Downloads “de última hora” deixaram e-Título instável, diz Barroso

Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, pediu desculpas hoje (15) pela instabilidade no e-Título, mas disse que o problema é causado porque muitos eleitores deixaram para baixar o aplicativo de celular em cima da hora.

“Peço desculpas por não termos uma capacidade maior, nós nos defendemos dizendo nós pedimos para as pessoas baixarem o aplicativo com antecedência. Todo mundo baixando no último dia, tem esse problema”, disse Barroso.

O ministro disse que, apesar da sobrecarga, o aplicativo “está funcionando adequadamente”. Ele pediu que as pessoas “insistam um pouquinho”.

Desde as primeiras horas de votação, muitos eleitores relatam nas ruas e nas redes sociais dificuldades em acessar os serviços do e-Título, sobretudo o que permite justificar ausência à votação por meio da ferramenta de georreferenciamento existente nos celulares.

Ainda pela manhã, o TSE divulgou uma nota em que disse que “pode haver instabilidade momentânea no uso do aplicativo em razão do excesso de acessos”. Segundo Barroso, somente no sábado (14) foram feitos 3 milhões de downloads do aplicativo.

“Numa característica do brasileiro, as pessoas deixaram para baixar no último dia e na ultima hora”, disse o ministro da cidade de Valparaíso (GO), aonde foi pela manhã para testar quatro projetos pilotos de votação, incluindo por meio de tablet ou celular.

Os protótipos de votação fazem parte do projeto Eleições do Futuro, no qual o TSE lançou um edital para que empresas fizessem demonstrações sobre novas formas de votação por meio eletrônico.

As demonstrações das empresas selecionadas são realizadas nas cidades de Curitiba (PR), Valparaíso de Goiás (GO) e São Paulo (SP). Na simulação, alguns eleitores são convidados a votar em candidatos fictícios. Segundo o TSE, o objetivo é alcançar alternativas de menor custo sem comprometer a lisura da votação.

Agência Brasil

Eleições 2020: 29 candidatos são alvos de crimes e 52 foram detidos

De ontem (14) até as 13 horas de hoje (15), as forças de segurança pública de todo o país registraram ao menos 29 casos de supostos crimes cometidos contra candidatos a prefeitos e vereadores em todo o país.

Segundo o mais recente balanço do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, do Ministério da Justiça e Segurança Pública, quatro candidatos foram alvo de tentativa de homicídio em municípios da Bahia, Maranhão, Minas Gerais e Paraíba. Outros quatro sofreram lesões corporais em situações associadas à disputa eleitoral que ocorre hoje, em mais de 5 mil cidades brasileiras. Ainda segundo o boletim, 21 candidatos sofreram ameaças nas últimas horas – cinco deles entre 11h e 13h de hoje.

Os nomes dos postulantes a um cargo público vítimas da violência não foram informados. O nome das localidades onde as ocorrências foram registradas também não foi divulgado.

De acordo com o balanço, 52 candidatos cujos nomes também não foram confirmados e 515 eleitores foram detidos ou conduzidos a delegacias em todo o país. Mais cedo, o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou que, até as 11h de hoje, 13 candidatos já tinham sido presos e outros dez flagrados em algum tipo de conduta irregular. Segundo o tribunal, a maioria destas ocorrências foi registrada em Minas Gerais; Goiás; Sergipe e São Paulo.

Além disto, segundo o boletim do centro integrado, agentes das forças de segurança pública registraram 720 ocorrências eleitorais até as 13 horas. A maioria delas relacionada à realização de boca de urna (285) – ou seja, fazer propaganda eleitoral e/ou distribuir material de propaganda política no dia da eleição. Em seguida vem a compra de votos (169); desobedecer ordens da Justiça Eleitoral (129); concentração (41) ou transporte irregular de eleitores (36).

Entre outros supostos crimes eleitorais, as autoridades também foram notificadas sobre 26 casos de atribuição de fatos ou informações mentirosas a candidatos, o que, no balanço do Centro Integrado, é classificado como divulgação de fake news. Também houve 39 casos com indícios de desinformação sobre o processo eleitoral. Até o início da tarde, 42 armas e pouco mais de R$ 418 mil em espécie, além de material de campanha e 126 veículos, tinham sido apreendidos.

De acordo com o mais recente boletim, que é atualizado a cada duas horas, mais de 294 mil agentes públicos, incluindo militares das Forças Armadas, estão atuando para garantir a segurança das eleições municipais.

Às 15h30, o ministro da Justiça e Segurança Pública, André Mendonça, e o presidente do TSE, Luís Roberto Barroso, devem se reunir nas dependências do Centro Integrado de Comando e Controle Nacional, em Brasília. Na sequência, os dois devem conversar com jornalistas sobre o andamento das eleições no país.

Agência Brasil

No RN, 64% dos prefeitos concorrem à recondução

Foto: TSE

Cerca de 2,4 milhões de eleitores irão às urnas para a escolha de prefeitos em 167 municípios do Rio Grande do Norte, onde 107 candidatos ou 64% dos atuais chefes de Executivos tentam à reeleição, contando inclusive com aqueles que assumiram mandatos em decorrência de afastamentos, cassação de mandados, renúncia ou desistência de disputa do cargo por diversos motivos.

