Bolsonaro homenageia general Newton Cruz

 

O presidente Jair Bolsonaro enviou uma coroa de flores com os dizeres “tributo à democracia” para o velório do general Newton Cruz, que ocorreu neste domingo no Rio de Janeiro.

Chefe do Serviço Nacional de Informação (SNI) durante a ditadura militar, Newton Cruz (foto) morreu na sexta-feira (15), aos 97 anos, por causas naturais.

Segundo o Metrópoles, o presidente também ligou o neto do general para expressar as condolências.

Newton Cruz chefiou o SNI entre 1977 e 1983 e foi acusado de envolvimento no atentado malogrado do Riocentro, em abril de 1981.

Fonte: o antagonista

Queiroga anuncia fim da emergência da covid no país

 

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, anunciou neste domingo (17.abr.2022), em pronunciamento em rede nacional, o fim da Espin(Emergência em Saúde Pública de Importância Nacional) da covid-19.

A mudança pode fazer com que normas atreladas à vigência da Espin percam a validade. Isso pode afetar de autorizações emergências concedidas e vacinas e remédios contra a covid-19, como a CoronaVac e Janssen, e até compras públicas.

Assista ao pronunciamento de Marcelo Queiroga (3min50s):

 

Em seu pronunciamento, o ministro não deu detalhes sobre como ficam as medidas atreladas à Espin. Queiroga afirmou que um ato normativo deverá ser editado nos “próximos dias”, regulamentando a decisão.

“Graças à melhora do cenário epidemiológico, à ampla cobertura vacinal da população, e à capacidade de assistência do SUS, temos hoje condições de anunciar o fim da Emergência de Saúde Pública de Importância Nacional, a Espin”,declarou o ministro.

Queiroga disse que a medida não significa o fim da covid-19. “Continuaremos a conviver com o vírus. O Ministério da Saúde permanece vigilante e preparado para adotar todas as ações necessárias para garantir a saúde os brasileiros, em total respeito à Constituição Federal”. 

Durante o pronunciamento, o ministro exaltou o trabalho do governo federal na pandemia. Disse que houve o fortalecimento do SUS (Sistema Único de Saúde).

“Agradeço aos médicos que, com a autonomia defendida pelo Governo Federal, utilizaram o melhor da ciência em favor dos pacientes, bem como a todos os profissionais da saúde, que incansavelmente, lutaram contra essa doença”. 

Histórico

Em 7 de abril, o presidente Jair Bolsonaro (PL) disse que o governo deveria rebaixar o status de pandemia de covid-19 para uma endemia “nos próximos dias”.

Na verdade, quem designou a doença provocada pelo coronavírus uma pandemia foi a OMS, em 11 de março de 2020. Esse status continua. O que o governo fez foi retirar o estado de emergência por conta do espalhamento da doença decretado em 4 de fevereiro de 2020.

Em 1º de abril, o governo publicou portaria que desobrigou o uso de máscaras de proteção contra a covid-19 nos Estados.

Em entrevista ao Poder360, em 31 de março de 2022, o diretor-presidente da Anvisa, Antonio Barra Torres, declarou que a agência sanitária estava trabalhando para que vacinas e remédios aprovados contra a covid-19, mas em caráter emergencial, continuem sendo usados.

Segundo as leis aprovadas durante a pandemia, o uso emergencial de vacinas e de remédios contra a covid-19 tem duração enquanto valer a emergência em saúde pública de importância nacional decorrente do coronavírus.

Barra Torres afirmou que a pandemia é uma situação inédita em que os órgãos públicos não devem ter uma “interpretação fria” da legislação. “Nós temos que ver que tem vidas que precisamos preservar”.

Queiroga disse, em 30 de março, que tem a “caneta BIC” para determinar o fim da pandemia da covid-19, mas que deve usá-la de maneira “apropriada”.

“É verdade que eu tenho a caneta BIC, que o presidente Bolsonaro me deu, mas eu tenho que usar essa caneta de maneira apropriada”, disse. A declaração foi dada durante o lançamento do Plano de Integridade para 2022-2023 do ministério.

Em entrevista ao Poder360 em 24 de março, o presidente do Conass(Conselho Nacional dos Secretários de Saúde), Nésio Fernandes, disse que o fim do estado de emergência trará dificuldades para a aquisição de vacinas e medicamentos. Também afirmou que poderá colocar obstáculos para que uma série de medidas mais rápidas sejam tomadas pelos Estados contra a pandemia. Se isso for feito, diz, a agilidade da resposta a uma eventual nova onda da pandemia fica comprometida.

