Ezequiel Ferreira coleciona vitórias e fecha a semana anunciando boas notícias para o Seridó

 


O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Ezequiel Ferreira, atento às necessidades do RN, Ezequiel participou, na cidade de Acari, de uma reunião com os prefeitos eleitos e reeleitos que formam a Associação dos Municípios da Microrregião do Seridó Oriental-AMSO.

Na ocasião, ouviu os gestores e já anunciou melhorias no abastecimento de água da região Seridó.

Esta semana, o deputado Ezequiel esteve em Brasília acompanhando o lançamento de um projeto de melhorias nos recursos hídricos que beneficiará os norte-rio-grandenses que sofrem com a seca e a estiagem.

É inegável que o seu eficiente trabalho, aliada a sua competência, articulação e o apoio do ministro Rogério Marinho garantirá ao RN a certeza de dias melhores.

TSE foi alertado para problemas de TI e falta de testes em totalização de votos, mostram documentos

Foto: Folhapress

Relatórios internos do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) mostram que a corte foi alertada para entraves em seu sistema de tecnologia da informação e até para a falta de testes no sistema da totalização de votos, que provocou atraso no primeiro turno das eleições deste ano.

Uma auditoria da Secretaria de Controle Interno do tribunal listou em maio dez problemas no desenvolvimento e manutenção de softwares da Justiça Eleitoral, que se arrastam desde 2016.

Entre eles estão a entrega de versão de software sem tempo hábil para testes, poucos interessados no desenvolvimento do sistema, falta de funcionários especializados e dificuldades em encontrar dados e informações.

Em outra frente, a comissão constituída pelo TSE para analisar o processo eletrônico de votação recomendou que o sistema de totalização de votos fosse testado. A sugestão não foi acatada pelo tribunal.

Os testes são realizados para a avaliação e busca de eventuais fragilidades da tecnologia, com o objetivo de implementar melhorias e reforçar a segurança.

A recomendação foi feita inicialmente nos testes realizados em 2016, e reiterada na edição 2017/2018.

O primeiro turno das eleições municipais deste ano foi marcado por uma série de falhas tecnológicas do tribunal. Houve um atraso inédito na divulgação dos resultados das eleições.

Em razão disso, técnicos do tribunal passaram esta semana testando o sistema e se preparando para o segundo turno, no domingo (29), sem ocorrências. O atraso aconteceu depois que o tribunal resolveu centralizar a contagem em Brasília, que antes era feita nos TREs (Tribunais Regionais Eleitorais).

O TSE chegou a dizer que a mudança permitiria “ampliar a segurança do processo” e geraria economia aos cofres públicos, “na medida em que reduz a quantidade de equipamentos e de softwares necessários para a realização desse procedimento”.

No relatório final produzido pela comissão avaliadora do TPS (Teste Público de Segurança) de 2019, frisou-se que o tribunal não atendeu à recomendação de que os testes deveriam abranger os sistemas de totalização, operado por tecnologia fornecida pela empresa Oracle, e biometria.

A comissão é composta por dez integrantes, entre representantes do TSE, MPF (Ministério Público Federal), Congresso Nacional, OAB (Ordem dos Advogados do Brasil), Polícia Federal e acadêmicos.

Em resposta à comissão, o tribunal alegou que a sugestão não poderia ser aplicada “haja vista que o sistema RecBU (Sistema Recebedor de Boletim de Urna) estava sendo reescrito para as eleições de 2020 e que só estaria disponível para o TPS 2021”.

À Folha o TSE afirmou que “os trabalhos de centralização da totalização dos votos das eleições [de 2020] impediram a reescrita do referido sistema [RecBU] na linguagem Java, permanecendo em linguagem PL/SQL”.

Dessa forma, acrescentou o tribunal, para que o sistema de totalização “participe futuramente dos testes públicos de segurança, será necessário desenvolver uma solução que permita submeter sistemas na linguagem de programação adotada ao TPS”.

A corte afirmou ainda que as rotinas do sistema de totalização sofreram alterações por causa da centralização, uma vez que atuam sobre o próprio banco de dados de totalização.

Os sistemas de totalização e RecBU funcionam em paralelo a partir das 17h do dia da eleição, recebendo boletins de urna e totalizando-os.

Quanto à biometria, o TSE afirmou que o TPS é dado na quebra do sigilo do voto ou na troca de direcionamento do voto dado pelo cidadão. “Objetivos esses que não sofrem interferência da forma de identificação do eleitor, seja ela biométrica, seja por meio dos seus dados cadastrais.”

