Taveira será candidato a deputado estadual, mas é o Júnior

 

O empresário Rosano Taveira Júnior já é o nome certo da base política governista para disputar a vaga de deputado estadual em 2022. A estratégia política montada pelo prefeito Taveira e em alguns momentos não compreendida por muitos aliados deu certo.

Agora o grupo terá um jovem disposto a percorrer as cidades do Rio Grande do Norte em busca de conquistar a cadeira de Parnamirim no legislativo estadual. Essa cadeira já foi ocupada por Gilson Moura, Marciano Jr, Agnelo Alves e Carlos Maia.

Os aliados gostaram do que ouviram do pré-candidato, que já anda fazer visita às lideranças políticas da cidade, onde seu grupo é majoritário e certamente Taveira Jr terá uma grande votação.

Depois do carnaval o prefeito Taveira irá anunciar oficialmente o nome do seu filho como pré-candidato à deputado estadual. O Blog do GM deseja sucesso para Taveira Jr. nessa caminhada em 2022.

Natal sediará curso nacional de capacitação para atendimento de mulheres vítimas de violência doméstica e familiar

Natal sediará o “Curso Nacional de Capacitação para o Atendimento às Mulheres Vítimas de Violência Doméstica e Familiar”, na modalidade presencial, promovido pela Secretaria de Gestão e Ensino em Segurança Pública (Segen) , órgão integrante do Ministério da Justiça, em Parceria com a Secretaria de Segurança Pública do Estado.

O objetivo é qualificar profissionais da área de segurança pública (Policiais Civis, Militares, Bombeiros e Guarda Municipais) aprimorando o atendimento a mulheres vítimas de violência doméstica.

O curso contará com docentes de vários Estados da Federação, inclusive a Secretária Nacional de Gestão e Ensino, Ana Cristina Melo Santiago. “O curso tem a proposta de atualizar os conhecimentos e os procedimentos dos agentes de segurança que já atuam no atendimento especializado à mulher. As aulas são ministradas por especialistas em temas como relações de gênero, legislação, atendimento especializado e direitos humanos”, explica Paoulla Maués, delegada de Polícia e coordenadora do curso.

O curso ocorrerá na escola de Governo, entre os dias 21 a 25 de Fevereiro.

 

 

Quase 39 milhões de brasileiros têm R$ 27,71 bilhões em valores a receber; veja onde você pode ter algum dinheiro ‘esquecido’

 

Pelo menos 38,92 milhões de brasileiros têm um total de R$ 27,71 bilhões em valores a receber, entre benefícios não sacados e dinheiro esquecido nos bancos.

O Banco Central liberou consulta aos recursos “esquecidos” nos bancos, referentes por exemplo a contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível e tarifas ou parcelas relacionadas a operações de crédito cobradas indevidamente.

Nesta primeira fase, são cerca de R$ 4 bilhões a serem devolvidos para 28 milhões de pessoas físicas e jurídicas. Ao todo, o Banco Central estima que os clientes tenham a receber cerca de R$ 8 bilhões, mas não informou o total de brasileiros que poderão ser beneficiados com a totalidade dos valores.

Há ainda outras fontes de recursos disponíveis aos brasileiros. As cotas do PIS/Pasep, por exemplo, ainda não foram retiradas por 10,6 milhões de pessoas, que têm direito a R$ 23,5 bilhões.

O Banco Central liberou a consulta ao dinheiro “esquecido” nos bancos. Em princípio, serão liberados cerca de R$ 4 bilhões para 28 milhões de brasileiros (26 milhões de pessoas físicas e 2 milhões de pessoas jurídicas). O valor médio a ser devolvido é de R$ 142,85 por pessoa ou empresa. Neste primeira fase estão incluídos valores referentes a:

  • contas-correntes ou poupança encerradas com saldo disponível;
  • tarifas e parcelas ou obrigações relativas a operações de crédito cobradas indevidamente, desde que a devolução esteja prevista em Termo de Compromisso assinado pelo banco com o BC;
  • cotas de capital e rateio de sobras líquidas de beneficiários e participantes de cooperativas de crédito;
  • recursos não procurados relativos a grupos de consórcio encerrados.
  • Os clientes precisam do CPF, no caso das pessoas físicas, e do CNPJ, no caso das empresas, para consultar a existência de recursos para saque
  • A página vai informar uma data para consultar os valores e solicitar o saque – anote esta data
  • Use seu login gov.br para acessar o sistema (clique aqui para ver como fazer o cadastro)
  • Após o acesso, consulte o valor e solicite a transferência

LEIA TAMBÉM:

Cerca de 10,6 milhões de brasileirosainda não sacaram o Fundo PIS/Pasep, liberado desde agosto de 2019 para beneficiários de todas as idades. Segundo a Caixa Econômica Federal, são R$ 23,5 bilhões ainda esperando pelos beneficiários.

Tem direito às cotas do Fundo PIS/Pasepquem trabalhou com carteira assinada entre 1971 e 4 de outubro de 1988 (tanto trabalhadores da iniciativa privada quanto servidores públicos) e ainda não fez os saques dos valores. No caso de morte do titular das cotas, os herdeiros e sucessores poderão sacar o dinheiro.

O prazo final para a retirada do dinheiro é 1º de junho de 2025. Os valores não sacados após esse período serão tidos como abandonados e passam a ser propriedade da União.

A quantidade de recursos ainda não sacada se deve, em parte, ao fato de muitos cotistas terem falecido antes de retirar o dinheiro, sem que seus herdeiros tivessem conhecimento do benefício. Outro fator que contribui para esse cenário é que os beneficiários são idosos, e, com isso, podem não ter se atentado para o direito de sacar os valores.

O valor do fundo é pago somente uma vez, ou seja, uma vez retirado o dinheiro por quem tem direito, o saldo é zerado. A Caixa é responsável pelos pagamentos das cotas do Fundo PIS/Pasep desde junho de 2020, quando os valores foram migrados para o Fundo de Garantia.

