Procon Câmara Parnamirim em defesa do consumidor

Câmara Municipal mantém serviços ativos no recesso parlamentar - Câmara  Municipal de Parnamirim (RN)

O Procon Câmara de Parnamirim é um órgão de defesa e proteção ao consumidor, garantindo sua integridade na aquisição de um determinado produto ou serviço. O setor atua em cooperação com o Procon Estadual, que fiscaliza os estabelecimentos comerciais de todo o estado. 

Assim, situações que requerem a fiscalização de determinadas organizações são encaminhadas pelo Procon Parnamirim ao Procon RN.

Como entrar em contato:

O cidadão parnamirinense pode ter acesso ao Procon Câmara Parnamirim presencialmente, na sede da Câmara, localizada na Avenida Castor Vieira Régis, s/n – Cohabinal, Parnamirim – RN, CEP: 59140-670. Também pode entrar em contato através do Whatsapp (84) 99896-0223.

Extremoz está entre os municípios que mais investem em saúde e educação no RN

O município de Extremoz figura entre os que mais investem em áreas essenciais no Rio Grande do Norte. De acordo com dados oficiais dos sistemas federais de acompanhamento orçamentário, a cidade ocupa atualmente a 5ª colocação no ranking estadual de investimentos em saúde e a 6ª posição em investimentos na educação infantil.

Os números constam nos rankings divulgados pelo GovFácil, com base em dados do SIOPS (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Saúde) e do SIOPE (Sistema de Informações sobre Orçamentos Públicos em Educação). No levantamento mais recente, Extremoz aparece entre os primeiros colocados entre dezenas de municípios potiguares avaliados.

Na saúde, o município alcançou um índice de 32,68%, ficando entre os cinco maiores investimentos proporcionais do Estado. Já na educação infantil, Extremoz registrou 50,18%, garantindo a sexta colocação no ranking estadual.

“Os dados reforçam a prioridade da nossa gestão em áreas estratégicas, com foco na ampliação de serviços, fortalecimento da rede pública e melhoria da qualidade de vida da população”, destaca a prefeita Jussara Sales.

Redinha: comerciantes querem que mercado continue aberto

A expectativa de que o Mercado da Redinha, na zona Norte de Natal, permaneça aberto após este domingo (22) cresce entre permissionários e artesãos que atuam no espaço. Embora o funcionamento oficial esteja previsto apenas até este domingo (22), comerciantes relatam sinais de continuidade, como a garantia dada pela Semtas (Secretaria Municipal de Trabalho e Assistência Social), segundo disseram alguns artesãos, de que a feira de artesanato ficará exposta no local pelo menos até 1º de março. A previsão é de que o prefeito Paulinho Freire oficialize um posicionamento nesta segunda-feira (23), durante a leitura da mensagem anual na Câmara.

Segundo a Secretaria Municipal de Serviços Urbanos (Semsur), até a manhã deste sábado (21) não havia qualquer mudança oficial quanto ao fechamento do mercado a partir da segunda-feira. Ainda assim, fontes ligadas à pasta e os próprios permissionários informaram à TRIBUNA DO NORTE que há expectativa de prorrogação do funcionamento.

Enquanto os comerciantes aguardam uma definição, os artesãos que participam da feira instalada dentro do mercado receberam uma orientação diferente. A artesã Iris Portella diz que o grupo já foi avisado sobre a continuidade das exposições. “A gente foi informada que a feira vai continuar até o dia 1º de março. Então, acredito que o mercado não vai fechar”, disse. Os outros artesãos também confirmaram a orientação.

Iris Portella, artesã do mercado | Foto: Magnus Nascimento

Segundo explicou Iris, eles são cadastrados em um grupo com cerca de 600 profissionais, que participam por meio de um sistema de escala. “As vendas foram boas. Para quem vive só do artesanato, como eu, sempre é positivo. Dá para ver que há viabilidade de ocupar esse espaço”, avaliou.

Entre os comerciantes, no entanto, o sentimento é um misto de apreensão e esperança. A permissionária Ozeni Florêncio afirma que ainda não houve uma resposta concreta da gestão municipal. “A gente está esperando uma resposta das duas secretarias que estão responsáveis por nós. A gente pede a Deus que isso venha a ser positivo, porque está todo mundo querendo trabalhar”, disse.

Ela ressalta que os investimentos feitos para a retomada das atividades tornam o fechamento uma possibilidade preocupante. “Todo mundo equipou os boxes para trabalhar. Eu, por exemplo, gastei em torno de R$ 8 mil, principalmente com geladeira, freezer e micro-ondas. Se permanecer fechado, fica complicado, porque além das contas de casa, a gente fica sem renda”, afirmou.

Ozeni lembra que o mercado reúne 33 famílias que dependem diretamente do espaço. “O mercado sustenta a Redinha, movimenta o bairro inteiro, do pequeno trabalhador ao grande empresário”, declarou. Segundo ela, os permissionários estariam dispostos a negociar alternativas para viabilizar a continuidade. “Se precisasse fechar um ou dois dias da semana para algum serviço, a gente se ajustaria. O que não pode é ficar parado”, completou.

Janeide, permissionária | Foto: Magnus Nascimento

A permissionária Janeide Pinheiro da Silva reforça que, após cerca de quatro anos sem atividade, os permissionários precisaram investir para retomar o trabalho. “Todo mundo teve que comprar freezer, fogão, tudo que tem dentro de um bar. Estamos sem saber o que vai acontecer”, disse.

Ela avalia que o funcionamento por temporada demonstrou a viabilidade econômica do mercado, que voltou a funcionar desde 22 de dezembro. “De dezembro até janeiro foi bem movimentado, por ser alta estação. No carnaval, infelizmente, o fechamento das ruas da Redinha prejudicou não só o mercado, mas todo o comércio da praia e poderia ter sido melhor”, afirmou. Para Janeide, a falta de informação agrava a situação. “Até agora ninguém chegou para nos dizer se continua aberto ou se fecha. A renda dessas 33 famílias é esse mercado”, frisou.

Paralelamente à indefinição sobre o funcionamento imediato, segue o impasse em torno do processo licitatório para concessão da gestão do Complexo da Redinha à iniciativa privada. O secretário municipal de Parcerias Público-Privadas, Arthur Dutra, foi procurado para esclarecer os entraves e a previsão para o edital, mas não respondeu até o momento.

Tribuna do Norte