11 Estados recomendam testes de covid para retomada de eventos

Levantamento da FSB Comunicação, antecipado para o Poder360, mostra que apenas 11 Estados orientam que seus municípios realizem teste rápido de antígeno de covid para a entrada em eventos. Já 20 indicam a obrigatoriedade da apresentação do comprovante de vacinação.

Os municípios têm autonomia para decidir sobre medidas restritivas relacionadas à pandemia, segundo decisão do STF. Porém, as orientações dos governos estaduais são importantes por servirem de guia para políticas públicas locais.

Apenas o Estado de Santa Catarina orienta que os municípios exijam tanto comprovante de vacinação quanto exames negativos da covid por meio de testes rápidos de antígeno ou RT-PCR.

Com a chegada do final do ano, as festas de Natal, Ano Novo e Carnaval, em 2022, podem causar uma escalada no número de casos por causa da aglomeração. Por isso, especialistas defendem que os cuidados devem ser redobrados.

Alberto Chebabo, vice-presidente da SBI(Sociedade Brasileira de Infectologia), reforça que mesmo quem se vacinou pode contrair e transmitir o vírus.

Hoje, os grupos que mais correm risco são os de 1) crianças com comorbidades com até 12 anos –já que ainda não alcançaram a idade de vacinação mínima– 2) e de idosos que, mesmo com o ciclo vacinal completo, ainda correm o risco de pegar a versão mais grave da doença por causa do sistema imunológico mais debilitado.

A maioria (20 de 27) dos Estados brasileiros exige apenas o comprovante de vacinação. “A imunização reduz muito a janela de transmissão do vírus, mas não elimina totalmente”, alerta Chebabo.

Para o infectologista, a proteção ideal seria exigir o “passaporte” e exames negativos realizados com antecedência de, no máximo, 72 horas (RT-PCR) ou 48 horas (teste rápido).

​​“Quanto mais camadas de proteção, melhor. Porém, isso implicaria em custo para as populações de baixo poder aquisitivo –que não teriam condições de pagar pelos exames ou aumentaria o preço dos eventos, tornando-os elitizados, de difícil acesso”.

Uma das soluções, diz, seria o poder público bancar a conta. “Essa é a estratégia que muitos países estão fazendo. Oferecer testes gratuitamente e estimular a população a se testar com frequência”.

Chebabo também defende que a testagem em massa seja priorizada pelo poder público, já que contribui para reduzir a chance do surgimento de novas cepas.

Há quase 2 meses, em setembro, a AMB(Associação Médica Brasileira) reforçou a urgência da utilização de testes rápidos de antígeno em eventos de fim de ano e Carnaval. Diz que os exames rápidos são executados em dispositivos simples, compactos e de fácil operação –o que possibilita a aplicação em grande escala fora do ambiente laboratorial, como, por exemplo, eventos.

Hoje, com o rápido avanço tecnológico de exames de detecção da covid, há testes rápidos de antígeno com alto nível de precisão, como das empresas Abbott, Becton Dickinson, Roche e Siemens Healthineers, com até 97,8% de precisão.

Sobre a taxa de vacinação, Bruno Jorge Andrade Bispo, médico e especialista em Medicina do Trabalho, diz que não impede a disseminação da doença. Por isso, a realização de exames, antes de eventos, mostra-se essencial.

“A pandemia não acabou. A proliferação da covid precisa ser contida, não estimulada em festas de fim de ano. […] O isolamento antecipado dos contactantes, a vacinação em larga escala e as medidas de proteção individuais são meios que se mostraram eficientes para a retomada das atividades culturais, científicas e empresariais”, declara.

REALIZAÇÃO DE TESTES: BRASIL FICA PARA TRÁS

A plataforma Our World in Data mostra que o Brasil está em 139º lugar no ranking de testes diários realizados por 1.000 pessoas. Chipre, Áustria, Grécia, Emirados Árabes e Dinamarca lideram o top 5.

O New York Times diz que, nos EUA, a retomada de eventos e festas depois de quase 2 anos de pandemia tem esgotado testes rápidos de antígenos em farmácias e em postos de saúde. Aqui, o comportamento deve ser diferente, já que governos federal e municipais não subsidiam a testagem em massa, tampouco exigem exames prévios para entrada em eventos.
Fonte: Poder 360.

Depois de exoneração temporária, Roma volta ao Ministério da Cidadania

Presidente Jair Bolsonaro participa da cerimônia Agenda do Prefeito Mais Brasil.Sérgio Lima/Poder360 23-02-2021

O ministro da Cidadania, João Roma, retornou ao comando do ministério nesta 4ª feira (17.nov.2021). Ele pediu exoneração temporária na 3ª feira (16.nov) para cuidar de suas emendas como deputado.

O afastamento de menos de 24 horasterminou com seu retorno ao cargo. A nomeação foi assinada pelo presidente interino Hamilton Mourão e publicada no Diário Oficial da União. Eis a íntegra do decreto (581 KB).

