Paciente chegando de ambulância no Hospital Regional da Asa Norte, hospital referência no tratamento da COVID-19 em Brasília. Sérgio Lima/Poder360 09.01.2021
A percepção de risco com a covid-19 cresceu, e, agora, 63% da população brasileira diz que a pandemia está mais grave quando comparada a duas semanas atrás. Os resultados são de pesquisa PoderData realizada de 18 a 20 de janeiro com 2.500 pessoas em 544 cidades.
Para 25% desses entrevistados, a situação do vírus no Brasil está do mesmo jeito, enquanto só 8% acham que a circulação é menor do que antes.
Na última vez que o PoderData abordou o assunto, em novembro, eram 42% os que achavam que a crise do coronavírus estava se agravando. À época, os indicadores indicavam uma desaceleração da contaminação. Pouco depois, a situação piorou novamente.
O Brasil hoje vive um repique de casos e mortes, registrado depois das festas de fim de ano. O Ministério da Saúde contabilizava até 5ª feira (21.jan), 8.697.368 casos confirmados da doença e 214.147 mortes.
As médias móveis estão em trajetória ascendente nos últimos dias. Em janeiro, o país voltou a registrar rotineiramente mais de 1.000 mortes notificadas diariamente.
Os casos também chegaram a patamar recorde, registrando também em janeiro sua maior taxa na média móvel desde o início da pandemia.
Os dados foram coletados de 18 a 20 de janeiro de 2021, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS
Leia abaixo os recortes por sexo, idade, região, escolaridade e renda. Entre parênteses, os percentuais, proporcionais, sobre a percepção dos brasileiros em relação à pandemia.
As mulheres (71%), os com 60 anos ou mais (79%), os com ensino superior (71%), os moradores do Norte (71%) e os que ganham de 5 a 10 salários mínimos (74%) são, proporcionalmente, os que mais acham que a crise do coronavírus está mais grave.
PERCEPÇÃO COM A PANDEMIA X AVALIAÇÃO DE BOLSONARO
Entre os que apoiam o presidente (que o consideram “ótimo” ou “bom”), só 48% dizem que a pandemia está mais grave. Taxa entre os que o rejeitam, de 71%, é 8 pontos percentuais maior que a percepção geral.
Os bolsonaristas também são os que acham que a crise está menos grave do que a duas semanas atrás: 15%, ante 8% quando consideram-se todos os grupos.
O 1º lote da vacina contra covid-19 da AstraZeneca/Oxford, desembarcou no final da tarde desta 6ª feira (22.jan.2021) no aeroporto de Guarulhos, em São Paulo. No total, o Brasil recebeu 2 milhões de doses fabricadas pelo Instituto Serum, na Índia.
O imunizante já recebeu autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), no último domingo (17.jan.2021), para o uso emergencial.
A vacina é desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford. No Brasil, a produção é coordenada pela Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz).
Esse 1º lote da vacina AstraZeneca/Oxford –que era a aposta inicial do governo do presidente Jair Bolsonaro para começar a imunização– atrasou uma semana para chegar ao país, segundo os planos iniciais do governo.
De acordo com a Fiocruz, após os trâmites alfandegários, as vacinas vão seguir diretamente para o Aeroporto Internacional do Rio de Janeiro para desembarque e trajeto até a fundação.
Nesta 6ª feira (22.jan), a Anvisa autorizou o uso emergencial de outros 4,8 milhões de doses da vacina chinesa, que foram envasadas no país pelo Instituto Butantan.
Mais cedo, o ministro da Saúde, Eduardo Pazuello, disse que após os imunizantes serem preparados para distribuição pela Fiocruz, serão encaminhados aos Estados.
“A carga [que chegou nesta sexta] será encaminhada para a Fiocruz, que vai preparar toda a etiquetagem e a conferência do material recebido. Os lotes serão separados a partir de amanhã [sábado], quando estiverem prontos. Provavelmente, no fim do dia, iniciamos o transporte para todos os estados do nosso país”, afirmou o ministro.
Segundo o ministro, Manaus terá prioridade na 1ª carga de vacinas. “Damos prioridade nesse momento para o estado do Amazonas, principalmente, a capital Manaus, que vive uma situação mais crítica no nosso país”, afirmou. “E essa prioridade fica evidente a partir de um acordo com os governadores, onde 5% dessa primeira carga vai ser destinada aonde está o maior risco do país, que está em Manaus.”
Veja vídeo do momento do desembarque das doses da vacina (23min28seg):
ATRASO DA IMPORTAÇÃO
O governo Bolsonaro vinha enfrentando dificuldades diplomáticas para viabilizar a chegada do imunizante. A vacinação, então, começou a vacinação com as 6 milhões de doses disponíveis da CoronaVac, desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com a empresa chinesa Sinovac.