Pelo menos 26 prefeitos eleitos pela primeira vez em 2016 deixaram de concorrer à reeleição, alguns por motivação política, mas também houve dois casos de prefeitos que faleceram no exercício do mandato, Targino Pereira, em Nova Cruz e Patricia Targino, em Pedro Velho. Os vice-prefeitos que os substituíram, Flávio Nogueira (MDB) e Derjelane Macedo (PSDB), respectivamente, tentam novo mandato nas eleições de hoje.

Também há casos de municípios que acordos políticos levaram à substituição de candidatos, como em Rodolfo Fernandes, na região Oeste, onde o prefeito Wilson Filho passou a apoiar Wilton Monteiro, prosseguindo com o rodizio iniciado em 2016, quando o então prefeito Monteiro Neto não disputou a reeleição para que o atual prefeito apoiasse o irmão de Wilton Monteiro (MDB) em 2020.

Singular foi o caso do prefeito de Encanto, Atevaldo Nazário da Silva, que não criou as condições políticas para passar na convenção do Republicanos, até a sua mãe, teria votado contra ele.

Em Água Nova o afastamento da prefeita Rafaela Carvalha possibilitou que Francisco Ronaldo de Souza (DEM) assumisse o cargo e disputasse a reeleição agora, mesma coisa ocorreu com Nixon Baracho (DEM), que assumiu o posto do afastado prefeito Abelardo Rodrigues Filho, que por sua vez, emplacou o filho, Abelardo Neto, como candidato a vice na chapa de Baracho.

Também concorre à reeleição o prefeito de Ceará Mirim, Júlio César Câmara (PSD), eleito em pleito suplementar depois do afastamento do reeleito Marconi Barreto. Em Galinhos o afastamento do prefeito Fábio Rodrigues elevou o Francinaldo Silva da Cruz (PL) ao cargo, possibilitando sua candidatura de reeleição, bem como a cassação de Alda Romão em São José de Campestre, onde é candidato à reeleição Joseilson Borges (MDB).

Caso inusitado ocorreu em Guamaré, onde Francisco Adriano Holanda também desistiu de disputar mandato, depois de assumir a prefeitura devido o afastamento de Mozaniel Rodrigues de Melo, que agora volta a disputar a eleição, para se concentrar no esforço de administrar o município durante a pandemia de coronavirus.

Pendência é outro município onde o prefeito eleito em pleito suplementar, Flaudivan Martins Cabral (MDB), habilitou-se a um segundo mandato no lugar do afastado Fernando Antonio Bezerra.

Outros municípios que passaram por processos de cassação de mandatos ou afastamentos dos prefeitos são os seguintes – Parazinho, Carlos Veriano de Lima (PP) assumiu o posto depois da cassação da prefeita Rita de Luzier Martins, que tentou obter registro de candidatura nas eleições deste ano, mas renunciou em razão da “Lei da Ficha Limpa”, além de Ivanildo Ferreira Filho (PSDB) que assumiu o cargo de prefeito em Santa Cruz com o afastamento da prefeita Fernanda Costa Bezerra por abuso de poder econômico.

José Alexandre Sobrinho (MDB) é outro a tentar à reeleição depois sair vitorioso em eleição suplementar no município de Pedro Avelino por conta da cassação do mandato da prefeita Neide Suely Costa devido abuso de poder econômico nas eleições de 2016.

Mesma coisa aconteceu em João Câmara, na região do Mato Grande, com o afastamento do prefeito eleito em 2016, Maurício Caetano Damascena, substituído por Manoel dos Santos Bernardo (DEM), que hoje tenta o segundo mandato.

Já em Santana do Matos, a prefeita Maria Alice Silva (Repúblicanos), que vai para a disputa do segundo mandato, assumiu a chefia do Executivo depois da renúncia do médico Edvaldo Guimarães Júnior para assumir o cargo de professor na UFRN.

Em Natal, a renúncia do ex-prefeito Carlos Eduardo Alves para disputar o governo do Estado em 2018, deixou a disputa pela reeleição para o prefeito Álvaro Dias (PSDB).

Outros prefeitos que desistiram da reeleição por outras motivações políticas ou pessoais, foram Bráulio Cunha, em Arez, até pela idade, porque tem mais de 80 anos; Lúcia Fernandes do Nascimento, em Baraúna, além de Ludmila Carlos de Amorim em Rafael Godeiro e Lídice de Medeiros Brito, em São João do Sabugi; Mariana Fernandes em Luís Gomes e José Gaudêncio, em São Miguel, que atendeu o irmão, deputado Galeno Torquato, na formação de uma chapa puro sangue do PSD para as eleições de hoje. Outra desistência foi a de Polion Maia, em São Fernando e Iracema Pereira, em São Vicente e ainda Stela Sena, em Senador Georgino Avelino.

Já em Afonso Bezerra, o prefeito Chico Bertuleza emitou nota à população, justificando porque renunciou à disputa eleitoral: “Essa decisão foi tomada por razões exclusivamente pessoais e familiares, vou honrar os compromissos que assumi com o povo de governar a cidade por quatro anos”.

Tribuna do Norte

Rumos de 167 municípios do RN dependem de 2,4 milhões

Foto: Arquivo TN

Mais de 2,4 milhões de potiguares devem ir às urnas neste domingo (15) para votar no primeiro turno das eleições municipais deste ano. Os eleitores irão escolher os prefeitos e vereadores pelos próximos quatro anos dos 167 municípios do Rio Grande do Norte, em uma disputa que têm um caráter diferente das últimas devido à pandemia do novo coronavírus: datas adiadas, restrições em campanhas, ausência de debates (em Natal).

