A política de Parnamirim e a numerologia do poder. O ano de 2020 é de
gêmeos. Taveira tem superstição pelo número 10, Fátima Bezerra gosta do 13 e Maurício Marques o 12 lhe persegue. O ex-prefeitou disputou duas eleições com esse número. Foi o que mais lhe trouxe vitórias, tanto é verdade que em toda votação importante, o ex-prefeito fazia referência ao 12 e, pasmem, agora mais do que nunca Maurício Marques vai precisar gritar é 12, é 12, é 12, pois ele necessita de 12 vereadores para votar ao seu favor no processo de reprovação de suas contas que tramitam na câmara municipal. Isso representa dois terços dos vereadores. Se no passado aquela música de campanha virou um chiclete, na mente do eleitor, quem não consegue dormir pensando em outra canção é Maurício Marques e é bom relembrar, é 12, é 12, é 12….
Sete dos nove Estados do Nordeste – Bahia, Ceará, Maranhão, Paraíba, Pernambuco, Piauí e Rio Grande do Norte – entraram com ação do Supremo Tribunal Federal contra a redução de recursos do Programa Bolsa Família na região. Dados do Ministério da Cidadania indicam que o Nordeste, que concentra concentra 36,8% das famílias em situação de pobreza ou extrema pobreza na fila de espera do Bolsa Família, recebeu 3% dos novos benefícios do programa, enquanto as regiões sul e sudeste responderam por 75% das novas concessões.
A ação foi distribuída para relatoria do ministro ministro Marco Aurélio. Na petição inicial, os sete Estados pedem que a Corte, em caráter liminar, determine à União que apresente dados e justificativas para a concentração de cortes de novos benefícios do Programa Bolsa Família na Região Nordeste.
Além disso, pede que os beneficiários inscritos na região sejam tratados de modo isonômico em relação aos de outros Estados, levando em consideração os índices do IBGE de pobreza e extrema pobreza e o número de famílias que aguardam no Cadastro único do Programa Bolsa Família.
No mérito, é solicitado que a União indique os critérios aplicados e o eventual cronograma de concessão dos benefícios do programa, que indiquem critérios e eventual cronograma para concessão dos benefícios, de modo a contemplar de maneira isonômica e equânime os brasileiros que necessitam do programa e residem nos estados autores.
A ação impetrada no Supremo argumenta que o Bolsa Família tem relevância social e econômica principalmente nos Estados autores e que o represamento de novos benefícios àquelas famílias já inscritas, “de maneira tão díspar em relação às demais regiões do País”, implica em um aumento significativo a demanda social nos locais.
Segundo a petição inicial, as “desproteções concentradas” na região nordeste comprometem outros serviços e fazem com que aumente o número de pessoas em situação de rua, o número de pedidos de cesta básica para superar a fome, especialmente aos municípios, ‘causando desequilíbrio social e, claro, financeiro nas já combalidas finanças estaduais e municipais’.
O documento registra que, no nordeste, em dezembro de 2019, havia 939.594 famílias em situação de pobreza extrema sem o benefício. Em janeiro de 2020, foram concedidos 3.035 benefícios para toda a região – 0,32% da demanda. Na região sul, 186.724 famílias estavam em situação de extrema pobreza sem o Bolsa Família, e foram concedidos 29.308 benefícios (15,7% da demanda).
“Tais números mostram uma redução que não se justifica legal e constitucionalmente mesmo em cotejo com um cenário de cortes no orçamento da assistência social”, diz o documento.
O segundo suplente Márcio da rural que assumiu o mandato de vereador com o afastamento do titular, Abidene Salustiano e, também, do seu primeiro suplente Léo Lima está com os dias contados. Márcio vai perder a cadeira nessa quarta-feira. O homem da super cola já anunciou o seu retorno ao Parlamento Municipal. Abidene vem tentando viabilizar sua candidatura a prefeito da cidade, mas entende que sua volta ao legislativo possibilitará o entendimento necessário na hora da tomada decisão. Márcio da rural deverá arrumar a mala para poder voltar aos braços do Prefeito Taveira, reassumir seu cargo comissionado no executivo, porém quando for assinar o termo de posse, assinará também a ficha de filiação no PRB, partido de Irani Guedes, Gustavo Negócio e claro do Coronel. Para Márcio da Rural, uma esteira, ou melhor uma estrada, sempre o levará a algum lugar.
O medo do coronavírus está em toda parte, até nas reuniões políticas em Parnamirim.