Outros ministros já saíram temporariamente dos comandos dos ministérios em outras ocasiões. O ministro do Trabalho e Previdência Social, Onyx Lorenzoni, também pediu afastamento para cuidar de suas emendas como deputado do Rio Grande do Sul.

Há duas formas de ele se afastar do cargo: licenciamento, em que o ministro sai do cargo apenas temporariamente, e a demissão. Situações como a votação da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) de reforma da Previdência em 2019 e a votação para presidência da Câmara em 2021 são algumas das ocasiões em que ministros que foram eleitos como deputados antes de assumir o cargo no Executivo podem sair do comando de um ministério.

Fonte: Poder 360.

Auxílio Brasil começa a ser pago hoje; leia datas de pagamento

 

 

O Auxílio Brasil chega às famílias mais vulneráveis a partir desta 4ª feira (17.nov.2021). O benefício será pago pela Caixa Econômica Federal, nos mesmos dias de pagamento do Bolsa Família.

De acordo com a Caixa, o Auxílio Brasilseguirá o calendário de pagamento do Bolsa Família porque que a população já está habituada a este cronograma. Logo, será pago nos 10 últimos dias úteis do mês, de acordo com o final do NIS (Número de Identificação Social).

Neste mês de novembro, os pagamentos começam nesta 4ª feira (17.nov) para as famílias com o NIS final 1. Seguirão até o dia 30, quando o benefício será pago para as famílias cujo NIS termina em 0. Eis as datas de pagamento do Auxílio Brasil em novembro de 2021:

Todas as 14,5 milhões de famílias que já estavam recebendo o Bolsa Família receberão o Auxílio Brasil. Segundo o governo, elas foram incluídas automaticamente no novo programa e não precisam fazer nenhum cadastro para receber o benefício. Saiba aquiquem tem direito ao benefício.

Essas famílias só precisam ir a uma agência da Caixa Econômica Federal ou a uma casa lotérica para sacar o Auxílio Brasil. O saque será realizado com o cartão do Bolsa Família neste momento, pois o cartão do novo programa social do governo só deve ficar pronto em dezembro.

As famílias que recebiam o Bolsa Família pelo aplicativo Caixa Tem (Android, iOS), criado para viabilizar o auxílio emergencial, continuarão podendo movimentar o benefício pelo celular. O aplicativo também informa se e quando a família terá direito ao Auxílio Brasil.

Quem tem dúvidas sobre o novo programa social do governo ainda pode saber se entrou no benefício pela central telefônica 111 ou pelo aplicativo Auxílio Brasil (Android), disponível para o sistema operacional Android. O aplicativo do Bolsa Família será atualizado automaticamente para o novo app.

Valores

Apesar de o presidente Jair Bolsonaro querer pagar um benefício de R$ 400, o Auxílio Brasil pagará um benefício médio de R$ 217,18 neste mês de novembro. O valor traz um reajuste de 17,84% em relação aos valores pagos pelo Bolsa Família e só deve chegar aos R$ 400 em dezembro.

O governo depende da aprovação da PEC (proposta de emenda à Constituição) dos Precatórios para ampliar o valor do Auxílio Brasil. Também pretende ampliar de 14,5 milhões para 17 milhões de famílias a base de beneficiários do programa, se a PEC for aprovada. O auxílio de R$ 400, no entanto, será temporário: deve vigorar até dezembro de 2022, ou seja, acabará após as eleições do próximo ano.

Fonte: Poder 360.

Ciumera política em Patu: o prefeito não quer ver o Dr. Ednardo Jr trabalhando na cidade

O clima nos bastidores da política de PATU é tenso, pois o Prefeito da Cidade, Rivelino Câmara, não quer nem ouvir falar no nome do médico Dr. Ednardo Jr.

Os comentários dão conta que o filho de Dr. Ednardo estaria trabalhando para ser o candidato a sua sucessão em 2024, coisa que Rivelino não quer. Jr teve que ir trabalhar em Piloës e outras cidades vizinhas, pois em Patu, Rivelino não deseja vê-lo atuando.

Esse final de semana, Ednardo Jr teve a comprovação dessa insatisfação do prefeito, pois um colega Dr. Jorge Castro, que estava de plantão em PATU, precisou viajar e pediu para Ednardo Jr assumir o plantão, prática comum entre os profissionais da saúde, porém o prefeito Rivelino ficou sabendo e escalou outro médico, o Dr. Noberto, impedindo que o filho de Ednardo pudesse trabalhar na cidade.

Esse fato vem ganhando corpo e causando mal estar entre os familiares e apoiadores do líder político maior Ednardo Moura, que prefere calar e esperar o momento certo para falar sobre o assunto.

Já Ednardo Jr não consegue entender como o atual prefeito é tão ingrato, ao ponto de esquecer que sua força política na cidade veio pelas mãos da maior Lideraça da cidade, Ednardo pai.

Lançado há 1 ano, Pix movimenta mais de R$ 550 bilhões por mês

Pix é o pagamento instantâneo brasileiro. O meio de pagamento criado pelo Banco Central (BC) em que os recursos são transferidos entre contas em poucos segundos, a qualquer hora ou dia. É prático, rápido e seguro.