O trabalhador poderá solicitar o saque por meio do aplicativo do FGTS, de maneira digital, nas opções “Meus Saques”, “Outras Situações de Saque”, “PIS/PASEP“. É possível, ainda, indicar uma conta em qualquer instituição bancária para receber os valores, sem nenhum custo. Na hipótese de morte do titular das cotas, o saldo da conta será disponibilizado aos seus dependentes.

A consulta ao saldo disponível poderá ser realizada por meio do aplicativo do FGTS, no site do FGTS (www.fgts.gov.br) e pelo Internet Banking Caixa, neste caso para correntistas do banco. Em qualquer desses canais, as contas de origem PIS ou Paseppodem ser identificadas a partir do nome do empregador, que estará cadastrado como Pasep – Programa do Servidor Público ou PIS – Programa de Integração Social.

O Fundo PISPasep é diferente do abono salarial PISPasep, cujo pagamento é feito todos os anos para trabalhadores com renda média mensal de até dois salários mínimos (leia abaixo).

Abono salarial PIS/Pasep: está com dificuldade para consultar? Veja como resolver
Abono salarial PIS/Pasep: está com dificuldade para consultar? Veja como resolver

O total de R$ 208,5 milhões não foram sacados por 320.423 trabalhadores com direito ao abono salarial / do ano-base 2019.

Para receber o valor atrasado, o trabalhador terá que fazer uma requisição ao Ministério do Trabalho e Previdência, a partir de 31 de março.

O pedido poderá ser feito, presencialmente, em uma das unidades regionais do Ministério do Trabalho, ou pelo e-mail trabalho.uf@economia.gov.br, colocando no lugar de “uf” a sigla do estado em que reside.

Ao pedir a reemissão do benefício, o trabalhador terá até o dia 29 de dezembro de 2022 para sacar. Caso isso não ocorra, somente poderá pedir a reemissão no calendário do próximo ano.

Pelas regras do Codefat, o beneficiário tem direito assegurado ao abono pelo prazo de cinco anos e acúmulos são depositados no calendário seguinte.

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um direito do trabalhador com carteira assinada e só pode ser sacado mediante condições específicas, como na demissão sem justa causa, na compra da casa própria ou na aposentadoria.

Mas há outras situações que permitem o saque, como quando o titular tem idade igual ou superior a 70 anos ou quando o trabalhador permanece por 3 anos seguidos sem emprego com carteira assinada. Por isso, os trabalhadores devem se atentar às hipóteses de saque para ter direito a resgatar os valores que podem estar “esquecidos” no Fundo de Garantia.

  • Na demissão sem justa causa;
  • No término do contrato por prazo determinado;
  • Na rescisão do contrato por extinção total da empresa; supressão de parte de suas atividades; fechamento de quaisquer de seus estabelecimentos, filiais ou agências; falecimento do empregador individual, empregador doméstico ou decretação de nulidade do contrato de trabalho;
  • Na rescisão do contrato por culpa recíproca ou força maior;
  • Na rescisão por acordo entre o trabalhador e a empresa. Nesse caso, ele tem direito de sacar 80% do saldo da conta do FGTS;
  • Na aposentadoria;
  • No caso de necessidade pessoal, urgente e grave, decorrente de desastre natural causado por chuvas ou inundações que tenham atingido a área de residência do trabalhador, quando a situação de emergência ou o estado de calamidade pública for assim reconhecido, por meio de portaria do governo federal;
  • Na suspensão do trabalho avulso por prazo igual ou superior a 90 dias;
  • No falecimento do trabalhador;
  • Quando o titular da conta vinculada tiver idade igual ou superior a 70 anos;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente for portador do vírus HIV;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente estiver com câncer;
  • Quando o trabalhador ou seu dependente estiver em estágio terminal, em razão de doença grave;
  • Quando o trabalhador permanecer por 3 anos ininterruptos fora do regime do FGTS (sem emprego com carteira assinada), com afastamento a partir de 14/07/1990, podendo o saque, neste caso, ser efetuado a partir do mês de aniversário do titular da conta;
  • Quando a conta vinculada permanecer por três anos ininterruptos sem crédito de depósitos e o afastamento do trabalhador tiver ocorrido até 13/07/1990;
  • Para aquisição da casa própria, liquidação ou amortização de dívida ou pagamento de parte das prestações de financiamento habitacional concedido no âmbito do SFH – nesse caso, é preciso ter 3 anos sob o regime do FGTS; não ser titular de outro financiamento no âmbito do SFH; não ser proprietário de outro imóvel;
  • Na amortização, liquidação de saldo devedor e pagamento de parte das prestações adquiridas em sistemas imobiliários de consórcio.

A consulta ao saldo do fundo pode ser feita somente no aplicativo FGTS ou pelo site da Caixa (neste caso, somente para correntistas do banco).

Fonte: g1

Em Patu, o amor está no ar e nas redes sociais

Após os boatos de separação, o casal Rivelino e Dayanny Dantas resolveu aparecer juntinho nas redes sociais. O prefeito da cidade e a primeira dama protagonizaram cenas que mexeram com a cidade.

Jovens e sorridentes, os pombinhos deixaram entender para a população que as fake news que corriam pela cidade eram “intrigas das inimigas”. Mesmo com a ausência deles juntos em público e com os comentários maldosos rolando de boca em boca, nada impediu a reaproximação do casal.

Agora, depois de um bom tempo distante da mídia local, Rivelino e Dayanny estão felizes, todos esperam que dessa vez seja para sempre. E viva o amor, pra mim, pra você e pra tu.

O prefeito Rivelino Câmara elogiou a matéria, mas criticou as fontes do BlogdoGM. Veja o disse o prefeito: “Matéria boa, agora a unica pessoa que tava sabendo que eu estava separado é você, nem eu mesmo sabia. Suas fontes estão lhe informando mal”.

Projetos de novos Programas Habitacionais para o Município de Parnamirim

O secretário de Habitação e Regularização Fundiária, Rogério Santiago, participou hoje (19) de mais um evento no intuito de trazer benefícios para o seu Município. Dessa vez, foi o Seminário de Financiamento Habitacional do Programa Casa Verde e Amarela, representado por líderes políticos e o secretário Nacional de Habitação.