Uma das indefinições deste ano está relacionada ao comparecimento nas urnas por causa da pandemia do novo coronavírus. No Rio Grande do Norte, assim como em todos os Estados brasileiros, as atividades econômicas e reabertura de atividades já aconteceu, mas há pessoas em todas as cidades que se sentem inseguras e continuam no isolamento social.

Na expectativa do presidente do Tribunal Regional Eleitoral, o desembargador Gilson Barbosa, a pandemia não deve afastar tanto as pessoas das urnas. No entanto, a afirmação também não é uma certeza para o presidente. Para o Barbosa, as eleições deste ano estão sendo “as mais difíceis que se teve até agora”, porque a pandemia atingiu muita gente “e não se sabe a dimensão”.

Segundo Gilson Barbosa, “é preciso que a população tenha cuidado e colabora no sentido de ser preservar, porque nós não podemos obrigar as lavar as mãos ou colocar a máscara, ninguém vai colocar máscara no rosto de ninguém, mas na sessão eleitoral só vai entrar o eleitor que estiver com máscara”.

Para evitar aglomerações, a Justiça Eleitoral reservou o horário de 8h às 10h para os eleitores acima de 60 anos.

Disputas

Segundo as estatísticas do TSE, 10.554 pessoas se candidataram para as eleições deste ano nos municípios potiguares, entre prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. São 1,4 mil candidatos a mais que nas eleições de 2016. O maior número de candidatos – praticamente metade – está em Natal, o maior colégio eleitoral. São 766 registros. Em seguida, está Mossoró, com 488 registros de candidaturas.

Tribuna do Norte

 

Partidos de centro lideram em sete das dez maiores capitais

Foto: Divulgação/Divulgação/Divulgação

Pesquisas divulgadas pelo Ibope neste sábado, 14, mostram que os partidos de centro, que se colocam longe do bolsonarismo e do petismo que polarizaram a eleição de 2018, são os principais favoritos na maioria das dez capitais mais populosas do país.

O DEM desponta como a principal força, com candidatos liderando em três das dez cidades: Rio de Janeiro (Eduardo Paes), Salvador (Bruno Reis) e Curitiba (Rafael Greca). Os dois últimos devem encerrar a disputa ainda no primeiro turno – Reis, que é apoiado pelo prefeito ACM Neto (DEM), tem 66% dos votos válidos e Greca, que tenta a reeleição, 56%.

Eduardo Paes lidera com 41% no Rio de Janeiro e, embora ainda possa vencer no primeiro turno, deve ter que disputar uma segunda rodada eleitoral contra um adversário ainda desconhecido – o prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) tem 16%, seguido por Benedita da Silva (PT), com 13%, e Martha Rocha (PDT), com 11%, todos empatados dentro da margem de erro de três pontos percentuais para mais ou para menos.

O PSDB, que foi o partido que mais elegeu prefeitos em capitais em 2016 (sete), lidera em apenas uma das dez maiores capitais, mas justamente na maior delas. O atual prefeito de São Paulo, Bruno Covas, tem 38% dos votos válidos e deve enfrentar um segundo turno contra Guilherme Boulos, do PSOL (16%), ou Celso Russomanno, do Republicanos (13%), ou Márcio França, do PSB (13%).

Quem certamente liquidará a fatura no primeiro turno é Alexandre Kalil, prefeito de Belo Horizonte que tenta a reeleição e que tem 72% dos votos válidos – seu perseguidor mais próximo, João Vitor Xavier (Cidadania), possui apenas 9%. Kalil é do PSD, que é hoje um dos principais partidos de centro da política nacional.

Em Goiânia, dois candidatos de centro estão empatados tecnicamente na ponta e devem disputar o segundo turno: o ex-governador Maguito Vilela, do MDB (33% dos votos válidos), e Vanderlan Cardoso, do PSD, com 29%.

Outro ex-governador, Amazonino Mendes (Podemos, também um partido de centro), lidera a corrida em Manaus com 24% dos votos válidos e deverá disputar o segundo turno contra um adversário indefinido – os perseguidores mais próximos são David Almeida, do Avante (18%), e Ricardo Nicolau, do PSD (14%), mas há outros candidatos com chances.

Esquerda

Os partidos de esquerda aparecem à frente na disputa em apenas três das dez maiores capitais. A principal delas é Salvador, onde o deputado estadual José Sarto (PDT), candidato apoiado pelos irmãos Ciro e Cid Gomes, aparece com 32%. Ele está empatado dentro da margem de erro com o policial militar da reserva Capitão Wagner (Pros), que tem 30% — Wagner é identificado com as pautas da direita e com o bolsonarismo. A ex-prefeita Luizianne Lins (PT), que já esteve empatada com a dupla há menos de duas semanas, agora tem 20% e viu reduzidas as suas chances de passar ao segundo turno.

Os deputados federais Marília Arraes (PT) e João Campos (PSB), candidatos à prefeitura de Recife Divulgação/Divulgação

A esquerda também vai bem no Recife, onde os dois principais candidatos são de partidos dessa orientação ideológica: os deputados federais João Campos (PSB), que tem 34%, e Marília Arraes (PT), que tem 25%. A disputa também é familiar: ele é bisneto e ela é neta do patriarca político da família, o ex-governador Miguel Arraes. O PSB governa o estado há quatro mandatos, e a prefeitura de Recife há dois — antes, o PT comandou a capital do estado por três gestões. Quem pode encerrar a hegemonia da esquerda na cidade é o ex-ministro Mendonça Filho (DEM), que tem 23% dos votos válidos e está empatado tecnicamente com Marília Arraes.