O Pix, sistema de pagamentos instantâneos desenvolvido pelo Banco Central, faz 1 ano nesta 3ª feira (16.nov.2021) e já é um dos meios mais usados pelos brasileiros. A ferramenta tem mais de 110 milhões de usuários e movimenta cerca de R$ 550 bilhões por mês.

Segundo dados do BC, o Pix já foi usado por 104,4 milhões de pessoas e 7,9 milhões de empresas que somam 348 milhões de chaves Pix. Representa 63,6% dos brasileiros com conta em banco e 54,6% das empresas com relacionamento bancário.

A adesão ao Pix superou as expectativas do BC, que lançou o novo formato de pagamento em novembro de 2020 com o intuito de aumentar a eficiência, reduzir os custos e ampliar o número de usuários do sistema financeiro.

O Pix permite transferir recursos em questão de segundos por meio do celular a qualquer hora do dia. O sistema é gratuito para pessoas físicas. Por isso, rapidamente ganhou espaço na preferência dos brasileiros.

Dados do Banco Central mostram que o Pix registrou 1,8 bilhão de transações que movimentaram R$ 1,1 trilhão só no 2º trimestre de 2021. Foi o 3º meio de pagamento mais usado do país no período, atrás apenas dos cartões e dos boletos de pagamento.

Os cartões detêm cerca de 50% dos pagamentos realizados no país e os boletos, 14,9%. Lançado há 1 ano, o Pix tem 12,8% desse mercado. É mais que todo o volume de saques, transferências bancárias, TEDs, DOCs e cheques.

Em junho, o Pix registrou cerca de 745 milhões de transações que movimentaram R$ 420 bilhões. Em setembro, ultrapassou a marca de 1 bilhão de transações por mês e movimentou mais de R$ 554 bilhões. Os dados dos demais meios de pagamento no 3º trimestre de 2021 ainda não foram atualizados.

Nesta 3ª feira (16.nov), às 14h, o BC faz live sobre o balanço do 1º ano de operação do Pix e já prepara novidades para o sistema de pagamentos instantâneos.

A partir de hoje, por exemplo, os bancos poderão bloquear preventivamente operações consideradas suspeitas. A medida visa aumentar a segurança do sistema, usado em fraudes e sequestros nos últimos meses. Por isso, também ganhou um limite de transferência das 10h às 6h.

No próximo dia 29, também serão lançados o Pix Saque e o Pix Troco. As ferramentas permitirão que o consumidor saque dinheiro nas lojas do varejo por meio do Pix e promete reduzir os gastos das empresas com transporte e segurança do papel-moeda. Em 2022, o Pix ainda deve ganhar a opção de débito em conta.

Para o BC, o sistema brasileiro de pagamentos instantâneos é uma ferramenta importante de digitalização, modernização e inclusão financeira.

A expectativa é que o Pix permita a criação de novos negócios e atraia mais brasileiros para o sistema financeiro, sobretudo depois que o open banking ganhar espaço no Brasil.

Fonte: Poder 360.

Biden sanciona projeto de infraestrutura no valor de US$ 1 trilhão

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, sancionou um projeto de lei de infraestrutura de US$ 1 trilhão na 2ª feira (15.nov.2021). Em cerimônia na Casa Branca, Biden juntou democratas e republicanos que atuaram para fazer avançar a legislação em um Congresso profundamente dividido.

A medida foi desenhada para criar empregos em todo o país. Serão distribuídos bilhões de dólares a governos estaduais e locais para consertar pontes e estradas em ruínas, além de investimento na expansão do acesso à internet de banda larga para milhões de americanos.

A cerimônia —realizada no gramado sul da Casa Branca para acomodar um grupo grande— foi um caso cada vez mais raro em que membros dos 2 partidos se dispuseram a comemorar uma conquista bipartidária.

Biden, cujos índices de aprovação caíram por causa da sua gestão da economia e outras questões, ouviu gritos de apoio de “Joe, Joe, Joe” de alguns na plateia e foi aplaudido de pé quando assumiu o microfone.

O político norte-americano disse que a aprovação da lei mostrou que, “apesar dos cínicos, democratas e republicanos podem se unir e produzir resultados”. Ele chamou a lei de “projeto de colarinho azul para reconstruir a América”.

Muitas vezes, em Washington, a razão pela qual não conseguimos fazer as coisas é porque insistimos em obter tudo o que queremos. Com esta lei, nós nos concentramos em fazer as coisas”, disse Biden.

Eis a íntegra do discurso de Biden em inglês (191 KB).

O presidente dos EUA comemorou a conquista no Twitter:

A Casa Branca informou no último domingo (14.nov) que Biden nomeou o ex-prefeito de Nova Orleans, Mitch Landrieu, para supervisionar a implementação do esforço de infraestrutura

O projeto se tornou um para-raios partidário. Os republicanos reclamaram que os democratas que controlam a Câmara dos Deputados atrasaram sua aprovação para garantir o apoio do partido à política social de Biden de US$ 1,75 trilhão e à legislação de mudança climática, que os republicanos rejeitam.