Rogério está no caminho certo. Sempre buscando conhecimentos e melhorias para sua gestão, trazendo novos projetos para o Prefeito Taveira e a população de Parnamirim.

 

Após parada em Natal, navegador de 79 anos parte em veleiro para travessia do Oceano Ártico

Ucraniano radicado na Bahia, Aleixo Belov já navegou pelo mundo cinco vezes, sendo três delas sozinho. Dessa vez, o desafio conta com adversidades como o frio intenso e o gelo no mar.

O veldor ucraniano radicado na Bahia, decidiu novamente em idade, Âncora, fazer 79 anos novamente em idade, a Âncora, a partir de Salvador, aos veleiro, a partir de Salvador, aos veleiro, a partir de 7 anos de idade. E não para uma jornada curta. Nesta quarta-feira (16), ele Natal, onde chegou há três dias, para cruzar o Oceano Ártico em uma missão que deve durar mais de um ano.

Aleixo é reconhecido nacionalmente e internacionalmente. Por cinco vezes, já atravessou o mundo em veleiros – três delas sozinho – e também já foi ao Alasca e para Antártica. Mas não se contenta. Segundo ele, é o próprio mar que o convida para essas aventuras.

Navegador deixa Natal para tentar cruzar Oceano Ártico
Navegador deixa Natal para tentar cruzar Oceano Ártico

O desafio agora, ele explica, é diferente de tudo que já viveu. Atravessar o Oceano Ártico pelo norte do Canadá exige outras preparações, como lidar com o frio e com o gelo no mar . Além disso, o período de pandemia pode complicar os trâmites para a sequência da viagem.

Com a situação da Covid, tudo ficou mais difícil. Eu preciso chegar ao tempo no norte do Canadá para poder atravessar . explicar.

O velejador explica que não é possível definir o período da viagem antes de chegar ao fim. Apesar disso, reforça que o tempo pode ser inimigo caso ele e os outros tripulantes não cheguem ao trecho antes da parte do mar congelador.

“Não sei se vai dar tempo, porque se eu ficar preso em alguma quarentena nesses países, o mar do norte congela e eu não vou conseguir passar. Se eu insistir em passar, mesmo chegando tarde, eu corro o risco de ficar preso no gelo durante um ano”, conta.

A pressa não é só para o mar não congelar antes da chegada da Fraternidade. É pressa de viver, de navegar, segundo Belov.

“Eu sei que cada dia estou mais velho e mais fraco, então não posso ativar para o ano que vem, por isso que eu estou indo logo”, conta Aleixo, que em 2023 fará 80 anos de idade.

Ele citou os tempos lida com os joelhos que nestes passos e na coluna, o que dificulta o andar, mas que “a cabeça parece estar boa” e por isso mantém o ritmo para velejar em aventuras como essa.

Mas o navegador ucraniano não vai encarar essa missão sozinho dessa vez. O veleiro sai de Natal com outras seis pessoas. “Mais adiante vão entrar outros e quando para atravessar lá pro norte vão ser no mínimo oito pra que sejam duas pessoas o tempo todo no turn”, explicou.

O turno, sem pressa, ele é de 3 pessoas olhando para o gelo, desviando dos mais rápidos e empurrando os tempos adiante e os mais leves, pra passar e os empurrando o tempo. Não pode ficar parado na explicação.

A viagem, o veleiro polar Fraternidade, também é preparada para a missão. O barco é todo isolado com 12 centímetros de espuma pros tripulantes não congelados e tem um pequeno conjunto interno que, segundo Aleixo, “não está bom, mas quebra o galho”. Ele explica ainda que vai colocar diesel apropriado para locais mais frios.

Aleixo trata essa viagem como uma das mais difíceis que já fez. Além da imprevisibilidade do mar, obstáculos já conhecidos, como o gelo.

O vento joga o gelo para um lado para o outro. Você tem que esperar . Até ser espremido entre um iceberg e outro. Apesar de que meu barco é de aço, ele deve resistir”, conta.

Por outro lado, diz que, com o volume global, a quantidade de gelo contra, mas cita que outro tempo é o frio. “Tem que ter roupas muito boas vistas, pra frio, máscara de ampla não congelar os olhos”.

Além disso, a navegação não é das melhores no Oceano Ártico . “A carro lá navegação não é muito fácil, tem muita correnteza, tem lugares estreitos, cheios de pedra.

Ele conta que no século 19, 500 pessoas morreram tentando atravessar o Oceano Ártico ao tentarem o caminho mais fácil. “Mas isso era aquele tempo que os barcos feitos eram de madeira, aqueles barcos enormes com 50 a 100 pessoas por tripulação comendo carne de porco e como conservas eram soldadas com chumbo, que envenenava as pessoas”,.

“E não estava cartografado. Eles iam por lugares que não tinham saída, tinham que voltar, mais acessíveis no gelo. Hoje temos como cartas náuticas, temos comida de boa qualidade. Temos rádio pra, GPS, até internet a bordo”.

O caminho completo planejado é: ir para o mar do Caribe, atravessar o mar do Panamá, subir Oceano Pacífico, chegar no Alasca, atravessar por cima do Canadá, sair na Groenlândia, descer pela Costa da África, parar na Costa dos Açores e voltar para o Brasil.

O navegador diz que é preciso estar preparado para adversidades em toda a viagem. “Todas as dificuldades gente não sabe. Se a gente sabia, não precisava nem ir, tinha em casa já saber. A gente vai justamente pra descobrir”.

O tempo, ele planeja, é de que seja de pouca coisa mais de um ano para completar todo o trajeto, mas não dá para prever.

“O que vai acontecer, se vai dar certo, nada disso a gente pode dizer de antemão, gente vai seguindo e mais adiante a gente vai saber”.