Ele defende que o ministério da Saúde deve esperar uma estabilização de ao menos 60 dias nos índices da covid, como taxas de mortalidade e de incidência, além de um plano de transição.

“Neste momento não estão postas as condições para isso [levantar o estado de emergência][A medida] comunica uma percepção para a população de que a pandemia está superada, e isso não procede”, diz Fernandes, que é médico sanitarista e secretário da Saúde do Espírito Santo.

Eleito em 23 de março para comandar o Conass, Fernandes citou como prioridades do conselho neste ano a “construção de consensos” para a superação do estado de emergência.

“Esse debate deve levar praticamente todo o 1º semestre, tanto na definição dos critérios necessários a serem alcançados para levantar estado emergência como para construir uma agenda de um plano nacional de retomada do sistema de saúde e também das atividades sociais e econômicas. Teremos muitas adequações normativas em diversas atividades sociais e econômicas”. 

Fonte: Poder 360

Sem Moro, Bolsonaro herda 62% dos votos que teve em 2018

Pesquisa PoderData realizada de 10 a 12 de abril mostra que 62% dos eleitores de Jair Bolsonaro (PL) em 2018 têm intenção de repetir seu voto no pleito de 2022.

O percentual saltou 15 pontos percentuais em 1 mês, indicando que a saída do ex-ministro Sergio Moro(União Brasil) da corrida presidencial abasteceu a intenção de voto no presidente.

Em seguida está Lula (PT), com 17% do voto bolsonarista das últimas eleições, redução de 3 p.p. ante o levantamento anterior, uma variação dentro da margem de erro.

PODERDATA

O conteúdo do PoderData pode ser lido nas redes sociais, onde são compartilhados os infográficos e as notícias. Siga os perfis da divisão de pesquisas do Poder360 no Twitter, no Facebook, no Instagram e no LinkedIn.

METODOLOGIA

A pesquisa PoderData foi realizada de 10 a 12 de abril de 2022. Foram entrevistadas 3.000 pessoas com 16 anos de idade ou mais em 322 municípios nas 27 unidades da Federação. Foi aplicada uma ponderação paramétrica para compensar desproporcionalidades nas variáveis de sexo, idade, grau de instrução, região e renda. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. As entrevistas foram realizadas por telefone (para linhas fixas e de celulares), por meio do sistema URA (Unidade de Resposta Audível), em que o entrevistado ouve perguntas gravadas e responde por meio do teclado do aparelho. O intervalo de confiança do estudo é de 95%.

Para facilitar a leitura, os resultados da pesquisa foram arredondados. Devido a esse processo é possível que o somatório de algum dos resultados para algumas questões seja diferente de 100. Diferenças entre as frequências totais e os percentuais em tabelas de cruzamento de variáveis podem acontecer devido a ocorrências de não resposta. Este estudo foi realizado com recursos próprios do PoderData, empresa de pesquisas que faz parte do grupo de mídia Poder360 Jornalismo. A pesquisa está registrada no TSE sob o número BR-00368/2022.

AGREGADOR DE PESQUISAS

O Poder360 mantém acervo com milhares de levantamentos com metodologias conhecidas e sobre os quais foi possível verificar a origem das informações. Há estudos realizados desde as eleições municipais de 2000. Trata-se do maior e mais longevo levantamento de pesquisas eleitorais disponível na internet brasileira.

O banco de dados é interativo e permite acompanhar a evolução de cada candidato. Acesse clicando aqui.

As informações de pesquisa começaram a ser compiladas pelo jornalista Fernando Rodrigues, diretor de Redação do Poder360, em seu website, no ano 2000. Para acessar a página antiga com os levantamentos, clique aqui.

Fontr: Poder 360

Sextoooou. Há judas em Parnamirim?

A malhação de Judas ou a queima de Judas é uma tradição vigente em diversas comunidades católicas e ortodoxas, foi introduzida na América Latina pelos espanhóis e portugueses. Esse rito tradicional é realizado em diversos outros países, sempre no Sábado de Aleluia, simbolizando a morte de Judas Iscariotes, o traidor de Jesus. Aqui, em Parnamirim, todos os anos, um personagem é escolhido para simbolizar o Judas. Nesse período, a população identifica uma pessoa com ações de traição semelhante a Judas, seja na política ou na vida real, depois de escolhido, em praça pública, ‘senta-se o malho no Judas”. Este ano, quem será o Judas de Parnamirim? Será um homem ou uma mulher? Os detalhes desse episódio serão apresentados no sábado de aleluia, acompanhem essa série!