Em relação à auditoria interna sobre desenvolvimento de softwares e manutenção, a auditoria interna relatou que o TSE apresentou insuficiência no controle dos processos “Produs e MAgil” do tribunal. Os dois são metodologias de desenvolvimento de softwares, o primeiro unifica processos corporativos e o outro é para agregar práticas ágeis nos sistemas da corte.

O documento também alertou para divergências de interpretações relacionadas à metodologia usada para a execução das tarefas de TI, podendo gerar custos desnecessários na realização das atividades e dificuldade de avaliar o trabalho dos desenvolvedores, por parte dos gestores das unidades técnicas.

Folhapress

Itaú vende metade de suas ações do Carrefour após morte de João Alberto

Foto: Divulgação

Desde que João Alberto Silveira Freitas foi morto no estacionamento de uma unidade do Carrefour em Porto Alegre, muitos no mercado financeiro se perguntam sobre a confiabilidade da governança da empresa e sobre a manutenção dos investimentos em longo prazo na rede francesa. Pois, aparentemente, o Itaú já tomou a decisão de diminuir sua exposição ao Carrefour.

Somente na terça-feira, 24, o Itaú vendeu quase 8 milhões de ações das 17 milhões que detinha até aquela data, segundo dados coletados da Bloomberg. Restou 53% da posição. Segundo estes dados, o Itaú foi o único entre os maiores investidores do Carrefour a vender ações de forma tão expressiva após a morte de João Alberto.

Questionado sobre o motivo que levou a reduzir sua participação tão bruscamente, o Itaú preferiu não comentar. “Para preservar as estratégias de investimento e o melhor interesse dos nossos cotistas, a Itaú Asset Management não pode se manifestar sobre as operações dos fundos”.

Veja

Reino Unido pede que agência avalie segurança da vacina da AstraZeneca

Foto: Felix Dlangamandla/Getty Images

O governo do Reino Unido solicitou formalmente que a agência reguladora de medicamentos e de saúde (da sigla em inglês MHRA) do país avalie a vacina desenvolvida pelo laboratório AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford para um fornecimento temporário, assim que a farmacêutica enviar os dados de segurança, qualidade e eficácia necessários.

De acordo com o governo, a movimentação significa “um primeiro passo significativo” para a aprovação da vacina, caso ela atenda os pré-requisitos necessários. A avaliação contínua já esta em curso.

Em nota, o secretário de Saúde e Assistência Social Matt Hanckock afirmou que o governo trabalha para implantar a vacina tão logo ela seja aprovada. “Solicitamos formalmente ao regulador que avalie a vacina Oxford e da AstraZeneca, para entender os dados e determinar se ela atende a padrões de segurança rigorosos. Esta carta é um passo importante para implantar uma vacina o mais rápido possível com segurança”, disse.

A previsão do governo é que o medicamento esteja aprovado até o final de dezembro. O imunizante da Pfizer BioNTech é outra vacina que recebeu o pedido de avaliação por parte do governo.

Dados sobre eficácia

Nesta semana a AstraZeneca divulgou que seu imunizante apresentou eficácia de até 90% quando administrado em meia dose seguida por uma dose completa. Quando administradas duas doses, a eficácia apresentada foi de 62%. Desta forma, no agregado, a eficiência média foi de 70%. A descoberta da potência da administração fracionada, no entanto, se deu por um erro de dosagem, que levantou dúvidas sobre os protocolos de testes. Ontem, o CEO da AstraZeneca admitiu que pode iniciar uma nova rodada de testes internacionais para ratificar a descoberta.

Veja

Como o aumento da taxa de desocupação se relaciona à retomada da economia

Indicadores econômicos servem como um termômetro da economia, e a melhora em diversos destes termômetros, como mostra reportagem de VEJA desta semana, aponta que a pior parte do choque causado pela pandemia do novo coronavírus ficou para trás. Porém, cada vez mais ficam claros os desafios para a retomada sustentável da economia, que passam por um estado menos burocrático. Parte desse desafio pelo aumento de produtividade é refletido no emprego, motor do desenvolvimento.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta sexta-feira, 27, a taxa de desocupação bateu 14,6% no terceiro trimestre do ano. No período encerrado em setembro, 14,1 milhões de pessoas estavam desempregadas.