O governo chegou a adesivar o avião da companhia Azul que buscaria as vacinas na Índia em 14 de janeiro. Na data, no entanto, o Ministério da Saúde afirmou que a partida do avião havia sido “reprogramada em algumas horas por questões logísticas internacionais”.
Também no dia 14, o governo indiano informou que ainda não tinha previsão de quando autorizaria o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.
O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar no mesmo dia. Jaishankar manifestou a intenção de atender ao pedido brasileiro “nos próximos dias”, mas não indicou uma data para que as doses da vacina fossem liberadas.
O chanceler indiano atribuiu o atraso na liberação a “problemas logísticos” decorrentes das dificuldades de conciliar o início da campanha de vacinação no país de mais de 1,3 bilhão de habitantes ao fornecimento de imunizantes para outras nações.
Na 3ª feira (19.jan), o governo da Índia informou que começaria a enviar as vacinas produzidas no país para uma lista de nações vizinhas e parceiras a partir de 4ª feira (20.jan). O Brasil não apareceu na relação inicial de nomes.
Somente nessa 5ª feira (21.jan), após negociações com as autoridades da Índia, o Ministério da Saúde confirmou que 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford chegariam ao Brasil no fim da tarde desta 6ª feira (22.jan).
Como deputado federal pelo Progressistas, ocupando o cargo diplomado e garantido pelo TSE, recebi com surpresa a decisão do julgamento desta sexta-feira (22) no TRE. Respeito os renomados desembargadores da corte, mas o julgamento deixou muitas dúvidas acerca do processo em questão.
Nosso mandato segue em Brasília, respaldado pela vontade de mais de 71 mil potiguares e pelas regras previstas na Lei Eleitoral.
Sigo com a consciência tranquila de quem cumpre seu dever, com um trabalho sério e comprometido com o povo. Esse trabalho que é campeão em destinação de recursos para o interior.
Que luta por bandeiras importantes e que geram empregos, nos setores produtivos do sal, fruticultura e petróleo.
Que ajudou a salvar muitas vidas na pandemia destinando 28 respiradores, dezenas de ambulâncias e mais de R$ 10 milhões em recursos para a Saúde do RN em 2020.
Entre tantas outras ações nos quatro cantos do Estado. O compromisso do nosso mandato é com o RN.
O povo que me elegeu sabe que pode contar com um deputado que não está em Brasília para alimentar disputa de esquerda x direita, mas para trabalhar e fazer o que precisa ser feito. Para ajudar os municípios, chegando junto quando mais precisam.
Não recebi ainda nenhum comunicado, mas quando isso ocorrer, tomarei as medidas cabíveis e necessárias. Confio na justiça! Confio na vontade de Deus!
O Tribunal Regional Eleitoral do RN indeferiu o registro de candidatura do candidato Kericlis Alves.
Por três votos contra dois, o TRE/RN, decidiu que os votos do candidato a deputado federal Kerinho, que colocaram a Beto Rosado na cadeira de deputado federal em Brasília, fossem indeferidos.
Ou seja, o TRE fará uma recontagem administrativa dos votos da eleição 2018 para deputado federal.
Cerca 9 mil votos, sendo retirado dessa matemática, garantirá a cadeira ao petista Fernando Mineiro, que no primeiro cálculo seria o titular do mandato de Deputado Fedeal.
O deputado Beto Rosado, através dos seus advogados recorrerá dessa decisão ao TSE em Brasília.
Antes mesmo de ser eleito presidente da República, Jair Bolsonaro já era alvo de ataques contínuos dos principais veículos de comunicação do país.
A mídia, a todo o momento, não apenas distorcia o que era dito pelo então deputado federal, mas também fabricava informações falsas para atacar a imagem de Bolsonaro.
O ‘assassinato de reputações’ sempre esteve presente na vida militar, que constantemente foi caluniado e difamado sem poucos espaços garantidos para exercer algum direito de resposta.
Agora, iniciando o terceiro de ano de mandato, Jair Bolsonaro continua sendo atacado diuturnamente pela imprensa brasileira.
Nesta semana, por exemplo, os principais veículos garantiram que não existia nenhuma previsão em torno das vacinas de Oxford vidas da Índia. Diversas matérias acusaram o governo brasileiro de ‘cruzar os braços’ e ignorar a urgência das vacinas para imunizar a população brasileira.
Alguns jornais, por exemplo, chegaram a apontar que o intervalo de tempo sem vacinas da Oxford no Brasil poderia chegar a 30 dias. Além disso, cogitaram também num previsível pedido de abertura de impeachment por crime de improbidade administrativa.
