentos intensos de fanatismo político. Seus frutos e consequências bem visíveis são rotulação, ofensas e xingamentos. Deparamo-nos com estereótipos, resultantes da radicalização da cena social, disputa política e do incipiente ódio e luta de classes. Há chavões que se tornaram verdadeiros insultos, tentando calar os adversários nas discussões ou mensagens eletrônicas. Seu fruto maior é a agressividade. Já no século XIX, Gustave Le Bon, em sua “Psicologia das Multidões”, atentava para a postura bizarra de “… grupos formando uma espécie de mentalidade única e irracional. Em seu comportamento carregado de fanatismo acumulam estupidez, em vez de discernimento.” Formam convicções inabaláveis, que denotam ausência de reflexão. Alimentam paixões tangidas por fortes emoções, conclusões superficiais, atitudes ilógicas e inconsequentes. Há também uma onda de fundamentalismo religioso, destoando da abertura e do ecumenismo do Evangelho.
Os fanáticos rompem os laços de solidariedade, fraternidade e aniquilam o respeito ao outro. Vivem a solidão coletiva e têm a consciência crítica deformada. Tornam-se números na massa, capazes de perpetrar atrocidades. O que prevalece é o seu pensamento ou crença. A partir daí, vale tudo para destruir o outro. Agem de forma obstinada e previsível. Rechaçam o contraditório, pois acreditam ser donos da única verdade. Isto acarreta consequências graves, pois gera intolerância, estimula o ódio e se difunde como ideologia dominante. Ao ignorar opiniões contrárias, aderem cegamente a partidos, doutrinas e sistemas. Caminham na contramão do Evangelho, menosprezando Cristo, que valorizava o diálogo. São emblemáticos os encontros do Mestre – narrados pelos evangelistas – com a samaritana, o jovem rico e Zaqueu. Jesus não impôs, mas propôs, mostrando que sua doutrina é um convite e jamais uma obrigação. Assim pregava: “Se queres ser perfeito…” (Mt 19, 21), ou então, “Vim, não para condenar, mas para salvar” (Jo 12, 47). Um Brasil intolerante e exacerbado será uma nação anticristã, negando suas origens, cultura e tradições.

João Medeiros Filho

Fiocruz prevê início da vacinação contra covid-19 até março de 2021

A presidente da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), Nísia Trindade, espera que comece até março do ano que vem a imunização contra a Covid-19 com a vacina desenvolvida pela Universidade de Oxford e pela farmacêutica AstraZeneca. A Fiocruz assinou um acordo, em agosto, para transferência de tecnologia e produção dessa vacina no Brasil. Segundo Nísia, a produção deve começar entre janeiro e fevereiro. 

“A nossa expectativa é que possamos encaminhar todo esse processo da vacina que precisa ter a validação da pesquisa. Entre os meses de janeiro e fevereiro estaremos iniciando a produção. Todo trabalho acompanhado pela agência Anvisa [Agência Nacional de Vigilância Sanitária] e, assim, temos toda a esperança que possamos, no primeiro trimestre de 2021, iniciar esse processo de imunização, como um dos instrumentos importantes para que nós possamos lidar com essa pandemia e todos os impactos na nossa sociedade”, disse Nísia.

Cerimônia

Diário do poder.

Fabio Faria toca Comunicações, ajuda na articulação e acumula reconhecimento

No governo “Geni” de Bolsonaro, criticado por seus desacertos e crises desnecessárias, a exceção é o Ministério das Comunicações chefiado por Fábio Faria desde 17 de junho.

Sua atuação agrada ao presidente e Congresso, por se empenhar no entendimento entre os dois poderes, e arranca elogios até do setor privado.

“Finalmente o País tem um ministro das Comunicações”, diz Flávio Lara Resende, presidente da prestigiosa Abert (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). A informação é da Coluna Cláudio Humberto, do Diário do Poder.

Diário do poder.

França bate recorde de novos casos de Covid-19

Recém-confinada pela segunda vez, a França bateu o recorde de novos casos registrados de Covid-19 nas últimas 24 horas:  52.258.

O número de mortos de ontem para hoje chegou a 416.

O total de infectados desde o início da pandemia alcançou 1.466.433 e o de mortos, 37.435.

As UTIs já estão cheias em vários lugares do país. Há 3.930 pessoas em estado grave nos hospitais.

