Colisão no interior de SP entra para a história como uma das maiores tragédias rodoviárias do país

A colisão entre um caminhão e um ônibus no interior de SP que deixou ao menos 41 mortos entra para a história como uma das maiores tragédias rodoviárias do Brasil.

O incidente ocorreu na manhã desta quarta-feira (25) entre Taguaí e Taquarituba, na rodovia Alfredo de Oliveira Carvalho, por volta das 7h, após o ônibus, que transportava funcionários de uma empresa, bater no caminhão que trafegava em sentido oposto.

Esse elevado número de mortes em um único evento rodoviário não é comum e costuma ocorrer justamente em casos que envolvem ônibus.

A última grande tragédia no estado de São Paulo ocorreu em 2016, quando um ônibus que levava estudantes tombou em uma pedra e capotou na rodovia Mogi-Bertioga e 18 pessoas morreram. Em 2016, o resultado da perícia apontou falha nos freios e falta de manutenção. O ônibus, da União do Litoral, era fretado pela Prefeitura de São Sebastião para fazer o trajeto da cidade do litoral norte até a Universidade de Mogi das Cruzes, na Grande São Paulo.

Um dos maiores incidentes rodoviários da história ocorreu também em São Paulo, há 60 anos, também com estudantes. O evento ficou conhecido como Tragédia do Rio Turvo, quando um ônibus, que levava alunos de uma escola de São José do Rio Preto até Barretos, caiu de uma ponte no rio, e 59 das 64 pessoas que estavam no veículo morreram. Todos os anos uma missa é feita para lembrar as vítimas da tragédia.

Também no estado de São Paulo ocorreu outra grande tragédia há 22 anos. Em setembro de 1998, próximo à cidade de Araras (SP), 55 pessoas morreram após um caminhão carregado de combustível tombar e explodir.

Dois ônibus que levavam romeiros de Anápolis (GO) tentaram atravessar a fumaça e também foram atingidos pelo fogo, além de um caminhão que levava bebidas. A maioria morreu carbonizada ou pela inalação de fumaça do incêndio. A cidade de Anápolis tem hoje uma Praça dos Romeiros, em homenagem às vítimas da tragédia.

Além desses eventos, dez anos antes, em 1988, dois ônibus colidiram na altura de Paranapanema (SP). Um dos veículos caiu de uma ribanceira na represa de Jumirim e 39 pessoas morreram.

Naquele mesmo ano, um caminhão pau-de-arara capotou e caiu em um precipício em Cachoeira (BA) e 67 romeiros morreram.

Em 1987, a colisão entre dois ônibus e um carro na BR-040, que liga Belo Horizonte ao Rio, deixou 62 pessoas mortas, todos eram romeiros.

Neste ano, 4.085 pessoas foram vítimas do trânsito no estado de São Paulo de janeiro a outubro, menos que os 4.514 do ano passado no mesmo período. O principal fator de queda dessa número, no entanto, foi a pandemia de Covid-19, que retirou gente das ruas, já que até março, antes das medidas de distanciamento social, a tendência era de alta.

Morre Diego Maradona aos 60 anos, diz jornal argentino

Morreu na tarde desta quarta-feira (25) Diego Armando Maradona, aos 60 anos. A informação foi divulgada por veículos de imprensa da Argentina. Campeão da Copa do Mundo de 1986 com a seleção do país, foi um dos maiores jogadores de futebol de todos os tempos.

Segundo o jornal Clarín, Maradona teve uma parada cardiorrespiratória em casa, em Tigre, na região de Buenos Aires, onde estava desde que passou por um procedimento cirúrgico na cabeça mais cedo neste mesmo mês de setembro.

Folhapress

Operação da PF investiga fraudes e desvio de dinheiro na Paraíba e RN

Foto: Reuters/Sergio Moraes

Segundo a PF, os contratos giram em torno de R$ 54 milhões. “Há indícios de superfaturamento dos contratos, atos de corrupção passiva e ativa, e de lavagem de dinheiro mediante a utilização de contas bancárias de empresas interpostas para dissimulação de movimentações financeiras”, informou a PF em nota.

Na ação, estão sendo cumpridos 15 mandados de busca e apreensão nas cidades de João Pessoa, Araruna (PB) e em Parnamirim (RN), além de ordens de indisponibilidade de bens e afastamento de 4 servidores públicos federais de suas funções. No total 70 policiais federais e de sete auditores da Controladoria-Geral da União participam da operação.

Agência Brasil

China acusa Eduardo Bolsonaro de ameaçar suas relações com Brasil

Foto: Romulo Serpa/Agência CNJ/Divulgação

Em uma nota pública divulgada na noite desta terça-feira 24, a Embaixada da China no Brasil acusou o deputado Eduardo Bolsonaro de ameaçar as relações entre Pequim e Brasília com declarações “infundadas”. Segundo a representação diplomática, o governo chinês utilizou canais diplomáticos para realizar uma queixa formal.