Nasceu em 9 de janeiro de 1943 em Merefa, na Ucrânia, e ainda pequeno imigrou com os pais para o Brasil, onde foi radicado na Bahia, estado em que mora até hoje. Aleixo Belov da Marinha do Brasil o reconhecimento de ser recebido o primeiro navegador a dar uma volta ao mundo sozinho com veleiro de bandeira brasileira, o “Três Marias”. Ele conta essa história no livro “A Volta Ao Mundo Em Solitário”. O navegador já deu a volta ao mundo cinco vezes.

 

Fonte: G1 RN

Prefeito de Parnamirim e Secretário Rogério Santiago, assinam documento que autoriza a Regularização Fundiária

O Prefeito de Parnamirim junto ao secretário Rogério Santiago, esteve presente nesta terça-feira (15) no bairro Emaús, para assinatura da Certidão de Regularização Fundiária (CRF), que autoriza o procedimento de registros e a entrega dos títulos fundiários dos benefícios do Conjunto Dr. Zeca Passos.

“Em um outro momento, quando estas escrituras estiverem prontas, será realizada uma solenidade com todos os moradores para a entrega oficial desses documentos”, disse Rogério.

A regularização assegura o direito a moradia digna e a valorização dos imóveis através das escrituras.

Momento muito importante e histórico para a cidade trampolim.

BC informa viúvos e órfãos sobre saque de valores esquecidos

 

Entrada e fachada do Banco Central, em Brasília. | Sérgio Lima/Poder360 11.01.2022

Disponível desde o último domingo (13.fev.2022), a consulta a valores esquecidos em bancos e demais instituições financeiras pode ser feita facilmente pelos correntistas. Basta digitar o CPF ou o CNPJ e a data de nascimento para saber se existem saldos residuais a serem sacados.

No entanto, como fica no caso de o correntista ter morrido? Os viúvos e herdeiros terão direito a reaver os valores? Responsável pelo site que informa sobre valores a receber, o BC (Banco Central) informou que divulgará, nos próximos dias, os procedimentos a serem seguidos por terceiros legalmente autorizados que querem pedir o saque de valores. A orientação valerá para herdeiros, procuradores, tutores, curadores, inventariantes e responsáveis por menores não emancipados.

Conforme teste da reportagem da Agência Brasil, a 1ª etapa da consulta, em que o sistema informa se existem valores a receber, pode ser feita digitando o CPF do falecido.

A segunda etapa, em que a quantia disponível é revelada e se pode pedir o resgate, não pode ser executada. Isso porque essa etapa exigiria login prata ou ouro no Portal Gov.br, no nome do titular da conta.

As etapas no site do BC são apenas a primeira parte do desafio. O saque de contas de falecidos só pode ser feito por inventariante e com autorização da Justiça.

Caso o órfão ou o viúvo não tenha inventário pronto, é possível abrir o processo direto no cartório, sem a necessidade de ir à Justiça. Em tese, há uma segunda etapa mais complicada, que pode exigir autorização da Justiça.

O filho, irmão ou viúvo que quer ter acesso ao dinheiro precisará pedir um alvará na Justiça para obter as certidões de nascimento, de óbito e de casamento do parente falecido.

Os documentos precisam estar atualizados com a data do pedido de saque. O pedido de nova emissão só pode ser feito por meio de advogado ou de defensor público, com base nos artigos 666 e 725 do Código de Processo Civil.

As certidões atualizadas são necessárias para verificar o regime de casamento, se o viúvo era casado com comunhão parcial ou total de bens. Assim como na partilha tradicional de bens, o dinheiro seria repartido conforme o testamento do falecido. Na ausência de testamento, cada herdeiro ficaria com sua parcela, com o viúvo podendo ficar com a metade do valor, dependendo do regime de casamento.

O Banco Central pode adotar procedimentos simplificados para reaver o dinheiro. Essa possibilidade, no entanto, precisa estar em linha com a legislação, o que demanda tempo para a autoridade monetária analisar as opções, antes de tomar uma decisão.

Balanço parcial

Segundo o Banco Central, até as 12h de 2ª feira (14.fev.2022), cerca de 20 milhões de pessoas físicas e de empresas haviam consultado a nova plataforma. Diferentemente do sistema anterior, que ficava no ambiente Registrato (site que informa a relação entre correntistas e as instituições financeiras), o novo site exigirá a criação de uma conta nível prata ou ouro no Portal Gov.br para autorizar a retirada, caso tenha valores esquecidos.

Calendário

A consulta pode ser feita por qualquer cidadão ou empresa em qualquer horário. No entanto, caso o sistema informe recursos a receber, os usuários foram divididos em três grupos, baseados na data de nascimento ou na data de fundação da empresa.

Quem nasceu antes de 1968 ou abriu a empresa antes desse ano poderá conhecer o saldo residual e pedir o resgate entre 7 e 11 de março, no mesmo site. A própria página informará o horário e a data para pedir o saque. Caso o usuário perca o horário, haverá uma repescagem no sábado seguinte, em 12 de março, das 4h às 24h.

Para pessoas nascidas entre 1968 e 1983 ou empresas fundadas nesse período, o prazo será de 14 a 18 de março, com repescagem em 19 de março.

Quem nasceu a partir de 1984 ou abriu empresa nesse ano, a data vai de 21 a 25 de março, com repescagem em 26 de março. As repescagens também ocorrerão aos sábados no mesmo horário, das 4h às 24h.

Quem perder o sábado de repescagem poderá pedir o resgate a partir de 28 de março, independentemente da data de nascimento ou de criação da empresa.

O BC esclarece que o cidadão ou empresa que perderem os prazos não precisam se preocupar. O direito a receber os recursos são definitivos e continuarão guardados pelas instituições financeiras até o correntista pedir o saque.

Fonte: poder 360.

Recuperados de covid apresentam depressão e ansiedade, diz estudo

Em estudo feito com 425 pacientes que se recuperaram das formas moderada e grave da covid-19, pesquisadores da USP (Universidade de São Paulo) observaram uma alta prevalência de déficits cognitivos e transtornos psiquiátricos. As avaliações foram conduzidas no Hospital das Clínicas entre seis e nove meses após a alta hospitalar.

