
VÍDEO: Torcedores do América e ABC entram em confronto antes de clássico em Natal



O Museu do Petróleo, recentemente reaberto numa parceria entre Prefeitura de Mossoró e a Redepetro, passa a fazer parte do roteiro turístico de agências de turismo de vários estados do Brasil. Na tarde deste sábado (24), um grupo de 40 turistas vindos das cidades de Santa Cruz do Capibaribe e Caruaru-PE visitaram o Museu do Petróleo.
Anexo à Estação das Artes Elizeu Ventania, o Museu do Petróleo é o único do gênero no país. O local destaca uma das mais importantes economias de Mossoró e ao visitar o espaço é possível conhecer a história da exploração do petróleo em nosso município e região através de painéis com imagens, fatos, história da cidade, o processo de refinação, a origem do petróleo, as camadas da terra em caverna e seus derivados.

Para a professora aposentada Josenice de Fátima Aragão Neves, 69 anos, integrante do grupo de turistas vindos de Pernambuco-PE, o Museu do Petróleo é um ponto turístico muito importante na cidade. “Eu estou achando muito importante, muito educativo porque explica, pra quem não é da área, como se produz o petróleo e a importância para a cidade”, destacou Josenice.
A guia de turismo Gorete Serra, responsável pelo grupo de turistas pernambucanos, confirmou que o Museu do Petróleo de Mossoró faz parte da rota das agências por ser um ponto que atrai muito a curiosidade dos turistas. “O Museu do Petróleo está sempre dentro do nosso city-tour (passeio pela cidade) e o fato de Mossoró ser o primeiro produtor de petróleo em terra do Brasil faz com que o turista queira conhecer”, ressaltou Gorete.
O Museu do Petróleo estava fechado para visitação há cerca de dez anos. Foi revitalizado e entregue à população mossoroense em 25 de novembro de 2025. Os grupos que desejam visitar o espaço devem agendar previamente por meio do e-mail: turismo.sedint@prefeiturademossoro.com.br.

Segundo apurado pela rádio Itatiaia, Nikolas começou a usar um colete à prova de balas nos últimos dias do movimento promovido por ele em defesa do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e contra as ações do Supremo Tribunal Federal (STF).
A assessoria do parlamentar alega que o uso do colete, preventivamente, se deve a ameaças recentes feitas contra ele. A origem e a autoria das supostas ameaças não foram divulgadas.
Nikolas Ferreira saiu na segunda-feira (19) do município de Paracatu, no Noroeste de Minas Gerais, com destino a Brasília, na capital federal. O gesto simbólico do parlamentar, após ser amplamente divulgado nas redes sociais, ganhou a adesão de outros membros do Congresso, apoiadores de Bolsonaro e também de eleitores do deputado federal.
A expectativa é que a manifestação, que seguiu pela BR-040, seja encerrada no domingo (25), na Praça do Cruzeiro, em Brasília.
Segundo o deputado, o objetivo do ato simbólico é protestar contra decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) em relação aos condenados pelos atos antidemocráticos de 8 de janeiro de 2023, especialmente o ex-presidente Jair Bolsonaro — condenado por tentativa de golpe de Estado após a derrota nas eleições de 2022 e preso no Complexo da Papuda, em Brasília.
CNN Brasil