Por mais mais que soe estranho, a explicação para o aumento da taxa de desemprego está diretamente ligada a recuperação da economia e, por isso, era esperada. Com atividades voltando a funcionar e os indicativos de melhora, mais gente passou a procurar emprego. A taxa de desocupação do IBGE considera desempregados somente aqueles que ativamente procuram por uma vaga. “Uma grande parte das pessoas ficaram sem sair de casa e estavam fora do mercado e, assim, elas não são contadas, Mas, com esse reaquecimento, muita gente decidiu voltar a procurar, vendo que há contratações sendo feitas. Com mais gente procurando emprego, o indicador de desocupação sobe”, explica Hélio Zylbestajn, professor da USP e pesquisador da Fipe.

A analista da Pnad Contínua, Adriana Berimguy, vai na mesma linha. Segundo ela, o aumento na taxa de desemprego reflete a flexibilização das medidas de isolamento social para controle da pandemia de Covid-19. “Houve maior pressão sobre o mercado de trabalho no terceiro trimestre. Em abril e maio, as medidas de distanciamento social ainda influenciavam a decisão das pessoas de não procurarem trabalho. Com o relaxamento dessas medidas, começamos a perceber um maior contingente de pessoas em busca de uma ocupação”, explica.

No período, a taxa de desocupação subiu em dez estados e ficou estável nos demais. As maiores taxas foram na Bahia (20,7%), em Sergipe (20,3%) e em Alagoas (20,0%). Já a menor foi registrada em Santa Catarina (6,6%). Os maiores crescimentos da taxa de desocupação foram registrados na Paraíba (4 p.p.), no Amapá (3,8 p.p.) e em Pernambuco (3.8 p.p.).

Os dados apontam que, por mais que haja retomada, o emprego é um dos grandes desafios a serem enfrentados. De acordo com a Pnad, o contingente de ocupados reduziu 1,1% na comparação com o segundo trimestre, totalizando 82,5 milhões de pessoas, o menor patamar da série histórica iniciada em 2012. Houve uma retração de 883 mil pessoas. Com isso, o nível de ocupação foi de 47,1%, também o menor da série, uma queda de 0,8 ponto percentual frente ao trimestre anterior (47,9%). Desde o trimestre encerrado em maio, o nível de ocupação está abaixo de 50%, o que aponta que menos da metade da população em idade para trabalhar está ocupada no país.

Sinais de retomada

A maioria das atividades apresentou fechamento de vagas, mas houve reação de suas: A construção civil registrou aumento de 7,5%, o que representa 399 mil pessoas a mais trabalhando no setor. Já na agricultura a alta foi de 3,8%, com mais 304 mil trabalhadores. De acordo com a pesquisadora do IBGE, os dados da construção refletem um movimento de retomada que pode acontecer com outras atividades nos próximos meses. “A atividade da construção foi a que mais aumentou no período. Isso porque pedreiros ou outros trabalhadores conta própria, que tinham se afastado do mercado em função do distanciamento social, retornaram no terceiro trimestre com a reabertura das atividades e a demanda por pequenas obras, como reformas de imóveis”, explica Beringuy.

A retomada é lenta, mas é possível ver reação no mercado informal, que é o primeiro a voltar. A taxa de informalidade foi de 38,4% no trimestre encerrado em setembro, o que equivale a 31,6 milhões de pessoas sem carteira assinada (empregados do setor privado ou trabalhadores domésticos), sem CNPJ (empregadores ou empregados por conta própria) ou trabalhadores sem remuneração. No trimestre anterior, esse percentual foi 36,9%.

Outro indicador de emprego, o Caged, medido pelo Ministério da Economia, mostra aquecimento das contratações formais. Em outubro, houve a criação de quase 400 mil vagas formais, o maior dado desde 1992. Vale ressaltar, entretanto, que Caged e Pnad tem diferenças metodológicas e, por isso, não devem ser comparados. Enquanto o Caged compila dado de trabalhadores CLT admitidos e desligados em determinado mês, a Pnad realiza pesquisa domiciliar por amostragem e também leva em consideração o setor informal.

Veja

Pela primeira vez, Trump diz que deixará Casa Branca com vitória de Biden

O presidente americano, Donald Trump, disse pela primeira vez nesta quinta-feira 26 que deixará a Casa Branca se Joe Biden for confirmado oficialmente como o vencedor das eleições, mas repetiu que pode nunca admitir a derrota.

Trump liderou uma empreitada sem precedentes ao contestar os resultados da eleição de 3 de novembro, espalhando teorias insanas sobre cédulas roubadas e lançando contestações legais sem fundamento que foram rejeitadas por tribunais de todo o país.

Ao responder às primeiras perguntas de jornalistas desde a eleição, o presidente chegou mais perto de aceitar que teria apenas um mandato antes da posse de Biden, em 20 de janeiro. Quando perguntado se deixaria a Casa Branca caso o Colégio Eleitoral confirme a vitória de Biden, Trump respondeu: “Certamente irei. E vocês sabem disso”.