Em atenção às medidas preventivas, a reunião, na residência de Elienai Cartaxo, contou com um participante especial, o famoso álcool 70%. Ele passou de mão em mão antes de iniciar a reunião. É importante registrar, também, que algumas pessoas convidadas deixaram de comparecer ao encontro por apresentarem gripe, como foi o caso do vereador Rogério Santiago. Apesar do cenário intimidante que vive o mundo com essa pandemia. Nesta reunião, o clima era de muita animação e a vice prefeita Elienai Cartaxo, anfitriã, deu tom da primeira reunião, depois do seu rompimento com o prefeito Taveira. A primeira decisão foi que até o dia 3 de abril, todos irão concentrar forças para fortalecer as nominatas dos partidos, criando condições para manutenção dos vereadores. Após esse pronunciamento, o clima ficou nublado e caiu uma chuva, quando alguns presentes se posicionaram contra. Daniel Américo, Santana e Nilda afirmaram não aceitariam vereadores em seus em seus quadros. Já o PCdoB, comandado por Airene Paiva, deixou claro que aceita os vereadores e, na visão do tabelião, os parlamentares são bem-vindos e somam em qualquer projeto, seja majoritário ou proporcional. O ponto alto da reunião foi a decisão que todos os pré-candidatos a prefeito irão votar nos nomes que estiverem mais bem colocados e em condições para derrotar o coronel Taveira. Ou seja, salve-se quem puder, quem viabilizar seu nome, estará feito, pois todos concordaram em buscar a tão sonhada união. Maurício Marque afirmou que na campanha da oposição irá dirigir uma Kombi para derrotar Taveira. O ex-prefeito afirmou, ainda, que no próximo encontro dos oposicionistas, irá escolher o seu partido político. A nova reunião da oposição, acontecerá na próxima quarta-feira, até lá, possivelmente Marques poderá ter o nome dessa nova legenda partidária. Após a chuva, o clima voltou a ficar estável, todos foram para suas casas, sã e salvos. Finalizada a reunião, eis que chega a vereadora Rhalessa que veio abraçar a vice prefeita Elienai Cartaxo. Irmã, cuidado com o covid-19, ele anda matando muita gente!
O estado de São Paulo informou hoje que registrou a primeira morte por coronavírus no Brasil, segundo o governo estadual. A reportagem apurou com um interlocutor do Ministério da Saúde que a primeira vítima é um homem de 62 anos, que morava na capital paulista. Ainda não há informações sobre como ele contraiu a doença. O homem tinha diabetes e hipertensão e, por conta da idade, estava no grupo de risco.
De acordo com o coordenador do Centro de Contingência do Coronavírus de São Paulo, David Uip, outras quatro mortes são investigadas pelos órgãos públicos de saúde. Não há confirmação que elas tenham relação com o novo coronavírus. Segundo Uip, o homem apresentou sintomas no último dia 10, foi internado em uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) no dia 14 de março e morreu ontem às 16h. Ele não tem histórico de viagens, ou seja, tratava-se de um caso de contaminação comunitária. “Este óbito e, outros virão, não deve causar pânico na população”, disse Uip em entrevista coletiva na tarde de hoje. “Corre por aí que não há transparência dos dados, mas estamos informando absolutamente tudo que acontece”, completou.
Segundo estudos publicados, a letalidade do novo coronavírus é maior entre os idosos, como no caso da primeira morte em território nacional. Até ontem à tarde, o Ministério da Saúde informava que o número de casos oficiais do novo coronavírus no Brasil subiu para 234 confirmados e 2.064 suspeitos. Outros 1.624 casos já tiveram a suspeita descartada.
O estado com maior número de casos confirmados é São Paulo (162), seguido pelo Rio de Janeiro (31) e pelo Distrito Federal (13). O número real de casos, no entanto, pode ser maior, já que o boletim nacional tem demorado para incluir novos casos confirmados pelas autoridades de saúde dos estados.
O governo de São Paulo avalia que o surto de coronavírus deve durar entre quatro e cinco meses. O prefeito da capital paulista, Bruno Covas (PSDB), decretou estado de emergência na cidade. Entre as medidas adotadas pela gestão municipal, o rodízio de carros foi suspenso por tempo indeterminado.
Além do caso de São Paulo, a secretaria estadual de Saúde do Rio de Janeiro divulgou ontem que um médico de 65 anos estava internado em estado gravíssimo em um hospital da rede privada contaminado por coronavírus.
O paciente em estado gravíssimo é o médico nefrologista e ex-vereador Edison Régio de Moraes Souza, o Dr. Edison da Creatinina. Ele é professor da Faculdade de Medicina da Uerj (Universidade do Estado do Rio de Janeiro), onde ministra aulas de nefrologia.
Casos oficiais
de coronavírus no Brasil
Secretário pede para pessoas não saírem de casa O secretário estadual da Saúde de São Paulo, José Henrique Germann, disse hoje pela manhã não crer que o governo precisará adotar medidas de isolamento compulsório para combater a pandemia do novo coronavírus, a exemplo da Itália, mas enfatizou o pedido para que as pessoas só saiam de casa em caso de necessidade.
“Eu não acredito nisso. Eu acho que do jeito que nós estamos trabalhando e fazendo o enfrentamento desde já, pelo aprendizado anterior, não chegaremos a este ponto do isolamento total. Isso é pânico. O que nós pedimos a população é que pensem a respeito do que está acontecendo e colaborem com as medidas de enfrentamento. Sem a colaboração da população nós não vamos conseguir chegar lá”, afirmou em entrevista ao Bom Dia São Paulo.