 

União Brasil costura apoio a Jair Bolsonaro

 

Acordo que garantiu comando da CCJ à União Brasil pode abranger presidência da Câmara em 2023, Petrobras e apoio a Bolsonaro no segundo turno.

Elmar Nascimento disse a O Antagonista que Luciano Bivar, caso não seja aceito como cabeça de chapa do centro democrático, poderá lançar uma chapa “puro sangue”, tendo possivelmente Sergio Moro como vice.

Trata-se de uma tentativa de desviar a atenção do público para a negociação fechada com Arthur Lira para a União comandar a CCJ, comissão mais cobiçada da Câmara, além das importantes comissões de Educação e Minas e Energia.

O acordo com Lira pode ser mais amplo e mais ambicioso, envolvendo a presidência da Câmara a partir de 2023 e o controle da Petrobras, passando pelo apoio a Jair Bolsonaro no segundo turno.

No ano passado, logo depois de Moro se filiar ao Podemos, Renata Abreu passou a considerar em conversas internas uma aliança com a União, tendo Bivar como vice. Júnior Bozzella defendia a ideia, que parecia fora do tom, ressaltando a capacidade de articulação do cacique.

Bivar é, de fato, bastante articulado.

Fonte:  O Antagonista

Prisioneiros da vergonha

 

A frase atribuída a Dostoiévski expressa uma verdade crua, “é possível julgar o grau de civilização de uma sociedade visitando suas prisões”. Segundo os entendidos, a citação não é dele, mas o grande autor de Crime e Castigo e Recordação da Casa dos Mortos bem poderia ter feito tal constatação.

Um povo que despreza os seus prisioneiros e os mantém em situação de barbárie não pode ser chamado de civilizado. O cidadão que, desafortunadamente, é condenado ao cárcere perde a liberdade, mas ainda mantém o direito à dignidade e todos os demais que lhe são inerentes. Se o Estado não consegue manter os seus aprisionados, que estão sob sua responsabilidade, com o exercício rigoroso dos direitos e garantias constitucionais, é porque faliu.

O Supremo Tribunal Federal, em sessão plenária iniciada no dia 27.08.2015, fez um dos julgamentos mais importantes, simbolicamente, da sua história: o relator da ADPF 347, Ministro Marco Aurélio, considerou o estado de coisas inconstitucional e condenou o Estado brasileiro pela miserabilidade do sistema penitenciário. Uma decisão que engrandeceu o país aos olhos das nações civilizadas, mas que, infelizmente, não teve nenhum efeito prático nas masmorras medievais que são as prisões no Brasil.

Inclusive, apoiados, entre outros argumentos, na tese vitoriosa na Corte Suprema, fomos compelidos, em um processo que advogamos no exterior, a bater às portas do Tribunal Europeu de Direitos Humanos, em Strasbourg, na França, para impedir a extradição de um nacional brasileiro, alegando a afronta aos direitos mínimos a que seria submetido o cidadão se viesse cumprir pena nos presídios brasileiros. E a liminar foi concedida. Imagine o constrangimento de expor, nos foros internacionais, o horror macabro das prisões em solo pátrio.

Quando ajuizamos a Ação Direta de Constitucionalidade 43, buscando manter o direito constitucional da presunção de inocência, não o fizemos, como erradamente se apregoou, para beneficiar o ex-presidente Lula. Na verdade, à época, Lula não era sequer condenado. Fizemos pelo inconformismo da tétrica situação de verdadeira calamidade dos presídios e cadeias do Brasil: somos o 3º país do mundo em número de presos, 800 mil, sendo 1/4 deles sem culpa formada. O Lula se beneficiou e se livrou solto, mas o que nos embalou foram os milhares de “Silvas” que vivem amontoados como animais em situação lamentável.

Nesta semana, a grande mídia deu destaque aos “privilégios” do ex-governador Sérgio Cabral, preso em 17.11.2016, porque encontraram um isolamento térmico de isopor no teto de sua cela para tentar fugir do calor carioca de mais de 40 graus. As matérias deveriam ser no sentido de denunciar as autoridades que mantêm os prisioneiros em situações, muitas vezes, piores do que os escravos nos tempos da escravidão.

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A verdade é que mais de 60% da população carcerária é negra e desassistida. São os invisíveis da sociedade. Os responsáveis por esse estado de coisas preferem não ver que estão cometendo barbáries diárias e que se bestializaram.