Mas, “se o fizerem, terão cometido um erro”, afirmou, acrescentando que “será uma coisa muito difícil de admitir”. “Esta foi uma grande fraude”, declarou o republicano sobre o resultado da eleição, novamente sem fornecer qualquer evidência.

Durante a coletiva de imprensa nesta quinta, feriado de Ação de Graças, ele comparou a infraestrutura de votação dos Estados Unidos à “de um país do terceiro mundo”.

Mais cedo, no Twitter, o governante afirmou que “esta foi uma eleição 100% manipulada”. Na quarta-feira, incentivou seguidores do partido a “reverter” os resultados.

Falta de provas

O presidente eleito Biden disse na quarta-feira que os americanos “não aceitarão” tentativas de sabotar o resultado da eleição. Com sua relutância em ceder a Biden, Trump, que quebrou inúmeras regras em seus quatro anos no cargo, parece estar moldando seu terreno político.

Apoiadores do presidente de 74 anos sugerem que ele já está considerando anunciar que se candidatará à presidência em 2024.

Entre suas várias reclamações sobre as eleições está a de que as urnas removeram deliberadamente milhões de seus votos, apesar das autoridades eleitorais dos Estados Unidos afirmarem que foram as eleições “mais seguras” da história do país.

Após pressão de líderes influentes de seu partido, Trump acabou dando avalo para iniciar oficialmente a transição para a mudança de comando, o que implica permitir que Biden tenha acesso a todas as informações de que precisa.

Já Biden apresentou oficialmente suas equipes para a diplomacia e segurança nacional e disse que “a América está de volta, pronta para liderar o mundo.” “Esses servidores públicos restaurarão a liderança moral e global da América”, garantiu o líder democrata de 78 anos, ao apresentar os colaboradores.

Biden disse que em seus primeiros 100 dias na Casa Branca se dedicará a combater a crise da Covid-19, eliminando as políticas de Trump que considera “prejudiciais” ao meio ambiente e propondo leis que ofereçam a milhões de residentes sem documentos um caminho para a cidadania.

Veja

Diretora-geral do Senado fará doutorado de R$ 200 mil pago pela Casa

A diretora-geral do Senado, Ilana Trombka, fará 1 curso de doutorado em administração de empresas na FGV (Fundação Getulio Vargas), em São Paulo, pagos pela Casa legislativa. As aulas custarão R$ 200 mil. A informação foi divulgada pelo portal Metrópoles.

A despesa foi autorizada pelo presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP).  Eis a íntegra do ofício que autorizou o pagamento do curso:


Documento de 13 de novembro de 2020 em que Davi Alcolumbre autoriza Ilana Trombka a fazer mestrado. O arquivo foi publicado pelo site MetrópolesReprodução


Ilana continuará a receber o salário de R$ 44.600 brutos durante os 2 anos de duração do curso, que começa em 2021. Conforme o ofício que autorizou o pagamento das aulas, ela deverá manter as atividades no Senado, sem se afastar.

FUNÇÕES ADMINISTRATIVAS

Segundo o portal do Senado, a diretoria geral da Casa deve coordenar e supervisionar a gestão administrativa. Ilana é subordinada direta da Mesa Executiva e do presidente, Davi Alcolumbre, enquanto ele liderar os senadores.

Entre as funções, deve “prover o Senado Federal com métodos, técnicas e ferramentas de governança corporativa e gestão estratégica; prover e integrar o suporte administrativo e logístico às atividades parlamentares e legislativas e aos órgãos da estrutura geral do Senado Federal de acordo com as políticas, as normas legais e regulamentares e as deliberações da Comissão Diretora e do Comitê de Governança Corporativa e Gestão Estratégica”.

O QUE DIZ O SENADO

Em nota, o Senado informou que as aulas de aperfeiçoamento se justificam porque “são essenciais para a gestão e administração do Senado e compatíveis com a função desempenhada pela servidora”.

Leia o posicionamento na íntegra:

“Cabe registrar que a atividade de capacitação em comento trata-se de Doutorado profissionalizante e, segundo o órgão técnico desta Casa Legislativa, o curso de Doutorado em Administração da Fundação Getúlio Vargas (FGV-EAESP) visa fornecer ao corpo diretivo da Casa conhecimentos relativos a processos de transformações nas organizações.