A esquerda tem vida um pouco mais tranquila em Belém, onde o ex-prefeito Edmilson Rodrigues (PSOL) lidera a disputa com 38% dos votos válidos, seguido por José Priante, do MDB, com 17%, e Everaldo Eguchi, do Patriota, com 13%. Rodrigues, que quando governou a cidade, entre 1997 e 2004, era filiado ao PT, tem como vice o petista Edilson Moura.

Outras capitais

Nas outras dezesseis capitais, há chances de o PSDB liquidar a fatura em Natal, com o atual prefeito Alvaro Dias (62% dos votos válidos), e Palmas, com a prefeita Cinthia Ribeiro – ela tem 38%, mas a cidade é a única capital do país que não tem segundo turno porque não possui o mínimo exigido de 200.000 eleitores.

O DEM também deve vencer a disputa em Florianópolis, com Gean Loureiro, que tem 62% dos votos válidos. Em Campo Grande, outro que pode ser reeleito em primeiro turno é Marquinhos Trad (PSD), que tem 48%. Nas demais cidades, deve haver segundo turno.

O prefeito de Florianópolis, Gean Loureiro (DEM), que pode ser reeleito neste domingo ./Divulgação

Além de Brasília, que tem não prefeito, a única capital que não realizará eleição neste domingo é Macapá, onde a votação foi adiada em razão dos problemas no fornecimento de energia elétrica que a cidade enfrenta há quase duas semanas. A nova data do primeiro turno está indefinida. O TRE (Tribunal Regional Eleitoral) sugeriu 13 de dezembro, mas a maioria dos candidatos defende que ela ocorra no dia 29 de novembro.

Veja como os primeiros colocados na reta final da disputa nas dez maiores capitais:

São Paulo

  • Bruno Covas (PSDB): 38%
  • Guilherme Boulos (PSOL): 16%
  • Celso Russomanno (Republicanos): 13%
  • Márcio França (PSB): 13%
  • Arthur do Val – Mamãe Falei (Patriota): 7%
  • Jilmar Tatto (PT): 6%

Rio de Janeiro

  • Eduardo Paes (DEM): 41%
  • Marcelo Crivella (Republicanos): 16%
  • Benedita da Silva (PT): 13%
  • Martha Rocha (PDT): 11%
  • Luiz Lima (PSL): 7%

Salvador

  • Bruno Reis (DEM): 66%
  • Denice Santiago (PT): 17%

Fortaleza

  • Sarto (PDT): 32%
  • Capitão Wagner (PROS): 30%
  • Luizianne Lins (PT): 20%

Belo Horizonte

  • Kalil (PSD): 72%
  • João Vitor Xavier (Cidadania): 9%
  • Áurea Carolina (Psol): 6%
  • Bruno Engler (PRTB): 4%

Manaus

  • Amazonino Mendes (Podemos): 24%
  • David Almeida (Avante): 24%
  • Ricardo Nicolau (PSD): 14%

Curitiba

  • Rafael Greca (DEM): 56%;
  • Goura Nataraj (PDT): 11%;
  • Fernando Francischini (PSL): 8%;
  • João Arruda (MDB): 5%

Recife

  • João Campos (PSB): 34%
  • Marília Arraes (PT): 25%
  • Mendonça Filho (DEM): 23%
  • Patrícia Domingos (Podemos): 13%

Goiânia

  • Maguito Vilela (MDB): 33%
  • Vanderlan Cardoso (PSD): 29%
  • Adriana Accorsi (PT): 16%

Belém

  • Edmilson Rodrigues (PSOL): 38%
  • José Priante (MDB): 17%
  • Everaldo Eguchi (Patriota): 13%

VEJA

Juíza Eleitoral Ana Cláudia Braga fala sobre eleição em Parnamirim

A juíza eleitoral de Parnamirim, Ana Cláudia Braga de Oliveira, oficializou às 7h da manhã o início das eleições de Parnamirim, obedecendo a orientação do TSE. São 125.346 eleitores, 396 sessões, 53 locais de votação, 1.324 mesários, 351 candidatos, 6 concorrem para o executivo municipal e 339 disputam as 18 cadeiras do legislativo.

Até o momento não foi registrado nenhuma intercorrência no pleito, mas algumas sessões foram redirecionadas em Nova Parnamirim do colégio Salesiano para a escola Lourdinha Guerra também no mesmo bairro.

A segurança do pleito está sendo feita pala polícia militar e a guarda municipal. Durante a entrevista, a juíza ressaltou a importância do cumprimento dos protocolos sanitários adotados, visando a segurança dos eleitores e dos profissionais que irão trabalhar no dia da eleição.

Será obrigatório o uso da máscara, a justiça fornecerá álcool gel para higienização das mãos, a fim de minimizar o risco do contágio do corona vírus. A magistrada destacou ainda, que no dia da eleição, as pessoas que estiverem com febre ou forem acometidas pela covid-19 nos 14 dias antecedentes ao dia da eleição deverão justificar o voto, evitando assim o contato.

Escolha candidatos “sem discurso de ódio”, diz Moro

Foto: Reprodução O Antagonista

No Twitter, Sergio Moro fez apelo ao voto consciente:

“É simbólico que a eleição deste 15/11 ocorra no mesmo dia do aniversário da República. O eleitor é responsável pelo que vai acontecer nos próximos 4 anos. Escolha candidatos íntegros e comprometidos com uma gestão honesta e que beneficie a todos, sem discurso de ódio. Vote consciente!”