Hoje, 21 de janeiro de 2021, conforme registrou o Conexão Política, a Índia confirmou que as vacinas de Oxford serão exportadas para o Brasil ainda nesta quinta-feira.
das vacinas desenvolvidas pela farmacêutica britânica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, que estão sendo fabricadas no Serum Institute of India, considerado o maior produtor mundial de vacinas do mundo.
Dessa forma, caro leitor, fica cada vez mais evidente a forma de trabalho que é exercida por tais veículos de comunicação: sem checagem, sem fontes concretas e sem compromisso com a verdade.
Com a chegada desses insumos ao Brasil, o governo Bolsonaro colecionará mais uma vitória contra as ‘fake news do bem’, que constantemente são propagadas por aqueles que dizem combater a desinformação.
Pesquisa PoderData mostra que 78% dos brasileiros pretendem tomar alguma vacina contra a covid-19. A taxa teve variação positiva em relação ao levantamento anterior, quando 75% disseram que tomariam o imunizante. A margem de erro da pesquisa é de 2 pontos percentuais.
A taxa dos que rejeitam a vacinação para prevenir a contaminação pelo coronavírus teve queda de 5 pontos percentuais. Passou de 16% para 11% em 15 dias.
Os que não souberam ou preferiram não responder passaram de 9% para 11%.
Os dados foram coletados de 18 a 20 de janeiro, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
Considerando a estratificação do levantamento por sexo, idade, região, escolaridade e renda, quem mais afirma que tomaria alguma vacina contra a covid-19 são:
homens (79%);
pessoas de 60 anos ou mais (87%);
quem tem ensino superior (88%);
moradores da região Sul (86%);
os que recebem mais de 10 salários mínimos (90%).
Quem mais rejeita a vacinação para evitar a contaminação pelo coronavírus são:
pessoas de 16 a 24 anos (22%);
os que têm só ensino fundamental (13%);
moradores da região Centro-Oeste (19%);
sem renda fixa (20%).
VACINAÇÃO NO BRASIL 💉
A vacinação contra o coronavírus começou nesta semana no Brasil com a distribuição de 6 milhões de doses da CoronaVac, importadas da China. Alguns grupos estão sendo vacinados com prioridade, como o de idosos, de pessoas com deficiência, de índios e profissionais de saúde da linha de frente.
No entanto, a expectativa é que a imunização só avance após o início da fabricação das vacinas no Instituto Butantan e na Fiocruz, que depende da chegada dos insumos ao país.
O Instituto Butantan é responsável pela produção da CoronaVac, desenvolvida em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac. Os insumos devem ser importados da China. A liberação da importação pelo país chinês ainda está em negociação.
Já a Fiocruz coordena a produção da vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca em parceria com a Universidade de Oxford. Devem vir da Índia 2 milhões de doses do imunizante.
No mundo, de acordo com a OMS (Organização Mundial da Saúde), há 61 vacinas sendo testadas em humanos e 172 em fases pré-clínicas, ou seja, sendo testadas em animais.
VACINAÇÃO X BOLSONARO
O PoderData mostra ainda que entre os que avaliam o trabalho do presidente Jair Bolsonaro como “ótimo” ou “bom”, 67% afirmam que tomariam alguma vacina contra a covid-19. A taxa teve variação positiva em relação ao último levantamento. Há 15 dias, era de 65%.
Nesse grupo, os que rejeitam o imunizante oscilou de 24% para 20%.
Bolsonaro minimiza a importância da vacinação para prevenir a contaminação pelo coronavírus. Em 23 de dezembro afirmou ainda que recebeu “a melhor vacina: o vírus”, acrescentando, segundos depois: “Sem efeito colateral”. Em outras oportunidades, também disse que não tomaria a vacina contra covid-19, porque já foi infectado.
Entre os que rejeitam o desempenho de Bolsonaro na Presidência (acham “ruim” ou “péssimo”), 85% afirmam que devem tomar o imunizante. Os que não pretendem são apenas 6%.
O Ministério da Saúde afirmou na tarde desta 5ª feira (21.jan.2021) que 2 milhões de doses da vacina AstraZeneca/Oxford devem chegar ao Brasil no fim da tarde desta 6ª feira (22.jan.2021).
Em nota, a pasta disse que “a carga vinda da Índia será transportada em voo comercial da companhia Emirates ao aeroporto de Guarulhos e, após os trâmites alfandegários, seguirá em aeronave da Azul para o aeroporto internacional Tom Jobim, no Rio de Janeiro”.
Mais cedo, o secretário de Relações Exteriores da Índia, Harsh Vardhan Shringla, havia informado em entrevista à Reuters, que o governo da Índia liberou as exportações comerciais de vacinas contra a covid-19.
“O fornecimento das quantidades comercialmente contratadas também começará a partir de 6ª feira, começando pelo Brasil e Marrocos, seguidos pela África do Sul e Arábia Saudita”, disse.
