O primado do direito e o Estado de exceção


“Enquanto eu tiver perguntas e não houver resposta continuarei a escrever.”
(Clarice Lispector)

Chego a Sevilha para participar do seminário “¿Vivimos un Estado Autoritario de Derecho?” e fico refletindo sobre os efeitos deletérios e, infelizmente, quase permanentes, para toda a sociedade brasileira, desse verdadeiro ataque à democracia que sofremos em razão da atuação do grupo representado pela união do Moro e do Bolsonaro.

Na noite em que chego, participo, por videoconferência, de uma solenidade no IAB(Instituto dos Advogados Brasileiros), presidido pela querida Rita Cortez, na qual o mestre Boaventura de Sousa Santos é nomeado integrante benemérito do instituto. Tenho o prazer de fazer breve saudação ao professor e, de Sevilha, ouço a fala do eterno mestre.

Na verdade, o que diz Boaventura serve também para o seminário que está ocorrendo aqui. A afirmação do professor de que o Brasil está vivendo “a suspensão temporária do Estado democrático de direito” define o que é a realidade brasileira. Boaventura foi convidado a falar na Universidade de Sevilha, mas o recrudescimento da pandemia impediu que ele viajasse.

No entanto, a afirmação dele no IAB serve de alerta para todos nós. A grave e verdadeira afirmação de que estamos vivendo “um fenômeno relativamente raro, que é a coexistência do primado do Direito com o Estado de exceção” deveria ecoar fundo. Lembro-me de Bakunin: “Não há nada tão estúpido quanto a inteligência orgulhosa de si mesma”.

Desde o início do crescimento político do bolsonarismo, impulsionado fortemente pelo lavajatismo, vários de nós, advogados e professores, levantamos a discussão sobre as consequências que o lawfare poderia trazer para a realidade no Brasil.

Na feliz definição do professor Rubens Casara, “a utilização do sistema de justiça como locus de uma guerra contra pessoas identificadas como ‘inimigas’, em que as armas são interpretações distorcidas (e potencialmente destrutivas) das leis, institutos, procedimentos e categorias do direito. Com essa expressão, que surge da contração das palavras law e warfare, busca-se designar a instrumentalização do Sistema de Justiça, das leis e procedimentos para fins políticos e ideológicos”.

Infelizmente, prevaleceu, naquele momento, uma perigosa simbiose de um sentimento antipetista, bem explorado pelos bolsonaristas, com uma distorção propositada de um falso combate à corrupção, alimentada pelo Moro, para o crescimento de uma extrema direita representada pelo “Bolsomoro”. E com o apoio da grande mídia, de boa parte da perversa elite brasileira e com as conexões trumpistas, vimos ser instalado esse Estado que corrói as estruturas democráticas no Brasil.

Esse era, desde o início, o debate que tentávamos fazer dentro da sociedade organizada. Quando apontávamos que a corrupção do sistema de justiça pelo Moro e seus asseclas lavajatistas era um risco real para o próprio Estado democrático de direito, nós perdíamos a narrativa para essa direita embrutecida. A narrativa era, e é, de que estávamos na defesa de clientes particulares e o foco da discussão era criminosamente desviado. Com esse discurso, assumiu o país um grupo que não só está destruindo a economia e a política, mas está corroendo as estruturas que sustentam a própria democracia.

O Brasil, é necessário repetir à exaustão, voltou para o mapa da fome do qual havia saído em 2012. Essa não é uma afirmação retórica; é um fato da vida real. Hoje, 20 milhões de brasileiros estão passando fome e 116 milhões vivem em insegurança alimentar, não sabem se vão conseguir comer ao final do dia. O número de desempregados chega a 12,1% da população ativa, e a respeito do número de subempregados sequer existem dados confiáveis. É uma tragédia o que ocorre no país.

Paralelamente ao caos econômico, com o sucateamento das empresas brasileiras, assistimos atônitos ao desmanche da cultura, da educação, da saúde, das políticas sociais, do país, enfim. O exemplo do que foi feito na Fundação Palmares, para a qual foi escolhido para presidente um negro que tem ódio de ser negro, deve ser sempre ressaltado. Um governo clara e fortemente marcado por políticas contra as mulheres, a comunidade LGBTQIA+, os negros, os indígenas, os quilombolas… O Brasil deu um imenso passo para trás e levaremos muito tempo para voltarmos a um Estado civilizatório do qual possamos nos orgulhar. E isso, claro, se extirparmos do mundo político os Moros e Bolsonaros da vida.

Mas a reflexão que fica é: a instrumentalização do Poder Judiciário, do Ministério Público e a criminalização da política que nos legou esse caos foi orquestrada. Para sairmos desse momento trágico, é necessário fazermos um enfrentamento profundo. Não basta tirarmos pelo voto os responsáveis diretos por todo esse quadro.

Torna-se indispensável que as instituições deem respostas concretas aos desmandos criminosos. O Brasil merece ver uma investigação profunda dos inúmeros crimes cometidos para esse grupo chegar ao poder. Só assim conseguiremos pacificar o país e voltar a viver em um Estado que possa ser chamado de democrático.

