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É difícil ser humano no mundo cruel em que vivemos. A tentativa de viver com dignidade à dor de quem pensa entender as dificuldades do preconceito é, se levada a sério, um impeditivo real para ser feliz com inteireza intelectual. Somos todos esfinges a fingir que levamos a vida a sério. Como ser realmente inteiro e íntegro nessa vida estranha e, no mínimo, confusa e falsa, quase hipócrita. Ao ler e ver o livro Translúcida, do fotógrafo e ministro do Superior Tribunal de Justiça Sebastião Reis, da Editora Amanuense, pude sentir aquilo que sabia, mas escondia de mim, por covardia, talvez.
A leitura é um soco no estômago. Fotos sensíveis, tiradas por um juiz criminal, com a cumplicidade amorosa, das presas trans em um Centro de Detenção. Cada imagem — que não precisaria de legenda e fala por si própria, por ser captada por uma lente que expôs o demasiadamente humano de todas as meninas —, foi emoldurada por reflexões de diferentes atores no mundo de máscaras. Cada um de nós se escondeu na foto escolhida, ou se revelou. As fotografias fazem um recorte da vida na prisão das mulheres trans que impressionam. São libertárias e belas, mas sabemos que as retratadas continuam presas não só ao destino, mas à crueza do cárcere.
O mundo trans já sofre as odiosas pressões e covardias pelo preconceito generalizado. Imagine a realidade dentro do sistema penitenciário. É assustador e deprimente. Mas o livro é libertador. Não pelo que permite criar sobre qualquer expectativa de melhoria de um sistema falido, independentemente de trans. A questão carcerária no Brasil é uma vergonha para a direita fascista e para a esquerda punitivista. Um horror. O grande mérito do livro é ser libertador, não pelos textos, mas pelas imagens fotográficas que extrapolam os limites das celas e que nos libertam. Vão muito além da dureza do cárcere. São falsas, por não tirarem de lá aquelas mulheres tristes e presas; mas são igualmente reais por permitirem que elas sejam catapultadas daquelas celas horríveis.
Embora elas continuem presas numa cadeia desumana e cruel, depois que fechamos o livro e seguimos em frente com o natural esquecer das vidas delas no cárcere, de certa forma, a gente dá liberdade a elas que, na visão do juiz fotógrafo, mostra uma leveza real além da dor.
A questão carcerária brasileira fez, de cada um de nós, uma pessoa menor e hipócrita. Nenhum governo teve a seriedade, e um pingo de dignidade, de tratar o drama dos presídios. A esquerda é, talvez, mais idiota e cruel, pois a direita sempre assumiu que o tratamento deve mesmo ser desumano. Somos todos cúmplices de uma barbárie diária. Esse livro de fotografias e de textos constrangidos e romanceados, mas, também, libertadores, pode servir para uma reflexão da nossa falência. Da nossa inaptidão para o humanismo. Um dos textos é meu, logo, penso ser uma crítica sincera. Apego-me ao grande Mia Couto, no poema “Versos do Prisioneiro — Última Carta do Preso ao Poeta”:
“Durmo sem corpo
como um cão
que, em si mesmo,
inventa um travesseiro.
Enroscado como o feto
que adia o dia
e procura a luz
na raiz do próprio ventre.
Aqui se dorme como se vive:
com pouca pátria e muita insônia.
Dormirei tudo, sim,
quando valer a pena despertar.
No enquanto da espera,
me vou, por vezes, suicidando.
Nesses dias, não risco o tempo das paredes.
E é tanto o desejo de desviver
que já não me basta morrer.
A morte perdeu a validade,
de tanto nela me aconchegar.
A ausência que desejo
é a da viagem sem distância,
sombra sem teto nem parede.
Onde reine, não o silêncio,
mas a palavra emudecida.
Que eu sonho a morte
como o poeta quer o poema:
um falso morrer
de quem não quer viver em falso.”
Antônio Carlos de Almeida Castro, Kakay