O Antagonista

Mais de 80 candidatos foram assassinados durante as campanhas

Foto: Reprodução O Antagonista

Ao menos 84 candidatos a prefeito ou vereador foram assassinados durante as campanhas municipais deste ano, publica o Correio Braziliense.

O número de candidatos que sofreram atentado mas sobreviveram, por sua vez, é de pelo menos 80.

O levantamento foi feito pelo coordenador do Centro de Estudos de Segurança e Cidadania (CESeC), Pablo Nunes. O estudo mostra ainda que 22 estados registraram ao menos uma morte durante a campanha.

O Antagonista

No Rio, cenário continua indefinido para o segundo turno após pesquisas do Ibope e Datafolha

Foto: Divulgação

Após sete semanas, a corrida pela prefeitura do Rio se afunilou na véspera do primeiro turno, mas segue com cenário indefinido, segundo pesquisas Ibope e Datafolha divulgadas neste sábado. Eduardo Paes continua na liderança, com a preferência de cerca de um terço do eleitorado: 35%, de acordo com o Ibope, e 33% para o Datafolha.

A indefinição está na briga pela outra vaga no segundo turno. No Datafolha, o atual prefeito Marcelo Crivella (Republicanos) se descolou de Martha Rocha (PDT), que hoje está mais próxima de Benedita da Silva (PT). Já segundo o Ibope, Benedita ultrapassou Martha numericamente. Nos votos válidos, Crivella supera Martha e Benedita acima da margem de erro no Datafolha, mas os três empatam tecnicamente no Ibope.

Segundo o Datafolha, Crivella oscilou um ponto para cima às vésperas da eleição e agora tem 15% dos votos totais, ante 11% de Martha e 9% de Benedita. Como a margem de erro desta pesquisa é de dois pontos percentuais, Martha só empata com Crivella no limite da margem, hipótese pouco provável. Nos votos válidos, cenário em que brancos, nulos e indecisos são excluídos da porcentagem — esta é a forma como a Justiça Eleitoral calcula o resultado —, a distância de Crivella para Martha (18% a 13%) sugere menor chance para a pedetista chegar ao segundo turno.

Na pesquisa Ibope, Crivella tem 14% dos votos totais, contra 11% de Benedita e 9% de Martha, que caiu cinco pontos em relação à pesquisa anterior, divulgada na segunda-feira. A margem de erro é de três pontos. Nos votos válidos, o atual prefeito chega a 16%, ante 13% para Benedita e 11% para Martha. Em ambos os levantamentos, Paes tem cerca de 40% dos votos válidos, o que indica ser pouco provável uma vitória em primeiro turno — para isso ocorrer, um candidato precisa ter mais de 50% dos votos. Nos cenários de segundo turno testados por Ibope e Datafolha, o candidato do DEM venceria todos os adversários.

Martha chegou a empatar numericamente com Crivella no fim de outubro, momento em que a pedetista figurava entre as menores taxas de rejeição do eleitorado, segundo as pesquisas.

Sobe e desce

O crescimento, contudo, acabou estancado em meio a ataques de Paes, de Crivella e também a uma resistência de parte da esquerda ao voto útil na delegada. As intenções de voto em Benedita e também em Renata Souza (PSOL), que aparece com 2% no Ibope e 4% no Datafolha, mal se alteraram durante as flutuações de Martha, indicando que a candidata do PDT não conseguiu, até a véspera da eleição, atrair eleitores mais afinados ao ex-presidente Lula e ao deputado federal Marcelo Freixo.

Ao longo da campanha, a alta rejeição a Crivella deixou em aberto a possibilidade de que ele se tornasse o primeiro prefeito do Rio a ficar fora do segundo turno desde 2000, quando tornou-se possível a reeleição municipal. Naquele ano, o então prefeito Luiz Paulo Conde foi derrotado por Cesar Maia no segundo turno. As duas últimas campanhas à reeleição, do próprio Maia, em 2004, e de Eduardo Paes em 2012 terminaram com vitórias em primeiro turno, cenário mais do que improvável para Crivella este ano.

Diferentemente das disputas de 2000 e 2008, nas quais um candidato liderava com mais de 30% e a outra vaga em segundo turno foi decidida por dois candidatos em votação apertada, a última eleição municipal trouxe uma disputa tripla com o avanço de Flávio Bolsonaro (PSC) acima da margem de erro na reta final, juntando-se ao patamar de Marcelo Freixo (PSOL) e Pedro Paulo (MDB). Naquele ano, a fragmentação ao centro e à direita favoreceu Freixo, que conseguiu atrair votos no campo da esquerda e foi ao segundo turno contra Crivella. Na atual eleição, o mais cotado a se beneficiar da pulverização partidária é o atual prefeito. Luiz Lima (PSL), outro postulante ao voto bolsonarista, estacionou em 5% das intenções de voto na última semana, de acordo com Ibope e Datafolha.

O Ibope ouviu 1.204 pessoas entre ontem e quinta-feira. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo RJ-02939/2020. Já o Datafolha ouviu 1.875 eleitores ontem e anteontem, em pesquisa encomendada pela TV Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”, e registrada como RJ-08430/2020. O nível de confiança das duas pesquisas é de 95%.