Socorro-me na eterna Cecília Meirelles: “Eu não dei por essa mudança, tão simples, tão certa, tão fácil: em que espelho ficou perdida a minha face”.

Fonte: poder 360

Caixa paga Auxílio Brasil a cadastrados com NIS final 8 Nesta quinta (27)

A Caixa paga nesta quinta-feira (27) o Auxílio Brasil a beneficiários com Número de Inscrição Social (NIS) final 8. O valor mínimo do benefício é R$ 400. As datas seguirão o modelo do Bolsa Família, que pagava os beneficiários nos dez últimos dias úteis do mês.

Em janeiro, foram incluídas 3 milhões de famílias no programa, aumentando para 17,5 milhões o total atendido. Segundo o Ministério da Cidadania, serão gastos R$ 7,1 bilhões neste mês com o Auxílio Brasil.

O beneficiário poderá consultar informações sobre datas de pagamento, valor do benefício e composição das parcelas em dois aplicativos: Auxílio Brasil, desenvolvido para o programa social, e o aplicativo Caixa Tem, usado para acompanhar as contas poupança digitais do banco.

Fonte: Agência Brasil

Ezequiel emite nota de pesar pelo falecimento da chefe de cerimonial Zuleide Gonçalves

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, deputado Ezequiel Ferreira de Souza (PSDB), emite nota de pesar pelo falecimento da chefe de cerimonial da Casa Zuleide Gonçalves Vieira.

NOTA DE PESAR

Com grande pesar que lamento o falecimento de Zuleide Gonçalves Vieira, presidente e fundadora da Associação Brasileira dos Profissionais de Cerimonial (ABPC) e chefe do Cerimonial do Legislativo Potiguar. Pessoa querida, afável e sempre atenciosa aos detalhes nas solenidades e na relação com todos. Referência nacional, Zuleide deixa uma grande lacuna no setor por seu legado e exemplo.

Atualmente ela lutava contra um câncer. Se sentiu mal nas primeiras horas da manhã desta quinta-feira (27) e não resistiu.

Cerimonialista, escritora, professora dos cursos de Turismo e Gastronomia da Universidade Potiguar (UnP) e diretora do Comitê Nacional de Cerimonial e Protocolo no Rio Grande do Norte. Empresária, sócia-proprietária da ZF Cerimonial, Eventos e Cursos, em 2011 foi docente do Instituto do Legislativo Potiguar (lLP), atual Escola da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte. Atuou como coordenadora do Núcleo de Educação Permanente (NEP) do Hospital Regional Deoclécio Marques de Lucena (HRDML), em Parnamirim – RN.

Atuou na Secretaria Estadual de Saúde, fez parte da equipe do cerimonial do Governo do Estado do Rio Grande do Norte nas gestões dos ex-governadores Garibaldi Alves, Wilma de Faria, Iberê Ferreira de Souza e, na gestão Robinson Faria, foi a chefe do cerimonial do Governo do RN.

Zuleide Gonçalves Vieira é casada com o cirurgião-dentista Francisco Vieira. São seus filhos o ortodontista Felipe Vieira, a médica Julie Gonçalves Vieira e o servidor federal, Gustavo Vieira. Zuleide Gonçalves Vieira é filha do saudoso agropecuarista, senhor de engenho e ex-vice-prefeito de Vieirópolis-PB, José Júlio Gonçalves (Zé Júlio) e D. Mãezinha. O fazendeiro Zé Júlio foi companheiro de chapa da prefeita eleita Santa Oliveira pelo Partido Liberal (PL) na primeira eleição do município em 1996.

Aos amigos, colegas de trabalho, familiares, alunos e parceiros profissionais de Zuleide rogo a Deus que em sua infinita bondade conforte o coração de todos e recebe nossa querida e estimada Zuleide em sua morada de luz na eternidade.

Descanse em paz, Zuleide.

Ezequiel Ferreira

Presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte

Fonte: Radar Rn

Regulariazação fundiária de Parnamirim já é uma realidade

 

 

 

 

 

 

 

A regularização fundiária é um tema emblemático e um grande desafio pra o Brasil, como também para o município de Parnamirim, mas com o empenho do secretário Rogério Santiago e as bençãos de Taveira, tem se tornado uma realidade para a cidade trampolim da vitória.

Na noite desta quarta-feira (26), o secretário realizou a primeira reunião da Regularização Fundiária no Município com à população, para tratar sobre a documentação pública dos respectivos imóveis, tornando digna suas moradias.

Assim, inicia o processo rumo à total regularização fundiária.

 

 

 

Ex-marido de Ludmila Ferber fica arrasado com morte e menciona última conversa com a cantora

A morte da cantora e pastora Ludmila Ferber, aos 56 anos de idade, deixou todo o país extremamente comovido, pois ela era muito querida pelo público por sua voz marcante e personalidade que cativou a muitos.

Ludmila vinha sofrendo com um câncer desde 2018. Desde este ano, a famosa vinha fazendo tratamento contra a doença, inclusive a quimioterapia, um procedimento bastante comum em casos como este.