Nas redes sociais, o deputado afirmou que o governo brasileiro declarou apoio a uma “aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”. A mensagem foi postada na segunda-feira 23, mas apagada nesta terça.

“O governo Jair Bolsonaro declarou apoio à aliança Clean Network, lançada pelo governo Donald Trump, criando uma aliança global para um 5G seguro, sem espionagem da China”, escreveu Eduardo Bolsonaro. “Isso ocorre com repúdio a entidades classificadas como agressivas e inimigas da liberdade, a exemplo do Partido Comunista da China”, disse ainda o deputado, que é presidente da Comissão de Relações Exteriores da Câmara.

Em nota, a Embaixada da China afirmou que a declaração “é totalmente inaceitável” e que manifesta “forte insatisfação e veemente repúdio a esse comportamento”.

“Na contracorrente da opinião pública brasileira, o deputado Eduardo Bolsonaro e algumas personalidades têm produzido uma série de declarações infames que, além de desrespeitarem os fatos da cooperação sino-brasileira e do mútuo benefício que ela propicia, solapam a atmosfera amistosa entre os dois países e prejudicam a imagem do Brasil”, diz o comunicado.

A representação diplomática disse ainda que as declarações de Eduardo Bolsonaro seguem “os ditames dos Estados Unidos de abusar do conceito de segurança nacional para caluniar” o país asiático e cercear as atividades de empresas chinesas.

A briga pelo monopólio da tecnologia 5G mundial está no centro da guerra comercial entre China e Estados Unidos. O governo americano alega que a tecnologia oferecida pela chinesa Huawei representa uma ameaça à segurança nacional nas nações que a adotam, pela proximidade da empresa com o governo de Pequim, e protagoniza uma campanha para influenciar seus aliados a escolher tecnologias alternativas.

Além da Huawei, as outras grandes empresas que oferecem serviços de 5G semelhantes ao chinês são a sueca Ericsson, a finlandesa Nokia e a sul-coreana Samsung – não há nenhuma empresa americana que disputa o monopólio no mesmo patamar.

Alvo de lobby de ambas as nações, o Brasil foi colocado em uma posição delicada na disputa. A Huawei deixa claro seu interesse em participar da implantação da tecnologia no país. Porém, ao mesmo tempo em que tenta conservar os laços com a China – o maior parceiro comercial brasileiro – o governo de Jair Bolsonaro também força uma aproximação com os Estados Unidos.

O Brasil prepara um leilão para escolher empresas que vão instalar a rede de telefonia 5G no país. O evento deve acontecer em 2021.

Em entrevista a VEJA em agosto, o embaixador da China no Brasil, Yang Wanming, negou que as declarações de Eduardo Bolsonaro e outras autoridades brasileiras pudessem prejudicar “o quase meio século de relações diplomáticas” entre as duas nações.

“Forças antichinesas nos Estados Unidos têm criado uma rivalidade ideológica de forma deliberada, pressionando outros países a tomar partido dos interesses americanos”, disse. “No entanto, nenhuma nação que possua consciência e espírito independente cairá nessa manobra”.

Nesta terça, o ministro das Comunicações, Fábio Faria, foi questionado sobre as declarações de Eduardo Bolsonaro. Jornalistas perguntaram ao ministro se o Brasil entrou na aliança Clean Network a fim de evitar a espionagem chinesa, como havia afirmado o deputado. Faria não quis responder e disse apenas: “Liga para o Eduardo”.

Veja

Governo não gasta verba da pandemia para profissionais de saúde, hospitais e alimentos

Foto: Reprodução Folhapress

Em pouco mais de oito meses de pandemia do novo coronavírus, o governo Jair Bolsonaro (sem partido) deixou de gastar dinheiro reservado para contratar médicos, reestruturar hospitais, comprar testes de Covid-19 para presídios e fomentar agricultura familiar para doação de alimentos. As informações constam de relatórios da Câmara.

A consultoria de Orçamento da casa lista pelo menos dez ações da gestão Bolsonaro que não avançaram, apesar da abertura imediata de créditos extraordinários. A verba foi liberada por meio de MPs (medidas provisórias).

Os relatórios com a execução orçamentária dos gastos previstos para o combate à Covid-19 trataram, além das ações nas regiões fortemente afetadas pela pandemia, de infraestrutura de hospitais universitários, com finalidade de criação de novos leitos, e hospitais de campanha em presídios.

Os créditos foram gerados dentro do chamado orçamento de guerra. Com ele, há flexibilização das regras fiscais até 31 de dezembro, prazo do estado de calamidade pública decretado em razão da pandemia do novo coronavírus.