Após a divulgação da informação, o presidente Jair Bolsonaro cumprimentou o ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) pela importação das doses.
“Meus cumprimentos ao Ministro Ernesto Araújo e servidores do Itamaraty pelo trabalho realizado”, disse em publicação em seu perfil no Facebook.
IMPASSES
A vacina desenvolvida pela farmacêutica AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, produzida na Índia, era a principal aposta do governo Bolsonaro para o início da vacinação no Brasil. O imunizante recebeu autorização da Anvisa para o uso emergencial no domingo (17.jan.2021).
O governo chegou a adesivar o avião da companhia Azul que buscaria as vacinas na Índia em 14 de janeiro. Na data, no entanto, o Ministério da Saúde afirmou que a partida do avião havia sido “reprogramada em algumas horas por questões logísticas internacionais”.
Também no dia 14, o governo indiano informou que ainda não tinha previsão de quando autorizaria o fornecimento dos imunizantes a outros países, incluindo o Brasil.
O ministro Ernesto Araújo (Relações Exteriores) telefonou para o chanceler indiano Subrahmanyam Jaishankar no mesmo dia. Jaishankar manifestou a intenção de atender ao pedido brasileiro “nos próximos dias”, mas não indicou uma data para que as doses da vacina fossem liberadas.
O chanceler indiano atribuiu o atraso na liberação a “problemas logísticos” decorrentes das dificuldades de conciliar o início da campanha de vacinação no país de mais de 1,3 bilhão de habitantes ao fornecimento de imunizantes para outras nações.
Na 3ª feira (19.jan), o governo da Índia informou que começaria a enviar as vacinas produzidas no país para uma lista de nações vizinhas e parceiras a partir de 4ª feira (20.jan). O Brasil não apareceu na relação inicial de nomes.
Encabeçada por Paulinho Freire chapa terá representantes de todas as regiões do Estado
Os gestores das Câmaras Municipais estão articulando uma chapa com integrantes de todas as regiões do Estado para a nova diretoria da Federação das Câmaras Municipais do Rio Grande do Norte (Fecam/RN), no biênio 2021-2022. A eleição acontecerá no próximo dia 5 de fevereiro, em Natal. Presidentes das Casas Legislativas anunciaram nesta quinta-feira (21) apoio ao nome do vereador Paulinho Freire, que preside a Câmara Municipal do Natal.
No encontro, Paulinho – que foi reeleito para a presidência da Câmara Municipal de Natal – apresentou alguns projetos que pretende implementar caso conquiste mais uma vez o comando da Fecam – entidada da qual também já foi presidente – e enfatizou a importância da união do grupo.
Destaque para a proposta de transformar as Câmaras Municipais em minis Centrais do Cidadão. A ideia é que as sedes dos Legislativos pelo interior do Estado possam oferecer os serviços que são disponibilizados, como emissão de documentos. O objetivo, além de permitir maior acesso da população as ações governamentais, é aproximar o cidadão das suas respectivas Câmaras. Neste sentido, Paulinho revelou inclusive que já tem uma reunião agendada com a governadora Fátima Bezerra (PT) para tratar do tema.
“Estamos focados no fortalecimento dos legislativos municipais, não só das cidades polos, como principalmente das cidades médias e pequenas dando o apoio necessário para crescimento de cada Casa. Queremos criar formas de participação dos vereadores e desenvolver a autonomia municipal no contexto federativo. Por essa e outras razões que aceitamos nosso nome novamente para a Fecam”, frisou Paulinho Freire, que já presidiu a federação.
Vereador mais votado de Caicó, Ivanildo do Hospital, esteve presente na reunião. “Estamos unidos para desenvolver gestões para que as câmaras tenham autonomia legislativa, recursos humanos e financeiros essenciais ao seu regular funcionamento. Não só os legislativos maiores, mas também vamos focar nas cidades com até 10 mil habitantes, que são a maioria em nosso Estado”, destacou o presidente da Câmara de Caicó.
Jéssica Queiroga, presidente da Câmara de Olho D’água do Borges também defende maior atenção aos Legislativos de menor porte. “As Câmaras Municipais de menor porte precisam de mais atenção. Sabemos disso pois temos experiência na gestão e nosso nome surgiu para compor a chapa. Nosso compromisso será articular e apoiar essas Câmaras para acelerar o desenvolvimento”, disse.
A presidente da Câmara de São Rafael, Rosalba Marinho, reforçou a necessidade de união dos representantes do Legislativo potiguar. “Nós sabemos das dificuldades das Câmaras e da importância que representa este suporte oferecido pela Fecam aos Legislativos e também os nossos municípios.”, disse.