Fonte: Poder 360.

Tudo como dantes, no quartel-general em Abrantes. Prefeito e vice juntos na festa do boi

Quem apostou em um rompimento político, entre o prefeito Taveira e a vice, kátia Pires, perdeu tempo, pois os dois já conversaram, voltaram a aparecer juntos em eventos públicos, como a abertura da festa do boi, no parque Aristofanes Fernandes.

A verdade é que a relação entre os dois não ia lá muito boa, muito disse me disse, mas os dois políticos conhecem muito a arte da boa convivência e já alinharam as coisas para o bem de Parnamirim. Kátia desabafou e ouviu também, Taveira entendeu que o momento era unir o grupo em torno da governabilidade no município.

Agora, é tranquilizar os liderados, visto que muitos andavam apreensivos diante dessa situação desconfortável. Estava um clima tenso entre os políticos, algumas pessoas torciam por um rompimento político.

Mas eles se acertaram, emendaram os bigodes e agora, é só curtir a festa do boi, pois juntos irão resolver os problemas da cidade, principalmente no campo político- administrativo.

Em Goianinha Terezinha participa de inauguração com prefeita Nira

A suplente de deputada estadual, e primeira-dama de São Gonçalo do Amarante, Terezinha Maia, esteve em Goianinha nesta sexta-feira (12) participando da inauguração de uma praça pública a convite da prefeita Nira Rocha.

Também estavam presentes a vice-prefeita, Helena Marques, secretários e vereadores. Na ocasião Terezinha destacou a dedicação e empenho que Nira tem conduzido a administração pública, e parabenizou os vereadores pela parceria com o Executivo.

A prefeita é uma das grandes incentivadoras do projeto político de Terezinha para Assembleia Legislativa.

Achá bão é crime? – por Kakay

Presidente Jair Bolsonaro, Sérgio Moro e ministros durante a Solenidade de Lançamento do Projeto em Frente Brasil, politicas públicas de combate ao crime violento, no
Palácio do Planalto. Brasilia, 29-08-2019. Foto: Sérgio Lima/PODER 360

Tenho a náusea física da humanidade vulgar, que é, aliás, a única que há. E capricho, às vezes, em aprofundar essa náusea, como se pode provocar um vômito para aliviar a vontade de vomitar
– Fernando Pessoa, Livro do Desassossego

Em toda cidade pequena do interior de Minas Gerais, existem algumas pessoas exóticas a perambular pelas ruas, como que para quebrar a monotonia e dar algum charme às noites sempre iguais. Em Patos de Minas, havia, entre outros, 2 bêbados que viviam se estranhando. Um baiano e outro gaúcho. Xingamentos e ameaças de morte eram sempre a tônica da desavença. Certo dia, o gaúcho apareceu morto e a polícia não teve dúvidas: prendeu o baiano. No dia do julgamento, o juiz perguntou se ele havia matado o gaúcho e o baiano respondeu, com seu sotaque inconfundível, “Doutor, achá bão é crime?”. E o juiz, perplexo, indagou: “Por quê?”. A resposta foi sincera e desconcertante: “Matá eu não matei não, mas achei bão demais ele ter morrido!”.

Tal fato me veio à memória ao ver o ex-juiz Sérgio Moro lançar-se candidato à Presidência da República.

O homem que prendeu o principal opositor do atual presidente, viabilizando a eleição deste fascista, instrumentalizando o Poder Judiciário. Que coordenou um grupo de procuradores lavajatistas para defender um projeto de poder, corrompendo o sistema de justiça. Que mercadejou com a toga ao aceitar, ainda com ela nos ombros, ser ministro do governo que ele elegeu, esbofeteando o Judiciário. Enfim, que foi, juntamente com os procuradores da República de Curitiba, o grande responsável por este governo assassino, corrupto e que levou o país à bancarrota, à miséria e a ser alvo de escárnio internacional. Esse é o homem que cinicamente quer enfrentar a sua criatura.

Recorro-me a Boaventura de Sousa Santos:

não gosto de ver tanta água reunida
sei que é o mar
mas nada é o que parece.
visto de Guantánamo
o mar são grades de infinita tessitura
visto de goreé
é o marulhar multissecular de lágrimas exangues
preferia que a água se dispersasse.

Embora tenha sido considerado pelo Supremo Tribunal Federal um juiz parcial e incompetente, em decisão já transitada em julgado, fez o 1º discurso com o velho mote de combate à corrupção. No mesmo dia, o TCU (Tribunal de Contas da União) determinou que 5 procuradores da tal força-tarefa da Lava Jato de Curitiba, que era de fato ilegalmente coordenada pelo então juiz, devolvessem uma pequena fortuna ao erário por malversação de dinheiro público. Dentre os procuradores flagrados pelo TCU, alguns, pelo que informou a imprensa, também se apresentam como futuros candidatos a cargos políticos. Todos com o lema, que para eles soa falso e hipócrita, de combate à corrupção.