Mais da metade (51,1%) dos participantes relatou ter percebido declínio da memória após a infecção e outros 13,6% desenvolveram transtorno de estresse pós-traumático. O transtorno de ansiedade generalizada foi diagnosticado em 15,5% dos voluntários, sendo que em 8,14% deles o problema surgiu após a doença. Já o diagnóstico de depressão foi estabelecido para 8% dos pacientes – em 2,5% deles somente após a internação.

Os resultados completos da pesquisa, que contou com apoio da FAPESP, foram divulgados na revista General Hospital Psychiatry.

“Um dos principais achados é que nenhuma das alterações cognitivas ou psiquiátricas observadas nesses pacientes se correlaciona com a gravidade do quadro. Também não vimos associação com a conduta clínica adotada no período de hospitalização ou com fatores socioeconômicos, como perda de familiares ou prejuízos financeiros durante a pandemia de covid-19”, conta Rodolfo Damiano, médico residente do FM-USP (Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina) e primeiro autor do artigo.

O estudo integra um projeto mais amplo, coordenado pelo professor da FM-USP Geraldo Busatto Filho, no qual um grande grupo de pessoas atendidas no Hospital das Clínicas entre 2020 e 2021 vem sendo acompanhado por profissionais de diversas áreas, entre elas otorrinolaringologia, fisiatria e neurologia, a fim de avaliar eventuais sequelas deixadas pelo SARS-CoV-2.

“Durante meu doutorado, eu coordenei a avaliação neuropsiquiátrica, cujos resultados preliminares foram descritos neste artigo”,conta Damiano à Agência FAPESP. O trabalho foi orientado pelo professor da FM-USP Eurípedes Constantino Miguel Filho.

“Uma de nossas preocupações era entender se esse vírus e a doença por ele causada têm impacto no longo prazo, produzindo manifestações tardias no sistema nervoso central”, conta E. Miguel.

Para o pesquisador, o fato de não ter sido encontrada uma correlação clara entre a condição psiquiátrica e a magnitude da doença na fase aguda ou fatores psicossociais – incluindo os de natureza socioeconômica ou vivências traumáticas – corrobora a hipótese de que alterações tardias relacionadas à infecção pelo SARS-CoV-2 (como processos inflamatórios associados a alterações imunológicas, danos vasculares associados a coagulopatias ou a própria presença do vírus no cérebro) teriam papel na origem dos transtornos.

“A presença de manifestações clínicas, como perdas cognitivas, cefaleias, anosmia [perda do olfato] e outras alterações neurológicas nesses pacientes contribuem com evidências adicionais de que essas alterações psiquiátricas possam refletir a ação do SARS-CoV-2 no sistema central.”

Metodologia

Todos os participantes foram submetidos a uma bateria de testes cognitivos para avaliação de habilidades como memória, atenção, fluência verbal e orientação espaço-temporal.

“Observamos bastante perda cognitiva. Em um teste que mede a velocidade de processamento, por exemplo, os pacientes demoravam em média duas vezes mais do que o esperado para a idade [com base em valores médios descritos na literatura científica para a população brasileira]. E isso foi observado para todas as idades”, conta Damiano. “Além disso, mais da metade relatou, de forma subjetiva, um declínio na memória.”

Os voluntários também passaram por uma entrevista estruturada com um psiquiatra e responderam a questionários padronizados usados no diagnóstico de depressão, ansiedade e estresse pós-traumático.

Como descrevem os autores no artigo, a prevalência de “transtorno mental comum”(sintomas depressivos, estados de ansiedade, irritabilidade, fadiga, insônia, dificuldade de memória e concentração) no grupo estudado (32,2%) foi maior do que a relatada para a população geral brasileira (26,8%) em estudos epidemiológicos.

Nesses pacientes, a prevalência de transtorno de ansiedade generalizada (14,1%) foi consideravelmente maior do que a média dos brasileiros (9,9%). A prevalência de depressão encontrada (8%) também é superior à estimada para a população geral do país (entre 4% e 5%).

“Os pacientes que evoluem para a forma grave, em geral, são mais comprometidos clinicamente [por problemas cardíacos, renais, diabetes e outras comorbidades] e, consequentemente, já apresentam mais sintomas psiquiátricos. Isso foi considerado na análise. Mesmo corrigindo para esse fator, a prevalência observada no estudo foi muito alta”, afirma Damiano.

O agravamento de sintomas psiquiátricos após infecções agudas é algo comum e esperado, comenta o pesquisador. “Mas com nenhuma outra doença viral se observou tanta diferença e perdas cognitivas tão significativas como com a COVID-19. Uma das possíveis explicações é o próprio efeito do vírus no sistema nervoso central”, comenta. “Se essas perdas são recuperáveis é algo que ainda não sabemos.”

Próximos passos

Atualmente, o grupo da USP estuda amostras de sangue coletadas dos voluntários durante o período de internação. O objetivo é avaliar o perfil de citocinas (proteínas do sistema imune que regulam a resposta inflamatória) para descobrir se há correlação entre o grau de inflamação durante a fase aguda da COVID-19 e o desenvolvimento de sintomas neuropsiquiátricos.

Caso exista alguma correlação, o passo seguinte será investigar se drogas inibidoras de interleucinas [um dos tipos de citocina]podem ser usadas para prevenir o aparecimento ou o agravamento de sintomas psiquiátricos”, conta.

Para quem já foi afetado, Damiano indica vacinação e acompanhamento psiquiátrico. “Há evidências de que exercícios físicos ajudam a reverter alterações cognitivas associadas a doenças graves e também há treinos de reabilitação cognitiva que podem ser feitos com acompanhamento de um neuropsicólogo habilitado. Além disso, acredito que a prática de meditação pode ser benéfica.”

O artigo Post-COVID-19 psychiatric and cognitive morbidity: Preliminary findings from a Brazilian cohort study pode ser lido aqui.

 

*Com informações da Agência Fapesp

Fonte: poder 360.

Como o Brasil chegou ao atual cenário de fome?