Faço essas divagações em um momento em que o país está brutalmente dividido numa eleição presidencial. De um lado, a proposta fascista que visa exterminar todos os direitos dos trabalhadores e dos cidadãos e, claro, com um solene desprezo aos aprisionados. O que me inquieta é que o lado progressista foge do tema incômodo. Como se a busca por um mundo mais justo e solidário não passasse por uma completa modificação no nosso sistema prisional.

Um pensamento atribuído a Gandhi, e que também não é dele, serve para reflexão: “a verdadeira medida de qualquer sociedade pode ser encontrada em como ela trata seus membros mais vulneráveis”.

Só mesmo nos recorrendo a frases de autoria desconhecida é que a realidade hipócrita, na qual ninguém assume suas responsabilidades, pode ser exposta, para nos fazer pensar e, talvez, ter vergonha dos tempos que vivemos.

Chega a doer ler Mia Couto, no poema Versos do Prisioneiro (1):
“Deixei de rezar.
Nas paredes rabiscadas de obscenidades
nenhum santo me escuta.
Deus vive só
e eu sou o único
que toca a sua infinita lágrima.
Deixei de rezar.
Deus está numa outra prisão.”

Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

Fonte: último segundo

Absurdo: diretora de escola coloca aluno de castigo na calçada em João Câmara

Uma imagem tem viralizado nas redes sociais. Uma criança aparece de cabeça baixa do lado de fora de uma grade de uma escola em João Câmara.

O fato aconteceu na Escola Municipal Francisco Leite. O menino, do quinto ano, é conhecido por seu histórico de indisciplina, o que não justifica a atitude da gestora que colocou a criança de “castigo” do lado de fora da instituição. Ele foi impedido de participar das comemorações da Páscoa.

A Secretaria Municipal de Educação de João Câmara emitiu uma nota dizendo que não compactua com a violência e o constrangimento sofridos pela criança e que irá apurar o ocorrido.

Fonte: Juliana celli

Procuradoria Eleitoral apresenta notícia-crime contra Moro por mudança de domicílio para SP

 

O ex-juiz Sergio Moro, bem como sua esposa, a advogada Rosangela Wolf Moro, estão na mira da Procuradoria Regional Eleitoral de São Paulo (PRE-SP), que enviou ao Ministério Público Eleitoral (MPE) do estado uma notícia-crime contra ambos por conta da mudança de domicílio que declararam para disputarem as eleições.

Recém-filiados ao União Brasil para disputarem uma vaga na Câmara dos Deputados ou no Senado, Moro e Rosângela são paranaenses e sempre viveram no estado, mas declararam à Justiça Eleitoral mudança de domicílio para São Paulo com o objetivo de disputarem o pleito pelo estado. O casal cadastrou junto à Justiça o endereço de um hotel na capital paulista.

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A legislação eleitoral exige que, para um candidato declarar novo domicílio eleitoral, ele deve morar no local há pelo menos três meses e comprovar vínculo com o estado em questão.

A Procuradoria Eleitoral, no entanto, afirma que Moro e Rosangela, ao mudarem o domicílio eleitoral para São Paulo sem comprovar vínculo com o estado, cometem crime tipificado no código 289 do Código Eleitoral, que trata de “inscrever-se fraudulentamente eleitor”.

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A notícia-crime enviada pela Procuradoria ao MPE veio a partir de uma denúncia protocolada pela empresária e ativista social Roberta Luchsinger, que apontou “oportunismo” do casal.

“Moro não tem palavra, Moro não tem hábito de falar a verdade. Ele e sua esposa acham q estão acima da lei, mas não estão. Estou lutando muito para impedir que eles mais uma vez estuprem a lei”, escreveu Roberta, em suas redes sociais, nesta quarta-feira (13).

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Hub

A defesa de Moro vem afirmando que ele estabeleceu vínculos políticos com São Paulo desde o ano passado, quando começou sua articulação para a eleição de 2022 e que, por isso, mudou seu domicílio eleitoral para o estado, usando o endereço de um hotel.

“Filiando-se ao Podemos em novembro de 2021, Moro estabelece São Paulo como sua base política. Passa a residir na capital paulista, no Hotel Intercontinental, cumprindo agendas semanais em São Paulo e, valendo-se da cidade como seu hub. Chegadas e partidas, das viagens nacionais e internacionais, sempre da capital”, disse a defesa.

Hub é uma expressão usada na aviação para designar um aeroporto ou local estratégico que se sobressai como origem ou destino de grande número de voos ou de rotas.