Em números absolutos, a França é atualmente o epicentro da pandemia.

 

ANÁLISE | Em disputa acirrada, Fortaleza é mais uma capital que pode sair das mãos da esquerda

O Conexão Política vem registrando a forte disputa eleitoral no cenário municipal deste ano.

A esquerda, que por décadas dominou muitos estados, capitais e cidades gerais, se vê cada vez mais acuada e sem representantes que consolidem a agenda progressista no país.

A ‘guinada’ contra os tradicionais partidos da esquerda começou com força nas eleições de 2016.

Não há como falar nessa mudança sem citar o cenário da capital do Rio de Janeiro em 2016, que elegeu Marcelo Crivella.

Com uma ampla vantagem sobre Marcelo Freixo (PSOL-RJ), Crivella cravou 59,36% e saiu vitorioso no segundo turno.

O resultado faz parte da onda conservadora que começa a crescer no Brasil, incluindo o Rio de Janeiro. Neste cenário, em específico, a expressiva vitória de Marcelo Crivella, foi impulsionada pelo eleitorado evangélico, que representa um terço dos quase 4,9 milhões de votantes da capital fluminense.

Além disso, os fortes escândalos de corrupção contra figuras da esquerda brasileira enfraqueceram mais e mais o palanque progressista.

Não só isso, a população passou a ter uma maior consciência do que realmente prega o progressismo. Dessa forma, os pilares do conservadorismo foram ganhando forma, voz e figuras eleitas.

O efeito pode se repetir em Fortaleza

A influência da família Ferreira Gomes no estado do Ceará pode estar com os dias contados.

O cenário das eleições municipais deste ano aponta para uma mudança significativa na capital Fortaleza.

Ciro e Cid, que por muitos anos conseguiram emplacar vários nomes aliados na capital cearense, agora parecem ter diminuído a força.

De acordo com um levantamento do Datafolha, divulgado na última quarta-feira (28), o candidato do PDT tem 22% das intenções de voto, representando um empate técnico com e Luizianne Lins (PT), que aparece com 19%.

A surpresa no cenário é o nome do Capitão Wagner. Apoiado pelo presidente Jair Bolsonaro, o candidato do PROS lidera com 31%.

Se os rumos eleitorais continuarem navegando nesse sentido, a vitória de Wagner representará uma verdadeira derrota da esquerda em Fortaleza. Consequentemente, o mesmo deverá se repetir no páreo de 2022.

Conexão política.

Vaticano diz que fala do papa sobre união gay foi tirada de contexto

O Vaticano declarou em comunicado que os comentários do papa Francisco sobre a união entre homossexuais foram tirados do contexto e não sinalizaram uma mudança na doutrina da Igreja sobre homossexuais ou apoio ao casamento do mesmo sexo. O documento foi enviado a embaixadores da Santa Sé em todo o mundo, na última semana e veio a público nesta 2ª feira (2.nov.2020).

De acordo com o comunicado, a fala de Francisco foi editada, dando a entender que ele apoiava a união entre homossexuais. O Vaticano afirma que o que ele quis dizer era que essas pessoas têm o direito de serem aceitos pelas respectivas famílias, como filhos e irmãos.

A polêmica fala do papa Francisco consta em 1 documentário lançado em Roma, no mês de outubro. No filme, que mostra vários aspectos da personalidade do papa, aparece 1 trecho em que ele defenderia a criação de leis para permitir a união civil entre homossexuais.

As pessoas homossexuais têm direito de estar em uma família. Elas são filhas de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deverá ser descartado ou ser infeliz por isso (…) O que precisamos criar é uma lei de união civil. Dessa forma eles são legalmente contemplados. Eu defendi isso”, diz Francisco em trecho do filme.

O comunicado diz que 2 respostas separadas foram editadas para parecer apenas 1, deixando o contexto e as perguntas de fora do vídeo. A Santa Sé defende que o papa expressou ser contra o casamento entre pessoas do mesmo sexo, segundo a nota. A Igreja ensina que “tendências homossexuais” não são pecado, mas “atos homossexuais” são e que gays devem ser tratados com respeito.