Na verdade, há tempos a máscara já caiu. Os que acompanham de perto os malabarismos desse grupo sabem que tudo era apenas um marketing com propósito de encetar um projeto de poder. Na sua maioria, são indigentes intelectuais e tinham na grande mídia o apoio para sustentar uma falsa narrativa. Se fossem coesos, e realmente honestos intelectualmente, parte desses procuradores teria que ter pedido a prisão deles próprios e do ex-juiz; fosse na linha que atuavam, o então juiz deveria ter prendido a todos, inclusive a ele mesmo.

Por muito menos, na verdade, dentro de uma estratégia de poder, eles destruíram famílias, empresas e reputações. Como ensina Valter Hugo Mãe:

Aprendi que o dinheiro tem valor em troca de muita coisa, mas muita coisa só tem valor se for de graça. Aprendi que o preço é quase sempre o lado corrompido do valor.

A falta de coerência chega a dar asco. Quando houve o vazamento criminoso da conversa da ex-presidente Dilma, o então juiz, responsável pelo ato, sustentou que o que realmente importava era o conteúdo das conversas e não a forma que ela veio a público. Agora, na chamada Vaza Jato, quando vieram à tona inúmeras mensagens revelando uma verdadeira promiscuidade entre Moro e seus procuradores de estimação, todos se negaram a comentar o conteúdo, escudando-se, contraditoriamente, no fato de as conversas terem sido obtidas por meio de um hacker.

Da mesma maneira, quando criticaram o uso de habeas corpus pela advocacia para enfrentar alguma irregularidade processual. A empáfia era tal que diziam que os advogados eram chicaneiros. No entanto, quando foram investigados pelo Superior Tribunal de Justiça, usaram exatamente tal remédio constitucional para tentar impedir a investigação. Por sinal, à época, o rumor da iminente prisão dos procuradores fez com que a imprensa me procurasse para opinar, e fui contrário à decretação da medida extrema por falta de contemporaneidade dos fatos. Um requisito que os advogados sempre defenderam, mas que o ex-juiz e os procuradores ridicularizavam.

São inúmeros os exemplos para demonstrar o uso oportunista e sem coerência dos poderes constituídos, apenas como instrumento de ação política. Um dos mais óbvios foi ver o chefe formal desses procuradores, depois de conseguir inúmeros adiamentos no julgamento de 1 dos processos a que ele respondia no CNMP, alegar categoricamente o instituto da prescrição. Por sinal, de maneira técnica e correta, mas que fique o registro de que eles pregavam ser a prescrição era uma manobra escusa de corruptos.

Nada como parafrasear o poeta maranhense, na expressão que cunhei, “a vida dá, nega e tira.

Não fosse uma tragédia para o país, seria muito bom ver o ex-juiz enfrentando o atual presidente. Rigorosamente, eles se merecem. Têm os mesmos princípios éticos e uma visão de mundo muito próxima. Tanto que, no auge da parceria, a “conja” de um deles afirmou que eles eram praticamente a mesma pessoa.

Por isso, lembrei-me do baiano lá no interior de Minas, se os 2 se enfrentassem e saíssem direto para serem responsabilizados pelos inúmeros crimes e malfeitos, eu iria repetir a resposta: “Achá bão é crime?”

Sempre com Cecília Meirelles:

“Aprendi com as primaveras a deixar me cortar e a voltar sempre inteira.”

Fonte: Poder 360.

Sextooou. O plano palumbo e a sofrência eleitoral

Um candidato a vereador apostou todas suas fichas eleitorais no projeto Palumbo, resolveu subdividir a cidade em zonas. Pois bem, sua comitiva organizou uma grande carreata , porém essa foi programada para um bairro em que as construções eram em sua maioria edifícios e os eleitores ficavam cada um no seu quadrado… Então, o candidato só conseguiu ver os prédios com as janelas fechadas. O assessor que organizou a carreata, disse ao candidato: “não se preocupe, pois os votos daqui só aparecem na urna”. O candidato confiante, prosseguiu conforme planejado. Ele já tinha tomado a velha 51, resolveu curtir o momento, passou a acenar para os edifícios de luxo. Alguns apoiadores que lhe acompanhavam, perceberam que no final do dia, o candidato havia ganhado uma famosa isolação, o jovem ficou tão vermelho que um senhor comentou: “vixe, nosso candidato ficou tão vermelho que parece um camarão.” Para completar, o resultado das urnas foi motivo de festa, não pelo elevado número de votos, mas pela falta deles, pois nem na suplência o homem ficou.

Grandes TVs devem R$ 448 milhões ao INSS

Fachada do edifico sede da Previdência SocialFoto: Sérgio Lima/PODER 360

Os grupos proprietários das maiores TVs do Brasil devem R$ 448 milhões ao INSS (Instituto Nacional do Seguro Social). A dívida com a Previdência dobrou desde janeiro de 2020, última vez que o levantamento foi feito pelo Poder360. Os dados foram obtidos via Lei de Acesso à Informação.

