
O ano de 2026 será atípico para qualquer gestor. Além de uma Copa do Mundo, teremos uma eleição que naturalmente tende a aquecer e tensionar o ambiente político em Parnamirim. Diante desse cenário, a prefeita Nilda resolveu fazer o dever de casa — e fez da forma mais simples e, ao mesmo tempo, mais eficaz: foi para o meio do povo.
Ao se aproximar da população, a prefeita materializa um vínculo humano cada vez mais forte, entendendo que a boa gestão, por si só, já não basta. A professora, que vem tirando boas notas na administração pública, compreende que esse laço direto com a população pode ser decisivo em qualquer circunstância eleitoral. Afinal, o gestor que se fecha na burocracia, troca a conversa pelo protocolo, a presença pelo gabinete, a humanidade pela rotina e o calor humano pela distância acaba ficando para trás na disputa pelo voto.
A professora Nilda passa, sobretudo, por esse vínculo genuíno com o povo e isso faz uma enorme diferença no momento em que o eleitor decide em quem confiar. Ao enxergar a política sob essa ótica, a professora caiu na graça da população e demonstra estar atenta a esse modelo de comportamento junto ao eleitorado parnamirinense, pautado na escuta, na proximidade e no respeito.
Agora, resta aguardar para conferir se essa leitura se confirma. O tempo dirá, mas o que já se percebe é que, logo no primeiro mês do ano, a prefeita deixou claro que entendeu a lição e está disposta a continuar fazendo o dever de casa.