Ministério Público Federal quer reabertura de base do Tamar em Parnamirim

O Ministério Público Federal (MPF) ingressou com uma ação civil pública (ACP) contra a União e o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio) para que seja reaberta a Base do Centro Tamar localizada na praia da Barreira do Inferno, em Parnamirim (RN). O local é um dos que registra a maior densidade de ninhos da chamada tartaruga-de-pente, espécie criticamente ameaçada de extinção e em risco constante em decorrência do desenvolvimento costeiro desordenado. A base era responsável pela fiscalização de todo o litoral potiguar.

Em meio à pandemia de covid-19 e sem o devido debate com a sociedade, o ICMBio – autarquia vinculada ao Ministério do Meio Ambiente – editou a Portaria 554, no último dia 25 de maio, e extinguiu as bases do Tamar em Parnamirim e as de Arembepe em Camaçari (BA) e Pirambu (SE). A ACP proposta no RN requer a anulação do inciso II do art. 6º dessa portaria, que trata especificamente do fechamento da base no litoral potiguar.

O procurador da República Camões Boaventura, autor da ação, cobra o restabelecimento da estrutura administrativa da base, “nos moldes do modelo anterior”, e requer da Justiça a condenação do instituto e da União de forma a impedir que inviabilizem o funcionamento desse órgão, seja pela redução de recursos materiais ou humanos.

Contradição – O próprio IMCBio, em nota enviada ao MPF, reconhece a importância da criação da base como um dos fatores primordiais para o crescimento do número de desovas de tartarugas marinhas no litoral potiguar, nos últimos 10 anos. O local sediava atividades de pesquisa, monitoramento, fiscalização de licenciamento e educação ambiental, com papel de destaque na proteção, conservação e preservação das tartarugas marinhas.

“(…) a extinção do Centro Tamar em Parnamirim/RN sem lastro científico sobre as consequências ao ambiente e também sem o indispensável debate plural, técnico e amplo relacionado ao tema, constitui medida que colide frontalmente com os princípios e as regras ambientais vigentes”, resume Camões Boaventura.

A nota do ICMBio, ao mesmo tempo que atribui o aumento no número de ninhos dessas tartarugas à implantação de estruturas como a base de Parnamirim, se contradiz apontando como “adequado” seu fechamento. O monitoramento no local passaria a ser “terceirizado”, ficando a cargo de outras organizações governamentais e não governamentais. “Apesar da importância do trabalho desenvolvido por essas organizações (…), tais entidades não possuem a atribuição legal para o exercício do poder de polícia ambiental”, adverte o representante do MPF.

Ameaças e desmonte – Outra alegação do instituto para o fechamento é de que “ocorre no estado um reduzido número de encalhes (de tartarugas marinhas) se comparado a outras regiões do litoral”, sendo que, na verdade, os principais riscos à vida desses animais estão no aumento do desenvolvimento costeiro desordenado, do tráfego de veículos nas praias, da erosão costeira, da atividade pesqueira e do turismo desordenado.

Quanto à redução da equipe de analistas ambientais do Tamar, mais uma das justificativas incluídas na nota, para o MPF “pode ser compreendida como uma confissão implícita de que a extinção da Base Tamar de Parnamirim não se trata de uma opção administrativa decorrente da oportunidade e conveniência”. O Ministério Público entende que a autarquia reconhece, indiretamente, que o fechamento é consequência do desmonte da estrutura de preservação ambiental em todo o País.

Boiada – A ação reforça que a portaria foi editada em um contexto no qual o próprio ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, declarou – na reunião ministerial de 22 de abril – que pretendia utilizar o atual momento de pandemia como “oportunidade” para promover modificações de normas ambientais (“passar a boiada”), longe da atenção da opinião pública.

Para o MPF, a portaria em particular confronta diversos princípios constitucionais, precarizando a proteção à fauna marinha, representando um retrocesso na promoção do meio ambiente saudável, além de resultar na irregular extinção de um órgão público mediante portaria, sem contar a falta de procedimentos adequados para a discussão da medida. Enfraquece ainda o poder de polícia ambiental em área considerada prioritária, desrespeitando outras normas do próprio ICMBio e o Plano de Ação Nacional para a Conservação das Tartarugas Marinhas (de 2017).

Relevância – O Projeto Tamar foi criado em 1980 e é reconhecido internacionalmente como uma das mais bem-sucedidas experiências de conservação marinha. O litoral do Rio Grande do Norte abriga a maior densidade de bolsões de desovas de tartaruga-de-pente em todo o Atlântico Sul, com destaque para a faixa de praias que vai de Natal até a divisa com a Paraíba.