Opinião semelhante tem também o presidente da Câmara de Monte Alegre, Fagner Ferreira da Silva. O parlamentar acredita que com a união dos presidentes dos Legislativos, os municípios de pequeno porte do Estado poderão ser beneficiados. “Nossa união representa o fortalecimento do Legislativo”, completou.
A eleição para presidência da Fecam-RN será realizada na sede da entidade –localizada na Rua da Saudade, 1877, bairro Lagoa Nova na capital potiguar, no dia 05 de fevereiro pela manhã.
O ministro do TCU (Tribunal de Contas da União) Benjamin Zymler mandou a área técnica do Tribunal pedir esclarecimentos ao Ministério da Saúde sobre a falta de oxigênio nos hospitais do Amazonas.
A decisão foi tomada na 2ª feira (18.jan.2021) e lida por Zymler nessa 4ª feira (20.jan.2021), no plenário de TCU. O ministro também requisitou dados sobre as medidas adotadas para aumentar o fornecimento de oxigênio e resolver o colapso na saúde do Estado.
O Amazonas tem enfrentado crise na saúde pública por causa do aumento de internações de pacientes com covid-19. A situação do sistema de saúde amazonense se agravou na 5ª feira passada (14.jan.2021), quando o estoque de oxigênio acabou em vários hospitais de Manaus.
Zymler ainda cobrou do Ministério da Saúde informações sobre a destinação de recursos públicos para a compra e manutenção do abastecimento de insumos. Pediu também informações da Ebserh (Empresa Brasileira de Serviços Hospitalares) sobre a situação do estoque no Hospital Universitário Getúlio Vargas, de Manaus.
Durante a sessão desta 4ª feira (20.jan.2021), Zymler ressaltou que o TCU apontou a necessidade de ações no Estado desde outubro, e que o Ministério da Saúde tem responsabilidade pelo gerenciamento do sistema.
“A União, e consequentemente o Ministério da Saúde, possui responsabilidade pela coordenação e supervisão do sistema de saúde de média e alta complexidade”, afirmou Zymler.
Nesta 4ª feira (20.jan.2021), o número de infectados pelo coronavírus no Estado chegou a 238.980, e o número de mortos saltou para 6.598.
A crise fez com que hospitais transferissem 130 pacientes para outros Estados e para o Distrito Federal.
Na noite de 3ª feira (19.jan.2021), caminhões com 100.000 metros cúbicos de oxigênio enviados pelo governo da Venezuela chegaram a Manaus.
A disparidade regional e de recursos do sistema de saúde agravou a pandemia no Brasil, que tem mais mortes entre pacientes internados por covid-19 do que outros países, segundo apontou um estudo publicado na revista científica The Lancet Respiratory Medicine.
A pesquisa analisou 254.288 pacientes com idade média de 60 anos, internados em hospitais públicos e privados, de fevereiro a outubro de 2020.
No Norte e no Centro-Oeste, por exemplo, 17% dos pacientes foram entubados fora da UTI (unidades de terapia intensiva). No Sudeste, foram 13% e no Sul, 8%.
Em 47% das internações analisadas, os pacientes tinham idade inferior a 60 anos, e 16% não apresentavam comorbidades. Foram 72% os que receberam algum suporte respiratório.
A taxa mortalidade geral no grupo analisado ficou em 38%. Desses, 63% eram pacientes analfabetos, 43% eram negros e 42%, indígenas.
No Norte, a taxa de mortalidade entre pacientes internados ficou em 50%. No Nordeste, 48%. No Centro-Oeste, 35%, e no Sul e Sudeste, abaixo dos 35%.
Segundo o estudo, em outros países, as taxas de mortalidade de pacientes internados são mais baixas. Apesar do alto número absoluto de hospitais e leitos de UTI no Brasil, a disparidade na distribuição regional desses recursos impede que todos tenham acesso igual aos cuidados e tratamento médico.
Um exemplo é que, no inicio da pandemia, havia no Sudeste duas vezes mais leitos de UTI por pessoa do que no Norte. Além disso, os leitos se concentravam nas capitais e regiões costeiras, o que causou dificuldades no atendimento de pacientes com covid-19 nos municípios do interior.
O estudo também aponta que muita atenção foi dedicada aos recursos disponíveis e pouca atenção ao treinamento de profissionais.
Os pesquisadores vão continuar a análise da mortalidade dos pacientes internados na 2ª onda da pandemia e outros índices, como o impacto da expansão dos leitos emergenciais, da sobrecarga do sistema de saúde no Sul e das novas variantes do coronavírus que circulam no Brasil.
Àmedida que países se organizam para enfrentar a crise econômica, laços diplomáticos podem exercer um papel importante na recuperação das atividades. A retomada de acordos comerciais e a recuperação dos trabalhos perdidos são essenciais para resgatar a movimentação do capital. A partir da posse de Joe Biden na presidência dos Estados Unidos, cresce substancialmente a probabilidade de reintegração econômica mundial. A comunidade climática, particularmente, se mostra otimista com a volta dos Estados Unidos ao acordo de Paris e a influência que isso trará para outros países chaves, incluindo China e Brasil.