Como se observa, esses conhecimentos são essenciais para a gestão e administração do Senado e compatíveis com a função desempenhada pela servidora. Respaldada no art. 59 do Anexo IV do Regulamento Administrativo do Senado Federal (resolução n° 13/2018), uma vez que a servidora realizará o programa de doutorado concomitante ao desempenho das atividades do seu cargo, não necessitando se afastar do Senado Federal.

O programa de doutorado tem duração de 36 (trinta e seis) a 48 (quarenta e oito) meses e os custos serão divididos em 36 parcelas mensais no decorrer da capacitação.

Por fim, ressaltamos que a capacitação em tela, além de seguir os ditames preconizados na Lei n° 8.666/1993 e no Regulamento Administrativo do Senado Federal, foi objeto de análise técnica do Comitê Científico-Pedagógico e análise jurídica da Advocacia do Senado, recebendo parecer favorável de ambas as áreas”.

ILANA PREFERE NÃO SE PRONUNCIAR

A diretora-geral foi procurada para comentar o caso, mas informou que não irá se pronunciar a respeito.

Poder 360.

Agripino, Kátia e Carol Pires eram só alegria com o resultado eleitoral do DEM em Parnamirim

A vice-prefeita eleita, Kátia Pires, programou uma visita ao líder político, José Agripino para apresenta o resultado eleitoral do Democratas (DEM) em Parnamirim.

O encontro aconteceu na residência do ex-senador, contou com a presença da filha da vice-prefeita, a vereadora eleita, Carol Pires, que mostrou ao presidente do DEM um planejamento de trabalho no legislativo, a fim de fortalecer a legenda, dando um espaço maior aos jovens, especialmente no campo político-eleitoral.

Kátia Pires aproveitou a oportunidade para apresentar o quadro atual da política local, José Agripino, anfitrião, atualizou os assuntos na esfera nacional.

A conversa entre os três políticos foi considerada proveitosa. Agripino ficou bastante satisfeito com o trabalho realizado por Kátia e Carol Pires, na terceira maior cidade do RN.

Só lembrando que o DEM comanda a Câmara, Senado Federal e ainda tem na figura de ACM Neto, atual prefeito de Salvador, um nome forte para encabeçar uma chapa para Presidência da República.

Agripino, Kátia e Carol eram só alegria, quando o assunto é o futuro dos Democratas em 2022 e 2024.

Executivo da AstraZeneca minimiza erro na dose em testes da vacina de Oxford

O executivo da AstraZeneca Mene Pangalos minimizou 1 erro de dosagem cometido na fase 3 de estudos clínicos da vacina contra a covid-19 desenvolvida em parceria com a Universidade de Oxford.

Por erro de fabricação, alguns voluntários receberam meia dose do imunizante em vez de uma dose completa, como era planejado. A alteração de dosagem foi identificada quando 1 investigador notou que os participantes não tinham resposta inflamatória à injeção.

A farmacêutica e a Oxford, então, incluíram o regime de meia dose no estudo e comunicaram a alteração aos órgão reguladores de Reino Unido, Estados Unidos e União Europeia.

Não vou fingir que não é 1 resultado interessante, porque é, mas definitivamente não o entendo e não acho que nenhum de nós entenda”, disse Mene Pangalos, vice-presidente executivo de pesquisa biofarmacêutica da AstraZeneca, citado pelo Wall Street Journal. “Foi uma surpresa para nós”.

 

A AstraZeneca e a Universidade de Oxford anunciaram na 2ª feira (23.nov.2020) que o imunizante tem de 62% a 90% de eficácia. A taxa mais alta foi alcançada quando os participantes receberam meia dose da vacina e, 1 mês depois, uma dose completa. Quando foram aplicadas duas doses completas, também com 1 mês de diferença entre elas, a eficácia caiu para 62%.

Pesquisadores de Oxford disseram na 2ª feira (23.nov) que a dose mais baixa pode ter sido mais eficaz porque reflete com mais precisão a resposta imunológica natural aos vírus. Afirmaram, no entanto, que teriam que investigar as descobertas para saber com certeza.

Segundo Pangalos, “o erro é realmente irrelevante”. “Qualquer que seja a forma de corte dos dados –mesmo que você acredite apenas nos dados de dose completa, dose total, ainda temos eficácia que atende aos limites para aprovação [por parte de órgãos reguladores dos Estados Unidos e da União Europeia] com uma vacina que é mais de 60% eficaz”.