Mas na noite da última quarta-feira (26), a situação de Ludmila piorou. Já muito fragilizada com os efeitos da doença, a cantora sofreu complicações da grave enfermidade que a acometia e não conseguiu resistir.

Quando o óbito de Ludmila foi confirmado, inicialmente pelo site da Quem, uma enorme quantidade de fãs da cantora, que ficaram completamente arrasados com a morte, foram às suas redes sociais para deixar as últimas mensagens de despedida para a pastora.

Além dos fãs anônimos, diversas personalidades brasileiras, como a cantora Fernanda Brum, também foram às redes sociais para deixar homenagens para Ludmila Ferber.

Quem também se fez presente na web foi José Antônio, que foi marido de Ludmila há alguns anos e com quem a pastora teve 3 filhas.

José Antônio fez uma publicação comovente para a ex-mulher, escrevendo um trecho da bíblia que fala do amor de Deus.

“Obrigado por tudo que construímos juntos…Obrigado pelas 3 lindas filhas…Obrigado por nossa última conversa…Siga em paz…”, disse o ex-parceiro de Ludmila por meio de sua conta no Instagram.minuto

Fonte: Lúcia Azevedo

 

Águas do São Francisco começam a chegar no RN e morador dispara: “o sertanejo que vir isso aqui e votar em um ladrão não tem coração”, VEJA VÍDEO

 

Em vídeo postado nas redes sociais, morador de São José de Piranhas na Paraíba, faz seu desabafo e diz que “se sente envergonhado em ver um nordestino que passou décadas sofrendo querer um bandido de volta (Lula), e jogar pedra num homem que pela primeira vez entrou pra fazer alguma coisa (Bolsonaro).” No vídeo ele mostra as águas do Rio São Francisco chegando ao sertão da Paraíba, obra que havia sido prometida ser entregue pelo PT em 2010 e só agora Bolsonaro conclui e ainda expande o projeto pra outras cidades.

Fonte: terra Brasil notícias

Bolsonaro libera aumento de 33% para piso de professores

O presidente Jair Bolsonaro determinou ao ministro da Educação, Milton Ribeiro, que conceda o reajuste máximo para o piso salarial de professores, conforme estabelece a Lei do Piso do Magistério (11.739/2008). Isso levará o valor mínimo dos vencimentos de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,34, uma alta de 33,23%.

O Poder360 apurou que no final da tarde desta 4ª feira (26.jan.2022) Bolsonaro determinou diretamente a Milton Ribeiro que a “missão” é conceder o aumento, contrariando entendimento de alguns técnicos da área financeira do Ministério da Educação, e, sobretudo, de governadores e de prefeitos que terão suas finanças pressionadas.

Confirmada a decisão do Ministério da Educação, o reajuste do piso salarial dos professores da rede pública será de 33,2%. O custo para Estados e cidades com esse aumento será na casa de R$ 30 bilhões neste ano, de acordo com cálculos divulgados em nota pela Confederação Nacional de Municípios. Para o governo federal, segundo apurou o Poder360, o valor seria de R$ 3,8 bilhões neste ano. “Podemos cortar esse valor de outros ministérios”, disse Bolsonaro a seus ministros que acompanham o tema.

Com essa decisão, o presidente adota uma estratégia relevante neste ano eleitoral. Embora exista pressão de governadores, e, sobretudo, prefeitos para que o reajuste não seja de 33,23%, ninguém aparece em público. O custo político seria todo do Palácio do Planalto. Bolsonaro não está disposto a bancar esse desgaste e determinou que o aumento seja dado.

Há controvérsia a respeito de como deve ser calculado o reajuste do piso dos professores.

A Lei do Piso do Magistério (11.739/2008) manda definir o valor com base no custo mínimo nacional por aluno do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb). A definição fica por conta do Ministério da Educação. Se essa regra for seguida, chegará ao percentual de 33,23%. Assim, o piso salarial vai de R$ 2.886,24 para R$ 3.845,34.

Em 2020, o Vaaf havia sido de R$ 3.349,56.

A diferença de 2020 para 2021 foi de R$ 1.113,06. Isso equivale aos 33,23% de reajuste –que também precisam ser aplicados ao piso nacional dos professores da rede pública.

Há cerca de 2 milhões de professores da educação básica na rede pública que estão ligados sobretudo a prefeituras. Os prefeitos ficam com o maior custo do aumento agora em 2022.

Ocorre que as regras do Fundeb foram alteradas em 2020 por meio da emenda constitucional 108. O Fundo passou a ter mais dinheiro vindo da União. Esse volume maior de recursos fez com que aumentasse também o valor aluno/ano do Fundeb.

Por conta dessa alteração no Fundeb, o Ministério da Educação divulgou uma nota em 14 de janeiro de 2022, na qual afirmava que “conforme o entendimento jurídico, o critério previsto na Lei 11.738/2008 faz menção a dispositivos constitucionais e a índice de reajuste não mais condizentes com a mudança realizada pela EC nº 108/2020, que cria o novo Fundeb com características distintas da formatação dada pela Emenda Constitucional nº 53/2006”.