 

É um problema mundial, agravado pelos impactos socioeconômicos da pandemia de covid-19: a fome aumentou no mundo. Mas, no Brasil, apontam números e especialistas, a situação é particularmente grave, com o aumento da pobreza e a diminuição da comida no prato sendo um fenômeno que começou bem antes da atual crise sanitária.

O Inquérito Nacional sobre Insegurança Alimentar no Contexto da Pandemia da Covid-19 no Brasil, desenvolvido pela REde Penssan (Rede Brasileira de Pesquisa em Soberania e Segurança Alimentar e Nutricional), divulgado em 2021, indicou que 55,2% dos lares brasileiros vivenciavam um cenário de insegurança alimentar — um aumento de 54% em relação a 2018, quando esse percentual era de 36,7%.

Ou seja: 116,8 milhões de brasileiros não têm acesso pleno e permanente a comida.

A ideia de segurança alimentar foi cunhada logo após a 1ª Guerra Mundial. Atualmente, classifica-se como insegurança alimentar leve quando há indisponibilidade de algum alimento básico; moderada quando a pouca disponibilidade ou variedade afeta o indivíduo do ponto de vista nutricional; e grave quando não é possível fazer nenhuma refeição durante um dia ou mais.

De acordo com o levantamento da Penssan, 9% da população brasileira — 19,1 milhões de habitantes — vivenciam essa situação mais grave.

Pandemia agravou o cenário

Para o economista Renato Maluf, professor na Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro e coordenador da Rede Penssan, “a pandemia de covid-19 agravou esse quadro, mas não é sua causa primeira”.

Ele pontua como início desse momento de retorno à fome e à insegurança alimentar a crise econômica iniciada 7 anos atrás e a crise política com o processo de impeachment do governo Dilma Rousseff. “Deles [desses 2 episódios] resultaram comprometimento do acesso aos alimentos em razão do desemprego crescente, precarização do trabalho, baixa remuneração, retirada de direitos sociais e o progressivo desmonte de políticas públicas”, enumera.

Um levantamento da Penssan a partir de dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) corrobora essa situação. Em 2013, 77,1% dos lares brasileiros estavam em situação de segurança alimentar — um recorde da série histórica. Em 2018, o percentual já havia caído para 63,3% — um recuo para patamar semelhante ao de 2004. E a curva segue em movimento descendente.

A nutricionista Sandra Chaves, professora na Universidade Federal da Bahia e vice-coordenadora da Penssan, afirma que “a pandemia revelou a fome que já se apresentava para parcelas significativas da população brasileira”.

Ela analisa que o fenômeno foi causado por “um conjunto de ações que anunciavam piora nas condições de vida dos brasileiros”. “Reforma trabalhista, piorando a empregabilidade, reduzindo direitos sociais vinculados ao trabalho, gerando desemprego e precarização do trabalho com redução de renda; paralisia de políticas sociais relevantes para o país”, cita a professora.

O economista Marcelo Neri, diretor do Centro de Políticas Sociais FGV Social, concorda que “a extrema pobreza baseada em renda aumentou em todos os anos [mais recentes]” e diz que “isto se deveu à grande recessão brasileira, aumento de desigualdade de renda do trabalho e enxugamento de programas sociais, tipo Bolsa Família”. “A pandemia é uma etapa nesse processo”, comenta.

Dados da FGV Social mostram que em 2019 11% dos brasileiros viviam em situação de pobreza — ou seja, com pouco mais de R$ 260 por mês. Este valor considera um salário mínimo dividido por 4,6 pessoas — o tamanho médio de famílias pobres brasileiras.

Em agosto de 2020, o chamado “auge do auxílio emergencial” por conta da pandemia, essa pobreza extrema havia caído para 4,8% da população. Dados mais recentes, de novembro de 2021, indicam um aumento para níveis superiores ao pré-pandemia: 13% dos brasileiros estão nesta situação de miséria.

Problema pior que no resto do mundo

De acordo com a ONU (Organização das Nações Unidas), a insegurança alimentar grave chegou a patamares perigosamente altos depois da pandemia de covid-19. Dados do Programa Mundial de Alimentos divulgados em novembro apontam que 45 milhões de pessoas estão passando fome em 43 países do mundo — em 2019, eram 27 milhões.

A ONU pede para que governos e sociedades civis se unam a fim de mitigar esse cenário, insistindo em uma meta antiga de que a fome seja erradicada do planeta até 2030.

Para o economista Neri, está claro que o aumento da fome no Brasil ocorre em níveis mais intensos do que em outros países. Ele atenta para o fato de que, segundo pesquisa elaborada pela FGV Social a partir de dados da Gallup World Poll, se 17% dos brasileiros declaravam não ter dinheiro para comprar comida em 2014, quando o Brasil saiu do chamado Mapa da Fome da ONU, o número atual é de 28%. O retorno do país ao rol da insegurança alimentar da ONU se deu em 2018.

De acordo com o levantamento da FGV Social, em 2014, o Brasil ocupava a 36ª posição em um ranking de insegurança alimentar com 145 países, e agora está na 80ª. Para Neri, essa queda do país no ranking é “inaceitável na chamada ‘fazenda do mundo”.

O fato de a produção de alimentos brasileira aumentar ao mesmo tempo que a comida falta no prato é um contrassenso que não escapa da análise do sociólogo Rogério Baptistini Mendes, professor na Universidade Presbiteriana Mackenzie.

A fome que voltou a infelicitar os brasileiros, a ponto de se tornar um problema de saúde pública, não é resultado da pandemia, mas de políticas deliberadas que inviabilizam a agricultura familiar e subordinam a produção do campo aos interesses do agronegócio”, explica ele.

Enquanto o desemprego explodia e a fome atingia pouco mais de 19 milhões de pessoas[segundo a rede Penssa], o PIB do agronegócio conheceu uma expansão recorde de 24,31% em 2020 [conforme dados da Confederação da Agricultura e Pecuária do Brasil e do Centro de Estudos Avançados em Economia Aplicada]”, compara o sociólogo.