Germann ressaltou que o momento não é de pânico, mas de cautela, especialmente com os idosos, que estão no grupo de risco da covid-19. Ele destacou que a questão do distanciamento social “é muito importante” porque o vírus tem uma capacidade grande de se alastrar. “Fique em casa. Nós estamos em uma situação que não é de pânico, mas é uma situação onde você tem que estar muito atento e, com isso, observar essas regras e essas determinações tanto no governo estadual quanto do governo municipal, que levam justamente a que o trânsito se modifique para menor e as pessoas têm obrigatoriamente muita atenção no sentido de só sair de casa se tiver necessidade.”
Padre João Medeiros Filho
O bairro de Emaús (Parnamirim) lembra Dom Nivaldo Monte. Este quis homenagear os discípulos de Cristo, oriundos daquele lugarejo, perto de Jerusalém, para onde se dirigiam tristes e abatidos, tangidos pela saudade do Mestre. Entretanto, Ele se manifestaria na caminhada. Nosso inesquecível arcebispo sentia o Ressuscitado sempre a seu lado, latente no aroma das flores, no esvoaçar dos pássaros, manifestando alegria e gratidão ao Criador. Foi ali que Dom Nivaldo erigiu a ermida de sua contemplação, o altar de sua poesia e compôs a ode de seu amor e encanto pela natureza. Terras que foi adquirindo abrigam hoje um convento de religiosas, um claustro de monjas contemplativas (Carmelo Nossa Senhora do Sorriso), um santuário da Adoração Eucarística (Mosteiro de Sant´Ana) e o Recanto Santa Marta, local de repouso e prece dos seus sucessores no sólio pontifício natalense.
Cabe-nos proclamar a beleza e a grandeza interior do Pequeno Príncipe do coração de muitos. Baixinho de estatura física, mas monte no sobrenome e no caráter, gigante na ternura e misericórdia, que brotam do Evangelho. Dom Nivaldo sempre partilhou sua vida e os dons recebidos de Deus – materiais ou espirituais – com os irmãos. Por isso, dividiu suas terras em uma centena de lotes para os necessitados, realizando verdadeira reforma do solo urbano. Nasceu assim Emaús, ao lado da estrada que dá acesso a Parnamirim. “Nada é meu. Tudo é de Deus e Este tem sempre um pedacinho para cada um de seus filhos”, dizia sempre.
Um dia chegou o progresso com suas mazelas. Decidiram duplicar a rodovia que liga Natal a Parnamirim e cortaram o terreno de sua granja. Confessou a tristeza que o abatia a Hélio Galvão, que relembrou o ocorrido, ao saudá-lo quando da posse do antístite na Academia Norte-rio-grandense de Letras-ANRL. “Ele viu então aquelas irmãs plantas que sua mão plantou, que seu carinho regou, cujo desenvolvimento acompanhou, cujas feridas de pragas curou, ele viu, sim, as irmãs plantas empurradas pela impiedade da máquina, arrancando-as como uma árvore bruta das matas, mortalmente feridas, as raízes expostas para o ar. O sacrifício das afeições mais caras ao deus implacável do Progresso”.
A legislação de então permitia desapropriar sem indenização, em certas condições e situações, imóveis particulares. Assim, sem terras, plantas e dinheiro, levado pelo vento da fé, Dom Nivaldo cuidou das chagas da alma e lembrou-se das dores de Maria Santíssima. Construiu com a ajuda dos fiéis uma capela dedicada à Virgem dos Pobres (Nossa Senhora de Banneux), após relatos de Padre Collard sobre as aparições da Mãe de Deus, na Bélgica.
Em 2007, a Câmara Municipal de Parnamirim desejou prestar uma homenagem ao antigo pastor natalense, aprovando por unanimidade uma lei, denominando Avenida Dom Nivaldo Monte as marginais da BR 101, indo do mercado Superfácil ao viaduto que interliga as BRs 101 e 304. O prefeito Agnelo Alves, sempre grato ao arcebispo, sancionou o ato pelo qual parte do patrimônio outrora pertencente ao venerável prelado, seria conhecida pelo seu nome. O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes – DNIT embargou a denominação, amparado por normas vigentes, segundo as quais os poderes estaduais e municipais não possuem competência para nominar as vias marginais de rodovias federais. E, hoje, parte da BR 101 que deveria ter o seu nome é intitulada Rodovia Governador Mário Covas. Talvez este nem sequer sabia onde fica Emaús.