O MEC concluía assim sua nota: “Diante disso, o Ministério da Educação, por meio da Secretaria de Educação Básica, trabalha nesse momento no levantamento de subsídios técnicos de suas áreas para conferir uma solução à questão”.

A emenda 108 determina que “lei específica disporá sobre o piso salarial profissional” do magistério. Como o Congresso não apreciou novo projeto sobre o tema, há um vácuo legal. O governo pode tanto seguir a regra anterior como baixar uma nova norma a respeito enquanto não é aprovada numa nova lei.

Dentro desse cenário de dúvida, circularam em Brasília rumores de que o governo poderia baixar uma medida provisória e reduzir o percentual de reajuste para o salário de professores da rede pública.

Em 24 janeiro de 2022, a Comissão de Educação da Câmara dos Deputados e outros colegiados da Casa soltaram uma nota condenando o posicionamento do MEC. Defendiam o “cumprimento integral do piso nacional consagrado em nossa legislação desde 2008”.

Foi nesse momento que o Palácio do Planalto percebeu com clareza que havia uma disputa política em curso. A rigor, a interpretação das leis que regem o aumento salarial de professores permite vários tipos de entendimento. Do ponto de vista estrito do rigor fiscal, seria possível adotar uma fórmula mais rígida, com um aumento menor.

Mas Bolsonaro e seus assessores perceberam que só o Planalto e o Ministério da Educação estavam ficando com esse ônus. Os prefeitos e governadores, que não querem o reajuste, não se manifestam em público. No Congresso, a maioria dos grupos de esquerda e adversário do governo defendem o reajuste máximo. Diante desse cenário, o presidente da República determinou a adoção do percentual de 33,23% para o reajuste.

Fonte: Poder 360.

Henrique nega articulação de chapa Carlos Eduardo/Benes, mas confirma dobradinha com Adjuto Dias

Personagens das articulações em curso não gostaram do vazamento feito em primeira pela imprensa.

Os personagens envolvidos nas articulações para fechar a chapa da oposição a governadora Fátima Bezerra (PT), não gostaram do vazamento das informações, feita por uma fonte que participa das conversas. O ex-ministro Henrique Alves (MDB), em entrevista pela internet ao Durante entrevista ao Foro de Moscow, negou existir a articulação para formar uma chapa com Carlos Eduardo Alves (Governador), Benes Leocádio (Vice-Governador) e Rogério Marinho (Senado).

“Estou voltando aos pouquinhos, consciente do meu papel e do meu tamanho. Eu não queria nem vou ter esse poder de articulação”, despistou Henrique Alves, que segundo fonte nos bastidores, ajuda ao prefeito de Natal, Álvaro Dias a fechar as negociações. Na entrevista, Henrique elogiou a atuação do ministro do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho que tem liberado recursos e obras estruturantes para o Rio Grande do Norte.

Mas, Henrique também levantou a questão que Carlos Eduardo é do partido de Ciro Gomes, o PDT e Rogério Marinho é um ministro bolsonarista. E filiado ao PL do presidente Jair Bolsonaro. “Não sei se essa realidade é possível de compor”, analisou. Na verdade, a tese coincide com o pensamento do publicitário Alexandre Macedo, que defende o candidato longe da polarização entre Lula e Bolsonaro. O presidente da República tem hoje no RN uma desaprovação de mais de 60% nas últimas pesquisas divulgadas ano passado.

Um fato Henrique confirmou, ele admitiu ser real a possibilidade de vir a formar uma dobradinha com o filho do prefeito Álvaro Dias (PSDB), Adjuto Dias (MDB), pré-candidato a deputado estadual. Ele lembrou da longa história de parcerias com Álvaro no Seridó e classificou como um caminho natural. “Seria natural pelas minhas ligações com Álvaro Dias. Adjuto vem para continuar uma história”, frisou.

Nas últimas andanças ao Serido, no início deste mês, Henrique percorreu Parelhas, São João do Sabugi e Caicó, sempre acompanhado de Adjuto Dias e com lideranças ligadas ao prefeito Álvaro Dias, desde à época que era deputado estadual. Em Mossoró, quem organizou a agenda de Henrique foi Saulo Spinelly, chefe de Gabinete de Adjuto Dias, na Semtas em Natal.

Conselho regulamenta avaliação para porte de arma

Regras devem ditar como as avaliações psicológicas para o registro e porte de armas refogo são realizadas no Brasil

O CFP (Conselho Federal de Psicologia) publicou as regras para a avaliação psicológica daqueles que querem o registro ou porte de armas de fogo no Brasil. As regras são para os profissionais que conduzem as entrevistas e para os interessados nas permissões.

As regras do CFP foram publicadas na edição do Diário Oficial da União desta 4ª feira (26.jan.2022). Eis a íntegra da resolução (704 KB).

Entre os aspectos avaliados pelos psicólogos para a recomendação sobre o registro e porte de armas estão os seguintes aspectos cognitivos:

  • processos de atenção adequados;
  • nível intelectual adequado, sem que esteja em zona limítrofe ou inferior;
  • controle de impulsos e capacidade de planejamento.