Fonte: Brasil de fato

Pesquisa ISTOÉ/Sensus revela que, se a eleição fosse hoje, Bolsonaro não seria reeleito

 

A segunda pesquisa ISTOÉ/Sensus, que ouviu 2.000 eleitores no período de 8 a 11 de abril, já sem o ex-juiz Sergio Moro como candidato, constatou que Jair Bolsonaro (PL) não conseguiria se reeleger, mesmo que fosse para o segundo turno, em razão de sua alta rejeição (53,9%) e da desaprovação recorde de seu governo: 59% dos eleitores consideram ruim sua gestão. Segundo o levantamento, o mandatário é o mais rejeitado entre os 11 pré-candidatos que já se apresentaram até aqui para a disputa. Lula, o líder da pesquisa, tem uma rejeição de 37,9%. De acordo com o cientista político Ricardo Guedes, presidente do Instituto Sensus, nenhum candidato com uma rejeição tão alta como a do ex-capitão consegue se eleger na segunda rodada da votação. Acrescente-se a isso o fato de Bolsonaro também ter uma péssima avaliação no governo. Apenas 27,7% consideram a administração ótima ou boa, enquanto 44,8% julgam-na ruim ou péssima. “Abaixo de uma avaliação positiva de 40%, o desempenho de um candidato torna sua candidatura inviável”, diz Guedes, explicando que a margem de erro é de 2,2% para mais ou para menos. Os pesquisadores estiveram em 108 municípios de 24 estados e o levantamento está registrado no TSE sob número 01631/2022.

A vantagem petista

Em termos de posicionamento dos candidatos mais bem avaliados pelos eleitores, a pesquisa ISTOÉ/Sensus não difere muito das demais divulgadas até agora por outros veículos de comunicação, mas, faltando seis meses para o pleito, muita coisa ainda deve mudar, especialmente depois de 18 de maio, quando os partidos da terceira via (PSDB, MDB, União Brasil e Cidadania) devem apresentar um candidato único para enfrentar os dois líderes da corrida presidencial. Conforme o levantamento, Lula lidera a disputa com 43,3%, seguido por Bolsonaro, com 28,8%, por Ciro Gomes (PDT) com 6,3%, e por João Doria (PSDB) com 2,6% das intenções de votos. Em quinto, surpreendentemente, está o deputado André Janones (Avante), do baixo clero, com 2%. Depois vêm Vera Lucia (PSTU), com 1,1% e a senadora Simone Tebet (MDB), com 0,8%. De acordo com Guedes, esses números dão ao petista a marca de 50,8% dos votos válidos, tirando-se da conta os 7,8% dos votos brancos/nulos e 7,1% dos que disseram não saber ou não responderam em quem pretendem votar. “Com o atual quadro, Lula poderia ser eleito no primeiro turno se a eleição fosse hoje”, cravou o presidente do Instituto Sensus.

A vantagem do petista se espalha também nos cenários de segundo turno. Lula venceria todos os seus oponentes. Bolsonaro estaria em empate técnico, dentro da margem de erro com Ciro Gomes e João Doria. O ex-presidente também é o preferido pelos eleitores para vencer a eleição, mesmo entre os que não votarão nele. A pesquisa apontou que 52,7% dos entrevistados dizem acreditar que ele será eleito presidente, enquanto apenas 31,2% acham que Bolsonaro deve ser reeleito. Os candidatos da terceira via ainda não aparecem com destaque, mas está evidente que há um bom espaço para crescimento. Segundo a pesquisa, 30,9% admitem que podem vir a votar em um dos representantes dos partidos alternativos à polarização. Por ora, 57,3% dos eleitores dizem que já definiram em quem votarão, embora 22% afirmem que ainda não definiram o voto e outros 17,5% tenham dito apenas ter preferências em quem votarão, sem uma definição sobre qual tecla apertarão na urna eletrônica em outubro.

Nos cruzamentos de dados, Lula lidera nas regiões Norte, Nordeste, Centro-Oeste e Sudeste, enquanto Bolsonaro lidera somente no Sul. Lula tem mais votos femininos do que masculinos e Bolsonaro mais masculinos do que femininos. O petista lidera ainda entre todas as idades e é o preferido entre a população de renda mais baixa. Já Bolsonaro tem vantagem na população com escolaridade e renda mais altas. O que dá para entender por que Lula disse recentemente que a elite brasileira é “escravista” e a classe média ostentadora.