Em boa hora, o DNIT deseja realizar uma reparação, denominando um trecho das marginais da BR 101 de Avenida Dom Nivaldo. Desde já, externamos os agradecimentos, em nome da família, Igreja e ANRL pelo empenho daqueles que consideram mais do que justo e merecido esse tributo. Praza aos céus que isto aconteça logo. Domingo passado, dia 15, celebramos 102 anos de nascimento do “Dom da Ternura”, o “Semeador da alegria”, “o Intérprete do Infinito”, orgulho do povo potiguar. Dom Nivaldo mostrou a muitos os atalhos de Deus, à semelhança de Cristo que se definiu “Eu sou o caminho, a verdade e a vida” (Jo 14, 6). Como sacerdote e bispo convidou os fiéis a viver o refrão da Prece Eucarística V: “Caminhemos na estrada de Jesus”!
Deu negativo para o coronavírus e também para a reunião da oposição. O vereador Rogério Santiago foi o membro ausente na reunião da oposição e o motivo alegado para sua ausência foi uma forte gripe, impossibilitando-o de comparecer. Ele não queria expor os outros ao risco de contaminação ou estava com medo de se expor. Alguns participantes chegaram a comentar que ele ficou com medo do coronel vê-lo e lhe deixar de quarentena sem um partido para resolver sua reeleição. Nos corredores da prefeitura, o ex-genro de Maurício Marques, anda se recuperando de uma gripe mal curada da contraída na última reunião. O vereador Rogério não irá arriscar nenhuma movimentação política que desagrade o prefeito nesse momento de vigilância na saúde política dos partidos e dos candidatos. O vereador Rogério Santiago, vem participando normalmente das sessões da câmara.
Parece filme de terror. Cadáveres jazem na porta das casas, atraindo urubus. O ar é fétido. Os raros transeuntes andam a passos ligeiros, como se fugissem da misteriosa doença. Carroças surgem de tempos em tempos para, sem cuidado ou deferência, recolher os corpos, que seguem em pilhas para o cemitério.
A primeira página da ‘Gazeta de Notícias’ mostra o caos no Rio de Janeiro dominado pela gripe espanhola (imagem: Biblioteca Nacional)BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL / BIBLIOTECA NACIONAL DIGITAL
Como os coveiros, em grande parte, estão acamados ou morreram, a polícia sai às ruas capturando os homens mais robustos, que são forçados a abrir covas e sepultar os cadáveres. Os mortos são tantos que não há caixões suficientes, os corpos são despejados em valas coletivas e o trabalho se estende pela madrugada adentro.
— Esse grande flagelo parece zombar da fortaleza física do homem e deixa como rastro um número extraordinário de mortos e um exército de combalidos entregues à fraqueza, ao depauperamento, à quase invalidez — afirma o senador Jeronymo Monteiro (ES).
O filme de terror ocorreu em 1918, quando a gripe espanhola invadiu o Brasil. A violenta mutação do vírus da gripe veio a bordo do navio Demerara, procedente da Europa. Em setembro desse ano, sem saber que trazia o vírus, o transatlântico desembarcou passageiros infectados no Recife, em Salvador e no Rio de Janeiro.
A gripe espanhola, como indicam os discursos acima, domina os debates do Congresso Nacional. As falas dos parlamentares integram o acervo histórico do Arquivo do Senado e do Arquivo da Câmara, em Brasília, e mostram como o Brasil de 1918 se comportou diante da doença.
Assim como outros prédios públicos do país, o Senado e a Câmara, no Rio (que tem o status de Distrito Federal), passam vários dias fechados. Não há funcionários suficientes para tocar as atividades burocráticas no auge da epidemia. Muitos convalescem e outros tantos morreram.
Após vários dias combalido, o senador Paulo de Frontin (DF) é recebido com festa na volta ao Senado.
— Tendo sido também vítima da espanhola e seriamente, Sua Excelência está aí rijo, cumprindo seus deveres com aquela atividade rara que todos lhe reconhecemos — diz, num discurso de boas-vindas, o senador Victorino Monteiro (RS).
Entre as vítimas ilustres, também figura Olympio Nogueira, estrela do teatro e da música no Rio, bem no auge da carreira.
— Todas as classes, desde os humildes trabalhadores até aqueles que gozam do maior conforto na vida, foram alcançados pelo flagelo terrível, que bem parece universal — constata o deputado Sólon de Lucena. — Dir-se-ia que a morte, não satisfeita com a larga messe de vidas ceifadas nos campos de batalha europeus, quis, na sua ânsia de domínio, estender até nós os seus tentáculos.
Lucena (avô de Humberto Lucena, que seria senador nas décadas de 1980 e 1990) se refere à Primeira Guerra Mundial. Em outubro e novembro de 1918, as manchetes dos jornais brasileiros se alternam entre a gripe espanhola no país e as negociações de paz na Europa. É justamente o vaivém de soldados que faz o vírus mortal tocar todos os cantos do planeta.
— Nos subúrbios do Rio de Janeiro, as ruas ficam cheias de cadáveres porque as famílias ficam com medo de serem infectadas pelos mortos dentro de casa. Além disso, a medida facilita o trabalho de remoção das carroças da limpeza pública — explica a médica e historiadora Dilene do Nascimento, da Casa de Oswaldo Cruz.