No orçamento de guerra, a pandemia conta com gastos específicos, sem as amarras habituais para a criação de uma despesa. Assim, MPs foram editadas para garantir créditos a diferentes ministérios e órgãos do governo.

O gasto mais expressivo e conhecido do período é o auxílio emergencial, que já soma R$ 275,4 bilhões. Porém, em outras frentes, o governo não conseguiu gastar o dinheiro destinado para mitigar os efeitos da crise de saúde.

Uma MP em maio destinou dinheiro para o Ministério da Saúde contratar 5.000 profissionais por tempo determinado. Eles deveriam atuar em áreas mais impactadas pela pandemia.

O relatório mais recente da Câmara dos Deputados, com dados até o dia 20 de novembro, mostra que apenas 4,6% do dinheiro foi efetivamente gasto.

A pasta ficou autorizada a gastar R$ 338,2 milhões com a medida. Os pagamentos feitos não chegaram a R$ 16 milhões.

Na justificativa da MP, o ministro Paulo Guedes (Economia) afirmou que os gastos se restringiriam ao período de calamidade pública. O texto deixou de ser apreciado pelo Congresso e perdeu a eficácia em setembro.

Em nota, o Ministério da Saúde disse que as contratações de profissionais foram feitas a partir de demandas de estados e municípios, sem especificar quantas e o valor gasto.

Esses pedidos devem atender a critérios como a existência de novos leitos para Covid-19 e uma ocupação de UTIs superior a 70%. “É necessário que a localidade justifique não ter a possibilidade de contratação por meios próprios”, afirma.

Já a EBSERH (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) tem garantidos, desde abril, R$ 70 milhões. O dinheiro foi destinado para reestruturar os prédios dos hospitais universitários para a abertura de novos leitos na pandemia.

A verba também deveria ser usada para a compra de equipamentos médicos. Até agora, foram gastos R$ 17,1 milhões.

Segundo a estatal, a execução orçamentária ocorre de acordo com a demanda dos hospitais. “Para a liberação e o empenho dos recursos, é avaliado previamente se a destinação dos itens a serem adquiridos será efetivamente para o combate à pandemia. Processos de compras tramitam na EBSERH”, afirmou a empresa, em nota.

Para os presídios brasileiros, onde a Covid-19 já matou 121 detentos e 89 agentes penitenciários, segundos dados do CNJ (Conselho Nacional de Justiça), foram autorizados R$ 17,2 milhões para a compra de testes rápidos, a estruturação de hospitais de campanha, a aquisição de aparelhos de saúde e os serviços de telemedicina.

Os relatórios da Câmara mostram que o dinheiro é oriundo de uma MP de maio. No entanto, apenas R$ 2.400 foram efetivamente pagos, via Funpen (Fundo Penitenciário Nacional).

O Depen (Departamento Penitenciário Nacional) disse, em nota, que uma primeira MP, no valor de R$ 49 milhões, permitiu a compra de EPIs (equipamentos de proteção individual) e testes para os presídios.

Folhapress

Com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, Parnamirim terá a primeira Orquestra de Jazz Sinfônica do RN

Fotos: Divulgação

Um fato mundial é que o ano de 2020 não está sendo fácil. Das muitas cores, a do pesar ainda prevalece. Diante desta dura realidade, recorrer à arte ainda soa como um dos bálsamos para o alívio e aconchegar-se nas mais variadas vertentes de sua leveza, continua trazendo esperança de que os dias poderão ser melhores. A música, em todo seu potencial criativo, como parte das conexões humanas propulsoras e flexíveis, reúne desta vez, sob a regência do maestro português mais potiguar de todos, Eugénio Graça, 50 músicos que irão compor a Parnamirim Jazz Sinfônica (PJS), orquestra jazzística pioneira no estado do Rio Grande do Norte (RN). Assim, em uníssono na cidade que primeiro acolheu o estilo musical no RN, nos mais belos improvisos e arranjos, o grupo foi criado, neste mês de novembro, com recursos da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc.

A orquestra Parnamirim Jazz Sinfônica (PJS), de gestão privada, a cargo da EG Consultoria Musical, tem por objetivo a geração de renda e a atividade artística para músicos e demais profissionais da cultura e do espetáculo. Segundo o idealizador, maestro Eugénio Graça, o repertório passeia pelas sonoridades únicas do jazz, balanceadas com timbres eruditos, resgatando a relação de Parnamirim com o gênero, que foi trazido para a região por americanos, na época da Segunda Guerra Mundial, quando foi abraçado com recepção calorosa pelos amantes das edições do “For All”, realizadas na base militar do local.

Ainda segundo o maestro, o projeto realizará um intensivo trabalho de resgate das tradições das orquestras de rádio e televisão que fizeram sucesso entre os anos 1930 e 1970, se propondo a dar roupagem sinfônica à música jazz, popular brasileira e universal.