A vida piorou

As dificuldades de Bolsonaro se expressam também na economia, onde os eleitores consultados pelo Sensus mostram que a política econômica é desastrada. De acordo com os eleitores consultados, 59,8% consideram que o País está no rumo errado, enquanto somente 25,9% consideram que o País está no rumo certo. Nos últimos quatro anos, segundo a pesquisa, a qualidade de vida piorou para 49,1% das pessoas e melhorou para 29,6%. Para 20,6%, a vida está igual.

Se a eleição fosse hoje, Bolsonaro não seria reeleito, em função de sua alta rejeição (53,9%) e de sua enorme reprovação no governo

A inflação, contudo, tem castigado a população e afetando a vida de 87,9% das pessoas, sobretudo as mais pobres. Apenas 9,6% acham que a inflação não os está afetando e 1,7% consideram que a situação está mais ou menos ruim. Os constantes aumentos do preço da gasolina, o grande vilão da inflação e da carestia que está levando muitas famílias à desestruturação, são atribuídos ao governo federal por 31,8%, aos governadores por 19,5%, e à Petrobras por 18,1%. Mais uma vez, percebe-se que o calcanhar de Aquiles desta campanha eleitoral será a economia. E, nesse campo, Bolsonaro deve perder de lavada. Tanto os candidatos de centro, quanto Lula, devem concentrar suas baterias nesses temas.

Embora os problemas econômicos ganhem destaque na pesquisa (o desemprego é o segundo item de preocupação de 14,5% da população e a inflação é o terceiro, com 11,3%), a saúde ainda é o principal problema do País para 40,7% dos eleitores. Isso acontece certamente pelos reflexos da maior pandemia já vivida pela humanidade. Apesar dos números de casos e de mortes por Covid-19 terem sofrido uma queda brutal, os eleitores certamente serão lembrados na campanha que Bolsonaro foi negligente em relação à doença e mostrou-se refratário a dar início à vacinação. Nesse ponto, o ex-governador de São Paulo, João Doria, tem espaço para crescer, pois ele é considerado “o pai da vacina”, por ter produzido a Coronavac no Instituto Butantan, vindo a tornar-se o primeiro imunizante aplicado no País.

A educação, com 10,3%, e a corrupção, também com 10,3%, são outros setores que preocupam a população. E de acordo com a percepção dos eleitores, a corrupção aumentou 41,6% durante o governo Bolsonaro, enquanto 36,3% entendem que a corrupção diminuiu no atual governo. Para 14,5%, a corrupção está igual e não sabem ou não responderam com 7,7%.

Para 41,6% dos eleitores, a corrupção aumentou durante o governo de Jair Bolsonaro, que também é culpado pela alta da gasolina

Apesar dos eleitores estarem optando até aqui pela polarização entre Lula e Bolsonaro, os dois também são lembrados como os maiores responsáveis pela radicalização do País. De acordo com a pesquisa, Bolsonaro é apontado por 41,1% das pessoas como o principal responsável pela radicalização, enquanto o PT é responsabilizado por 28,4%. Outros 11,3% consideram que ambos têm culpa e só 2,4% acreditam que a radicalização vem de outros atores da política nacional. Por isso mesmo, 62,8% consideram que a pacificação do País é imprescindível. Já para 17,5% dos eleitores, a pacificação não é imprescindível, 14,1% não souberam responder e outros 5,6% consideraram mais ou menos imprescindível. O eleitor brasileiro, como se vê, quer tudo, menos Bolsonaro.

Fonte: istoé

Miss Parnamirim 2022. Inscrições abertas para o maior show de beleza da cidade

O tradicional evento de beleza Miss Parnamirim, que acontece há 26 anos sob o comando do Jornalista e promoter, Rannier Lira está com inscrições abertas para a edição 2022. O evento, que ficou suspenso durante dois anos por causa da pandemia do Coronavírus, está programado para acontecer no Boulevard em Nova Parnamirim.

Para participar é necessário ter de 18 a 27 anos de idade e uma altura limite a partir de 1.65. As candidatas não podem ser casadas, separadas e nem ter filhos, requisito oficial exigido pelo Miss Universo.

A premiação para primeira colocada é de mais de R$ 5 mil em prêmios, além de poder representar a Cidade no Miss RN. Parnamirim já elegeu quatro misses RN e tem faixa de peso nos concursos estaduais com candidatas bem preparadas.

Segundo Rannier Lira, organizador do evento, será a primeira vez que o concurso irá acontecer em Nova Parnamirim. “Esperamos um grande público no evento, que promete vir com uma produção inovadora, característica dos nossos eventos”, destacou Rannier.

Para se inscrever é fácil, basta enviar suas informações com endereço, idade, uma foto de rosto, altura e peso para o whatsapp no número 84 98726- 3596.