As consequências a longo prazo do aquecimento global levaram à aproximação entre China e os Estados Unidos no início do século 21. Responsáveis por 40% dos gases de efeito estufa (GEE), os dois países encontram no clima áreas de interesse comum e, no governo de Barack Obama, focaram nos compromissos do acordo de Paris. Embora Trump tenha deteriorado essa relação nos últimos anos, a cooperação entre os dois continua sendo fundamental para assegurar o sucesso e a credibilidade do acordo.
Com Biden na Casa Branca e o anúncio do plano climático histórico de 2 trilhões de dólares, a prevalência da importância do clima em acordos econômicos aumenta. Membros da bancada climática do novo governo já se manifestaram sobre as futuras relações com a China, especialmente quando se avalia o papel do país em outros acordos comerciais. A Belt and Road Initiative – plano chinês de infraestrutura que busca integrar rotas comerciais conectando a Europa, Asia, e África –recebe críticas ferozes sobre práticas não sustentáveis no processo de construção. Vale lembrar que a China também é o maior país financiador de usinas termelétricas no continente africano, conhecidas pela geração de poluição.
Segundo Aimee Barnes, pesquisadora do centro de pesquisa Columbia Energy Exchange, tanto a China quanto os Estados Unidos têm o dever de resgatar sua reputação climática, principalmente face à União Europeia. Barnes argumenta que condições climáticas em acordos comerciais vão se tornar cada vez mais comuns e regulados, prejudicando também as relações comerciais brasileiras, devido à negligência do governo Bolsonaro perante questões climáticas.
Um dos documentos responsáveis por compor o plano climático de Biden, Biden-Sanders Unity Task Force, aposta na cooperação científica e tecnológica entre os Estados Unidos e a China. Das inovações mais recentes, a tecnologia de captura de carbono é bastante promissora. Há anos investindo nessa tecnologia, empresas de petróleo e gás a enxergam como a salvação da indústria, pois se for possível remover CO2 a um preço acessível, elas poderiam continuar suas operações “sem culpa” e sem produzir tantos estragos ambientais. Em reportagem recente, o New York Times alerta sobre o perigo desse pensamento, pois ainda não se sabe ao certo se tais tecnologias serão comercializadas e não se deve passar a ideia de que empresas têm licença para poluir. Porém, caso se mostre viável, a possível remoção artificial de CO2 da atmosfera salvaria muitos empregos e facilitaria elementos chaves da transição energética.
Com a recente vitória dos democratas no Senado, as iniciativas no campo climático do governo de Joe Biden e Kamala Harris ganham fôlego e podem produzir muitas novidades e garantir novos investimentos clean. O anúncio recente do presidente Xi Jinping sobre atingir neutralidade de carbono até 2060 também foi um marco importante para acordos internacionais climáticos. Assim como no início do século 21, a parceria entre Estados Unidos e China é primordial para mitigar efeitos do aquecimento global e convencer outros países a adotarem políticas parecidas.
Governadores enviaram nesta 4ª feira (20.jan.2021) ofício ao presidente Jair Bolsonaro no qual pedem ao chefe do Executivo e ao Ministério das Relações Exteriores para que busquem um “diálogo diplomático” com a China e a Índia, países fornecedores de insumos para fabricação de vacinas contra covid-19.
O documento (íntegra – 407KB) foi assinado pelos governadores dos 26 Estados e do Distrito Federal. Eles fazem parte do Fórum Nacional de Governadores, coordenado por Wellington Dias (PT), governador do Piauí.
A medida visa a acelerar a produção de vacinas no Brasil, que estão sob coordenação do Instituto Butantan, no caso da CoronaVac, e da Fiocruz (Fundação Oswaldo Cruz), que produzirá doses da vacina AstraZeneca/Oxford. Os 2 imunizantes tiveram autorização da Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) para uso emergencial.
A vacinação contra o coronavírus começou nesta semana no Brasil com a distribuição de 6 milhões de doses da CoronaVac, importadas da China. Alguns grupos estão sendo vacinados com prioridade, como o de idosos, de pessoas com deficiência, de índios e profissionais de saúde da linha de frente.
No entanto, a expectativa é que a imunização só avance após o início da fabricação das vacinas no Instituto Butantan e na Fiocruz, que depende da chegada dos insumos ao país.
Na 3ª feira (19.jan.2021), o governo da Índia informou que começaria a enviar as vacinas produzidas no país para uma lista de nações vizinhas e parceiras a partir desta 4ª feira (20.jan). O Brasil, que espera receber 2 milhões de doses do imunizante, não apareceu na relação.