A RedeTV! é quem mais deve: R$ 170 milhões. Globo, em 2º lugar, deve R$ 138 milhões. O único dos 5 grandes sem dívidas com a Previdência é o SBT. Veja no infográfico abaixo:

O artigo 168-A do Código Penal classifica como apropriação indébita: “Deixar de repassar à Previdência Social as contribuições recolhidas dos contribuintes, no prazo e forma legal ou convencional.

A dívida total é R$ 1,2 bilhão ao incluir outros débitos, como impostos. Levando-se em consideração esses valores, a Rede TV!tem R$ 432 milhões inscritos na dívida da União e a Globo, R$ 330 milhões.

Veja no infográfico abaixo as dívidas detalhadas:

A maior parte da dívida (93%) está em situação regular. Ou seja, os créditos podem estar já garantidos, suspensos por decisão judicial e/ou parcelados. Nessa situação, a dívida pode ter exigibilidade suspensa, o que significa que existe, mas que a cobrança está impedida.

Renovações de concessões foram pedidas e estão em análise pelo Ministério das Comunicações ou serão solicitadas por 4 das 5 TVs com dívidas. Eis as datas de vencimento:

  • jan.2021SBT Rio;
  • abr.2021Band Campinas (SP);
  • dez.2021Band Bahia;
  • out.2022Band Minas, Record São Paulo e Globo em Rio, São Paulo, Brasília, Belo Horizonte e Recife.

O que dizem as empresas (íntegra):

  • Band – “Todos os valores estão com a exigibilidade suspensa em razão dos parcelamentos e os pagamentos rigorosamente em dia”;
  • Globo“A empresa questiona administrativamente ou em juízo algumas cobranças do Fisco, como garante a lei, por entender que são indevidas”;
  • Record – não respondeu;
  • RedeTV! – não respondeu;
  • SBT“São demandas tributárias que no momento se encontram em discussão na esfera judicial. A TVS Rio de Janeiro não possui qualquer óbice à renovação de sua concessão, logo, não há motivo para se preocupar. Confiamos plenamente na qualidade técnica dos órgãos responsáveis pela análise do processo de renovação da concessão”.

Análise

O presidente Jair Bolsonaro ameaçou não renovar a concessão de TVs em outubro de 2019: “Tem empresa que vai renovar seu contrato brevemente, eu não vou perseguir ninguém. Quem estiver devendo vai ter dificuldade”.

Embora ele tenha falado de modo genérico, a “Globo” era a destinatária da mensagem. De lá para cá, a dívida total da empresa com a União aumentou 36%, chegando a R$ 330 milhões.

No Brasil, as emissoras de rádio e TV são concessões públicas. A autorização para operar tem de ser renovada a cada 10 anos (rádios) ou 15 anos (TVs). Quem faz isso é o presidente, mas o Congresso pode referendar ou derrubar na sequência o ato presidencial em votação nominal.

Há 5 concessões da “Globo” que vencem em 5 de outubro de 2022. Parece improvável que Bolsonaro tente minar a concessão da TV em ano eleitoral e mais improvável que o Congresso, de quem depende o aval final, tope fustigar a “Globo”.

A situação da mídia brasileira piorou durante os anos de pandemia. Isso fez com que as grandes TVs abertas aumentassem o seu endividamento com o Estado brasileiro. O método usado pelas empresas para deixar de pagar impostos foi avançar sobre a previdência dos próprios funcionários. Quase toda a dívida está negociada. Mas a Rede TV! tem R$ 87 milhões de sua dívida que são uma única grande exceção.

Fonte: poder 360.

Lula tem mais motivos para se preocupar com Moro que Bolsonaro

Sergio Moro é um enigma. Quem previa que, ainda juiz federal em 2018, ele aceitaria o convite para ser ministro do vencedor da eleição presidencial, Jair Bolsonaro? Algumas pessoas podem dizer que já desconfiavam que Moro tinha vontade de alçar voos na Esplanada e na política. Certo. Mas disso a cravar que ele toparia ser ministro vai uma distância.

Um prejuízo para Moro foi pedir demissão da carreira de juiz. Outro foi enfrentar o risco reputacional. Muitos petistas disseram que, como juiz da Lava Jato, ele condenou o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) por simpatia a Bolsonaro.

Mas em 2020 Moro surpreendeu pelo oposto: rompeu com Bolsonaro e passou a ser um ácido crítico do governo. Até recentemente havia incerteza se se ele aceitaria ser candidato em 2022. Na 4ª feira (10.nov.2020) filiou-se ao Podemos e disse que está à disposição para ser candidato ao Planalto.

Agora a dúvida é qual será o efeito de Moro no quadro eleitoral de 2022 caso ele realmente seja candidato. Na pesquisa do PoderData (25-27.out) fica em 3º lugar, com 7% a 8% das intenções de votos, dependendo do cenário.

É difícil imaginar que ele possa tirar muitos votos de Lula em 2022. Quem gosta de Moro rejeita Lula e vice-versa. É mais fácil imaginar alguém que pensava em votar em Bolsonaro e, ao descobrir que o ex-ministro é uma opção, fique com ele.