Parnamirim promove terceira Conferência de Promoção da Igualdade Racial

 

A Prefeitura de Parnamirim, por intermédio da Secretaria Municipal de Assistência Social (Semas), promoveu nesta quarta-feira (13), a terceira Conferência Municipal de Promoção da Igualdade Racial (Comupir) na Associação de Moradores da Cohabinal.

O evento teve como objetivo alavancar o processo de mobilização da sociedade civil e das gestões com o intuito de avaliar e propor políticas de promoção da igualdade racial que venham a atender a comunidade quilombola, negra, indígena, cigana e aqueles de origem africana ou afro-ameríndia.

Entre os discursos promovidos pela conferência, Alda Lêda, secretária de Assistência Social, mencionou o desejo em promover o avanço nas políticas de igualdade étnica de forma que todos possam encontrar oportunidades em todos os espaços, independente da raça, cor ou religião.

Giselma Omilê, Coordenadora Estadual de Políticas de Promoção da Igualdade Racial também mencionou em seu discurso um problema que já chegou na terceira etapa municipal, os enfrentamentos aos atos de intolerância religiosa, tema esse que, de acordo com ela, é originado da sociedade e deve ser discutido em busca de uma intervenção tanto estadual como municipal.

Giselma também destacou o avanço de Parnamirim, que provou colocar o tema como uma das prioridades do município ao completar 3 conferências, trazendo maneiras de promover políticas públicas para tais comunidades.

Já o secretário nacional de política de promoção da igualdade racial, Paulo Roberto, prestigiou o evento com um discurso que demonstrou o seu interesse em contribuir com os projetos do município em prol da igualdade racial e o combate da intolerância religiosa.

 

Texto: Hanna Araújo

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim

Homenagem à Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária – SEHARF

 

Na tarde desta quarta-feira (13), o Secretário Rogério Santiago e sua equipe da Secretaria de Habitação e Regularização Fundiária, receberam a ilustre visita do Presidente da Câmara de Parnamirim, Wolney França, e os vereadores da 16a Legislatura para uma solenidade de Moção de Aplausos, onde é reconhecido todo trabalho e desempenho desenvolvido pela Secretaria para a realização de sonhos das famílias parnamirinenses.

 

 

Furtos e roubos de veículos têm redução de 50% no RN

A Secretaria da Segurança Pública e da Defesa Social do Rio Grande do Norte (SESED) registrou uma redução de 50% no total de furtos e roubos de veículos. A queda é referente ao primeiro trimestre deste ano, comparado com igual período de 2020.

Com base nos dados fornecidos pelas forças de segurança e consolidados pela Coordenadoria de Informações Estatísticas e Análises Criminais da SESED, de 1º de janeiro a 31 de março de 2022, foram registrados 990 crimes de roubos ou furtos de veículos. No comparativo com o mesmo período de 2020, foram registrados 1.969 crimes, o que representa redução de 50,07%. Em relação ao primeiro trimestre de 2021, quando 1.139 registros de roubos e furtos foram feitos, a diminuição foi de 13%.

*Veículos recuperados*

Do total de 990 veículos roubados ou furtados em 2022, o trabalho das forças de segurança conseguiu recuperar 569 veículos (57%). Em 2021, da quantidade de 1.139 veículos com queixa de roubo ou furto, 836 veículos foram recuperados (73%). Para o ano de 2020, de 1.969 veículos, 781 veículos foram recuperados (40%).

Em consideração a estatística do ano inteiro, em 2021 foram registrados 5.009 roubos ou furtos de veículos no Rio Grande do Norte. Redução de 18% em relação ao período anual de 2020, quando esses crimes foram registrados em 6.167 ocasiões.

Quanto aos índices de recuperação, nas ocorrências de 2021, a SESED registrou o reencontro de 3.095 (62%) veículos. Do total de 2020, 3.228 veículos foram recuperados (52%).

“Os números são resultado de um trabalho eficaz realizado pelos agentes de segurança pública, dia e noite, em todo o Estado. A diminuição das ocorrências também tem relação direta com a integração entre as operações ostensivas, realizadas pela Polícia Militar, e as operações investigativas, realizadas pela Polícia Civil”, disse o coronel Araújo, titular da SESED.

 

12 Estados têm mais pessoas com Auxílio Brasil do que emprego

 

O número de beneficiários do programa Auxílio Brasil é maior que o de empregos com carteira assinada (o que exclui setor público) em 12 das 27 Unidades da Federação.