A personalidade também será analisada pelos psicólogos. Eis os pontos que o CFP indica como de atenção:

  • agressividade, que não pode ser muito grande nem muito pequena;
  • ansiedade, que não pode ser muito grande nem muito pequena;
  • sinais de quaisquer transtornos que podem prejudicar o autocontrole.

Além das análises dos processos mentais e de personalidade, o psicólogo também precisa verificar elementos comportamentais e a capacidade de julgamentos críticos. Esses aspectos serão observados com as “respostas a situações hipotéticas que abordem ações, reações e decisões adequadas às situações-problema apresentadas que envolvam o uso de arma de fogo”.

O CFP indica ainda que o profissional que for realizar a avaliação precisa estar credenciado à Polícia Federal para que realizar esse trabalho. Também é necessário que conheça as normas relacionadas ao registro e porte de arma.

Outra regra para os profissionais são os impedimentos para que eles realizem a avaliação. Além da proibição para aqueles que tem interesse direto ou que sejam da família da pessoa interessada na permissão, os psicólogos que tenham vínculo com empresas de segurança, com escolas de formação, inclusive de vigilantes, e com clubes de tiro não podem fazer a avaliação.

ARMAS E GOVERNO BOLSONARO

Como mostrou o Poder360, durante os 3 anos do governo Jair Bolsonaro (PL) o número de registros de armas de fogo cresceram 300%. Mais de 30 decretos e atos normativos a favor das armas foram publicados desde que o presidente assumiu.

As medidas flexibilizam a posse, ampliam limites de compras, diminuem os impostos e possibilitam a produção de munição caseira. O presidente é a favor de munições e defende armar a população.

O porte de arma também cresceu durante o governo Bolsonaro: 57%. Foi de 8.680 antes da posse para 13.667 em 2021. O número é da Polícia Federal.

Fonte: poder 360.

Teste de nova vacina e alerta da OMS; leia sobre a ômicron

 

A Pfizer anunciou na 3ª feira (25.jan.2022) um novo estudo para testar uma versão de sua vacina contra a covid-19 especificamente desenvolvida para lidar com a variante ômicron. O estudo clínico será realizado com 1.420 adultos de 18 a 55 anos.

Segundo a farmacêutica norte-americana, ainda que a vacina atual proteja contra quadros graves da covid-19, o laboratório está preferindo agir com cautela.

“[…] Reconhecemos a necessidade de estarmos preparados caso essa proteção diminua com o tempo e potencialmente ajudar a lidar com as novas variantes no futuro, disse Kathrin Jansen, vice-presidente sênior e chefe de pesquisa e desenvolvimento de vacinas da Pfizer.

O estudo irá comparar a eficácia em participantes com aplicação de uma dose, duas doses e com a dose de reforço da vacina. Contando com as que haviam tomado antes, ao final do estudo os voluntários acumularam 3 ou 4 doses de um imunizante contra a covid-19.

O Poder360 compilou as últimas notícias sobre a ômicron. Leia abaixo:

🚨 Risco

O risco associado à variante ômicron continua muito alto, alertou a OMS (Organização Mundial da Saúde) na 3ª feira (25.jan).

“Foram notificados mais de 21 milhões de novos casos, o maior número de casos semanais desde o início da pandemia”, informou a OMS em seu relatório epidemiológico semanal sobre a covid-19.

A agência observou que o número de novos casos cresceu 5% na última semana até domingo, em comparação com um aumento de 20% na semana anterior.

💲Alta nos preços

O MJSP (Ministério da Justiça e Segurança Pública) notificou 14 empresas suspeitas de aumento de preços de testes de covid-19. A notificação foi tomada depois de ações de fiscalização de órgãos de proteção e defesa do consumidor estaduais e municipais verificarem aumento dos preços em lojas.

As empresas notificadas são farmácias, laboratórios e associações. Elas têm sete dias para explicar à Senacon (Secretaria Nacional do Consumidor), vinculada ao MJSP, o aumento dos preços dos testes.

A Senacon questionou sobre a demanda média dos últimos meses, o preço médio praticado nesses meses, os motivos para o aumento do preço, caso tenha ocorrido, e as dificuldades para obtenção de insumos. O governo quer entender as diferenças de preços e verificar possível violação à legislação de proteção ao consumidor.

👩🏼‍🦰 Mulheres mais atingidas

De acordo com a plataforma Web MD, o cansaço causado pela variante ômicron atinge mais fortemente as mulheres.

A pesquisa utilizou dados de 489 participantes (120 homens e 369 mulheres) que relataram ter a doença entre 23 de dezembro a 4 de janeiro deste ano.

Aproximadamente um terço dos homens disse ter sofrido com fadiga enquanto cerca de 40% das participantes femininas descreveram o cansaço extremo como uma das principais dificuldades relacionadas a covid.

🌎 OMS

A OMS pediu prioridade nas investigações da sublinhagem da ômicron (BA.2). Estudos preliminares apontam que o subtipo não deve ser muito pior que a versão original da ômicron.