A Procuradoria-Geral da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte entende que o presidente da Casa, atualmente o deputado estadual Ezequiel Ferreira (PSDB), não é obrigado a assumir interinamente o Governo do Estado no caso da dupla vacância ocasionada pelas renúncias da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Walter Alves (MDB).
O órgão recomenda que, até a realização da eleição indireta para definir os substitutos de Fátima e Walter, para concluírem o mandato até 5 de janeiro de 2027, o governo seja exercido pelo próximo na linha sucessória – o presidente do Tribunal de Justiça, atualmente o desembargador Ibanez Monteiro.
Em entrevista à TV Agora RN nesta sexta-feira 23, o procurador-geral da ALRN, Renato Guerra, argumentou que a assunção interina do governo pelo presidente do Legislativo não é automática, podendo ser recusada, sobretudo em ano eleitoral. Segundo Renato Guerra, caso assuma o governo por algum período após 4 de abril, mesmo que provisoriamente, o presidente da Assembleia corre o risco de ficar impedido de disputar a reeleição como deputado estadual no pleito de outubro.
O procurador ressaltou que, embora seja necessário garantir que o Estado não fique sem comando, isso não pode ocorrer à custa da restrição de direitos fundamentais do chefe do Legislativo. “O mesmo direito que é garantido aos parlamentares, aos candidatos, aos governadores, de serem candidatos nas eleições do final do ano, precisa ser garantido ao presidente da Assembleia, independentemente de quem seja o presidente da Assembleia”, afirmou. “É um direito tão importante quanto o direito de votar: a liberdade para ser candidato nos cargos”, disse.
Renato Guerra deixou claro que o entendimento apresentado é institucional e não pessoal, independentemente de quem esteja à frente da Assembleia. “Essa posição que nós temos é uma posição institucional. A Procuradoria tem independência para tratar juridicamente desses assuntos e o nosso corpo jurídico age dessa forma, conforme a Constituição, a lei e as decisões do Supremo Tribunal Federal”, declarou.
Diante desse cenário, a Procuradoria considera juridicamente possível que o presidente da Assembleia justifique a recusa em assumir o Governo do Estado, transferindo interinamente a chefia do Executivo ao presidente do Tribunal de Justiça, sem que isso represente ruptura institucional. “Eu entendo que não podemos opor ao presidente da Assembleia uma atribuição que restringe o exercício de um direito que ele tem”, afirmou.
Segundo o procurador, a existência de um segundo nome na linha sucessória preserva a estabilidade institucional. “Não há uma ruptura institucional porque nós temos na linha sucessória um outro servidor, um outro agente político que, na presidência do Tribunal de Justiça, poderia, por um brevíssimo momento, impedir que ali houvesse uma vacância durante o processo de eleição indireta”, disse.
Renato Guerra citou ainda que esse entendimento encontra respaldo em experiências recentes de outros estados. Ele mencionou o caso de Alagoas em 2022 – onde governador e vice também renunciaram. “O presidente da Assembleia estava na condição de pré-candidato à reeleição, como deputado estadual, e passou a interinidade do governo para o presidente do Tribunal de Justiça”, disse ele.
Para o procurador, esse exemplo reforça a possibilidade jurídica da recusa sem necessidade de renúncia ou afastamento da presidência do Legislativo. “Ele utilizou como fundamento exatamente essa possibilidade de ter o seu direito de ser votado para deputado estadual caso ele assumisse ali interinamente”, disse.
Sobre a hipótese de o presidente da Assembleia Legislativa ter de renunciar ao comando da Casa caso opte por não assumir o Governo do Estado, Renato Guerra afirmou que isso não é necessário. Ele declarou que não existe na Constituição atual nem na interpretação consolidada do Supremo Tribunal Federal (STF), a imposição de um “dever constitucional absoluto” que obrigue o presidente da Assembleia a assumir o governo, especialmente quando essa assunção pode restringir direitos políticos.
A governadora Fátima Bezerra e o vice-governador Walter Alves pretendem ser candidatos na eleição regular de outubro de 2026 e, portanto, precisam deixar o Executivo com no mínimo seis meses de antecedência do pleito. Fátima quer disputar o Senado, enquanto Walter pretende concorrer a um mandato de deputado estadual.
Com isso, o RN deverá ter uma eleição indireta. Nela, os 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa terão de eleger um governador e um vice para concluírem o mandato da chapa Fátima/Walter – que se encerra oficialmente em 5 de janeiro de 2027. Pela Constituição, quando a vacância dupla ocorre nos dois últimos anos de mandato, a eleição indireta precisa acontecer em até 30 dias após a saída dos titulares.
No período entre as vacâncias e a posse do novo governador, quem comanda o governo interinamente deve ser o presidente da Assembleia Legislativa (ALRN) ou, na impossibilidade deste, o presidente do Tribunal de Justiça (TJRN).
www.agorarn.com.br