A Guarda Costeira dos EUA lançou uma operação de busca e salvamento, nesta segunda-feira (19), para um submarino que desapareceu enquanto levava turistas em uma expedição aos destroços do Titanic.
Entre elas o bilionário britânico Hamish Harding. Segundo a emissora britânica Sky News, o próprio CEO da empresa que realiza a expedição pode estar entre os passageiros.
A empresa que conduz a viagem, Oceangate Expeditions, disse que está “explorando e mobilizando todas as opções para trazer a tripulação de volta com segurança”.
“Todo o nosso foco está nos tripulantes do veículo submersível e suas famílias. Estamos profundamente gratos pela extensa assistência que recebemos de várias agências governamentais e empresas de alto mar em nossos esforços para restabelecer o contato com o submersível”, disse o grupo.
Submarino que levava turistas aos destroços do Titanic desaparece no Atlântico / Reprodução
O Titanic atingiu um iceberg em sua viagem inaugural e afundou no Oceano Atlântico Norte em abril de 1912, matando mais de 1.500 pessoas. Os destroços do Titanic, descobertos em 1985, estão divididos em duas partes no fundo do oceano, cerca de 13.000 pés abaixo da superfície, a sudeste da província canadense de Newfoundland.
Mais recentemente, passeios privados caros foram oferecidos aos turistas, permitindo que as pessoas vissem os destroços de perto.
Uma versão arquivada do site da OceanGate, acessível por meio do Wayback Machine, mostra o que os passageiros podem gastar até US$ 250 mil na viagem, equivalentes a R$ 1,192 milhão.

Com informações de CNN Brasil e O Globo

De acordo com o ranking do site de relacionamentos extra conjugais Ashley Madison, em relação ao Nordeste, Natal está na terceira posição com maior número de traições.
O ranking Terra e Paixão elencou as 20 cidades brasileiras nas quais a infidelidade corre solta. Em âmbito nacional, o Distrito Federal encabeça a lista, seguida pela vizinha Goiânia (GO). A análise levou em consideração as inscrições no site entre 20 de junho de 2022 e 22 de setembro do mesmo ano, em uma base de renda per capita.
De acordo com Isabella Mise, diretora sênior de comunicações da Ashley Madison, a infidelidade é onipresente e pode ocorrer em qualquer cidade ou região. Contudo, outros fatores podem ter interferência indireta, como as baixas temperaturas.
“Muitas pessoas desejam mais carinho e proximidade devido à falta de luz solar, aos dias mais curtos e às temperaturas mais frias. Se elas não conseguem encontrar isso com seu parceiro principal, é provável que procurem em outro lugar”, diz a diretora.
Ranking de traição:
Brasília
Goiânia
São Paulo
Curitiba
Porto Alegre
Campinas
Campo Grande
Santo André
Belo Horizonte
Guarulhos
Rio de Janeiro
São Bernardo do Campo
João Pessoa
Recife
Natal
Salvador
Maceió
Manaus
São Luís
Teresina