Formação

Extrair uma sonoridade ímpar e apaixonante. Com esse intuito, estão reunidos 50 músicos, contando com a direção artística e a regência do maestro Eugénio Graça; a orquestra erudita, em seus moldes tradicionais, será ligada a uma Big Band. O resultado dessa sonoridade, com direito a jazz, samba, frevo, bossa nova, Música Popular Brasileira (MPB), rock e erudito, conferirá protagonismo na criação de uma nova estética de performance orquestral com fundamento em arranjos contemporâneos e, exclusivamente, elaborados para a Parnamirim Jazz Sinfônica. A orquestra pretende atrair o público com a combinação única dos timbres clássicos, modernos, jazzísticos e da junção artística entre a orquestra e convidados solistas internacionais, nacionais, regionais e locais. A Parnamirim Jazz Sinfônica conta, ainda, com o reconhecimento e apoio da Prefeitura de Parnamirim, por meio da Fundação Parnamirim de Cultura.

Carrefour anuncia doação de R$ 25 milhões após distribuir R$ 482 milhões a acionistas

Foto: Reprodução Folhapress

No mesmo dia em que anunciou a instituição de um fundo de R$ 25 milhões para fomentar ações de combate ao racismo no Brasil, nesta segunda-feira (23), o Carrefour pagou a segunda e última parcela dos lucros distribuídos pela empresa a seus acionistas neste ano. Eles receberam R$ 482 milhões ao todo. O grupo francês que controla a rede de supermercados teve direito a R$ 345 milhões e a Península, da família do empresário Abílio Diniz, ficou com outros R$ 37 milhões.

O Carrefour promete apresentar nesta quarta (25) os critérios que adotará na distribuição do dinheiro do novo fundo, anunciado como resposta à onda de indignação causada pela morte de Beto Freitas, espancado e asfixiado por seguranças de uma loja do supermercado em Porto Alegre, na quinta (19).

A empresa diz que doará também os resultados obtidos com suas vendas em todas as lojas do país na sexta (20). No ano passado, o Carrefour lucrou R$ 1,98 bilhão no Brasil. Neste ano, os resultados contabilizados nos primeiros nove meses indicam uma alta de 49,6% nos lucros da rede.

As maiores companhias americanas se comprometeram com doações significativas nos Estados Unidos após a morte de George Floyd, homem negro asfixiado por um policial em maio. Informações de 58 empresas compiladas pelo site Axios indicaram compromissos de US$ 3,3 bilhões até setembro.

O Walmart, maior rede de supermercados dos EUA, prometeu investir US$ 100 milhões em iniciativas focadas na promoção da equidade racial nos próximos cinco anos. O atacadista Costco destinou US$ 25 milhões a instituições financeiras lideradas por negros e comunidades locais. A Target anunciou doação de US$ 10 milhões.

Para Giovanni Harvey, presidente do conselho deliberativo do Fundo Baobá, que apoia projetos de promoção da equidade racial, o mais importante não é o dinheiro do Carrefour. “Eles precisam dizer o que vão fazer na operação para que isso não se repita”, diz. “Deveriam buscar medidas com impacto real no sistema de varejo do Brasil.”

Folhapress

Plano de vacinação contra Covid-19 deve ficar pronto na semana que vem; veja os principais pontos

 Foto: ROBYN BECK/AFP

A primeira versão do plano de imunização contra a Covid-19 do Ministério da Saúde deverá ficar pronta na próxima segunda-feira (30), após uma reunião do grupo técnico encarregado de elaborar a estratégia. A estimativa é fazer a distribuição das vacinas de forma simultânea em todo o país, mas há possibilidade de que áreas que estejam sofrendo um surto da doença possam ser priorizadas.

A versão consolidada do plano deverá ser concluída antes do fim da fase de testes clínicos das principais vacinas contra a doença em desenvolvimento no Brasil e no mundo. Por isso mesmo, poderá passar por ajustes depois.

Em princípio, a ideia é seguir o plano logístico já utilizado no Plano Nacional de Imunizações (PNI) referente a todas as campanhas de vacinação promovidas pelo governo federal. Em tese, as vacinas deverão ser distribuídas preferencialmente por via terrestre, mas locais isolados serão atendidos por barcos ou aviões.

Municípios pressionam para que o encontro do grupo na semana que vem seja o prazo limite para a consolidação do maior número possível de pontos da estratégia de imunização. A expectativa é elaborar um plano que leve em consideração diferentes cenários, de acordo com as principais vacinas candidatas, já que o principal entrave é definir uma estratégia sem saber qual será o imunizante utilizado e se este será aplicado em uma ou mais doses.