O Tamar protege as cinco espécies de tartarugas marinhas que ocorrem no Brasil, todas ameaçadas de extinção: tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta), tartaruga-de-pente (Eretmochelys imbricata), tartaruga-verde (Chelonia mydas), tartaruga-oliva (Lepidochelys olivacea) e tartaruga-de-couro (Dermochelys coriacea). São 1.100 quilômetros de praias monitoradas, incluindo áreas de alimentação, desova, crescimento e descanso desses animais, do Rio Grande do Norte até Santa Catarina.

Os cuidados são fundamentais, tendo em vista a ameaça de extinção dessas espécies e também o fato de que, de cada mil filhotes nascidos, apenas um ou dois atingem a idade adulta.

A ação civil pública irá tramitar sob o número 0804507-14.2020.4.05.8400.

Fonte: Assessoria de Comunicação da Procuradoria da República no RN

 

MP abre crédito de R$ 160 milhões para auxílio a instituições para idosos

 

O Diário Oficial da União publicou na edição desta quinta-feira (16) a Medida Provisória (MP) 991/2020, que abre crédito extraordinário de R$ 160 milhões ao orçamento do Ministério da Mulher, da Família e dos Direito Humanos. Esses recursos são destinados ao pagamento do Auxílio Emergencial às Instituições de Longa Permanência para Idosos (Ilpis), benefício criado pela Lei 14.018, de 2020.

O auxílio financeiro da União será utilizado pelas Ilpis, os antigos asilos, no combate à pandemia da covid-19. Essas instituições acolhem idosos em situação de abandono ou negligência. Pela lei, poderão acessar os recursos as instituições sem fins lucrativos inscritas em conselhos do idoso ou de assistência social. Contempla até mesmo instituições que tiverem débito ou inadimplência em relação a impostos ou contribuições. Também não será necessária a Certificação de Entidades Beneficentes de Assistência Social (Cebas).

De acordo com a legislação, o auxílio deve ser aplicado exclusivamente para atendimento à população idosa e preferencialmente direcionado para ações de prevenção e de controle da covid-19, compra de insumos e de equipamentos básicos para segurança e higiene dos residentes e funcionários, compra de medicamentos e adequação dos espaços para isolamento dos casos suspeitos e leves do novo coronavírus.

Os critérios de distribuição do recurso serão definidos pelo Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, considerando o tamanho dos asilos e o número de idosos atendidos em cada instituição.

Fonte: Agência Senado

ITA terá 150 vagas para curso fundamental em 2021

O Ministério da Defesa fixou em 150, o número de vagas para admissão no curso fundamental do Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA). A portaria publicada no Diário Oficial da União de hoje (16) terá efeito para as turmas de 2021.

As vagas serão distribuídas da seguinte forma: 24 para engenharia aeronáutica; 26 para engenharia eletrônica; 26 para engenharia mecânica-aeronáutica; 24 para engenharia civil-aeronáutica; 24 para engenharia de computação; e 26 para engenharia aeroespacial.

De acordo com a portaria, do total de vagas, 119 serão destinadas a candidatos não optantes ao Quadro de Oficiais Engenheiros, aprovados em exames de admissão; e 31 a candidatos optantes.

Fonte: Agência Brasil

Senado aprova renegociação de débitos fiscais para empresas no Simples

O Plenário do Senado aprovou, em sessão remota deliberativa nesta terça-feira (14), proposta que permite ao governo federal parcelar os débitos fiscais das micro e pequenas empresas enquadradas no Simples Nacional. Poderão ser negociadas as dívidas com a União em fase de cobrança administrativa, já inscritas na dívida ativa e em cobrança judicial. O placar foi de 70 votos a favor. Não houve votos contrários. O PLP 9/2020, que segue para sanção presidencial, tem o objetivo de ajudar pequenos empreendimentos afetados pela pandemia de covid-19.

O projeto também estende o prazo de adesão ao Simples para novas empresas em 2020. Elas terão 180 dias para fazer a adesão, a contar da data de abertura de cada empresa.

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O texto aprovado estende às empresas sob o regime de tributação Simples Nacional os benefícios da Lei do Contribuinte Legal (Lei 13.988, de 2020): descontos de até 70% sobre multas, juros e encargos e prazo de até 145 meses para pagamento do débito. Já as firmas maiores podem ter desconto de até 50% e prazo de até 84 meses.

Essa lei só não se aplica aos débitos de ICMS, imposto estadual, e ISS, municipal, cuja cobrança esteja a cargo de estados e municípios em razão de convênio com a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional (PGFN).

“Preserva-se, portanto, a competência de estados e municípios para a previsão de regulação da transação tributária no âmbito de suas esferas de poder político”, afirma na justificação de seu relatório o senador Jorginho Mello (PL-SC). Ele relatou o projeto analisando o texto juntamente com o PLP 4/2020, do então senador Luiz Pastore, que havia recebido emenda na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE). Ele optou pela prejudicialidade do PLP 4 e da emenda da CAE e rejeitou as nove emendas apresentadas ao PLP 9.