Por enquanto, o que se sabe é que a sublinhagem da ômicron pode se propagar com mais facilidade e resistir mais às vacinas. No entanto, mais estudos ainda precisam ser feitos.

“A linhagem descendente BA.2, que difere de BA.1 em algumas das mutações, inclusive na proteína spike, está aumentando em muitos países. Investigações sobre as características da BA.2, incluindo propriedades de escape imunológico e virulência, devem ser priorizadas independentemente (e comparativamente) à BA.1.”, destacou a OMS.

Fonte: poder 360

Tribunal prorroga processo sobre Brumadinho na Alemanha

Um processo civil num tribunal na Alemanha contra a empresa alemã de inspeções e certificação TÜV Süd pelo rompimento da barragem de Brumadinhodeve ser ampliado em milhões de euros em pedidos de indenização. Com isso, a duração do julgamento deve ser prorrogada.

O tribunal em Munique, sul da Alemanha, cancelou na 3ª feira (25.jan.2022) a data prevista para uma 1ª decisão, que deveria ser anunciada no dia 1º de fevereiro, e determinou a retomada da fase de audiências. O adiamento foi anunciado depois de ampliar a ação movida por 7 moradores do município de Brumadinho para a inclusão de mais 1.163 afetados.

A ação civil representava apenas 6 familiares de uma das vítimas da tragédia e o município de Brumadinho. Agora, o processo incluirá um total de 1.170 afetados pelo rompimento da barragem, que pedem indenização à TÜV Süd.

Segundo o advogado Jan Eric Spangenberg, envolvido na prorrogação do processo, as vítimas, incluindo sobreviventes e parentes dos mortos na tragédia, reivindicam € 440 milhões (cerca de R$ 2,7 bilhões no câmbio de hoje) em indenizações.

EMPRESA EMITIU CERTIFICADOS

A subsidiária da TÜV Süd no Brasil era a empresa contratada pela Vale para avaliar e certificar a segurança da barragem de Brumadinho, entre outras. Em junho e setembro de 2018, poucos meses antes da tragédia, a empresa emitiu certificados atestando que a barragem de Brumadinho era estável.

Após o rompimento da estrutura, que provocou o maior acidente industrial da história do Brasil em número de vidas perdidas, investigações conduzidas por diversos órgãos reuniram indícios de que funcionários da TÜV Süd teriam conhecimento de problemas graves na barragem, mas atestaram a sua segurança apesar disso.

Documentos levantados pela Polícia Federal, pelo Ministério Público brasileiro e por uma CPI (comissão parlamentar de inquérito) apontaram que funcionários da TÜV Süd estavam cientes do baixo nível de segurança da barragem, mas sofriam pressão da Vale para emitir a certificação.

A TÜV Süd afirma que os atestados de estabilidade da barragem foram emitidos em conformidade com as normas brasileiras vigentes à época e que seus funcionários recomendaram à Vale melhorias de segurança. A empresa alemã diz não ter responsabilidade legal pela tragédia.

Além dessa ação civil, há pelo menos duas outras frentes jurídicas na Alemanha buscando a responsabilização da TÜV Süd pelo rompimento da barragem em Brumadinho. Uma outra ação civil representa 183 familiares de vítimas. Foi apresentada pelo advogado brasileiro Maximiliano Garcez em conjunto com os advogados alemães Ruediger Helm e Ulrich von Jeinsen. Além disso, um inquérito criminal conduzido pelo Ministério Público de Munique investiga se a TÜV Süd e 2 funcionários alemães da empresa cometeram corrupção, negligência e homicídio culposo. md/lf (EPD, DPA)

A Deutsche Welle é a emissora internacional da Alemanha e produz jornalismo independente em 30 idiomas.

Fonte: poder 360

Sobre mortalhas e enterros

Padre João Medeiros Filho

Relevem-me, primeiramente, a temática lúgubre de hoje. Este texto é apenas uma abordagem cultural, sem intenções teológicas. Recentemente, encontrei dentro de um livro um bilhete de Oswaldo Lamartine. Nele, um pedido: “Vigário, complemente o que papai escreveu em Velhos costumes do meu sertão, a respeito de mortalhas e sepultamentos.” Sem pretensão de exaustividade, acrescentarei alguns dados colhidos, durante a minha vida de pároco no Seridó. Oswaldo também me faz lembrar o versículo bíblico: “Eu vos louvo por conservardes as tradições.” (1Cor 11, 2). Segundo o tanatólogo Philippe Ariès, em História da Morte no Ocidente, “a mortalha é um componente cultural judaico.” Isto fazia-se muito presente na região seridoense, onde viveram holandeses (muitos professavam o judaísmo), nos séculos XVI-XVII. Entretanto, é inegável que os ancestrais lusitanos eram detentores de costumes análogos, segundo Norberto Ferraz, em Vestidos para a sepultura: a escolha da mortalha fúnebre na Braga setecentista. Destaca-se o trabalho, de autoria de Hortência de Abreu: Práticas do bem-morrer e o uso da mortalha em Sergipe.