Segundo Mendes, “não sofremos com falta de produção, mas com o abandono dos brasileiros”. “Não houve interesse por parte do governo em proteger os vulneráveis e combater a fome”, afirma.

Ele ressalta que o que ocorreu foi uma série de perdas de “proteções dos trabalhadores e dos humildes”. “Desregulamentações, ausência de políticas e de planejamento, defasagem na cobertura do Bolsa Família. Isso, somado ao desemprego crescente e a diminuição da renda, trouxeram ao cenário atual”, enumera.

Críticas ao Auxílio Brasil

Para os especialistas, a solução para esse problema passa por um conjunto de medidas — “políticas públicas que implicam em trabalho-renda-produção de alimentos-acesso aos alimentos”, define a nutricionista Chaves.

O Auxílio Brasil, programa recém-criado pelo governo federal, nesse sentido ajuda como algo emergencial. “Qualquer programa emergencial de transferência de renda pode ser um paliativo emergencial em momentos de crise como este em que vivemos”, ressalta Chaves “As famílias precisam ter alguma segurança de que poderão alimentar seus filhos neste momento difícil.

Neri define o programa como “simplista” porque “complexifica as condicionalidades do Bolsa Família”, “anda para trás na focalização e estabilidade” e “tropeça nos efeitos de longo prazo”.

Tenta ser um novo auxílio emergencial e ao mesmo tempo mudar a estrutura de benefícios. Gera muita confusão”, argumenta. “Pode funcionar eleitoralmente mas não leva em conta o tamanho nem o grau de pobreza da família. A política social perde foco e durabilidade e ‘ganha’ oportunismo eleitoral.

Maluf compara os auxílios criados durante a pandemia. “Tanto o auxílio emergencial quanto o Auxílio Brasil foram importantes pela transferência de renda, que amenizou a grave situação de milhões de famílias, porém foram mal desenhados e não tiveram a amplitude necessária”, contextualiza.

O auxílio emergencial teve seu valor aumentado pelo Congresso, a contragosto do governo, teve curta duração e foi interrompido por não ter previsão orçamentária suficiente”, prossegue ele.

O Auxílio Brasil pretende ser um programa sem o improviso do anterior, mas é igualmente mal desenhado, não pode ser considerado propriamente uma política social e não consegue disfarçar o propósito eleitoreiro ao substituir o programa exitoso, o Bolsa Família, por uma marca própria.

Fonte: Poder 360

Eu já estou com saudades. Por Kakay


O advogado criminalista Antonio Carlos de Almeida Castro, o Kakay, escreveu sobre a morte João Carlos di Genio, fundador do Objetivo e da Unip.

Confira abaixo:

“A reta é uma curva que não sonha.”
Manoel de Barros

Sentado aqui, no Cafe de Flore, em Paris, recebo a notícia da morte do meu amigo Di Genio. Figura rara. Brilhante. Amigo. Generoso. Tenho um caminhão de histórias de uma vida amorosa, juntos. Sempre com aquele ar irônico, aquele humor fino, aquela observação mordaz. Um homem que trafegava em todas as áreas com a mesma simplicidade e sinceridade. Mas sempre amigo e direto.

Era brilhante, passou em primeiro lugar em 2 vestibulares para medicina, se fez médico, mas optou por ser empresário. O nosso mestre Drauzio Varela, ao que me consta, ficou em segundo lugar no vestibular, no entanto, continuou em primeiro em longa parceria com o Di Genio.

Com ele e, principalmente, por influência dele, cantei em vários bares. Como ele era o rei da noite, eu cantei no Baretto, no Passatempo, e em vários outros lugares. Não era minha voz que me abria espaço, era a generosidade do Di Genio com todos os cantores da noite. E os rios de Petrus e Cristal que nos embalavam.

Mas principalmente a relação deles com os músicos. Mais de uma vez presenciei um músico em estado de abandono e ele, Di Genio, logo os acolhia em um plano de saúde. Sem dizer nada. Só acolhia. Como acolheu meu irmão em um momento difícil no hospital Oswaldo Cruz por 40 dias. Um coração chagásico. E sempre com aquela risada grudada ao rosto.

Fonte: DCM ONLINE 

Combustíveis: “importante é equilibrar e não sacrificar os estados”, diz Pacheco

O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD), afirmou nesta quinta-feira (10) que deve priorizar nas próximas semanas a tramitação dos projetos sobre combustíveis. Pacheco defende que haja um consenso junto aos governadores para que ocorra uma arrecadação justa, previsível e que não sacrifique o contribuinte.

Mais cedo, Pacheco argumentou que existem duas propostas em tramitação no Senadoque “podem estabelecer condições interessantes para fazer frente ao aumento dos combustíveis”.

“No princípio de autonomia federativa, o que o projeto propõe é uma substituição na forma de estabelecer a arrecadação tributária estadual. Ao invés de ser uma alíquota em termos percentuais, seria uma alíquota de valor absoluto sobre metro cúbico de combustível”, disse.

O presidente do Senado disse que o senador Jean Paul Prates (PT-RN) também está fazendo uma avaliação, em diálogo com os governadores para obter um parâmetro que seja “justo”.

“Importante é nós equilibrarmos e, de fato, não sacrificarmos os estados, mas, ao mesmo tempo, dar previsibilidade de arrecadação. Não é justo –com o aumento do preço do petróleo e com a eventual desvalorização do real– quando se tem o aumento do combustível, se ter um aumento exagerado de arrecadação. Acho que os próprios governadores não consideram isso razoável”, afirmou.

“Acho que vamos chegar, certamente, em um consenso para definir nesse aspecto de ICMS, um ponto de equilíbrio para poder ter uma arrecadação justa, previsível e que não sacrifique o contribuinte”, acrescentou Pacheco. O parlamentar afirmou que é importante ter o tema definido no Senado “antes mesmo do Carnaval”.