Além disso, o plano do governo prevê, como já havia sido divulgado, que a distribuição da vacina priorize pessoas dos grupos de risco e profissionais de saúde. O plano de vacinação está sendo confeccionado por dez grupos técnicos, que incluem tanto funcionários do Ministério da Saúde quanto técnicos ligados ao Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) e ao Conselho Nacional de Secretarias Municipais de Saúde (Conasems).

— Não sabemos qual será a primeira vacina aprovada, temos que trabalhar com diversos cenários. Não é que o plano atrasou, ele está no tempo de construção e vem sendo feito há alguns meses. Trabalhamos com o cenário de que cada ente vai ter o seu papel fundamental, mas a gente defende que a coordenação desse processo tem que ser no nível central — afirma Willames Freire, presidente do Conasems.

As principais vacinas em estágio de desenvolvimento avançado no Brasil são a da Universidade de Oxford e do laboratório AstraZeneca em parceria com a Fiocruz, e a CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a fabricante chinesa Sinovac. Ambas são armazenadas a uma temperatura entre 2° e 8°C, também indicada para a Sputinik V, da Rússia. Já a vacina do laboratório Moderna precisa ser guardada a -20°C, e a da Pfizer, a -70°C, o que encarece o armazenamento e a distribuição.

Fontes ouvidas pelo GLOBO confirmaram que o plano elaborado pelo governo trabalha com diversos cenários. Isso ocorre porque a estratégia logística dependerá de características como a necessidade de refrigeração e a quantidade de doses necessárias para a imunização.

Em agosto, o Tribunal de Contas da União (TCU) determinou que a Casa Civil apresentasse um plano em 60 dias. Em setembro, porém, o governo recorreu da decisão do TCU argumentando que a estratégia caberia ao Ministério da Saúde. O recurso está sendo avaliado pelo ministro Bruno Dantas.

Julgamento no Supremo

Ontem, o ministro Ricardo Lewandowski, do Supremo Tribunal Federal (STF), marcou para o dia 4 de dezembro o julgamento de duas ações que questionam as medidas do governo em relação à aquisição de vacinas desenvolvidas contra a Covid-19. O pano de fundo são as declarações do presidente Jair Bolsonaro contra a vacina CoronaVac. Lewandowski já divulgou o seu voto, no qual não chega a determinar que essa vacina seja adquirida, mas estabelece critérios que não permitem excluí-la dos planos do governo caso tenha aprovação da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

O GLOBO questionou o Ministério da Saúde sobre os detalhes e os prazos para a publicação do plano de vacinação. A pasta respondeu que definiu dez eixos prioritários que vão guiar a campanha, mas não disse quais. O órgão disse ainda que o PNI possui expertise na área e que o ministério “enviará as doses aos estados que farão a logística de distribuição em seus municípios”. (Colaborou André de Souza)

O Globo

Economia Inflação da construção fica em 1,29% em novembro

Foto: José Paulo Lacerda/CNI/Direitos reservados

O Índice Nacional de Custo da Construção – M (INCC-Mregistrou inflação de 1,29% em novembro deste ano. A taxa é inferior ao 1,69% observado em outubro, de acordo com dados divulgados hoje (25) pela Fundação Getulio Vargas (FGV).

O INCC-M acumula taxas de inflação de 7,71% no ano e de 7,86% em 12 meses.

Os materiais e equipamentos registraram inflação de 2,85% em novembro, abaixo dos 4,12% de outubro. Por outro lado, os serviços e a mão de obra tiveram alta da taxa de inflação.

A inflação dos serviços subiu de 0,33% em outubro para 0,73% em novembro. Já a taxa da mão de obra passou de 0,19% para 0,24%.

Agência Brasil

Dai a César o que é de César. A justiça decidirá qual dos César será vereador em Parnamirim

 

A luta jurídica envolvendo o processo da vereadora Vandilma, em que discute-se a validade dos votos que a candidata teve em 2020, envolve dois César.

O vereador eleito Gabriel César e o primeiro suplente César Maia, o qual torce por uma decisão favorável do TRE para poder ser beneficiado com a recontagem dos votos que lhe daria a cadeira de vereador na cidade, renascendo assim a força política da família de Carlos Augusto.

Porém não pense que esse desfecho será fácil, primeiro pela decisão bem fundamentada da juíza eleitoral Dra. Ana Cláudia Braga, depois pelo excelente advogado, o Dr. Carlyle Augusto Negreiros Costa, que Gabriel César tem no comando dessa ação.

Ao final, saberemos quem será o César vencedor dessa luta. Pois a sessão do TRE, foi suspensão por problemas na internet e tribunal reiniciará, nesse dia 25, às 14h.