Logo após a partida da cantora Rita Lee, no início do mês de maio, diversas notícias divulgadas na imprensa davam conta de que a artista havia planejado o próprio velório nos mínimos detalhes. Conforme seu desejo, o funeral foi realizado no Planetário do Ibirapuera, em São Paulo, por ser um dos seus locais favoritos na cidade.
A artista também havia pedido que não houvessem flores ou velas, que fosse feita uma projeção com a data do seu aniversário no teto do planetário, com o intuito de mostrar a pequenez da morte diante do universo, e que seu corpo fosse cremado. Os familiares respeitaram e realizaram seus desejos, à exceção dos lírios que discretamente ornamentaram sua urna e as diversas homenagens em coroas de flores recebidas pela família.
Já na despedida da cantora Gal Costa, que faleceu em novembro do ano passado, alguns sites informaram que a viúva da artista optou por realizar o sepultamento em São Paulo, e não no jazigo que a artista havia comprado no Rio de Janeiro. Diante de casos como esses, fica o questionamento: as pessoas devem respeitar a vontade de quem faleceu? Ou, nesse momento, é importante priorizar também as necessidades de quem fica?
Segundo a psicóloga especialista em luto do Cemitério e Crematório Morada da Paz, Simône Lira, algumas vontades de quem partiu podem esbarrar nos limites das questões existenciais de cada indivíduo. “Sendo assim, é importante que seja esclarecido que esses desejos se referem ao ente querido que partiu e para ele seria importante que fossem realizados. Esta é uma forma de honrar a sua memória e seu legado, mas diante de fatores limitadores, a família também pode encontrar outras maneiras de homenageá-lo”, explica.
De acordo com ela, conseguir ofertar a possibilidade de acatar todos os desejos do ente querido pode ser uma forma de sentir que fez o melhor por ele até os últimos dias de sua vida. “É importante que todos os desejos sejam conversados previamente para que os familiares entrem em um consenso, pois algumas manifestações podem trazer conflitos também, seja por questões culturais, crenças e valores que divergem entre alguns membros da família ou por esbarrar em limites de entendimento”, orienta.
A cerimonialista do Morada do Morada da Paz, Luciana Trindade, lembra de um atendimento que realizou alguns anos atrás, no qual uma senhora havia pedido que seu funeral fosse conduzido de uma forma diferente e atípica do que a maioria das pessoas estão acostumadas. Ao som das músicas “Bete Balanço” de Cazuza e “Odara” de Caetano Veloso, cerveja gelada e caldinho foram servidos aos familiares e amigos que estiveram presentes na despedida. “Apesar da tristeza e da saudade, ela expressou em vida que não queria ninguém chorando em seu velório, ela queria todos alegres”, lembra Luciana.
Os desejos de fim de vida podem ser expressos a qualquer momento, seja através de conversa com familiares e amigos ou através da elaboração de um documento chamado Testamento Vital, sendo necessário que a pessoa seja civilmente capaz. “Também chamado de Diretivas Antecipadas de Vontade, esse documento permite que além de manifestar os seus desejos, seja em relação aos ritos fúnebres ou aos tratamentos médicos que prefere ter, a pessoa também pode eleger um responsável para assegurar que suas vontades sejam realizadas no momento em que este estiver incapacitado de se manifestar”, informa Simône Lira.
É claro que muitas vezes será necessário bom senso e equilíbrio entre as vontades de quem parte e as necessidades daqueles que ficam, pois a ritualística em torno da despedida pode ser um acalento e reconfortar aqueles que perderam alguém, sendo um facilitador na vivência do luto. “O que importa é que a despedida faça sentido para os envolvidos, sem fórmulas corretas a serem seguidas. Não há nada mais gratificante que a sensação de poder ter feito tudo o que era possível para honrar a memória de alguém que para nós foi um grande amor”, reforça a psicóloga.
Fonte: gustavonegreiros.com.br

Dudu Camargo, de 25 anos, foi demitido do SBT após 15 anos como funcionário da emissora. O comportamento do apresentador já vinha chamando a atenção negativamente. O estopim da crise, no entanto, teria sido um episódio escatológico nas dependências da emissora.
O jornalista, que comandava o programa Primeiro Impacto, não teria conseguido chegar a tempo no banheiro e, por isso, teria defecado no chão do camarim. Ele teria usado uma toalha para limpar o espaço e a escondido atrás de um microondas, transformando o camarim em um ambiente com cheiro ruim.
Procurado por Quem, na tarde desta quarta-feira (7), o departamento de comunicação do SBT confirma a saída do apresentador da emissora. Os motivos da demissão não serão expostos pela empresa.
Fonte: www.revistaquem.globo.com

Foi publicado no Diário Oficial de Parnamirim dessa terça-feira (6), que será ponto facultativo na próxima sexta-feira (9), data posterior ao feriado municipal de Corpus Christi, comemorado na quinta-feira (8).
O decreto não é válido para as repartições prestadoras de serviços públicos como coleta de lixo e urgência e emergência de saúde, por exemplo.
Assessoria de Comunicação de Parnamirim – ASCOM (Andrezza Barros)

Está circulando nas redes, um vídeo da cantora da banda Circuito Musical, Tetê Pessoa, reclamando de um cidadão que estaria no “pé do palco” filmando sua minissaia e calcinha, na noite de sexta-feira (2), na festa junina de um condomínio, no Tirol.
Ela notou, parou o show, e passou um carão no sujeito. “Se esse vídeo vazar você tá… desculpe, a palavra. Pronto, é isso aí!”, disse a cantora no palco. Foi um constrangimento só para o inconveniente, que segundo uma fonte foi embora da festa.
Por Blog do BG