IMG_4962

Fonte: CNN

Petrobras bateu todas as metas de produção de 2021

A Petrobras anunciou na 4ª feira (9.fev.2022) ter batido todas as metas de produção estabelecidas para o ano de 2021. A estatal registrou vários recordes, entre os quais o resultado obtido na produção própria do pré-sal, com média anual de 1,95 milhão de barris de óleo equivalente –o equivalente a 70% da produção total da empresa.

Nossa produção no pré-sal vem crescendo rapidamente e o recorde registrado representa mais do que o dobro do volume que produzíamos nesta camada há 5 anos”, disse o diretor de Desenvolvimento da Produção, João Henrique Rittershaussen.

Em 23 de agosto do ano passado, teve início a produção do FPSO Carioca, 1ª plataforma no Campo de Sépia, no pré-sal da Bacia de Santos. No ano, foram interligados 3 novos poços produtores e, atualmente, a produção operada é superior a 130 mil barris de petróleo por dia.

A companhia registrou em 18 de julho de 2021 a alavancagem da P-70, no Campo de Atapu, em menos de 13 meses. Com isso, a plataforma atingiu, com 4 poços produtores, a produção operada de 161 mil barris de petróleo por dia, superando a capacidade nominal do projeto.

Foi batido também o recorde anual de aproveitamento de gás, com a marca de 97,2% do gás produzido. Segundo a Petrobras, esse recorde contribui de forma significativa para a redução das emissões e maior eficiência em carbono.

Búzios

Em 1º de setembro passado, houve a assinatura e o início da vigência do acordo de coparticipação do Campo de Búzios, que regula a coexistência do Contrato de Cessão Onerosa e do Contrato de Partilha de Produção do Excedente da Cessão Onerosa para o campo. A Petrobras passou a deter 90% dos direitos de exploração e produção dos volumes excedentes, excluída a parcela da Pré-Sal Petróleo (PPSA), e 92,666% dos volumes da jazida compartilhada.

Criada em 2013 e vinculada ao Ministério de Minas e Energia, a Pré-Sal Petróleo atua em 3 frentes: gestão dos contratos de partilha de produção, gestão da comercialização de petróleo e gás natural e representação da União nos acordos de unitização, ou individualização.

Em 17 de dezembro de 2021, a Petrobras adquiriu os direitos de exploração e produção dos volumes excedentes aos da Cessão Onerosa nos campos de Atapu e Sépia e exerceu seu direito de atuar como operadora, com 30% de participação no consórcio vencedor de Sépia. Para Atapu, o consórcio será integrado pela Petrobras como operadora, com 52,5% de participação.

Com o início da vigência do Regime de Partilha de Produção em Atapu e Sépia, previsto para maio de 2022, as participações da Petrobras nas jazidas compartilhadas, incluindo as parcelas do Contrato de Cessão Onerosa e dos Contratos de Concessão, e excluindo a parcela da PPSA, passarão a ser respectivamente da ordem de 65,69% para Atapu e 55,30% para Sépia.

Compromisso

Para o diretor de Exploração e Produção da companhia, Fernando Assumpção Borges, “o alcance desses resultados demonstra o compromisso da Petrobras com o cumprimento das suas metas e o foco em ativos em águas profundas e ultraprofundas, que têm demonstrado grande diferencial competitivo, produzindo óleo de baixo custo de extração e alta qualidade, com baixas emissões de gases de efeito estufa”.

A Petrobras teve ainda, em 2021, crescimento de 8,5% no volume de vendas de derivados em relação a 2020, com ênfase no aumento da comercialização de gasolina, diesel e querosene para aviação, devido, principalmente, ao forte impacto nas vendas causado pela pandemia, além da menor importação de gasolina e diesel por terceiros entre os períodos, resultando em aumento da participação da companhia no mercado.

Outro derivado que contribuiu para o incremento do volume de vendas total foi o óleo combustível, cujas vendas evoluíram em 2021 na comparação com o ano anterior, em razão da maior demanda para uso em térmicas.

A Petrobras bateu também o recorde anual de vendas e produção de diesel S-10 em 2021, que garante melhores resultados ambientais e econômicos para os usuários. O aumento nas vendas de diesel S-10 atingiu 34,7%, com expansão de 10% na produção.

Fonte poder 360.

Governo envia Força Nacional a terras indígenas no MT

O Ministério da Justiça e Segurança Pública determinou o envio da Força Nacional para duas terras indígenas no Mato Grosso, a Kawahiva do Rio Pardo e a Piripkura. A operação federal na região deve durar 90 dias, desta 5ª feria (10.fev.2022) a 10 de maio. Caso haja necessidade, o prazo poderá ser prorrogado.

A autorização para o uso da força foi publicada nesta 5ª feira (10.fev) no Diário Oficial da União. Eis a íntegra da portaria (432 KB).

O povo indígena Kawahiva é isolado, ou seja, não tem contato direto com a sociedade externa e vivem exclusivamente na floresta. Já o povo Piripkura é formado por indígenas em isolamento voluntário. As duas estão localizadas em Colniza (MT).

Os Kawahiva enfrentam ameaças de madeireiros, segundo a PF (Polícia Federal). Em agosto, agentes realizaram ação de repressão contra o desmatamento na região. Em novembro, o ministério enviou a Força Nacional pelo prazo de 30 dias para a área.

Já os Piripkura são alvos de garimpeiros. Pelo menos 8 cooperativas entraram em contato com a ANM (Agência Nacional de Mineração) para pedir direito de exploração do solo em 2021.

A terra indígena Piripkura não é demarcada. Assim, desde 2018 a Funai (Fundação Nacional do Índio) protege legalmente a área, para impedir invasões. A medida impõe a restrição de permanência, locomoção e entrada de pessoas estranhas em toda a área reservado aos Piripkura, com o objetivo de garantir a segurança dos indígenas.

A última renovação da proteção foi em setembro, por 6 meses. O prazo vence em 18 de março, caso a Funai não publique nova portaria.

Com permanência nas terras indígenas até maio, a Força Nacional deverá prestar apoio a Funai. A atuação tem como objetivo a “preservação da ordem pública” e da “incolumidade das pessoas e do patrimônio”, segundo o Ministério da Justiça.

Fonte poder 360.