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Efeito covid-19: TSE excluirá biometria nas eleições municipais

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), Luís Roberto Barroso, decidiu excluir a necessidade de identificação biométrica, por meio de impressão digital, nas eleições municipais deste ano, tendo em vista o risco de contágio por covid-19.

A decisão foi tomada após uma primeira reunião de técnicos do tribunal com os médicos David Uip, do Hospital Sírio Libanês, Marília Santini, da Fundação Fiocruz, e Luís Fernando Aranha Camargo, do Hospital Albert Einstein.

As três instituições firmaram parceria com o TSE para a elaboração de um protocolo de segurança que reduza o risco de contágio durante a votação. Segundo o tribunal, a consultoria sanitária é prestada sem custos.

Dois fatores pesaram para excluir a biometria. Primeiro, o leitor de impressões digitais não pode ser higienizado com frequência, como a cada utilização. Também pesou o fato de que a identificação biométrica tende a causar filas maiores, favorecendo aglomerações, já que o processo é mais demorado do que a simples coleta de assinatura.

Recesso judiciário

A exclusão da biometria será incluída em resoluções para as eleições deste ano que devem ser apreciadas pelo plenário do TSE a partir de agosto, após a volta do recesso judiciário.

A Justiça Eleitoral iniciou o cadastramento biométrico em 2008, e já colheu as impressões digitais de 119.717.190 eleitores, que estariam aptos a votar pelo novo sistema. O TSE planeja cadastrar todos o eleitorado de mais de 150,5 milhões de pessoas até 2022.

O cadastramento biométrico é obrigatório. O eleitor que não comparecer ao cartório eleitoral para a revisão cadastral pode ter o título cancelado e ficará inapto a votar, caso perca o prazo estipulado pela Justiça Eleitoral para cada município.

Neste ano, porém, devido à pandemia, o TSE suspendeu o cancelamento de 2,5 milhões de documentos.

Ainda em virtude da pandemia, o Congresso Nacional promulgou há duas semanas uma emenda à Constituição que adiou o primeiro turno das eleições municipais de 4 de outubro para 15 de novembro. O segundo turno foi alterado de 25 de outubro para 29 de novembro.

Fonte: Agência Brasil

 

Brasil ainda tem 11 milhões de analfabetos

 

A taxa de analfabetismo no Brasil passou de 6,8%, em 2018, para 6,6%, em 2019, de acordo com dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação, divulgada hoje (15). Apesar da queda, que representa cerca de 200 mil pessoas, o Brasil tem ainda 11 milhões de analfabetos. São pessoas de 15 anos ou mais que, pelos critérios do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), não são capazes de ler e escrever nem ao menos um bilhete simples. 

“É uma taxa que vem baixando ao longo do tempo”, diz a analista da pesquisa Adriana Beringuy. Em 2016, era 7,2%. “O analfabetismo está mais concentrado entre as pessoas mais velhas, uma vez que os jovens são mais escolarizados e, portanto, vão registrar indicador menor”, acrescenta.

Apesar de ter registrado queda, os dados mostram que 18% daqueles com 60 anos ou mais são analfabetos. Em 2018, eram 18,6% e, em 2016, 20,4%.

Reduzir a taxa de analfabetismo no Brasil está entre as metas do Plano Nacional de Educação (PNE), Lei 13.005/2014, que estabelece o que deve ser feito para melhorar a educação no país até 2024, desde o ensino infantil, até a pós-graduação. Pela lei, em 2015, o Brasil deveria ter atingido a marca de 6,5% de analfabetos entre a população de 15 anos ou mais. Em 2024, essa taxa deverá chegar a zero.

“A gente percebe que chegou em 2019 com a taxa nacional próxima à meta de 2015, é como se estivéssemos quatro anos atrasados nesse atendimento”, diz Adriana.

Desigualdades 

Além das diferenças entre as idades, o levantamento mostra que existem desigualdades raciais e regionais na alfabetização no Brasil. Em relação aos brancos, a taxa de analfabetismo é 3,6% entre aqueles com 15 anos ou mais. No que se refere à população preta e parda, segundo os critérios do IBGE, essa taxa é 8,9%. A diferença aumenta entre aqueles com 60 anos ou mais. Enquanto 9,5% dos brancos não sabem ler ou escrever, entre os pretos e pardos, esse percentual é cerca de três vezes maior: 27,1%.

As regiões Sul e Sudeste têm as menores taxa de analfabetismo, 3,3% entre os que têm 15 anos ou mais. Na Região Centro-Oeste a taxa é 4,9% e na Região Norte, 7,6%. O Nordeste tem o maior percentual de analfabetos, 13,9%.