A frase em que Francisco diz “é uma incongruência falar em casamento homossexual” teria sido cortada. “É evidente que o papa Francisco estava se referindo a certas medidas governamentais, não à doutrina da Igreja, reafirmada por ele diversas vezes ao longo dos anos“, diz a nota.

Poder 360.

Toffoli elogia Aras: “Ele não faz pirotecnia”

Na videoconferência em que atacou Sergio Moro e a Lava Jato, o ministro Dias Toffoli elogiou o procurador-geral da República Augusto Aras.

Segundo o ministro do STF, Aras “fez acordos de colaboração premiada que já recuperaram mais valores para o Estado brasileiro do que todas as operações ocorridas no passado, incluindo a Lava Jato. Só que ele não faz pirotecnia, não faz propaganda disso”.

“Por que um promotor, um delegado, um juiz tem que fazer propaganda? Atua nos autos, condena. Não precisa fazer pirotecnia e estardalhaço. Não está na lei penal a humilhação e a execração domo pena.”

O antagonista.

ÚLTIMAS – Manifestantes contra obrigatoriedade da vacina da covid-19 começam a chegar à Avenida Paulista

Marcado para às 14h de hoje, o local já segue com bastante movimento.

As pessoas começam chegar aos pouco. A previsão é de que os manifestantes ocupem alguns quarteirões da Paulista.

O deputado estadual Douglas Garcia (PTB-SP) é um dos organizadores do evento.

O grupo protestará também contra medidas do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), que defende a obrigatoriedade do imunizante fabricado pelo Instituto Butantan em parceria com o laboratório chinês Sinovac Biotech.

Conexão política.

Relações governamentais: As pautas do Congresso e o agronegócio, por André Oliveira e Giovani Menicucci

68% já viram ou ouviram propaganda de candidatos a prefeito

 

 

59% afirmam já terem escolhido candidato a prefeito

Em meio à pandemia, 188 hospitais funcionam sem alvará da vigilância sanitária

Os dados são de levantamento feito pelo Poder360, nos 26 Estados e no Distrito Federal. Esses estabelecimentos se aproveitam de uma brecha na lei para poder atender sem ter que passar pelo mesmo rigor fiscalizatório que paira sobre as unidades de saúde do setor privado. Especialistas criticam a legislação.

O total de hospitais que funcionam sem alvará representa 47,9% dos do total de unidades estaduais em funcionamento citadas pelos estados no levantamento. Para piorar o quadro, dos poucos alvarás emitidos a esses hospitais, ao menos 28 estão vencidos.

O levantamento foi feito por meio da Lei de Acesso à informação, com solicitações feitas a cada governo das 27 unidades da federação. Eis a lista completa de hospitais.

Os únicos estados em que todos os hospitais possuem o alvará são Acre, Paraná e São Paulo. O número pode ser ainda maior porque 7 estados não responderam à solicitação: Goiás, Amazonas, Ceará, Piauí, Rondônia, Sergipe, Tocantins.

Apesar de UPA, unidades mistas, centros especializados aparecerem no levantamento realizado  sem alvará da vigilância sanitária em alguns estados, eles foram excluídos porque não houve uma pergunta direcionada a esses estabelecimentos e, por isso, nem todos os estados citaram.

Quem presencia as irregularidades nem acredita estar diante de um hospital público, como a advogada Monique Thaise de Souza Siqueira que foi Internada com covid-19 no Hospital Metropolitano em Várzea Grande, em Mato Grosso. No local, que não tem alvará, até uma barata morta foi encontrada na sua gelatina.

Fiquei 8 dias internada, recebi gelatina com uma barata morta na borda do copo, vasilha de água suja, as colheres não eram embaladas. No banheiro a única coisa que os funcionários faziam era trocar o papel, não jogavam produto de limpeza. Acabaram chamando a assistente social e a psicóloga dizendo que eu tinha TOC (transtorno obsessivo-compulsivo) de limpeza, mas eu estava pedindo apenas o mínimo”.

Apesar de o estado do Piauí não ter respondido a solicitação via LAI, Juarez Carneiro de Holanda Silva, médico fiscal do CRM-PI, disse que há muitos estabelecimentos sem alvará no estado, principalmente no interior.

Juarez esclarece que os estabelecimentos não possuem nem o PGRSS (Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde), um documento técnico que estabelece ações de manejo dos resíduos provenientes de todos os serviços relacionados ao atendimento à saúde.