Os parlamentares apresentam uma série de projetos de lei com o objetivo de, em diferentes frentes, combater a doença e amenizar seus efeitos. Uma das propostas determina a aprovação automática de todos os estudantes brasileiros, sem a necessidade dos exames finais.
Citando sua própria experiência como professor da Escola Politécnica (atual escola de engenharia da UFRJ), o senador Paulo de Frontin defende o projeto:
— O momento em que se exige do estudante o máximo esforço são os últimos três meses do ano letivo, quando ele se prepara para o exame final. Exatamente nessa época, grande parte dos alunos foi atacada pela epidemia reinante e muitos falecerem. Na Escola Politécnica, choramos a perda de mais de um. Aqueles que se salvaram estão em uma convalescença que se pode considerar longe de ser completa.
O senador Mendes de Almeida (MA), dono da Escola Técnica de Comércio Cândido Mendes (hoje Universidade Cândido Mendes), no Rio, acrescenta:
— Só na minha escola, mais de 35 professores não têm podido dar as suas aulas por motivo de saúde.
Como 1918 já está chegando ao fim, o presidente interino Delfim Moreira acha mais prudente não esperar as votações do Senado e da Câmara e baixa em dezembro um decreto batendo o martelo de uma vez: aluno nenhum repetirá o ano letivo.
Em outra linha, o deputado Celso Bayma (SC) redige um projeto de lei ampliando em 15 dias o prazo para o pagamento das dívidas que vencem em plena epidemia. De acordo com ele, a moratória é necessária porque muitos comerciantes baixaram as portas, deixaram de lucrar e, por tabela, ficaram impossibilitados de honrar seus compromissos com bancos e outros credores.
— Os que vivem estes dias angustiosos sabem que a capital do país [Rio] tem necessidade de feriados, o mesmo sucedendo com a praça de São Paulo. Por esse meio, poderão os negociantes encobrir a situação aflitiva em que se encontram — acrescenta Bayma, sem, contudo, conseguir a aprovação do projeto.
Faltam estatísticas confiáveis a respeito das vítimas no Brasil. Mesmo assim, não há dúvidas de que a epidemia é avassaladora. O gráfico de óbitos anuais da cidade de São Paulo mostra um salto gritante quando chega 1918. Num único dia, o Rio chega a registrar mil mortes.
A devastação também pode ser dimensionada pelas ausências na eleição para o Senado ocorrida apenas na cidade do Rio em novembro de 1918. A capital tem 36 mil eleitores registrados, mas apenas 5 mil vão às urnas. Na eleição presidencial de oito meses antes, como comparação, 22 mil cariocas votaram.
— A eleição de senador foi uma eleição sem eleitorado. Tanto vale dizer, não foi uma eleição — critica o senador Francisco Sá (CE), tentando, sem sucesso, anular a votação.
O Governo proíbe as aglomerações públicas. Os teatros e os cinemas, além de lacrados, são lavados com desinfetante. Pela primeira vez, as pessoas ficam proibidas de ir aos cemitérios no Dia de Finados — não só para evitar as multidões, mas também para impedir que se veja o estoque de corpos insepultos.
— O que vemos são acontecimentos funestos, uma verdadeira hecatombe — resume o deputado Azevedo Sodré (RJ).
Os jornais estão repletos de anúncios de remédios milagrosos que se dizem capazes de prevenir e de curar a gripe. A oferta vai de água tônica de quinino a balas à base de ervas, de purgantes a fórmulas com canela. A procura é tão grande que as farmácias se aproveitam da situação e levam os preços às alturas. No Rio, a prefeitura reage tabelando o preço dos remédios.
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Na cidade de São Paulo, a população em peso recorre a um remédio caseiro: cachaça com limão e mel. Em consequência, o preço do limão dispara, e a fruta some das mercearias. De acordo com o Instituto Brasileiro da Cachaça, foi dessa receita supostamente terapêutica que nasceu a caipirinha. Coincidência ou não, uma das peças de maior sucesso em São Paulo em 1918 se chama A Caipirinha.
— A verdade é que a gripe não tem cura — diz o médico Lybio Martire Junior, presidente da Sociedade Brasileira de História da Medicina. — Diante de uma doença mortal nova e da falta de informação, a população fica apavorada e acredita em qualquer promessa de salvação. Até hoje é assim. Basta lembrar os primórdios da Aids.
Os pobres ao deus-dará
A epidemia escancara uma deficiência grave do Brasil: em termos de saúde, os pobres estão ao deus-dará. Não há hospitais públicos. Não é raro que as pessoas, assim que se descubram “espanholadas”, busquem socorro nas delegacias de polícia. Quem, aos trancos e barrancos, presta alguma assistência à população carente são instituições de caridade, como as santas casas e a Cruz Vermelha.