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Gildásio desiste da candidatura e Elienai está a dois passos do paraíso com PV

 

A executiva do PV, em Parnamirim, acaba de decidir que irá acompanhar a candidatura da vice prefeita Elienai Cartaxo. Com isso, o professor Gildásio Figueiredo não disputará mais a cadeira 01 do município e passa a acompanhar o projeto do PL, na terceira cidade do Estado.

Os verdes têm força política e contam com a vereadora Fativan que, durante o seu mandato, tem permanecido do lado contrário ao prefeito Taveira. Elienai parte na frente dos integrantes da oposição e consegue reunir o maior número de adesões nos últimos dias antes das convenções.

Essa posição política do PV abre as portas para a convergência da oposição e coloca Elienai em destaque para encabeçar a caminhada rumo à tomada do poder. Em 2008, o PV liderou um movimento de oposição em conseguir oposicionistas, tendo naquela época o apoio total do PR, hoje PL. A retribuição chega 12 anos depois, quando o PV apóia o projeto do grupo de João Maia. Essa iniciativa dos verdes escancara as portas da oposição para união de todos contra o grupo do prefeito Taveira.

O deputado estadual Kleber Rodrigues avalizou o acordo político e vai ter uma conversa com a governadora Fátima Bezerra, para pedir a ela que o bloco do governo lidere essa luta da vice-prefeita e convoque Maurício Marques para coordenar a campanha na oposição.

Elienai agradeceu o apoio dos verdes e disse que esse é um momento histórico para a cidade, devido ao protagonismo do partido em Parnamirim.

 

Empresa financeira cobrava juros abusivos em empréstimo de idosa aposentada

 

A Defensoria Pública do Estado do Rio Grande do Norte (DPE/RN) conquistou decisão que garante revisão contratual em empréstimo realizado com valores abusivos. No caso, a taxa de juros aplicada era três vezes superior à média mensal apurada pelo Banco Central do Brasil, o que demonstra a abusividade praticada. A empresa também foi condenada a ressarcir, na forma dobrada, os valores cobrados indevidamente a título de encargos moratórios.

De acordo com a ação, a cliente, uma idosa, aderiu à contratação de um empréstimo de R$ 3.692,81 da empresa financeira. No entanto, durante o ato da contratação não lhe foi explicado que seriam pagos juros sobre juros no percentual mensal de 22,54% e anual de 1.046,64%. Na época, a taxa média de mercado apurada pelo Banco Central do Brasil era de 7,02%, de forma que a taxa mensal aplicada no empréstimo representava um valor três vezes superior quando comparado à média mensal e oito vezes superior quando comparado à média anual.

Nas condições consideradas abusivas, a aposentada pagaria em um ano a quantia de R$ 10.119,12, com prestações mensais de R$ 843,26, sendo R$ 6.156,31 só a título de juros remuneratórios. “A financeira, utilizando-se de técnicas publicitárias direcionadas às pessoas idosas, colocou a consumidora em desvantagem exagerada, aproveitando-se da hipervulnerabilidade técnica e informacional da pessoa em idade avançada”, registrou a ação.

“Some-se a isso que, no ato da contratação, lhe foi informado que a data mensal para pagamento seria a do recebimento dos seus proventos de aposentadoria. Todavia, por se encontrar recebendo em atraso, em face de ato do Poder Executivo, mês a mês, além dos juros remuneratórios, estão sendo cobrados juros moratórios em idêntico patamar (22,54%), acrescido de multa moratória e demais encargos”, explica a defensora pública responsável pela ação.

Em sua decisão, o juiz de Direito da 13ª Vara Cível de Natal acolheu o pedido de revisão contratual, limitando a taxa de juros remuneratórios a 7,02% ao mês. Também condenou a financeira a ressarcir, na forma dobrada, os valores cobrados indevidamente a título de encargos moratórios, montante a ser apurado em liquidação de sentença.

Fonte: Defensoria Pública do RN

Prouni oferece quase 170 mil bolsas e inscrições terminam na sexta-feira

 

As inscrições para o processo seletivo do Programa Universidade para Todos (Prouni) prosseguem até a sexta-feira (17). A iniciativa do governo federal oferece bolsas de estudo em instituições de ensino superior privadas.

Os interessados devem acessar o portal do Prouni e consultar as bolsas e cursos disponíveis. No site é possível buscar por instituição, município ou área de estudo.

De acordo com o Ministério da Educação, neste segundo processo seletivo foram disponibilizadas 167.780 bolsas em 1.061 faculdades particulares. Destas, 60.551 são bolsas integrais e 107.229, parciais.

Para inscrição, é preciso ter uma conta no portal de serviços do governo federal.

Pelo Prouni, é possível obter bolsas integrais ou parciais, que custeiem todo o curso ou metade do valor.  As integrais são destinadas aos estudantes com renda familiar por pessoa de até 1,2 salário-mínimo. Já as parciais contemplam alunos cujas famílias possuem renda familiar por pessoa de até três salários mínimos.