Os maiores problemas estão em hospitais municipais, UPAS, unidades mistas. Mas nos hospitais estaduais já foram encontradas baratas, salas sem pias de higienização e lixos sendo descartados de maneira incorreta. Todos esses problemas afetam quem depende do serviço e quem mora no entorno”.

A Vigilância Sanitária do Amapá, por exemplo, afirmou que nenhum hospital público possui alvará porque os estabelecimentos não conseguem realizar o mínimo das solicitações exigidas.

No estado, se os estabelecimentos assistenciais de saúde cumprirem o mínimo exigido e garantirem que haverá melhorias posteriormente eles conseguem o alvará da vigilância.

Nenhum hospital público do Estado possui alvará da Vigilância Sanitária, pois todas as fiscalizações que são feitas por demanda própria da Visa, os estabelecimentos não conseguem realizar o mínimo das solicitações de itens da Notificação expedido pela Vigilância Sanitária, seja documental ou física”, disse em nota.

LEI FEDERAL E ESTADUAIS

Alguns Estados argumentam que a Lei federal 6.437 de 1977 desobriga instituições hospitalares de administração pública a ter o documento. Espírito Santo, Alagoas e São Paulo criaram leis próprias para fiscalizar os próprios hospitais –só o último obriga a ter o alvará.

O documento atesta que o estabelecimento segue normas de saúde e higiene e tem as condições sanitárias mínimas preservadas para garantir a saúde dos atendidos.

Enquanto os hospitais públicos não precisam do documento, os particulares só podem funcionar com o alvará. Segundo a Anahp (Associação Nacional de Hospitais Privados) todos os estabelecimentos que fazem parte da associação possuem o documento.

A Anahp esclarece que todos os seus hospitais associados seguem as normas estabelecidas pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e pelas Secretarias Estaduais de Saúde”.

Elda Bussinguer, coordenadora do doutorado em Direito da FDV e pós-doutora em Saúde Coletiva, considera a lei “imoral”. Na sua visão, os hospitais públicos deveriam ter o alvará assim como os particulares.

Do ponto de vista legal os hospitais estão respaldados, mas não do ponto de vista ético. Isso é inconstitucional, por um princípio de igualdade os hospitais públicos não poderiam ter esse privilégio frente ao hospitais particulares. Isso é uma visão de que o estado seria puro, isso é uma incoerência”.

Cecilia Mello, sócia do Cecilia Mello Advogados e ex-juíza federal no TRF-3 compartilha da mesma visão. Para ela, há mais denúncias de irregularidades na rede pública que privada.

Os argumentos que muitos vão usar sempre é de que pelo fato de serem públicos estariam sujeitos a fiscalização constante e cumprem as normas sanitárias estabelecidas. Mas vemos mais denúncias de irregularidades em hospitais públicos. Por que temos que acreditar que pelo fato de ser público atende a todos os requisitos para funcionamento?”.

Outro problema apontado por Elda é de que esses hospitais mesmo passando para administração de outras instituições, como Organizações Sociais, continuam isentos do documento. “Um gestor comprometido com a saúde pública faria de tudo para mudar essa lei”.

A Secretaria Estadual de Saúde do Mato Grosso, por meio da diretoria do Hospital Metropolitano em Várzea Grande, esclarece que a unidade passou por inspeção sanitária e que os problemas detectados já foram sanados. O protocolo de dedetização que antes era realizado quinzenalmente passou a ser realizado semanalmente.

A Comissão de Controle de Infecção Hospitalar já agendou a elaboração do processo de alvará sanitário junto ao Escritório Regional de Saúde da Baixada Cuiabana”, disse em nota.

O estado do Piauí foi demandado, mas ainda não respondeu.

Poder 360.

52% acham seguro e pretendem votar em 15 de novembro

Nilda recebe o apoio de Siderley e se fortalece na reta final da campanha

O ex-vereador Siderley Bezerra, filiado ao PV, que era declarado apoiador da candidatura de Maurício Marques, mudou de lado e passou a apoiar a candidatura da professora Nilda nessa reta final da campanha. O padrinho desse apoio, foi o candidato a vereador Santana, que recebeu recentemente o apoio de Siderley e já estava no bloco de apoio a professora que segue colecionado nova adesões políticas nesses últimos dias de campanha.