O Globo

Covas lidera e disputa pelo segundo lugar fica embolada entre Boulos, Márcio França e Russomanno em SP

Foto: Arquivo O GLOBO

RIO – Pesquisas do Ibope e do Datafolha divulgadas neste sábado, véspera da eleição, apontaram a consolidação do atual prefeito Bruno Covas (PSDB) na liderança da disputa pela prefeitura de São Paulo. Os dois levantamentos ainda mostram que o duelo pela segunda posição está embolado, com vantagem numérica de Guilherme Boulos (PSOL). Márcio França (PSB) e Celso Russomanno (Republicanos) vêm em seguida. Os três estão em empate técnico se forem consideradas as margens de erro.

No Datafolha, Covas oscilou positivamente um ponto de 36% para 37% dos votos válidos em que não são computados os votos brancos e nulos. No duelo pelo segundo lugar, Boulos tem 17% das intenções, o mesmo percentual do levantamento realizado nos dias 10 e 11 de novembro. França apareceu, pela primeira vez, em terceiro lugar, com 14%, um ponto a mais do que na última pesquisa. Celso Russomanno (Republicanos) oscilou negativamente dois pontos e agora tem 13%. A margem de erro é dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Já Jilmar Tatto (PT) e Arthur do Val (Patriota) somam 6%. Joice Hasselmann (PSL) tem 3% e Andre Matarazzo (PSD), 2%. Os demais candidatos aparecem com 1% ou menos das intenções de voto. A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-01587/2020. O Datafolha ouviu 2.987 eleitores nos dias 13 e 14.

Se for considerado o total de votos, Covas tem 33% e Boulos, 15%. França soma 12% e Russomanno, 11%. Outros 8% declaram que pretendem votar em branco ou anular e 4% não responderam.

A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “Folha de S. Paulo”, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-01587/2020. O Ibope ouviu 2.987 eleitores nos dias 13 e 14.

Já no Ibope, Covas apareceu com 38% dos votos válidos, mesmo índice da pesquisa do dia 9. Boulos soma 16%, um ponto a mais. França e Russomanno estão empatados com 13%. O candidato do Republicanos oscilou dois pontos negativamente e França um positivamente. Como a margem de erro é de três pontos para mais ou para menos, os candidatos do PSOL, do PSB e do Republicanos estão tecnicamente empatados. Arthur do Val tem 7% e Tatto, 6%. Joice soma 3% e Matarazzo, 2%. Os demais candidatos somam 1% ou menos das intenções de voto.

Pelo total de votos, Covas tem 33% e Boulos, 14%. França e Russomanno somam 11%. A pesquisa, encomendada pela Rede Globo e pelo jornal “O Estado de S. Paulo”, foi registrada na Justiça Eleitoral sob o número SP-05645/2020. O Ibope ouviu 1.204 eleitores nos dias 12 e 14.

Nem o Datafolha nem o Ibope indicam a possibilidade vitória de Covas no primeiro turno, apesar do tucano ter imprimido uma trajetória constante de subida da metade de outubro até o começo desta semana. Nas pesquisas atuais, o prefeito, porém, apenas oscilou dentro da margem de erro dos levantamentos. Se um candidato atingir 50% dos votos válidos mais um vence a disputa no primeiro turno.

O Globo

Eleitores confundem locais de votação em Natal

Foto: Magnus Nascimento

A mudança em várias seções eleitorais no Rio Grande do Norte provocou transtorno na primeira hora de votação em Natal, neste domingo (15). Vários eleitores foram a locais onde anteriormente votavam, mas foram surpreendidos com a mudança.

A mudança nas seções eleitorais foi anunciada pela Justiça Eleitoral no dia 4 de novembro e ocorreu, entre outras razões, pela redução no número de urnas eletrônicas disponíveis e pela própria pandemia do novo coronavírus, que obrigou a mudança de alguns pontos de votação. Apesar da possibilidade de se consultar o local através do site do TSE, muitos se enganaram neste domingo.

No IFRN Campus Central, alguns casos foram registrados e os fiscais de votação tentam auxiliar os eleitores. A potiguar Clara Guedes, 27 anos, cuidadora de pessoas da terceira idade, aproveitou que os idosos que ela cuida vieram votar para também exercer seu poder de voto. No entanto, na escola que ela iria votar, a Freinet, havia um aviso na porta informando que a seção dela tinha sido modificada. “Eu não sabia. Tinha o abuso dizendo para eu vir para o IFRN”, comenta.

De acordo com o fiscal Heider Bezerra, os fiscais estão consultando o aplicativo E-titulo para auxiliar os votantes com dificuldades. “O grande problema está sendo a internet. É um momento em que todos estão acessando”, cita.

Na zona Norte de Natal a situação foi semelhante, com alguns eleitores que estavam na UERN confundindo os locais de votação.

Os eleitores podem conferir os novos locais de votação aqui ou utilizando uma das seguintes alternativas: acessando a listagem no site do TRE-RN; baixando o aplicativo e-Título, que trará a informação atualizada da zona e seção eleitoral.

Tribuna do Norte

Veja como se proteger da covid-19 durante a votação deste domingo

Foto: REUTERS/Amanda Perobelli

As eleições deste ano terão uma série de protocolos de segurança adotados pela Justiça Eleitoral no primeiro e no segundo turno de votações por causa da pandemia de covid-19. O plano de segurança sanitária para as eleições municipais de 2020 é focado em duas frentes: mesários e eleitor. Cartazes ilustrativos com o passo a passo da votação serão fixados nas seções eleitorais. 