O executivo falou que os pesquisadores da AstraZeneca e da Oxford receberam os dados no último fim de semana. Explicou que estão trabalhando para publicá-los em 1 jornal científico para que possam ser revisados por outros cientistas. “A maneira certa de publicar e documentar os resultados é em uma revista científica. Todos esses dados serão publicados na próxima semana ou pouco depois”, disse.

Poder 360.

Partidos nanicos perdem força e elegem só 1,1% dos vereadores em 2020

Eleitores e mesários usando equipamentos de segurança e álcool gel em seção de votação nas eleições municipais em Valparaiso (GO), durante a pandemia da COVID-19 Sérgio Lima/Poder360 15.11.2020

Os números das eleições municipais de 2020 mostram declínio de partidos pequenos no número de vereadores eleitos. Elas indicam que a redução no número de siglas, 1 dos objetivos das últimas mudanças no sistema político (cláusula de desempenho e proibição de coligações proporcionais), pode estar em andamento.

Dos 32 partidos que lançaram candidatos a vereador neste ano, os 10 que menos elegeram conseguiram 1,1% das cadeiras das Câmaras Municipais. É menos do que metade do percentual atingido pelas 10 siglas de pior desempenho em 2016: 2,4%.

 

Levantamento do Poder360 mostra que 2012 foi o momento quando os partidos pequenos tiveram mais sucesso. Naquele ano, as 10 menores legendas elegeram 4,4% dos vereadores. Os dados foram analisados a partir de 2004, ano mais antigo com informações completas no repositório de dados do TSE.

Pela 1ª vez desde 2004 ano houve 4 legendas que lançaram candidatos, mas não elegeram ninguém. São elas: PCB, PSTU, PCO e a novata UP. Em 2016 foram duas as siglas que não elegeram ninguém, maior número até então.

Ao mesmo tempo, as 10 siglas que mais elegeram vereadores tiveram 74,6% dos eleitos neste ano. Em 2016, eram 71,7%.

MDB e PSDB elegeram menos candidatos aos Legislativos municipais neste ano. A perda no pelotão de cima, no entanto, foi mais que compensada por 1 aumento de eleitos de outros partidos médios e grandes, como DEM, PP e PSD.

CONTEXTO

As eleições de 2020 foram as primeiras sem coligações para cargos proporcionais. Ou seja, os partidos precisaram obter sozinhos (e não em coligação) votos para atingir o quociente partidário. Só ultrapassando essa barreira podem eleger 1 representante.

Também está em vigor a cláusula de desempenho, que inibiu o fenômeno dos puxadores de votos. Para ocupar uma das cadeiras ganhas pelo partido na Câmara Municipal, o candidato precisa ter ao menos 10% do número de votos relativo a essa vaga. Além disso, como a cláusula dificulta o acesso de legendas pequenas à Câmara dos Deputados, ela também afeta o financiamento dessas siglas. A lei eleitoral condiciona a distribuição de dinheiro público ao desempenho nas eleições para deputados.

A cláusula de desempenho foi aprovada em 2015. Antes disso, o Supremo Tribunal Federal derrubou, no ano de 2006, a cláusula de barreira aprovada em 1995. Caso a decisão do Tribunal tivesse sido outra, o país teria menos partidos com representados no Legislativo.

Uma quantidade elevada de partidos no Legislativo, seja federal, estadual ou municipal, faz com que sejam necessárias negociações políticas “no varejo”. A ideia por trás da regra é que, quando as siglas são menos numerosas, as articulações políticas são mais simples.

 

DOMÍNIO REGIONAL

A maior concentração nos principais partidos pode ser vista nos Estados. Em 2016 houve 3 casos em que uma sigla elegeu mais 20% dos vereadores dentro de 1 Estado. Em 2020, o fenômeno aconteceu 12 vezes.

Caso interessante é do Rio Grande do Sul. Lá, tanto em 2020 quanto em 2016, duas legendas ultrapassaram essa marca: MDB e PP.

Nenhum partido chegou perto de fazer 20% dos vereadores em nível nacional. O MDB foi quem mais elegeu em 2020. Seus 7.310 vereadores equivalem a 12,62% do total de eleitos do país.

Leia nesta tabela as informações referentes às eleições deste ano e nesta às eleições passadas. O Poder360 puxou os dados relativos a 2020 do sistema do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) nesta 3ª feira (24.nov.2020). O arquivo sobre 2016 está disponível no repositório de dados o Tribunal.

Em 15 Estados o posto de partido com mais vereadores mudou de mãos. O MDB perdeu 5. Tinha 13 em 2016 e passou para 8. Quem mais ganhou foi o DEM: foi de nenhum para 4.