O influenciador Felipe Neto teve a condenação mantida pelo Tribunal de Justiça de Santa Catarina (TJSC) e terá que indenizar em R$ 5 mil uma mulher por divulgar e comentar em público uma mensagem privada enviada por ela em uma rede social sobre a pandemia. A decisão foi divulgada na quarta-feira (24) e cabe recurso.
A notícia é do G1. A mensagem divulgada foi enviada pela moradora de Santa Catarina em maio de 2020, quando o empresário pedia isolamento social e vacinas contra a Covid-19.
Ele, então, teria recebido da mulher a seguinte mensagem no Instagram: “Com toda a certeza tem que deixar tudo aberto, o que tiver que acontecer vai acontecer, não adianta prorrogar o inevitável”.
Ao replicar a mensagem no Twitter, também comentou na legenda: “Faço questão de divulgar. Assim, as pessoas próximas vão saber que essa é uma pessoa que caga para a ciência e acha que tem que lotar o sistema de saúde e morrer milhares de pessoas SIM. Eu nunca vi tanta gente desumana na minha vida”.
Segundo o TJSC, o influenciador também acrescentou o endereço do Instagram da mulher no comentário.
No processo, a mulher disse que a partir da mensagem teve a rede social invadida por ofensas, o que resultou um “linchamento virtual”. Afirmou que por conta disso precisou de ajuda psiquiátrica.
Na época, ela pediu R$ 40 mil por danos morais e mais R$ 270 por danos materiais de consultas médicas.

O leilão do hotel Parque da Costeira, na Via Costeira de Natal, foi homologado pela Justiça do Trabalho. Em decisão no domingo (21), o juiz Inácio André de Oliveira rejeitou pedidos de impugnação por parte dos proprietários do Parque da Costeira sobre suposto preço vil na transação, que foi de R$ 33,5 milhões, e homologou a arrematação por parte da AG Hotéis e Turismo S.A, empresa proprietária do hotel Ocean Palace.
Na quarta-feira (17), o magistrado fez visita ao Hotel Parque da Costeira para validar a venda, que estava pendente. O foco da visita era avaliar se o valor oferecido era razoável ou se era extremamente reduzido. Pela lei, quando a venda em leilão é feita num valor muito reduzido, ela pode ser invalidada, e por isso que ocorreu a verificação nas condições do hotel e o estado de conservação.
Os proprietários do Parque da Costeira afirmavam que o valor mínimo para a venda deveria ser na faixa dos R$ 50 milhões. O grupo explicou que a última avaliação do imóvel apontava valor de R$ 139 milhões. Por isso, os os proprietários acreditavam que o valor mínimo e justo seria de R$ 50 milhões para pudesse pagar uma fatia maior da dívida de quase R$ 60 milhões com ex-funcionários do hotel. O juiz, porém, não acatou os argumentos.
Na decisão, foi levado em consideração que o hotel a venda do hotel já havia sido tentada outras vezes, desde 2019. A estrutura também foi considerada “precária”, conforme se constatou da inspeção judicial realizada (veja detalhamento do relatório no fim da matéria).
Ainda na decisão, o magistrado explica que “a quantidade de vezes que o bem foi a leilão sem que se tenha conseguido êxito na arrematação já é um indicativo de que não há grande interesse de possíveis licitantes pela aquisição do bem”. O juiz Inácio Andre levou em consideração ainda que os parâmetros de preço mínimo antes estabelecidos geraram desinteresse e, assim, é possível concluir que “o valor concreto da arrematação é valor próximo ao que efetivamente é possível alcançar por sua alienação”.
“Saliente-se que os registros de aparente solidez da estrutura e de higidez do piso não são suficientes para se concluir pela possibilidade de conseguir valor muito maior na venda do bem, uma vez que é notório que o investimento para recuperação do acabamento, com requisitos de estética e luxuosidade suficientes para tornar o imóvel um hotel competitivo para um possível investidor há de ser consideravelmente elevado”, disse o juiz. Segundo o proprietário do Ocean Palace, o empresário Ruy Gaspar, serão necessários pelo menos R$ 70 milhões em investimentos.
Já sobre as alegações sobre o preço vil, o magistrado afastou a possibilidade. “É necessário rememorar que o leilão sob análise foi designado e realizado com observância da regra do art. 888, §1º, da CLT, segundo o qual ‘a arrematação far-se-á em dia, hora e lugar anunciados e os bens serão vendidos pelo maior lance, tendo o exeqüente preferência para a adjudicação’. Com efeito, a norma transcrita não prevê preço mínimo para que a avaliação seja válida, determinando apenas que o bem seja vendido pelo maior lance”, analisou o magistrado.
“Dito isso, concluindo-se pela validade da aplicação da norma do art. 888, parágrafo primeiro, da CLT, ao presente caso, em detrimento da norma processual civil, caem por terras todas as alegações no sentido de caracterizar o preço da arrematação como preço vil tão somente por não ter alcançando o percentual de 50% do valor de avaliação. A configuração ou não de preço vil, portanto, devem ser analisadas diante das circunstâncias do caso concreto, sem vinculação a percentual mínimo pré-definido”, complementou.
Inspeção
Na visita realizada, o juiz apontou que diversos problemas foram indicados na inspeção. Os danos, inclusive, demandariam altos investimentos para a solução. Veja o que foi citado:

O Sindicato dos Auditores Fiscais do RN – SINDIFERN e a Associação dos Auditores Fiscais – ASFARN, manifestam profunda solidariedade ao colega Auditor Fiscal José Luiz da Silva Júnior, que foi, de forma injusta e covarde, agradedido fisicamente na data de hoje (11), durante o exercício regular de sua função.
O lamentável episódio que repudiamos, ocorreu durante fiscalização de trânsito de rotina realizada pelos Auditores Fiscais da Secretaria de Tributação do Estado (SET/RN), na região da cidade de Monte Alegre.
As entidades representativas do fisco estadual pugnam para que o Governo do Estado adote as providências urgentes que o caso requer, com a identificação, prisão e punição dos infratores envolvidos, bem como assegure doravante segurança policial aos Auditores Fiscais em atividades de fiscalização de mercadorias em trânsito, itinerância fiscal e demais auditores fiscais que atuam nos demais setores.
A Administração Tributária do Fisco Estadual, exercida por meio de seus agentes públicos, dada a sua função essencial e estratégica para o funcionamento do Estado, necessita de estrutura de trabalho e segurança compatíveis para o desempenho regular das suas atividades, uma vez que os recursos públicos arrecadados pelo Fisco são destinados ao benefício de toda sociedade potiguar.
Márcio Marcos de Medeiros
Presidente do Sindifern
Edilson Bezerra Júnior
Presidente da Asfarn
Fonte: www.asfarn.com.br

O motorista autônomo Marcos César da Silva Medeiros, de 53 anos de idade, foi uma das vítimas dos ataques criminosos que ocorreram no Rio Grande do Norte no mês de março. Ele foi abordado por criminosos e viu o próprio caminhão ser queimado em Mossoró, na Região Oeste. A imagem dele vendo o veículo pegar fogo, do cinegrafista Isaías Fernandes, comoveu as redes sociais.
Naquele mesmo momento, uma vaquinha virtual foi criada para ajudar o motorista a recuperar a principal ferramenta de trabalho. E, quase dois meses depois, neste início do mês de maio, o valor necessário foi atingido para Marcos César comprar um novo caminhão.
“Estou muito feliz. Eu só tenho a agradecer a eles. Se eu pudesse, dava abraço em todo mundo. Quem vai abençoar é Deus, tenho certeza disso. Estou ansioso para voltar a trabalhar. Estão faltando uns ajustes, mas está bem pertinho de eu voltar a trabalhar”, falou.
O caminhoneiro está sem trabalhar há quase dois meses – desde que o caminhão foi queimado. Neste período, recebeu mais de 7,2 mil doações na vaquinha virtual para comprar um novo veículo. Na semana passada, ele usou o dinheiro para comprar um novo veículo.
Marcos César explicou que comprou um novo caminhão, modelo 2010, por R$ 170 mil. Ao todo, a vaquinha deu R$ 196 mil – ele usou R$ 10 mil para quitar dívidas referentes ao caminhão anterior e o restante para sobreviver nesses dois meses sem trabalhar.
O motorista disse que todo o dinheiro foi fruto de doações das pessoas e que não recebeu nada do poder público.
“Não recebi nenhuma ajuda por parte do governo. E, nesses quase dois meses sem trabalhar, quem tem me ajudado é o povo. Sou muito grato a todo mundo que vem me ajudando”, disse.
O caminhoneiro lembra bem o que aconteceu no dia 15 de março, um dia depois do início dos ataques no estado. Ele disse que naquele momento não sabia do que estava se passando no território potiguar.
Quando seguiu a programação da empresa pela qual é contratado, ele foi abordado.
“Quando eu cheguei lá, às 7h40, parou um carro. Os criminosos desceram, eu vi um armado, Eles mandaram eu me afastar. Naquele momento, eu corri. Quando olhei para trás, estava tudo pegando fogo. Peguei o extintor em um posto, mas não deu tempo. O caminhãozinho que eu tinha, acabou”.
“Foram 25 anos de trabalho. Eu nunca esperei ver uma ferramenta de trabalho se acabar na minha frente, em 20 minutos. Vi tudo se acabar na minha frente. Liguei para casa para avisar o que estava acontecendo, parecia um pesadelo. Fiquei triste”, completou.