Neste domingo (15), quase 148 milhões de eleitores poderão votar em 26 unidades da Federação. Os eleitores vão eleger vereadores, prefeitos e vice-prefeitos. De acordo com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE), há 19.342 candidatos a prefeito, 19.711 concorrentes ao cargo de vice-prefeito e 518.308 pessoas disputando uma vaga de vereador. Este ano, não haverá pleito no Distrito Federal nem em Fernando de Noronha.

Segurança sanitária

Elaborado por uma equipe de especialistas dos hospitais Albert Einstein, Sírio-Libanês e por técnicos da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), consultados pelo TSE, o protocolo estabelece como obrigatório o uso de máscara. Sem ela, o eleitor não poderá votar.

O horário de votação será ampliado e começará uma hora antes do habitual. Neste ano, as votações serão realizadas de 7h da manhã até as 17h. Sendo que até as 10h será preferencial para maiores de 60 anos. Os demais eleitores não serão proibidos de votar neste horário, mas devem, se possível, comparecer a partir das 10h, respeitando a preferência.

Será exigido o distanciamento mínimo de um metro. Não será permitido comer ou beber nada na fila de espera. A medida é para evitar que as pessoas tirem a máscara.

O TSE recomenda que os eleitores levem sua própria caneta para assinar presença no caderno de votação. Haverá distribuição de álcool em gel em todas seções para que os eleitores limpem as mãos antes e depois da votação.

Os mesários receberão máscaras e terão que trocá-las a cada quatro horas, usar álcool e uma proteção facial de acetato (face shield), que terá de ser usada o tempo todo. Se o mesário precisar sair de sua seção, a cada vez que retornar, deverá limpar sua respectiva cadeira e mesa com álcool 70%.

Passo a passo dentro da seção

O TSE orienta que, ao entrar em sua respectiva seção eleitoral, o eleitor fique em frente à mesa respeitando a distância, de pelo menos, um metro. O eleitor deverá exibir o seu documento ao mesário a distância, esticando os braços em direção a ele. Caso o mesário não consiga fazer a identificação, ele poderá pedir que o eleitor dê dois passos para trás e abaixe rapidamente a máscara.

Após digitar os dados, o mesário vai ler em voz alta o nome do eleitor. Se o nome estiver correto, o eleitor poderá guardar seu documento e limpar as mãos com álcool em gel para assinar o caderno de votação. Se precisar do comprovante de votação, o eleitor deverá solicitar ao mesário.

Quando a urna for liberada, o eleitor seguirá para a cabine de votação para digitar o número dos candidatos a prefeito e a vereador. Após votar, deverá limpar novamente as mãos com álcool em gel e sair da seção.

Covid-19

Segundo o TSE, os eleitores ou mesários que estiverem com febre no dia da votação ou que tenham testado positivo para a covid-19 nos últimos 14 dias anteriores à data da eleição deverão ficar em casa. No caso dos eleitores, é possível justificar a falta por esse motivo. Já os mesários precisam comunicar imediatamente à sua zona eleitoral para que seja providenciada sua substituição.

Agência Brasil

Eleições 2020: sem voto em trânsito, eleitor deve justificar ausência

Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

Nas disputas para prefeito e vereador, em que estão em jogo os interesses de quem de fato mora em cada cidade, as normas eleitorais não preveem nenhum tipo de dispensa da presença física do eleitor na localidade em que declara residir. Ou seja, nas eleições municipais não há voto em trânsito.

O voto em trânsito costuma ser lembrado como opção por quem, por motivos diversos, sabe que não vai conseguir comparecer a sua zona eleitoral no dia da votação. Essa modalidade de voto, contudo, somente está disponível nas eleições gerais, para presidente e governador, por exemplo.

Por essa razão, todos que estiverem fora de seu domicílio no dia das eleições municipais deste ano, seja no primeiro turno (15 de novembro) ou no segundo (29 de novembro), têm como única opção justificar sua ausência no prazo de até 60 dias.

Mesmo o brasileiro residente no exterior que consegue se inscrever para votar para presidente, em alguma das sessões montadas a cada quatro anos fora do país, de nenhuma maneira consegue participar das eleições municipais, sendo dispensado inclusive de se justificar.

Se morar fora do país, o eleitor precisa justificar ausência na eleição municipal somente se ainda estiver inscrito para votar em alguma sessão no Brasil. Isso ocorre, por exemplo, quando a pessoa esquece de transferir seu título para alguma zona eleitoral no exterior.

Em todo caso, a Justiça Eleitoral oferece diferentes caminhos para que o eleitor que não comparece a sua sessão de votação justifique sua ausência. Vale lembrar que o procedimento deve ser realizado separadamente para cada turno da eleição.

Opções

No dia do próprio pleito, é possível justificar a ausência por meio do aplicativo e-Título. A funcionalidade estará disponível somente dentro do horário de votação, entre as 7h e as 17h, respeitado sempre o fuso horário de cada localidade onde ocorre a eleição.

Caso não consiga usar a ferramenta, o eleitor pode comparecer a uma mesa receptora de justificativa, se houver, ou a ir a qualquer sessão eleitoral munido de um documento oficial com foto, do número do título de eleitor e de um formulário específico preenchido, o qual pode ser encontrado no portal do Tribunal Superior Eleitoral (TSE).