— As famílias ricas são menos atingidas do que as famílias pobres porque se refugiam em fazendas no interior do país, mantendo distância do vírus — conta o historiador Leandro Carvalho, professor do Instituto Federal de Goiás e autor de dois estudos sobre a epidemia de 1918.
Dada a multidão que morre todos os dias, começa a correr no Rio a história de que a Santa Casa de Misericórdia, para abrir novos leitos, acelera a morte dos doentes em estado terminal. Isso se daria por meio de um chá envenenado administrado aos pacientes na calada da noite. Nasce, assim, a lenda do “chá da meia-noite”. Os jornais apelidam o hospital de “Casa do Diabo”.
O deputado Azevedo Sodré fica indignado com a campanha de difamação:
— O povo, não sabendo a quem incriminar pela desgraça que o ferira e pelo abandono em que se achou, revoltou-se contra a Santa Casa de Misericórdia, que representa quase toda a assistência pública desta capital. O povo parece não saber que a Santa Casa, afora um subsídio pequeno que lhe concede o governo, vive do favor do público, desse espírito de filantropia tão vivo no seio da nossa população.
No auge da crise, prefeitos e governadores se dão conta de que não podem permanecer de braços cruzados. Com certo atraso, distribuem remédios e alimentos, improvisam enfermarias em escolas, clubes e igrejas e convocam médicos particulares e estudantes de medicina.
No âmbito federal, o que existe é a Diretoria-Geral de Saúde Pública, subordinada ao Ministério da Justiça, mas com atuação bastante tímida, cuidando apenas da barreira sanitária dos portos e da higiene da capital do país.
O deputado Sodré afirma que a culpa da epidemia não é da Santa Casa, mas sim da Diretoria-Geral da Saúde Pública, por ter subestimado as notícias da gripe espanhola no exterior e não ter imposto quarentena aos navios vindos de fora, como o Demerara.
— Mesmo dias depois, ao irromperem os primeiros casos no Brasil, reinava em nossa repartição sanitária a mesma ignorância máxima. Presenciamos uma quase falência dos nossos serviços de higiene e assistência públicas.
Sodré, então, apresenta um projeto de lei que promoveria a diretoria a Ministério da Saúde Pública.
— Salvemos ao menos as aparências. Se ao Governo não sorri a ideia de um Ministério da Saúde Pública, que nos diga o que pretende fazer, para que nós, o Congresso Nacional, inteirados do seu desejo, nos movamos, discutamos e resolvamos consoante as nossas funções no sistema representativo que rege o país.
Apesar dos apelos, o projeto não avança. De qualquer forma, o susto da gripe espanhola faz o Governo se mexer. Um ano mais tarde, na virada de 1919 para 1920, o Congresso Nacional aprova e o presidente Epitácio Pessoa sanciona uma decisiva reforma na estrutura federal de saúde.
A acanhada diretoria cresce, ganha responsabilidades e é rebatizada de Departamento Nacional de Saúde Pública. O novo departamento atua no combate à lepra, à tuberculose, à malária e às doenças venéreas. O escopo agora é nacional.
Assim, de forma indireta, a gripe espanhola planta tanto a semente do Ministério da Saúde, que surgirá em 1930 (como Ministério dos Negócios da Saúde e da Educação Pública), quanto a do Sistema Único de Saúde (SUS), que será previsto na Constituição de 1988.
Do mesmo modo abrupto com que chega ao Brasil, a gripe espanhola desaparece repentinamente. Em dezembro, já são raros os contágios. Foram tantas as pessoas infectadas entre setembro e novembro que o vírus praticamente não tem mais a quem atacar.
Enfim terminado o filme de terror, os cariocas usam o Carnaval de 1919 como forma de exorcizar o fantasma da gripe espanhola. O Rio assiste, nos bailes e nos blocos de rua, àquela que talvez seja a folia mais desenfreada de que se tem notícia na cidade. Das marchinhas aos carros alegóricos, o tema da festa é um só: o “chá da meia-noite” — que não bota medo em mais ninguémNo Carnaval de 1919, os cariocas caem na folia em blocos e bailes que têm como tema o “chá da meia-noite”, símbolo da recém-desaparecida epidemia de gripe espanhola (imagens: ‘Careta’/Biblioteca Nacional)
A reportagem, publicada originalmente aqui, faz parte da seção Arquivo S, resultado de uma parceria entre o Jornal do Senado, a Agência Senado e o Arquivo do Senado brasileiro. Com pesquisa do Arquivo do Senado.