O prefeito de Natal Álvaro Dias é eleito o novo imortal da Academia Norte-Riograndense de Letras, com 29 votos. Dias irá sentar na cadeira número 6, que pertencia ao imortal João Batista Pinheiro Cabral, recentemente falecido.
O livros de Álvaro “O que tenho a dizer”, lançado em 20/04/2022, foi um sucesso.No lançamento, toda a renda obtida foi revertida para duas instituições que atendem crianças na cidade: o Hospital Infantil Varela Santiago e o Projeto Acalanto Natal.
Essa obra reúne alguns dos seus discursos proferidos ao longo da sua trajetória política. Alguns intelectuais gostaram muito da forma como Álvaro Dias escreveu seu livro, com um estilo simples e agradável.
O concorrente de Álvaro, o advogado e escritor Dr. Horácio Paiva, na votação obteve 9 votos e uma ausência do imortal Ivan Maciel.


A rede atacadista Makro encerrará suas atividades no Brasil, fechando as últimas 24 lojas ainda em atividade no país. Foram 50 anos de história em solo brasileiro, ultrapassando a marca de 50 lojas espalhadas por vários estados.
Nos últimos anos, a empresa repassou 30 lojas para o Atacadão, captando R$ 1,95 bilhão com a venda. Agora, a empresa contratou o Santander para encontrar um comprador para as lojas remanescentes e espera obter R$ 2 bilhões, de acordo com o Estadão.
Em janeiro deste ano, o Grupo Muffato anunciou ao mercado a aquisição de imóveis e ativos do Grupo Makro Brasil, multinacional do segmento atacadista. A rede varejista paranaense adquiriu 16 lojas e 11 postos de combustíveis.
O valor da operação não foi revelado, nem o que novo grupo proprietário fará com as lojas e postos adquiridos. Ao todo, o Makro tem quase 8 mil funcionários em lojas do Brasil, Argentina, Colômbia e Venezuela. O grupo pertence à holding holandesa SHV.
O Muffato informou, em nota, que o processo de transferência das aquisições depende, agora, da aprovação da Superintendência Geral do Conselho Administrativo de Defesa Econômica (Cade), o que não tem data para acontecer. Segundo o grupo, a expectativa é que as compras sejam concluídas “no menor período possível”.
A rede Makro é administrada pelo grupo holandês SHV que desistiu de competir com outras redes atacadistas disponíveis no Brasil. Além desta razão, segundo a reportagem, a matriz já deixou de atuar como varejista na Europa há mais de 20 anos e também está encerrando suas lojas na Ásia e na África.
Fonte: www.g1.globo.com

Sem pagar o prêmio principal nos últimos três sorteios, a Mega-Sena volta a ser sorteada nesta quinta-feira (16), com a promessa de desembolsar R$ 18 milhões ao apostador que cravar sozinho as seis dezenas reveladas pela loteria.
O sorteio do concurso 2.574 está marcado para as 20h, no Espaço da Sorte, que fica na avenida Paulista, em São Paulo (SP), com transmissão ao vivo pelas redes sociais da Caixa Econômica.
Nesta semana, a Mega-Sena realiza três sorteios em homenagem às mulheres. Na terça-feira (14), 37 apostas acertaram a quina e têm o direito de receber R$ 58.420,68 cada. Outros 2.718 bilhetes foram cadastrados com a quadra e faturaram R$ 1.136,11 cada.
Se levar sozinho o prêmio principal do concurso, o apostador poderá aplicar toda a bolada na poupança e receber mais de R$ 133 mil de rendimento no primeiro mês. O ganho ainda poderá ser impulsionado com investimentos mais rentáveis com a mesma segurança da caderneta.
Para concorrer à bolada, basta ir a uma casa lotérica até as 19h e marcar de 6 a 15 números do volante; há ainda a opção de deixar que o sistema escolha os números para você (Surpresinha) e/ou concorrer com a mesma aposta por dois, quatro ou oito concursos consecutivos (Teimosinha).
Cada jogo de seis números custa R$ 4,50. Quanto mais números o apostador marcar, maior o preço da aposta e maiores as chances de faturar o prêmio mais cobiçado do país. Outra opção é o Bolão Caixa, que permite ao apostador fazer apostas em grupo. Quem quiser participar pelo site das Loterias Caixa terá de desembolsar pelo menos R$ 30.
Fonte: www.r7.com