Juvenal Lamartine de Faria, na obra citada, escreve: “O defunto era amortalhado… Quando portador de patente da Guarda Nacional vestiam-no com o uniforme da mesma. Em se tratando de uma senhora, era vestida com um hábito preto e, se donzela, de mortalha branca e grinalda.” O ilustre escritor relata o uso frequente de uma túnica branca, habitual nos sepultamentos judaicos. Tal correporta ao simbolismo da pureza. Na crença popular, dever-se-á ingressar no céu com uma veste cândida defulgor celestial. Com os anos, os costumes vão sendo alterados. Outros elementos, inclusive do cristianismo, foram acrescentados pela inculturação. Mais cores vão surgindo, conforme a devoção dos fiéis. Criam-se assim os tipos de mortalha, seguindo os trajes dos santos da devoção do falecido ou de seus familiares. Sem dúvida, o orago das paróquias era fonte de inspiração para as vestimentas da última viagem. Os homens eram sepultados, amortalhados com trajes imitando os hábitos dos santos Francisco, Vicente de Paulo, Antônio, João Batista etc. As mulheres eram inumadas com roupas análogas às vestes de Nossa Senhora, Santas Teresinha, Rita de Cássia e outras. As crianças eram vestidas com mantos angelicais. Na crença popular, elas também são anjinhos de Deus. Antes do enterro, cantavam-se as “incelenças”, objeto de outro artigo.

Tornou-se tradição, quando morria uma pessoa sem posses, a família dirigir-se ao patrão, padrinho ou alguma pessoa importante, suplicando ajuda financeira para as despesas do sepultamento. Em último caso, recorria à prefeitura. Parece originar-se daí a ideia do auxílio funeral no serviço público e nos institutos de previdência, vigente em décadas passadas. Hoje, as municipalidades custeiam urnas funerárias às famílias carentes. O enterro de então era simples. Não havia a sofisticação hodierna. Os mortos eram carregados em redes, lembrando o sono e descanso eterno. Os caixões (urnas funerárias), quando usados, eram fabricados no dia do óbito, seguindo parâmetros e ritos. Aqueles destinados a homens eram recobertos de tecidopreto com uma cruz branca sobre a tampa. Os ataúdes demulheres casadas eram de cor roxa e os de solteiras, forrados de azul; os das crianças azul e branco, recordandoo manto de Nossa Senhora.

Após o sepultamento, os familiares deviam trajar preto. O luto durava, conforme o parentesco do falecido. Viúvos e filhos deviam trajar roupas pretas, durante um ano. Irmãos e sobrinhos, seis meses e os demais parentes, três. Os homens deixavam crescer a barba até a missa de trigésimo dia. As viúvas não cortavam e pintavam os cabelos, abstendo-se de usar pinturas nas unhas e na face. Na impossibilidade de trajar preto – durante o uso de fardaou uniforme – costumava-se apor na camisa ou paletó uma tarja preta (“fumo”). Outrora, ela foi considerada insuficiente como expressão de luto, por um parente meu, sargento da polícia em Campo Grande (RN). Inusitadamente, mandou tingir a farda. Isso lhe valeu, além da reprimenda do comandante, sete dias de detenção. Os falecidos eram levados à igreja, antes de ser conduzidos à sepultura. Se considerados grandes pecadores, entravam de costas, pois eram indignos doaltar. Ao adentrar no templo, recitava-se: “Uma só coisa pedirei ao Senhor, poder morar na sua Casa.” (Sl 27/6, 4).

Teste mostra eficácia de diferentes tipos de máscaras; assista

O Poder360 realizou um teste de eficácia de diferentes tipos de máscaras de proteção contra a covid-19. Com o avanço da variante ômicron, que tem maior taxa de transmissão do coronavírus, o uso de uma proteção de qualidade é o que se faz necessário.

Foram testadas as máscaras: PFF2/N95; PFF2/N95 com válvula; cirúrgica de TNT SMS; 100% algodão com duas camadas; tecido poliéster com uma camada; e de folha de papel scott duramax.

Este não é um teste científico. Trata-se apenas de uma demonstração simples de como cada máscara retém ou não um jato forte de ar, como num espirro, por exemplo.

Assista ao vídeo (3min14seg):

O vídeo produzido pelo Poder360demonstra a efetividade da proteção da PFF2/N95. A PFF2/N95 máscara possui 2 tipos de filtragem: mecânica, que faz com que as partículas de ar fiquem presas nas fibras da máscara; e eletrostática, que atrai partículas que escapam da mecânica. Além disso, permite um ajuste melhor ao rosto.

Análise conduzida pela Fapesp (Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo), publicada na revista Aerosol Science and Technology, avaliou 227 modelos vendidos no Brasil e indica eficácia de 90% a 98% das máscaras PFF2/N95 na capacidade de filtrar de partículas do tamanho do coronavírus. Em 2º lugar, ficaram as cirúrgicas: de 80% a 90%. Por último, as de tecido, cuja a eficiência registrou média de 40% — variando de 15% a 70%, dependendo da quantidade de camadas de tecido (1 a 3).