Como bom articulador, Paulo Jr tem sempre sua carta de seguro na manga, não brinque com o filho de Paulão, uma das forças que irá lhe representar tem raizes na terra do sol nascente. Eurico da padaria Japão foi um dos escolhidos para herdar seu capital eleitoral. Paulo Jr irá seguir sua vida religiosa e também empresarial. Eurico, jovem empresário na área da panificação, não esconde de ninguém o seu desejo de sentar na cadeira do seu padrinho, mas quando o assunto é a campanha majoritária, os dois vão por caminhos diferentes. Paulão Jr será de Elienai e Eurico vai de Taveira em 2020. O comentário que anda circulando, nas rodas de amigos na cohabinal, é que a esposa do prefeito, Alda Lêda, vice de Eurico na associação do bairro, tem, junto com Taveira, conversado muito com o pré candidato, ela pretende continuar essa parceria que tem proporcionado vitórias para o bairro e, agora, será estendida para a cidade. Alguns observadores da cena política ficaram sem saber explicar essa posição política do homem do Japão. Alguns dizem que tratar-se de um jogo combinado entre os dois, Paulão e Eurico. Save-se que um vai ficar no governo e o outro na oposição, qualquer que seja o resultado, ambos estarão contemplados, pois são unha e cutícula. Essa estratégia política desafia até a física, pois um único corpo não pode ocupar dois espaços ao mesmo tempo, mas nesse cenário há uma diferença: um vai ficar comendo sushi e o outro sashimi, pode ser que assim funcione a estratégia planejada. Quando o assunto é confiabilidade, todos aceitam, até sair o resultado final da eleição, pois os vencedores e derrotados não irão respeitar esse reino dividido.
Tudo pode acontecer, inclusive nada. O avião mineiro já pousou no Rio Grande do Norte e trouxe na bagagem muitas incertezas, principalmente para o grupo do Avante, na cidade Trampolim da Vitória. Uma coisa chamou a atenção da classe política local, a presença do ex-deputado Carlos Maia, em uma reunião política. O homem forte do antigo PTdoB, hoje Avante, Carlos Maia, foi tratar da situação do partido em Parnamirim, que ainda está em seu controle, na pessoa do Advogado Francisco Raimundo, a queda de braço está sendo grande, mas uma pessoa, que presenciaram a conversa, afirmaram que ouviu o presidente nacional garantir que Carlos Maia voltará ao berço da agremiação partidária que ajudou a fundar no RN. Quem duvidar é só pagar pra ver. Só lembrando que
Carlos Maia é amigo particular de Luis Tibé e o mineiro é também padrinho de casamento do ex-deputado. Detalhe, até esse momento, quem comanda, juridicamente, o Avante em Parnamirim é a família Paiva. Mensagem à ser decifrada. Preste atenção a história de São Francisco de Assis: Na juventude de Francisco, por volta de seus vinte anos, uma guerra começou entre as cidades italianas chamadas Perugia e Assis. Ele queria combater em Espoleto, entre Assis e Roma, mas caiu enfermo.
O vereador Paulo Jr já está arrumando as duas gavetas ao mesmo tempo. Ele já declarou que não disputará mais nenhum mandato em 2020 e também está se despendido da base aliada do prefeito. Assim, as malas do mandato de vereador e de componente da base aliada, já estão prontas para uma viagem sem volta. O articulador, como vem sendo chamado Paulo Jr, diz em todos os lugares, que o grupo de Taveira, não faz mais parte da sua realidade. Na próxima semana, o parlamentar deverá fazer sua declaração de rompimento com o coronel. O único empecilho, é que tem muita gente, ligada politicamente ao vereador, em clima de Páscoa, querendo ficar com o ovo e só depois malhar Judas em praça pública com o seguro desemprego no bolso.
Detalhe, Paulão Jr é considerado, pelos amigos do prefeito, o grande articulador do rompimento de Elienai com Taveira.
Ex-secretário geral da Presidência, Gustavo Bebianno morreu na manhã de hoje em Teresópolis, na região serrana do Rio de Janeiro. A informação foi dada pelo jornal O Globo e confirmada pela reportagem do UOL. Ele tinha 56 anos de idade e sofreu um infarto fulminante. Ao UOL, o presidente do diretório do PSDB do Rio de Janeiro, Paulo Marinho, disse que ele passou mal por volta das 4h de hoje. “Infelizmente, é verdade. Passou mal, foi levado ao hospital, tentaram reanimá-lo, mas não resistiu”, afirmou por telefone.
Bebianno estava em casa com seu filho quando se sentiu mal, por volta das 4h. Ao ir ao banheiro tomar um remédio, desmaiou. Ele foi levado para um hospital da cidade, onde morreu. Ainda não há informações sobre o velório.
De aliado a desafeto de Jair Bolsonaro, Bebianno foi o pivô da primeira crise política do governo. Atualmente no PSDB tinha planos de se candidatar à Prefeitura do Rio nas eleições desse ano.
Nas redes sociais, o governador de São Paulo, João Doria (PSDB), lamentou a morte do colega de partido. “Com profundo pesar recebi a notícia da morte de Gustavo Bebianno. Seu falecimento surpreende a todos. O Rio perde, o Brasil perde. Bebianno tinha grande entusiasmo pela vida e em trabalhar por um País melhor. Meus sentimentos aos familiares e amigos nesse momento de dor”, publicou o tucano no Twitter.