O procurador-geral da Assembleia Legislativa, Renato Guerra, afirmou que a provável eleição indireta para o Governo do Estado que será realizada até abril terá voto aberto na Casa. Em entrevista à TV Agora RN nesta sexta-feira 23, o procurador afirmou que essa decisão ocorre em nome da transparência e do controle social.
“Essa votação será aberta. Nós precisamos seguir esse parâmetro de transparência que já é a tônica do Poder Legislativo há muito tempo”, declarou.
Segundo ele, o entendimento da Procuradoria se apoia em precedentes do Supremo Tribunal Federal (STF) e em experiências de outros estados, nas quais, em situações excepcionais, “o que vai vigorar é o princípio da transparência para que haja um controle social com relação aos representantes do povo que estarão lá votando”.
O Rio Grande do Norte terá uma eleição indireta se forem confirmadas as renúncias já anunciadas da governadora Fátima Bezerra (PT) e do vice-governador Walter Alves (MDB). A lei estabelece que eles devem deixar os cargos até 4 de abril de 2026 caso queiram disputar as eleições de outubro. Fátima já anunciou que é pré-candidata ao Senado, enquanto Walter pretende concorrer a deputado estadual.
Na eleição indireta, os 24 deputados estaduais da Assembleia Legislativa terão de eleger um governador e um vice para concluírem o mandato da chapa Fátima/Walter – que se encerra oficialmente em 5 de janeiro de 2027. Pela Constituição, quando a vacância dupla ocorre nos dois últimos anos de mandato, a eleição indireta precisa acontecer em até 30 dias após a saída dos titulares.
Confira o vídeo abaixo!

O presidente da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Norte, Ezequiel Ferreira de Souza, segue estudando com cautela e estratégia o tabuleiro político potiguar. Com livre trânsito entre as duas principais correntes ideológicas do Estado e detentor de um capital político decisivo, Ezequiel desponta como o grande fiel da balança da sucessão majoritária de 2026.
Considerado hoje o homem forte do processo sucessório, o presidente da Assembleia aguarda que algumas “peças do xadrez” se movimentem antes de bater o martelo sobre o seu futuro político. O presente, diga-se de passagem, está mais do que consolidado; o que está em jogo é o próximo passo de uma trajetória construída com diálogo, previsibilidade e resultados eleitorais consistentes.
No cenário atual, tanto a governadora Fátima Bezerra (PT) quanto o senador Rogério Marinho (PL) já acenaram publicamente e mantêm diálogo aberto para que Ezequiel componha suas chapas, seja como candidato ao Governo do Estado, seja ao Senado Federal. Ambos sabem que, quando Ezequiel firma compromisso, há uma certeza no meio político: vitória nas urnas e palavra cumprida no pós-eleição.
Os movimentos partidários já começaram a ganhar forma. O MDB, legenda presidida por Walter Alves no Estado, já sinalizou suas intenções, assim como PL e PT, que buscam ampliar alianças e fortalecer palanques. No entanto, é importante lembrar que as convenções partidárias só ocorrerão em julho, abrindo espaço para ajustes finos, acomodações políticas e rearranjos estratégicos até o fechamento definitivo das chapas.
O lado favorável para Ezequiel Ferreira é o tempo. Ele ainda dispõe de margem confortável para observar o desfecho dessas articulações, avaliar o cenário nacional, medir forças regionais e, só então, tomar sua decisão. Seja qual for o caminho escolhido, uma coisa é consenso nos bastidores: nenhuma chapa majoritária se fecha no Rio Grande do Norte sem passar, direta ou indiretamente, por Ezequiel Ferreira.
Resta saber, portanto, qual papel o presidente da Assembleia decidirá assumir em 2026: protagonista na disputa pelo Governo, nome forte para o Senado ou o grande articulador político de um projeto vencedor. Até lá, o jogo segue em andamento — e Ezequiel continua no centro do tabuleiro.