Argentina, Chile, Peru entram na lista de países abertos para brasileiros

Às vésperas do fim de ano, destinos queridinhos dos brasileiros, como Portugal e Estados Unidos, continuam fechados para o turismo. Contudo, as restrições vêm diminuindo aos poucos e há boas notícias, como a reabertura do Chile, Peru e Argentina.

A partir desta segunda-feira, 23, o Chile reabriu parcialmente suas fronteiras. Visitantes só podem entrar pelo Aeroporto Arturo Merino Benítez, em Pudahuel, perto de Santiago. Para embarcar em um avião com destino ao país, é preciso ter um teste PCR negativo feito 72 até horas antes, um seguro saúde que cubra condições relacionadas à Covid-19 e um documento chamado “Passaporte de Saúde”, disponível no site do governo.

Contudo, nas próximas próximas semanas – até o dia 7 de dezembro –, estrangeiros vindos de países de alto risco, segundo classificação da Organização Mundial da Saúde (OMS), devem fazer quarentena de 14 dias ao chegar ao país. O Brasil faz parte da lista.

A Argentina também concretizou um comunicado emitido no dia 30 de outubro, dizendo que suas portas seriam reabertas ao Brasil, Bolívia, Chile e Paraguai – mas apenas com destino à Grande Buenos Aires. Só é permitido circular pela Região Metropolitana da capital e, para garantir a entrada, é preciso apresentar exame PCR negativo, realizado até 72h antes do embarque.

Além disso, antes da crise política e do impeachment, o presidente peruano, Martín Vízcarra, havia prometido no início de setembro a reabertura das fronteiras a estrangeiros. O processo se concretizou em duas fases: no início de outubro, alguns países da América Latina, como Colômbia, Paraguai e Chile, receberam aval do Peru. Depois, a partir do dia 1º de novembro, México, Brasil, Argentina, Espanha e Estados Unidos ganharam a permissão.

Um dos protocolos de biossegurança é a obrigatoriedade do teste de PCR negativo, realizado no máximo 72 horas antes da chegada, para entrar no país. Na falta do comprovante, o turista deverá voltar ao país de origem fazer quarentena de 14 dias. Viajantes também estão sujeitos a triagem médica em aeroportos.

Segundo uma lista publicada na página da Associação Internacional de Transporte Aéreo (Iata), existem cerca de 70 países e territórios que não têm restrições expressas a entradas de viajantes brasileiros a lazer, em voos que partem do Brasil. A maioria deles exige, no entanto, algum tipo de testagem negativa para Covid-19 ou quarentena na chegada.

Como já estava determinado desde o início do segundo semestre, países como México, Turquia e as Bahamas, no Caribe, recebem turistas brasileiros sem muitas restrições.

O governo mexicano só exige o preenchimento de um formulário de “Fatores de Risco”, enquanto a Turquia continua a realizar triagem médica nos aeroportos – caso os viajantes apresentem sintomas, podem ser submetidos a testes e, depois, tratamento médico. As Bahamas, assim como a República Dominicana e a maioria das ilhas caribenhas, só exigem teste ao embarcar.

A Ucrânia, Bósnia e Herzegovina, Equador e Colômbia aceitam receber turistas brasileiros, desde que apresentem o teste negativo para Covid-19. O Egito também reabriu suas fronteiras, mas exige o teste PCR negativo – realizado com, no máximo, 72 horas de antecedência – e seguro saúde. Além disso, o turismo está limitado a resorts em três províncias litorâneas.

Já alguns países europeus, como Reino Unido e Irlanda, apesar de nunca terem barrado viajantes brasileiros, exigem o cumprimento de uma quarentena de 14 dias, com ou sem sintomas da Covid-19 (às próprias custas). Mesmo assim, voos das aéreas British Airways e Latam seguem com regularidade para o aeroporto britânico de Heathrow.

Na fechada União Europeia, apenas a Croácia aceita brasileiros, desde que comprovem reserva de hotel e apresentem teste PCR negativo realizado em até 48 horas antes do embarque. Só quem chegar sem o teste, ou com sintomas, precisa ficar em isolamento por 14 dias. Sérvia, Kosovo, Albânia e Macedônia do Norte também estão abertos aos brasileiros e sem exigências de quarentena.

Se o turista brasileiro cumprir quarentena em um país do bloco ou no Reino Unido, pode seguir viagem para outros destinos no continente. O mesmo ocorre nos Estados Unidos: embora os americanos só permitam a entrada de viajantes com cidadania ou visto de residência permanente, é possível fazer uma quarentena no México, por exemplo, e seguir para destinos como Miami ou São Francisco.

Mesmo tendo que adaptar os planos devido à pandemia, viajar torna-se cada vez mais possível à medida que as duras restrições são revisadas. Até na troca de Orlando por Istambul é possível encontrar consolo para este duríssimo 2020.