Mas até isso tende a não ser muito frequente. A razão é que Bolsonaro já teve um desgaste no eleitor de classe média urbana em quase 3 anos de governo. A preferência pelo ex-ministro vai a 11% entre os eleitores que cursaram até o nível médio. Moro tira mais votos de outros nomes e dos que estavam indecisos. Poderá crescer mais nesses segmentos.

Para Lula, Moro traz uma desvantagem que não é a disputa direta por eleitores: sua simples presença traz a lembrança de que Lula foi condenado e preso por corrupção. O STF (Supremo Tribunal Federal) depois considerou Moro parcial e determinou novos julgamentos. Mas será preciso explicar tudo isso ao eleitor. E Moro obviamente se defenderá, o que exigirá tréplica.

Seria bem mais fácil para Lula criticar Moro se o ex-juiz ficasse fora da arena eleitoral. Mas, até mesmo por essa razão, não é o que Moro demonstra querer.

Fonte: Poder 360.

Roma: votar PEC em dezembro inviabiliza auxílio de R$ 400 no próximo mês

O ministro da Cidadania, João Roma, afirmou nesta 4ª feira (10.nov.2021) que a PEC (Proposta de Emenda à Constituição) dos Precatórios precisa ser aprovada em novembro para que o Auxílio Brasil no valor de R$ 400 possa ser pago.

Se essa tramitação se estender até o próximo mês irá inviabilizar que o benefício de R$ 400 chegue para os brasileiros em dezembro”, disse em conversa com a imprensa no Palácio do Planalto.

O programa Auxílio Brasil, que substituiu o Bolsa família, terá benefício mensal médiode R$ 217,18 e começa a ser pago em 17 de novembro. O governo quer pagar um auxílio de R$ 400 para as famílias mais vulneráveis por meio de um benefício complementar que deve ser pago até o fim de 2022, ano eleitoral. Para isso, depende da aprovação da PEC.

O líder do Governo no Senado e relator da PEC na CCJ (Comissão de Constituição e Justiça), Fernando Bezerra (MDB-PE), afirmou que o texto deve ser votado até 2 de dezembro. O texto precisa de ao menos 49 votos dos 81 senadores em 2 turnos para ser aprovado no Senado.

Cabe ao Senado Federal ter a sensibilidade e somar todos os esforços para que essa medida seja analisada no mais breve espaço possível, mas, mesmo eu sendo parlamentar licenciado, não cabe a ninguém do Executivo ditar as regras da Casa Legislativa. O que nos cabe é sensibilizar a todos os congressistas da importância dessa matéria”, declarou Roma.

O ministro comemorou a aprovação do texto em 2º turno na Câmara na 3ª feira (9.nov). O texto teve 323 votos a favor, 172 contra e uma abstenção. Era necessário o apoio de ao menos 308 deputados para a aprovação.

Certamente foi uma aprovação expressiva e isso nos deixa muito confiantes que o Senado Federal também poderá agir com toda a diligência”, afirmou. Roma também disse que além da aprovação no Senado é preciso finalizar outras “tratativas” para o pagamento do benefício.

Precisamos até agora o mês de novembro finalizar todas as tratativas, que não é apenas a aprovação da PEC. Tem todo um bastidor para viabilizar um pagamento de uma folha dessa de milhões de pessoas, para mais de 17 milhões de brasileiros”, disse.

Fonte: poder 360

Bolsonaro tem avaliação pior no Sudeste e no Nordeste, mostra PoderData

Pessoas nas regiões Sudeste e Nordeste são os que mais avaliam o trabalho do presidente Jair Bolsonaro como “ruim” ou “péssimo”. O dado é de pesquisa PoderData realizada de 8 a 10 de novembro de 2021.

No Sudeste, 63% avaliam o chefe do Executivo desta forma. Na região Nordeste, 62% dizem o mesmo. Os percentuais são os maiores entre as 5 regiões brasileiras.

Juntas, as duas regiões concentram 101,7 milhões de eleitores –o que corresponde a 69% do total de pessoas aptas a votar no Brasil, segundo estatísticas do TSE (Tribunal Superior Eleitoral) atualizadas em outubro de 2021.

A avaliação mais negativa entre as possíveis é mais frequente em todas as regiões, sendo que os menores percentuais foram nas regiões Sul (42%) e Centro-Oeste (45%).

A pesquisa foi realizada por meio de ligações para telefones celulares e fixos. Foram 2.500 entrevistas em 412 municípios nas 27 unidades da Federação de 8 a 10 de novembro de 2021.

Para chegar a 2.500 entrevistas que preencham proporcionalmente (conforme aparecem na sociedade) os grupos por sexo, idade, renda, escolaridade e localização geográfica, o PoderData faz dezenas de milhares de telefonemas. Muitas vezes, mais de 100 mil ligações até que sejam encontrados os entrevistados que representem de forma fiel o conjunto da população.

A margem de erro é de 2 pontos percentuais. Saiba mais sobre a metodologia lendo este texto.

Na população em geral, 57% consideram o chefe do Executivo “ruim” ou “péssimo”, 24% o classificam como “ótimo” ou “bom”, 16% o acham “regular” e 3% não sabem. Saiba mais neste post.