Segundo a norma NBR 13698 da ABNT (íntegra — 481 KB), que trata sobre equipamento de proteção respiratória, a máscara brasileira, PFF2, tem proteção mínima de 94%.

Uma das vantagens da máscara PFF2/N95 é o fato de o modelo poder ser reutilizado. Além disso, se a máscara permanecer ajustada, não for manuseada e não sofrer nenhum dano, pode permanecer eficaz quando utilizada por até 8 horas seguidas.

O tempo de uso da proteção depende do nível de exposição do usuário ao vírus. Em caso de contato direto com pessoas infectadas pelo coronavírus, a recomendação do CDC (Centro de Controle e Prevenção de Doenças) dos Estados Unidos, é que a máscara seja descartada. A indicação do órgão sobre a reutilização é de no máximo por 5 vezes.

Fonte: poder 360.

Entenda como a Conta Covid impacta as tarifas de energia

Reajustes na bandeira vermelha 2 e nas tarifas de 4 regiões resultaram em alta no preço da conta de luz

O conjunto de empréstimos de quase R$ 15 bilhões repassados em 2020 e 2021 às distribuidoras de energia por meio da Conta Covid será pago pelos consumidores, por meio de encargo, até 2025. Os primeiros impactos das operações financeiras já começaram a ser sentidos nas tarifas. Na proposta da revisão tarifária da Light, por exemplo, a previsão é que o impacto em 2022 seja de 4,29%, segundo a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica).

A Conta Covid foi um socorro financeiro estruturado pelo Ministério da Economia e pelo Ministério de Minas e Energia e aprovado pela agência reguladora em 2020. No total, foram contratados R$ 14,8 bilhões para 61 empresas de energia (entre concessionárias e permissionárias). Os empréstimos serviram para cobrir o buraco financeiro causado pela queda no consumo de energia e aumento da inadimplência durante a pandemia do coronavírus.

Segundo a CCEE (Câmara de Comercialização de Energia), responsável pela gestão da Conta Covid, os empréstimos representaram, para os consumidores, o adiamento e o parcelamento de impactos tarifários que teriam efeitos imediatos nas contas de energia. Com a medida, o custo dessas operações está sendo repassado nas contas de luz, desde o ano passado, por meio do grupo de despesas “encargos setoriais”, através do recálculo feito em cada processo de reajuste ou revisão tarifária.

Leia abaixo as principais informações sobre esses empréstimos e, ao final, os valores destinados a cada uma das distribuidoras.

  • Prazo — as distribuidoras pagarão cotas para saldar as dívidas durante 60 meses, com término em dezembro de 2025;
  • Juros — A taxa de juros dos contratos é de CDI (Certidão de Depósito Interbancário) + 2,8% ao ano. Se considerados ainda os custos financeiros operacionais, o total anual é de CDI + 3,79%;
  • Bancos — As instituições que concederam os empréstimos foram Bradesco BBI, Itaú BBA, BNDES, Santander, Banco do Brasil, Credit Suisse, Citibank, Safra, SMBC, Votorantim, Alfa, JP Morgan, BOCOM BBM, CCB, BTG Pactual e ABC Brasil.

Eis os valores repassados às distribuidoras de energia:

Os montantes descritos na tabela são os valores efetivamente emprestados. Não há como precisar qual será o valor total repassado a cada consumidor porque o CDI, que compõe o cálculo dos custos totais dos empréstimos, varia diariamente. Em 2020, por exemplo, o índice fechou acumulado em 2,75%. Em 2021, em 4,42%.

Fonte: poder 360.

Frustrado, Datena decide que partido definirá sua candidatura

Após recuar de sua candidatura à Presidência e cravar que seria candidato ao Senado, o apresentador José Luiz Datena disse nesta sexta-feira (21) que será candidato a qualquer coisa “que o partido definir”.

No último sábado (15), o apresentador revelou na TV que levou uma “rasteira” na disputa pelo Planalto. Filiado ao PSL, Datena quase deixou o partido para integrar o PSD, mas decidiu que vai permanecer na sigla, que se unirá ao DEM para formar o partido União Brasil.

Datena se queixou da união e a culpou pela derrocada de sua candidatura à liderança do Executivo. Ele afirmou que, primeiro, a liderança do partido o orientou a disputar o Planalto, mas, “depois, os caras fizeram uma fusão, e eu me fusão”.

Nesta sexta, em entrevista à coluna de Lauro Jardim, do jornal O Globo, Datena disse que está à disposição do partido.

– Por enquanto, sou candidato à majoritária em São Paulo, mas estou à disposição do União [Brasil] para aquilo que o partido definir – afirmou.

Datena decidiu permanecer na legenda após um almoço com Antonio Rueda, presidente do diretório do União Brasil em São Paulo, nesta sexta-feira. Rueda quer lançar a candidatura de Datena em um jantar na segunda quinzena de fevereiro, em São Paulo, assim que definirem o cargo a ser disputado.

Segundo Jardim, não há muita coisa definida e o apresentador da Band pode até mesmo voltar a ser candidato à Presidência da República.
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