O Ministério da Educação estabelece como requisitos também o aluno ter conseguido nota de pelo menos 450 pontos de média no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) e não ter diploma de ensino superior.

O cronograma prevê, após o fim das inscrições, a divulgação do resultado da 1ª chamada no dia 21 de julho, a comprovação de informações da 1ª chamada até o dia 28 deste mês e o resultado da 2ª chamada no dia 4 de agosto.

Fonte: Agência Brasil

Saque de auxílio emergencial é liberado para beneficiários do 3º lote

 

Beneficiários do auxílio emergencial contemplados no terceiro lote podem sacar hoje (14) os recursos da primeira parcela. O saque está liberado para os nascidos entre outubro e dezembro. O auxílio foi criado pelo governo para reduzir os efeitos da pandemia na economia brasileira. 

A Caixa antecipou o calendário de saque em dinheiro aos beneficiários com direito a receber a primeira parcela do auxílio emergencial por terem sido aprovados no início do mês de junho.

Essas pessoas, que pertencem ao terceiro lote que a Caixa recebeu da Dataprev, teriam originalmente a liberação do saque em espécie concluída em 18 de julho. O calendário de saque em dinheiro teve início no dia 6 de julho, de forma escalonada pelo mês de nascimento.

Os beneficiários nascidos entre julho e setembro puderam sacar ontem. Os nascidos em junho tiveram o saque liberado no último sábado (11).

Nos dias 16 e 17 de junho, os valores de R$ 600 e R$ 1.200 (no caso de mães solteiras) já haviam sido depositados para esse público na conta poupança social digital da Caixa, de maneira escalonada conforme a data de aniversário do beneficiário.

Nas datas disponíveis para saque, havendo saldo, o valor será transferido automaticamente para a conta que o beneficiário indicou, sendo poupança da Caixa ou conta em outro banco.

Cartão de débito virtual

A Caixa informou que o beneficiário não precisa sacar o auxílio para transacionar o dinheiro. O aplicativo Caixa Tem possibilita que o cidadão faça transferências bancárias e ainda pague contas, como água, luz e telefone.

Além disso, o aplicativo disponibiliza gratuitamente o cartão de débito virtual. Com ele, é possível fazer compras pela internet, aplicativos e sites de qualquer um dos estabelecimentos credenciados. O cartão também é aceito em diversas lojas físicas.

O banco explica que, para utilizar o cartão virtual, o beneficiário precisa gerá-lo. Para isso, o primeiro passo é atualizar o Caixa Tem. Depois, entrar no aplicativo e acessar o ícone Cartão de Débito Virtual.

Feito isso, o usuário deverá digitar a senha do Caixa Tem. Em seguida, aparecerão os seguintes dados: nome do cidadão, número e validade do cartão, além do código de segurança. Ao lado do código, é preciso clicar em “gerar”. Pronto. O cartão está disponível. O código de segurança vale para uma compra ou por alguns minutos. Para realizar uma nova compra é preciso gerar um novo código.

QR Code

Além da possibilidade de uso do cartão de débito virtual, disponível para compras online, o Caixa Tem também oferece a opção “pague na maquininha”, forma de pagamento digital que pode ser utilizada nos estabelecimentos físicos habilitados.

É uma funcionalidade por leitura de QR Code gerado pelas maquininhas dos estabelecimentos e que pode ser facilmente escaneado pela maioria dos telefones celulares equipados com câmera. Quando o cliente seleciona a opção Pague na maquininha, no aplicativo, automaticamente a câmera do celular é aberta. O usuário deve apontar o celular para leitura do QR Code gerado na “maquininha” do estabelecimento.

Fonte: Agência Brasil

“Tive fome e me destes de comer”

Padre João Medeiros Filho

Todas as vezes que fizerdes isto ao menor dos meus irmãos, é a mim que o fazeis” (Mt 25, 40), ensinou Jesus aos discípulos. Crianças, pessoas com deficiência física ou mental, idosos abandonados, dependentes químicos, desempregados, inclusive famílias,vagam pelas ruas de nossas cidades. Sem dinheiro e trabalho cresce essa população de excluídos, não obstante os programas sociais de governos. Não tendo para onde ir, dependem de gente caridosa para sobreviver. Tudo ficou ainda mais difícil para eles, neste período de pandemia. As pessoas saem menos. Apressadas e tangidas pelo medo, não encontram tempo para olhar os desvalidos. Humilhante. Não só para eles, mas também para nós.