Mesmo com a queda no número de vereadores nacionalmente, o MDB continua sendo o partido que lidera o número de eleitos em Câmaras Municipais de mais Estados (8 no total). O mapa a seguir mostra quais partidos detém mais vereadores em quais lugares.

A fatia que o partido com mais vereadores domina, porém, varia bastante. Enquanto o MDB tem 28,46% em Santa Catarina, o partido com mais vereadores do Rio de Janeiro, o DEM, tem apenas 8,19% do total de eleitos. Ou seja, o Estado tem fragmentação muito maior. O mapa interativo a seguir mostra Estado por Estado.

Poder 360.

Bolsa fecha acima de 110 mil pontos pela primeira vez desde fevereiro

taxas de câmbio do euro e do dólar americano são vistas em uma placa eletrônica, pregão da B3 Stock Exchange em São Paulo,

Em mais um dia de euforia no mercado financeiro, a bolsa de valores superou a marca de 110 mil pontos pela primeira vez desde o fim de fevereiro. O dólar caiu para o menor nível em seis dias, após oscilar durante a sessão.

O índice Ibovespa, da B3, encerrou esta quarta-feira (25) aos 110.230 pontos, com alta de 0,4%. O indicador alternou momentos de alta e de baixa na maior parte da sessão, até firmar a tendência de ganho nas duas últimas horas de negociação. O índice está no nível mais alto desde 21 de fevereiro, quando tinha fechado em torno dos 113 mil pontos.

No mercado de câmbio, o dólar comercial fechou o dia vendido a R$ 5,32, com recuo de R$ 0,0551 (-1,03%). A cotação abriu em leve alta, mas passou a cair ainda durante a manhã. Na mínima do dia, por volta das 15h15, a moeda norte-americana chegou a ser vendida a R$ 5,30.

O dólar caiu em relação às moedas dos principais países emergentes e manteve o movimento após a divulgação da ata da reunião mais recente do Federal Reserve (Fed, Banco Central norte-americano).

O órgão defende a manutenção de recursos para financiar as ferramentas de apoio à economia, especialmente depois de a Secretaria do Tesouro norte-americano anunciar o encerramento de alguns dos principais programas no fim do ano.

Mais injeções de dólares na economia norte-americana diminuem a demanda pela moeda norte-americana em todo o planeta. Países com alta volatilidade na moeda, como o Brasil, são beneficiados com a redução do dólar.

A indicação da ex-presidente do Fed Janet Yellen para a Secretaria do Tesouro a partir de 2021 também foi bem recebida pelos investidores, por indicar que as políticas monetária e fiscal dos Estados Unidos atuem de forma coordenada para recuperar o país da crise provocada pela pandemia da covid-19.

As informações são da Agência Brasil.

PL do senador Eduardo Braga (MDB) aumenta controle social com a criação de rastreamento de vacinas e carteira digital de vacinação

Um projeto de lei apresentado pelo senador Eduardo Braga (MDB-AM) cria processos de rastreamento de vacinas e soros no Sistema Único de Saúde (SUS) e uma carteira digital de vacinação.

Um dos objetivos do PL 5.217/2020 é aprimorar ainda mais as ações de fiscalização e de controle e monitoramento das vacinas. O projeto também acrescenta ao Programa Nacional de Imunizações (PNI) a carteira digital de vacinação.

O rastreamento se refere à cadeia de movimentação dos produtos utilizados no programa, da origem ao consumo, abrangendo as etapas de fabricação, importação, distribuição, transporte, armazenagem e dispensação.

A carteira de vacinação digital conterá a identificação do portador, as vacinas e os soros aplicados e pendentes, os fabricantes e lotes das vacinas e dos soros utilizados e os eventuais efeitos colaterais identificados.

O parlamentar disse que as medidas do PL serão fundamentais para aumentar o controle social.

Fonte: Agência Senado.

Conexão política.

Migração para serviços em nuvem é caminho sem volta para setor público

Adisseminação de tecnologias que expandiram o alcance e a velocidade das conexões de internet conduz o mundo –residências, empresas, governos– a uma transição acelerada. O modelo de TI (tecnologia da informação) está cada vez mais baseado em serviços em nuvem –redes de servidores de acesso remoto espalhados pelo mundo e acessíveis de qualquer lugar.

O movimento que começou com as bases de dados agora engloba cada vez mais plataformas, softwares e ferramentas de manipulação e análise.

Essa migração já está em estágio avançado no setor privado, entretanto, o setor público ainda encontra dificuldades para se adaptar aos novos tempos. Questões como burocracia lenta, funcionários sem treinamentos periódicos e regras institucionais desatualizadas são alguns dos motivos para essa defasagem.