Ascensão política Advogado de formação, Gustavo Bebianno Rocha nasceu no Rio de Janeiro em 18 de janeiro de 1964. Em 2017, ele foi apresentado ao então deputado federal Jair Bolsonaro, oferecendo-se para defendê-lo gratuitamente em diversas causas. Em pouco tempo, os dois estabeleceram uma relação de confiança. Bebianno se filiou ao PSL —partido de Bolsonaro entre janeiro de 2018 e novembro de 2019— em março de 2018, mas deixou a sigla poucos meses depois, em outubro, após o segundo turno da eleição presidencial. Neste período, chegou a presidir o partido.
Durante esse período, teve atuação importante durante todo o período envolvendo o atentado a faca sofrido por Bolsonaro em Juiz de Fora (MG) durante a campanha presidencial.
A noite vira dia na política de Parnamirim. É um verdadeiro eclipse, os políticos não param de se encontrar, um desses encontros foi flagrado pelo nosso drone. A vice Elienai Cartaxo não para de visitar os membros da oposição parnamirinense, em busca de um consenso. Ela tenta unir todos em torno do seu nome para prefeito em 2020. A vice foi vista entrando na casa dos irmãos Maias, Cesár e Carlos Maia. Era tarde da noite, nosso veículo aéreo não tripulado, registrou os outros integrantes da oposição entrando na casa de Oziene Maia para uma reunião de trabalho. Estavam presentes Ricardo Gurgel, Thiago Cartaxo e os irmãos Maia que receberam a vice prefeita para um bate papo sobre a realidade política e aproveitaram para traçar estratégias e cenários para enfrentar o poder. Perguntado se não era hora de Elienai descansar? Carlos Maia se antecipou e respondeu dizendo que o sucesso de qualquer projeto se constrói à noite, quando todos estão dormindo. A vice prefeita completou que não existe cansaço e que só vai parar em outubro com a vitória da oposição em Paranamirim.
O bronzeamento artificial é o que alguns vereadores estão buscando nessa eleição. Não se engane, caro eleitor, essa estratégia não servirá para repaginar o visual, isso tem a ver com a conjuntura atual da política parnamirinense. Duas vereadoras conversando sobre o cenário político, uma querendo saber da outra se iria ficar no governo ou na oposição, eis que uma vereadora ouve a conversa e saiu gritando, dizendo que foi convidada para compor o grupo da oposição. Segundo essa vereadora, o convite foi feito para tomar sol, ou seja, acompanhar o grupo de Elienai na oposição. A vereadora ciente da situação respondeu dizendo que só iria pegar sol, se fosse para ficar bela no bronzeamento artificial, linda e maravilhosa iria conquistar muitos votos. Agora vejam só, disse a parlamentar, a irmã Elienai saiu da Canaã e agora, quer que todos voltem para o sol do Egito e ainda saiu cantando uma música. Oh, sol vê se me aquece e me ilumina, quero você aqui…
Depois da saída da vice-prefeita Elienai Cartaxo da base governista, o sinal amarelo foi ligado na sede do poder em Parnamirim. A ordem do coronel é resolver a situação dos parlamentares e suplentes, para tentar manter o grupo unido, evitando ter mais baixas na situação. A solução que está na mesa do prefeito é a seguinte: Gustavo Negócio, Irani Guedes e Diniz vão ficar juntinhos no PRB. Mas, existe a possibilidade de Manoel Diniz, ser deslocado para o DEM, caso Kátia Pires, seja indicada à vice-prefeita. Betinho da mala e Italo ficam no PSDB, com um enxerto de lideranças de peso para garantir a reeleição dos dois tucanos. Já Ana Michele e Wandilma irão para o partido de Robinson Faria, o PSD. Detalhe, Binho está com os dias contados no solidariedade, pois o pastor Alex, quer fazer o jovem pastor Danilo vereador, essa candidatura do filho de Ambrósio atrapalhará os projetos dos líderes e idealizadores do projeto círculo da burrice. Para concluir a engenharia política para a eleição proporcional, o vereador Rogério Santiago vai para o Avante ou PP. Para tentar aliviar a tensão no bloco de suplentes, o chefe de gabinete do prefeito, Woney França, planeja retira sua candidatura e os cargos que pertenciam ao grupo de Elienai serão redistribuídos com os integrantes dos partidos, principalmente os do Avante, que andam muito agitados com a possível vinda dos vereadores. Mas quem pensa, que os problemas do Avante são só a chegada dos novos filiados, vai ter uma surpresa que está sendo trabalhada no estado de Minas Gerais para o Rio Grande do Norte. Essa decisão, se confirmada, irá fazer o Avante aterrizar em outro aeroporto. Para o prefeito Taveira, ficou uma lição, não respeitar a ordem de prioridade, é pagar um preço altíssimo. Aqui vai uma dica para o coronel: Primeiro, se resolve a proporcional e depois ajusta-se a majoritária.