Tais seres humanos já viraram almas do outro mundo”, como se diz no interior, pois não constam das estatísticas. Se perguntarem aos administradores públicos quantos se encontram em situação de rua nas suas cidades, talvez não saibam responder.Inexistem dados oficiais ou interesse em informar. Fazem parte das feridas expostas. Segundo estimativas do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada – IPEA (vinculado ao Ministério da Economia), em 2019, o número devia atingir mais de duzentas mil pessoas, no Brasil. E consoante o mesmo órgão, calcula-se que menos de 5% dessa população possui título de eleitor, o que explica muita coisa.Isso leva a refletir e incentivar gestos humanitários. Cristo teve compaixão dos esquecidos. Vários de seus milagres foram em favor dos doentes e desprezados. É preciso que os cristãos realizem mais ações concretas, expressões da caridade efetiva e afetiva, diante da ausência do poder público.Pio XI, na encíclica Quadragésimo ano, já falava do “princípio de subsidiariedade da Igreja no absenteísmo do Estado”.

Há quem pense que os habitantes de rua são de outra espécie e não seres humanos. Santa Dulce dos Pobres dizia a seus colaboradores: “Se não fosse a graça de Deus, quem sabe se nós não estaríamos entre eles”. Não é justo alguém imaginar que um ser humano goste de dormir ao relento. É uma agressão à natureza humana não dispor de água para beber ou se banhar, não ter o que comer e sem perspectivas de futuro. Como aceitar que alguém viva na violência da miséria ou tenha marquises e viadutos como moradia?É desejo de todo cidadão habitar num país onde haja respeito, liberdade, justiça, equidade e paz.

Quantos hoje estão na vulnerabilidade! Segundo um prelado brasileiro, “o fruto da malversação dos recursos públicos destinados à Covid-19 seria suficiente para minorara situação da nossa mendicância”. Fala-se tanto em pacto pela vida. No entanto, parece que tais seres humanos nele não estão incluídos. Faz-se necessário dar maior assistência aos marginalizados da sociedade.Frequentemente, um morador de rua não consegue sequer obter um copo d´água. Quando chega a algum lugar, muitos se afastam. Ao entrar em padarias, restaurantes ou lojas, imediatamente os seguranças são chamados para afastá-lo. No trânsito, quando um deles se aproxima, sobem-se os vidros do automóvel e desvia-se o olhar. Onde estão a fé e a consciência da fraternidade? Jesus exemplificou a falta de solidariedade de seus contemporâneos com a Parábola do Bom Samaritano. Na história do cristianismo, encontram-se grandes apóstolos da caridade, dentre eles, São Vicente de Paulo, São Camilo de Lellis, São José de Cottolengo, Padres João Maria e José Coutinho (sacerdote paraibano), Santa Teresa de Calcutá etc.

As origens cristãs devem ser relembradas. Jesus nasceu na manjedoura de uma estrebaria porque “não havia lugar para eles nas hospedarias” (Lc 2, 7). Grávida, Maria Santíssima perambulou, junto com José, por Belém e cercanias, em busca de acolhida. A insensibilidade ou indiferença humana perdura, ao longo dos séculos. Quanto custa para saciar a fome de um indigente? Decerto, menos que os gastos supérfluos do cotidiano. O pobre, sacramento vivo de Cristo, convida-nos a atitudes sempre mais corajosas. Um sermão de Santo Ambrósio, proferido há mais de dezesseis séculos,continua válido e atual: “Um julgamento mais severo te espera. O povo sente fome e tu fechas as portas. Alguém implora por comida e tu exibes teu ouro. Somente as pedras de tuas joias poderiam salvar muitas vidas de teus irmãos”.

Pastor Alex vai aceitar o “título” de ator concedido por Taveira?

A sessão da Câmara Municipal de Parnamirim foi marcada pelo convite da vereadora Kátia Pires ao pastor Alex, para uma audiência com o prefeito Taveira, e o religioso aceitou. O tema do encontro será a reabertura dos templos religiosos. Mas alguns vereadores que estavam na sessão ficaram surpresos com o jeito conciliador de Alex, que informou à líder do prefeito que estava pronto para divulgar as boas ações do Executivo, caso seus pleitos sejam atendidos.

Esse momento poderá representar uma reaproximação do grupo do vereador pastor Alex com o prefeito candidato à reeleição. Vale lembrar que o pastor foi chamado de ator por Taveira, em recente entrevista à Liberdade FM. No sábado, 18, teremos o resultado desse encontro, pois o pastor Alex será o entrevistado, na mesma Emissora. Será que o evangélico vai confrontar a opinião do prefeito? Ou, como bom religioso e às vésperas de uma eleição, o perdoará? Aleluia, irmãos????

Morre na prisão ex-deputado que teve prisão domiciliar negada no STF

Meurer tinha hipertensão, diabetes e havia passado por cirurgia de ponte de safena, segundo seus advogados

O ex-deputado Nelson Meurer (PP-PR) morreu na prisão neste domingo (12/7), após contrair Covid-19. Meurer, que foi o primeiro condenado pelo Supremo Tribunal Federal na “lava jato”, também tinha hipertensão, diabetes e tinha passado por cirurgia de ponte de safena, segundo seus advogados Michel Saliba e Alexandre Jobim.