São essas questões que serão colocadas em debate no evento Google Cloud Public Sector Summit, promovido pelo Google Cloud e apoiado pela AX4B.

Uma vez que o processo de transformação do modelo de TI para serviços e estrutura em nuvem é inevitável, será cada vez mais necessário que os órgãos públicos dialoguem com empresas especializadas para encontrar soluções de implantação da tecnologia e aumento da segurança e eficácia do manejo de dados.

MAIOR SEGURANÇA E CONTROLE DOS DADOS

A principal vantagem da nuvem é a segurança de armazenamento e redução de riscos devido à maior automatização, que diminui as possibilidades de erros ao longo do processo. Problemas como falhas em discos rígidos, panes ou até furtos, comuns em sistemas de armazenamento tradicionais e que podem desencadear uma série de outras dores de cabeça, não representam uma ameaça na tecnologia da nuvem.

As políticas de segurança de dados das empresas que oferecem esse serviço garantem um cuidado rigoroso com o material processado, como autenticação e criptografia. Além disso, as empresas mantêm uma equipe especializada em segurança digital e operam com a tecnologia mais avançada disponível no mercado.

SERVIÇO VAI ALÉM DO ARMAZENAMENTO

Além da segurança, esse modelo de TI inclui plataformas de controle e gerenciamento de dados que dispensam a necessidade de compra de licenças e manutenção de softwares e hardwares.

Juntar ferramentas de armazenamento e gerenciamento em um mesmo serviço torna esse modelo mais barato e prático que as tecnologias anteriores. Os dados ficam acessíveis em qualquer local, para diferentes dispositivos (tablets, celulares etc.) e sistemas, como Windows, iOS ou Linux, e de forma rápida através de servidores espalhados pelo mundo e conectados em rede.

Essa maior praticidade, que oferece total controle dos dados, pode trazer mudanças de grande impacto para a forma como o poder público utiliza e trabalha os próprios dados do sistema. O recente ataque ao STJ, por exemplo, mostrou a importância de atualizar os sistemas de armazenamento de dados no serviço público.

Em meio à pandemia da covid-19 e à disseminação do trabalho remoto, as facilidades que a nuvem oferece são cada vez mais indispensáveis. A previsão é que, com a chegada da tecnologia 5G, esse processo se acelere ainda mais. Consultorias famosas, como a Gideon Gartner, estipulam que 75% de todos os bancos de dados do mundo migrarão para serviços em nuvem até 2023.

GOOGLE CLOUD PUBLIC SECTOR SUMMIT

Nos dias 8 e 9 de dezembro, representantes governamentais de diversos países se reunirão no evento global digital Google Cloud Public Sector Summit (Cúpula do Setor Público do Google Cloud) para discutir o uso de novas tecnologias para melhoria do controle, manipulação e segurança do armazenamento de dados dentro do setor público.

O evento é apoiado pela AX4B, empresa especialista em gestão, software e serviços, parceira da Google Cloud e conta com mais de 40 sessões internacionais, interações com especialistas e soluções Google Cloud para o setor governamental e de educação. Inscreva-se.

Serviço:
Quando: 
8 e 9 de dezembro.
Inscrição: https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit-br
Programação e informações: 
https://cloudonair.withgoogle.com/events/public-sector-summit

Poder 360.

Vandilma perde no TRE e Gabriel César continua vereador em Parnamirim

A corte do Tribunal Regional Eleitoral, decidiu que os votos da vereadora Vandilma não serão contabilizados e manter o indeferimento de seu registro de candidatura. Veja o acórdão dos juízes eleitorais.

 

Recurso Eleitoral Nº 0600459-35
Número único: 0600459-35.2020.6.20.0050Julgado
Origem: Parnamirim / RN
Decisão: Acordam os juízes do Tribunal Regional Eleitoral do Rio Grande do Norte, à unanimidade de votos, em consonância com o parecer da Procuradoria Regional Eleitoral, em conhecer e desprover o recurso, de modo a manter o indeferimento do registro de candidatura de que cuidam os autos, nos termos do voto do relator.

Acórdão publicado em sessão. Anotações e comunicações
Assunto: Inelegibilidade – Rejeição de Contas Públicas. Impugnação ao Registro de Candidatura. Registro de Candidatura – RRC – Candidato.

Cargo – Vereador
Relator(a): Juiz Fernando de Araujo Jales Costa
Recorrente:
Vandilma Maria de Oliveira
Recorrido:
Ministerio Publico Eleitoral