Veja

Operação da PF desbarata quadrilha nos Correios que desviou R$ 1 milhão em celulares e eletrônicos

A Polícia Federal faz, nesta terça-feira, uma operação contra um esquema de fraudes e desvios de encomendas nos Correios no Rio que pode ter chegado a R$ 1 milhão. Segundo a PF, funcionários do CTE Benfica, maior centro de distribuição de encomendas do Rio, escolhiam encomendas de alto valor, como celulares e eletrônicos, e as desviavam para terceiros. Os suspeitos trocavam etiquetas verdadeiras – que continham os dados da entrega – por etiquetas falsas.

Eram usados números de postagens já utilizados para elaborar essas falsas etiquetas para que os empregados dos Correios mandassem as encomendas para destinatários envolvidos no esquema. Os membros da organização criminosa mantinham um grupo de WhatsApp intitulado ”empresas e negócios”, onde tratavam as fraudes e as vendas dos artigos desviados. Depois de etiquetados, os produtos eram entregues de forma normal pelos carteiros que, aparentemente, não participavam do esquema de desvios.

A Polícia Federal fez, nesta terça-feira (24), operação contra um esquema de fraudes e desvios de encomendas nos Correios no Rio que pode ter chegado a R$ 1 milhão. Segundo a PF, funcionários do CTE Benfica, maior centro de distribuição de encomendas do Rio, escolhiam encomendas de alto valor

Os investigados responderão pelos crimes de organização criminosa e peculato. Cerca de 50 agentes cumprem nove mandados de busca e apreensão nos bairros de Bento Ribeiro, Campinho, Coelho Neto, Engenho da Rainha, Madureira, Piedade e Tomás Coelho, além do próprio Centro de Distribuição dos Correios em Benfica, no Rio.

Os mandados foram expedidos pela 10ª Vara Federal Criminal do Rio. As investigações tiveram início em janeiro de 2019 e contaram com apoio dos Correios.

O Globo

A corrida das vacinas: compare eficácia, preços e previsão de aplicação das principais candidatas

A Rússia informou nesta terça-feira (24) que a vacina Sputnik V, desenvolvida no país pelo instituto Gamaleya, tem eficácia entre 94% e 95% contra a Covid-19. Na segunda-feira a farmacêutica AstraZeneca e a Universidade de Oxford, ambas do Reino Unido, anunciaram que sua vacina candidata contra o coronavírus tem eficácia de 90%.

Outras três candidatas de destaque na “corrida das vacinas” são a Coronavac, desenvolvida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceira com o Instituto Butantan, ligado ao governo de São Paulo; o imunizante pesquisadao pela americana Pfizer e pelo laboratório alemão BioNTech; e a da empresa de biotecnologia americana Moderna.

Abaixo, uma comparação da eficácia, custo, logística de distribuição, acordo com o Brasil (quando existente) e data prevista para vacinação se tudo correr conforme o planejado.

Eficácia

Oxford/Atrazeneca: 90%

Sputnik V: 94%-95%

CoronaVac: ainda não divulgado

Pfizer/BioNTech: 90%

Moderna: 94,5%

Custo por dose

Oxford/Atrazeneca: entre R$ 16 e R$ 22

Sputnik V: R$ 54

CoronaVac: R$ 56

Pfizer/BioNTech: R$ 106

Moderna: entre R$ 136 e R$ 201

Temperatura para transporte

Oxford/Atrazeneca: entre 2°C e 8°C

Sputnik V: entre 2ºC e 8°C

CoronaVac: entre 2°C e 8°C

Pfizer/BioNTech: -70°C ou inferior

Moderna: entre 2°C e 8°C

Acordo no Brasil

Oxford/Atrazeneca: acordo fechado com o governo federal para compra e distribuição no país; Fiocruz deve produzir 130 milhões de doses

Sputnik V: laboratório União Química vai produzir a vacina russa no Brasil; o governo da Bahia também assinou um acordo para conduzir testes clínicos de Fase III

Coronavac: governo de São Paulo tem o compromisso de adquirir 46 milhões de doses

Pfizer/BioNTech: ainda sem acordo

Moderna: ainda sem acordo

Provável início da aplicação:

Oxford/Atrazeneca: janeiro de 2021

Sputnik V: primeiro semestre de 2021

Coronavac: janeiro de 2021

Pfizer/BioNTech: segunda quinzena de dezembro de 2020, nos EUA, papa população de alto risco

Moderna: primeiro trimestre de 2021

O Globo

Arrecadação federal soma R$ 153,9 bilhões em outubro

A arrecadação total das receitas federais atingiu, em outubro, R$ 153,938 bilhões, um crescimento real (descontada a inflação) de 9,56% em relação ao mesmo mês de 2019. Os dados foram divulgados hoje (24) pela Receita Federal. O crescimento é explicado pelo pagamento de tributos que haviam sido adiados como medida de enfrentamento à crise gerada pela pandemia do novo coronavírus (covid-19).