Os dados consideram os 41 milhões de trabalhadores formais que têm a carteira de trabalho assinada. Há, no entanto, um contigente grande de trabalhadores informais e/ou sem carteira assinada.

Um estudo recente do FGV Ibre mostra que o número de pessoas que trabalham por conta própria (portanto, sem carteira) chegou a 25,9 milhões no 4º trimestre de 2021.

O levantamento do Poder360 com dados de fevereiro de 2022 (os mais recentes até agora para o emprego) mostra que todos os Estados onde o número de beneficiários do Auxílio Brasil supera o de empregados com carteira estão nas regiões Norte e Nordeste.

O Rio Grande do Norte é o único nordestino que registra mais empregos formais com carteira do que beneficiários do Auxílio Brasil –mas a diferença é mínima: 437.717 potiguares recebem o benefício e há 438.871 empregos com carteira assinada no Estado.

O Nordeste é a região onde Bolsonaro tem o pior desempenho nas pesquisas de intenção de votos. A região também deve ser a mais beneficiada por outras medidas do Renda e Oportunidade, pacote social de R$ 165 bilhões que o governo lançou neste ano.

+ BENEFÍCIOS

Antes da pandemia, eram 8 Estados com mais benefícios do que empregos formais. O número subiu para 10 Unidades da Federação em 2020 e, com o novo Auxílio Brasil, foi a 12.

Ao considerar o Brasil inteiro, houve aumento na proporção de benefícios em relação ao emprego formal. Em fevereiro de 2022, eram 18 milhões de beneficiários do Bolsa Família e 41 milhões de empregados com carteira de trabalho.

O número de benefícios do Auxílio Brasil chegou ao inédito patamar de 44% dos empregos formais com carteira.

A alta se deu a partir da inclusão de 2,7 milhões de famílias no Auxílio Brasil em janeiro. Isso fez com que os benefícios chegassem ao maior percentual dos trabalhos com carteira da história.

METODOLOGIA

Uma mudança metodológica impede a comparação de dados novos de emprego formal com os anteriores a janeiro de 2020. O Poder360 fez o cálculo seguindo dados com os 2 métodos (antigo e novo). Pelas duas medidas, em nenhum momento anterior, o Bolsa Família chegou a 40% do número de empregos com carteira.
Fonte: Poder 360

Saúde realiza 1ª Conferência Municipal de Saúde Mental de Parnamirim

 

A Prefeitura de Parnamirim, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (Sesad), realizou na tarde desta terça-feira (12), no Instituto Federal do Rio Grande do Norte (IFRN) Campus Parnamirim, a 1ª Conferência Municipal de Saúde Mental de Parnamirim.

A Conferência tem como objetivo fortalecer e garantir políticas públicas, com foco no Sistema Único de Saúde (SUS), os cuidados de saúde mental em liberdade e o respeito aos direitos humanos. Neste primeiro dia, o evento contou com a abertura da Banda Trampolim da Vitória, sob a regência do Maestro França, e logo depois foram iniciadas as palestras, apresentações e debates.

Estiveram presentes a secretária de Saúde, Terezinha Rêgo e sua adjunta, Luciana Guimarães, equipes da rede de saúde municipal, representantes do legislativo e convidados. Durante o evento, foi falada a importância do cuidado com a saúde mental, que assim como o corpo, que necessita de atenção, para que doenças físicas não sejam desenvolvidas, a saúde mental também precisa de atenção especial.

A Secretária da pasta, Terezinha Rêgo, fala sobre os próximos passos e planejamento quanto ao trabalho em saúde mental.”Já realizamos três grandes reuniões antecedentes a essa, sendo em Pirangi, com a área de Pium, e outras duas centralizadas, de modo que escutamos a população de Parnamirim em relação às dificuldades e sugestões em saúde mental para o município. Da Conferência Municipal, partiremos para a estadual. Neste momento, estamos discutindo dentro de um contexto regionalizado, onde trabalhamos com outros quatro municípios que compõem essa região de saúde”, disse.

“Entre nossos desejos e propostas, serão executados dentro de Parnamirim, em execução ao nosso Plano Municipal de Saúde, e outros a nível estadual. Teremos representação do nosso município em proposição nacional. É uma política que mais do que nunca, evidencia-se a necessidade de organizar essa linha de cuidado em saúde mental”, completou.

A Conferência Municipal de Saúde Mental segue acontecendo até amanhã, com início às 8h, no auditório do IFRN, Campus Parnamirim.

Fonte: portal da prefeitura de Parnamirim