“O embaixador deixou claro que não há nenhum obstáculo político, a tramitação técnica que atrasou um pouco. Mas que eles estão trabalhando junto com o governo para a exportação dos insumos do Brasil”, disse Maia.
Segundo o congressista essa é a situação tanto para os insumos das vacinas do Instituto Butantan quanto da Fiocruz.
A taxa coloca o país na 23ª posição do ranking mundial. Em 31 de outubro de 2020, o Brasil ocupava o 4º lugar. A Bélgica é o onde a covid-19 mais mata em relação ao tamanho da população. São 1.762 mortes por milhão de habitantes. Entenda aqui os motivos dos números belgas.
A proporção de vítimas por milhão de habitantes voltou a avançar rapidamente em momento que a pandemia entrou numa fase com mais casos e mortes no país. De 3ª para 4ª feira (19 a 20.jan), a taxa subiu de 999 para 1.005.
O Rio de Janeiro é o Estado brasileiro com mais mortes, proporcionalmente, pelo coronavírus. Se fosse 1 país, ocuparia o 2º lugar no ranking mundial
Em seguida como mais fatais aparecem Amazonas e Distrito Federal. Já Minas Gerais é a menos mortal unidade da Federação.
Quando considera-se as regiões, o Centro-Oeste é a mais mortal pelo coronavírus: 1.161 mortes por milhão de habitantes. O Sul tem a menor taxa, 838.
Em números absolutos, só os Estados Unidos têm mais vítimas que o Brasil. Eram 415.502 mortos até as 21h12 desta 4ª feira (20.jan), segundo o monitor Worldometer.
Em todo o mundo, 97.259.219 casos da doença foram registrados, com 2.081.032 mortes.
A rigor, houve até variações positivas para Bolsonaro dentro da margem de erro, que é de 2 pontos percentuais.
Há 15 dias, 52% desaprovavam o governo federal. Agora, no levantamento realizado em 18, 19 e 20 de janeiro, em 544 cidades e com 2.500 entrevistas, a taxa é de 48%.
A aprovação do governo hoje é de 45%, contra 44% há 15 dias. A oscilação também fica dentro da margem de erro.
O que pode explicar a manutenção das taxas de aprovação e de desaprovação do governo Bolsonaro apesar das notícias desfavoráveis ao presidente? Uma possibilidade pode ser o fato de Bolsonaro ter ficado quase em silêncio sobre vacinas desde o que em Brasília tem sido chamado de “Doria day” –o domingo (17.jan.2021), quando o tucano paulista fez grande evento para vacinar a 1ª pessoa no Brasil com a CoronaVac.
A outra possibilidade é que haja um descompasso entre o que aparece na mídia de maneira mais visível, com o noticiário quase sempre negativo, e o que pensa parte da população.
Mais pesquisas serão necessárias para aferir como será a tendência real da curva de aprovação do governo. Até porque é a partir de fevereiro que os brasileiros sentirão para valer o fim do auxílio emergencial que beneficiou cerca de 68 milhões de pessoas até o final de 2020.
Por ora, o que se nota é que a administração bolsonarista segue com um núcleo –de apoio sólido na faixa de 45% dos eleitores. E há uma parcela quase do mesmo tamanho (48%) que o rejeita.
DESEMPENHO PESSOAL
Quando o PoderData pergunta sobre o trabalho pessoal de Bolsonaro, há 5 categorias como opção de resposta: ótimo, bom, regular, ruim e péssimo.
Nesse cenário, a situação também é de estabilidade, mas com percentuais negativos para o presidente. Os que o rejeitam são 43%, ante 44% no estudo anterior. Já os que disseram que Bolsonaro é ótimo ou bom são 35%, mesma proporção de 15 dias antes.
Os dados foram coletados de 18 a 20 de janeiro de 2021, por meio de ligações para celulares e telefones fixos. Foram 2.500 entrevistas em 544 municípios, nas 27 unidades da Federação. A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.
Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.
DESTAQUES DEMOGRÁFICOS: AVALIAÇÃO DO TRABALHO
O estudo destacou, também, os recortes para as respostas à pergunta sobre a percepção dos brasileiros em relação ao trabalho de Bolsonaro.
Leia todos os percentuais no infográfico abaixo:
ESTRATIFICAÇÃO POR RENDA
A rejeição entre os desempregados ou sem renda fixa é agora de 40% e se iguala, dentro da margem de erro, à média geral. O grupo passou meses com percepção mais positiva do que negativa do presidente. É nesse estrato que se concentra grande parte dos beneficiários do auxílio emergencial.
Os mais ricos continuam com as mais altas taxas de rejeição a Bolsonaro.
Os percentuais destacados nesses recortes da amostra total usada na pesquisa se referem ao ponto central do intervalo de probabilidade no qual se enquadram.