O eleitor que deixar para justificar sua ausência somente após a votação vai precisar fazer um Requerimento de Justificativa Eleitoral (RJE) dentro dos 60 dias previstos. O procedimento pode ser feito também no aplicativo e-Título ou pela internet, no sistema Justifica. Ambas as ferramentas permitem anexar documentos que comprovem a justificativa, como atestado médico ou comprovante de viagem.

Agência Brasil

Só 6 capitais devem definir prefeito no 1º turno

Foto:Pedro Ribas/SMCS

São 6 as capitais que poderão ter seu novo prefeito definido no 1º turno das Eleições de 2020, no próximo domingo (15.nov.2020).

As últimas pesquisas mostram que mais da metade dos brasileiros deve voltar às urnas no dia 29 de novembro.

Em Belo Horizonte (MG), o prefeito Alexandre Kalil (PSD) busca a reeleição e conta com ampla vantagem nas últimas pesquisas de intenção de voto. Na capital baiana, Bruno Reis (DEM) lidera a disputa em Salvador.

Na capital do Paraná, o chefe do Executivo da cidade, Rafael Greca (DEM), tem mais da metade dos votos válidos dos eleitores curitibanos, indicando uma possível recondução ao cargo no ano que vem.

Em Campo Grande, Marquinhos Trad (PSD) também busca a reeleição e soma mais de todos os votos dos seus concorrentes. Na capital do Rio Grande do Norte, Natal, o prefeito Álvaro Dias (PSDB) pode vencer o pleito no 1º turno e exercer novamente o mandato.

No Sul, a capital de Santa Catarina conta com uma possível reeleição de Gean Loureiro (DEM), que tem a maior parte da intenção de votos dos eleitores de Florianópolis.

Entre os partidos, MDB, PSDB e DEM lideram a disputa pelas prefeituras das 26 capitais do país, que vão decidir quem será a liderança no Executivo municipal  em 2021.

 

O Movimento Democrático Brasileiro, ex-PMDB, tem candidatos competitivos em 6 capitais brasileiras: Maceió, Cuiabá, João Pessoa, Goiânia, Boa Vista e Teresina. Mas somente nesta última a liderança é isolada. O partido elegeu 4 mandatários nas capitais em 2016.

Já o Partido da Social Democracia Brasileira teve 8 vitórias nas capitais mas últimas eleições municipais, e agora pleiteia 5: São Paulo, Natal, Porto Velho, Palmas e Rio Branco. O partido tem 4 lugares de liderança isolada na disputa.

O Democratas lidera isoladamente em 4 capitais, com 1 candidato empatado na liderança. Deve ampliar o leque em relação ao ano de 2016, quando conquistou a prefeitura da capital baiana.

O partido pode ganhar no Rio de Janeiro, Salvador, Curitiba, Florianópolis e Macapá (que teve suas eleições adiadas para o dia 13 de dezembro pelo Tribunal Superior Eleitoral, por causa da queda no fornecimento de energia elétrica da região).

Poder360 analisou e compilou levantamentos divulgados até 5 de novembro com metodologias conhecidas e dos quais foi possível verificar a origem das informações. Os estudos foram registrados na Justiça Eleitoral e estão disponíveis na internet.

Os tucanos podem ter mais de 10 milhões de eleitores governados se obterem êxito no pleito das 5 cidades em que competem. O DEM disputa 8 milhões em 5 capitais e o MDB, 3 milhões em 6 capitais.

Poder360.

Pesquisas: PSDB deve perder prefeitos nas maiores cidades do país; PT pode ganhar

PSDB deve perder nas eleições deste domingo (15.nov.2020) parte das prefeituras que comanda nas principais cidades do país. O grupo reúne as 26 capitais e os 70 municípios com mais de 200 mil eleitores (e nos quais é possível haver 2º turno). É conhecido como G96.

PT –que já dominou o panorama político nacional– deve fazer o movimento inverso. Tende a eleger mais mandatários nos municípios do que há 4 anos, quando emplacou apenas 1 político no grupo.

Os resultados são indicados nas últimas pesquisas eleitorais disponíveis até 14 de novembro com metodologias conhecidas e nas quais foi possível verificar a origem das informações. Foram compilados pelo Poder360.

Os levantamentos mostram 11 candidatos petistas competitivos, que lideram isoladamente ou dentro da margem de erro dos levantamentos. O partido pode recuperar parte do poder perdido em 2016. Mas, mesmo se eleger todos (o que é pouco provável), ficará  em 1 patamar próximo ao que esteve em 1996, antes de Lula assumir a Presidência.

O quadro evolutivo a seguir mostra o nº de prefeitos de cada sigla nas maiores cidades brasileiras e como pode ser o cenário a partir de 2021:

Apenas 4 siglas detêm metade dos candidatos competitivos no G96: PSDB, MDB e PSD. Juntos tem 60 políticos que se encaixam nessa definição (19, 17, 13 e 11, respectivamente).

 

Todas os levantamentos que foram considerados para a produção do infográfico estão registrados na Justiça Eleitoral.

Abaixo, é possível ler na íntegra todos os estudos compilados. O quadro é interativo, portanto é possível escrever e selecionar a cidade para visualizar os percentuais dos candidatos:

DISPUTA PELAS CAPITAIS

Só 6 capitais devem decidir seus prefeitos no 1º turno: Belo Horizonte, Paraná, Campo Grande, Florianópolis, Natal e Salvador. Saiba como estão as disputas:

Saiba quais são os partidos que lideram em cada uma das capitais:

Poder 360.