Weslley Carvalhaes, filho da cantora gospelShirley Carvalhaes, morreu na tarde da última sexta-feira (23/1), aos 35 anos. A causa da morte foi confirmada à coluna pelo empresário da artista. O jovem estava em tratamento de uma forte pneumonia, precisou ser internado às pressas no dia 25 de dezembro do ano passado e, desde então, seu quadro se agravou.
O empresário da artista informou ainda que o velório e a cerimônia de despedida serão realizados apenas para pessoas mais próximas, junto com a família biológica de Weslley, optando por manter o momento restrito e íntimo.
A própria Shirley comunicou o falecimento nas redes sociais, onde também agradeceu o apoio recebido. “Agradecemos as orações de todos, mas nessa tarde Deus recolheu nosso menino”, escreveu a cantora. Ela relembrou momentos vividos com o filho: “Obrigada pelos momentos vividos, pelas brincadeiras, pelos sorrisos nos momentos tristes, que agora irão ficar em nossa lembrança.”
Horas antes do falecimento, a cantora havia solicitado uma corrente de orações e publicado um desabafo sobre a gravidade do estado de saúde de Weslley.
A postagem mobilizou fãs e seguidores, que manifestaram solidariedade à artista, incluindo uma mensagem de apoio da ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro: “Em oração pelo seu filho amado, minha irmã.”
Weslley atuava como estrategista de marketing há pelo menos cinco anos. Filho adotivo de Shirley Carvalhaes, ele recebeu homenagens de fãs e da própria cantora, que lamentou profundamente a perda nas redes sociais. A agenda da artista gospel foi suspensa durante o período de luto.
www.diariodobrasilnoticias.com.br

Os alunos que integram o Partiu Brasil, programa de intercâmbio da Prefeitura de Mossoró, seguem programação em Brasília durante toda a semana. Nesta sexta-feira (23), eles visitaram o Memorial JK, um dos espaços históricos mais simbólicos de Brasília, dedicado à memória de Juscelino Kubitschek, fundador da capital federal. Ao todo, 20 alunos participam da primeira edição do programa, e foram acompanhados pelo prefeito Allyson Bezerra.
O intercâmbio começou na segunda-feira, dia 19, e segue até domingo. Os alunos do intercâmbio já visitaram importantes pontos de Brasília, incluindo espaços culturais e históricos da capital federal.
O roteiro também contempla locais centrais para a política brasileira, como o Congresso Nacional, o Palácio do Planalto e o Palácio do Itamaraty, sede do Ministério das Relações Exteriores. Além disso, os estudantes passaram pelo Museu Nacional, pela Catedral Metropolitana de Brasília, pelo Instituto Rio Branco, pelo Parque da Cidade e outros.
Ao longo desses dias de visitação, os alunos têm aproveitado a experiência para conhecer de perto a história de Brasília e compreender sua relevância para o Brasil. “Conhecemos lugares incríveis que eu sonhava em conhecer. O programa Partiu Brasil é uma grande oportunidade para todos nós”, destacou Mariana Melo, de 13 anos, aluna do 8º ano, que participa do Partiu Brasil.
“Ver nossos alunos da rede municipal conhecendo Brasília, vivenciando novas experiências e ampliando seus horizontes é emocionante. Muitos deles jamais imaginaram viver algo assim. Hoje, eles não estão apenas visitando a capital do país, estão entendendo que podem sonhar e que Mossoró acredita no futuro de cada um deles”, destacou o prefeito Allyson Bezerra.
A programação do Partiu Brasil segue neste sábado (24), com visita ao Palácio do Catetinho, Pontão Lago Sul, Zoológico e outros.


O empresário deu início aos negócios da companhia aérea low cost em 2001, assumindo como o primeiro CEO e tornando-se membro do Conselho de Administração em 2004. Ele permaneceu no cargo executivo por 11 anos, deixando a liderança da empresa em 2012. Já a posição no conselho seguia ocupada até sua morte. As informações são da CNN Brasil.
Em nota, a companhia manifestou profundo pesar pelo falecimento de seu fundador e solidariedade a familiares e amigos, “expressando seus sentimentos e reconhecendo seu legado”.
“Sua liderança, sua visão estratégica e, sobretudo, seu jeito simples, humano, inteligente e próximo deixaram marcas profundas em nossa cultura. Os princípios estabelecidos por seu fundador fizeram a companhia crescer e hoje fazer parte de um grupo internacional. Eles seguem vivos na GOL e continuam transformando a aviação no Brasil”, completa o documento.
Antes de fundar a GOL, Júnior foi diretor da Comporte Participações, grupo que controla diversas empresas de transporte terrestre de passageiros, entre 1994 e 2000. Além da companhia brasileira, o empresário também era presidente-executivo e um dos fundadores do Grupo Abra, holding do setor aéreo que controla a Avianca, a própria GOL, e a Wamos Air.