As variações são maiores em alguns segmentos porque a amostra de entrevistados é menor. E quanto menor a amostra, maior a margem de erro. Por isso é importante realizar pesquisas constantes, como faz o PoderData. É possível verificar com maior precisão o que se passa em todos os estratos da sociedade.
OS 20% QUE ACHAM BOLSONARO ‘REGULAR’
No Brasil, pergunta-se aos eleitores como avaliam o trabalho do governante. As respostas podem ser: ótimo, bom, regular, ruim ou péssimo. Quem considera a atuação “regular” é uma incógnita.
Para entender qual é a real opinião dessas pessoas, o PoderData faz um cruzamento das respostas desse grupo com os que aprovam ou desaprovam o governo como um todo.
Os resultados mostram que 43% desse grupo dizem aprovar o governo quando dadas apenas duas opções. Os que desaprovam são 40%.
Há 15 dias, muito mais pessoas do grupo “regular” disseram desaprovar do que aprovar o governo. Agora, há praticamente a mesma proporção para as duas opiniões.
Os que não souberam responder eram 1% no último levantamento. Agora, são 17%. Esses são os entrevistados sem posicionamento claro. Tendem a ir mais bruscamente de um lado para o outro quando a polarização se intensifica.
TENDÊNCIA PARA BOLSONARO
Segundo o cientista político Rodolfo Costa Pinto, que coordena as pesquisas do PoderData, “é importante destacar que a avaliação do governo segue próxima do recorde negativo (52% na pesquisa de 4 a 6 de janeiro de 2021)”. Ele afirma também que “é possível que os números sigam negativos para Bolsonaro por algum tempo, mesmo que não haja uma queda brusca na avaliação”.
“Outro ponto é que desde novembro a taxa de desaprovação está maior, ou ao menos empatada, com a de aprovação. Isso pode ser uma evidência que aquele segmento da população que avalia o governo como ‘regular’ está cada vez mais tendendo a reprovar o Bolsonaro. Mas esse processo de conversão é lento, especialmente num cenário no qual a oposição não tem qualquer coesão ou líder capaz de canalizar um sentimento anti-Bolsonaro”, explica Costa Pinto.
Outros 2 pontos podem ser destacados no atual cenário, segundo o cientista político:
1) fadiga sobre covid-19 – deve existir uma boa dose de fadiga com tudo relacionado à pandemia. Faz quase um ano que o Brasil está nessa situação. As cenas de pessoas sem oxigênio em Manaus e a politicagem em relação à vacina e tratamento precoce são fatos que chocam grande parcela do eleitorado, mas podem não ser o suficiente para converter quem ainda apoia o governo.
2) vacinas – a ideia da vacinação, mesmo não tendo sido capitaneada pelo governo federal, pode beneficiar Bolsonaro indiretamente na medida em que as pessoas agora sabem que há uma vacina. Não é ainda possível saber quantas pessoas atribuem o imunizante ao governo de João Doria, à China ou a Bolsonaro. Esse é tema para uma próxima pesquisa do PoderData.
O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.
CORREÇÕES E ATUALIZAÇÕES:1) o recorde de desaprovação do governo Bolsonaro foi de 52% na pesquisa realizada de 4 a 6 de janeiro de 2021. O percentual informado na 1ª versão desta reportagem estava errado. Correspondia ao pico de rejeição quando considera-se o desempenho pessoal do presidente. 2) a linha-fina informava desaprovação de 52%. O certo é 48%.
Estamos nos primeiros dias de 2021, mas no campo político, o jogo de 2022 já está na mesa e não é pelo eleitorado não.
A classe política insiste em colar essa pauta na ordem do dia, enquanto o povão só pensa em como e quando irá se vacinar.
Nesse cenário antagônico, uma coisa vem chamando atenção dos observadores: a realização de eventos institucionais com as presenças e também as ausências de personagens que estão de olho em 2022.
Sem falar nos diários oficiais do município e do estado, que deixa à tona a força e também o poder dos seus promoventes.
Portanto, quem pensou que a manchete estava errada, terá que observar com lupa e refletir melhor sobre o famoso feliz ano novo eleitoral.
Como aqui é um olho no peixe e outro no gato, já é possível observar que na oposição, a disputa para consolidar um espaço é grande e vale tudo, tem até gente avaliando a segunda rodada do governo do coronel, afirmam que está pior que a primeira, isso porque Taveira ainda está com menos de 30 dias do segundo comando.
Enquanto as águas correm debaixo da ponte, torcemos para que peixe nenhum morra nessa praia e para relaxar, vamos de música… “[…] Seu pescador, é paz e amor. Cuidado com essa rede no mar. Se você ver que o mar tá bom. Só quero meu cantinho pra surfar […]”