Entre aqueles na faixa de 16 a 24 anos, 64% avaliam Bolsonaro como “ruim” ou “péssimo”. São 17% os que consideram o presidente como “ótimo” ou “bom”–o menor percentual entre todas as faixas etárias– e 14% os que o acham “regular”. Os que não sabem são 5%.

O maior percentual de avaliação “ótimo/bom”é na faixa etária de 45 a 59 anos (33%). Ainda assim, a parcela entre as pessoas nesta idade que considera o trabalho do presidente como “ruim/péssimo” é maior (55%).

A maior concentração de avaliação negativa do atual ocupante do Planalto é entre aqueles que cursaram o ensino superior. Entre esse grupo, 66% estão no “ruim/péssimo”.

O percentual de classificação como “ótimo/bom” é maior entre os que cursaram até o ensino médio (27%) do que nos demais recortes de escolaridade. No entanto, a parcela que avalia o presidente como “ruim” ou “péssimo” também é a prevalecente nesse grupo (52%).

O levantamento do PoderData aponta que mais homens (30%) consideram o presidente “ótimo” ou “bom” do que mulheres (18%). Entre o público feminino, 60% avaliam Bolsonaro como “ruim” ou “péssimo”,enquanto o percentual entre o masculino é de 54%.

Fonte: poder 360.

No 1º turno, 48% votariam em Lula e 21% em Bolsonaro, diz Genial/Quaest

  Sérgio Lima/Poder360 08.out.2021

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva(PT) tem 48% das intenções de voto para a eleição do ano que vem, enquanto o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) fica com 21%, de acorco com a pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta 4ª feira (10.nov.2021).

O levantamento foi realizado de 3 a 6 de novembro, com 2.063 pessoas com 16 anos ou mais. As entrevistas foram realizadas de foram presencial em 123 municípios brasileiros. O nível de confiança da pesquisa é de 95% e a margem de erro é de 2,2 pontos percentuais para mais ou para menos.

Eis a íntegra da pesquisa (1 MB).

Lula ganha de Bolsonaro entre aqueles que ganham até 5 salários mínimos. Mas na faixa de renda acima de 5 salários mínimos há empate técnico, com o petista com 34% das intenções de voto e Bolsonaro com 32%. A maior diferença é entre a população com até 2 salários mínimos: 61% votariam em Lula e 15% no atual presidente.

O petista também ganha em todos as regiões do Brasil. com maior intenção de boto no Nordeste (60%) e menor no Centro Oeste (34%). Esta última também é a região onde Bolsonaro consegue maior pontuação (26%).

A pesquisa Genial/Quaest também mostra que o ex-juiz Sérgio Moro, que se filia ao Podemos nesta 4ª feira (10.nov), está empatado no 3º lugar com Ciro Gomes(PDT). Com a margem de erro de 2,2 pontos percentuais, os pré-candidatos ficam empatados: Moro com 8% dos votos e Ciro com 6%.

Os números são similares aos da última pesquisa PoderData. No levantamento realizado pela divisão de estudos estatísticos do Poder360, o ex-juiz tem 8% dos votos. Ciro fica atrás, com 5%.

2º TURNO

No 2º turno, Lula ganha de todos os pré-candidatos testados. Na disputa com Bolsonaro, o petista marca 57% das intenções de votos. O atual presidente fica com 27%. Brancos e nulos são 13% enquanto os indecisos são 3%.

Com Sérgio Moro, o petista mantém 57% dos votos, mas o ex-juiz fica com 22%. Mas os votos brancos e nulos sobem para 19% e os indecisos permanecem em 3%.

Lula pontuou menos com Ciro Gomes. Entre eles, o placar fica em 53% para o petista e 20% para Ciro. Já com o Rodrigo Pacheco (PSD-MG), Lula alcança sua maior pontuação, 59% contra 12%.

CHANCES DE VOTO

Entre os pré-candidatos, o presidente Bolsonaro é o mais rejeitado entre aqueles que o conhecem. São 67% os que dizem conhece-lo e que não votaria nele. Os que conhecem e votariam são 18% e aqueles que conhecem e poderiam votar são 12%. Apenas 2% afirmam não conhecer Bolsonaro.

O 2º mais rejeitado é Moro. Entre os entrevistados, 61% disseram conhecer o ex-juiz e não votar nele. Aqueles que o conhecem e votariam nele são 5% e os que conhecem e poderiam votar são 19%. Ele é desconhecido para 14%.

Já Ciro Gomes tem 53% de rejeição entre aqueles que o conhecem. Seu potencial de voto entre aqueles que o conhecem é de 22% e os que conhecem e já afirmam que votaria é de 4%. Ele é desconhecido para 19%.

O ex-presidente Lula é rejeitado por 39% daqueles que o conhecem. É o mesmo percentual daqueles que o conhecem e votariam nele. Os que poderiam votar são 19%, enquanto apenas 1% diz não conhecer o petista.

 

Fonte: Poder 360