As Receitas Administradas pela Receita Federal, como impostos e contribuições federais, arrecadaram em outubro R$ 146,081 bilhões, aumento de 12,31%. De janeiro a outubro, a arrecadação alcançou R$ 1,132 trilhão, queda de 9,06%. Em outubro, o volume de pagamentos de tributos que haviam sido adiados chegou a R$ 16,252 bilhões.

As receitas administradas por outros órgãos, principalmente royalties do petróleo, somaram R$ 7,857 bilhões, com queda de 24,64% em relação a outubro de 2019.

Segundo a Receita, no mês passado o Programa de Integração Social (PIS) e da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) apresentaram uma arrecadação conjunta de R$ 33,453 bilhões, o que representa um acréscimo real de 19,97%.

“Esse resultado pode ser explicado pelo acréscimo real de 7,4% do volume de vendas e pelo decréscimo real de 7,2% no volume de serviços [dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE] em setembro de 2020 em relação a setembro de 2019”, disse a Receita, em relatório.

Também houve recolhimento de parcelas adiadas anteriormente, relativas a maio de 2020, e aumento nominal de 137% no volume das compensações tributárias.

A Receita Previdenciária teve arrecadação de R$ 42,019 bilhões, o que representa acréscimo real de 15,01%. “Esse desempenho é explicado pelo pagamento dos diferimentos [adiamento] do Simples Nacional relativo ao mês de abril de 2020, da Contribuição Previdenciária Patronal relativo ao mês de maio de 2020 e dos parcelamentos especiais relativos ao mês de junho de 2020 e pelo aumento das compensações tributárias com débitos de receita previdenciária”, diz relatório da Receita.

O Imposto de Renda das Pessoas Jurídicas (IRPJ) e a Contribuição Social Sobre o Lucro Líquido (CSLL) totalizaram no mês de outubro uma arrecadação de R$ 31,889 bilhões, com crescimento real de 17,97%.

Resultado acumulado

No acumulado de janeiro a outubro, a arrecadação alcançou R$ 1,180 trilhão, queda real de 9,45%.

O resultado foi “bastante influenciado” pelos diferimentos, que são o adiamento para o pagamento do tributo. Esse adiamento foi uma das medidas adotadas pelo governo para o enfrentamento da crise econômica gerada pela pandemia da covid-19

Esses adiamentos somaram mais de R$ 48 bilhões de janeiro a outubro. As compensações tributárias (ressarcimentos do Fisco aos contribuintes) cresceram 57% ao acumular R$ 131,436 bilhões.

Entre os destaques da Receita para o período de janeiro a outubro, a Cofins e o PIS/Pasep apresentaram arrecadação conjunta de R$ 232,154 bilhões, com queda real de 16,39%.

A Receita Previdenciária apresentou arrecadação de R$ 323,522 bilhões no período de janeiro a outubro, com decréscimo real de 9,96%.

O Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) teve arrecadação de R$ 18,733 bilhões, queda real de 45,88%. Segundo a Receita, essa queda aconteceu devido à redução da alíquota do imposto a zero para operações de crédito desde 3 de abril de 2020.

Agência Brasil

Hong Kong fechará bares e clubes noturnos pela terceira vez

Pela terceira vez neste ano, Hong Kong fechará bares, clubes noturnos e outros locais de entretenimento, informou hoje (24) a secretária da Saúde, Sophia Chan, enquanto as autoridades correm para lidar com um novo aumento de casos do novo coronavírus.

As autoridades também estão reabrindo um saguão de tratamento de covid-19 temporário perto do aeroporto da cidade.

Nesta terça-feira Hong Kong relatou 80 casos novos da doença, o que eleva o total acumulado desde o fim de janeiro a 5.782 infecções e 108 mortes.

Até o momento, o polo financeiro controlado pela China conseguiu evitar um surto generalizado da covid-19, como os vistos em muitas cidades grandes do mundo – na média diária, os números foram de 1 dígito ou 2 dígitos baixos nas semanas anteriores ao pico.

Mais de 180 dos casos mais recentes estão ligados a danceterias. “Há diversas cadeias de transmissão na comunidade”, disse Sophia Chan, em entrevista coletiva. “Precisamos endurecer todas as medidas de distanciamento social, porque a pandemia é grave.”

Bares e clubes noturnos, além de locais como casas de karaokê e danceterias, serão fechados inicialmente por sete dias, ao menos até 3 de dezembro.

Tais estabelecimentos foram fechados por várias semanas em abril e novamente entre meados de julho e meados de setembro. Em seguida, as restrições voltaram a ser afrouxadas gradualmente.

Agência Brasil