Meurer tinha 78 anos, e seu estado frágil de saúde foi ressaltado em um pedido de prisão domiciliar apresentado em março pela defesa ao ministro Luiz Edson Fachin, relator da Ação Penal 996. Fachin negou o pedido em abril.

“Nada obstante o requerente esteja enquadrado em grupo considerado de maior vulnerabilidade em caso de contágio, constata-se que o Juízo da Vara de Execuções Penais de Francisco Beltrão informou a adoção de providências alinhadas à Recomendação n. 62/2020 do Conselho Nacional de Justiça, como a suspensão de visitas a sentenciados que se encontram na Penitenciária Estadual de Francisco Beltrão, a qual “não se encontra com ocupação superior à capacidade”, destacando, ainda, a existência de “equipe de saúde lotada no estabelecimento””, escreveu o ministro na decisão.

Demora e ilegalidade

Ainda em abril, a defesa interpôs agravo regimental, que foi debatido pela 2ª Turma em plenário virtual, em julgamento encerrado em 8 de junho. Foram registrados dois votos a favor de concessão de domiciliar (Gilmar Mendes e Ricardo Lewandowski) e dois contra (Fachin e Celso de Mello).

A ministra Cármen Lúcia não votou, e sua omissão contou como um voto acompanhando o relator, Fachin, como era a regra na época. Por equívoco, ao se criar regras para o plenário virtual, estabeleceu-se que, em caso de empate nas turmas, o empate seria resolvido dando peso duplo ao voto do relator. O problema é que quando a matéria é criminal, a jurisprudência é a de que o empate favorece o réu. O assunto foi abordado pelo advogado Lenio Streck, em coluna na ConJur.

Assim, o agravo foi negado. Só em 1º de julho, após requisição da OAB, a Corte aprovou mudança no regimento para que os votos não manifestados em plenário virtual passassem a contar como abstenção, e não mais como acompanhando o relator.

Além das negativas no bojo da Ação Penal, dois pedidos de Habeas Corpus foram negados pela ministra Rosa Weber, um em abril e outro em maio. O primeiro pedido foi negado por não caber HC contra decisão em procedimentos penais de competência originária do Supremo; o segundo, por ter repetido as requisições do primeiro.

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Racismo e violência contra criança e adolescente são desafios do país

Publicado há 30 anos, o Estatuto da Criança e do Adolescente trouxe avanços na abordagem dos direitos essenciais do público para o qual foi criado em diversas áreas, como saúde, educação e também no combate ao trabalho infantil. No entanto, a situação no país está longe de ser a ideal em alguns aspectos como o racismo, a violência doméstica e o abuso sexual. Para o coordenador do Programa de Cidadania dos Adolescentes do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), Mario Volpi, o maior dos desafios para fazer valer esses direitos no Brasil é a desigualdade, e, entre as diversas formas em que ela se apresenta no país, destaca-se o racismo.

“Esse elemento do racismo, da desigualdade racial, é um elemento que o país ainda não superou. E um dos motivos é porque o Brasil é um país que demorou a admitir que existe discriminação racial. Tivemos uma ideologia de uma pseudodemocracia racial, quando todo os conteúdos escolares e referências de acesso a políticas públicas são brancos.”

O Unicef apresenta diversos dados que corroboram essa avaliação: 64,1% das crianças e adolescentes em trabalho infantil em 2016 eram negros, assim como 82,9% das vítimas de homicídios entre 10 e 19 anos e 75% das meninas que engravidam entre 10 e 14 anos. “Uma criança negra tem três vezes mais possibilidades de abandonar a escola que crianças não negras”, acrescenta Volpi.

Ao contrário da maioria dos indicadores, a taxa de homicídios de adolescentes teve uma alta preocupante nos 30 anos do ECA. O número de adolescentes assassinados mais que dobrou no país entre 1990 e 2017, ano em que 32 brasileiros de 10 a 19 anos foram mortos por dia. Somente entre 1996 e 2017, o número de vítimas chega a 191 mil, estima o Unicef.

Vulnerabilidade

A letalidade infantojuvenil é considerada pela Secretaria Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente um dos problemas mais urgentes. O secretário nacional, Maurício Cunha, conta que a situação vem sendo discutida entre governo e Unicef, e uma das frentes de atuação será a redução da evasão escolar. “Está provado que reduzir a evasão escolar diminui a letalidade juvenil”, disse o secretário, que aponta ações de busca ativa de adolescentes fora da escola como uma das estratégias.

Cunha destaca que as desigualdades são um elemento que precisa ser observado para além dos indicadores gerais, mas alerta que há problemas que afetam todas as classes sociais, como a violência doméstica, os abusos sexuais dentro e fora da internet e o cyberbullying.

“Independentemente da classe social, ser criança no Brasil é estar em situação de vulnerabilidade. Há uma série de violações que independem da classe social, embora sejam muito maiores na condição da pobreza”, diz ele, que destaca a internet como um desses desafios e cita a exploração sexual no meio virtual. “O Brasil, infelizmente, não é só consumidor dessas imagens, é um exportador.”

Pandemia e violência

Esse conjunto de preocupações se acirrou com a chegada da pandemia de covid-19. Entre os dados mais alarmantes, sublinha Cunha, está a queda nos registros de violência contra crianças e adolescentes no Disque 100, que recebe denúncias de violações aos direitos humanos.

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Professora Francisca Henrique dá nota 2 a Taveira e confirma pré-candidatura à prefeita de Parnamirim

Professora Francisca Henrique é pré-candidata pelo Podemos

Moradora de Parnamirim há 56 anos, formada em Letras pela UFRN e fundadora do Centro Educacional PH3, a professora Francisca Henrique está convicta de sua pré-candidatura à prefeita do município e dá nota 2 ao prefeito Rosano Taveira, de quem foi secretária de Educação, no primeiro ano da atual gestão.

Francisca do PH3, como também é conhecida diante do sucesso do seu empreendimento, concedeu entrevista, neste sábado (11), aos jornalistas Gilson Moura e João Ricardo Correia, na Liberdade FM, onde disse ter sido vítima de um boicote enquanto esteve secretária: “Não sou uma mulher de brincadeira. Eu fui para trabalhar e não me deixaram trabalhar”. Ela disse não saber o motivo pelo teve seu desempenho prejudicado, mesmo tendo sido convidada pessoalmente pelo prefeito Taveira.

A professora analisa que há falta de investimento na educação de Parnamirim, mesmo havendo recursos, e critica a estrutura dos colégios: “É preciso restaurar todos os prédios. Não tem nem como ligar um ventilador que pega fogo, pois os fios são de trinta anos atrás”.

Francisca acredita que deixar a educação “do jeito que está interessa à politicagem, porque a política é para servir”. E acrescenta: “Na hora que eu deixo uma criança à margem da sociedade, eu estou contribuindo pra violência aumentar, para o desemprego aumentar”.

Defensora de uma gestão humanista, onde a valorização das pessoas deve vir em primeiro lugar, Francisca Henrique, no período em que esteve à frente da Educação de Parnamirim – pelo menos oficialmente – disse que dá uma nota 2 a Taveira no tocante à Pasta. Sobre a gestão do prefeito, em todas as áreas, até agora, a pré-candidata sorriu e preferiu não avaliar.

GIGANTE ADORMECIDO

Francisca Henrique preside o Podemos em Parnamirim. Integrante do mesmo partido do senador Styvenson Valentim, avisa que sua candidatura será “puro sangue”, sem coligações. Aliás, a professora deixou claro durante a entrevista que tem aliança “com um cara que ninguém tem, Deus”. Mas, em seguida, acrescentou que também tem aliança com o Senador e com o povo.

Confiante que o eleitorado está com vontade de mudar, avisa: “Está todo mundo pensando que o gigante está adormecido, mas quando o gigante se levantar, ele me faz prefeita de Parnamirim”. Ela disse que, no momento certo, o senador Styvenson participará de sua empreitada política.

Francisca concedeu entrevista na Liberdade FM, em Parnamirim

Francisca admite que até poderia ter uma união com o Coronel Dolvim, também pré-candidato a prefeito de Parnamirim, apoiado pelo bolsonarismo, mas por questões partidárias não se coligará. “Quando você tem muitas alianças, chega no poder de todo jeito; não é o nosso caso. Eu não quero chegar de todo jeito e depois lotear as secretarias”.
Acreditando que pode imprimir na gestão pública muito do que sabe da gestão privada, para retribuir à comunidade o sucesso obtido como empresária, Francisca do PH3 tem conversado muito sobre sua pré-candidatura. Mulher de bons argumentos e falas diretas, já esteve com outras pré-candidatas, como a vereadora Nilda e a vice-prefeita Elienai – ambas professoras. “Elas pediram meu apoio e eu disse que não tenho como apoiá-las porque sou pré-candidata e não vou retirar minha candidatura”. Francisca revelou que seu partido terá nove candidatos a vereador em Parnamirim, sendo seis do sexo masculino e três do sexo feminino. Ela terá um homem como companheiro de chapa.

“O PH3 fala por mim no quesito gestão. Não sou política, não sou viciada. Além da educação e saúde, quero trabalhar no desenvolvimento do turismo e levantar um Centro Cultural, para incentivar os artistas locais, que têm muito talento e não recebem a atenção que merecem”, disse a pré-candidata.

Fotos: Assessoria de Francisca Henrique